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Foi registrado na Procuradoria de Milão nesta segunda-feira (31) o procedimento do pedido de execução de pena contra o jogador de futebol Robinho e seu amigo Ricardo Falco por violência sexual.

O trâmite começa 12 dias após a confirmação da condenação a nove anos de prisão dada pela Corte de Cassação, última instância da Itália.

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Conforme preveem as normativas da Justiça italiana, o escritório de execução da Procuradoria formulará o pedido de extradição com um mandado simultâneo de prisão internacional nos próximos dias.

Os atos da instância máxima já chegaram ao MP e o processo de execução está sob liderança da procuradora Adriana Blasco.

Depois do recolhimento de alguns documentos para confirmar a identidade dos dois condenados, começará a fase de execução com a transmissão do pedido de extradição ao Ministério da Justiça da Itália, a notificação formal às autoridades brasileiras e a emissão do pedido de prisão.

O Brasil não deve realizar a extradição de Robinho e Falco porque a Constituição do país não permite que os cidadãos sejam enviados para cumprir penas em outras nações, mas com o mandado de prisão internacional em aberto, os condenados podem ser presos se viajarem para outro país que tenha acordos do tipo com a Itália.

Atualmente, cerca de 70 nações possuem esse tipo de parceria com os italianos, incluindo Argentina, Austrália, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e todos os membros da União Europeia.

Robinho e Falco foram condenados em primeira instância em novembro de 2017, em segunda em dezembro de 2020 e tiveram a pena confirmada no último dia 19 de janeiro. Ambos foram condenados por violência sexual em grupo contra um jovem albanesa, de 22 anos à época dos fatos, ocorrida em um clube de Milão em 22 de janeiro de 2013.

Da Ansa

A criação do Partido da Defesa Nacional, ou PDN, sugerida pelo presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira, 28, teria de ser concluída em um dos prazos mais curtos dos últimos anos para que a nova sigla concorra às eleições presidenciais de 2022. As cinco legendas com os registros mais recentes no País levaram, em média, três anos e nove meses até receberem autorização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para registrar seus candidatos, contados a partir da data de sua fundação.

Para disputar a próxima eleição para presidente, um partido deve ter o registro aprovado no TSE até seis meses antes do pleito. Isso significa que, caso decida construir um partido completamente do zero, o presidente tem cerca de três anos e seis meses para finalizar o processo de aprovação.

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A maior parte das legendas registradas nos últimos anos não conseguiu completar o processo nesse prazo. As exceções são o Solidariedade, do sindicalista Paulinho da Força, e a Rede Sustentabilidade, da ex-senadora Marina Silva.

"Não é um processo fácil, demanda muito tempo até a conferência nos cartórios, você leva 100 assinaturas e eles autenticam 80, 90, precisa refazer por conta de algum erro", exemplificou o professor de direito eleitoral Alberto Rollo, do Mackenzie.

A declaração do presidente ocorre em meio a uma briga interna no PSL. Durante o fim de semana, Bolsonaro disse que poderia romper com a sigla e ficar sem partido.

O que é preciso?

De acordo com as regras do TSE, é preciso ter pelo menos 491,9 mil assinaturas para serem apresentadas na data de protocolo de criação de partido em no mínimo nove Estados. A coleta das assinaturas não pode demorar mais de dois anos desde a data da fundação do partido - regra introduzida por uma resolução no ano passado, que dificultou o registro.

Além disso, um novo partido precisa ter pelo menos 101 fundadores com domicílio eleitoral em, no mínimo, um terço dos Estados.

Questionado sobre se o presidente poderia se unir a outra legenda em fase final de criação, Rollo disse que essa possibilidade existe. Há um total de 76 partidos em formação registrados no TSE atualmente. "Enquanto o partido não for julgado e registrado, é possível mexer. Agora, se o partido está em fases finais, as comissões provisórias já foram conhecidas. Se quiser mudar, o registro vai andar para trás e não para frente", diz o especialista.

Rollo enfatiza também que deputados que quiserem deixar o PSL e migrarem para uma eventual sigla nova correm o risco de perder o mandato. "Ao contrário de criar novos partidos, deveríamos fortalecer os já existentes. Partido não é clube de futebol para ficar criando mais. É uma sinalização ruim para a sociedade", sugeriu.

Relembre alguns processos de criação

Novo: O Novo levou mais de quatro anos para obter seu registro no TSE. O partido foi fundado em fevereiro de 2011 e ficou cerca de três anos e meio coletando assinaturas e trabalhando na divulgação de suas propostas. A autorização foi deferida no TSE em setembro de 2015, e o partido recebeu autorização para lançar candidatos nas eleições municipais de 2016. O Novo elegeu quatro vereadores, de 144 candidaturas protocoladas.

Rede: Concebida com a saída de Marina Silva do Partido Verde (PV), a Rede Sustentabilidade teve dificuldades para conseguir seu registro no tempo planejado. O partido foi lançado em fevereiro de 2013 com a intenção declarada de disputar as eleições presidenciais do ano seguinte, mas foi inicialmente rejeitado pelos ministros do TSE. A aprovação só viria em setembro de 2015, mais de um ano e meio após a fundação, na segunda tentativa de registrar o partido. A justificativa para a recusa, em 2013, foi de que o partido não conseguiu reunir o número mínimo de assinaturas em apoio à sua criação. Como parte delas foi impugnada por cartórios eleitorais, o tribunal validou apenas 442 mil das assinaturas apresentadas. Como resultado, os partidários da Rede ficaram abrigados provisoriamente no PSB. Marina concorreu como vice da chapa de Eduardo Campos, então governador de Pernambuco, que morreu em um acidente aéreo durante a campanha.

PMB: Última sigla a conseguir o registro no TSE, o Partido da Mulher Brasileira (PMB) ficou cerca de sete anos em processo de gestação. O projeto de criação da sigla teve início em 2008, segundo seu site oficial, e só em 2014 protocolou oficialmente seu pedido de registro. Para dar entrada no processo é necessário já ter reunidas as assinaturas de apoio. Uma vez protocolado no TSE, no entanto, o processo teve andamento relativamente rápido. O plenário da Corte julgou e aprovou a criação do PMB em cerca de um ano.

Pros e Solidariedade: O Partido Republicano da Ordem Social (Pros) e o Solidariedade tiveram os registros aprovados no mesmo dia pelo TSE, em setembro de 2013. O Pros havia sido fundado mais de três anos antes, em janeiro de 2010. Já o Solidariedade, ligado à Força Sindical, tinha cerca de um ano de existência, e teve um dos processos de criação mais rápidos dos últimos anos - junto com o PSD de Gilberto Kassab, fundado em 2011. À época, as assinaturas coletadas chegaram a ser alvo de investigação por suspeita de fraude. Houve relatos de fichas de assinaturas de apoio aos dois partidos encontradas misturadas. Para acelerar o trâmite, o Solidariedade encaminhou as certidões de apoio diretamente ao TSE, sem passar pela triagem de tribunais regionais. Esse expediente já havia sido usado na criação do PSD, mas o risco de recusa das assinaturas era considerado alto.

A morte do ministro Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, abriu uma discussão sobre a escolha do seu sucessor. O novo membro da Corte será indicado pelo presidente Michel Temer (PMDB), sem prazo determinado, e avaliado pelo Senado Federal. Segundo a Constituição Federal, o novo ministro deve ter “notável saber jurídico e reputação ilibada”. Outro critério é ter, no momento da indicação, entre 35 e 65 anos.

A indicação de Temer deve ser encaminhada ao Senado em forma de mensagem presidencial com o nome e o currículo do candidato. Em seguida, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) fica responsável por escolher um relator que vai elaborar um parecer contendo, além do seu voto, recomendações para que o candidato apresente informações ainda não conhecidas que o relator considerar pertinentes.

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Os membros da comissão receberão vista automática do relatório e em um prazo de até cinco dias úteis após a apresentação do relatório, a CCJ deverá sabatinar o escolhido pelo presidente.

Na sabatina, os senadores perguntam ao postulante sua opinião sobre assuntos relevantes, sem restrição de temas. Todos os membros da comissão têm direito à palavra, por 10 minutos cada, mesmo tempo que o indicado terá para responder a cada pergunta, havendo possibilidade de réplica e tréplica.

De acordo como regimento interno da Casa Alta, o relatório será votado na mesma sessão, logo após a sabatina. Apesar da reunião ser pública, a votação é secreta. O último passo é a decisão do Plenário do Senado, que aprecia o relatório aprovado pela CCJ. A votação do conjunto dos senadores também deverá ser secreta. 

Para se tornar o novo ministro do STF, o indicado precisa receber um mínimo de 41 votos — maioria absoluta da casa. A última nomeação de um ministro do STF foi a de Luiz Edson Fachin, em 2015. Entre a chegada da mensagem presidencial com a indicação (22 de abril) e a aprovação do nome pelo Plenário (19 de maio), foi necessário pouco menos de um mês.

*Com informações da Agência Senado

Com a renúncia do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados, os parlamentares terão um prazo de até cinco sessões para realizar uma nova eleição e preencher o cargo até fevereiro de 2017, quando o mandato do peemedebista acabaria. Para que o prazo comece a ser contado, a carta entregue no início da tarde desta quinta-feira (7) precisa ser lida em Plenário e publicada no Diário Oficial da Casa. 

A eleição deve ser marcada para a próxima quinta-feira (14) para dar tempo ao período de inscrição das candidaturas. Qualquer parlamentar exceto Eduardo Cunha pode participar da disputa pelo mandato tampão. A eleição pode ser definida em até dois turnos, para vencer de primeira o candidato precisa ter a maioria absoluta dos votos diante do quórum registrado na sessão.

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Caso vá para o segundo turno, bastará a maioria simples dos votos. A eleição será secreta e ocorrerá por meio do sistema eletrônico. 

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Com um número menor de parlamentares do que a Câmara dos Deputados, o Senado deve analisar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) em um dia. A expectativa, segundo o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB) é de que os pares comecem a discutir a matéria na manhã desta quarta-feira (11) e à noite já aconteça a votação do parecer. 

“Decidimos que cada senador vai ter 10 minutos para discutir e mais cinco minutos para encaminhar. O ideal é que cheguemos a um meio termo, tudo acertado com os líderes dos dois lados. A expectativa é que pelo menos 60 senadores falem. Se isso acontecer, nós teremos 10 horas de sessão”, explicou Renan, pontuando que as inscrições para os discursos acontecem a partir das 15h de hoje.

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A reunião em plenário foi convocada para iniciar às 9h. Segundo Renan, acontecerá uma interrupção ao meio dia e retornam a discussão por volta das 13h. Um novo intervalo de uma hora acontecerá às 18h.  

“O processo de impeachment é duro. A construção da democracia possibilita avanços e recuos. Eu vejo esse dia como um dia muito importante para que nós possamos avançar no aprimoramento das instituições”, pontuou o presidente do Senado.

Direitos de Dilma

Além de votar para decidir se o processo é instaurado ou arquivado, o Senado também definirá quais os direitos  da presidente Dilma Rousseff, caso ela seja afastada por 180 dias. A Casa precisa definir se a presidente permanece ocupando o Palácio da Alvorada, residência oficial e se ela poderá utilizar os helicópteros e aviões da Força Aérea Brasileira para viagens.

O único direito garantido por lei a um presidente afastado em processo de impedimento é a manutenção da metade de seu salário. Pela chamada Lei do Impeachment (1.079/50), Dilma passaria a receber R$ 15,4 mil mensais até o julgamento final no Senado.

O presidente da Comissão Especial do Impeachment, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), afirmou nesta segunda-feira (9) que a votação da admissibilidade do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Plenário do Senado, prevista para quarta-feira (11), deverá ser mantida. Ele disse não ver efeito prático na decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, de anular a votação da admissibilidade do processo de impeachment naquela Casa.

Maranhão resolveu anular sessões da Câmara, incluindo a que decidiu pela admissibilidade do impeachment, no dia 17 de abril, ao acolher recurso da Advocacia-Geral da União (AGU).

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Segundo Raimundo Lira, a decisão de Maranhão tem efeito “essencialmente político”, já que o processo de impeachment seguiu na Câmara o rito previsto na Lei 1.079/1950 [Lei do Impeachment], o Regimento Interno e as normas determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

"O presidente que presidiu a sessão da admissibilidade [Eduardo Cunha] estava no pleno exercício do seu direito, de suas funções. Ele foi afastado da função de presidente a posteriori. Não tem como mudar o calendário do tempo. Ele agora jamais poderia presidir uma sessão da Câmara dos Deputados. Mas à época, repito, ele estava no pleno exercício dos seus direitos constitucionais", explicou Lira, em entrevista à Rádio Senado.

Na quinta-feira passada (5), o ministro do STF Teori Zavascki determinou o afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara e do mandato de deputado, decisão confirmada de maneira unânime, no mesmo dia, pelos demais ministros.

Para Raimundo Lira, a decisão de Waldir Maranhão “não tem nenhum valor”. "Não há brecha jurídica para o presidente [da Câmara] tomar uma decisão dessa magnitude. É apenas uma decisão, repito, essencialmente política, sem efeito prático", disse. 

*Da Agência Senado

A composição da comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado será votada em Plenário na próxima segunda-feira (25). As indicações dos blocos partidários na Casa foram encerradas nessa sexta (22). Aprovada a comissão, caberá ao senador mais velho convocar a primeira reunião, na qual serão eleitos o presidente e o relator.

O PMDB, por ser a maior bancada no Senado, tem o direito de escolher o presidente. Segundo o líder da legenda, Eunício Oliveira (CE), Raimundo Lira (PMDB-PB) é o indicado. A expectativa é de que a primeira reunião do colegiado aconteça na terça-feira (26). 

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O senador Raimundo Lira assegurou durante esta semana que, se eleito presidente, vai conduzir os trabalhos da comissão de forma isenta. "O meu status vai ser o de indeciso. Não posso ter um juízo de valor se vou presidir uma comissão com opiniões divergentes. Se não fosse assim, eu não teria condições de presidir", frisou. Antes da indicação, Lira havia se posicionado a favor do impeachment. 

A comissão especial terá 10 dias  para analisar o pedido e emitir um novo parecer. Após isso, o assunto vai para a pauta do Plenário e passará por uma nota votação. Os senadores vão escolher se extinguem o processo ou se o impeachment é instaurado. Para instaurar o impedimento da continuação do governo Dilma, 41 dos 81 parlamentares devem se posicionar favoráveis ao texto. Levantamentos extraoficiais já apontam para um placar de 51 favoráveis a 20 contra.

Caso o pedido seja instaurado, a presidente Dilma Rousseff será afastada do cargo por 180 dias, ou seja, seis meses. Neste período, quem assume o comando do país é o vice-presidente Michel Temer (PMDB). 

Após o período os senadores voltam a analisar o processo, desta vez em uma sessão comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Para que Dilma seja deposta é necessário que dois terços dos senadores (54 de 81) optem pela condenação da petista. Se condenada, a presidente é automaticamente destituída e fica oito anos sem pode exercer cargo público. Michel Temer assume até 2018 a presidência.

Os juristas Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal, autores do pedido que culminou no processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, terão nesta quarta-feira (30) trinta minutos cada um, para falar sobre as motivações do documento que tramita na Câmara. Os depoimentos estão marcados para às 16h30 na comissão que analisa a admissibilidade do pedido. “Depois, o relator [Jovair Arantes (PTB-GO)] vai ter 15 minutos para fazer perguntas e líderes e demais integrantes da comissão terão três minutos para indagações”, disse nesta quarta-feira o presidente da comissão, deputado Rogério Rosso (PSD-DF).

Ele liderou uma nova reunião com líderes dos partidos na Câmara nesta quarta-feira (30) para definir as regras e evitar mais tumulto, que tem sido a marca das reuniões da comissão especial. As lideranças acertaram, desde ontem, que ouviriam duas pessoas de cada um dos lados. Os juristas foram indicados pelos parlamentares que defendem o afastamento de Dilma. “Vamos tentar acertar para evitar mais briga”, explicou o líder do PSDB, Antônio Imbassahy (BA), ao entrar na reunião.

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Tudo igual

Do lado governista, serão ouvidos, na tarde de amanhã (31), o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o professor de Direito Tributário da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Ricardo Lodi Ribeiro. As regras e tempos são os mesmos que os definidos para os juristas.

Apesar do consenso em torno dos depoimentos, a base aliada levantou questionamentos sobre o momento, criticando as oitivas antes da entrega da defesa da presidenta. Rosso e Arantes tentaram tranquilizar e convencer o colegiado explicando que a intenção é de esclarecimentos, e garantiram que nenhum fato novo seria incluído nas análises da comissão. O que Arantes pretende é antecipar ao máximo informações que possam contribuir para seu relatório e que ajudem os poucos indecisos entre 65 integrantes da comissão a se decidir.

Prazos

Parlamentares a favor do impeachment têm tentado manter um ritmo acelerado dos trabalhos, evitando que prazos e manobras retardem o processo. Diante disto, a aposta de líderes, como Imbassahy, é que o relator será rápido e deve apresentar o parecer até dia 8, antes do prazo. Arantes tem cinco sessões, a partir da entrega da defesa de Dilma, para elaborar o texto. Como a Câmara tem realizado sessões diariamente, o prazo da petista termina no próximo dia 4 e o relator teria até dia 11 para entregar o texto que será submetido a voto e precisa de maioria simples para ser aprovado.

Ainda que sejam apresentados pedidos de vista, o atual Regimento Interno da Câmara estipula em duas sessões da comissão o vencimento dessa medida. Ou seja, se a base apresentar um pedido para analisar melhor o relatório de Arantes, o texto será votado, no mais tardar, no dia 14 de abril e seguirá, independente do resultado, para o plenário da Câmara onde precisa de 2/3 dos votos dos 513 deputados para avançar para o Senado.

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