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Remédios para tratar ou reverter momentaneamente a disfunção erétil foram os mais vendidos em quatro das cinco grandes regiões brasileiras, entre janeiro e julho deste ano. Os medicamentos lideram o consumo no Sul, Nordeste e Centro-Oeste, e estão também entre os três mais vendidos na região Sudeste. Apenas no Norte do país fármacos desse tipo não surgem no pódio. 

A informação consta no levantamento do Consulta Remédios, segundo maior site de farmácias do país, feito a partir do perfil de compras e de buscas de cerca de 500 mil usuários da plataforma. A divulgação foi feita pelo Metrópoles. 

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O Citrato de Sildenafila (viagra) e a Tadalafila, medicamentos de combate à disfunção erétil, estiveram entre os mais vendidos do país. No caso da Região Sul, foram primeiro e segundo lugar da lista, respectivamente. “Acho que uma boa explicação para este perfil de compras pode ser um possível tabu sobre adquirir este tipo de medicamento de forma presencial”, analisa Paulo Vion, CEO da Consulta Remédios. 

Veja os remédios mais comprados por região

Região Sul 

Citrato de Sildenafila (para disfunção erétil); 

Tadalafila (para disfunção erétil); 

Sorinan (descongestionante nasal); 

Clotrimazol (pomada contra micoses); 

Ivermectina (vermífugo). 

Região Sudeste 

Epocler (removedor de toxinas do fígado); 

Citrato de Sildenafila (para disfunção erétil); 

Ivermectina (vermífugo); 

Fluconazol (antifúngico); 

Neosoro (descongestionante nasal). 

Região Centro-Oeste 

Citrato de Sildenafila (para disfunção erétil); 

Simeticona (para mal-estar gástrico); 

Tadalafila (para disfunção erétil); 

Ezetimiba (controle de colesterol); 

Atorvastatina Cálcica (controle de colesterol). 

Região Norte 

Naridrin (descongestionante nasal); 

Acetato de Ciproterona (controle de hormônios femininos); 

Artrodar (combate da artrose); 

Micofenolato de Mofetila (imunossupressor); 

Jardiance (controle da diebetes). 

Região Nordeste 

Tadalafila (para disfunção erétil); 

Dicloridrato de Betaistina (controle do zumbido) 

Atorvastatina Cálcica (controle de colesterol), presente na lista duas vezes, por dois fabricantes diferentes; 

Olmesartana Medoxomila + Besilato de Anlodipino (controle da pressão alta). 

Perfil do consumidor

A pesquisa que apontou o perfil de compras de forma regionalizada ainda trouxe dados sobre quem são as pessoas que compram seus remédios de forma digital. A faixa etária com maior representatividade total dentro da plataforma está entre 50 e 60 anos, com 22,7% dos usuários. A divisão de gênero foi praticamente equânime entre homens e mulheres. 

 

Em entrevista ao podcast 'How To Do It', um americano relatou que seu pênis encurtou após contrair a Covid-19. Os médicos que o atenderam indicaram que a infecção causou danos graves nos vasos sanguíneos do tecido erétil do paciente e que a condição pode ser permanente.

Diagnosticado em julho do ano passado, ele começou a sofrer de disfunção erétil após a alta hospitalar. Em seguida, percebeu a diminuição de um polegada e meia do comprimento do órgão, cerca de 3,81 centímetros.

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"Meu pênis encolheu. Antes de ficar doente, eu era acima da média, não enorme, mas definitivamente maior que o normal. Agora eu perdi cerca de uma polegada e meia e me tornei decididamente menor que a média", relatou o homem.

Ele teve a identidade preservada, mas afirmou que era hétero e que a situação impactou sua autoconfiança e habilidades na cama.

Seus médicos frisaram que a situação é permanente, mas outra corrente de profissionais insiste que práticas de reabilitação com medicamentos, alongamentos e procedimentos a vácuo podem restaurar o tamanho perdido.

A Universidade Miller de Medicina de Miami mostrou em estudo que a disfunção generalizada das células endoteliais por Covid-19 pode contribuir para a disfunção. O levantamento da Universidade de Londres com 3.400 homens identificou que a redução do pênis foi um dos sintomas raros entre 200 pacientes.

No início do ano de 2020, uma doença misteriosa deixou em pânico médicos e doentes que eram acometidos pelo mal. A Covid-19 surgiu impondo desafios à medicina, bem como mistérios que parecem estar bem longe de serem desvendados por completo. A cada dia, surgem relatos novos de sequelas deixadas pela enfermidade. O comediante Michael Blackson revelou mais um: disfunção erétil. 

Em entrevista ao TMZ, o ator e comediante revelou o que sofreu quando diagnosticado com a Covid e o que vem precisando enfrentar mesmo após sua recuperação. Segundo ele, a disfunção erétil é uma das sequelas da doença “sobre a qual ninguém fala, mas que você com certeza não quer sofrer”. 

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O artista, que está no elenco de Um Príncipe em Nova Iorque 2, disse que tem sofrido do mal após ter sido infectado pelo coronavírus. “E as opções são pegar covid ou se vacinar, confie em mim: escolha tomar a vacina. Eu sofri todo tipo de sintoma. Defecava nas calças, fiquei sem paladar, perdi o desejo de fazer sexo... fiquei com o pênis flácido”. 

Blackson também se colocou à disposição do governo para participar de campanhas pró-vacinação, podendo até mesmo tomar a vacina diante das câmeras para incentivar a população. "Eu faria, porque fui afetado por isso. Eu sei como é o sentimento".

Desde o final de março, o energético Power Natural High Energy Drink SX deixou de ser vendido na Zâmbia, onde a bebida também é produzida. A denúncia foi feita em dezembro de 2018 quando um cliente na Uganda se queixou de suor constante e uma ereção de quase seis horas. A partir daí, começaram as investigações.

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Foto: Reprodução / BBC

De acordo com a agência de notícias Reuters, a Zâmbia ordenou que o fabricante retirasse a bebida de circulação depois que os testes mostraram que a bebida continha Sildenafil Citrata, um ingrediente ativo do medicamento Viagra, que é usado na terapia oral de disfunção erétil em homens e só deve estar disponível mediante receita médica. O fabricante da bebida, Revin Zambia, não comentou a proibição.

A bebida é muito popular entre os homens da Zâmbia e é vendida em latas de plástico de 500 ml, principalmente em supermercados e bares. Segundo o jornalista Kennedy Gondwe, para a BBC "apesar da proibição, a bebida ainda está à venda nas lojas da capital, Lusaka", afirma.

A reportagem da BBC diz ainda que a Sociedade Farmacêutica do país confirma que os relatórios sobre a inadequação da bebida deveriam ter sido resolvidos antes, e que os fabricantes deveriam ter declarado as quantidades exatas do medicamento para que a bebida não fosse vendida para crianças, mulheres ou até mesmo homens que poderiam não querer consumí-la por causa de suas propriedades.

por Laura Dantas

O ano que se encerra neste mês guarda uma marca histórica, especialmente, para os homens. Em 2018, os comprimidos contra a disfunção erétil completaram 20 anos de venda em farmácias do Brasil e de outros países.

A descoberta, feita ao acaso pela ciência que investigava medicação para pressão alta, permitiu a milhões de homens reativar sua vida sexual. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil consideram que a oferta desses gêneros de medicamentos impactou a sociedade. “Foi uma revolução sexual como a pílula [disponível a partir da década de 1960] causou na mulher”, avalia Carlos da Ros, chefe do Departamento de Sexualidade e Reprodução da Sociedade Brasileira de Urologia.

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“Foi uma revolução sim”, concorda o também urologista Osei Akoamo Jr. “Trouxe de volta uma população que podia ter uma atividade sexual rotineira de qualidade”. Em sua opinião, a medicação permitiu a casais que sofriam com o problema a “felicidade do ponto de vista sexual”.

Além de mudar o comportamento, o advento da medicação contra a disfunção erétil estabeleceu para a ciência novos paradigmas, assinala Lucio Flavio Gonzaga Silva, cirurgião-urologista e professor aposentado da Universidade Federal do Ceará. Segundo ele, décadas antes da venda de medicamentos “a disfunção erétil era tratada como problema de fundo psicológico. A ciência não sabia como se processa a via metabólica da ereção”.

Princípio ativo

O urologista Carlos da Ros acompanhou de perto a evolução da pesquisa científica na área e participou de estudos de eficácia e tolerabilidade do fármaco citrato de sildenafila feitos no país e outras partes do mundo ainda em 1996.

O princípio ativo testado resultou dois anos depois no pioneiro Viagra (da empresa norte-americana Pfizer) e hoje, após a quebra de patente em meados dessa década, está disponível em medicamentos fabricados por mais de 20 laboratórios instalados no Brasil, conforme consulta à página de produtos regularizados no portal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Além do citrato de sildenafila, há no mercado outros medicamentos registrados pela Anvisa com princípios ativos diferentes e a mesma finalidade como os fármacos de tadalafila, vardenafila, e carbonato de lodenafila.

Segundo Carlos da Ros, os homens mudaram de atitude após a venda desses medicamentos. “O tabu era muito forte, uma coisa cultural. Era muito difícil os pacientes chegarem no consultório e dizer ‘estou impotente’. Esse tabu caiu por água baixo. Isso fez com que os homens ficassem mais tranquilos e logo depois do aperto de mão na consulta dissessem: ‘olha meu problema é sexual’”.

“Não tem que ter vergonha em absoluto”, testemunha o funcionário público aposentado Cruz de Almeida, 68 anos, que prefere ser identificado sem o prenome. “A tendência é conversar melhor cada dia. Até recentemente as pessoas costumavam esconder. Escondendo as coisas você não vai ter um tratamento adequado”, opina Almeida que toma 10 miligramas diárias de tadalafil.

O médico Lucio Flavio Gonzaga Silva calcula que por ano um milhão de homens passem a ter que consumir medicamentos contra a disfunção erétil. De acordo com nota do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, o Sindusfarma, entre novembro de 2017 e outubro de 2018, foram vendidos 68,32 milhões de comprimidos contra impotência sexual.

Conforme dados auditados pela consultoria IVQVIA, nesse período as vendas desses medicamentos somaram R$ 560 milhões. O valor equivale a uma participação de 0,91% no mercado total de remédios no país.

Na tarde desta segunda-feira (13), o ex-ator pornô, Alexandre Frota se manifestou quanto a uma matéria da Revista Fórum que expõe um processo da personalidade na justiça recentemente aberto ao público. De acordo com a publicação, em 2014 Frota disputou com o plano de saúde do Bradesco o direito por um implante peniano, parte do tratamento de uma disfunção erétil ao qual foi acometido. Pelo Facebook, o ator compartilhou o conteúdo e voltou a provocar os jornalistas Luís Nassif, José Trajano e Juca Kfouri.

"Nassif Trajano e kfouri me amam por isso que chamo eles de Pau mole rsrs o meu é Duro para o resto da vida (sic)", afirmou.

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À época, quando tinha 51 anos, Alexandre foi ao médico queixando-se de extrema dor na região peniana. O médico Carlos Augusto Cruz de Araújo Pinto, o diagnosticou como portador de disfunção erétil por doença erétil venosa e doença peyronie. Preocupado por conta da prótese oferecida pelo plano, Frota foi buscar na justiça um modelo inflável, a fim de evitar constrangimentos de uma solução que 'não reestabeleceria as funções físicas de forma satisfatória e causaria constrangimento, já que o paciente permanece sempre em posição ereta'.

Não houve julgamento, porque houve um acordo entre o ator e o Bradesco Saúde S.A, assinado em 12 de dezembro de 2014, no qual o plano assumiu as despesas cirúrgicas e os honorários advocatícios. O acordo foi homologado em 2015, mas apenas no dia 31 de outubro deste ano, por uma decisão judicial, o caso foi tornado público.

Um transplante de células tronco no pênis pode ser a solução para os graves problemas de ereção que alguns homens enfrentam após sofrer câncer de próstata - segundo os primeiros resultados de um estudo publicado na quinta-feira.

"Doze pacientes que sofriam de disfunção erétil grave após o câncer de próstata receberam um transplante de células-tronco no pênis. Depois de seis meses, os pacientes perceberam melhorias significativas na relação sexual, ereção, rigidez peniana e qualidade do orgasmo", resume o Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica (Inserm) em comunicado.

A impotência sexual é uma sequela comum da remoção cirúrgica do câncer de próstata, o que afeta a qualidade de vida e a auto-imagem dos homens envolvidos, segundo o Inserm. O transtorno é devido ao "resultado de lesões nos vasos sanguíneos e nervos do pênis", acrescenta.

O teste clínico, conduzido pelo hospital universitário Henri Mondor, nos arredores de Paris, foi realizado para "reparar as lesões celulares no pênis".

Os pesquisadores realizaram um trasplante de células extraídas da medula óssea, que contém vários tipos de células tronco capazes de "transformar-se de forma espontânea em células da mesma natureza que as danificadas no pênis", explica o Inserm.

Ao menos dois pacientes descreveram por outro lado "uma reaparição de ereções normais, como antes da prostatectomia radical, sem tomar medicamentos".

A melhora das relações sexuais se manteve por um ano após o trasplante.

"Se os resultados deste estudo forem confirmados por outros estudos (...) a terapia celular poderia ser ampliada para outros tipos de problemas de ereção menos graves resultantes de doenças sistêmicas como diabetes ou outras doenças vasculares", afirmou René Yiou.

Estes resultados foram publicados na revista European Urology.

A disfunção erétil incapacita o homem a obter ou manter ereções prolongadas, prejudicando - assim - o ato sexual. Esta impotência está relacionada a vários fatores, como o consumo excessivo de álcool, má alimentação e estresse.

No vídeo a seguir, a especialista em medicina sexual Carmita Abdu explica como manter hábitos que podem ajudar a evitar problemas relacionados a disfunção erétil, como, por exemplo, o consumo de alguns alimentos associados a prática de exercícios - o que podem auxiliar na obtenção de mais energia e melhorar a disposição. 

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Veja todos os detalhes abaixo:

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Mais um aliado deve auxiliar homens contra o temido problema da disfunção erétil. O remédio Alprostadil, que já era utilizado através de pílulas, agora poderá ser aplicado como pomada. De acordo com estudo publicado na revista especializada Urology, o produto tem uma taxa de eficácia de 86%.

Vendido há cerca de um mês em países europeus, o medicamento agora também é viável  para pacientes diabéticos e cardíacos, já que basta aplicar uma pequena quantidade da pomada na ponta do pênis. Ao todo, 600 pacientes com o problema foram analisados por pesquisadores franceses e europeus, através do uso do medicamento. 

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Segundo médicos espanhóis, a pomada consegue os efeitos desejados entre cinco e 30 minutos após a aplicação e, a depender dos casos, pode durar mais de uma hora. Há restrições quanto ao uso do álcool, que pode diminuir o efeito da droga. O uso excessivo do Alprostadil também pode acarretar em problemas digestivos e neurológicos. Para ser vendida no Brasil, a pomada ainda precisa ser liberada pela Anvisa.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda a apreensão e inutilização, em todo o País, de lotes falsificados do medicamento Cialis 20 mg, usado contra disfunção erétil. Segundo a resolução 2.912, publicada no Diário Oficial da União, a apreensão do produto é "medida de interesse sanitário". Os medicamentos pirateados, segundo notificação da empresa detentora do registro, Eli Lilly do Brasil, não apresentam marcação do lote no blister de dois comprimidos e têm na embalagem a impressão EXP 102014.

Essa é a quarta vez que a Anvisa determina apreensão de lotes falsos de Cialis, somente este ano. Um dos mais potentes remédios para disfunção erétil, o Cialis pode ter seu efeito prolongado por até três dias, segundo garantem alguns usuários, o que o torna um alvo cobiçado por quadrilhas, rivalizando com o tradicional Viagra. Em algumas operações de combate a contrabando e descaminho, a Polícia Federal tem localizado grandes carregamentos de estimulantes sexuais que entram ilegalmente no Brasil pela fronteira com Paraguai e Bolívia.

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Os danos ao consumidor, segundo a Anvisa, podem se dar de duas formas: ausência do efeito esperado, por se tratar de falso remédio, também chamado "pílula de farinha", e ingestão de substâncias maléficas à saúde. Em caso de dose excessiva do princípio ativo, por exemplo, há sério risco de problemas cardiovasculares. O caso será comunicado ao Comitê Nacional de Combate à Pirataria, do qual faz parte a Polícia Federal, que costuma abrir investigações para desmantelamento de quadrilhas que atuam no ramo de medicamentos.

A população brasileira, segundo levantamento do Comitê, está entre as que mais consomem medicamentos clandestinos no mundo. Os destinados ao combate à disfunção erétil são os mais pirateados, por serem caros e de forte apelo popular. Para reduzir o comércio de remédios clandestinos, a Anvisa trabalha, em conjunto com representantes da indústria farmacêutica, em um projeto que visa a impressão de um código especial na embalagem que permita o rastreamento dos remédios originais.

A falsificação de medicamentos é um negócio em alta, que representa 10% do volume mundial de medicamentos. O Brasil é o oitavo mercado mundial, com receita anual estimada em R$ 20 bilhões. O Comitê estima que 30% do comércio de remédios no País ocorram por vias informais, o que favorece a pirataria. O Código Penal Brasileiro tipifica a falsificação de medicamentos como crime hediondo, inafiançável, com pena de 10 a 15 anos de reclusão.

Sabonete íntimo

Em outra resolução, a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação, comércio e uso, em todo o País, dos sabonetes íntimos produzidos pela marca "Produtos Ideal". A medida alcança os dois modelos da empresa: o "Tradicional" - extrato camomila e ácido lático e o "Dias Especiais" - malva e rosas brancas. Os produtos não possuíam registro na agência. A empresa fabricante, que também não tinha autorização para funcionamento, fica obrigada a recolher os estoques existentes no mercado.

Pelas mesmas razões, a Anvisa determinou a suspensão de fabricação e venda do detergente "Boa Limpeza", lançado pela empresa Silvaneide dos Santos Silva Ltda. e do produto de limpeza de alumínio "Jamacil 100", produzido pela Jamart Indústria e Comércio. As duas fabricantes igualmente não tinham autorização para funcionamento.

A Anvisa também determinou a suspensão, em todo o território nacional da importação, distribuição, comercialização e uso de vários lotes de seringas preenchidas de heparina. Esses lotes já estavam proibidos em diversos países por recomendação do próprio fabricante, que constatou "falhas na potência", que comprometiam a eficácia do produto. Mas vinham sendo comercializados no Brasil pela importadora Medical Ltda, que terá de fazer o recolhimento dos estoques existentes no mercado.

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