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A última atualização do sistema operacional de celulares da Apple, o iOS 14, permite o uso do aplicativo Gmail, além de torná-lo o principal cliente de emails do iPhone, como já ocorre nos aparelhos com Android.

A mudança possibilita que o aplicativo do Google seja configurado como favorito. Assim, o usuário poderá abri-lo de maneira rápida e utilizar recursos como o de ter o campo do destinatário pré-preenchido.

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Para ajustar o aplicativo como favorito, é preciso acessar as configurações do aparelho, buscar pela opção "App de E-mail Padrão". Depois, basta escolher o Gmail como opção nativa do sistema operacional.

A Apple sempre foi conhecida por limitar seus usuários aos softwares da empresa, mas, ao que tudo indica, a companhia está flexibilizando as opções para o público. Há pouco tempo, o Google atualizou o Chrome para o IOS, que também trouxe a possibilidade do aplicativo ser configurado como navegador principal do dispositivo.

Parece que a quinta-feira (17) não está fácil para quem precisa de tecnologia. Em um dia de queda do Instagram e instabilidade nas redes pertencentes ao Facebook, usuários da Apple também estão reclamando do mau funcionamento de seus aparelhos. No Twitter, centenas de usuários relatam terem tido problemas em seus iPhones, após atualizarem o sistema operacional em seus smartphones. 

Em pouco mais de 24 horas do lançamento do novo iOS 14, usuários de telefones da Apple começaram a reclamar a respeito de problemas em seus aparelhos, ocasionados após atualizarem o sistema operacional. Há relatos de superaquecimento, travamentos e até mesmo de pessoas que não receberam os recursos prometidos pela companhia. 

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Entre as novidades que chegaram a aparelhos selecionados, estão a tela inicial com widgets e a biblioteca de aplicativos, além do print com apenas alguns toques na traseira do celular. A Agenda, a Siri e o Facetime são algumas das ferramentas que também receberam uma repaginada nessa nova versão.

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A Apple fez seu evento desta terça-feira (15) focado em seus smartwatches e iPads. Com a ausência de um novo iPhone, a empresa pode dar mais espaço para outros dispositivos e aproveitou para lançar um Apple Watch mais "acessível" e também novos modelos de iPad, que ganhou uma oitava geração e um novo representante da linha Air.

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Um basiquinho

O iPad mais "simples" é a oitava geração dos tablets e vem com o chip A12 Bionic - presente nas versões do Air de 2019. Ele promete o "Motor Neural" para aumentar o desempenho gráfico do aparelho, uma tela de 10,2 polegadas e uma Apple Pencil de primeira geração, como o modelo anterior.  O dispositivo vai rodar o iPadOS 14 e continua trazendo recursos que a Apple mostrou para a próxima atualização de software, incluindo a possibilidade de escrita manual. 

Ele também possui um botão home padrão Touch ID - que vem se tornando cada vez mais raro e chegará ao mercado nas cores cinza espacial, prata e ouro nas configurações de 32 GB e 128 GB -. O preço é a partir de US $ 329, cerca de R$ 1.735, sem impostos. 

Novo ares 

Um pouco maior com 10,9 polegadas, o novo iPad Air traz uma nova câmera traseira de 12 MP, sensor Touch ID de última geração e muito mais. O chipset é um A14 Bionic, que a maçã garante ter transformado o tablet no "iPad Air mais poderoso e capaz já feito". Ele tem suporte True Tone e revestimento anti-reflexo, além de biometria integrada ao sensor de liga e desliga.

Entre as vantagens está a porta USB-C, o carregamento de 20 W e a transferência de dados de 5G.  O novo iPad Air estará disponível no próximo mês em cinco cores: prata, cinza espacial, ouro rosa, verde e azul celeste, com preços a partir de US $ 599 (aproximadamente R$ 3.166, em conversão direta).

Usuários do Twitter estão favoritando todas as mensagens com a tag AppleEvent só para ver o "coração" ficar em um novo formato e três cores diferentes. Uma ação da Apple em parceria com a plataforma está dando movimento ao ícone, com elementos que formam a logo que representa o evento. O botão de favoritar em movimento só acontece no aplicativo para celular, excluindo a versão desktop, mas foi suficiente para alçar a maçã ao pódio dos assuntos mais comentados da rede.

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O evento está marcado para esta terça-feira (15), às 14h (horário de Brasília). Ao contrário das edições anteriores, a expectativa é que a empresa não apresente novos iPhones. A Apple já havia afirmado que seus smartphones teriam um atraso nas vendas por conta da pandemia do novo coronavírus. O Apple Event desta terça-feira, deve se concentrar em outros produtos como os smartwatches e outros serviços da companhia. 

Após a multinacional estadunidense de tecnologia Apple negar assistência técnica a 21 clientes brasileiros, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de São Paulo entrou em ação e notificou a empresa de tecnologia.

De acordo com a reportagem do Jornal Metro, a negativa da companhia aos compradores se deu enquanto a garantia dos produtos ainda estava vigente. Os clientes alegam que os produtos eram resistentes à água mas, em contato com o líquido, apresentaram defeito.

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A notificação do órgão de defesa do consumidor requisita que a multinacional apresente pareceres técnicos de cada um dos 21 aparelhos que foram motivos de queixa.

Ainda segundo o documento, os laudos precisam mostrar as circunstâncias que fizeram os produtos perderem a garantia. Além disso, o Procon exige que a Apple comprove a alegação de mau uso dos equipamentos pelos compradores.

O Procon deu prazo até a próxima quinta-feira (17) para que Apple se manifeste de maneira oficial sobre o ocorrido.

A Apple vai adiar o lançamento de um recurso que forçará os aplicativos móveis a pedirem permissão aos usuários para rastreá-los, uma mudança que preocupa o Facebook e os editores, que dependem de publicidade direcionada.

"Para dar aos desenvolvedores tempo para fazer as mudanças necessárias, os aplicativos não terão que pedir permissão para rastrear usuários até o ano que vem", disse a empresa em seu blog para editores de aplicativos na quinta-feira (3).

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O Facebook alertou na semana passada sobre os riscos associados a essa mudança de regra, que limitará sua capacidade e a de desenvolvedores de aplicativos de terceiros de atingir os usuários do iPhone com anúncios.

A rede social afirma que o impacto para editoras e desenvolvedores é "difícil de quantificar", mas diz que mediu em simulações "mais de 50% de perda de receita quando a personalização de campanhas publicitárias no celular é retirada".

A última atualização do sistema operacional da Apple (iOS 14) para seus smartphones, tablets e Apple TV foi lançada no final de agosto, em modo de teste de desenvolvedor.

"Acreditamos que a tecnologia deve proteger o direito fundamental à privacidade, o que significa fornecer aos usuários as ferramentas para entender quais aplicativos e sites podem compartilhar seus dados com outras empresas para fins publicitários, bem como a opção de retirar sua permissão", afirmou a Apple em uma mensagem à AFP.

Com o iOS 14, os usuários também podem escolher compartilhar apenas sua localização "aproximada" com aplicativos e sua biblioteca de imagens será mais protegida.

A Apple se distanciou estrategicamente por anos de seus dois vizinhos do Vale do Silício, Google e Facebook, muitas vezes lembrando que sua receita não é derivada de publicidade e, portanto, de dados pessoais.

O acompanhamento dos usuários, graças a um identificador publicitário único nos telemóveis, permite recolher e partilhar (anonimamente) dados sobre eles, de forma a lhes apresentar anúncios personalizados.

Esse é um dos aspectos essenciais do modelo econômico do Facebook e do Google, cujos algoritmos realizam esse trabalho de coleta e processamento de dados em perfis anônimos.

As plataformas do Facebook, incluindo Instagram, Messenger e WhatsApp, vendem espaço publicitário ultra-direcionado em grande escala para os anunciantes.

Eles também fornecem ferramentas que permitem rastrear e monetizar esses perfis quando eles saem do Facebook e mudam para outro aplicativo.

Os aplicativos de terceiros então vendem o espaço publicitário, também direcionado e, portanto, muito mais lucrativo do que os anúncios genéricos não personalizados.

A Apple e o Google vão integrar diretamente aos celulares seus sistemas de rastreamento de contato para acompanhar o avanço da Covid-19, eliminando assim a necessidade de projetar e baixar um aplicativo para esse finalidade.

As duas empresas de tecnologia norte-americanas lançaram em abril passado uma ferramenta para que donos de celulares equipados com o sistema iOS (Apple) e Android (Google) pudessem compartilhar informações com aplicativos criados pelas autoridades de saúde, através do Bluetooth.

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Esses aplicativos, que podem ser baixados das plataformas de ambas as empresas, permitem avisar seus usuários, se estiveram em contato com outro usuário infectado pelo coronavírus nos dias anteriores.

As futuras versões do iOS e do Android, os sistemas operacionais mais usados para smartphones, agora irão integrar o sistema de notificação de exposição a coronavírus. Com isso, as autoridades públicas não precisarão mais criar um aplicativo de rastreamento.

Os proprietários do dispositivo terão de concordar com a ativação dessa ferramenta para que ela funcione.

A Apple anunciou na última sexta-feira (29), a sua decisão de bloquear o acesso da fabricante Fortnite às ferramentas de desenvolvimento necessárias para atualizar jogos em seus dispositivos móveis.

A decisão de suspender a Epic Games do programa de desenvolvedores iOS veio poucos dias depois que um tribunal dos EUA rejeitou sua oferta para reintegrar o Fortnite na App Store, dizendo que seu despejo pela Apple foi um "ferimento autoinfligido".

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A decisão contra a Epic Games ocorre em meio a uma batalha sobre se o rígido controle da Apple sobre a App Store e seu corte de 30% na receita contam como comportamento monopolista.

"Estamos desapontados por termos que encerrar a conta da Epic Games na App Store", disse a Apple à AFP.

A Apple retirou o Fortnite de seu mercado de aplicativos móveis online em 13 de agosto, depois que a Epic lançou uma atualização que evita a divisão de receita com a fabricante do iPhone.

A Apple não permite que os usuários de seus dispositivos populares baixem aplicativos de qualquer lugar, exceto de sua App Store.

A gigante da tecnologia com sede no Vale do Silício informou à Epic que cortaria seu acesso às ferramentas necessárias para adaptar software para dispositivos com os sistemas operacionais do fabricante do iPhone.

A decisão de um juiz nesta semana impediu a Apple de também cortar o acesso da Epic às ferramentas de desenvolvimento de seu Unreal Engine, que aciona gráficos em computadores.

"O tribunal recomendou que a Epic cumprisse as diretrizes da App Store enquanto seu caso avança", apontou a Apple. "A Epic se recusou. Em vez disso, eles enviam repetidamente atualizações do Fortnite destinadas a violar as diretrizes da App Store".

A Apple afirmou que a Epic está colocando os jogadores do Fortnite no meio de uma batalha que envolvia as empresas.

"A Apple está pedindo que a Epic reverta o Fortnite para usar exclusivamente os pagamentos da Apple", comentou a Epic à AFP. "Por uma questão de princípio, não participaremos desse esquema", afirmou a empresa.

A Apple não permite mais que a Epic envie aplicativos ou atualizações por meio de uma conta de desenvolvedor.

Jogadores com versões anteriores do Fortnite ainda podem jogar em iPhones ou iPads, mas terão que contar com o sistema de pagamento da Apple para transações.

A China poderia boicotar os produtos da Apple no país caso o governo dos Estados Unidos proíba o aplicativo chinês WeChat, advertiu nesta sexta-feira (28) um porta-voz do governo de Pequim, em um momento de grande tensão entre as duas potências.

O presidente americano, Donald Trump, que assinou no início do mês um decreto para proibir o aplicativo de compartilhamento de vídeos chinês TikTok, acusado de espionagem a favor do governo chinês, poderia fazer o mesmo com a plataforma WeChat, muito utilizada na China, que pertence ao grupo Tencent.

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"Se proibirem o WeChat (nos Estados Unidos) não existirá nenhuma razão para que os chineses conservem seus iPhone e produtos Apple", advertiu no Twitter o porta-voz da diplomacia de Pequim, Zhao Lijian.

Esta é uma declaração muito mais direta que a feita por Zhao na quinta-feira (27), quando afirmou que "muitos chineses dizem que poderiam de deixar de utilizar o iPhone se o WeChat for proibido".

O decreto da administração Trump ameaça proibir as transações financeiras de empresas americanas com o WeChat, o que de fato poderia obrigar a Apple a retirar o aplicativo de sua plataforma AppStore.

Nesta sexta-feira, o assunto era muito comentado nas redes sociais na China.

"Uso Apple, mas também amo o meu país", escreveu um internauta na plataforma Weibo, similar ao Twitter, rede social proibida na China.

"Pouco importa a qualidade da Apple, (um iPhone) é apenas um telefone e pode ser substituído. Mas o WeChat é diferente", comentou outra pessoa.

Conhecido com o nome Weixin em mandarim, o WeChat tem 1,2 bilhão de usuários ativos. Em sua maioria são chineses, mas o aplicativo está disponível em 20 idiomas.

Inicialmente era um aplicativo de mensagens instantâneas similar ao americano WhatsApp, mass atualmente o WeChat oferece uma ampla gama de serviços na China, incluindo o pagamento pelo telefone, notícias, jogos eletrônicos, reservas de hotel ou de viagens.

Os produtos Apple, do iPhone ao iPad, são muito populares na China, um dos principais mercados do grupo americano fora dos Estados Unidos.

A Apple representava 8% do mercado chinês de smartphones no segundo trimestre, muito atrás da líder nacional Huawei, de acordo com a agência Counterpoint Research.

Os produtos Apple, fabricados na China, representam uma importante fonte de empregos no país asiático, o que sem dúvida tem impedido Pequim de obstruir as atividades da empresa americana.

Depois de se tornar, em 2018, a primeira empresa avaliada em US$ 1 trilhão, a Apple dobrou a meta e tem um segundo recorde para chamar de seu. A empresa responsável pelos populares iPhones ultrapassou a marca dos US$ 2 trilhões em valor de mercado por volta das 11h40 deesta quarta-feira, 19, com o preço da ação valendo US$ 467,78 - na sequência, o valor permaneceu oscilando e a empresa fechou o pregão abaixo da marca. Com o feito, a Apple torna-se a primeira empresa americana a atingir o segundo trilhão - a petrolífera Saudi Aramco já havia rapidamente ultrapassado o valor em dezembro de 2019.

A título de comparação, a quantia de US$ 2 trilhões é o superior à riqueza de 170 países, incluindo o Brasil, de acordo com dados do Banco Mundial. Ainda que a comparação entre PIB e valor de mercado seja imprecisa, a marca atingida pela Apple é menor apenas que os PIBs de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Índia, Reino Unido e França.

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A velocidade de valorização também espanta. No fim de março, com os temores sobre o avanço do novo coronavírus no mundo, a empresa havia recuado abaixo da marca de US$ 1 trilhão - ou seja, dobrou de valor em apenas 21 semanas. E foi justamente a covid-19 uma das responsáveis por esse avanço.

Especialistas ouvidos pelo Estadão dizem que a alta é impulsionada pelo bom desempenho das empresas de tecnologia nas bolsas mundiais durante a pandemia, que estimulou o uso de aparelhos e serviços online pelas famílias e empresas que estão em isolamento social.

"A percepção do mercado é de que esse movimento não é efêmero. Mesmo antes da pandemia já existia uma grande expectativa de crescimento no setor de tecnologia", afirma Francine Balbina, analista de fundos internacionais da Spiti. "Acrescente-se a isso o fato de a Apple ter receita ao redor do mundo todo e de as empresas de tecnologia terem atraído nos últimos meses diferentes perfis de consumidores."

Além disso, os investidores se animaram com o mais recente balanço trimestral da fabricante americana, divulgado em 30 de julho. Durante a pandemia do novo coronavírus, a Apple viu todas as categorias de seus produtos crescerem nos cinco continentes.

A receita subiu para US$ 59,7 bilhões, alta de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. Os responsáveis pelo impulso foram o iPhone SE, modelo de celular mais barato, lançado em abril passado, e serviços como Apple Music e Apple TV+.

O mercado avalia positivamente a estratégia da companhia de seguir apostando na divisão de serviços. É esperado, por exemplo, que a empresa lance em breve um pacotão de assinaturas para turbinar a base de usuários da plataforma. Nesta semana, a Apple revelou o primeiro passo nesta direção e anunciou uma parceria para pacotes no serviço de streaming de vídeo Apple TV+ nos EUA, que incluem os canais CBS e o Showtime, por US$ 10.

"A empresa tem grande base de usuários, o que permite monetizar seus serviços", disse Dan Ives, analista da consultoria Wedbush Securities, em entrevista ao Yahoo!.

Boa onda

A valorização da Apple é o maior indicativo do desempenho favorável das gigantes de tecnologia durante a pandemia. Mas não é o único.

A Amazon teve o maior lucro trimestral de sua a história no intervalo entre abril e junho de 2020, mostrando que mais pessoas estão confiando no comércio eletrônico para comprar produtos sem precisar sair de casa. Já a Microsoft, apesar de ter crescido menos do que o esperado, teve receita além das estimativas de analistas. Ambas têm valor de mercado de US$ 1,6 trilhão. Google (US$ 1 trilhão) e Facebook (US$ 748 bilhões) aparecem na sequência - desde 23 de março, as ações dessas cinco empresas se valorizaram, conjuntamente, em US$ 2,9 trilhões.

Embora o setor saboreie imenso sucesso, um clube dos "US$ 2 trilhões", composto apenas pelas cinco gigantes da tecnologia, deve esquentar o debate sobre o poder desproporcional dessas empresas. O tema deve fazer parte das eleições presidenciais dos EUA. Em julho, os presidentes de Amazon, Google, Apple e Facebook tiveram de depor no Congresso dos EUA e enfrentaram perguntas sobre concorrência desleal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A novela protagonizada pela Epic Games e a Apple ganhou data para acabar, ao menos é isso que esperam os executivos da maçã após dar um ultimato para a desenvolvedora de Fortnite. A gigante foi taxativa ao afirmar que não abrirá uma exceção para a empresa, que violou as regras de pagamento da App Store após incluir um sistema de pagamento próprio dentro do jogo para burlar a taxa de 30% cobrada pela Apple.

Nos últimos dias, a Epic revelou que a Apple está ameaçando revogar seu acesso às ferramentas de desenvolvedor iOS e Mac, removendo-a do Apple Developer Program. Para permanecer, a companhia teria que retirar a atualização de processamento de pagamento introduzida no Fortnite na semana passada.

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De acordo com o site The Verge, a maçã afirma que quer manter a empresa como parte do Apple Developer Program e seus aplicativos na App Store, mas que esse é um problema que a Epic criou para si mesma. A solução, ainda segundo a Apple, seria simples. Basta os desenvolvedores "enviarem uma atualização de seu aplicativo que o reverta para cumprir as diretrizes com as quais concordaram e que se aplicam a todos os desenvolvedores. Não abriremos uma exceção para a Epic porque não achamos certo colocar seus interesses comerciais à frente das diretrizes que protegem nossos clientes", disse.

O 'jeitinho' da Epic

A atualização de Fortnite  que levou a todo esse embate é polêmica porque foi projetada para contornar as diretrizes da loja de aplicativos. A Apple exige que os desenvolvedores usem seus sistemas de pagamento para compras no aplicativo de produtos digitais como V-bucks, dando à empresa 30% dos ganhos. Essa regra é feita apenas para itens digitais como Skins de jogo, por exemplo, e não se aplica à alimentos ou objetos que serão recebidos fisicamente. 

Por conta do 'jeitinho' que a Epic Games tentou dar nesta nova atualização a Apple e o Google removeram o Fortnite da App Store e da Play Store. Em resposta, a empresa entrou com ações judiciais processando as duas gigantes por práticas anticompetitivas. A Epic também entrou com um pedido liminar pedindo aos tribunais que impeçam a Apple de cortá-la do programa de desenvolvimento, mas está correndo contra o tempo, uma vez que a Apple estabeleceu 28 de agosto como prazo final para as alterações no jogo.

O Facebook se juntou nessa sexta-feira (14) à batalha contra a Apple iniciada pelos criadores do jogo Fortnite, que lançou uma cruzada para que a empresa do iPhone deixe de cobrar uma grande comissão aos aplicativos que são distribuídos em sua loja.

A empresa de Mark Zuckerberg disse que a Apple se recusou a abrir mão de sua comissão sobre eventos transmitidos ao vivo na rede social que permitem às pessoas ganhar dinheiro durante a pandemia do novo coronavírus. Na quinta-feira, a Epic Games, responsável pelo popular jogo Fortnite, acusou a Apple de abusar de sua posição de monopólio.

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O Facebook afirmou que não cobrará por eventos online que educadores, artistas ou outros usuários organizem por meio de um novo recurso da plataforma, mas que a Apple se recusou a deixar de receber sua comissão.

"Pedimos à Apple que reduzisse seu imposto na App Store em 30% ou nos permitisse oferecer o Facebook Pay para que pudéssemos absorver todos os custos das empresas que lutam durante a COVID-19", disse o vice-presidente do Facebook, Fidji Simo. "Infelizmente, eles rejeitaram nossos pedidos e [pequenas e médias empresas] receberão apenas 70% de sua suada receita."

A nova função de eventos pagos foi lançada pelo Facebook em resposta à pandemia, que forçou o cancelamento de muitas reuniões presenciais. Com o recurso, usuários podem organizar, promover e cobrar por eventos, desde shows e apresentações de teatro até aulas de ioga. Também está sendo testado o uso para reuniões mais restritas.

A Epic Games pediu a um juiz federal que ordenasse à Apple que parasse com sua "conduta anticompetitiva". O processo diz que a Epic não busca tratamento favorável, mas pede ao tribunal que obrigue a Apple a mudar sua estrutura de taxas para todos os desenvolvedores.

De acordo com a Apple, o Fortnite foi removido depois que "a Epic Games tomou a infeliz decisão de quebrar as regras da App Store, que se aplicam a todos os desenvolvedores e são projetadas para manter a loja segura".

A Epic Games, desenvolvedora do videogame de sucesso "Fortnite", processou nesta quinta-feira (13) a Apple pela forma como rege sua loja de aplicativos, acusando a gigante da tecnologia de exercer um poder monopolístico.

A Epic Games pediu a um juiz federal que ordene a Apple a suspender sua "conduta anticompetitiva" e invalide as regras que requerem que os desenvolvedores paguem à criadora do Iphone 30% do valor de todas as transições para poderem fazer negócio na App Store.

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O processo foi apresentado no mesmo dia em que a Apple retirou o Fortnite de seu mercado de vendas, após a Epic incluir no jogo um sistema de pagamento que permitia que as transações dos jogadores evitassem o mecanismo da App store.

"A Apple se tornou o que um dia criticou: o gigante que busca controlar os mercados, bloquear a competição e reprimir a inovação", argumentou a defesa da Epic.

A empresa fundada pelo falecido Steve Jobs é foco nos últimos meses de diversas críticas pelo forte controle que exerce em sua loja virtual de aplicativos, que é a única forma de adquirir os 'apps' nos telefones Iphone e nos tablets Ipad.

A gigante do Vale do Silício defende que sua posição é necessária para manter os aplicativos e seus usuários a salvo de hackers e golpistas, afirmando que cobrar 30% de tarifa nas transações é um valor legítimo para cuida da loja.

A Epic afirma não buscar dinheiro ou um tratamento especial, e que somente pede ao tribunal que ordene a mudança da regra na loja da Apple para todos os desenvolvedores.

Fortnite foi jogado por cerca de 350 milhões de pessoas no mundo todo desde seu lançamento em 2017, com jogadores que devem sobreviver buscando armas e recursos enquanto tentam eliminar adversários em um mundo virtual.

Um dos Battle Royale mais populares de todos os tempos foi banido da App Store, nesta quinta-feira (13). Fortnite não pode mais ser encontrado na loja virtual da Apple depois que a Epic implementou seu próprio sistema de pagamento no aplicativo, driblando a taxa padrão de 30% cobrada pela maçã. 

A Apple disse, em um comunicado ao site The Verge, que planeja trabalhar com a Epic para “resolver essas violações”, mas não deve fazer nenhum tipo de acordo especial para isentar a empresa do valor cobrado. "Hoje, a Epic Games deu o passo infeliz de violar as diretrizes da App Store que são aplicadas igualmente a todos os desenvolvedores e projetadas para manter a loja segura para nossos usuários. Como resultado, seu aplicativo Fortnite foi removido da loja", diz o comunicado. 

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Ainda de acordo com a maçã, a Epic tem aplicativos na App Store há uma década e sempre se beneficiou do ecossistema da App Store; a empresa concordou com os termos e diretrizes da loja virtual. "O fato de seus interesses comerciais agora os levarem a pressionar por um acordo especial não muda o fato de que essas diretrizes criam condições equitativas para todos os desenvolvedores e tornam a loja segura para todos os usuários. Faremos todos os esforços para trabalhar com a Epic para resolver essas violações para que eles possam devolver o Fortnite à App Store", disse.

Há algum tempo, o CEO da Epic, Tim Sweeney, vem reclamando que as lojas de aplicativos móveis não justificam mais a cobrança de 30% que recebem de todos os desenvolvedores e clama por mudanças. Atualmente, além dos dispositivos iOS, o game está disponível para Nintendo Switch, PS4, Xbox One e PC. Por enquanto, não há previsão do jogo voltar à plataforma.

A Apple deve pagar mais de 500 milhões de dólares em danos e juros por infringir patentes de 4G que pertenciam à empresa PanOptis, decidiu um tribunal do Texas.

A gigante da tecnologia vai apelar da decisão, de acordo com a imprensa local.

A PanOptis, especializada em licenças de patentes, processou a Apple em fevereiro do ano passado, alegando que a empresa se negou a pagar pelo uso de tecnologias 4G LTE em seu smartphones, tablets e relógios.

"Os demandantes negociaram reiteradamente com a Apple para alcançar um acordo para uma licença FRAND que permita o uso dos portfólios de patentes dos demandantes, que a Apple está infringindo", afirma um documento do tribunal.

FRAND faz referência a termos que são "justos, razoáveis e não discriminatórios", o padrão da indústria para o uso de tecnologias.

"As negociações não tiveram sucesso porque a Apple se nega a pagar uma taxa FRAND pela licença dos demandantes", completa o documento.

A Apple argumentou sem sucesso que as patentes eram inválidas, de acordo com publicações legais.

"Processos como este por empresas que acumulam patentes simplesmente para assediar a indústria servem apenas para sufocar a inovação e prejudicar os consumidores", afirmou a Apple em um comunicado.

O caso é uma de várias demandas por violações de patentes apresentadas por empresas especializadas em licenças, que não fabricam nenhum produto mas têm direitos sobre certas tecnologias.

A justiça do Texas já decidiu duas vezes contra a Apple, que foi condenada a pagar centenas de milhões de dólares a VirnetX - outra empresa especializada em litígios por patentes.

Em seu site, a PanOptis oferece serviços para administrar as patentes dos clientes, permitindo que se concentrem na "inovação e novos desenvolvimentos".

Os CEOs do Facebook, Google, Amazon e Apple se defenderam nesta quarta-feira (29) durante uma audiência inédita com os quatro gigantes de tecnologia na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos.

Mark Zuckerberg, do Facebook; Sundar Pichai, do Google; Tim Cook, da Apple e Jeff Bezos, da Amazon, enfrentam uma série de questionamentos dos membros do Comitê do Judiciário da Câmera de Representantes sobre possíveis práticas de monopólio por partes da companhias.

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O interrogatório é realizado por videoconferência em decorrência da pandemia do novo coronavírus Sars-CoV-2. "Eles têm muito poder", afirmou o democrata David Cicilline, presidente do comitê antitruste, na abertura da sessão.

Segundo ele, "embora essas empresas dominantes ainda possam produzir novos produtos inovadores, seu domínio está matando os pequenos negócios, a manufatura e o dinamismo geral que são os motores da economia americana".

Todos os executivos tentam defender suas empresas, já que, desde junho, a subcomissão realiza audiências. O Facebook, por sua vez, é acusado pela concorrência de ter o monopólio nas redes sociais, depois de comprar o WhatsApp e o Instagram.

Já a Apple presta esclarecimento sobre o uso de sua loja de aplicativo para prejudicar rivais, enquanto a Alphabet, do Google, fala sobre o domínio do buscador em publicidades online. A Amazon, por sua vez, se defende por obter vantagem de sua função como varejista.

Juntas, as empresas representam US$5 trilhões da economia dos Estados Unidos.

Bezos -

Em suas observações iniciais, Bezos se concentrou no histórico de sua empresa em inovação, criação de empregos e clientes. No entanto, Cicilline pressionou o executivo por alegações de que sua empresa tem um conflito de interesses inerente com vendedores que usam seu mercado. Ele disse que uma empresa de roupas comparou o recebimento de um cheque da loja on-line a uma dose de "heroína da Amazon" - a ideia é que ser pago parecia bom a curto prazo, mas, no final das contas, a Amazon causaria a queda do vendedor ao lançar produtos rivais próprios.

"Não concordo totalmente com essa caracterização. Acho importante entender que temos uma política contra o uso de dados de vendedores individuais para competir com nossos produtos de marca própria", respondeu Bezos.

Zuckerberg -

No início do interrogatório, o CEO do Facebook alertou que a China está construindo sua "própria versão da internet focada em ideias muito diferentes e que está exportando sua visão para outros países".

Para ele, a indústria de tecnologia americana é uma maneira da nação compartilhar sua cultura com o restante do mundo.

Zuckerberg também ressaltou os valores fundamentais da companhia, mas disse que não há garantias de que eles vencerão à medida que a concorrência global aumenta.

"O Facebook representa um conjunto de princípios básicos, dando voz às pessoas e oportunidades econômicas, mantendo as pessoas seguras, sustentando tradições democráticas, como liberdade de expressão e voto e possibilitando um mercado aberto e competitivo", disse.

Além disso, ele respondeu perguntas sobre o boicote de anunciantes renomados, que realizaram protestos contra o tratamento de discursos de ódio e desinformação, além de rebater uma congressista que disse que o Facebook não estava preocupado em saber como foi impactado.

"É claro que nos importamos", disse ele. "Mas também não vamos definir nossas políticas de conteúdo por causa dos anunciantes. Acho que isso seria errado".

Por fim, Zuckerberg afirmou que "está bem documentado que o governo chinês rouba tecnologia de empresas americanas".

Pichai -

O presidente do comitê, David Cicilline, iniciou o interrogatório de Pichai, do Google, acusando a empresa de ter um "conflito de interesses" entre servir as informações públicas e seu próprio modelo de negócios, que vende anúncios e procura manter os usuários em seus próprios sites.

O executivo, por sua vez, respondeu que o Google precisa que seus usuários confiem na empresa e acrescentou que, para a grande maioria das consultas de pesquisa, não exibe nenhum anúncio.

Cook -

O CEO da Apple defendeu a comissão da empresa sobre os aplicativos dizendo que espera receber críticas dos 30% de redução de software vendidos por meio da App Store, principalmente porque não permitirá que aplicativos comerciais sejam instalados por outros meios em iPhones e iPads.

"Para a grande maioria dos aplicativos na App Store, os desenvolvedores mantêm 100% do dinheiro que ganham", disse Cook.

Segundo ele, "os únicos aplicativos sujeitos a comissão são aqueles em que o desenvolvedor adquire um cliente em um dispositivo Apple e onde os recursos ou serviços seriam experimentados e consumidos em um dispositivo Apple".

"Nos mais de 10 anos de história da App Store, nunca aumentamos a comissão ou adicionamos uma taxa única. Na verdade, a reduzimos para assinaturas e isentamos categorias adicionais de aplicativos".

Da Ansa

Imagine o desespero de  Ben Schofield, um marinheiro de 35 anos, quando seu novíssimo iPhone X caiu nas águas de um porto, na costa da cidade inglesa de Scarborough. O homem, estava trabalhando em um tipo de barco museu quando acidentalmente derrubou o aparelho. Na ocasião ele chegou a pedir que um amigo mergulhasse para tentar recuperar o celular, sem sucesso. 

Porém, sem querer desistir do smartphone, Ben resolveu esperar a maré baixar para tentar recuperá-lo novamente. Seis dias após a queda ele saiu em busca do aparelho e tal foi sua surpresa quando não apenas encontrou seu iPhone X coberto de lama, a cerca de 15 metros de profundidade,  como após  remover a lama e os resíduos da entrada lightning, percebeu que o celular ainda tinha 3% de carga.

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Depois de secar o aparelho, Ben conseguiu colocá-lo para carregar e continuou a usá-lo normalmente. O iPhone X tem certificação à prova d'água IP67, mas que garante apenas o funcionamento do smartphone após um período de até 30 minutos submerso a no máximo um metro de profundidade. Em resposta ao marinheiro a Apple supõe que a lama fixada na porta de carregamento tenha permitido que a água ficasse fora e, com isso, preservando a vida do celular.

A gigante da tecnologia Apple prometeu, nesta terça-feira (21), que todas as suas operações, incluindo processos de fabricação, serão neutras em carbono até 2030, mais um passo para combater as mudanças climáticas.

A empresa, cujas operações corporativas já são neutras em carbono, garantiu que o impacto climático de qualquer dispositivo vendido será nulo.

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A Apple disse que reduzirá as emissões em 75% até 2030 e que os 25% restantes serão compensados com "soluções inovadoras de eliminação de carbono".

Essas operações incluem investimentos em projetos para restaurar as savanas do Quênia e um manguezal na Colômbia, com o objetivo de eliminar, ou armazenar, carbono.

"As empresas têm uma grande oportunidade de ajudar a construir um futuro mais sustentável, nascido da nossa preocupação comum com o planeta que compartilhamos", disse o CEO da Apple, Tim Cook.

A gigante da tecnologia disse que mais de 70 fornecedores se comprometeram a usar 100% de energia renovável em sua produção para a Apple.

Usuários de iPhone acordaram na manhã desta sexta-feira (10) com uma série de problemas para acessar seus aplicativos favoritos. Nubank, Spotify, Pinterest, Waze e até o game Free Fire, apresentam um bug que não permite que sejam acessados nos dispositivos da Apple. O erro acontece apenas em aparelhos que rodam iOS.

No Twitter, várias pessoas relatam que tentaram instalar e desinstalar seus aplicativos, mas mesmo assim não conseguem acessá-los. No site DownDetector, que monitora o funcionamento dos principais aplicativos no mundo, os cinco apps aparecem como as principais ferramentas apresentando instabilidade no momento. 

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O motivo

As falhas começaram a ser relatadas por volta das seis da manhã e - na maioria dos aplicativos - foram ocasionadas por conta de uma falha do Facebook, que já começou a investigar o erro. O bug levou o Spotify e o Nubank aos assuntos mais comentados do Twitter, mas as empresas também não se pronunciaram sobre a falha. 

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Criar conteúdos em vídeo tem sido, cada vez mais, a atividade principal de quem posta bastante nas redes sociais. Com a popularização de aplicativos como o Tik Tok e até mesmo a chegada do recurso Reels, no Instagram, muita gente tem se dedicado mais a criação de um conteúdo criativo e animado. Mas como ninguém nasce 'tiktoker', um bom aplicativo de edição pode fazer a diferença na hora de postar um vídeo de qualidade. 

Seja qual for a plataforma que você escolher para divulgar seu conteúdo, confira abaixo alguns ótimos aplicativos gratuitos, para Android e iOS, que podem dar grandes ideias para suas próximas publicações.

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Inshot

Um dos queridinhos de quem começou a editar vídeos recentemente, o Inshot chama atenção por não complicar a vida do usuário. Com uma interface bem intuitiva, ele permite adicionar diversos recursos, que vão desde efeitos até legendas, emojis, músicas, além de cortes e recortes de vídeo. O aplicativo também permite focar em conteúdos voltados para o Instagram e já coloca as produções no formato ideal da rede social. Gratuito e disponível para Android e iOS.

Kinemaster

Outro app querido por quem usa o smartphone para editar é o Kinemaster. O aplicativo possui ferramentas voltadas tanto para profissionais quanto para quem está dando os primeiros passos na edição de vídeo. Além de poder adicionar camadas, imagens, texto e legendas, a ferramenta permite vários áudios no mesmo conteúdo, transições 3D, filtros de cores e a possibilidade de desenhar ou escrever no vídeo. Gratuito e disponível para Android e iOS.

Enlight Videoleap Editar Vídeo

Exclusivo para iOS, o aplicativo permite o uso de recursos de edição avançados e simples, permitindo combinar diferentes vídeos e imagens para criar exposições duplas, camadas, efeitos e até mesmo colocar fundo como em um chroma key.  É um app bem completo para quem quer se aventurar de forma criativa e explorar diferentes recursos para suas criações. 

Funimate 

Para quem quer fazer algo apenas para se divertir, sem grandes e complicadas edições, o Funimate pode ser o ideal. Além das ferramentas de edição de vídeo encontradas nos aplicativos que já mencionamos, o app também permite sincronização labial (lipstick), vídeos em câmera lenta e muito mais. Disponível gratuitamente para Android e iOS.

iMovie 

Um dos queridinhos de quem tem usa os dispositivos da Apple o iMovie é exclusivo para aparelhos da maçã. Ele funciona em iPhones, iPads e pode transferir arquivos com facilidade até mesmo para o iPod Touch. Por ser um app da própria Apple, o iMovie vem com uma série de funcionalidades mais específicas, além da possibilidade de armazenamento em nuvem e compatibilidade com modelos antigos de smartphones da maçã. Gratuito e apenas para iOS.

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