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Uma pesquisa feita pela organização não governamental Avaaz, em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), mostra que a credibilidade das vacinas é menor entre homens e jovens de 16 a 24 anos. O estudo mapeou o impacto das fake news contra vacinas e contou com um questionário domiciliar em que o Ibope ouviu 2.002 pessoas entre 19 e 22 de setembro deste ano, em todas as regiões do país.

Segundo a pesquisa, 54% dos brasileiros consideram as vacinas totalmente seguras, e 31% avaliam que elas são parcialmente seguras. Para 8%, elas são parcialmente inseguras, e 6% responderam que elas são totalmente inseguras. A soma dos três últimos grupos mostra que 45% dos brasileiros têm algum grau de insegurança em relação às vacinas. Um percentual de 2% não respondeu ou não soube opinar.

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Entre os homens, cai para 49% o percentual dos que consideram as vacinas totalmente seguras, e os outros três grupos somam 48%. Em relação à faixa etária, a situação é mais preocupante entre os jovens de 16 a 24 anos, já que 45% veem as vacinas como totalmente seguras e 53% têm algum nível de insegurança.  

As pessoas com ensino médio se mostraram menos seguras sobre as vacinas do que aqueles com nível fundamental completo ou incompleto, sendo este último grupo o que dá maior credibilidade às imunizações (61%). Segundo a pesquisa, metade das pessoas que pararam de estudar ao concluir o ensino médio têm inseguranças em relação à vacinação, enquanto para quem tem nível superior esse percentual cai para 43%.  

Assim como nos níveis de escolaridade, a camada mais pobre da população, com renda de até um salário mínimo, é a que confia mais nas vacinas. O resultado se repete entre as classes D e E, que superam a A, a B e a C no percentual que avaliou as vacinas como totalmente seguras. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha, os dados de renda, classe social e escolaridade mostram que a população mais pobre está menos impactada pelas fake news por consumir mais as informações da mídia tradicional, utilizar mais os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) e ter menos acesso às redes sociais.

"Elas são bastante impactadas pelas mídias tradicionais, mesmo sendo populações mais carentes. E tem a ação do SUS. São pessoas que são usuárias do SUS. E quando elas conseguem acessar o sistema, os profissionais de saúde se tornam muito importantes na informação".

Outro dado trazido pela pesquisa é que os evangélicos dão menor credibilidade às vacinas que os católicos e as pessoas que se declararam de outras religiões. Enquanto 60% dos católicos e 49% do terceiro grupo consideram as vacinas totalmente seguras, esse percentual cai para 44% no caso dos evangélicos, o menor percentual entre todos os recortes populacionais.

Fake News

O questionário mostra que 61% dos entrevistados já receberam mensagens negativas sobre vacinas nas redes sociais, sendo que 9% disseram que essas mensagens chegam todos os dias ou quase todos os dias.

Entre as pessoas que declararam considerar as vacinas parcialmente inseguras, 72% disseram ter recebido notícias negativas por redes sociais. E, entre os que disseram que elas são totalmente inseguras, esse percentual é de 59%.

A pesquisa revela que a mídia tradicional ainda é a principal fonte de informação sobre vacinas para a população, sendo citada por 68% dos entrevistados, que podiam apontar as três fontes principais de informações sobre o assunto. As redes sociais ficaram em segundo lugar, com 48%, à frente do governo (42%) e dos profissionais de saúde (41%). O presidente da SBIm acredita que a disponibilidade das redes sociais contribui para que elas tenham ultrapassado fontes oficiais.

"A gente tem que estar disponível para ensinar e esclarecer da mesma forma que as pessoas que disseminam essas inverdades estão. A gente tem que encontrar tempo, disponibilidade e uma linguagem pra isso", diz ele, que reconhece que redes sociais como o Whatsapp favorecem a criação de "guetos", onde informações que desmintam fake news dificilmente conseguem penetrar. "É importante a gente ter a parceria com as plataformas [de redes sociais]".

Para a coordenadora de campanhas do Avaaz no Brasil, Nana Queiroz, o país vive uma epidemia de desinformação que precisa ser combatida por diferentes esferas de governo, sociedades médicas e também pelas plataformas de redes sociais, como o Facebook, o YouTube, o Instagram e o Whatsapp. "Nesse caso, o remédio é que as plataformas mostrem correções (vindas de checadores de fatos independentes) a todos que foram expostos a notícias falsas. Essa estratégia ficou conhecida mundialmente como correct the record [corrigir o erro]. Ela é prática, justa e nos protege contra a censura, pois nada é tirado do ar: apenas corrigido".

O Avaaz analisou ainda 30 histórias falsas sobre vacinas desmentidas pelo Ministério da Saúde e por serviços jornalísticos de checagem de informações. Esses conteúdos tiveram  23,5 milhões de visualizações e 578 mil compartilhamentos no Facebook. Além disso, foram 2,4 milhões de visualizações no YouTube. Quase metade desses artigos ou vídeos foi traduzida de sites antivacina dos Estados Unidos.

Dois homens, com idades entre 33 e 50 anos, morreram afogados na praia do Paiva, no município do Cabo de Santo Agostinho, Grande Recife, nesse domingo (13). A dupla chegou a ser socorrida por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros.

Ainda na praia, os socorristas realizaram a técnica de Reanimação Cardiopulmonar (RCP), mas não obtiveram sucesso. Duas ambulâncias foram acionadas, uma pertencente a empresa responsável pelo pedágio da região e outra dos bombeiros.

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As vítimas foram levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Barra de Jangada, no município de Jaboatão dos Guararapes, mas já chegaram ao local sem vida, apontou o Samu. 

 

Nas férias, ao invés de viajar para conhecer novos lugares, uma mulher britânica, identificada como Mary Hardiman, 54 anos, prefere gastar o seu dinheiro e empenhar o seu tempo livre para encontrar assassinos que estão no corredor da morte. Ela afirma já ter gasto 8 mil euros (mais de R$ 36 mil) voando para os Estados Unidos, país onde encontra-se com os presos.

Mary, que trabalha como conselheira, salienta que toda a sua ação é com o apoio de seus familiares. Ao site Mirror, a mulher aponta: "Trata-se de esquecer os crimes e descobrir quem realmente são as pessoas". Tudo começou há quatro anos, quando a Hardiman resolveu começar a escrever cartas para esses homens que já estão à espera da morte. 

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Na entrevista concedida ao Mirror, a conselheira classifica que é muito fácil julgar os prisioneiros "apenas por seus crimes, mas se levássemos todo mundo ao seu maior erro, ninguém seria visto como perfeito", salienta. Mary acredita que a sua ação é uma forma de dar aos condenados uma chance de ter uma "conversa normal, sem julgamento", pontua.

Reynaldo Giannechini está no ar como Régis em A Dona do Pedaço e, em entrevista ao jornal O Globo, o ator abriu o jogo sobre sua vida pessoal, falou sobre a curiosidade das pessoas a respeito da sua vida amorosa e ainda declarou que a sua sexualidade não cabe numa gaveta.

"Todo mundo fala da minha sexualidade, né? Me cobram muito. Quando é que você vai sair do armário? Primeiro, quero falar para essas pessoas: Antes de você achar tão interessante a sexualidade dos outros, dá uma olhadinha na sua. Talvez ela tenha mais nuances do que você pensa. Eu reconheço todas as partes dentro de mim: o homem, a mulher, o gay, o hétero, o bissexual, a criança e o velho. Como dentro de todo mundo".

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Para Gianecchini, sua vida sexual só diz respeito a ele mesmo.

"A sexualidade é muito mais ampla e as pessoas são levianas. Querem te encaixar numa gaveta, e eu não consigo, porque a sexualidade é o canal da vida e a minha sexualidade não cabe numa gaveta. Nossas questões e tabus passam por esse canal. Não é à toa que cada um tem seus fetiches, suas particularidades. E não tenho vontade de falar com quem estou transando, não preciso falar. Prezo minha liberdade de não citar nomes e proteger minha privacidade".

O ator lembra que as fofocas sobre sua sexualidade ocorriam, até mesmo, enquanto ele estava casado com Marília Gabriela.

"Mas já falavam desde a Marília, amore, eu era casado pra caramba, nunca vi um casamento tão inteiro, a gente vivia realmente uma história a dois de verdade. E já falavam coisas".

Em seguida, Gianecchini abriu o jogo sobre sua relação com homens.

"Já tive, sim, romances com homens e acho que é esse o momento de dizer isso. Mas nunca me senti obrigado a empunhar bandeira de homossexualidade. O desejo para mim não passa pelo gênero e nem pela idade. Demorei para falar porque isso esbarra sempre no tamanho do preconceito no Brasil. Mas agora é importante reafirmar a liberdade, por mim e por quem enfrenta repressão".

Na entrevista, ele ainda falou sobre outro assunto polêmico: o caso de assédio envolvendo José Mayer. Para quem não lembra, o ator foi acusado de assediar sexualmente uma figurinista no início de 2017, na novela A Lei do Amor, na qual interpretava o vilão Tião.

Segundo Gianecchini, a história foi injusta.

"Acho que foi injusta essa história. Eu estava na novela junto com o Zé e duvido que ele tenha sido agressivo, passando do ponto no assédio. Há diferenças entre assédio e cantadas. Hoje enxergo uma comoção que não contribui para a verdade. A luta pelos direitos das mulheres às vezes atropela. O Zé Mayer é um puta artista e foi massacrado, sumiu, fechou-se em casa, não quer fazer nada. Houve um exagero com ele", declarou o ator.

Um padre desviou cerca de R$ 400 mil da paróquia para gastar com homens que conheceu em um aplicativo de relacionamentos e o aluguel de uma casa de verão. Joseph McLoone, de 56 anos, foi preso na Filadélfia, Estados Unidos.

O líder religioso regia uma paróquia de Downingtown, no estado da Pensilvânia, desde 2010, mas há cerca de um ano começou a levantar suspeitas de desvio, quando iniciaram as investigações.

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Segundo o Philadelphia Magazine, Joseph abriu uma conta secreta a qual transferia doações da paróquia. Além de arrecadações, a quantia era mantida com pagamentos de celebrações de casamentos, funerais e missas aos falecidos.

O padre utilizava o dinheiro para custear jantares caros, viagens e até alugou uma casa de veraneio em Ocean City, estado de Nova Jersey. Além disso, ele transferiu dinheiro para homens que conheceu em um aplicativo de paquera - Grindr -, um deles era um presidiário.

 

O Dia do Homem é comemorado nesta segunda-feira (15), no Brasil. O objetivo é conscientizar a população masculina sobre os cuidados com a saúde e sobre doenças como o câncer de mama que, apesar de ser rara entre a população masculina, pode acontecer e depende de um diagnóstico precoce para melhorar as chances de tratamento e cura. 

Os homens representam apenas 1% do total de casos de câncer de mama no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). “Pelo fato de ser uma doença rara entre eles, a recomendação de diagnóstico precoce acaba sendo menor, mas os homens precisam saber que ao notar um caroço, tumor, ou algo diferente na mama precisa ser avaliado e investigado. A maioria das vezes, quando há alguma alteração não é câncer, mas para ter certeza é necessário examinar para um diagnóstico preciso”, orienta a oncologista do Instituto do Câncer de São Paulo, Laura Testa.

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Para a definição do diagnóstico, além de exame clínico, exames de imagem como mamografia, ultrassonografia ou ressonância podem ser solicitados pelo médico. Porém, a confirmação só é feita por meio da biópsia, que consiste na retirada de um fragmento do nódulo suspeito.

Segundo a especialista, os homens que têm casos de câncer na família têm uma chance maior de ter a doença. “Os homens que têm casos genéticos precisam fazer avaliações com um profissional e sempre que notarem algo anormal devem procurar um especialista”, ressalta.

O tratamento varia de acordo com o estágio da doença, onde pode envolver quimioterapia, radioterapia, medicamentos e até a cirurgia. “O câncer de mama tem vários subtipos e cada um deles é tratado de uma maneira, mas o tratamento é o mesmo para homens e mulheres”, explica a médica.

 

A justiça indiana declarou nesta segunda-feira (10) culpados seis homens hindus pelo estupro e morte de uma menina muçulmana de oito anos em 2018. O tribunal de Pathankot (estado de Punjab, norte da Índia) absolveu o sétimo acusado.

Outra pessoa tem um julgamento à parte porque era menor de idade no momento dos crimes. Três acusados, incluindo o líder de um vilarejo, foram declarados culpados de estupro e morte.

Os outros três são considerados culpados por aceitar subornos e pela destruição de provas durante a investigação. As sentenças devem ser anunciadas nas próximas horas.

Os condenados por estupro e assassinato podem receber penas de prisão perpétua ou a pena de morte. A defesa anunciou que vai apelar contra a decisão.

Um grupo de mulheres expulsaram uns homens que invadiram o espaço para elas reservado no metrô de Brasília. É isso que mostra um vídeo que circula pelas redes sociais. O fato aconteceu na noite desta última quarta-feira (29).

No registro é possível ver que as mulheres reagem aos homens, pressionando para que eles saiam do vagão um por um, mesmo sob reação dos mesmos. Esse vagão existe desde 2013, como uma forma de coibir os assédios que acontecem em maioria dos transportes públicos do Brasil.

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Confira:

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Pelo menos uma pessoa morreu após três homens abrirem fogo contra um hotel cinco estrelas na cidade portuária de Gwadar, no Paquistão - centro de um projeto de infraestrutura bilionário da China -, informou o Exército neste sábado. Os atiradores mataram um segurança na entrada do hotel.

"Forças de segurança isolaram o perímetro. Hóspedes retirados em segurança. Terroristas cercados pelas forças de segurança na escadaria que leva ao último andar. Operação Liberação está em curso", afirmou um porta-voz dos militares.

Mais cedo, o ministro provincial, Ziaullah Langu, disse à AFP que quatro homens "abriram fogo" contra o hotel. "Há registros de algumas pessoas com ferimentos leves", informou.

Mohammad Aslam, agente de Gwadar, disse que "não havia hóspedes chineses ou paquistaneses no hotel". Nenhum grupo reivindicou o ataque até agora.

O Pearl Continental é o único hotel de luxo em Gwadar, que era uma vila de pescadores, mas agora recebe delegações empresariais do Paquistão ou estrangeiras, bem como diplomatas, quando visitam a cidade.

Ele fica isolado em um ponto alto, com vista para o porto de Gwadar, que é o principal projeto do Corredor Econômico China-Paquistão.

O gigantesco projeto de infraestrutura visa conectar a província chinesa ocidental de Xinjiang a Gwadar, no Mar da Arábia.

Há três semanas, um grupo separatista armado reivindicou a responsabilidade por um ataque às forças de segurança e navais no Balochistão, na província de Gwadar, que matou 14 pessoas.

Nesta quarta-feira (20), uma semana após o atentado de Suzano, em São Paulo, que deixou 10 pessoas mortas na escola Rui Brasil, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) estaria sendo alvo de ameaças de um grupo de homens. O principal suspeito, que se identifica como "true alpha man", compartilhou com outras pessoas suas intenções de matar e estuprar mulheres brancas que se relacionam com homens negros na Universidade.

De acordo com informações da Revista Fórum, uma das mensagens que o "True alpha man" ( "verdadeiro homem alfa" em tradução livre), compartilhou dizia: "Fiquem ligados nas notícias do Rio Grande do Sul (...) Estou cansado dessas merdalhas mirins, ricas, brancas e fodi*** liberando seus bura*** para pardos e macacos, enquanto eu, um verdadeiro gentleman, um santo, continuo aqui, virgem e xeio de ódio. Vocês mulheres irão pagar caro (sic)", escreveu o homem.

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As mensagens foram enviadas em um grupo e outro integrante interagiu com o suspeito dizendo: "Por favor, me dê esse presente de aniversário. Faço aniversário no fim do mês". Ele continua a mensagem "sugerindo" que o ataque aconteça no Campus do Vale da UFRGS.

Segundo ele, lá a segurança "é meramente patrimonial" e os "raros guardinhas são tão cabaços que negros assaltam-os para roubar-lhes a arma (sic)", declara.

Por meio de nota publicada em seu site, a Universidade Federal Rio Grande do Sul relata que diante do atentado acionaram preventivamente o setor de segurança da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a Polícia Federal, Polícia Civil e o setor de inteligência da Brigada Militar. "A UFRGS tomou essas medidas a fim de proporcionar a manutenção de todas atividades no local com segurança e tranquilidade", declarou.

Pode até ter passado despercebido por muitos uma forte declaração do pastor Silas Malafaia sobre a fala da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, de que “mulher veste rosa e homem veste azul”.  Mas o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo defendeu uma das aliadas do presidente Jair Bolsonaro (PSL), por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, afirmando que “o sexo é biológico”.

Malafaia, nesta semana, condenou o Instagram por ter excluído o vídeo. “O Instagram é uma vergonha. Censurou o meu vídeo dizendo que eu estou ofendendo as pessoas. Quem eu ofendi? Quem eu cite? Qual grupo eu citei? A única coisa que fiz foi defender a ministra”, argumentou em uma publicação no Facebook. Sem se dar por satisfeito, ele expôs o link do vídeo no Youtube de forma a reforçar sua opinião.

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Nas imagens, em um tom bastante elevado, Silas Malafaia diz que é preciso, então, criticar eventos como o Outubro Rosa e o Novembro Azul. “Aí vem um artista e usa rosa sendo homem e a mulher de azul. Seus hipócritas, ignorantes, estamos falando de crianças, não é de adultos não”, disparou.

O pastor argumentou que o sexo é biológico. “A verdade é que essa esquerda covarde quer manipular as crianças, essa que é a verdade. Dizer que o sexo, que você vem ao mundo e depois você define. O sexo é biológico, aqui é ciência o que eu vou falar. A criança tem uma predisposição de aceitar características psicológicas do sexo que veio. Até uma criança que tem disfunção de gênero, isso é um garotinho que quer usar um sapato alto e vestido, só em você não reforçar isso, 82% vem para o gênero que ele é”, garantiu.

Ele disse que a civilização não é construída pelo que chamou de “maricas”. "Aprenda, ideologia de gênero não é ciência de gênero, o sexo é biológico. Se pegar o fragmento de um osso, de um ser humano que viveu 200 anos atrás, se sabe se é masculino ou feminino. Cada tecido, cada célula, cada nervo demonstra que o sexo é biológico, covardes. Toda civilização humana está construída em homens fortes não em maricas, ok? A mulher e a família precisam de homens fortes, é isso que trouxe a civilização até aqui".

No final do vídeo, Malafaia ainda fala que Bolsonaro foi eleito pela vontade da maioria do povo brasileiro por “não querer esse lixo moral de ideologia de gênero e que não deturpem as crianças (...) azul é cor de menino, rosa é cor de menina, laranja é cor de presidiário e aí para bom entendedor, vermelho é cor de jumento", ironizou.

Um homem decepou e jogou no lixo os órgãos sexuais de dois homens que fizeram programas com ele, em Presidente Venceslau, interior de São Paulo. Uma terceira vítima teve o pênis ferido, mas escapou antes que fosse cortado totalmente. Os ataques aconteceram entre 31 de dezembro e 1º de janeiro deste ano e uma das vítimas ainda está internada. O suspeito foi preso. O esclarecimento dos crimes foi anunciado nessa sexta-feira (11), em entrevista coletiva, pela Polícia Civil da cidade.

Conforme o delegado Everson Aparecido Contelli, o mutilador escolhia vítimas em estado de vulnerabilidade - pessoas que estavam consumindo bebidas alcoólicas -, e as embriagava até que estivessem sem condições de reação. Em seguida, ele usava uma faca ou tesoura para decepar o pênis. Os dois primeiros ataques aconteceram no intervalo de poucas horas, próximo do centro de Presidente Venceslau. As vítimas foram encontradas em estado de choque. Levadas ao hospital, foi constatada a mutilação.

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No terceiro ataque, a vítima, um homem de 50 anos reagiu e conseguiu escapar, na madrugada do dia 1º, numa praça da cidade. Ele pediu socorro e o agressor fugiu. Nos três casos, o ataque aconteceu quando o suspeito praticava sexo oral nas vítimas. De acordo com o delegado Adalberto Gonini Junior, que também atuou no caso, a investigação chegou ao suspeito depois de ouvir testemunhas e analisar imagens de câmeras, já que as vítimas, por estarem embriagadas na ocasião, não conseguiram fornecer uma boa descrição do agressor.

No depoimento, o mutilador disse que agiu depois de usar crack e não se recorda de como se deram os fatos. Ele contou ter acordado na casa em que morava sozinho, no dia seguinte, e achado os dois pênis cortados ao lado do colchão. O homem colocou os membros em um saco de lixo e colocou em frente da casa para ser levado pelo caminhão da coleta.

Conforme o delegado, o preso, de 43 anos, cumpria em regime aberto pena pela prática de crimes sexuais - ele abusara sexualmente de dois garotos. Conforme a Polícia Civil, testemunhas relataram que o suspeito era pessoa integrada à sociedade e trabalhava como faxineiro, cabeleireiro e cozinheiro. O homem vai responder a inquéritos por lesões corporais de natureza gravíssima.

  Neymar foi um dos assuntos mais comentados na internet nas primeiras horas de 2019 após publicar uma foto rodeado de mulheres. Para não ficar por baixo e como forma de ironizar a avalanche de críticas, o craque do Paris Saint-Germain compartilhou outro clique, dessa vez cercado de homens, via stories, no Instagram, nessa terça-feira (1°).

A foto que deu o que falar ao lado de 26 mulheres, foi tirada em Barra Grande, Bahia e, além das moças, Gabriel Medina e o jogador do Barcelona Arthur Melo, também aparecem no clique, onde Neymar deseja feliz ano novo. O jogador bloqueou os comentários na foto, mesmo assim não conseguiu fugir da polêmica.

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Já no registro onde aparece cercado de homens, ele ironizou e escreveu:“Nós 3 + 24 homens’. Veja as fotos:

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Homens armados retiraram um preso do Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) Betim, em Minas Gerais. A fuga ocorreu na tarde deste domingo (23).

De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap), um grupo com homens armados disparou contra a unidade por volta das 15h. “Por meio de um buraco na parede de um dos pavilhões um preso teve acesso à área externa da unidade e foi resgatado pelos ocupantes do veículo”, informou a secretaria. O preso foragido é Jonathan Silva de Oliveira, de 32 anos.

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Em outra cidade mineira, Contagem, presos do Complexo Penitenciário Nelson Hungria (CPNH) tentaram fugir na madrugada desta segunda-feira (24). Um dos detentos tentou escalar por meio de uma corda feita com retalhos (tereza), caiu e foi levado para o hospital municipal.

A desigualdade de gênero diminuiu nos últimos anos, mas a discrepância salarial entre homens e mulheres ainda precisará de 202 anos para ter fim. É o que aponta o relatório global do Fórum Econômico Mundial.

Em 2018, a disparidade de gênero na política, no trabalho, na saúde e na educação melhorou menos de 0,1%, o que significa que levará 108 anos para chegar à igualdade. A área econômica, com base na participação, remuneração e avanço na força de trabalho, permanece como a que vai precisar de mais tempo para alcançar a paridade.

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"O que se observa globalmente é que nenhum país atingiu a igualdade de gênero, independentemente do nível de desenvolvimento, da região e do tipo de economia. A desigualdade de gênero é uma realidade em todo o planeta", afirma a diretora da ONU Mulheres, Anna-Karin Jargões.

Anna-Karin acrescenta que os governos podem ajudar a diminuir as diferenças de gênero com políticas de remuneração igualitária e ao conceder às mulheres proteção jurídica, como segurança no emprego durante a gravidez.

Ainda de acordo com o relatório global, os países com pior desempenho no indicador de participação e oportunidades econômicas estão no Oriente médio e no Norte da África. Somente 34% dos gestores mundiais são mulheres e as disparidades de renda são persistentes.

Já a Islândia teve o melhor desempenho pelo 10° ano seguido. O país europeu também é líder no empoderamento político feminino, apesar de a representação das mulheres ter caído entre legisladores e cargos de gerência.

O empoderamento político é o indicador em que a diferença de gênero continua mais alta, segundo o relatório global. Nesse aspecto, os Estados Unidos caíram do 66° lugar em 2006 para o 98° lugar neste ano, embora nas eleições parlamentares de novembro as mulheres tenham conquistado 102 assentos na Câmara.

A diferença salarial entre homens e mulheres aumentou após 23 anos, de acordo com o relatório “País estagnado: um relato das desigualdades brasileiras – 2018”, publicado pela Oxfam Brasil. O relatório usou como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua de 2016 e 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo ainda mostra que em 2016, as mulheres recebiam, em média, cerca de 72% do que os homens ganhavam no Brasil. Em 2017, a taxa caiu para 70%, o que representava a primeira queda em 23 anos.

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A renda média salarial das mulheres no Brasil era de R$ 1.798,72 em 2017, contra R$2.578,15 dos homens. Os dois gêneros tiveram um aumento médio geral em relação a 2016, entretanto o índice para os homens teve uma alta de 5,2% contra 2,2 das mulheres.

Em relação a grupos raciais, também houve um crescimento. Em 2016, os negros ganhavam em média R$ 1.458,16, o que correspondia a 57% da média salarial dos brancos, que naquele ano foram de R$ 2.567,81. Em 2017, o salário dos negros era em torno de R$ 1.545,30, contra R$ 1.545,30 entre os brancos, tendo o percentual de 57%.

O estudo da Oxfam também afirmou que entre a população pobre, os negros ficaram ainda mais pobres, com redução média de 3,5%, enquanto os brancos tiveram um aumento de renda média de 3%.

Em 2016, a média geral da renda da metade mais pobre da população foi de R$ 749,31. Entre os brancos pobres, a média era R$ 882,23, enquanto entre os negros pobres era R$ 634,66. Em 2017, a renda média geral dos mais pobres foi de R$ 804,35, e enquanto a renda média dos brancos mais pobres subiu para R$ 965,19, a dos negros foi para R$ 658,14.

O número de homens que morrem vítimas de melanoma maligno aumentou em todo o mundo, enquanto em alguns países as taxas são constantes ou decrescentes para as mulheres, de acordo com o estudo apresentado por pesquisadores na Conferência de Câncer do Reino Unido, que ocorre entre os dias 4 e 6 de novembro.

O melanoma é o tipo mais grave de câncer de pele, apesar de não ser o mais comum. A doença tem origem nas células produtoras de melanina e representa somente 5% dos casos de câncer de pele. O problema é que esse tipo de tumor possui alta capacidade de produzir metástases e se espalhar para outros órgãos como fígado, pulmões e cérebro.

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Pesquisadores estudaram dados mundiais sobre mortes coletadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 33 países. Eles descobriram que os índices de morte por melanoma em homens estavam aumentando em todos os países, com exceção da República Tcheca, onde houve uma redução anual estimada de 0,7% entre 1985 e 2015.

No geral, as maiores taxas de mortalidade foram encontradas na Austrália (5,72 para cada 100 mil homens e 2,53 por 100 mil em mulheres) e na Eslovênia (3,86 em homens e 2,58 em mulheres). A menor taxa, mas ainda superior à das mulheres, foi a do Japão (0,24 em homens e 0,18 em mulheres).

De acordo com uma das responsáveis pelo estudo, a médica Dorothy Yang, o principal fator de risco para o melanoma é a exposição excessiva à radiação ultravioleta, que pode ocorrer pela exposição ao sol ou por bronzeamento artificial. "Mais pesquisas serão necessárias para explorar os fatores subjacentes a essas tendências. Existem evidências que sugerem que os homens são menos propensos a se proteger do sol ou se engajar com campanhas de conscientização e prevenção do melanoma. Há também trabalhos em andamento que procuram por fatores biológicos subjacentes à diferença nas taxas de mortalidade entre homens e mulheres”, acrescentou.

"Apesar dos esforços de saúde pública para promover a conscientização do melanoma e encorajar comportamentos inteligentes, a incidência de melanomas tem aumentado nas últimas décadas. No entanto, alguns novos relatórios identificaram sinais de estabilização e declínio nas taxas de mortalidade por melanoma em lugares como a Austrália e o norte da Europa", completou.

A polícia da Índia investiga a denúncia de que uma menina de quatro anos que estava internada em um hospital de Uttar Pradesh, no norte do país, foi violentada por cinco homens.

A pequena havia sido levada para a unidade de terapia intensiva por causa de uma mordida de serpente e revelou para sua avó que foi abusada por um funcionário do hospital e outros quatro homens enquanto estava sozinha no quarto.

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A polícia já prendeu um suspeito. O hospital fica a 250 quilômetros da cidade de Lucknow, capital do estado de Uttar Pradesh. Casos de violência sexual, incluindo estupros em grupo, são recorrentes na Índia, apesar do endurecimento das penas contra abusos.

Recentemente, o governo aprovou uma lei que prevê a execução de condenados por estuprar crianças de menos de 12 anos.

Da Ansa

Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgados nesta segunda-feira (22) pelo Ministério do Trabalho, apontam que no ano passado o salário médio das mulheres cresceu mais do que o dos homens, chegando a R$ 2.708,71, um aumento de 2,6% em relação a 2016, quando o rendimento masculino cresceu 1,8%, alcançando R$ 3.181,87.

Apesar do crescimento, a remuneração das mulheres em 2017 correspondia a 85,1% do salário dos homens. No ano anterior, o rendimento feminino era equivalente a 84,4% do masculino e, em 2015, 83,43%.

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“Ainda há muitos desafios que precisam ser enfrentados, sobretudo no que se refere ao acesso das mulheres a postos de trabalho mais bem remunerados e garantia de recebimento de salários equivalentes pelo desempenho da mesma ocupação”, afirmou em nota o coordenador-geral de Cadastros, Identificação Profissional e Estudos do Ministério do Trabalho, Felipe Pateo.

No ano passado, a remuneração média chegou a R$ 2.973,23, um crescimento de 2,1% no comparativo com 2016. O número de empregos tanto para homens quanto para mulheres também cresceu. As vagas ocupadas por homens correspondiam a 25,9 milhões de postos de trabalho, equivalente a 56% de todas as oportunidades. Já as mulheres somavam 20,4 milhões dos vínculos empregatícios, 44% do total.

Em comparação com 2016, os homens registraram aumento de 114,6 mil empregos, equivalente à expansão de 0,4%. Enquanto as mulheres aumentaram seu estoque de empregos em 106,7 mil postos de trabalho, o que significa uma alta de 0,5%.

A percepção de que é muito perigoso ser um homem na era do #MeToo ganhou força durante o debate sobre a nomeação do novo juiz à Suprema Corte americana Brett Kavanaugh.

O que jogou mais lenha na fogueira foram uma tirada sarcástica do presidente Donald Trump e o tuíte de uma mãe aparentemente superprotetora que acabou viralizando na rede.

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No dia em que Kavanaugh prestou juramento como juiz da Suprema Corte, a mãe de Pieter Hanson postou uma mensagem na rede social comparando a situação do jurista - que negou vigorosamente as alegações de agressão sexual - aos desafios que seu filho de 32 anos enfrenta para encontrar uma namorada.

Usando hashtag #HimToo, ela disse que seu filho estava evitando sair com mulheres "devido ao clima atual de falsas acusações sexuais de feministas radicais com um machado pronto para ser usado".

Para enfatizar seu ponto de vista, ela postou uma foto do jovem de boa aparência e um sorriso angelical, posando em seu uniforme azul da Marinha.

O post imediatamente viralizou, inspirando centenas de memes zombeteiros, a maioria deles se divertindo com as preocupações aparentemente exageradas da mãe de Pieter Hanson.

Pieter respondeu rapidamente postando uma nova foto sua, com a mesma pose, só que usando camisetas e jeans.

"Às vezes as pessoas que amamos fazem coisas que nos machucam sem perceber", tuitou ele, respondendo gentilmente a sua mãe tão ansiosa. "Eu respeito o #BelieveWomen. Eu nunca vou apoiar o #HimToo".

Em uma série de aparições subsequentes na TV, Hanson, acompanhado por seu irmão Jon, abordou o assunto com bom humor.

O próprio presidente americano tratou do tema no início deste mês ante os repórteres na Casa Branca.

"É uma época muito assustadora para os rapazes nos Estados Unidos, onde você pode ser acusado de algo de que talvez não seja culpado", disse Trump.

Alguns dias depois, Trump debochou da acusadora de Kavanaugh, Christine Blasey Ford, durante um de seus comícios políticos.

Fingindo ser Blasey Ford, ele zombou de seus lapsos de memória sobre a alegada agressão sexual que data da década de 1980, provocando gargalhadas dos presentes.

- Homens, as vítimas -

A mãe de Pieter Hanson não inventou a hashtag #HimToo, mas o movimento ganhou fôlego durante o debate entre os apoiadores de Blasey Ford e aqueles que veem Kavanaugh como um exemplo para o caso de homens falsamente acusados de má conduta sexual.

"Os homens pensam que, se as mulheres ganham, os homens perdem", declarou à AFP Clara Wilkins, psicóloga social da Universidade de Washington em St. Louis, Missouri.

Ela disse que sua pesquisa mostra que "os homens acham que estão sendo alvo de preconceitos agora mais do que nunca".

"O fato de Trump dizer que o tal cara (Kavanaugh) foi injustamente acusado é aumentar a crença dos homens de que os homens são vitimizados", explicou Wilkins.

- Época assustadora -

"Os medos dos homens têm uma base racional", insiste, por sua vez, o advogado Andrew Miltenberg, que disse à AFP que defendeu centenas de jovens de alegações de abuso sexual, a maioria delas registradas em universidades.

"Na maioria dos casos - não todos - as mulheres estão buscando vingança de ex-namorados ou homens que brincaram com seus sentimentos", explicou, acrescentando que "é muito difícil para os rapazes terem uma oportunidade justa de serem ouvidos".

"É um momento muito assustador para os homens", prossegue Miltenberg. "Eu realmente não acredito que você possa ficar sozinho com uma jovem agora neste clima, numa época em que tais alegações podem destruir a vida e a carreira de um homem", disse ainda.

Um estudo do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, no entanto, descobriu que tais falsas acusações são raras - não envolvem mais do que 2 a 10% de todas as reclamações.

Além disso, apenas uma vítima de estupro em cada 10 é um homem, e calcula-se que 3% dos americanos tenham sido estuprados ou atacados sexualmente.

Os grupos de defeas dos direitos das vítimas, portanto, enfatizam que os americanos têm mais ou menos o mesmo risco de serem vítimas de agressão sexual do que serem falsamente acusados - o que significa que a hashtag #MeToo se aplicaria a muito mais do que o #HimToo.

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