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A empresa de segurança ESET detectou uma nova fraude praticada por desenvolvedores na Google Play, a loja do sistema para smartphones Android. A ideia é fazer com que aplicativos falsos possam parecer, à primeira vista, mais confiáveis ​aos olhos dos usuários.

Um dos truques é aproveitar um elemento que os usuários prestam bastante atenção na hora de pesquisar um aplicativo - o nome do desenvolvedor. Segundo a ESET, essa informação está sendo alterada na Google Play, assim como o número de downloads, em uma tentativa dos fraudadores de se passarem por grandes empresas.

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A liberdade de estabelecer qualquer quantidade, assim como o nome do desenvolvedor, fez com que alguns fraudadores determinassem números exorbitantes de downloads.

"Além de lidar com os números de downloads para tentar induzir o usuário a baixar seus apps, alguns desenvolvedores também alteraram as descrições dos aplicativos a fim de transmitir legitimidade", informa ESET.

A empresa diz que centenas de aplicativos que usam esses truques foram encontrados na Google Play. Muitos deles também enganavam os usuários com relação à funcionalidade oferecida e, em alguns casos, não tinham nenhuma utilidade, considerando que o propósito real era exibir anúncios.

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Um novo golpe por e-mail foi criado com a intenção de roubar dados pessoais de donos de produtos da Apple. Segundo a empresa de segurança digital ESET, os usuários recebem uma mensagem com a confirmação de uma suposta compra de aplicativo. A expectativa dos golpistas é que, ao estranhar a transação, a vítima tente cancelá-la. É neste momento que ela cai na fraude.

O e-mail pede que, caso o usuário não seja o responsável pela transação, faça o download do PDF em anexo e cancele a solicitação. Ao clicar no link dentro do arquivo, a vítima é redirecionada para um site infectado. Ao tentar fazer o login na página, que imita o layout do iTunes, ela dá de cara com um erro e os golpistas enviam outro e-mail, pedindo para que a senha seja redefinida.

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Na sequência, o falso site tentará roubar outros dados além de login e senha do Apple ID, como perguntas e respostas de segurança e, claro, dados do cartão. Conhecida como phishing, essa prática é bastante comum entre criminosos virtuais. Para não cair no golpe, a ESET recomenda que os usuários não baixem arquivos anexados de remetentes suspeitos.

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O perfil no Instagram da cantora pop americana Britney Spears foi usado por hackers para espalhar um vírus entre seus seguidores. O incidente incomum foi detectado pela empresa de segurança ESET. Segundo a companhia, um comentário feito num post da artista escondia um malware. A imagem, publicada em 7 de janeiro, ainda está ativa.

O comentário foi postado pelo usuário apelidado de "asmith2155", e trazia um link encurtado. Este endereço conectaria a vítima ao servidor em que o malware estava localizado para roubar seus dados pessoais. Mas apenas aqueles internautas que possuíam uma extensão maliciosa do navegador Mozilla Firefox podiam visualizar a URL.

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Felizmente, a URL que os hackers tentaram promover não foi visitada por muitos usuários. Apenas 17 pessoas clicaram no link, segundo a ESET. Em resposta ao ocorrido, o Instagram enfatizou que a plataforma não foi comprometida, e tomou medidas contra as contas responsáveis. Acredita-se que o malware foi criado por um grupo ligado ao governo russo.

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Mais um golpe digital foi identificado. Desta vez, um aplicativo aparentemente inofensivo presente na Google Play que fingia servir como uma lanterna para smartphones foi programado para roubar senhas dos usuários. A fraude foi identificada pela empresa de segurança digital ESET. Ao menos 5 mil pessoas foram infectadas pela armadilha.

O aplicativo chamado Flashlight LED Widget funcionava como sugerido, mas carregava junto uma função que visava roubar dados dos usuários. O vírus era capaz de confundir a vítima ao exibir telas falsas e notificações no celular, além de interceptar mensagens SMS para burlar a autenticação de dois fatores.

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A ESET informa que pelo menos 5 mil pessoas foram infectadas. O aplicativo apareceu na Google Play no dia 30 de março e permaneceu até ser excluído após denúncia da própria ESET em 10 de abril. O trojan era capaz de registrar o smartphone do usuário no servidor do hacker, ajudando o cibercriminoso a ter acesso às informações do celular.

Para roubar as senhas, o vírus exibia telas de falsos aplicativos no smartphone, que poderiam ser do WhatsApp ou Instagram, solicitando detalhes do cartão de crédito da vítima ou informações bancárias. Além de roubar dados sigilosos, o malware também registrava uma foto do proprietário do smartphone usando a câmera frontal. 

Por sua naturza dinâmica, o malware poderia afertar todas as versões do Andorid, informou a ESET. Desinstalar o aplicativo também não era uma tarefa trivial, pois uma vez infectados, os usuários precisavam reiniciar o dispositivo no modo de segurança para continuar o processo e só assim se liverar do trojan.

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A fabricante de antivírus Eset emitiu um alerta nesta quarta-feira (12) sobre uma falsa versão do jogo ''FrontLine Commando D-Day'', disponível para dispositivos Android, que esconde um vírus. Uma vez instalado, o aplicativo malicioso realiza uma série de ações no dispositivo, que permitem a um hacker controlá-lo de maneira remota. Segundo a empresa, a ameaça foi identificada no Brasil e na Argentina.

A ameaça é oferecida em uma loja online não oficial, que promete uma versão especial do jogo, com armas e recursos ilimitados. Quando o usuário realiza o download do aplicativo, recebe uma mensagem de erro, informando que houve uma falha na instalação. No entanto, nesse momento, o arquivo realiza uma série de ações no dispositivo, que permitem a um hacker controlá-lo de maneira remota.

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A partir desse momento, o responsável pelo ataque passa a ter controle sobre as mensagens de SMS, câmera, ligações e informações armazenadas no dispositivo e do cartão de memória, entre outros recursos. Os especialistas da ESET identificaram que apenas algumas versões antigas do sistema operacional Android estão vulneráveis ao ataque.

"Esse golpe reforça a importância de os usuários manterem os sistemas sempre atualizados, com o intuito de evitar brechas de segurança", afirma o presidente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge. "Além disso, os internautas precisam ficar atentos na hora de baixar conteúdos da internet, buscando avaliações de outros usuários antes de fazer o download", complementa.

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Um novo golpe descoberto pela fabricante de antivírus Eset está distribuindo um e-mail falso, supostamente sobre saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que tenta contaminar internautas brasileiros com um vírus que rouba senhas bancárias. A mensagem chega com um anexo chamado "CronogramaFGTS". Se aberto, o arquivo redireciona o usuário para o download do vírus.

A mensagem promete fornecer ao usuário informações sobre o calendário de saques do benefício e também onde o dinheiro pode ser retirado. Esses dados, porém, devem ser acessados por meio de um documento anexado no e-mail. É aí que mora o perigo.

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Ao realizar o download e executar o anexo, o usuário instala em sua máquina um código malicioso que rouba dados de nove instituições bancárias brasileiras, segundo a Eset. O vírus é capaz de burlar o sistema de segurança do computador para enviar senhas e outras informações da vítima aos cibercriminosos.

"Os cibercriminosos aproveitam temas de grande interesse do público para aplicar golpes que atuam de maneira massiva, uma vez que os usuários, na ânsia de obter informações sobre o tema, não verificam o remetente, links e arquivos para downloads contidos na mensagem", explicou o presidente da Eset Brasil, Camillo Di Jorge, em comunicado.

O especialista informa ainda que os usuários devem ficar atentos aos detalhes dos e-mails. Ele reforça que é importante verificar o remetente da mensagens, principalmente se o assunto for de interesse público, e não abrir anexos de origem desconhecida.

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Um novo golpe está circulando no WhatsApp prometendo um recurso milagroso e já atraiu mais de 1,2 milhão de cliques só no Brasil. Segundo a empresa de segurança ESET, a campanha promete desbloquear uma função que permite visualizar com quem os contatos do usuário estão conversando.

Porém, para realizar o desbloqueio, seria necessário informar o seu número de telefone completo e compartilhar um link pelo próprio WhatsApp para todos os contatos. Ao cadastrar essas informações, a vítima começa a receber mensagens de texto que são cobradas dos seus créditos ou do seu plano, no caso de clientes pós-pagos.

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De acordo com a ESET, a campanha criminosa teve início no último dia 18 de novembro. "Sempre recomendamos que os usuários fiquem atentos ao receber links suspeitos e instalem soluções proativas de segurança em seus dispositivos", afirma o presidente da companhia para o Brasil, Camillo Di Jorge.

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O WhatsApp já oferece o recurso de chamadas de vídeo para todos seus usuários, mas algumas pessoas desconhecem esta informação e caem em golpes que utiliza o recurso como isca para atrair os mais desavisados. De acordo com a empresa de segurança ESET, uma das campanhas maliciosas atraiu 10 mil vítimas em apenas uma hora no Brasil.

"Os cibercriminosos aproveitam lançamentos populares como esse para aplicar golpes que afetem o maior número de pessoas. Isso porque, na ânsia de acessar a nova funcionalidade, nem sempre os internautas checam a procedência do site e acabam fornecendo informações pessoais ou se inscrevendo em serviços não solicitados", explica o presidente da ESET Brasil, Camilo Di Jorge.

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O golpe pede que os usuários compartilhem um link por meio do aplicativo e enviem uma mensagem SMS a um determinado número. Assim, a vítima é inscrita em um serviço pago sem sua permissão e acaba tendo valores descontados dos seus créditos ou adicionados ao seu gasto mensal, no caso de clientes de linhas pós-pagas.

Para quem já caiu no golpe, a solução é avisar os contatos e entrar em contato com a operadora para evitar a inscrição em qualquer serviço do tipo. Outra dica importante é realizar atualizações apenas por meio das lojas de aplicativos oficiais, como Play Store e App Store.

Um novo tipo de golpe disseminado através WhatsApp utiliza um falso aplicativo de emoticons para roubar informações de contato dos usuários. A fraude, que foi identificada pela empresa de segurança digital ESET, chega às vítimas através de uma mensagem com um link.

A mensagem sugere que o usuário instale no smartphone um novo pacote de emoticons. Quando o usuário clica no link, ele é direcionado para outro site que o instrui a compartilhar a novidade com dez amigos ou três grupos do WhatsApp para concluir o download.

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Caso realize a ação, o usuário é enviado para outro site, no qual recebe uma mensagem de que a operação não foi concretizada. Se o processor foi concluído, o número pode ser cadastrado em serviços pagos e até listas de spam para instalar diversos aplicativos.

“Cada vez mais, os cibercriminosos têm diversificado seus ataques, usando técnicas que busquem atrair a atenção dos usuários e que viralizem ou se espalhem por meio de aplicativos populares, como WhatsApp”, afirma o presidente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge.

Para se precaver, os usuários devem evitar clicar em links duvidosos ou desconhecidos. Também é recomendado o uso de uma solução de segurança para dispositivos móveis, a fim de evitar possíveis ameaças como essa, orienta o executivo.

Cibercriminosos estão promovendo links falsos nas redes sociais em que prometem desativar a nova função do WhatsApp que mostra quando uma mensagem foi lida pelo usuário. O golpe foi descoberto pela empresa especialista em segurança digital ESET e, ao contrário da maioria das ameaças espalhadas na web, não deseja obter dados dos usuários, mas sim extorquir dinheiro das vítimas.

Ao clicar no link malicioso, o usuário é redirecionado a uma página que solicita um número do celular para receber um código e fazer o download de um complemento que desativa a nova função do aplicativo.

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Ao inserir seus dados na página, a vítima se compromete a pagar até R$ 117,50 por mês para receber mensagens da fonte criminosa.

De acordo com o diretor geral da ESET Brasil, Camillo Di Jorge, o ataque é direcionado a países da América Latina. “No Brasil ainda não temos nenhum exemplo, mas é importante sempre alertar os usuários para que não caiam nessa tentativa de ataque”, pontua.

As eleições para presidente da República estão sendo utilizadas para disseminar um novo golpe na internet. De acordo com a empresa especialista em segurança ESET, um e-mail afirma que a Polícia Federal confirmou fraudes no pleito e, utilizando a imagem de um grande portal de notícias, atrai a atenção dos usuários.

Ao clicar na imagem, o usuário é redirecionado a um site que executa, automaticamente, o download de um arquivo malicioso que infecta o computador da vítima.

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De acordo com a ESET, o malware tem sido compartilhado na web desde a última segunda-feira (27) e já atingiu milhares de internautas no Brasil.

“Mais uma vez é possível ver como os atacantes se aproveitam das tendências mais chamativas e polêmicas para espalhar seus códigos maliciosos. Por essa razão, os usuários devem ficar atentos aos e-mails e arquivos anexos”, recomenda a especialista de segurança da ESET América Latina, Ilya Lopes.

O vazamento de fotos íntimas de diversas celebridades na internet está sendo utilizado por criminosos virtuais para infectar usuários desavisados. De acordo com o laboratório de pesquisas da ESET América Latina, e-mails e publicações nas redes sociais prometendo acesso às fotos da atriz Jennifer Lawrence são canais para aplicar golpes e obter informações confidenciais.

Em um dos golpes, os cibercriminosos sugerem páginas para o usuário baixar fotos nuas da atriz. O objetivo é infectar o equipamento utilizado com a variante doWin32/Fynlosky, um backdoor que permite controlar, de maneira remota, os sistemas infectados para roubar informações ou realizar transações, sem que o usuário perceba.

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Os especialistas da ESET também alertam para um falso vídeo da mesma atriz, Jennifer Lawrence, compartilhado pelo Facebook e que carrega um malware também voltado a roubar informações dos usuários.

O Laboratório de malware da ESET alerta para um novo golpe voltado a internautas brasileiros. De acordo com a empresa de segurança, um e-mail do site Mercado Livre é enviado ao usuário informando o cancelamento de sua conta e pedindo dados bancários para fazer a reativação.

Foi necessário suspender a sua conta porque identificamos um comportamento irregular nas suas negociações. Para que possamos reativar a sua conta, por favor, contate-nos”, diz a mensagem.

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No texto, não existem indícios de fraude, já que não se notam erros de ortografia. Além disso, o domínio de onde o e-mail foi gerado parece ser válido e o link no botão “contate-nos” também parecem levar a um site real.

No entanto, ao clicar no link, o usuário é direcionado a uma página que pede a identificação com e-mail, username e senha. Depois, o golpe pede os dados do cartão de crédito do internauta.

Uma vez que os dados do cartão de crédito são ingressados, o usuário é redirecionado uma vez mais à página inicial do site, porém o URL não coincide com o URL oficial da empresa mencionada.

“Os usuários precisam ficar muito atentos a esse tipo de golpe e, principalmente, evitar inserir dados bancários, de cartão de crédito ou senhas sem ter total certeza de que trata-se de uma página segura”, alerta a Especialista de Awareness & Research da ESET Brasil, Ilya Lopes.

Quem caiu no golpe, por sua vez, deve mudar imediatamente a senha de acesso do Mercado Livre, informar o ocorrido ao site para bloquear o número do cartão de crédito, alerta a empresa.

A ESET, fornecedora de soluções de segurança da informação, alertou, nesta quarta-feira (29), mais um golpe na Internet. Desta vez o vírus vem disfarçado no vídeo do jogador de futebol Neymar e a atriz Bruna Marquezine. Segundo a empresa, o malware, que rouba dados bancários dos internautas, está atingindo milhartes de usuários brasileiros e europeus.

O vírus nada mais é que um Trojan (Cavalo de Troia) e ele começa a se espalhar pelo computador na hora em que o usuários faz o download de um arquivo de nome "Vídeo_Intimo.zip". Este arquivo é salvo automaticamente na máquina. O vídeo está sendo divulgado por meio de um email intitulado "Vídeo íntimo de Neymar e Bruna Markezine... Cenas picantes!!".

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O malware identificado pela ESET como Win32/TrojanDownloader.Banload.SXK está sendo disseminado de forma muito forte e rápida na rede virtual. Essa rápida disseminação se deve ao fato de Neymar ser uma pessoa internacionalmente conhecida. Segundo a ESET isso é ainda mais preocupante, pois termina atraindo ainda mais a atenção dos internautas de todo o mundo. Até o momento as vítimas do Trojan foram o Brasil, Espanha e Argentina.

Essa prática de enviar vírus por meio de assuntos de emails sensacionalistas já é bem antiga, no entanto muitas pessoas ainda caem nesses golpes. 

 

Nesta terça-feira (28) é comemorado o Dia Internacional de Proteção de Dados Pessoais. Em homenagem à data, a ESET – fornecedora de soluções de segurança da informação – preparou uma lista de conselhos para que os usuários protejam suas informações contra ataques virtuais. Segundo especialistas da empresa, o grande erro da maioria dos internautas é acreditar que não possuem nada de grande importância em seus dispositivos.

“Muitas vezes uma informação pode não ser considerada importante ou de pouca relevância, mas juntando diversas informações, o cibercriminoso pode traçar um perfil psicológico da pessoa e, com isso, se passar por ela e cometer crimes online”, comenta Raphael Labaca Castro, Coordenador de Awareness & Research da ESET América Latina.

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Confira como se prevenir:

- Ao visitar páginas web que solicitam informações pessoais, é recomendável passar os dados apenas para sites confiáveis e que possuam protocolo SSL. Além disso, é importante verificar se o endereço começa com HTTPS, o que confirma que os dados estão sendo enviados por um canal seguro;

- Em redes sociais, não aceite pessoas desconhecidas. Pense que o perfil pode ser falso e por trás dele pode existir uma pessoa que pretende tomar o controle do seu equipamento e roubar suas informações pessoais;

- Configure a privacidade da conta de redes sociais, com o intuito de evitar que as informações fiquem visíveis para qualquer usuário;

- Evite acessar home banking e serviços de e-mail de redes Wi-Fi desconhecidas ou em computadores não confiáveis

- Pense antes de publicar e comentar nas redes sociais. Se for algo que você não diria pessoalmente para um grande número de pessoas, não escreva;

- Sempre encerre a sessão antes de sair. Ao acessar redes sociais, e-mails e outros sites que necessitam de login e senha, sempre encerre o acesso e não salve senha e usuário em computadores não pessoais;

- Faça uma limpeza periódica dos dados salvos automaticamente nas páginas web, como Cache, histórico etc;

- Antes de instalar qualquer programa, leia o contrato de licença. Ao aceitar os contratos você pode estar autorizando que suas informações pessoais sejam encaminhadas para terceiros;

- Mantenha uma solução de segurança sempre atualizada no computador ou em qualquer outro dispositivo utilizado para acessar a internet;

Mais um golpe envolvendo o aplicativo WhatsApp está circulando na web. Desta vez, a ameaça não se espalha através dos smartphones, mas sim por um e-mail falso que contém um anexo nomeado de “Missed-message.zip”. No corpo do e-mail, uma mensagem sugere que o usuário deve baixar o documento para poder escutar um conteúdo de voz do app. A ameaça foi identificada por pesquisadores da ESET Latinoamérica.

Ao descomprimir o anexo, um arquivo executável (.exe) irá funcionar como um “dropper”, espécie de documento aparentemente inofensivo que infecta o computador com diversos malwares. Em seguida, outro documento é executado e instala a botnet nomeada de “Zeus” na máquina.

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A botnet funciona como uma espécie de programa que executa tarefas em um computador sem que o usuário tenha conhecimento. Um hacker pode ter diversas máquinas sob seu comando através destes malwares.

Este é o segundo golpe que utiliza o WhatsApp como isca para atrair os usuários em menos de um mês. Recentemente, diversos internautas receberam um e-mail avisando que o aplicativo estava disponível para ser utilizado em desktops. Ao clicar no link da mensagem, um trojan era instalado na máquina. 

Um email, link e postagem está circulando o país sobre a compatibilidade do WhatsApp nos PCs. Este é o mais recente golpe de roubo de dados que acomete o mundo digital. O WhatsApp é um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo e é compatível exclusivamente com plataformas mobile, ficando impossível versões oficiais para sistemas operacionais, como Windows ou OS X, por exemplo. 

Recentemente a empresa de segurança virtual ESET América Latina identificou e divulgou a ameaça, mostrando as reais intenções do email e postagem maliciosa, que de acordo com eles, atingiu centenas de brasileiros. Então fique atento, e quando receber um email que fale sobre o WhatsApp no PC, não clique no botão de download, ele nada mais é do que um trojan camuflado de arquivo "Win32/Spy.Banker.AALL".

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WhatsApp no PC - Caso queira utilizar o WhatsApp no PC, a única alternativa é baixando o Bluestacks, programa que simula o Android no PC. Com esse programa, o computador será praticamente um celular. No entanto, deve-se lembrar que duas contas, sendo usadas ao mesmo tempo, de lugares diferentes, não é admitido pelo app. 

Um malware chamado Medre foi identificado por pesquisadores da ESET e, segundo eles, já furtou mais de 10 mil arquivos desenvolvidos no programa AutoCAD, sendo enviados para um servidor na China.

Para eles, o vírus está ativo desde o ano de 2009 e tem como alvo primordial empresas privadas e públicas situadas na America Latina, mais especificamente no Peru - 95% das vítimas está no país.

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Os códigos do malware foram encontrados em dois domínios do governo peruano e um desses endereços é destinado a seleção de fornecedores de projetos para órgãos públicos do país. Segundo os especialistas esse é o maior caso de ciberespionagem voltado a corporações latino-americanas.

Para os usuários, é importante saber que o worm ataca tanto versões antigas do AutoCAD quanto as futuras e é tão completo que busca ser efetivo no ataque e pouco propagado para não chamar atenção da indústria de segurança computacional. Portanto, para o público mais visado, talvez a melhor opção seja evitar o programa para não correr o risco de ter seus arquivos roubados.

A ESET identificou um novo caso de phishing (golpe para roubar informações bancárias) – baseado em geolocalização e que afeta exclusivamente endereços IP que estejam no Brasil. O golpe é direcionado aos usuários do site da empresa aérea Tam.

Em abril deste ano, a ESET já havia identificado outro ataque de phishing baseado em geolocalização e que era direcionado a usuários de um grande banco brasileiro.

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No caso do phishing, focado na TAM, os cibercriminosos utilizam a geolocalização para determinar o IP de origem do usuário e só exibir o site malicioso em endereços eletrônicos provenientes do Brasil. Caso o sistema identifique que o internauta está fora do país, automaticamente ele emite uma mensagem de erro.

“Com a geolocalização, os cibercriminosos conseguem otimizar os resultados do golpe, ao se concentrar apenas em internautas brasileiros. Ao mesmo tempo, essa técnica torna mais difícil a detecção dos sites fraudulentos por especialistas e pesquisadores globais. O que dá mais tempo aos criminosos virtuais”, diz Camillo Di Jorge, country manager da ESET Brasil.

Quando o usuário brasileiro entra na página infectada e tenta fazer a busca de voos disponíveis, ele é redirecionado para o site verdadeiro – com o intuito de não levantar suspeitas.

A fraude ocorre na hora de preencher o formulário para participar de uma suposta promoção da companhia aérea. Esse questionário fraudulento solicita dados do cliente, como número do cartão do programa de fidelidade a senha para resgate dos pontos. Com isso, os cibercriminosos passam a ter acesso a essas informações.

Tela do falso formulário exibido para usuários brasileiros

Tela do falso formulário exibido para usuários brasileiros

Os pesquisadores da ESET analisaram o tráfego de dados e descobriram que, após o usuário enviar as informações para o site infectado, elas são enviadas a um servidor remoto.

O executivo afirma que esse golpe reforça a tendência de que os cibercriminosos devem, cada vez mais, utilizar recursos sofisticados. “Por conta disso, os internautas precisam ficar muito atentos na hora de preencher dados ou clicar em links desconhecidos”, afirma.

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