Tópicos | Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai promover a partir desta quarta-feira (11) até a próxima sexta (13) a Semana de Biociências e Biotecnologia em Saúde: Ciência a Serviço da Sociedade. O intuito é mostrar aos universitários de ciências biológicas e área de saúde possibilidades de pesquisas ligadas à área de saúde.

Haverá discussão de temas como células-tronco, doenças negligenciadas e autoimunes, além de regulação gênica, vacinas e dengue. O evento, organizado por alunos de Programa de Pós-graduação em Biociências e Biotecnologia em Saúde da Fiocruz, terá dentro da programação quatro minicursos, são eles de Caracterização da resistência em insetos vetores, Introdução à biologia molecular, Introdução à citometria de fluxo e Técnicas imunológicas.  

##RECOMENDA##

A Fiocruz fica localizada na Avenida Professor Moraes Rego, Cidade Universitária, na Zona Oeste do Recife. Outras informações podem ser obtidas através do site.

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão autorizou, nesta quarta-feira (4), a realização de concurso pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A informação foi publicada no Diário Oficial da União e prevê a seleção de 400 profissionais. 

As oportunidades são para os cargos de Especialista em CT Produção e Inovação em Saúde Pública (35), Pesquisador em Saúde Pública - assistente (169), Tecnologista em Saúde Pública (113), Analista de Gestão em Saúde Pública (8) e Técnico em Saúde Pública (75). 

##RECOMENDA##

Os candidatos selecionados deverão substituir trabalhores terceirizados que atuam na Fiocruz. 

O 2° debate sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) com o tema “O desafio da universalidade do SUS: Como responder a necessidade de profissionais”, é promovido pelo Departamento de Saúde Coletiva (Nesc) da Fiocruz Pernambuco. O encontro será aberto ao público e começa as 08h30, no auditório da FrioCruz, no Campus da UFPE,  nesta quarta-feira (2). O debate é uma comemoração aos 25 anos do SUS.

Serão os palestrantes: o pesquisador da Fiocruz Pernambuco, Pedro Miguel, a presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Pernambuco (Cosems/PE), Ana Cláudia Callou; o consultor do Ministério da Saúde, Carlos Eduardo Melo, da Coordenação Nacional/Mais Médicos-Provab e os professores Paulo Santana, da Universidade Federal de Pernambuco/Campus Vitória e Rodrigo Cariri, da UFPE/Campus Caruaru.

##RECOMENDA##

Estão abertas, a partir desta segunda-feira (30), as inscrições para os cursos de mestrado e doutorado da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Pernambuco. O Programa de Pós-Graduação em Biociências e Biotecnologia em Saúde, que visa formar docentes para o ensino superior e pesquisadores para áreas de parasitologia, imunologia, microbiologia, e biologia celular e molecular, oferece 15 vagas para o mestrado acadêmico e 10 vagas para o doutorado. 

Os interessados podem se candidatar até 14 de outubro no site da Fiocruz. Outras informações podem ser obtidas no edital ou por meio do telefone (81) 2101-2625. 

##RECOMENDA##

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Pernambuco divulgou nesta terça (24) as chamadas públicas de seleção para os cursos de mestrado e doutorado dos Programas de Pós-Graduação. As inscrições para o processo seletivo começam no dia 30 de setembro e seguem até o dia 14 de outubro. 

O Programa de Pós-Graduação em Biociências e Biotecnologia em Saúde, que visa formar docentes para o ensino superior e pesquisadores para áreas de parasitologia, imunologia, microbiologia, e biologia celular e molecular, vai oferecer 15 vagas para o mestrado acadêmico e 10 vagas para o doutorado. Já o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública tem por objetivo formar formar docentes e pesquisadores para atuarem nas áreas de "Epidemioogia e Controle de Agravos à Saúde" e "Políticas de Saúde". Serão oferecidas 15 vagas no mestrado acadêmico e 10 vagas no doutorado. 

##RECOMENDA##

Mais informações podem ser obtidas através do telefone (81) 2101-2625. 

Na próxima terça-feira (10), O Departamento de Saúde Coletiva (Nesc) da Fiocruz Pernambuco promove uma reunião científica extraordinária sobre o tema “Uso do inglês para trabalhos acadêmicos”. A palestra será proferida por Julia Margaret Mortimer, PHD em literatura inglesa e medicina, da London School of Hygiene and Medicine. 

O encontro é aberto ao público e será realizado às 9h, na sala de aula 1, no 3º andar do Nesc. A Fiocruz fica localizada na Avenida Professor Moraes Rego, no bairro de Cidade Universitária, em Recife. 

##RECOMENDA##

Pesquisas brasileiras na área de saúde ganham, nesta terça-feira (21), o portal Lógicos para reforçar a divulgação dos trabalhos. O objetivo é dar mais visibilidade à produção científica relacionada à saúde a partir de uma proposta multimídia, com a publicação de matérias e entrevistas em diversos formatos – áudio, vídeo e textos – que poderão ser compartilhados de forma gratuita. O portal será lançado às 15h, no auditório interno da Fiocruz Brasília.

Mais de 3 mil projetos de pesquisa, financiados pelo Ministério da Saúde, estarão disponíveis para consulta no Pesquisa Saúde, ferramenta eletrônica desenvolvida pela pasta, que permite ao usuário encontrar informações relacionadas aos trabalhos científicos ou temas de interesse, a partir de diversos critérios de busca: número de projetos e recursos investidos por ano, região, modalidade de fomento, edital, instituição, entre outros.

##RECOMENDA##

O Lógicos tem informações sobre projetos de pesquisa apoiados pelo Ministério da Saúde desde 2002, com a colaboração do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Agência Brasileira de Inovação (Finep), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), de fundações de Amparo à Pesquisa, secretarias estaduais de Saúde e de Ciência e Tecnologia.

Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz, da Fiocruz, desenvolveram um teste para diagnóstico de hepatite C mais simples e mais eficaz que o atual. Bastam três gotas de sangue e um papel filtro para coletar a amostra. Além disso, o teste é capaz de detectar a presença da proteína do vírus e de anticorpos - e não apenas dos anticorpos, como ocorre no teste tradicional.

O estudo que confirma a eficácia dessa técnica acaba de ser publicado no Journal of Medical Virology. Segundo a pesquisadora Lívia Melo Villar, do Laboratório de Hepatites Virais do Instituto Oswaldo Cruz, a nova técnica tem sensibilidade superior a 90% - o que é considerado muito bom para exames imunoenzimáticos - e, além disso, reduz o tempo da janela imunológica de 66 dias para cerca de 40 dias.

##RECOMENDA##

Isso significa que o teste atual só consegue detectar a presença de anticorpos 66 dias depois de a pessoa ter contato com o vírus. Com esse exame, será possível confirmar o diagnóstico 26 dias antes - já que será possível analisar a presença do vírus e não apenas os anticorpos.

No estudo recém-publicado, os pesquisadores compararam a eficácia do teste com o Elisa - considerado padrão ouro, mas que não detecta a presença do vírus. Ao todo, participaram 386 pessoas com idade média de 40 anos. A próxima etapa, segundo Lívia, é reproduzir o teste em maior escala, em todo o País, para avaliar se os resultados se repetem.

Além de detectar a presença da proteína do vírus, uma outra vantagem dessa técnica em comparação com o teste atual é que o uso de agulhas, seringas e a refrigeração das amostras de sangue a - 20ºC ficam dispensados. Também não é mais necessário ter um técnico especializado na coleta de sangue venoso, já que a amostra é coletada por meio de um furinho no dedo.

Segundo Lívia, o novo teste é uma adaptação de uma técnica que havia sido desenvolvida para detectar hepatite B. "Procuramos aproveitar técnicas e materiais que já estão em uso na rede pública de saúde para criar uma abordagem mais barata e simples de detecção de anticorpos e do antígeno", explica.

Além disso, diz Lívia, havia também o problema com a coleta e o transporte de amostras de sangue em populações que moram em regiões muito afastadas. "Muitas vezes essas amostras chegavam ao laboratório em condições inadequadas, em temperatura ambiente, o que prejudicava a análise e o resultado", diz.

Sangue

Na técnica desenvolvida por Lívia, a amostra de sangue seco passa por um processo de diluição para que o sangue seja retirado do papel de filtro e submetido à análise. As amostras podem ser enviadas pelos Correios e ficar armazenadas por até 15 dias em temperatura ambiente sem queda na qualidade dos resultados.

"Sem precisar de um profissional da saúde especializado, nem de refrigeração, nem de gelo seco para o transporte certamente fará custo da técnica cair", diz.

Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, diz que tudo o que existe para simplificar e agilizar o diagnóstico da hepatite C é bem-vindo. "A tecnologia do uso do papel filtro já existia e foi adaptada. A grande novidade desse teste é conseguir analisar a presença do antígeno", diz Greco.

A metodologia ainda não está disponível no mercado porque ainda precisa ser testada em mais pessoas, em todas as regiões do País para confirmar a sua eficácia em diferentes populações. Mas, segundo Greco, se for confirmada a sua eficácia, a tendência é que ele seja adotado como padrão e como rotina em toda a rede pública. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Ministério da Saúde oficializou nesta sexta-feira (30) um convênio para a transferência de tecnologia de fabricação de medicamentos contra a aids no País. Nos próximos cinco anos, técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Farmanguinhos, laboratório farmacêutico da fundação, desenvolverão o Sulfato de Atazanavir, um dos principais remédios do tratamento contra o HIV, utilizado por cerca de 45 mil pacientes - cerca de 20% do total de pessoas em tratamento.

Com a fabricação nacional, o governo espera economizar cerca de R$ 385 milhões ao fim da parceria com o laboratório americano que detém a patente do remédio. A parceria foi firmada na sede da Fiocruz, no Rio, na manhã desta sexta, véspera do Dia Mundial de Luta contra a Aids. O governo estima gastar, anualmente, cerca de R$ 87 milhões na compra dos medicamentos.

##RECOMENDA##

Pelo acordo firmado, já em 2013 o medicamento será distribuído com rótulo brasileiro e os técnicos receberão treinamento no laboratório americano para o desenvolvimento do produto em Farmanguinhos. A produção 100% nacional só deve acontecer em 2017 - quando a patente do produto perderá a validade. Com o novo produto, já são 11 remédios produzidos no País entre os 20 medicamentos oferecidos pelo governo aos portadores de HIV.

Presente no anúncio, o ministro da saúde Alexandre Padilha afirmou que a garantia de acesso universal ao tratamento, que abrange 217 mil brasileiros, só é sustentável "se cada vez mais tivermos tecnologia brasileira, com parceria público-privada, gerando inovação tecnológica e conhecimento para o Brasil".

A Parceria de Desenvolvimento Produtivo, como foi chamado o acordo, determina que o laboratório americano detentor da patente do Atazanavir se encarregará de transmitir a tecnologia de todas as etapas de fabricação do remédio - inclusive da matéria prima. Já em 2015, ao menos 50% do medicamento distribuído pelo Ministério da Saúde será produzido no País. Farmanguinhos se comprometeu a oferecer o medicamento com economia de 5% ao ano no preço final.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) - Pernambuco abriu inscrições, apenas pelo site, para a seleção dos programas de pós-graduação.  Os estudantes interessados no mestrado e no doutorado em saúde pública podem se inscrever até o dia 19 de outubro. Já para o mestrado e doutorado em biociências e biotecnologia em saúde, as inscrições encerram dia 15 de outubro.

Serão 50 vagas divididas entre os quatro cursos. Os mestrados acadêmicos em saúde pública e em biociências e biotecnologia em saúde ficarão com 15 vagas cada. Os doutorados em saúde pública e em biociências e biotecnologia em saúde ficam com dez vagas cada.

##RECOMENDA##

O resultado dos selecionados será divulgado no dia 14 de dezembro. As aulas acontecerão na sede da Fiocruz, na Avenida Professor Moraes Rego, s/n, Campus da UFPE, Cidade Universitária, no Recife.

As seleções serão diferentes para cada curso. Os candidatos ao mestrado farão uma prova de inglês; prova de conhecimento específico; entrevista e análise de currículo. Já os inscritos para o doutorado passarão por uma prova de inglês, análise de anteprojeto; entrevista e análise de currículo. Os inscritos em biociências e biotecnologia em saúde ainda farão apresentação oral do projeto que será submetido à análise. Outras informações pelos telefones (81) 2101-2500 / 2101-2600.

Os servidores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entraram em greve nesta segunda. Eles reivindicam a reabertura das negociações para reajuste salarial e valorização da categoria com o governo. A paralisação não afeta serviços essenciais, como o atendimento médico nos institutos Fernandes Figueira e de Pesquisa Evandro Chagas. Também está mantida a produção de vacinas e medicamentos.

De acordo com os servidores, o governo ficou de apresentar proposta de reestruturação da carreira até março. Nova data foi marcada para 31 de julho. "Nada aconteceu. Não tem nenhuma proposta na mesa. Temos responsabilidade, compromisso social e não vamos afetar serviços essenciais, mas para entrar no orçamento do ano que vem, o reajuste tem de estar previsto no orçamento, que fecha em 31 de agosto. Nosso tempo é muito curto", afirmou o presidente da Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Oswaldo Cruz (Asfoc), Paulo Garrido.

##RECOMENDA##

No sábado, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebeu uma comissão de funcionários na Fiocruz e recebeu as reivindicações. Segundo Garrido, os 5 mil funcionários da fundação estão sem reajuste desde 2009, com desvalorização de salários de 20%.

Os servidores pedem política de reposição da inflação, incorporação das gratificações, reajuste dos benefícios, entre outras reivindicações. Na semana passada, médicos do IFF trabalharam com jalecos pretos, em sinal de protesto. Nesta terça, está prevista uma manifestação na passarela 6 da Avenida Brasil, em frente à Fiocruz.

Funcionários da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) paralisaram as atividades a partir desta segunda-feira (6). O presidente do sindicato nacional, Paulo Garrido, vem ao Recife nesta terça-feira (07) e se reúne em assembleia com a categoria. A reunião será realizada na sede da Fiocruz que fica no Campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a partir das 13h. Os trabalhadores cobram reajuste conforme a reposição da inflação de 22,08%, além da implantação do Plano Próprio da Fiocruz que foi proposto pelo Governo Federal, em 2006.

No Recife, estão suspensas aulas do mestrado, doutorado e residência ministradas pela fundação, além do funcionamento da biblioteca. No entanto, a assistência a pacientes com filariose e as pesquisas em andamento continuam, segundo o diretor do sindicato em Pernambuco, Sidney Feitosa. A greve permanecerá pelo menos até o dia 13, dia sinalizado pelo Ministério do Planejamento para a apresentação de uma proposta referente à pauta da categoria. Neste mesmo dia, uma nova assembleia está marcada para decidir os rumos da greve.

##RECOMENDA##

Vinculada ao Ministério da Saúde, a Fiocruz está instalada em dez estados e tem um escritório em Maputo, capital de Moçambique, na África. Ao todo, são 16 unidades técnico-científicas, voltadas para ensino, pesquisa, inovação, assistência, desenvolvimento tecnológico e extensão no âmbito da saúde. A fundação produz vacinas, medicamentos à base de plantas, métodos de diagnóstico e monitoramento da saúde do trabalhador, e atua no aumento do número de patentes brasileiras e aprimoramento do sistema de saúde nacional. Em Pernambuco, a Fiocruz atua desde 1950 e conta atualmente com 350 funcionários.

 

 

Os trabalhadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira (06). A paralisação se dá até a apresentação de uma proposta concreta do governo em resposta às reivindicações da categoria que foram apresentadas em maio deste ano.

Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz (Asfoc-PE), Sidney Feitosa, o último acordo feito pelo governo foi em 2008/2009. Os trabalhadores cobram reajuste conforme a reposição da inflação de 22,08%, além da implantação do Plano Próprio da Fiocruz que foi proposto pelo Governo Federal, em 2006. Através do plano, os trabalhadores com diferentes tipos de pós-graduações, – especialização, mestrado ou doutorado-, receberiam um percentual a mais no salário.

##RECOMENDA##

A categoria planeja algumas mobilizações para marcar a greve, entre elas, uma campanha de doação de sangue, o envio de mensagens para a Casa Civil, os ministérios da Saúde e do Planejamento, uma feira apresentando as atividades que a Fiocruz presta à sociedade. “A gente não quer prejudicar a população atrapalhando o trânsito ou coisas do tipo. Vamos manter os serviços essenciais e as pesquisas que estão em andamento,” esclareceu o diretor da Asfoc-PE.

Os servidores também cobram concurso público para preencher as vagas dos trabalhadores que estão se aposentando para evitar que os cargos sejam ocupados por terceirizados. Em Pernambuco, a Fiocruz desenvolve um trabalho de pesquisa e de ensino em diversos campos da saúde pública, atuando na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A entidade surgiu em 1950 e atualmente com 350 funcionários.

Esta é a última semana para professores e alunos de todo o Brasil inscreverem trabalhos na 6ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente / Fiocruz. A OBSMA, projeto educativo criado em 2001 pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), recebe inscrições até a próxima segunda-feira (2 de julho).

Antes as inscrições iriam até 12 de junho, mas as coordenações da OBSMA decidiram aumentar o prazo de recepção de trabalhos, para ajustar-se ao calendário escolar e respeitar o término do primeiro semestre letivo. “Além disso, junho é um mês muito importante para as questões ambientais, já que o dia mundial do meio ambiente, 5 de junho, normalmente resulta em muitos trabalhos desenvolvidos em sala de aula”, explica Páulea Zaquini, coordenadora da Regional Sudeste da OBSMA. “E neste ano, especificamente, temos a importância da Rio+20 e as reflexões que estão sendo levantadas antes, durante e depois do evento”, complementa.

##RECOMENDA##

Para participar, os professores devem acessar o site da olimpíada e inscrever os trabalhos realizados com seus alunos. A Olimpíada tem abrangência nacional e a cada dois anos recebe, avalia e divulga atividades desenvolvidas por professores e alunos em sala de aula. A OBSMA contempla os projetos realizados por alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do 1º ao 4º ano do Ensino Médio – incluindo os ensinos profissionalizante e de jovens e adultos (EJA) – nas modalidades Produção Audiovisual, Produção de Texto e Projeto de Ciências.

A OBSMA busca incentivar a realização de trabalhos que contribuam para a melhoria das condições ambientais e de saúde no Brasil, além de possibilitar que o conhecimento científico se torne próximo do cotidiano escolar e que as atividades pedagógicas de professores e escolas ganhem visibilidade.

Terminam no dia 2 de julho as inscrições para a 6ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (OBSMA). Para participar, os professores devem acessar o site do evento e inscrever os trabalhos realizados com seus alunos na temática da olimpíada.

O projeto educativo, criado em 2001 pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), conta com três modalidades: audiovisual, texto e projeto de ciências, disponíveis para estudantes de ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, e para alunos de ensino médio – incluindo os ensinos profissionalizante e de jovens e adultos (EJA).

##RECOMENDA##

A iniciativa busca incentivar a realização de trabalhos que contribuam para a melhoria das condições ambientais e de saúde no Brasil, além de possibilitar que o conhecimento científico se torne próximo do cotidiano escolar e que as atividades pedagógicas de professores e escolas ganhem visibilidade.

A Fiocruz Pernambuco coordena a Regional Nordeste I das Olimpíadas, que abrange os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que comemora sexta-feira 112 anos, vai construir a primeira fábrica de vacinas fora do Rio de Janeiro. A nova instalação ficará no Ceará, no município de Eusébio, na Grande Fortaleza. Entres os imunizantes que produzirá, está o de febre amarela por uma nova tecnologia que dispensa o uso do vírus atenuado - será a primeira vacina do mundo produzida a partir de uma planta. A nova fábrica faz parte de um programa de expansão da Fiocruz e prevê a construção de outras três unidades, em Rondônia, Mato Grosso do Sul e Piauí.

"A Fiocruz quer repensar o seu programa nacional. Há vazios da presença da ciência, tecnologia, de temas importantes da saúde em algumas regiões do Brasil. Queremos tornar esses temas mais presentes em todo o País", afirmou o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha. As unidades do Ceará, Mato Grosso do Sul e Rondônia serão licitadas este ano e a previsão é de que fiquem prontas em dois anos. Mas os núcleos da Fiocruz já estão instalados.

##RECOMENDA##

No Ceará, a fábrica será instalada no Polo Industrial Tecnológico da Saúde, em Eusébio. Em janeiro, a Fiocruz já havia anunciado o acordo de transferência de tecnologia com o Centro Frauhofer para Biotecnologia Molecular para a fabricação da vacina de febre amarela a partir de uma plataforma vegetal, sem o vírus atenuado. O novo imunizante é mais seguro, com baixo índice de reações e efeitos adversos. A previsão é de que esta nova vacina seja produzida na fábrica de Eusébio. A Fiocruz produz hoje 24 milhões de doses da vacina de febre amarela, dos quais exporta 3,7 milhões para 70 países.

No total, a fundação produz 140 milhões de doses de oito vacinas diferentes. Há 25 projetos de pesquisa em andamento para o desenvolvimento de sete vacinas bacterianas, seis vacinas virais, entre elas contra os quatro sorotipos da dengue, desenvolvida em parceria com o laboratório GSK, sete novos reagentes e cinco biofármacos.

Em Rondônia, o núcleo regional da Fiocruz trabalha no estudo de impacto na saúde da instalação das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio. "Junto com o estudo tem a ideia de intervenções que possam mitigar problemas como a malária e outras doenças que podem vir decorrentes não só do impacto ambiental como da forte migração interna que esses projetos acarretam", afirma Gadelha.

De acordo com o presidente, a abertura de novos polos permite dar mais visibilidade à produção científica no interior do País. "Estamos repensando a relação entre regional e nacional, há um acúmulo de experiência que existem nessas regiões e que não adquiria visibilidade nacional". A Fiocruz já tem instalações na Bahia, em Minas Gerais, Pernambuco e no Amazonas. Na sexta-feira, a fundação vai lançar o Livro Saúde no Brasil em 2030, que faz um diagnóstico e traça diretrizes para o Sistema Único de Saúde (SUS).

No próximo dia 4 de maio, o professor alemão Daniel Schober, da Universidade de Freiburg, na Alemanha, estará presente no Centro de Informática da UFPE, a convite do projeto “Ontologias para doenças tropicais negligenciadas” (NTDO).

O intuito da vinda do pesquisador ao Brasil é dar andamento à plataforma online que serve como apoio para a elaboração de propostas de políticas públicas voltadas à saúde. No Brasil esse sistema pode ser muito útil, visto que no país existem muitas doenças consideradas negligenciáveis, de acordo com as especificações da Organização Mundial de Saúde (WHO).

##RECOMENDA##

A WHO denomina como doenças negligenciáveis aquelas infecções ligadas às precárias condições de vida. Um exemplo disso é a dengue, que mata de 500 mil a 1 milhão de cidadãos por ano. E com a parceria entre o CIn, o Instituto de Pesquisa Aggeu Magalhães (FIOCRUZ) e a Universidade de Freiburg na Alemanha, financiadas pela agência espacial alemã DLR (Deutsche Luft- und Raumfahrt), foi possível dar prosseguimento ao projeto que iniciou suas pesquisas desde 2008.

Esse projeto é diferenciado por atuar em uma área pouco explorada e, sequer, observada, mas pode auxiliar e abrir campo inclusive na informática médica. A plataforma foi construída com dados de saúde pública e também com a confirmação semântica dessas informações com a descrição das doenças contidas nas ontologias.

O Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães (CPqAM), ligado à Fundação Oswaldo Cruz, está oferecendo 20 vagas de mestrado profissional nas áreas de ciência e tecnologia, avaliação de serviços, programas de saúde e gestão de vigilância. Ao todo serão 11 módulos semanais em dois anos de duração de curso, e mais seis módulos em seguida, todos presenciais. A sede do CPqAM fica localizada no campus da Universidade Federal de Pernambuco, na Avenida Professor Moraes Rego, 1235, Cidade Universitária.

O processo seletivo será dividido em três etapas: a primeira prova, de inglês, será no dia 13 de abril e é eliminatória; a segunda, de conhecimentos específicos, será no dia 24 de abril, cuja nota mínima é de 6 (seis) pontos; e a última etapa será realizada após o resultado final (previsto para o dia 2 de maio), com uma análise curricular marcada para os dias 9, 10 e 11 de maio.

##RECOMENDA##

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 deste mês no site da CPqAM/Fiocruz, com o preenchimento de formulário, que deve ser impresso, assinado e entregue junto aos documentos necessários pessoalmente ou pelos correios, das 9h às 11h e das 14h às 16h, na Secretária Acadêmica (CPqAM). A lista dos aprovados está prevista para o dia 14 de maio.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai entrevistar 24 mil mulheres que tiveram bebê recentemente (pós-parto) para descobrir o porquê da preferência de muitas brasileiras pela cesariana. Dados do Ministério da Saúde indicam que, em 2010, 52% dos partos no país foram cirúrgicos. Na rede privada, o índice chega a 82% e na rede pública, a 37%.

A pesquisa vai verificar com a mãe qual foi a indicação médica para o tipo de parto, onde foi feito o pré-natal e se o profissional que acompanhou a gestação foi o mesmo que realizou o parto. No caso de mulheres que passaram por cesariana, será perguntado o motivo da escolha.

Doula há cinco anos, Rachel Bessa oferece apoio a mulheres grávidas para alcançar o bem-estar físico e emocional durante a gestação e o parto. Ela explicou que o parto normal é um ato de respeito ao próprio corpo feminino, enquanto a cesariana exige um procedimento cirúrgico com riscos, como a hemorragia interna.

Outra desvantagem, segundo Rachel, é que, após a cesariana, a mãe não pode ficar junto com a criança imediatamente porque precisa se recuperar da cirurgia – mesmo que o bebê necessite desse primeiro contato já que, por meio dessa aproximação, é possível, por exemplo, controlar a temperatura corporal.

“Além disso, durante o parto normal, acontece uma compressão natural no peito da criança. Com isso, todo o resquício de líquido, próprio da gestação e que pode estar dentro da criança, é limpo. É um processo natural. No caso da cesárea, é usada uma sonda para a retirada desses líquidos.”

Lais Ignácio, 25 anos, é nutricionista e está grávida do primeiro filho. “Pretendo ter parto normal, mas vai depender da situação na hora”, disse. Apesar do receio da dor, ela explicou que prefere parto normal porque a recuperação é mais simples. “O corpo feminino foi preparado para isso”, completou.

Catiana Ferreira, 29 anos, trabalhadora doméstica, compartilha o sentimento de ansiedade. Grávida do primeiro filho e já no oitavo mês de gestação, ela disse que ainda não recebeu uma indicação médica sobre que tipo de parto optar. “Quero parto normal, porque é mais rápido e recupera logo. Assim, não necessito de muito repouso já que preciso voltar a trabalhar.”

Já Maria de Fátima Oliveira, 36 anos, fará uma cesariana, mesmo preferindo o parto normal. A empregada doméstica está grávida do primeiro filho, mas tem um mioma que pode complicar o procedimento. “Se não fosse esse problema, faria o [parto] normal, porque a recuperação é mais rápida e mais saudável”, disse.

De acordo com o Ministério da Saúde, as chamadas cesáreas eletivas são as que mais representam risco. Nesse tipo de procedimento, a mãe agenda o dia e o bebê nasce sem que a mulher entre em trabalho de parto, o que pode causar problemas de saúde, sobretudo respiratórios, na criança.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando