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O CEO da TIM Brasil, Pietro Labriola, disse que a companhia avalia a possibilidade de atuar com serviços financeiros, transformando o plano pré-pago em cartões de débito.

A ideia seria a de monetizar a base de clientes, usando o crédito da recarga dos planos pré-pagos para aquisição de produtos e serviços, como um cartão de débito. "No futuro, eu gostaria de transformar o pré-pago no cartão de débito. Não estamos falando de pessoas da classe A-B que sacam R$ 10 mil, mas de pessoas que sacam volumes menores", informou Labriola.

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"Estamos avaliando os modelos de negócio e algumas parcerias", anunciou o executivo, em um encontro com a imprensa em São Paulo, na quinta-feira (5). "Estamos trabalhando para oferecer nossos serviços básicos, que mantêm a TIM Brasil, mas também estamos olhando outras oportunidades", esclareceu o CEO, afirmando que os detalhes devem ser apresentados em 11 de março, quando a empresa apresentará seu novo plano estratégico de negócios, em Milão.

O executivo também disse que as empresas do setor deveriam deixar de competir entre si e entender que a concorrência, na verdade, é "a cerveja, o cigarro" e outros gastos pequenos da rotina dos clientes.

Segundo ele, os clientes brasileiros são usuários ativos de dados de celulares, o que representa uma "oportunidade muito grande" para o setor. "Se você quer dados, gigas a mais, precisa pagar por isso. Não posso oferecer o mesmo preço para sempre", ressaltou. "Há quatro anos, o consumo médio de internet móvel do brasileiro era de 150 megabytes. Hoje, no pré-pago passa de 2 gigabytes. E o preço é o mesmo", disse.

Segundo Labriola, outro serviço que deveria ter sua tarifa revisada é o de SMS. "Qual é o serviço mais antigo em um celular? O SMS. Ele é usado hoje em dia para certificações de aplicativos, bancos... é a única modalidade para certificar se você é você mesmo. É barato, mas tem que mudar isso. É um modelo velho de negócio", disse.    

Compra da Oi

Labriola também confirmou que a TIM Brasil vai considerar comprar a unidade móvel da Oi caso seja colocada à venda. "Se uma frequência está à disposição, você tem que avaliar. Há cinco anos atrás, ninguém falava em comprar só o móvel", disse.

As declarações foram feitas alguns dias depois que o vice-presidente de operações da Oi, Rodrigo Abreu, que é ex-CEO da TIM Brasil, confirmou a contratação de consultores financeiros para avaliar a unidade móvel.

Da Ansa

A TIM anunciou o lançamento do plano TIM Pré TOP. Com a nova oferta, o consumidor terá navegação ilimitada no WhatsApp, Facebook, Twitter e Messenger, ligações ilimitadas para qualquer operadora do Brasil e pacote de internet para usar como quiser. 

Além disso, o cliente tem direito a serviço de SMS (ilimitado para TIM e 100 para outras operadoras) e acesso a plataforma de empregos da empresa. O pacote de internet e a validade da oferta variam de acordo com o valor da recarga. Com R$ 20, o cliente terá redes sociais ilimitadas por 14 dias e mais 2 GB de dados móveis. 

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Os atuais consumidores da base pré-paga já podem solicitar a migração do plano, enviando TOP para 4141. Os novos clientes devem apenas ativar o TIM Chip que terão o TIM Pré TOP ativado automaticamente.

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A TIM anunciou que suas ofertas semanais de 1 GB (R$ 9,99 por sete dias) e 1,5 GB (R$ 14,99 por sete dias) incluirão ligações ilimitadas para qualquer operadora. Dessa forma, os usuários podem realizar chamadas para números de todo o Brasil sem qualquer mudança no preço e nos demais benefícios.

A inclusão das chamadas ilimitadas é automática para os atuais clientes, segundo a operadora. Consumidores que quiserem aderir às ofertas podem contratar pelo aplicativo MEU TIM, pelo site www.tim.com.br/pre, ligando *222 ou nas lojas da operadora.

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Além das ligações ilimitadas, os planos também oferecem mensagens e ligações ilimitadas no WhatsApp e Facebook Messenger sem descontar da franquia de internet. Os clientes usufruem desse benefício mesmo após o término do seu pacote de dados.

Aqueles que tiverem créditos suficientes em recarga para renovar as ofertas a cada sete dias ganham bônus de dados e podem ser contemplados com até 1 GB adicional. A TIM explica que os novos benefícios foram criados para atender a necessidade dos clientes que ainda tem a necessidade de realizar ligações, apesar da disseminação de aplicativos como o WhatsApp.

“Em recentes pesquisas que fizemos, identificamos um grande público que, além de usar muito os aplicativos que já oferecemos de forma ilimitada, ainda tem a necessidade de ligar para seus contatos de outras operadoras. Sendo assim, incluímos esse benefício nas ofertas semanais, sem qualquer aumento de custo para o cliente final”, explica o head de marketing consumer da operadora, Renato Ciuchini.

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A TIM está enviando mensagens aos seus clientes informando que o preço do pré-pago mensal TIM Beta vai subir a partir de agosto. O plano, que garante até 20 GB de internet e 2 mil minutos para qualquer operadora, estava sem reajuste há pelo menos dois anos e passará de R$ 50 para R$ 55.

A mudança começa a valer a partir do dia 1º de agosto, e os clientes já estão sendo avisados por e-mail, SMS e redes sociais. Quem não migrar para a modalidade diária ou semanal do plano, será automaticamente incluído na oferta mensal de R$ 55, informou a TIM.

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Apesar do aumento, pouca coisa foi alterada nos benefícios oferecidos na modalidade mensal. A diferença é que a oferta agora oferece acesso ao TIM Protect Backup com 15 GB, serviço que funciona como uma cópia de segurança das informações do cliente. Antes, o armazenamento era de 10 GB.

A operadora, porém, não oferece a opção de recarga de R$ 55. Para evitar que o cliente precise realizar dois pagamentos de créditos, a TIM lançou uma nova opção com valor de R$ 60 - a validade continua sendo de 180 dias. 

O TIM Beta requer convite e depende de um sistema de pontuação que possibilita ao consumidor se manter dentro do programa. A nova tabela de valores do TIM Beta está disponível aqui.

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O Uber começou a permitir na quinta-feira (14) que usuários brasileiros do aplicativo usem créditos pré-pagos para pagar pelas corridas no aplicativo. A lógica é a mesma do celular pré-pago: a pessoa vai até um dos 250 mil pontos de recarga, faz um pagamento entre R$ 25 e R$ 200 e a máquina gera um código, que o usuário deve cadastrar no serviço.

O Brasil é o único País em que o Uber vai oferecer essa modalidade de pagamento por ora, beneficiando-se da popularidade dos celulares pré-pagos - hoje, eles são mais de 60% das linhas móveis ativas no Brasil, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

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A empresa americana tenta atrair pessoas que não têm cartão de crédito. De acordo com dados divulgados nesta semana pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), só 28% dos consumidores brasileiros fazem uso de cartões de crédito no País.

Ampliar as opções de pagamento se tornou mais importante para o Uber à medida que a empresa acelerou sua expansão nas regiões metropolitanas das grandes cidades. "O Brasil é o segundo maior mercado para o Uber no mundo em número de corridas", disse Barney Harford, diretor global de operações do Uber, em entrevista ao jornal o Estado de S. Paulo. "Queremos oferecer o maior número de opções de pagamento possível, e os créditos permitem que as pessoas não precisem carregar dinheiro com elas."

Estimulando as pessoas a manter o dinheiro dentro do aplicativo, e não no bolso, o Uber também poderá resolver outro problema: a segurança.

Em diversas conversas com a reportagem, motoristas que dirigem pelo aplicativo dizem sentir medo de circular com o dinheiro das corridas pelas ruas da cidade, onde estão sujeitos à assaltos.

Segundo o Uber, os créditos pré-pagos poderão ser usados tanto para pagar corridas no aplicativo de carona quanto para pagar por refeições encomendadas por meio do aplicativo de delivery de comida Uber Eats no País - hoje, o serviço é oferecido em apenas cinco cidades.

Para adicionar os créditos do Uber no celular, basta abrir o aplicativo, tocar em Menu, abrir a seção Pagamentos, depois Adicionar forma de pagamento e, então, Uber Pré-Pago. O aplicativo abrirá um campo para que o usuário possa digitar o código recebido no ponto de venda após o pagamento pelo valor desejado em créditos. Conforme o usuário utilizar o valor em corridas, o crédito disponível é abatido do total cadastrado no aplicativo.

A recarga não é a primeira iniciativa da companhia no segmento de pré-pagos. No fim de 2017, o Uber passou a vender cartões pré-pagos em lojas de varejo, o que permitia aos usuários comprarem créditos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A TIM anunciou nesta quinta-feira (18) o lançamento de três novas ofertas para consumidores que precisam ligar bastante com um valor fixo. A opção mais barata, de R$ 9,99, engloba chamadas ilimitadas entre celulares TIM. Segundo a operadora, os pacotes se renovam automaticamente a cada 30 dias.

A segunda opção também oferece as mesmas ligações ilimitadas entre celulares TIM e inclui o uso à vontade do WhatsApp – com exceção de chamadas de voz e vídeo pelo aplicativo – por R$ 19,99. A terceira e mais completa oferta inclui todos os benefícios anteriores e mais chamadas ilimitadas para qualquer número fixo ou móvel, além de torpedos grátis.

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As três ofertas, porém, não incluem navegação na internet. Quem adquirir os novos planos e quiser acessar redes sociais e sites deve contratar um dos pacotes avulsos de dados. Segundo a TIM, ainda existe um público que utiliza prioritariamente as chamadas de voz para se comunicarem.

"Muitos brasileiros utilizam prioritariamente as chamadas para se comunicarem – com uso eventual de dados, basicamente em aplicativos de mensagens – e precisavam de uma oferta acessível para se manterem conectados aos amigos, à família, ao trabalho, dentre outros, usando os serviços que estão habituados", explica o COO da TIM Brasil, Pietro Labriola.

A oferta é válida em todo o Brasil. Novos clientes podem adquirir um chip ou solicitar a portabilidade em qualquer ponto de venda e ativar o plano pelo app Meu Tim, pelo site www.tim.com.br, enviando SMS com a palavra TIMPRE para 4140 ou ligando para *222.

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A TIM reformulou seu portfólio de planos pré-pagos lançado em outubro de 2015. Agora, a franquia mínima de internet passa a ser 1 GB, pelo mesmo preço, e os usuários contam com uso gratuito do WhatsApp, serviço de streaming de música e pacotes de voz.

O pacote TIM PRÉ Classic passará a oferecer 1 GB de internet – antes era 250 MB – e o serviço de streaming de música TIMmusic By Deezer, além de envio de mensagens, áudios, vídeos e imagens no WhatsApp sem descontar da franquia e chamadas ilimitadas para qualquer número TIM do Brasil. Para ter acesso aos benefícios, o cliente pagará R$ 8,99, válidos por sete dias.

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O TIM PRÉ 500 funcionará da mesma forma, também com 1 GB de internet, dobrando a franquia anterior de 500 MB. A diferença é o pacote de voz, que oferece 100 minutos em chamadas para números de qualquer operadora em todo o Brasil. O valor é de R$ 9,99 por sete dias.

Já o usuário do antigo plano TIM PRÉ 1 GB passa a contar com franquia de dados de 1,5 GB, além de WhatsApp à vontade e 400 minutos em ligações para qualquer operadora por R$ 34,99 por 30 dias.

"Fizemos essa mudança para atender à demanda dos nossos clientes por mais internet, principalmente. Sem dúvida, nossas ofertas têm o melhor custo-benefício do mercado e os usuários ainda contam com a maior rede 4G do Brasil, com mais velocidade e qualidade no serviço de internet móvel", explica o COO da TIM Brasil, Pietro Labriola, em nota.

Segundo a operadora, os clientes do plano TIM PRÉ receberam mensagens de texto explicando as mudanças do portfólio e terão suas ofertas migradas automaticamente a partir de 15 de março. Aqueles que quiserem contratar os novos pacotes pela primeira vez podem ir até os pontos de venda da empresa, acessar o aplicativo MEU TIM ou enviar SMS para 4141.

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A campanha que está distribuindo convites para o plano TIM Beta para todos os interessados foi encurtada pela operadora devido à alta demanda de usuários inscritos. Originalmente programada para seguir até o dia 4 de novembro, a promoção que oferece até 20 GB de internet por R$ 50 só vai ser oferecida até a próxima quarta-feira (26).

A alta demanda pela oferta chegou a derrubar o site oficial da campanha, que até a publicação desta matéria estava indisponível para novos cadastros. Em comunicado, a operadora explicou que a partir da data de término, os interessados em conseguir um chip Tim Beta deverão solicitar um convite a um usuário já inserido no pacote.

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"A ação teve um grande número de adesões e, a partir dessa data, os interessados em se tornar um cliente Beta deverão seguir o fluxo normal e solicitar um convite a usuários Beta LAB", explicou a TIM, em nota. No cronograma original, os usuários que se cadastrassem no site até o dia 4 de novembro teriam acesso a um plano mensal com 10 GB de dados, 600 minutos para qualquer operadora, SMS ilimitado e o serviço TIMmusic by Deezer incluso por R$ 50.

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Com o objetivo de ensinar sobre dinheiro, valores e finanças para crianças, a Visa fez uma parceria com a Brasil Pré-Pagos e a Mauricio de Sousa Produções para lançar o Cartão Mesada da Turma da Mônica, um cartão pré-pago que promete dar mais segurança aos jovens - que não precisam andar com dinheiro em espécie - e controle aos pais.

O cartão possui abrangência internacional e pode ser utilizado em milhões de lojas e sites que aceitam a bandeira Visa. São cinco diferentes modelos de cartão com os personagens da Turma da Mônica (foto ao lado), que podem ser adquiridos por meio do site www.mesadaturmadamonica.com.br.

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Após solicitação no site, é possível ter acesso ao aplicativo Mesada Turma da Mônica, onde os pais podem carregar suas contas e transferir para os cartões dos filhos o valor que desejarem. Eles também têm a opção de programar a transferência, seja uma mesada semanal, mensal ou uma carga de última hora para alguma eventualidade.

A ideia surgiu a partir de uma pesquisa que aponta que 40% dos jovens brasileiros recebem mesada dos pais. Assim, o empreendimento vem com a proposta de dar maior responsabilidade às crianças. "O cartão mesada não é apenas um meio de pagamento, mas também uma forma de educação financeira. Ao mesmo tempo em que o pai dá autonomia ao filho para realizar suas compras, ele também poderá ter acesso aos gastos do mesmo se quiser. Uma opção simples, fácil e inteligente", comenta Paulo Della Volpe, Presidente da Brasil Pré-Pagos.

O aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no final do ano passado fez a American Express registrar a primeira queda em volume financeiro do seu cartão pré-pago desde que foi lançado, em 2011. O recuo foi maior entre novos clientes do que consumidores que já estavam acostumados a utilizar o plástico em suas idas ao exterior, segundo Rose Meire Del Col, vice-presidente e gerente-geral para América Latina e Canadá da American Express.

No final do ano passado, o governo elevou o IOF de 0,38% para 6,38% e equiparou os plásticos pré-pagos e de débito à taxa do cartão de crédito. Sem revelar números, Rose conta, porém, que a medida teve impacto negativo acima das expectativas da companhia. "Fizemos todo um trabalho de orientação aos nossos clientes, mas, ainda assim, registramos queda no volume financeiro que foi maior entre os novos clientes. Há um efeito imediato e psicológico que impacta o volume financeiro dos cartões pré-pagos, mas, depois, uma acomodação", avalia Rose, em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

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Dados do Banco Central mostram que o volume financeiro movimentado por cartões pré-pagos despencou 72,5% nos nove primeiros meses de 2014 ante igual intervalo do ano passado, caindo de US$ 2,5 bilhões para US$ 687 milhões. Em contrapartida, o dinheiro em espécie, segundo o regulador, teve alta de 35,3% no período de referência, atingindo US$ 7,7 bilhões ao final de setembro.

Antes de 2014, primeiro ano da cobrança da nova alíquota, o cartão pré-pago da American Express, segundo a executiva, apresentava expansão em média de mais de duas vezes ante 2011, quando foi lançado. Rose explica, porém, que quando colocada na ponta do lápis, a diferença da cotação do dólar turismo cobrado nas compras de moedas em espécie em relação à praticada no carregamento dos cartões pré-pagos de viagens ao exterior, em alguns casos, já corresponde a metade do imposto cobrado. Se somados, conforme ela, os descontos em lojas oferecidos por meio do GlobalTravel Card, cartão pré-pago da American Express, toda alíquota de 6,38% já é compensada.

Pesa ainda, conforme Rose, a questão da segurança. Isso porque à medida que os brasileiros optam por levar mais dinheiro em espécie para suas viagens ao exterior ficam mais expostos a assaltos fora do seu País.

Apesar do impacto do aumento do IOF no volume financeiro dos cartões pré-pagos, a modalidade já dá sinais de recuperação no segundo semestre deste ano, segundo a vice-presidente da American Express. Para o próximo ano, ela espera que a cifra transacionada nos cartões pré-pagos volte a crescer, refletindo não só uma base mais tímida em 2014 bem como um melhor entendimento por parte dos consumidores em torno da nova alíquota do IOF.

Sustentam ainda a expectativa positiva de Rose o maior conhecimento das pessoas sobre o uso dos cartões pré-pagos em viagens ao exterior e a rede crescente de distribuição da American Express no Brasil. Segundo ela, as unidades saltaram de menos de mil em 2011 para mais de cinco mil e continuam crescendo. Além de agências bancárias, a bandeira também distribui seus cartões em casas de câmbio.

Neste ano, o tíquete médio do American Express GlobalTravel Card para cargas iniciais foi de US$ 1,3 mil e para recargas US$ 1,1 mil. As cidades que mais utilizaram o cartão foram Orlando, seguida por Nova York, Miami, Paris e Londres. O cartão da American Express está disponível em três moedas: dólar, que responde por mais de 70%, euro e libra esterlina.

No Brasil, a American Express oferece cartões para pessoas físicas, jurídicas e produtos de crédito, além de seguros, serviços de viagens e outros. Em maio de 2006, o Bradesco desembolsou cerca de US$ 490 milhões para assumir toda a operação brasileira da companhia.

A Claro vai acabar com a “velocidade reduzida” dos seus planos pré-pagos e controle a partir do dia 28 dezembro. Ao invés de navegarem com velocidade reduzida após atingirem o limite da franquia de dados, os usuários da operadora terão sua conexão cortada.  

A operadora está avisando seus clientes sobre a nova forma de cobrança através de mensagens de texto. “Internet tem que ser rápida! A partir do dia 28 de dezembro você não terá mais redução de velocidade e será bloqueado”, afirma a empresa.

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Ao consumir toda sua franquia estipulada pelo plano, o usuário deverá contratar um novo pacote ou esperar pelo início de um novo mês ou dia para voltar a navegar. Os pacotes adicionais são de 10MB, 20MB e 40MB e os mensais, de 225MB e 450MB.

“A medida visa permitir que nossos clientes utilizem seus pacotes de internet sempre em alta velocidade, sem o incômodo de ter a velocidade de navegação reduzida após o consumo de sua franquia”, diz Rodrigo Vidigal, diretor executivo de Marketing da Claro.

Além da Claro, as operadoras Oi e Vivo também adotaram o fim da velocidade reduzida.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que regula o setor no Brasil, as empresas podem adotar várias modalidades de franquias e de cobranças. No entanto, é obrigação destas operadoras comunicar aos usuários sobre qualquer alteração em planos de serviços com antecedência mínima de 30 dias. 

Embora a União Internacional de Telecomunicações (UIT) periodicamente classifique o Brasil como um dos países com o maior custo do minuto das ligações de celulares, o SindiTelebrasil - que representa as empresas que prestam o serviço do Brasil - apresentou nesta quarta-feira (8) um estudo da consultoria Teleco que desconstrói os parâmetros utilizados pelo organismo internacional. Para as operadoras, o minuto do celular pré-pago no Brasil é o quarto mais barato do mundo.

De acordo com o presidente executivo do SindiTelebrasil, Eduardo Levy, a UIT deve divulgar um novo relatório nos próximos 15 dias, por isso as empresas se adiantaram para mostrar que o organismo calcula os preços praticados no País com parâmetros que não refletem a realidade do mercado brasileiro.

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"Queremos desmistificar a tese de que é caro falar no Brasil. A UIT considera uma espécie de 'preço-teto' que não é praticado aqui. É como o preço do check-in que está atrás do balcão do hotel, mas que praticamente nunca são os pagos pelos hóspedes que fizeram reservas", argumentou.

Para a UIT, em seu último relatório, o minuto do celular custa US$ 0,74 no Brasil, no modelo pré-pago. Partindo desse preço e considerando que os brasileiros falam em média 133 minutos por mês, a conta média dos consumidores com o serviço seria de R$ 220, ou 30% de um salário mínimo. "Mas todos sabemos que isso não reflete a realidade. É impossível acontecer isso", completou Levy.

Já de acordo com o estudo feito pela Teleco, aplicando o preço real brasileiro à cesta serviços de minutos que a UIT considera em seus relatórios, o preço médio do minuto no Brasil é de US$ 0,24 no serviço pré-pago, ou seja US$ 0,50 inferior ao calculado pelo organismo internacional.

Ainda segundo a Teleco, se for considerada a cesta de minutos média que é utilizada pelos consumidores de 18 países que representam 55% da população mundial e 57% dos celulares do mundo, o custo médio do minuto no Brasil cai para US$ 0,15.

E, por fim, considerando apenas a cesta de minutos média que os brasileiros de fato utilizam, o custo médio do minuto no País é de US$ 0,07, menos que 10% do valor obtido pela UIT. Por isso, o SindiTelebrasil defende que, utilizando-se apenas a realidade brasileira, o custo do minutos de celular no País só não seria menor - dentro dos 18 países considerados pela Teleco - que os praticados por China, Índia e Rússia. "Com esse valor, a conta média do pré-pago no Brasil é menor que R$ 30 por mês. Essa é a nossa realidade", alegou o executivo.

Na lista de países do estudo da Teleco estão, além do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Peru, México, Rússia, China, Índia, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Espanha, França, Itália, Portugal e Reino Unido.

Banda larga

A mesma metodologia da Teleco foi aplicada também ao serviço de banda larga móvel, pela modalidade pré-paga com consumo de no mínimo 300 MB. Pelas contas da UIT, o preço médio dessa cesta de internet pré-paga móvel no Brasil é de US$ 35,80. Já no estudo apresentado pelo SindiTelebrasil, esse custo é de apenas US$ 5,30. "Aplicando os preços reais, a banda larga móvel brasileira só não seria mais barata que a indiana", acrescentou Levy.

Na banda larga fixa, com consumo de 1 GB e velocidade superior a 1 Mbps, a cesta da UIT custa US$ 17,80 no Brasil segundo os cálculos do organismo, mas a mesma cesta de serviços custa US$ 13,20 de acordo com as contas da Teleco. Desta forma, apenas Índia e Rússia praticariam preços inferiores aos brasileiros para o serviço.

As operadoras de telefonia seguem sem poder estabelecer prazos de validade dos créditos dos cartões pré-pagos em todo o território nacional. O Tribunal Regional da Federal (TRF) da 1ª região negou, por unanimidade, provimento aos embargos de declaração apresentados pela TIM, Telefônica, Oi e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pedindo a reversão de decisão anterior, segundo informações da assessoria de imprensa do órgão. "Da decisão, que tem efeito imediato, cabe recurso às instâncias superiores, porém, sem efeito suspensivo", afirmou o TRF.

As teles alegaram que a decisão não deixou claro como deverá ser feita a reativação dos créditos pré-pagos, cujo prazo de validade tenha expirado e qual o procedimento a ser adotado, inclusive, em relação às linhas já canceladas e aos consumidores que não são mais seus usuários. As operadoras questionaram ainda se a decisão anterior alterou as regras para comercialização do serviço móvel na modalidade pré-paga ou se determinou que a Anatel proceda à edição de nova regulamentação. "A depender da solução apontada em face dos questionamentos acima citados, haveria violação aos dispositivos legais e constitucionais", ponderam.

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Segundo o TRF, ao analisar os embargos declaratórios, o relator, desembargador federal Souza Prudente, afirmou em seu voto que "não se vislumbra, no Acórdão embargado, qualquer contradição, omissão e/ou obscuridade, a autorizar a veiculação dos presentes embargos de declaração, tendo em vista que o referido julgado expressamente se pronunciou acerca de todas as questões veiculadas pelas recorrentes, em suas respectivas razões recursais".

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), que representa as teles, afirmou que as empresas "aguardarão a notificação da decisão para tomar as medidas judiciais cabíveis".

O Brasil chegou ao final do mês de junho com 265,7 milhões de linhas de celulares ativas e teledensidade de 134,26 acessos para cada grupo de 100 mil habitantes. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), no mês passado foram registradas mais de 215,3 mil habilitações.

Em junho, a maioria das linhas registradas (79,43%) era pré-paga e 20,57% pós-pagas (20,57%). A banda larga móvel totalizou 77,4 milhões de acessos, dos quais 174,1 mil são terminais 4G.

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No mês, a operadora Vivo liderava o mercado, com 28,67% de participação, seguida pela TIM, com 27,17%, da Claro, com 25,01%, da Oi, com 18,71%, da CTBC, com 0,34%, da Nextel, com 0,05% e da Sercomtel, com 0,02%. A Porto Seguro, que opera como autorizada da rede virtual, registrou 0,02% de participação no mercado.

O Banco Bonsucesso arrematou ontem em leilão, por R$ 1,52 milhão, o cartão para viagens do Banco Cruzeiro do Sul, o Star Cash. O cartão pré-pago permite o carregamento e o uso em até 15 moedas estrangeiras na bandeira Visa.

Segundo comunicado, foram emitidos 16 mil cartões Star Cash, número que deve ser ampliado nos próximos meses. A expectativa é de que o cartão entre em operação pelo Bonsucesso em até 30 dias, que se utiliza de 800 correspondentes bancários, além de corretoras de câmbio e valores. Em outubro, o Bonsucesso iniciou as operações de um cartão pré-pago chamado MEO Cartão Dinheiro, válido no território nacional.

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