Tópicos | WhatsApp

A rede de fast-food Burger King Brasil investiu em uma das redes sociais mais utilizadas do país para divulgar oportunidades de emprego. Desde outubro deste ano, o WhatsApp tornou-se um canal de comunicação entre a empresa e possíveis novos contratados.

A proposta é tornar o recrutamento mais ágil e simplificado. “A ferramenta otimiza os processos de recrutamento da companhia e funciona como banco de currículos. Por meio do canal, os interessados recebem perguntas básicas sobre seu perfil e podem chegar a um encontro presencial pré-avaliado com os gestores das marcas Burger King e Popeyes”, detalhou a rede.

##RECOMENDA##

Os interessados em ocupar o cargo de atendente devem ter o ensino fundamental completo, enquanto a função de coordenador exige o ensino superior finalizado ou em andamento. Para gerente é necessário ter graduação.

“As vagas para coordenador e gerente exigem experiência de no mínimo um ano na função, e são para trabalhar no período diurno ou noturno. Já para os cargos de atendente não é mandatório ter experiência”, comunicou a empresa. O número atual de vagas abertas e os salários não foram revelados pela Burger King, mas a rede adiantou alguns benefícios para os selecionados, tais como convênio médico, seguro de vida, alimentação e transporte. Há oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência.

“Essa nova ferramenta torna o processo mais abrangente e acessível, pois o candidato pode se inscrever em nossas oportunidades através do seu celular. Com o chatbot, estamos caminhando para uma dinâmica de contratação mais ágil, acessível e ainda mais disruptiva”, destacou a diretora de gente e gestão da Burger King, Marcia Baena, conforme informações da assessoria de imprensa. No site da rede é possível consultar as oportunidades abertas

O modo escuro foi a grande mudança nos aplicativos de smartphone, em 2019. Porém, usuários de Android ainda esperam conquistar o seu lugar ao sol (ou melhor, na sombra) para ativar o recurso no WhatsApp. O que parecia uma espera sem fim, ganhou uma lanterninha no fim do túnel após a descoberta de um bug que aciona o modo no aplicativo. 

O site WABetaInfo descobriu que, se você usar o sistema de pop-up de vídeos do YouTube - que permite que você assista conteúdo na plataforma sem sair do WhatsApp - é possível acionar as cores escuras. Mas não é tão fácil. Primeiro é necessário ser um usuário beta do WhatsApp (basta se inscrever na própria Play Store) e ter funcionando no aparelho o Android 10.

##RECOMENDA##

Depois basta ir no menu do app, clicar em configurações e acionar a opção de tema escuro para o sistema operacional no Android 10. Para completar a “gambiarra” volte ao WhatsApp, mande um vídeo do YouTube algum dos seus contatos e, quando você clicar para assistir o conteúdo, o aplicativo vai se tornar escuro, ao menos, de acordo com o WABetaInfo, que também garante que o bug é algo que pode não funcionar para todos.

Uma pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado mostrou o Whatsapp como principal fonte de informação dos entrevistados: 79% disseram receber notícias sempre pela rede social.

O ambiente possui mais de 136 milhões de usuários no Brasil, sendo a plataforma mais popular juntamente com o Facebook.

##RECOMENDA##

Depois do Whatsapp, outras fontes foram citadas, misturando redes sociais e veículos tradicionais na lista dos locais onde os brasileiros buscam se atualizar. Apareceram canais de televisão (50%), a plataforma de vídeos Youtube (49%), o Facebook (44%), sites de notícias (38%), a rede social Instagram (30%) e emissoras de rádio (22%). O jornal impresso também foi citado por 8% dos participantes da sondagem e o Twitter, por 7%.

No caso da televisão, o percentual foi maior entre os mais velhos: 67% dos consultados com mais de 60 anos disseram se informar sempre por esse meio, contra 40% na faixa entre 16 a 29 anos.

Já o Youtube apareceu como mais popular entre os mais jovens. Os que afirmaram ver vídeos sempre na plataforma chegaram a 55% na faixa de 16 a 29 anos, contra 31% entre os com 60 anos ou mais.

No caso do Instagram, a diferença é ainda maior. Entre os jovens, 41% relataram buscar informações sempre na rede social. Já na faixa dos 60 anos ou mais, o índice caiu para apenas 9%.

A pesquisa também avaliou os hábitos dos entrevistados nas redes sociais. O tipo de ação mais comum foi a curtida de publicações, ato realizado sempre por 41% dos participantes da sondagem. Em seguida, vieram compartilhamento de posts (20%), publicar conteúdos (19%) e comentar mensagens de outros (15%).

Método

A pesquisa ouviu 2.400 pessoas com acesso à internet em todos os estados e no Distrito Federal. As entrevistas foram realizadas por telefone no mês de outubro.

A amostra foi composta de modo a buscar reproduzir as proporções da população, como as de gênero, raça, região, renda e escolaridade. Segundo os autores, o nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois para mais ou para menos.

Os usuários que ativarem a nova função poderão receber lembretes, criados previamente, como se fossem mensagens normais.

O popular aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp ajudará seus usuários a não esquecer nada graças a uma nova parceria com o aplicativo de lembretes Any.do

##RECOMENDA##

Para criar uma nota basta enviar uma mensagem diretamente ao assistente virtual do Any.do no WhatsApp, ou então reenviar mensagens de qualquer conversa no aplicativo. A nova funcionalidade permitirá definir a hora exata em que o lembrete deve ser ativado.

"Uma maneira rápida e fácil de criar e organizar lembretes durante uma conversa! Crie facilmente lembretes e receba alertas no WhatsApp em qualquer dispositivo compatível", anunciou o serviço Any.do.

No entanto, a função só estará presente para quem optar por uma conta paga da parceira do aplicativo de mensagens, Any.do Premium, através das configurações do Any.do.

Da Sputnik Brasil

Se você usa o WhatsApp ou Instagram deve ter reparado que, desde a semana passada, ao abrir algum dos aplicativo, a mensagem “From Facebook” aparece em uma tela inicial. A mensagem acabou causando estranhamento a alguns usuários que não sabiam que tanto o mensageiro, quanto a rede social de compartilhamento de fotos pertencem a Mark Zuckerberg, criador do Facebook.

Em novembro, um comunicado à imprensa feito pela empresa, informou que haveria uma mudança na forma como os aplicativos pertencentes ao Facebook seriam identificados. Porém, a novidade não é tão nova assim. A versão beta do WhatsApp - por exemplo - já apresentava, desde agosto, o nome na Play Store e na App Store "WhatsApp do Facebook". Mas só agora a mudança atingiu todos os usuários das plataformas.

##RECOMENDA##

O Facebook comprou o WhatsApp?

Se você foi uma das pessoas que fez essa pergunta ao Google nos últimos dias, saiba que a resposta é sim. O WhatsApp passou a fazer parte do Facebook em 2014 e o Instagram em 2012 e a adição do “From Facebook” é justamente para marcar essa adição. De acordo com a empresa de Zuckerberg, os nomes passaram a figurar na tela inicial e nas configurações para deixar mais claro quais produtos pertencem a marca. 

“As pessoas devem saber quais empresas fabricam os produtos que usam. Nossos principais serviços incluem o aplicativo do Facebook, Messenger, Instagram, WhatsApp, Oculus, Workplace, Portal e Calibra. Esses aplicativos e tecnologias compartilham infraestrutura há anos e as equipes por trás deles frequentemente trabalham juntas”, diz o comunicado enviado pela empresa.

Um novo golpe aplicado através do WhatsApp tem feito vítimas por todo o país. Os criminosos usam informações encontradas em plataformas como o OLX e o Mercado Livre para clonar o WhatsApp do usuário e tentar pedir dinheiro para familiares e amigos da vítima, se passando por ela. 

Munidos das informações coletadas em plataformas de compra e venda, os criminosos entram em contato com a vítima informando que é necessário enviar um código de confirmação que chegará por SMS. Esse código é, na verdade, um autenticador de duas etapas do WhatsApp do usuário, que é a última informação necessária para que o golpista consiga clonar a conta. 

##RECOMENDA##

Em seguida, os criminosos enviam mensagens para amigos e familiares, se passando pela vítima, pedindo quantias em dinheiro. Segundo especialistas da agência especializada em mídias sociais, MF Press Global, é preciso estar atento para não cair no golpe. É importante deixar a verificação em duas etapas do aplicativo sempre ativada e ficar atento ao receber e-mails de serviços que deixam dados de contato expostos publicamente. 

A atitude de uma criança, identificada apenas como Mateus, vem repercutindo na internet. Tudo porque o garoto estava tentando defender o seu amigo que sofria com as atitudes racistas de seus colegas durante uma festa. Por meio do WhatsApp a criança escreve para o pai: "Você sabe que o Rafa é o meu melhor amigo da escola, né. Aí o Gabriel e os outros meninos tão fazendo bullying com o Rafa. Estão chamando ele de preto e gordo", explica Mateus.

Por conta disso, ele pede para que o seu pai vá buscá-lo. A criança diz ainda que falou sobre as atitudes racistas dos outros meninos com o pai de uma das crianças e para o "homem que está vestido de Minecraft", mas eles deram risada. 

##RECOMENDA##

"Agora a gente tá aqui sozinho. Pai, quando o senhor vim (sic), pega o Rafa também pra gente não deixar meu amigo sozinho", pede Mateus. O seu pai responde a mensagem dizendo que estava chegando. "Chego em 10 minutos e fica tranquilo que vamos levar o Rafinha sim", disse. Essa atitude de empatia do garoto para com o seu melhor amigo fez com que várias páginas do Facebook reverberasse o que aconteceu. 

Confira a conversa

 

Os usuários do WhatsApp estão ansiosos pela atualização que insira o aplicativo de mensagens na tendência de readaptações visuais que outros aplicativos de comunicação estão assumindo. Enquanto a versão não é lançada, uma possibilidade nas configurações dos smartphones com Android 10 pode transformar em 'modo escuro' a interface do app. As informações são do Tudocelular.

O primeiro passo é abrir as 'Configurações' do aparelho, selecionar a opção 'Sobre o telefone' e depois clicar sete vezes rapidamente no número de compilação da plataforma, para liberar as 'Opções de Desenvolvedor'. Em seguida, ative o recurso 'Override force-dark'cou 'Prevalecer modo escuro'.

##RECOMENDA##

Além do WhatsApp, os demais aplicativos do celular vão assumir a nova tonalidade. A “solução” do próprio sistema operacional é válida enquanto os usuários aguardam o modo escuro desenvolvido para o app.

O Facebook lançou o Facebook Pay, sistema que promete facilitar o envio e recebimento de pagamentos em todas as redes sociais e aplicativos da empresa de Mark Zuckerberg, como Instagram, Messenger e WhatsApp. O objetivo é oferecer para os usuários "uma experiência de pagamento conveniente, segura e consistente entre todas aplicações".

A ferramenta foi colocada em operação apenas nos Estados Unidos, sem previsão para chegada em outras regiões. Segundo a empresa, o "Facebook Pay" é uma espécie de carteira digital que permite a introdução dos dados de cartão de crédito, débito ou do PayPal, além de garantir que os internautas consigam fazer transferências e pagamentos entre si sem sair das redes sociais.

##RECOMENDA##

"Os usuários já usam pagamentos em nossos aplicativos para fazer compras, fazer doações por uma causa ou enviar dinheiro. O Facebook Pay facilitará essas transações, enquanto continuará a manter as informações de pagamento seguras e protegidas", explica Deborah Liu, vice-presidente de marketplace e comércio do Facebook.

Como forma de segurança, a funcionalidade terá a opção de adicionar um PIN ou a biometria e identificação facial poderão ser usadas. O Facebook ainda explicou que o novo serviço utiliza estruturas financeiras já existentes, e não está relacionado ao seu projeto da moeda digital libra, duramente criticado.

Da Ansa

O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Og Fernandes determinou ao WhatsApp que informe se um conjunto de números de empresas e sócios investigados pela justiça eleitoral realizou algum tipo de automatização no envio de mensagens durante as eleições de 2018.

A rede social deverá informar ainda se realizou alguma medida para bloquear ou banir as linhas referidas no período de 14 de agosto a 28 de outubro do ano passado.

##RECOMENDA##

A investigação foi aberta após manifestação da coligação Brasil Soberano (PDT/Avante) e apura o suposto uso de ferramentas de disparos em massa e automatização via WhatsApp para divulgação de apoio ao então candidato Jair Bolsonaro (PSL) e difusão de publicações contrárias à candidatura de Fernando Haddad (PT).

A prática viola a legislação eleitoral, que proíbe o uso de softwares de automação de impulsionamento de conteúdo que não sejam oferecidos pelas próprias plataformas - ou seja, qualquer impulsionamento pelo WhatsApp seria irregular, já que a empresa não permite isso.

Em outubro, o ministro Jorge Mussi solicitou que operadoras de telefonia repassassem os números atrelados às quatro empresas e aos sócios investigados no caso. As companhias teriam sido supostamente contratadas para efetuarem o disparo em massa em prol da candidatura de Jair Bolsonaro. O Palácio do Planalto não comenta o caso. A reportagem não conseguiu localizar a defesa do WhatsApp. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A cada minuto, 188 milhões de e-mails são enviados, 41 milhões de mensagens de textos são trocadas pelo WhatsApp e FB Messenger, 4,5 milhões de vídeos são vistos no YouTube, 3,8 milhões de buscas são realizadas no Google, 2 milhões de snaps são publicados, 1,4 milhão de perfis são vistos no Tinder, 1 milhão de pessoas se conectam ao Facebook, 390 mil aplicativos são baixados de lojas como Play Store e App Store (Apple) e 87,5 mil pessoas tuítam.

Cerca de 57% da população mundial está conectada, um total de 4,3 bilhões de pessoas, e 45% dos habitantes do planeta usam redes sociais, cerca de 3,5 bilhões de pessoas, conforme o relatório Digital 2019, da empresa We Are Social. Somente o Facebook tem 2,4 bilhões de usuários, enquanto o Google chega a 2,4 bilhões de internautas com o sistema operacional Android e a 2 bilhões com sua plataforma de vídeo YouTube.

##RECOMENDA##

Esse cenário é resultado de uma história que completou 50 anos na semana passada. No dia 29 de outubro de 1969, um pacote de dados foi transmitido entre computadores de duas universidades diferentes na Califórnia, Estados Unidos. A inovação foi produto de pesquisas feitas por acadêmicos sob os auspícios de uma agência militar do governo daquele país, que criou uma rede denominada Arpanet. Anos depois, em 1973, Vinton Cerf e Robert Khan criaram o protocolo TCP/IP, que seria a base do transporte de informações na rede.

A década de 1980 marcou a introdução de diversas tecnologias fundamentais relacionada à internet no mercado. Foi a fase de difusão de computadores pessoais e portáteis, de roteadores que permitiam a conexão entre diferentes redes e de telefones celulares, que nas décadas seguintes seriam terminais essenciais para a difusão da rede.

Os anos 1990 consolidaram a internet como se conhece. Em 1991, o centro de pesquisas Cern desenvolveu o modelo da World Wide Web (Rede Mundial de Computadores), calcado no protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), a linguagem de marcação de hipertextos (HTML) e na organização de conteúdos em páginas, visíveis por meio de um programa chamado de navegador e acessível por um endereço.

Durante a década, a internet passou a se expandir em diversos países, ganhando diferentes modalidades de conteúdos, bens e serviços, inclusive o comércio eletrônico. Na primeira fase, a relação com os usuários se dá fundamentalmente no acesso a textos, imagens e vídeos em sites. Em 1996, começa a funcionar o serviço de voz sobre IP, permitindo chamadas de voz por outro meio que não telefones fixos ou móveis. Em 1998, é lançado o mecanismo de busca Google.

Na década seguinte, outros tipos de serviços de informação e comunicação ganhariam popularidade. É o caso das redes sociais, com o Friendster, em 2002, o Linkedin, em 2003, e o Facebook, em 2004. No ano seguinte, o audiovisual online ganha impulso com a criação do YouTube, que viria a se tornar a maior plataforma de publicação e consumo de vídeos do planeta. A facilidade de publicação de conteúdo e a participação em redes sociais e fóruns motivou a ideia de uma web 2.0, marcada pela participação e pelo caráter social.

A década de 2010 trouxe a difusão global da internet, a ampliação da sua base de usuários e a consolidação desses grandes agentes, alcançando bilhões de pessoas. O smartphone torna-se o equipamento eletrônico mais difundido do mundo e puxa a expansão e novas formas de conectividade ininterrupta e ubíqua, bem como o acesso a serviços não mais por sites, mas por aplicativos, ou Apps.

Também foi na década atual que diversos problemas eclodiram e puseram em questão a situação da internet. Um dos marcos foram as denúncias do ex-trabalhador da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos Edward Snowden sobre a existência de práticas de espionagem em grande escala por alguns governos, entre os quais o do seu país, em colaboração com grandes empresas de tecnologia. Em 2017, veio à tona o escândalo da empresa de marketing digital Cambridge Analytica, suspeita de ter usado dados de quase 100 milhões de usuários para influenciar processos políticos, como as eleições nos Estados Unidos e o referendo do Brexit em 2016, além de pleitos em diversos outros países.

O conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e responsável pela primeira conexão TCP/IP no país, Demi Getschko, diz que é preciso separar a internet como estrutura tecnológica das atividades realizadas sobre esta. Os problemas de abuso na exploração de dados e excessos envolvendo o debate público online não estariam relacionados à internet, mas ao que é realizado a partir dela.

“Uma coisa é ter uma estrutura em que, sem fronteiras físicas, sem permissão, nada além da adesão voluntária, consegue montar um tecido mundial, que é o que foi conseguido com a internet. Dentre diversas opções que existiam nas décadas de 1970 e 1980, a internet foi bem-sucedida. Pessoal envolvido teve mente aberta e estrutura sólida, e não voltada a nada fechado. Não tem centro de controle. Ela foi construída com esse propósito”, observa.

Na opinião da coordenadora de Políticas para América Latina da organização Internacional Eletronic Frontier Foundation, Veridiana Alimonti, se, por um lado, a rede mundial proporcionou novas formas de produção e difusão de conhecimento, permitindo a expressão de narrativas sem espaço nos meios de comunicação tradicionais, por outro, também abriu espaço para práticas prejudiciais.

“De fato, passamos de um momento de euforia com a internet e as tecnologias digitais de informação e comunicação para uma compreensão mais crítica de que elas também podem servir para a potencialização da discriminação, de grandes assimetrias de poder e da vigilância sobre cada detalhe das nossas vidas”, ressalta.

Para o coordenador de Políticas Públicas para América Latina da entidade internacional Accessnow, Javier Pallero, os problemas que ganharam visibilidade nos últimos anos estão relacionados à ampliação da presença de pessoas no ambiente virtual. A internet deixou de ser um espaço apenas ocupado por usuários mais ricos ou por elites universitárias para se transformar em um cenário mais próximo da sociedade, refletindo também conflitos e comportamentos problemáticos.

As empresas de redes sociais, acrescenta Pallero, calcaram seus negócios nessa nova lógica de circulação de conteúdos, favorecendo o que gerasse mais engajamento. “Por causa das fraquezas humanas, há uma atenção para coisas como notícias falsas e sensacionalismo, além do fato de as pessoas quererem ser notadas. As companhias de redes sociais tiraram vantagens dessas limitações culturais e educacionais, talvez propositalmente.”.

O professor da Universidade Federal do ABC e integrante do CGI.br Sérgio Amadeu identifica nesse processo o que chama de três crises atuais da internet. A primeira envolve o caráter distribuído da rede, que não necessariamente é democrático e pode ser usado para disseminar vigilância e comportamentos autoritários. A segunda crise está relacionada com o livre fluxo de dados, capturado por grandes corporações e controlado muitas vezes fora da capacidade de fiscalização e regulação dos Estados nacionais.

A terceira crise abarca o modelo de participação, que, ao dar espaço para um contingente maior, incluiu usuários contrários às liberdades e direitos de participação política. “Pensamos que, pelo fato de a internet permitir participação ampla, as pessoas defenderiam a liberdade de participação. Mas vários grupos neofascistas e autoritários usam a rede para destruir o ideal de participação”, diz Amadeu.

Futuro

Segundo o criador do protocolo TCP/IP e hoje vice-presidente de “evangelização da internet” do Google, Vint Cerf, a rede mundial de computadores caminha para ser “totalmente natural”, utilizada pelos indivíduos sem pensar nela. Cerf diz acreditar que haverá melhora geral tanto nos índices de conectividade quanto nas velocidades, com ampliação do 5G e das redes de fibra ótica.

“Bilhões de aparelhos conectados em rede terão capacidade ainda maior de interatividade para voz, gestos e sistemas de inteligência artificial. Vejo também a expansão da internet interplanetária – quem sabe? Uma coisa é certa: depois de todas as conquistas dos últimos 50 anos, as possibilidades são infinitas”, afirmou, em texto publicado em blog no Google.

Demi Getschko vai em sentido similar e considera que a “naturalização da internet” tende a seguir dinâmica semelhante à da eletricidade, tornando-se tão presente que fique quase imperceptível. No tocante a tentativas de regulação por governos diante dos problemas no ambiente virtual, que vêm se multiplicando nos últimos anos, o conselheiro do CGI lembra que há dificuldades em razão do caráter “sem fronteiras” da rede.

“A internet não tem um país, mas comunidades. É preciso que ver formas de combater ilícitos, que nem sempre são os mesmos nas legislações. Estamos em uma situação em que muitos paradigmas mudam. Temos tendência de ficar muito ansiosos e de tentar remendar. A internet é uma peneira de infinitos furos”, pondera.

Já o professor Sérgio Amadeu destaca que as respostas às crises da internet dependem de medidas concretas, como regular as grandes plataformas digitais. “Não dá para aceitar que elas atuem da forma como atuam, muitas vezes censurando conteúdos do nosso país. E corporações não vão abandonar sua lucratividade. Além da regulação, é preciso esta batalha pela ética, por termos de conduta a partir de debates amplos na sociedade”, defende.

Javier Pallero acredita que o Estado tem papel central, por ser o único com poder de garantir o respeito a direitos humanos no ambiente virtual. Ele ressalta que aí há uma responsabilidade de governos democráticos em fortalecer as práticas democráticas na rede, assegurando regras transparentes e justas e não contribuindo para práticas como a censura de conteúdos.

Outra dimensão, acrescenta Pallero, é qualificar a formação do cidadão para “ser um pensador crítico da internet em um mundo dirigido pela tecnologia e com uma grande dependência disso”.

O WhatsApp liberou na última quinta-feira (31), um novo recurso que possibilita o bloqueio via impressão digital do aplicativo. No começo do ano, a plataforma havia disponibilizado a opção de desbloqueio com o Touch ID e Face ID para aparelhos iPhone. Agora, chegou a vez dos telefones com Android instalado terem um reforço na segurança.

Autenticação permitirá ao usuário o desbloqueio do WhatsApp com sua impressão digital, sem a necessidade do uso da senha e impedindo assim que terceiros acessem o conteúdo das mensagens sem autorização. 

##RECOMENDA##

Para ativá-la, toque em Configurações > Conta > Privacidade > Bloqueio por impressão digital. Ative Desbloquear com impressão digital e confirme sua impressão digital. Confira o passo a passo abaixo:

[@#galeria#@]

Durante eleição presidencial de 2018, 42% das mensagens enviadas pela direita em grupos de WhatsApp eram falsas. Em contrapartida, 3% dos envios da esquerda foram verificados e apontados como fake news, afirma uma análise feita pelo jornal britânico The Guardian. A pesquisa ainda revela a maioria das farsas dos apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) focaram em espelhar suas teorias conspiratórias.

A pesquisa aponta que 48% das informações enganosas replicadas pela direita reafirmavam uma suposta manipulação do sistema eletrônico de votação e questionavam o processo democrático no Brasil. Já 19% mentiu sobre a facada contra o presidente, ocorrida em setembro de 2018. O ataque o retirou dos últimos debates e inviabilizou a continuidade da sua agenda eleitoral.

##RECOMENDA##

O levantamento também mostra que 16% das mensagens reforçavam o conteúdo falso sobre o sistema político e os veículos de comunicação em massa, caracterizando-os como aliados na corrupção. Enquanto uma parcela de 14% atacou políticos e ativista da esquerda. Tais informações envolviam homofobia e insultos anti-feministas.

O governo Bolsonaro nega irregularidades, ainda assim, investigações correm no Congresso e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para revelar se a equipe do candidato do PSL está envolvida na manipulação. Caso confirmado, as eleições podem ser anuladas.

O levantamento feito pelo The Guardian checou 11.957 mensagens virais compartilhadas em 296 grupos durante a campanha de dois meses. Devido à proteção criptográfica, a coleta foi feita através do WhatsApp Monitor -banco de dados de conteúdo viral em grupos focados no debate político.

Os executivos do WhatsApp reconheceram que, antes das eleições, o público brasileiro foi alvo de disparos maciços de spam por agências de marketing digital. Tal movimentação viola os termos e condições da plataforma. Após sofrer pressão para combater a disseminação de fake news, os proprietários atualizaram a plataforma e reduziram para cinco o número de encaminhamentos em uma única mensagem.

A Noverde, empresa especializada em crédito online, identificou um aumento 198%, em golpes que prometem empréstimos via WhatsApp. A companhia apontou que, se antes os criminosos virtuais usavam nomes de bancos conhecidos para aplicar as fraudes, dessa vez o disfarce leva o nome das fintechs - ou seja, startups que trabalham como alternativa de serviços do sistema financeiro.

De acordo com a companhia, os números dão ideia da dimensão do problema. De janeiro até setembro dos últimos três anos, foram 232 casos em 2017, 519 em 2018 e 683 em 2019, um aumento de 198% em dois anos. Já nos nove primeiros meses de 2019 foram registrados 683 registros deste golpe, quase o mesmo número do ano anterior. A modalidade do golpe ainda não possui uma divisão específica no Sistema Digital de Ocorrências da Polícia Civil de São Paulo para relatar este tipo de crime. 

##RECOMENDA##

O aumento é visto como uma consequência do relaxamento das pessoas em relação às fintechs, que antes eram tratadas com mais desconfiança, e hoje, fazem parte do cotidiano de mais brasileiros. 

Confira dicas para evitar cair nesse tipo de golpe: 

Ignore mensagens enviadas de pessoas desconhecidas que peçam para clicar em links para conseguir um empréstimo. 

Marque esse tipo de mensagem como SPAM. 

Tenha controle sobre quais formulários com pedidos de crédito você preencheu. Empresas com boa reputação costumam oferecer uma experiência simplificada.

Desconfie de mensagens que indiquem que seu crédito foi aprovado junto a empresas que você não tenha um relacionamento, por exemplo. 

Ao receber uma oferta de crédito, pesquise sobre a reputação da empresa, especialmente por meio de recomendações de outros clientes. Golpistas usam a desinformação do usuário e se aproveitam da necessidade das pessoas que precisam daquele dinheiro.  

Se persistir a dúvida, entre em contato pelos telefones disponíveis nas páginas oficiais da empresa para esclarecer sobre a veracidade da oferta.  

Redobre a atenção com ofertas de empréstimos que peçam um depósito antecipado como “taxa de conveniência” ou algum serviço de análise de crédito, para liberar um valor pré-aprovado.

Se a mensagem vier com muitos erros gramaticais ou o atendimento for muito informal, como por exemplo, audios de WhatsApp, há probabilidade grande de ser golpe.

Não caia em pressões psicológicas que dão um prazo de poucas horas para a concretização do “empréstimo”. Há casos em que os golpistas prometem abono de parcelas caso o comprovante de depósito seja feito em poucos minutos.

Nesta semana, o Hi!Tech traz notícias quentinhas sobre a nova atualização do WhatsApp. O mensageiro permite que o usuário recuse a entrada em grupos de conversa, obrigando os administradores a enviar convites para os futuros participantes. Além disso, novidades em Pokémon GO, novos smartphones da Asus no Brasil, Alex Bledel eleita a celebridade mais perigosa da internet e muito mais. Ficou curioso? Então clica no vídeo e confere!

[@#video#@]

##RECOMENDA##

LeiaJá também

--> Você sabe quais são os streaming de jogos que vem por aí?

--> Pokémon Go terá batalhas multiplayer online em 2020

--> Zenfone 6 e ROG Phone II no Brasil. Confira preços

--> WhatsApp libera recurso de convites para grupos

--> Alex Bledel é eleita a famosa mais perigosa da internet

O WhatsApp liberou, na última segunda-feira (21), o recurso de privacidade e sistema de convite  que permite ao usuário decidir se ele será ou não adicionado em um grupo. Nada de ser surpreendido em um novo grupo da família, do trabalho ou de compras. Se a pessoa que adicionar seu número de telefone não estiver na lista de permissões, a adição não poderá ser concluída. Com a novidade, os usuários terão mais controle sobre seu mensageiro. 

Para ativá-la, basta ir para a barra de configurações no seu aplicativo, e tocar em Conta > Privacidade > Grupos. Depois selecione uma das três opções: "Ninguém", "Meus contatos", ou "todos", para estabelecer quem poderá adicionar o seu número em novos grupos de conversas criados na plataforma.

##RECOMENDA##

Caso o usuário escolha a opção "Ninguém", terá que aprovar manualmente a entrada em cada grupo para o qual for convidado. "Meus contatos" significa que somente usuários da lista de contatos e “todos”, o recurso é desativado, permanecendo como é atualmente. Essas novas configurações de privacidade já começaram a funcionar e estarão disponíveis para quem utilizar a última versão do WhatsApp.

Em casos de restrições de convites será solicitado que a pessoa que convidar os participantes envie envie um convite privado, em uma conversa particular, dando aos usuários a escolha de participar - ou não - de um novo grupo. Quem receber a notificação terá três dias para aceitar o convite antes, após o prazo ele será expirado.

 

Documentos revelados indicam que PSL teria escondido da Justiça Eleitoral pelo menos R$ 915,4 mil da campanha presidencial que elegeu Jair Bolsonaro (PSL) em 2018.

A denúncia foi feita através de uma reportagem publicada pelo site Vortex nesta segunda-feira (21).

##RECOMENDA##

Segundo a reportagem, o PSL declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que gastos com empresas que trabalharam na campanha de Bolsonaro foram gastos ordinários e não despesas eleitorais, o que é contra a lei.

Os dados apurados pelo site Vortex indicam que os gastos da campanha podem ter sido até 37% maiores do os que foram declarados, caso confirmados os gastos. Um dos gastos não incluídos nas despesas eleitorais teria sido o de serviços de disparos de mensagens via Whatsapp, diz a reportagem.

As denúncias vêm em meio a um clima de tensão entre Bolsonaro e seu partido. Ambos têm trocado farpas a ponto de o presidente da República ensaiar sua saída da legenda.

Da Sputnik Brasil

Representantes das plataformas Google, Facebook, Twitter e WhatsApp vão aderir ao  Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles vão fazer parte de um grupo de 40 instituições parceiras que pretendem realizar ações para reduzir os efeitos negativos que a desinformação pode causar às eleições.

A adesão ao programa acontecerá na próxima terça-feira (22), às 18h15, no Gabinete da Presidência do Tribunal, em Brasília, e contará com a presença da presidente da Corte, ministra Rosa Weber. A intenção da parceria das redes sociais é de orientar programas, como: “Alfabetização Midiática e Informacional”, que tem o objetivo de capacitar as pessoas para identificar e checar uma incorreta, “Contenção à Desinformação”, para desestimular ações de proliferação de informações falsas e “Identificação e Checagem de Desinformação”, que busca aperfeiçoar os métodos de identificação de possíveis práticas de disseminação de conteúdos falaciosos.

##RECOMENDA##

O foco da iniciativa de combate às fake news e a desinformação são as Eleições Municipais de 2020. Atualmente, o projeto conta com 36 instituições parceiras, entre partidos políticos e entidades públicas e privadas. Confira abaixo a lista das instituições que já assinaram o termo de adesão:

1. Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert)

2. Associação Brasileira de Imprensa (ABI)

3. Associação Brasileira de Internet (Abranet)

4. Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel)

5. Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint)

6. Associação Nacional dos Jornais (ANJ)

7. Agência Aos Fatos

8. Associação Acredito

9. Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom)

10. Associação InternetLab de Pesquisa em Direito e Tecnologia

11. Boatos.org

12. Conselho Gestor da Internet (CGI.br)

13. Instituto Palavra Aberta

14. Instituto Update

15. Ministério da Justiça e Segurança Pública

16. Ministério Público Federal

17. Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil

18. Partido Avante

19. Partido Comunista do Brasil (PCdoB)

20. Partido Democracia Cristã (DC)

21. Partido Democratas (DEM)

22. Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)

23. Partido Solidariedade

24. Partido Progressistas (PP)

25. Partido Republicanos

26. Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)

27. Politize!

28. Safernet Brasil

29. Sociedade Brasileira de Computação (SBC)

30. Secretaria Executiva do Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral

31. Agência Lupa

32. Partido Social Cristão (PSC)

33. Partido Podemos (Pode)

34. Partido Democrático Trabalhista (PDT)

35. Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República

36. Instituto Não Aceito Corrupção

Embaixo dos escombros do prédio que desabou na manhã desta terça-feira (15), em Fortaleza, Ceará, o estudante David Sampaio resolveu enviar uma selfie para os seus familiares na tentativa de informar que estava tudo bem com ele. O jovem foi a oitava pessoa resgatada com vida pelos bombeiros.

Ainda não se sabe o quadro clínico de David, que foi encaminhado para um hospital particular da cidade. Ao G1, Albertine Felipe, primo da vítima, informou que Sampaio teve apenas ferimentos leves. "Tinha visto a notícia do desabamento e vi que poderia ter sido o prédio dele porque logo reconheci. Depois olhei no Google Maps para ver se era o mesmo prédio", confirma Felipe.

##RECOMENDA##

A foto, um tanto inusitada, foi enviada por David para o 'grupo da família' no aplicativo WhatsApp. O jovem morava no primeiro andar do edifício. Até o momento, 8 pessoas foram encontradas com vida entre os escombros pelo Corpo de Bombeiros. Uma outra pessoa foi socorrida já sem vida. Os bombeiros trabalham com a hipótese que ainda dez pessoas estejam desaparecidas.

Nessa terça-feira (8), o digital influencer David Brazil publicou no Instagram uma conversa bastante estranha entre ele e Adriane Galisteu. Na verdade, o conteúdo não passava de um golpe. David avisou na rede social que a conta de Adriane do WhatsApp havia sido invadida por um hacker. O invasor surpreendeu David Brazil perguntando se ele usava conta de um banco através de aplicativo ou computador.

Em seguida, David Brazil marcou o perfil de Adriane Galisteu para mostrar o assunto. Irritada, Adriane gravou vídeos para alertar amigos e fãs sobre o assunto. "O meu WhatsApp foi hackeado. Tem uma pessoa se passando por mim, pedindo dinheiro, aquelas coisas que vocês já sabem. Por favor, não respondam. [...] Que coisa absurda, né? Eu tô com uma raiva que vocês nem imaginam", explicou a loira.

##RECOMENDA##

Confira:

[@#video#@]

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando