Tópicos | Regina Célia

A vereadora do Recife, Liana Cirne (PT), criticou em suas redes sociais as exonerações realizadas pela governadora Raquel Lyra (PSDB) na Secretaria da Estadual da Mulher. 

“Em 7 meses, continuamos presenciando um Governo sem rumo. Raquel Lyra, como primeira governadora eleita, deveria fortalecer as políticas públicas para as mulheres, mas infelizmente os índices de feminicídio se mantêm em Pernambuco”, escreveu Liana Cirne.  

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A vereadora aponta que a governadora não apresentou novos nomes para os cargos que ficaram vagos. 

“De forma irresponsável, a governadora deixou a pasta sem diretoras de Políticas para as Mulheres Metropolitanas, de Enfrentamento da Violência de Gênero; e gerente de Fortalecimento Sociopolítico das Mulheres e Ouvidoria da Mulher, além de várias terceirizadas”, destaca Liana Cirne, “O cenário preocupa, mas vamos continuar denunciando e acompanhando os absurdos da atual gestão”, finaliza Liana.

Os desligamentos apresentados no Diário Oficial desta quinta-feira se somam ao da ex-secretária Regina Célia Barbosa, na sexta-feira (28).

*Da assessoria de imprensa

A governadora eleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB) compartilhou com seus seguidores nas redes sociais, nesta quinta-feira (29), os primeiros nomes que escolheu para compor seu secretariado. A futura governadora que costuma falar sobre o trabalho em equipe, iniciou a publicação destacondo que "ninguém governa sozinha e elogiou os nomes escolhidos. Dos oito nomes anunciados, quatro são mulheres e quatro são homens.

"Ninguém governa sozinha. Quero governar ao lado da população, dos pernambucanos e pernambucanas. Estou trazendo comigo uma equipe competente para fazer a mudança que Pernambuco precisa. Hoje, anunciamos alguns desses nomes e, em breve, teremos mais anúncios. Tudo feito no diálogo direto com você que quer um estado melhor pra viver", escreveu. 

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Em seguida, a tucana elencou os nomes dos futuros secretários anunciados nesta quinta, em nota à imprensa.

"Confira os nomes: 

- Secretaria de Defesa Social: Delegada Carla Patrícia Cunha.

- Secretaria de Cultura: @silveriopessoaoficial.

- Secretaria de Turismo e Lazer: @danielcoelho23.

- Presidente da Empetur: @eduardoloyo_.

- Secretaria da Mulher: @reginacelia.barbosa.

- Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação: Simone Benevides.

- Secretaria de Comunicação: @rodolfocpinto.

- Secretaria Executiva de Imprensa: @daniellabritoalves".

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A cofundadora do Instituto Maria da Penha, Regina Célia, que atua contra a violência de gênero no Brasil, foi anunciada nesta quinta-feira (29) como secretária da Mulher de Pernambuco pela governadora eleita Raquel Lyra (PSDB). A filósofa e ativista no enfrentamento à violência contra a mulher fará parte do governo em 2023. 

Regina Célia também é professora universitária há 25 anos, com docência nos cursos de direito e demais áreas das ciências humanas. 

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Também é representante da Sociedade Civil , da Comissão Seccional da Mulher Advogada (CSMA) e da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional de Pernambuco. 

A servidora Regina Célia Silva Oliveira negou ter sofrido pressão para acelerar a importação da vacina indiana Covaxin no Ministério da Saúde. Ela negou qualquer tipo de irregularidade na conduta de autorizar o avanço da negociação, alvo de investigação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.

Em depoimento na CPI, Regina Célia relatou que foi designada como fiscal do contrato no dia 22 de março, dois dias após uma reunião no Palácio da Alvorada em que o presidente Jair Bolsonaro foi alertado sobre um suposto esquema de corrupção envolvendo a Covaxin, de acordo com o deputado Luis Miranda (DEM-MF).

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Além disso, a servidora relatou que, antes de ser designada para fiscalizar a compra, o contrato com a Covaxin ficou um mês sem um fiscal nomeado. O Ministério da Saúde assinou o contrato no dia 25 de fevereiro, antes, por exemplo, de fechar a compra de doses com a Pfizer, apesar de ter recebido ofertas ao longo do ano passado.

"Não, senhor. Eu não acho, eu tenho certeza que não favoreci", disse a servidora ao ser questionada pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), se teria favorecido a Precisa Medicamentos, que intermediou a negociação entre o Ministério da Saúde e o laboratório indiano Bharat Biotech. Ela evitou responder sobre as diferenças dessa negociação em relação a outras empresas. "Eu desconheço as questões pré-contratuais, eu só figuro no contrato a partir do momento que sou indicada."

Pressionada por senadores, a servidora Regina Célia Silva Oliveira, do Ministério da Saúde, afirmou que o contrato para compra da vacina indiana Covaxin só foi suspenso em junho, após um relatório apontar atraso no envio de doses ao País. A declaração chamou a atenção dos parlamentares. "Só aconteceu após a revelação do escândalo pela CPI", disse o relator da comissão no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL).

A servidora é fiscal do contrato com a Bharat Biotech para compra da vacina. A intermediação da negociação foi feita pela Precisa Medicamentos. A compra da Covaxin voltou a ser o principal alvo de investigação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. Os senadores suspeitam de um esquema de corrupção no governo do presidente Jair Bolsonaro.

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Uma das controvérsias é o preço do imunizante, que passou de US$ 10 para US$ 15 por dose após o Ministério da Saúde dar início às negociações, como revelou o Estadão/Broadcast Político. De acordo com a fiscal, ela autorizou o avanço da importação considerando apenas a quantidade de doses, prevista em 4 milhões e depois corrigida para 3 milhões.

A servidora afirmou que, ao autorizar o contrato, não avaliou o conteúdo da "invoice" enviado ao Ministério da Saúde, apesar de o documento prever pagamento a uma terceira empresa, a Madison Biotech, fato classificado como "estranho" pela CPI. "A minha decisão de autorizar o quantitativo no embarque era razoável por conta que não haveria prejuízo", disse Regina Célia durante depoimento na CPI.

Ela disse que não deveria ter tomado providência para corrigir a negociação porque isso caberia à Divisão de Importação no Ministério, e não à fiscal do contrato. A Precisa Medicamentos justificou a alteração na quantidade de doses de 4 milhões para 3 milhões por causa de regulamentações na Índia, de acordo com a servidora. "Eu considerei razoável o fato de não poder embarcar 4 milhões de doses naquele momento."

O depoimento foi contestado pelo relator. "Acreditou na boa-fé da Precisa, apesar de tudo que estava envolvido", disse Renan, apontando que, na Índia, a vacina era considerada um "lixo."

A servidora Regina Célia Silva Oliveira, do Ministério da Saúde, negou influência do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), na sua nomeação para cargos que ocupou na pasta. Ela foi convocada a depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid por ter sido fiscal do contrato para compra da vacina Covaxin com o laboratório indiano Bharat Biotech.

A servidora afirmou que, no contrato da Covaxin, autorizou apenas a quantidade das primeiras 3 milhões de doses a serem embarcadas no Brasil. Ela destacou que havia apenas um ponto divergente em comunicação feita com a Divisão de Importação do Ministério, em março: a quantidade de doses, que inicialmente era para ser de 4 milhões.

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Além da CPI, a compra da Covaxin é investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria-Geral da União (CGU) e criminalmente pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal. O contrato para compra de 20 milhões de doses ao custo de R$ 1,6 bilhão foi suspenso na semana passada, após recomendação da CGU.

Regina Célia relatou que, recentemente, emitiu relatório apontando descumprimento total do contrato. Ela afirmou que, no dia 30 de março, notificou a empresa apontando o atraso no envio das doses. De acordo com a servidora, porém, o ministério não adotou medidas para punir a empresa. "Ainda não porque o contrato foi suspenso."

A servidora Regina Célia Silva Oliveira, do Ministério da Saúde, afirmou que não identificou "nada atípico" na fiscalização do contrato para compra da vacina indiana Covaxin, alvo de investigação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.

Regina Célia é a fiscal responsável pelo contrato com o laboratório indiana fabricante das doses. "Não achei nada atípico no processo, no que me cabe. Em relação à minha função de fiscal para fiscalizar a execução do contrato não teve nada atípico", afirmou a servidora durante depoimento na CPI.

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Em sua fala inicial, ela apresentou uma versão diferente daquela dada pelo servidor Luis Ricardo Miranda e pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF) sobre os trâmites da importação. "Não seria verdade o fato de se ter pagamento antecipado para esse contrato", declarou a servidora, ressaltando que o pagamento só seria feito após aprovação da vacina na Anvisa.

Aos senadores, Regina Célia diz que não chegou ao ministério por indicação política e que é servidora com perfil técnico há 26 anos. A compra da vacina Covaxin voltou a ser o principal alvo de investigação na CPI. Os senadores suspeitam de um esquema de corrupção no governo do presidente Jair Bolsonaro. Uma das controvérsias é o preço do imunizante, que passou de US$ 10 para US$ 15 por dose após o Ministério da Saúde dar início às negociações, como revelou o Estadão/Broadcast Político.

Em depoimento na CPI, no último dia 25, o servidor Luis Ricardo Miranda, do Ministério da Saúde, afirmou que a importação da Covaxin foi autorizada por Regina Oliveira mesmo após irregularidades nas informações da negociação. "Não trabalho com Luis Ricardo Miranda", rebateu a servidora.

A CPI da Pandemia ouve nesta terça-feira (6), a partir das 9h, o depoimento da servidora Regina Célia Silva Oliveira, fiscal de contratos no Ministério da Saúde que autorizou a compra da vacina indiana Covaxin. A fatura de pagamento referente ao contrato de aquisição do imunizante teria indícios de irregularidades.

Regina Célia foi citada à CPI pela primeira vez no último dia 25, no depoimento de Luis Ricardo Miranda, que é chefe da divisão de importação no Departamento de Logística do Ministério da Saúde. Ele e seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), denunciaram pressões internas na pasta para liberar a aquisição da Covaxin, mesmo com os erros verificados na ordem de pagamento.

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De acordo com os irmãos, Regina Célia era a fiscal do contrato com a Bharat Biotech, empresa indiana que desenvolveu a vacina. A fatura gerada para a compra trazia número menor de doses do que o combinado, determinação de pagamento antecipado e o nome de uma empresa intermediária que não constava no contrato, afirmaram os irmãos. Segundo Luis Ricardo Miranda, as duas primeiras irregularidades foram sanadas depois de identificadas, mas a fatura permaneceu em nome da empresa intermediária — a Madison Biotech, baseada em Singapura.

O deputado Luis Miranda relatou que levou o caso ao presidente Jair Bolsonaro. Segundo Miranda, Bolsonaro teria demonstrado conhecimento das pressões em favor da Covaxin e afirmado que o responsável era o deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara. Barros era ministro da Saúde quando Regina Célia foi nomeada, em 2018, para uma função na Secretaria de Vigilância em Saúde, onde está lotada hoje. A servidora já havia passado por outras lotações no Ministério da Saúde desde 2006.

Os pedidos pela convocação da servidora foram apresentados pelos senadores Humberto Costa (PT-PE) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Para Humberto, ouvir Regina Célia será “fundamental para esclarecer as suspeitas de corrupção” em torno do contrato da Covaxin.

Sigilos

Na terça-feira, a CPI também deve votar uma série de requerimentos pedindo a quebra de sigilos bancários, fiscais e telefônicos de pessoas ouvidas ou observadas pela CPI. Uma delas é o deputado Ricardo Barros, em função das menções ao seu nome no caso Covaxin.

Também estão na mira da quebra de sigilo o deputado Luis Miranda; o policial Luiz Paulo Domiguetti, que se apresentou como intermediador de venda de vacinas e denunciou pedidos de propina no Ministério da Saúde; e o empresário Cristiano Alberto Carvalho, CEO da Davati Medical Supply, empresa ligada a essa negociação.

*Da Agência Senado

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