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A atriz Glamour Garcia, que viveu Britney em A Dona do Pedaço, voltou a relatar perseguição do ex, Gustavo Dagnese, que ela acusou de agressão em janeiro de 2020.

Em relatos no Instagram Stories, na terça-feira, dia 31, Glamour afirmou:

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Mais uma vez, a pessoa com quem tive o último relacionamento que veio a público, continua me perseguindo, criando assédio psicológico não só em mim, mas em parceiros de trabalho, na minha família. Ele já fazia isso, voltou a fazer de uns tempos pra cá.

Ele é uma pessoa doente, psicopata, mais uma vez está utilizando as poucas formas que tem, desesperado. Mas não posso mais ser conivente nem ficar em silência. Ele tem ameaçado minha família de morte.

Ela continua, dizendo que vivia em cárcere privado, era agredida sistematicamente e tinha medo de se pronunciar, mas que, graças a Deus, tinha se livrado essa situação.

Glamour ainda afirmou que após sofrer as repetidas ameaças investigou o nome do ex e teria descoberto supostos processos:

Descobri uma série de outros processos que existem no nome dele, como estupro e tráfico.

Garcia disse ainda que o ex cria contas falsas para ameaçá-la e xingá-la online.

Ex rebate

Gustavo, que teria arrancado parte do dedo de Glamour em uma agressão, se defendeu nas suas redes.

Ele postou prints de supostas mensagens de apoio que recebeu, dizendo que da boca de Glamour não sai nenhuma verdade, xingando-a e dizendo coisas como chega de coitadismo. Ele também postou um vídeo de uma briga com a ex, em que diz que apanhou, após ela pedir para ele ir embora e bater com os sapatos aparentemente no celular dele, que filmava tudo.

Em outra mensagem ele escreveu:

Como a imprensa dá voz para uma viciada, desequilibrada que se acha celebridade falar o que quiser sem fronteiras de mim... Cachimbeira, alcoólatra, você causou um caos na minha vida nóia... Coragem quero ver ter para denunciar os estupradores que passaram no seu caminho pela vida desde criança... Você é um lixo humano [palavrão].

Depois, ele se defendeu sobre o que ela falou a respeito da ficha policial dele:

Tão mentirosa que me acusou de estupro e tráfico... Afirmo que o caso dela é clínica de reabilitação.

Uma pescadora de 48 anos denuncia ter sido torturada e ameaçada por policiais militares em Sirinhaém, Litoral Sul de Pernambuco, no último dia 12 de março. Maria Nasareth dos Santos é conhecida na região por lutar há mais de 15 anos pela criação de uma Reserva Extrativista na área e por travar um conflito territorial com a Usina Trapiche.

Segundo a Comissão Pastoral da Terra, a vítima estava no estuário do Rio Sirinhaém, por volta das 6h30 e duas viaturas da Polícia Militar (PM) teriam chegado ao local. Oito policiais militares, três deles encapuzados, teriam arrastado a mulher para dentro de sua barraca de pesca e iniciado uma sessão de tortura.

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A denúncia aponta que Maria Nasareth teve as mãos amarradas para trás e um pano tapando sua boca. Os agressores teriam usado uma sacola plástica para sufocar a mulher. A vítima contou que foram cinco sufocamentos, com intervalos de minutos entre um e outro. O grupo estaria usando luvas e, enquanto uns praticavam a tortura, outros reviravam a barraca.

A Comissão Pastoral da Terra relata também que a mulher levou tapas na cara e ouviu que a terra não era dela, mas da Usina Trapiche. A tortura teria durado cerca de 30 minutos e a pescadora ainda foi ameaçada de morte.

Maria Nasareth disse que os mesmos policiais foram vistos circulando a área na semana que antecedeu o ocorrido, acompanhados, algumas vezes, por funcionários da usina. O caso foi denunciado à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e ao Programa Estadual de Proteção a Defensores e Defensoras de Direitos Humanos (PEPDDH-PE).

De acordo com a Comissão Pastoral da Terra, a pescadora nasceu no estuário do Rio Sirinhaém em uma comunidade tradicional formada por pescadores artesanais e extrativistas costeiros marinhos. Eles teriam sido removidos à força pela Usina Trapiche desde a década de 1980. Maria Nasareth já teve sua barraca destruída mais de dez vezes e afirma ter sofrido ameaças de funcionários da empresa e da polícia local. O LeiaJá aguarda posicionamento da Polícia Militar.

A Penitenciária de Itaquitinga (PIT), na Zona da Mata de Pernambuco, mais uma vez vive clima de tensão. Presos compartilharam um vídeo em que exibem facas e ameaçam cometer homicídios por estarem sofrendo espancamento e torturas. Em áudios enviados por parentes de presos da PIT à reportagem, um suposto detento diz que no próximo final de semana “provavelmente vai ter um derramamento de sangue” na unidade. 

A crise na penitenciária teria começado na noite da última segunda-feira (10), após uma tentativa de fuga de três presos do Pavilhão C. “Eles foram pegos dentro de Itaquitinga ainda, atrás da escola penitenciária”, afirma um irmão de preso que não quis se identificar.

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Segundo ele, após o ocorrido, a direção da unidade decidiu colocar presos do Pavilhão A para ordenar o Pavilhão C. "O pessoal do Pavilhão A é considerado como 'gato', que trabalha para ajudar a unidade. Eles [demais presos] consideram que os gatos estão trabalhando para a polícia e o pessoal do [pavilhão] B e do C não aceitam os gatos, diz que os gatos entregam as coisas à polícia", diz o irmão, que na manhã desta quarta-feira (12) tenta se reunir com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos para solicitar que os ‘gatos’ sejam retirados do pavilhão C.

A situação também foi confirmada pela assistente social Wilma Melo, coordenadora do Serviço Ecumênico de Militância nas Prisões (Sempri). “O Pavilhão A de Itaquitinga é composto de presos com dificuldade no convívio carcerário, porque eles já contribuíram para o sistema penitenciário de alguma maneira, foram chaveiros, auxiliares, informantes. Foram colocados alguns desses dentro do pavilhão C, onde não se aceita preso que tenha colaborado com o sistema”, resume Melo.

No vídeo compartilhado com o LeiaJá, quatro presos estão com o rosto coberto e dois deles exibem facas. O narrador do vídeo diz que os presidiários colocados no pavilhão C “estão espancando os presos e torturando”. Ele continua: “Não estamos aguentando mais tanta opressão. Será que terão que acontecer outros homicídios para poder o senhor [secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico] tomar uma providência ou temos que abrir o Mar Vermelho?” - nesse momento da gravação um preso diz “sangue, é sangue, p****”. “Cadê os direitos humanos que não estão vendo isso, essa opressão?”, volta a perguntar o narrador.

Em áudio atribuído a um presidiário e enviado à reportagem por familiares, ele diz que a direção da unidade “colocou presos armados com facas que estão nos oprimindo toda hora. Passamos o dia hoje apanhando de presos conhecidos como chaveiros. Vamos revidar a altura.”

De acordo com Wilma Melo, a Penitenciária de Itaquitinga está repleta de irregularidades e representa a violência estrutural do sistema. "Tem venda de droga, venda de cela. As famílias são cobradas para pagar a droga utilizada pelo familiar que é dependente químico. A culpa não é do dependente químico, a culpa é do Estado que não tem quantitativo de segurança suficiente para fazer a segurança interna da prisão.” A assistente social destaca que não existe superlotação na unidade.  “As mazelas prisionais se replicam independente da superlotação. Os órgãos das execuções penais têm que tomar uma atitude severa nessa situação”, ela acrescenta. 

Wilma destaca que os presos ficam encarcerados 22 horas por dia e têm apenas duas horas de banho de sol, rotina que seria prejudicial para a ressocialização. “Há dificuldades de atendimento de saúde, só tem defensor público de 15 em 15 dias, é um local de difícil acesso, onde a família compra o material de limpeza. É uma unidade igual a tantas outras com o agravante do embrutecimento do encarceramento”, diz. A coordenadora do Sempri acredita que as ameaças feitas no vídeo não devem se concretizar porque o governo já está ciente do caso.

Representantes dos beneficiários das medidas provisórias determinadas pela corte da Organização dos Estados Americanos (OEA) deverão enviar na próxima semana um novo relatório à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). No texto, será informado que os presos do Complexo do Curado, no Recife, que foram transferidos para Itaquitinga, estão expostos ao risco de morte pela fragilidade de segurança no local. Após visita, a OEA determinou em 2014 que o Brasil adotasse medidas provisórias para proteger a integridade dos presos do Complexo do Curado.

Em nota, a Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) confirmou a tentativa de fuga de três detentos na segunda-feira (10). Conforme a pasta, o trio foi submetido ao Conselho Disciplinar da unidade para as medidas cabíveis. Serão investigadas as circunstâncias da tentativa. A Seres também informou que está analisando a veracidade do vídeo. "A PIT funciona no regime fechado com estrutura concebida para a segurança máxima e a rigidez do regime pode causar insatisfação nos detentos", diz o texto enviado.

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Com o pedido de proteção para o presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Antônio Campos (Podemos) feito na manhã desta terça-feira (11), a Polícia Federal confirma que o expediente será encaminhado para a Corregedoria - que deve analisar a fundamentação legal, ou seja, se Antônio terá direito à proteção federal. Depois da análise é que será determinado se o pedido será deferido ou indeferido. 

O advogado de Antônio Campos, Weryd Simões, diz que as ameaças contra o seu cliente se intensificaram desde a última sexta-feira (7), quando Campos prestou depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) sobre uma investigação sigilosa que envolve as gestões do PSB em Pernambuco. 

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Confira o posicionamento do PSB

“O Partido Socialista Brasileiro refuta as insinuações do advogado Weryd Simões de que as supostas ameaças sofridas por seu cliente teriam alguma relação com membros do partido. Relacionar a prática de ameaças ao PSB é desconhecer a história do partido.”

A assessoria do partido não respondeu as indagações da nossa equipe de reportagem sobre as acusações dos possíveis crimes cometidos pela sigla em Pernambuco.

A Irlanda comparece às urnas para eleições legislativas antecipadas no sábado (8), e o primeiro-ministro Leo Varadkar faz campanha, insistindo em que persistem os riscos do Brexit no vizinho Reino Unido.

Na pesquisa mais recente, o premiê está atrás dos nacionalistas do Sinn Fein, ex-braço político do IRA. Varadkar advertiu que o Brexit "ainda não terminou, esta é a apenas a primeira parte", ao convocar eleições em janeiro.

Na sexta-feira passada, com a saída britânica da União Europeia, a demarcação terrestre entre a República da Irlanda e a Irlanda do Norte se tornou a nova fronteira entre o Reino Unido e a UE.

O acordo de divórcio evitou o retorno de uma fronteira rígida que poderia ameaçar o acordo de paz da Sexta-Feira Santa. Em 1998, este pacto acabou com três décadas de um conflito violento que deixou 3.500 mortos na província britânica situada ao norte da ilha.

Nada mudará durante o período de transição, previsto para durar até dezembro. Bruxelas advertiu, no entanto, para um novo risco de ruptura brutal, se um acordo não for alcançado sobre a futura relação entre as duas partes.

E Varadkar concentrou a campanha em repetir que ele é o mais adequado para obter o acordo.

"As pessoas confiam em nosso governo sobre o Brexit, porque protegemos o país durante uma crise que nós não criamos", afirmou o vice-premier e chanceler, Simon Coveney, ao apresentar o programa eleitoral do partido de centro direita Fine Gael.

A aposta do partido pode resultar em fracasso, porém.

- Auge do Sinn Fein -

Diante da ameaça de um Brexit brutal sem acordo, que teria consequências dramáticas para a economia irlandesa, o partido de oposição, também centrista, Fianna Fail, decidiu apoiar o governo minoritário do Fine Gael de 2016 até 2019.

A aliança entre ambos foi prejudicada por vários escândalos que envolveram figuras importantes do partido de Varadkar, também afetado pelos problemas no sistema público de saúde e por uma crise cada vez maior da habitação.

"A ideia de que a Irlanda não pode mudar de governo por culpa do Brexit é cínica e desesperada", denunciou o líder do Fianna Fail, Micheal Martin. nCoveney afirmou, porém, que Martin "não é a pessoa para liderar a Irlanda na segunda metade do desafio do Brexit".

"Ele deseja que acreditem que qualquer um pode fazer isso, como se o Brexit fosse um processo automatizado", criticou. Enquanto os dois partidos se enfrentam, o esquerdista Sinn Fein parece avançar no momento de turbulência.

Uma pesquisa do instituto Ipsos MRBI, publicada na terça-feira pelo jornal "Irish Times", atribui 25% das intenções de voto ao ex-braço político do extinto Exército Republicano Irlandês (IRA), que deseja a união da província britânica da Irlanda do Norte com a República da Irlanda.

- Saúde e moradia -

De acordo com a pesquisa, o Sinn Fein aparece pela primeira vez à frente do Fianna Fail (23%) e do Fine Gael (20%). Se conquistar este resultado histórico, o partido liderado por Mary Lou McDonald não poderia governar sozinho, mas teria um papel-chave na formação de um Executivo de coalizão.

Como prova da mudança de tendência, McDonald foi finalmente convidada a participar de um debate eleitoral organizado pelo canal público RTE. Inicialmente, o encontro seria apenas entre Varadkar e Martin.

O eleitorado parece mais preocupado com questões de política nacional, como saúde e a falta de moradias acessíveis, as prioridades citadas pelos mais de mil votantes entrevistados em uma pesquisa recente, na qual o Brexit ficou em 12º lugar.

Os hospitais irlandeses estão saturados e a escassez de residências provocou a disparada dos preços, a níveis impossíveis para boa parte da classe média.

Na semana do Natal, o país registrava 9.731 pessoas sem casa, e o número de famílias sem residência aumentou 280% desde dezembro de 2014, segundo a organização Focus Ireland.

De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), um terremoto de magnitude 7,7 na Escala Richter atinge o mar do Caribe e a costa noroeste da Jamaica nesta terça-feira (28). Por ter seu centro relativamente raso, a seis milhas abaixo da superfície, o sismo despertou alerta de tsunami para, além da própria Jamaica, Cuba, México, Belize, Honduras e Ilhas Cayman.

Segundo o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico, é possível que se formem ondas de até um metro de altura. Os terremotos “rasos” tendem a ser mais destrutivos. Mais informações em breve.

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Karamba Diaby, um deputado alemão de origem senegalesa, recebeu uma ameaça de morte por e-mail que levou a polícia a abrir uma investigação. Vários jornais alemães relataram que também receberam uma cópia desta mensagem.

Na semana passada, o gabinete desse deputado socialdemocrata de Halle, na antiga RDA, foi alvo de tiros. Na quarta-feira (22), Diaby, de 58 anos, recebeu uma mensagem de e-mail, ameaçando-o de morte e assinada pela "orquestra de músicos do golpe de Estado". A mensagem termina com a saudação nazista "Heil Hitler!", segundo a imprensa alemã.

A mensagem também menciona o político conservador Walter Lübcke, assassinado em junho de 2019 em sua casa. O principal suspeito é um membro de grupos neonazistas.

Nascido e criado no Senegal, Diaby é o primeiro deputado negro da Alemanha. Foi eleito em uma região onde comportamentos xenófobos ganham força. As ameaças de morte e as agressões físicas e verbais contra políticos aumentaram na Alemanha e causam grande preocupação, em um contexto político árido e sob pressão da extrema direita.

No ano passado, a polícia identificou 1.241 crimes de motivação política contra funcionários públicos. Muitos acusam a extrema direita de ser responsável por essa deterioração do clima político desde seu retorno ao Parlamento em 2017.

O Irã ameaçou, nesta segunda-feira, se retirar do Acordo de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) após os europeus abrirem um mecanismo de solução de controvérsias (MRD) contra a República Islâmica.

Os três Estados europeus (França, Alemanha e Grã-Bretanha) que integram o acordo nuclear iraniano celebrado em Viena em 2015 anunciaram em 14 de janeiro que tinham ativado MRD, no qual se prevê o restabelecimento pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas das sanções levantadas no âmbito do acordo.

O chefe da diplomacia iraniana, Mohammad Javad Zarif, declarou nesta segunda que a decisão dos europeus não tinha "base legal" e afirmou que, se eles tomarem medidas adicionais, "seria considerada a retirada do Irã do TNP", segundo o site do Parlamento iraniano.

Concluído em 1968, o TNP é considerado a pedra angular da ordem nuclear mundial.

O acordo de Viena, que limita drasticamente as atividades nucleares iranianas, ameaça se desfazer desde que o presidente americano Donald Trump se retirou unilateralmente em 2018 e em seguida restabeleceu pesadas sanções econômicas contra o Irã.

Desde maio de 2019, o Irã se desvinculou dos compromissos assumidos no âmbito do texto, em resposta às sanções americanas. Berlim, Paris e Londres continuam comprometidos com o acordo, mas Teerã acusa-os de inação.

"Se os europeus voltarem aos seus compromissos, o Irã também deixará de reduzir seus compromissos, mas se continuarem na mesma via (...), temos outras opções", destacou Zarif.

Os europeus optaram pelo MRD para tentar obrigar Teerã a voltar a aplicar integralmente o acordo de Viena.

A Polícia Civil de Goiás prendeu um homem por ofender e ameaçar os pais, que são idosos com mais de 75 anos. Segundo a polícia, o suspeito ameaçou os pais com uma faca, afirmando que iria jogá-los em uma cisterna.

A prisão ocorreu em Anápolis na última quarta-feira (15). O autuado já estava impedido de se aproximar dos pais em razão de haver medida protetiva deferida pela Justiça.

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De acordo com o relato das vítimas, o autor já possui vários antecedentes. A polícia informou que o suspeito é alcoólatra e passou a noite mantendo os pais em um lote enquanto fazia as ameaças.

Para tentar fugir do Centro Educacional Masculino (CEM), quatro reeducandos fizeram um agente de refém por cerca de 15 minutos, durante a madrugada desta sexta-feira (13), em Teresina, no Piauí. Os adolescentes chegaram a serrar grades, mas não obtiveram êxito e um deles ficou ferido.

O Batalhão de Choque da Polícia Militar foi acionado para evitar que o agente se machucasse. Entretanto, ele era ameaçado com a ponta de um ferro e acabou ferido no pescoço e no braço. A juíza Elfrida Costa, da 2ª Vara da Infância e da Adolescente, contou ao Cidade Verde que os jovens não fizeram reinvindicações antes de tentar fugir da unidade.

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A Secretaria Estadual de Assistência Social informou que o serviço de inteligência do CEM já estava preparado para conter possíveis fugas. "A gente já tinha uma ação coordenada com pelotão de choque e a intervenção foi rápida. Por conta disso estamos fazendo vistoria geral na unidade nesta manhã", informou.

Em Pernambuco, um grupo de pessoas celebra com cautela o Dia Internacional dos Direitos Humanos, comemorado nesta terça-feira (10). Incluídas no Programa Estadual de Proteção aos Defensores e Defensoras dos Direitos Humanos (PEPDDH/PE), elas sofreram ameaças e hoje convivem com o constante medo da morte. 

 O programa foi implantado em 2006 em Pernambuco por meio do Decreto Federal 6044/2007 e regulamentado pela Lei 14.912, em dezembro de 2012. Atualmente, 32 pessoas estão sob a proteção do programa, 18 foram incluídas nos últimos três anos. Elas são ligadas a questões como combate à corrupção, luta pelo direito à moradia, acesso à terra e ao território e luta pelo direito à livre expressão religiosa, enfrentando o racismo religioso e institucional.

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 O carro de Magno Araújo tem câmeras na parte da frente e de trás. O líder quilombola da Ilha de Mercês, em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR), já foi espancado, perseguido e ameaçado de morte.  O medo de que arrombassem sua porta e lhe arrastassem de casa tirou noites de sono.

 Araújo diz que passou a ser visado em meados de 2015, quando o Complexo Industrial Portuário de Suape derrubou casas da Ilha de Mercês. O rapaz, na época com 24 anos, ajudou as famílias a tirarem seus bens das moradias enquanto as máquinas derrubavam as construções. Ele acusa a segurança terceirizada patrimonial contratada pelo complexo e o 18º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de promover violência e intimidações. 

Segundo o jovem, os vigilantes andam armados com arma branca e arma de fogo e acompanhados de policiais. “Eu sou nativo, mas para eles nós somos invasores e não tem nenhum tipo de diálogo. A gente está sendo protegido pelo Estado, mas quem oprime também é o Estado.”

 Envolvido na luta de seu povo, Magno entendeu que não estava apenas diante de uma disputa de território. Ele percebeu que precisava batalhar também por necessidades básicas, como educação de qualidade, acesso à saúde e saneamento. Ele ajudou a construir o plano de desenvolvimento quilombola e a federação quilombola de Pernambuco. 

 Em parceria com o Sebrae, a comunidade da Ilha de Mercês conseguiu também montar uma cooperativa para vender frutas, verduras e frutos do mar. "Vamos ampliar e daqui a não tão distante a gente vai estar bastante organizado", diz Magno, que agora busca parceiros para montar uma biofábrica de muda de mangaba.

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Quem também está inserida no programa após ameaças proferidas pela segurança de Suape é Vera Lúcia Domingos, de 50 anos. A presidente da Associação dos Pequenos Agricultores de Ponte dos Carvalhos conta que foi ameaçada diversas vezes por equipes de segurança do complexo. Em uma das ocasiões, Vera estava em uma parada de ônibus. “Vem um carro, abaixa o vidro e um vigilante coloca o braço para fora e faz um gesto com a mão como se estivesse atirando em mim. Liguei para o programa, fiz B.O., tenho vários B.O.s feitos”, lembra.

Vera, que também é estudante de serviço social, tem atuado em defesa das famílias dos engenhos Ilha Ponte dos Carvalhos, Boa Vista 1 e Jurissaca, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife. Os moradores dos dois últimos locais buscam indenização. Já a Ilha de Ponte dos Carvalhos é mais consolidada e os moradores não querem ser indenizados, mas permanecerem onde vivem há gerações.

 “Recebi ameaças para que não ficasse como obstáculo porque poderia aparecer morta. Diziam que eu vivia em área de mata, área rural, e ninguém saberia se me matassem”, diz Vera. A última ameaça direta ocorreu no ano passado: um homem a abordou dentro de um ônibus para dizer que o programa do governo não era capaz de proteger ela e seus dois filhos. Atualmente, a mulher tem notado que está sendo seguida.

 “Se eu disser a você que eu não temo, vou estar mentindo. Será que vale a pena mesmo? Ainda acho que vale a pena porque eu preciso fazer muito por muita gente ainda. Não vou parar enquanto não tivermos nossa posse, com Suape muito longe da gente. No Engenho Ilha [de Ponte dos Carvalhos] a gente não conseguia construir uma casa. Hoje tem casa de laje, com piscina, água encanada, povo plantando. Vale a pena insistir, está no meu sangue.”

Ao contrário de Magno e Vera, Francisco de Assis Barros de Sá, de 65 anos, está longe de sua terra de origem. Chico Truká, como é conhecido, precisou deixar sua aldeia em Cabrobó, no Sertão do estado, por causa das diversas ameaças de mortes que sofria. 

 A terra indígena Truká está localizada na região chamada “Polígono da Maconha”. As ameaças de traficantes aos índios são noticiadas desde a década de 1990. Chico e Mozeni Araújo eram as principais resistências contra o plantio da droga na Ilha de Assunção, no médio curso do Rio São Francisco.

 Mozeni Araújo era candidato a vereador pelo PT e considerado uma das principais lideranças de Cabrobó. Ele foi assassinado à queima-roupa em 23 de agosto de 2008 durante evento de campanha. 

“Eles queriam traficar por dentro de nossas aldeias. Eu disse que não fazia isso”, conta Chico Truká. Segundo o indígena, os traficantes fizeram alianças com fazendeiros, posseiros e até a polícia. Chico conta que a arma que matou Mozeni pertencia a um primo de um tenente da região. “Eu fui para a delegacia dizer que estava sendo ameaçado e a delegada falou que eu estava mais seguro dentro da aldeia do que ali entre os policiais. Ela ligou para a Polícia Federal em Salgueiro para me tirar escoltado de lá e me levar para o Recife.” 

 Chico Truká afirma que a situação de medo constante o adoeceu. Hoje ele toma oito remédios diariamente. “Tenho sonho com esses caras quase toda noite. Eu só durmo a troco de remédio”, diz ele. Os responsáveis pelo homicídio de Mozeni foram presos à época mas Chico diz que dois já estão em liberdade.

 Atualmente vivendo em outro estado com a esposa, Chico acredita que nunca mais voltará a pisar em sua aldeia. Sente saudades do pai e lamenta não ter comparecido ao velório da mãe. “Eu tinha que lutar. Era minha família toda que estava em jogo. Hoje a aldeia tem sossego. A gente não podia ficar com a porta aberta até as 10, 11 da noite. Eu lutei, eu corri para conseguir uma polícia lá dentro. Conseguimos dez policiais para lá. Valeu a pena por isso. Queria acabar meus dias de vida lá, mas acho que não tem essa possibilidade.”

 Por meio de nota, Suape informou que, entre 2007 e 2018, 1580 famílias foram indenizadas pela administração do complexo pelas benfeitorias frutíferas e imóveis existentes em suas posses. Do total, 1121 receberam uma casa no Conjunto Habitacional Nova Vila Claudete, construído por meio do Programa Minha Casa Minha Vida, no Cabo de Santo Agostinho, cuja primeira etapa foi entregue em julho deste ano. Outras 184 famílias foram reassentadas nos assentamentos rurais Valdir Ximenes, em Barreiros, e Bruno de Albuquerque Maranhão, no Cabo de Santo Agostinho. Por não atenderem às exigências do Programa Minha Casa Minha Vida nem do Incra, as demais famílias foram apenas indenizadas. Das 1580 famílias indenizadas, 174 estavam localizadas no Engenho Ilha de Mercês, 40 no Engenho Ilha de Ponte dos Carvalhos, 100 no Engenho Boa Vista e 115 no Engenho Jurissaca. Não existe previsão para retirada de outras famílias do território.

 Sobre as denúncias de violência e intimidações, o Complexo de Suape afirma não ter recebido nenhuma na atual gestão. A determinação, entretanto, é que, em caso de denúncias contra os funcionários de segurança patrimonial, a Coordenadoria de Proteção ao Patrimônio deve apurar o caso e produzir um relatório sobre a ocorrência em até 15 dias. Se constatada a procedência, o caso será encaminhado para a abertura de Boletim de Ocorrência na delegacia local e o funcionário será afastado e substituído imediatamente. Suape afirma que os profissionais andam desarmados.

Dados de 2017 do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos contabiliza 665 pessoas atendidas no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH)  da pasta em todo o Brasil, entre casos incluídos, em análise e em triagem. O projeto nacional é executado em convênio com os estados de Pernambuco, Minas Gerais, Maranhão e Ceará.

 Abaixo uma lista da área de militância das pessoas acompanhadas apenas pela equipe federal:

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Franciane Moizes Pedro, vítima de feminicídio em Miracema-RJ, foi obrigada a assistir a vídeos do companheiro Gutemberg Xavier Alves, que é soropositivo, fazendo sexo com outras mulheres, comer fezes e tatuar 'Gutemberg, eu te amo!". Os relatos foram feitos à Polícia Civil, que continua em busca de Gutemberg, foragido desde a data do crime. As informações são do G1.

 O corpo de Franciane foi encontrado em uma área de mata na cidade de Palma-MG em outubro. Segundo a polícia, o corpo estava esquartejado e incendiado.

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 O delegado do caso já ouviu 20 pessoas no inquérito. Já existe um mandado de prisão preventiva expedido contra Gutemberg, mas ele está foragido.

A vítima teria relatado a parentes e amigos que o suspeito obrigou que ela fizesse uma tatuagem com a frase 'Gutemberg, eu te amo!'. Em outra oportunidade, ele teria tentado enforcá-la com uma corda.

 No período em que a vítima ainda estava desaparecida, a polícia fez escavações no quintal de sua casa e encontrou um pano com marcas de sangue e mau cheiro. O suspeito teria ficado desconfiado após prestar depoimento na delegacia, retirando o corpo do local.

 Câmeras de segurança registraram o suspeito e um homem, com transtorno mental, deixando a casa com sacolas onde estavam as partes do corpo de Franciane. A polícia concluiu que Gutemberg enganou o homem afirmando se tratar de restos mortais de um cachorro.

O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) tem usado o Twitter para disparar contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que prevê a soltura de presos condenados em segunda instância, mas com as ações ainda passíveis de recursos. Em uma das manifestações, contudo, ele ameaçou o STF e disse que se seus aliados precisarem de um cabo (patente inicial da carreira militar) para intervir na Corte, ele está à disposição.

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A fala do parlamentar, que é vice-líder do PSL na Câmara dos Deputados e ficou conhecido por quebrar uma placa com o nome da vereadora Marielle Franco (PSOL), faz referência à declarações do também deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), feitas durante uma palestra no período eleitoral de 2018. Na ocasião, o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que bastaria um "cabo e um soldado" para fechar o Supremo. 

“Se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo”, afirmou o filho do presidente na época. “Tira a poder da caneta da mão de um ministro do STF, o que ele é na rua?”, ironizou, ainda. Na época, Eduardo chegou a pedir desculpas pela fala, mas foi bombardeado por membros da Corte.

A decisão dessa quinta-feira (7) do STF pode beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. Lula está preso desde 7 de abril de 2018 e sua defesa já pediu, nesta sexta-feira (8), que Justiça Federal solte ele imediatamente. 

A Polícia Civil da Bahia prendeu, na quinta-feira (7), um homem de 41 anos acusado de agressão, ameaça e cárcere privado contra a companheira. Edilton Pereira Santos foi preso em flagrante após denúncia anônima.

Segundo a polícia, Edilton convivia com a mulher há dez anos e impedia que ela saísse sozinha ou utilizasse celular. 

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A prisão em flagrante se deu por ameaça de morte e cárcere privado, mas ele também será indiciado por lesão corporal. A lesão foi praticada na última quarta-feira (6), quando ele golpeou a mulher com um facão.

Um homem foi preso em flagrante por violência doméstica na zona rural de Bom Conselho, no Agreste de Pernambuco. A vítima é a própria mãe do suspeito.

José Correia da Cruz, de 54 anos, teria dado socos na mãe, de 77 anos. Segundo informações, José Correia teria chegado embriagado em casa. 

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O suspeito ainda teria ameaçado matar a genitora com uma foice. Ele foi autuado por lesão corporal e ameaça e será apresentado em audiência de custódia.

Em coletiva de imprensa realizada por volta das 20h deste domingo (3), o ministro da Educação, Abrahim Weintraub, e o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, apresentaram o balanço do primeiro dia de provas. De acordo com Weintraub, apenas 376 pessoas foram eliminadas, cerca de 3,9 milhões de candidatos foram fazer a prova e duas pessoas apresentaram problema de saúde durante o exame. O ministro também falou que o vazamento de uma foto com o tema da redação se deu pela ação ilegal de um aplicador, que Weintraub chegou a dizer que fará “se arrepender amargamente de ter vindo ao mundo”.

“Posso afirmar que foi zero o impacto do que esse mau elemento fez, uma pessoa vil, baixa. Ele conseguiu três provas de pessoas que faltaram. Por enquanto, não posso afirmar nada. Já estamos próximos de chegar na pessoa”, afirmou Weintraub. Apesar do ocorrido, o ministro insistiu que considera o Enem 2019 a edição mais bem organizada da prova. “Lógico que (o Enem) teve influência (do governo). Foi um exame que foi um sucesso e é a cara do presidente Bolsonaro. Ao contrário do que tinha no passado: doutrinação, escândalo, ineficiência e problemas com gráfica”, alfinetou.

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Falando diversas vezes em “doutrinação”, o ministro defendeu que promoveu um Enem mais técnico, sem “polêmicas” e chegou a agradecer, após citar algumas instituições públicas, ao ministro Sérgio Moro pela realização das provas. “O objetivo do Enem é selecionar as pessoas mais qualificadas para entrar no ‘mercado’, não doutrinar. Ninguém tá criticando as questões, a sociedade do Brasil está mais calma e mais unida do que estava depois do último Enem”, opinou.

Questionado a respeito da ausência de questões sobre a ditadura militar, Weintraub disse que esta “é uma discussão que a não caminha para nenhum lugar” e garantiu que não participou da escolha das questões. O gabarito oficial das provas será publicado pelo MEC no dia 13 de novembro, enquanto o resultado final será disponibilizado em janeiro, ainda sem data definida.

Nesse domingo (13), um homem, de 22 anos, foi preso em flagrante após ameaçar a companheira com um facão e incendiar a própria casa, na Zona Rural de Triunfo, localizado no Sertão de Pernambuco. De acordo com a Polícia Civil (PC), Andriel Bezerra Florentino não aceitava a separação.

Segundo as autoridades, após ameaçar Sirlea Vanessa de Aquino Moraes, de 20, Andriel ateou fogo na residência, que foi destruída pelas chamas. Após a captura, ele foi autuado por dano e ameaça por violência doméstica. O suspeito está à disposição da Justiça e deve passar por audiência de custódia nesta segunda-feira (14). 

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No fim da manhã desta sexta-feira (4), um enfermeiro do Hospital Municipal João Ribeiro de Albuquerque, em Itapissuma, no Grande Recife, foi preso em flagrante por ameaçar funcionários e pacientes com uma arma de fogo. A Polícia Militar (PM) confirmou que ele é reincidente neste tipo de denúncia.

Os funcionários da unidade perceberam que Lenystonys Veríssimo Santos, de 32 anos, estava com uma arma na cintura e acionaram a PM. No local, as autoridades confirmaram a posse de um revólver calibre 38, carregado com seis munições. 

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Ele é funcionário municipal desde 2014 e acumula episódios envolvendo ameaça dentro da própria unidade. Inclusive, nessa quinta-feira (3), o enfermeiro havia brigado com uma das cozinheiras do hospital. 

O major Fiquene, responsável pela ocorrência, relatou que Lenystonys já possui três Termos Concedidos de Ocorrência (TCO) por ameaça. Ele foi encaminhado para a Delegacia de Paulista, também no Grande Recife, onde ficou à disposição da Justiça.

Não é novidade que Aaron Carter vira e mexe se envolve em polêmicas, visto que, apenas neste ano, o cantor foi acusado de ter vendido um cachorro após adotá-lo e, também, de afirmar que sofreu violência doméstica por parte de sua ex-namorada, Lina Valentina. Agora, no entanto, seu nome está no meio de uma situação muito mais tensa, pois, segundo o TMZ, ele está sendo alvo de um processo judicial aberto pelo seu próprio irmão, Nick Carter, integrante do Backstreet Boys.

Recentemente, Aaron revelou que foi diagnosticado com esquizofrenia e bipolaridade e, ainda segundo o site norte-americano, Nick entrou na justiça com uma ordem de restrição contra o irmão por ameaças à sua mulher que está grávida do segundo bebê do casal.

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Pelo que parece, ele teria ameaçado de morte Lauren Kitt, esposa do cantor, e o bebê, que ainda não nasceu e, em seu Twitter, Nick compartilhou uma longa mensagem falando sobre a situação.

Após cuidadosa consideração, minha irmã Angel e eu sentimos em dizer que tivemos que pedir hoje uma ordem de restrição contra nosso irmão Aaron. Por conta do alarmante comportamento de Aaron e sua recente confissão que mataria minha esposa grávida e meu filho que ainda não nasceu, nós ficamos sem alternativas se não tomarmos as devidas medidas para proteger a nós e as nossas famílias. Nós amamos nosso irmão e realmente esperamos que ele tenha um tratamento necessário antes que ele possa causar qualquer mal a si mesmo ou a alguém.

 

Aaron negou as acusações e disse que jamais machucaria sua família. No entanto, com a ordem de restrição relatada em documentos obtidos pelo TMZ, ele deve permanecer a pelo menos 30 metros de distância de Nick e de sua casa, ou de qualquer um dos membros da família do Backstreet Boys.

Em seu Twitter oficial, Aaron negou publicamente as acusações e ainda afirmou que sempre foi vítima de bullying, e que não via o irmão há quatro anos.

Estou impressionado com as acusações feitas contra mim e não desejo mal a ninguém, especialmente à minha família, começou.

Tudo o que peço é que minha família me deixe em paz. Isso é sangue. Não é amor. Eu nunca estarei perto de você e não quero estar perto de você. Fui eu quem disse que já chega, e você faz isso comigo!?

Me deixem em paz. Pelo resto da vida. Eu estou implorando, por favor. Eu não tenho visto vocês, e Nick, você fez bullying comigo a vida toda. E me torturou quando criança. E todo mundo sabe disso. Isso foi disponibilizado a público. E agora você está com medo da verdade, disse, mostrando um vídeo de uma cena do documentário da família, House of Carters, em que que Nick o empurra várias vezes.

Além disso, em seu Instagram, o cantor compartilhou um vídeo em que parece cantando a música Bye, Bye, Bye do 'NSYNC com uma camiseta da boyband e, na legenda, escreveu:

Tchau, tchau, tchau para todos vocês rudes e filhos da p**t que são fãs do Backstreet Boys. Eu não sou um de vocês.

E continua:

Esperando todos os haters comentarem para que eu possa os bloquear LOL.

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