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 O Santa Cruz saiu na tarde desse sábado (27) de Salvador derrotado pelo Vitória-BA por 2x0, na estreia da Copa do Nordeste. Após o jogo, o técnico João Brigatti concedeu entrevista coletiva em que falou sobre a atuação da equipe na partida, a formação tática escolhida e o desgaste do calendário.

O tricolor do Arruda entrou em campo com uma formação diferente, com três zagueiros e Brigatti declarou que não adianta ficar efetuando trocas no esquema a cada jogo, já que dessa forma não consegue se dar consistência a equipe, manter um padrão tático.

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Sobre a partida o treinador disse: “Hoje a gente não conseguiu se reencontrar dentro da partida, foi um jogo muito difícil frente ao Vitória, a gente já esperava, sentimos demais o desgaste também, da estreia do Campeonato Pernambucano. A gente não tinha a saída rápida, principalmente pelos lados, com nossos alas, erramos em demasia essa saída de bola por dentro. São situações dentro da partida que não deram certo”.

A expectativa agora é de que o treinador converse com o elenco e diretoria, para traçar melhoras para a equipe, já que o calendário é enxuto e partidas importantes começam a se aproximar, como a Copa do Brasil, com premiação de grande importância para o clube. O técnico Brigatti voltou a ressaltar que todos os campeonatos são importantes e que vai rodar o elenco para buscar diminuir o desgaste físico. “Volto a falar, precisamos trazer atletas que venham qualificar o elenco, mas são conversas que a gente tem que ter fora de campo, para conseguir o ajuste nessa equipe, o equilíbrio que a gente necessita para não vir aqui e fazer uma partida ruim, como nós fizemos hoje”.

 

Vitória-BA x Santa Cruz nesse sábado (27) marcou a estreia da Copa do Nordeste pros dois clubes, foi a largada da competição para a temporada 2021. O placar de 2x0 para a equipe baiana foi justo, visto o pouco futebol desenvolvido pelo tricolor do Arruda. Com o resultado, o Vitória soma os primeiros três pontos e assume a liderança provisória do campeonato, enquanto o Santa continua com zero e vai buscar a recuperação na próxima rodada contra o ABC, no Recife.

O JOGO

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O primeiro tempo começou sonolento pelos dois clubes. O Santa Cruz buscou marcar em cima, pressionando a saída de bola e por isso o jogo ficou muito disputado no meio de campo. Até os primeiros vinte minutos, nenhuma finalização. A partir daí o Vitória conseguiu achar espaços e começou a tentar mais, principalmente nas bolas pelas pontas, buscando os cruzamentos na área. Sem efetividade, não houve sustos até o intervalo de jogo.

Para o segundo tempo, o time baiano voltou com a mesma proposta e o Santa não acordou, as tentativas do Vitória viraram uma pressão que aos 25 minutos se fez valer. Em um belo chute, Van, após tabela, de fora da área acertou o canto do goleiro Jordan, 1x0 Vitória. A partir daí a cobra coral tentou sair mais para o jogo, mas esbarrou na falta de criatividade da equipe. Mesmo com as mudanças no sistema tático e dando gás aos jogadores, o Santa não conseguia ser efetivo e tomou o segundo gol aos 37. David puxou o contra ataque desde o campo de defesa e sem gás para finalizar, foi atropelado por Danny Morais que tropeçou na corrida e caiu por cima do jogador. Fernando Neto cobrou e fechou o placar do jogo.

FICHA DO JOGO

Competição: Copa do Nordeste

Local: Barradão (Bahia)

Vitória-BA: Yuri; Van, João Victor, Wallace Reis e Leocovick (Pedrinho); Gabriel Bispo, Fernando Neto e Soares (Hitalo); Samuel (João Pedro), Vico (Aníbal) e David (Ruan Levine). Técnico: Rodrigo Chagas

Santa Cruz: Jordan; William Alves, Danny Morais, Célio Santos (Caetano), Vinícius Balotelli (João Cardoso) e Augusto Potiguar; Ítalo Henrique (Léo Gaúcho), Paulinho e Didira; Chiquinho (Eduardo) e Pipico. Técnico: João Brigatti

Gols: Van e Fernando Neto (VIT)

Arbitragem: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira (AL)

Assistentes: Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e Fernanda Félix da Silva (AL)

Cartões Amarelos: Wallace Reis e Fernando Neto (VIT); Caetano e Danny Morais (STC)

 

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O Timbu inicia o Campeonato Brasileiro voando. A vitória desta terça-feira (2), por 2 a 0 sobre o Ceará, na Arena Pernambuco, só explicita a força do time comandado por Lisca. Invicto há oito jogos, sem sofrer gols em casa no torneio e líder, com 13 pontos. Já o Vozão caiu para 13º, com apenas quatro pontos.

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Próximo jogo do Alvirrubro é na sexta-feira (5), às 19h30, contra o América-RN, na Arena Pernambuco. Já o Ceará recebe o Sampaio Corrêa às 16h20 do sábado (6), no Castelão.

Timbu sai na frente em pênalti polêmico

Com o técnico Lisca ainda suspenso – é o último dos dois jogos –, o assistente Levi Gomes ficou responsável por comandar o time. E não começou com muito trabalho. Aliás, demorou bem pouco para comemorar. Aos dois minutos, o árbitro Marcos André Gomes da Penha marcou um polêmico pênalti sobre Hiltinho. O jogador foi prensado entre Sandro, que recebeu cartão amarelo, e Roniery.

O zagueiro Ronaldo Alves foi para a cobrança da penalidade e colocou no canto esquerdo, enquanto Tiago pulou para o direito. Após o gol, o Timbu se resguardou defensivamente. O Vozão teve apenas duas chances de empatar, não conseguiu. Na primeira Wescley fez boa jogada e passou, Ricardinho fez o corta luz e William chutou prensado. No fim do primeiro tempo, o centroavante ainda recebeu bola na área e tentou o canto, mas foi sem força e João Ananias salvou sobre a linha.

Vozão se expõe e Timbu sobra em campo

As equipes voltaram sem mudanças para o segundo tempo. Mas não demorou para o técnico Silas fazer as substituições. Aos sete minutos, o Timbu ainda aumentou a diferença. Após troca de passes com Guilherme, Hiltinho soltou para William Magrão, que deu um toque de leve no canto. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.

Silas fez duas substituições: saíram Wescley e William, entraram Robinho e Rodrigo Silva. Mas só expôs ainda mais o Vozão. Aos 11 minutos, Hiltinho dividiu pela alto e sobrou para Douglas que pegou de primeira, a bola desviou e quase entrou. Mas o 2 a 0 foi o suficiente para manter o Timbu na liderança da Série B.

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FICHA DE JOGO

NÁUTICO
Júlio César; Guilherme, Ronaldo Alves, Fabiano Eller e Gaston; João Ananias, William Magrão (Bruno Alves), Marino e Hiltinho; Douglas (Josimar) e Rogerinho (Renato). Técnico: Levi Gomes (interino) 

CEARÁ
Tiago; Roniery (Baraka), Gilvan, Sandro e Fernandinho; Sandro Manoel, Uillian Correia, Ricardinho, Eloir e Wescley (Robinho); William (Rodrigo Silva). Técnico: Silas

Local: Arena Pernambuco (São Lourenço da Mata)
Data: 2/6/2015
Árbitro: Marcos André Gomes da Penha (ES)
Assistentes: Fabiano da Silva Ramires e Edson Glicério dos Santos (ambos do ES)
Gol: Ronaldo Alves (2 do 1º), William Magrão(7 do 2ºT)
Cartões amarelos: Sandro, Eloir e Robinho - Ceará

A marca rubro-negra ficará enternamente cravada na história da arena palmeirense. Nesta quarta-feira (19), na inauguração do Allianz Parque, foi o Sport quem balançou as redes. Com Ananias (autor do primeiro gol) e Patric venceu por 2 a 0 e estragou a festa alviverde. De tabela, eliminou qualquer chance de rebaixamento, com 47 pontos, na 11ª colocação. Já o Porco se manteve com 39, em 14º.

Nenhum gol nos primeiro 45 minutos de bola rolando na casa nova

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A partida começou truncada. De um lado o Sport, comandado por Eduardo Baptista, que sempre se coloca numa posição mais defensiva e aposta nos contra-ataques. Do outro o Palmeiras com deficiência técnica e problemas para atacar. Foram quase 20 minutos até a primeira chance clara de gol. Dos donos da casa. Wesley arriscou chute de fora área, sobre a meta de Magrão. Diego Souza tentou descontar para o rubro-negro da mesma maneira, mas Prass fez a defesa sem muita dificuldade.

A melhor chance de abrir o placar foi da equipe visitante. Diego Souza cruzou e Joélinton desviou de cabeça. Prass segurou, não deu rebote. O Palmeiras quase marcou com Felipe Menezes (ex-Sport).  Após troca de passes na área leonina, o meia palmeirense chegou de cabeça e mandou rente à trave rubro-negra.

 

Leão pressiona e marca primeiro gol na Arena Palmeiras

O Sport voltou para o segundo tempo com Felipe Azevedo no lugar de Mike. Ganhou em experiência e ofensividade, apesar das características semelhantes. Pressionou o Palmeiras até achar o primeiro gol. Colocou os alviverdes contra a parede. Eduardo Baptista apostou em mais movimentação, colocou Ananias no lugar de Joélinton aos 30 minutos.

Dois minutos após a entrada, Ananias marcou o gol. O primeiro no Allianz Parque. Após cruzamento de Danilo, Tobio tentou cortar e o meia-atacante completou de canhota. O Palmeiras não reagiu. O Sport ampliou. Diego Souza lançou Patric. O lateral esquerdo cortou dois marcadores e bateu cruzado de canhota. Fernando Prass nem pulou para tentar a defesa e evitar o 2 a 0. Os palmeirenses deixaram o campo sob gritos de “time sem vergona”.

Próxima rodada

O Sport volta a campo no próximo domingo (23), ás 16h, na Arena Pernambuco para enfrentar o Fluminense. Em seguida, encara Criciúma e São Paulo. Já o Palmeiras vai ao Estádio Couto Pereira para pegar o Coritiba, às 18h30 do domingo, e termina o campeonato contra Internacional (fora) e Atlético-PR (casa).

FICHA DE JOGO

Palmeiras 0

Fernando Prass; João Pedro, Nathan, Tobio e Juninho (Mouche); Marcelo Oliveira, Victor Luis, Wesley e Felipe Menezes (Allione); Diogo e Henrique. Técnico: Dorival Júnior

Sport 2

Magrão; Patric, Ewerton Páscoa, Durval e Renê; Rodrigo Mancha, Rithelly, Danilo (Wendel) e Diego Souza; Joélinton (Ananias) e Mike (Felipe Azevedo). Técnico: Eduardo Baptista

Local: Arena Palmeiras (SP)

Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)

Assistentes: Marcio Eustaquio Santiago e Guilherme Dias Camilo (Ambos de MG)

Gols: Ananias (32 do 2ºT) Patric (45 do 2ºT) - Sport

Cartões amarelos: Marcelo Oliveira - Palmeiras; Joélinton - Sport

Se os jogos do Sport disputados fora de casa fossem filmes seriam daqueles com roteiro previsíveis em que o ataque sai como vilão e Magrão é o mocinho. Não foi diferente nesta quarta-feira (8). O Leão foi à Arena do Grêmio, pressionou o adversário, abusou de perder gols e saiu derrotado por 2 a 0. É a nona partida consecutiva que o Rubro-negro perde atuando como visitante.

Com a vitória em casa, o Grêmio chegou a 46 pontos, ultrapassou o Atlético-MG e entrou no G4, em quarto. Já o Sport ficou com os 36 pontos e permaneceu na nona colocação. Na próxima rodada o Rubro-negro enfrenta o Vitória, na Ilha do Retiro, no próximo domingo (12), às 18h30. Já o Tricolor duela contra o Palmeiras, no Pacaembu, no sábado (11), às 21h.

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Sport começa bem, piora e é pressionado
Com apenas seis minutos de jogo, Augusto Cesar conseguiu roubar a bola na intermediária e tocar para Neto Baiano. O centroavante driblou Pedro Geromel e foi derrubado. O zagueiro, que era o último homem de defesa recebeu cartão amarelo do árbitro Marcelo de Lima Henrique. O próprio Neto Baiano cobrou e mandou no travessão após desvio na barreira.

O Sport ainda teve outras duas boas chances de abrir o placar. Patric cabeceou no canto esquerdo de Tiago, que mandou para a linha de fundo. Durval mandou, também de cabeça, após cobrança de escanteio, mas foi para fora. E foi o Grêmio quem marcou aos 29 minutos. Barcos dividiu com o zagueiro Henrique Mattos, a bola sobrou e o argentino Alan Ruiz soltou a bomba. Magrão ainda desviou, mas não o suficiente para evitar o gol.

Os gremistas ainda poderiam ampliar o placar antes do intervalo, mas Magrão fez boas defesas e impediu. A principal delas foi em chute de Pedro Geromel, a queima-roupa, na pequena área. O goleiro conseguiu espalmar no reflexo para a linha de fundo. A postura leonina claramente desagradou o técnico Eduardo Baptista.

Eduardo Baptista aposta na velocidade e prova do próprio veneno
Neto Baiano e Augusto Cesar nem voltaram do intervalo. Eduardo Baptista apostou nas entradas, respectivamente, de Felipe Azevedo e Ananias. O time permaneceu com o mesmo desenho tático, mas ganhou em velocidade e quem mais cresceu no jogo foi Renê, que teve mais espaço para atacar. Através de cruzamentos, o lateral esquerdo criou jogadas de perigo com Ananias e Felipe Azevedo. As duas finalizadas para fora.

A terceira substituição leonina foi a entrada de Mike no lugar de Danilo. A mudança deu profundidade e ainda mais velocidade ao ataque do Sport, que chegou a pressionar o Grêmio. Por outro lado, Felipão tirou o atacante Fernandinho e colocou o volante Walace. Quando o Leão parecia próximo do gol de empate, os gremistas saíram em contra-ataque. Dudu foi lançado, driblou o goleiro Magrão e marcou o segundo do time da casa.

Ananias ainda teve chance de diminuir após bom passe de Diego Souza, mas chutou sem força e Tiago defendeu. Aos 42 minutos foi a vez de Felipe Azevedo quase marcar de bicicleta, mas o gremista fez boa defesa.

FICHA DE JOGO

Grêmio 2

Tiago; Pará, Pedro Geromel, Rhodolfo (Bressan) e Zé Roberto; Ramiro, Fellipe Bastos, Alan Ruiz (Giuliano), Dudu; Barcos e Fernandinho (Walace). Técnico: Felipão
(Reservas: Léo, Matías Rodríguez, Breno, Riveros, Lucas Coelho, Erik)

Sport 0
Magrão; Patric, Henrique Mattos, Durval e Renê; Rithely, Wendel, Augusto Cesar (Ananias), Diego Souza e Danilo (Mike); Neto Baiano (Felipe Azevedo). Técnico: Eduardo Baptista
(Reservas: Saulo, Vítor, Leandro Vicentin, Ronaldo, Zé Mário, Ibson)

Local: Arena do Grêmio (Porto Alegre)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique - RJ (FIFA)
Assistentes: Rodrigo F Henrique Correa (RJ - ESP-1) e Luiz Claudio Regazone - RJ (ASP-FIFA)
Gols: Alan Ruiz (29 do 1ºT) e Dudu (30 do 2ºT)
Cartões amarelos: Pedro Geromel, Giuliano e Walace - GRÊMIO; Wendel

O novo treinador Dado Cavalcanti chegou ao Náutico com a missão de melhorar a situação do time na Série B. Na estreia do comandante, o elenco entrou modificado e garantiu a vitória diante do Luverdense, por 2 a 0, na tarde deste sábado (16), na Arena Pantanal, em Cuiabá. Os gols da equipe pernambucana foram marcados por Crislan, que estreou com a camisa alvirrubra, e por Sassá, no segundo tempo.

Com o resultado, o Timbu assumiu a 14ª colocação, com 21 pontos e está a cinco da zona do rebaixamento. Já o time alviverde se manteve em terceiro lugar, com 27 pontos. Na próxima rodada da Série B, o Timbu enfrentará o Oeste, na terça-feira (19), na Arena Pernambuco. O Luverdense entrará em campo diante do América-MG, no mesmo dia, no estádio Independência. 

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O JOGO

Crislan estreia bem e abre o placar para os alvirrubros

O Luverdense iniciou o jogo levando perigo para o time alvirrubro. Logo nos primeiros minutos, Misael recebeu pelo lado direito da grande área, cortou para dentro e chuta para o gol, mas foi travado pela defesa pernambucana. Aos 9 minutos, pelo lado do Timbu, Roberto lançou a bola na grande área e procurou Tadeu, mas a tentativa foi forte demais e ficou nas mãos do goleiro Gabriel Leite.

As duas equipes tiveram chances de marcar, mas o time alviverde esbarrava na defesa adversária. Em seguida, a marcação alvirrubra não acompanhou o ataque do Luverdense. Misael fez uma boa jogada pelo lado esquerdo e mandou para Gilson, que apareceu na frente do gol e chutou forte, mas Júlio César saiu do gol e fechou o ângulo do volante. Entretanto, na jogada seguinte veio o castigo para os mato-grossenses. O atacante Crislan viu que o goleiro Gabriel Leite estava adiantado, chutou de fora da área e marcou o primeiro gol do Timbu, na sua estreia com a camisa alvirrubra.

Minutos depois, Vinicius quase chegou marcou segundo gol alvirrubro. O meia recebeu na entrada da área e a zaga deu espaço. Ele dominou a bola, ajeitou, mas mandou por cima da trave do goleiro Gabriel. O Luverdense continuou trabalhando mais no ataque, mas as defesas do goleiro Júlio Cesar impediram o time de marcar.

Julio Cesar salva o Náutico e Sassá decreta a vitória do Timbu

No segundo tempo, o Luverdense voltou com duas alterações. Enquanto isso, o Náutico manteve o mesmo time que vencia a partida. Logo no início, Sassá recebeu um belo passe do lado esquerdo do ataque, tocou na saída do goleiro Gabriel Leite e marcou o segundo gol do Náutico.

Os atacantes alvirrubros estavam inspirados, mas o destaque do jogo ficou mesmo com o goleiro Júlio Cesar. O arqueiro alvirrubro salvou o Timbu no segundo tempo. Aos 19 minutos, após cobrança de escanteio, Renato apareceu sozinho na área e cabeceou, mas o goleiro afastou o perigo mais uma vez. 

No final da partida, Sassá fez uma bela jogada pelo lado esquerdo e rolou para Tadeu, que invadiu a área. O jogador conseguiu chutar, mas acabou travado pela defensiva. Na sobra, ainda tentou com o pé direito, mas a bola passou por cima do travessão. Já nos acréscimos, Júlio Cesar ainda teve tempo de salvar o Náutico novamente. Rubinho limpou a bola na frente da área e bateu firme no canto esquerdo. O goleiro tocou com a ponta do dedo e garantiu os três pontos para o Náutico. 

FICHA DO JOGO

Luverdense

Gabriel Leite; Michel Bertasso, Zé Roberto, Renato e Paulinho; Jean Patrick, Gilson (Júlio Terceiro), Washington (Lê) e Samuel (Rubinho); Misael e Reinaldo. Técnico: Junior Rocha

Náutico

Júlio César; Rafael Cruz, Mario Risso, Renato Chaves (Flávio) e Roberto; Paulinho, João Ananias e Vinícius; Crislan (Raí), Sassá (Marcone) e Tadeu. Técnico: Dado Cavalcanti

Local: Arena Pantanal, Cuiabá

Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)

Assistentes: Neuza Ines Back e José Roberto Larroyd (ambos de SC)

Cartão amarelo: João Ananias, Mario Risso, Rafael Cruz, Flavio (Náutico)

Gols: Crislan (aos 19 min do 1º tempo) Sassá (aos 7 min do 2º tempo)

Durou 31 dias. Foi o tempo que o Santa Cruz ficou longe do Arruda. E o reencontro da equipe com a casa coral não poderia ter sido melhor. A vitória por 2 a 1, sobre a Ponte Preta, na noite desta terça-feira (3), deixa o Tricolor com 16 pontos e permanece a invencibilidade no Campeonato Brasileiro da Série B. Após 10 partidas, foram sete empates e três vitórias.

Retornando para a casa após mais de um mês, o Santa Cruz começou o jogo avassalador. Antes do cinco minutos, Renatinho bateu fraco ao lado da meta de Roberto. Aos sete minutos, após confusão na área, Danilo Pires bateu cruzado, Renatinho, de letra, marcou belo gol. Santa Cruz 1 a 0.

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O Tricolor seguia melhor no jogo e não dava espaços para a Ponte Preta. A única chance do time de Campinas foi aos 27 minutos. Adrianinho cobrou falta, Jonathan Cafu desviou, mas Tiago Cardoso segurou firme. Aos 32 veio o segundo gol. Léo Gamalho deu belo lançamento para Pingo, o atacante ficou cara a cara com Roberto, driblou o goleiro e só empurrou para a rede. Santa Cruz 2 a 0.

Na volta para o segundo tempo, o Santa Cruz não começou da mesma forma que começou o primeiro. A Ponte Preta criva jogadas e a defesa Tricolor dava espaços para o ataque da equipe de Campinas. Com um minuto, Adrianinho lançou para Alexandro, que invadiu a área, mas Tiago Cardoso saiu nos pés do atacante e ficou com a bola. A situação Tricolor melhorou após os 20 minutos. Pingo fez bela jogada pela esquerda, driblou César, mas o zagueiro fez falta no atacante e recebeu o segundo cartão amarelo, acabou sendo expulso.

Com um jogador a mais, o Santa tinha mais posse de bola, mas não criava muitas jogadas perigosas e parecia estar satisfeito com o resultado. O único lance de perigo aconteceu aos 39 minutos. Bryan bateu de longe, mas Tiago Cardoso caiu bem e espalmou. Já no fim do jogo, nos acrescimos, Cafu marcou para Ponte Preta e diminuiu a vantagem do Tricolor, mas já era tarde para esboçar uma reação.

FICHA DE JOGO

Santa Cruz 2

Tiago Cardoso, Nininho (Tony), Renan Fonseca, Everton Sena e Renatinho; Sandro Manoel; Memo, Danilo Pires e Carlos Alberto (Betinho); Pingo (Emerson Santos) e Léo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes

Ponte Preta 1

Roberto; Daniel Borges, César, Gilvan e Bryan; Juninho, Elton, Adrianinho (Rodolfo); Jonathan Cafu, Alexandro (Luan) e Edno (Antônio Flávio). Técnico: Dado Cavacalti

Árbitro: Cleisson Veloso Pereira – MG

Assistentes: Marconi Helbert Vieira e Celso Luiz da Silva (Ambos de MG)

Gols: Renatinho (7’ 1º tempo), Pingo (32’ 1º tempo) – Santa Cruz; Cafu (47 2ºT)

Cartões amarelos: Danilo Pires, Memo ( Santa Cruz), César, Alexandro e Daniel Borges (Ponte Preta)

Cartões vermelhos: César (Ponte Preta)

Público: 15.759

 

Renda:R$ 226.710

O reencontro do Santa Cruz com a torcida terminou em festa. Tudo deu certo para o Tricolor. Na partida desta sexta (30), no Estádio dos Aflitos, a equipe pernambucana melhor durante os 90 minutos e mereceu o resultado. Os gols de Memo e Betinho sacramentaram a vitória por 2 a 0 e confirmaram a boa fase do time coral.

Com a vitória, o Santa Cruz chega à oitava colocação com 13 pontos, já a equipe catarinense está na terceira posição, com 17. Na próxima rodada, o Tricolor pernambucano enfrentará a Ponte Preta, em casa. O Joinville encara o lanterna Vila Nova-GO, na Arena Joiville.

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Começo avassalador

Inflamado pela torcida, o Santa Cruz tratou logo de ir para cima do Joinville. Logo aos seis minutos, Carlos Alberto deu belo lançamento na área, Betinho chegou atrasado e desperdiçou boa chance para o Tricolor. Aos 14, não teve jeito. Após boa troca de passes no ataque, Memo bateu de primeira, a bola ainda tocou na trave antes de estufar as redes de Ivan. Santa Cruz 1 a 0.

O Santa Cruz dominava o adversário, sem deixar o JEC construir as jogadas. O primeiro lance perigoso da equipe catarinense foi criado aos 27 minutos. Após cobrança de escanteio, Tiago Medeiros cabeceou, mas Tiago Cardoso segurou firme. O Tricolor pernambucano seguia melhor no jogo. Aos 30, Carlos Alberto bateu de perna esquerda, a bola, caprichosamente, bateu no travessão. Cinco minutos depois, Betinho recebeu livre na área, ficou cara a cara com Ivan, mas o atacante bateu em cima do goleiro do Joinville.

Pressão e segundo gol

Com a expulsão de Tartá, o Santa Cruz foi senhor da partida no segundo tempo. Aos dez minutos veio o segundo gol. Renatinho fez linda jogada pela esquerda, cruzou na cabeça de Betinho, que só teve o trabalho de testar para o gol: 2 a 0.

Após o segundo gol, O Santa Cruz apenas administrou a vantagem que tinha. Por outro lado, o Joinville não conseguia sair da forte marcação da zaga pernambucana.

FICHA DE JOGO

Santa Cruz 2

Tiago Cardoso, Nininho (Julinho), Everton Sena, Renan Fonseca e Renatinho; Sandro Manoel, Memo, Danilo Pires e Carlos Alberto (Emerson Santos); Pingo (Flávio Caça-Rato) e Betinho. Técnico: Sérgio Guedes

Joinville 0

Ivan; Edson Ratinho, Guto, Tiago Medeiros e Bruno Costa; Naldo, Tartá, Washington (Gustavo) e Harisson (Murilo); Edigar Junio (Fernando Viana) e Schwenck. Técnico: Emerson Maria

 

Local: Estádio dos Aflitos

Arbitragem: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

Assistentes: Luiz Cláudio Regazone (RJ) e Eduardo de Souza Couto (RJ)

Cartões amarelos: Naldo, Tartá  e Murilo (JEC);  Pingo (Santa Cruz)

Cartão vermelho: Tartá (JEC)

Gols: Santa Cruz – Memo (14’ 1º tempo); Betinho (10’ 2º tempo)

Público: 9.884

 

Renda: R$ 149.969

O Ceará jogou até melhor que o Sport, no primeiro jogo da final da Copa do Nordeste, na Ilha do Retiro. Mas, os rubro-negros foram eficientes. Tanto na defesa, quanto no ataque. Chegaram à frente com perigo e, nas poucas chances que tiveram, marcaram dois gols. Contudo, o ponto primordial para a vitória, na opinião do técnico Eduardo Baptista, foi a marcação.

“Foi implacável hoje. Eles tiveram mais posse de bola, mas só finalizaram de fora da área. Não tiveram chances claras de gol”, afirmou o comandante rubro-negro, antes de analisar os 90 minutos da equipe rubro-negra no primeiro duelo decisivo.

“Fizemos um bom primeiro tempo, mas demoramos a entrar no jogo. Na parte final é que começamos a jogar. E, no segundo tempo, aconteceu a mesma coisa. Por isso, coloquei Rithely e Danilo no meio para ter uma pegada forte. Os atletas estão de parabéns pela entrega e por ter suportado a pressão do Ceará”, avaliou.

Eduardo Baptista ainda fez questão de ressaltar a importância dos mais de 27 mil torcedores que foram à Ilha do Retiro. “Quando entramos em campo, o calor foi muito grande. Fiquei espantado. A última vez que havia visto a Ilha assim foi em 2008. A torcida foi fundamental, como tínhamos pedido. Fez o papel dela e empurraram os 90 minutos. Grande parte da vitória é dos torcedores. Mas não tem nada ganho, temos que respeitar o Ceará porque demos apenas um passo”, concluiu.

O clima de paz na decisão da Copa do Nordeste durou até os 40 minutos da etapa complementar.  Quando Danilo, do Sport, marcou o segundo gol da partida, as arquibancadas foram palco de cenas lamentáveis. Não coincidentemente, envolveu as duas torcidas organizadas.

No lado do Ceará, os torcedores partiram em direção ao setor de sociais e cadeiras do Sport após serem provocados. Depois de arremessarem alguns objetos, o Batalhão de Choque chegou para intervir. No tumulto, um torcedor do Vozão quebrou o braço e passou alguns minutos caído na arquibancada até ser atendido pelo Corpo de Bombeiros.

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Na arquibancada onde fica a torcida organizada do Sport - que foi proibida de entrar uniformizada no estádio -, os rubro-negros iniciaram uma confusão. No empurra-empurra, alguns torcedores caíram entre os degraus. Mas, a polícia agiu rápido e controlou o tumulto.

O Salgueiro já era líder. Estava bom lá pelas bandas do Cornélio de Barros. E, nesta quinta (26), só melhorou. O Carcará derrotou, em casa, o Chã Grande por 2x0 e se tornou o primeiro time a assumir, absolutamente, o topo da tabela deste Campeonato Pernambucano. Nas cinco partidas disputadas até esta sexta rodada, os sertanejos somaram quatro vitórias e um empate: 13 pontos.

Foram necessárias seis rodadas até que o Campeonato Pernambucano tivesse um líder absoluto. Até então as equipes empatavam em pontos e disputavam pela ponta do torneio. O Salgueiro precisou de apenas cinco jogos – já que cumpriu a folga na quarta rodada - para ter a vantagem.

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Vice-lanterna do Estadual, o Chã Grande não conseguiu evitar o que já parecia difícil: segurar o Salgueiro dentro do Cornélio de Barros. Isso porque o Carcará segue com 100% de aproveitamento quando mandante. 

Foram necessários apenas nove minutos para mostrar porque o Carcará merece a liderança. E nem o Chã Grande evitaria. O lateral-esquerdo Daniel abriu o placar para o Salgueiro. Fabrício Ceará tratou de fechar aos 26 da etapa final. Ao melhor modo do centro-avante salgueirense: de cabeça.

FICHA DE JOGO

SALGUEIRO 2
Mondragon; Marcos Tamandaré, Alemão, Ricardo e Daniel; Rodolfo, Moreilândia, Victor Caicó e Anderson (Luis Eduardo); Jefferson (Alexon) e Fabrício Ceará (Julio).Técnico: Cícero Monteiro

CHÃ GRANDE 0
Dida; Ronaldo, Cristiano, Emílio (Jesse) e Rony (Ailton); Wesley, Azevedo, Mizael e Tiago Lima; Dario (Eduardo Rato) e Nona. Técnico: Bira Veiga

Local: Estádio Cornélio de Barros (Salgueiro)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias
Assistentes: Clóvis Amaral da Silva e Bruno Cesar Santos de Alcântara
Gols: Daniel (aos nove do 1ºT) e Fabrício Ceará (aos 26 do 2ºT)
Cartões amarelos: Anderson (Salgueiro); Rony, Wesley, Ronaldo (Chã Grande)

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O Sport precisava vencer do Paraná a todo custo nesta 36ª rodada da Série B. E conseguiu. Por 2x0. Mas saiu caro. Com a expulsão de Magrão, o técnico Geninho perdeu o camisa para sequência da luta no acesso. Os gols de Camilo e Neto Baiano garantiram a vitória do Leão, neste sábado (16), na Ilha do Retiro. 

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O Leão da Praça da Bandeira termina esta 36ª rodada dentro do objetivo, o G4. O Sport permanece em terceiro, mas empatado em pontos com os cearenses Icasa e Ceará: 59. Já o Paraná selou a permanência na Série B. O time tem 51 pontos, na décima colocação. 

O JOGO
Até os oito minutos o Sport não conseguiu acertar os passes para tentar a finalização. O Paraná não. Aos dez minutos, Lúcio Flávio dominou, ganhou do marcador e arrematou de fora de área. Magrão se esticou e espalmou para a linha de fundo.

Sem Felipe Azevedo, com Camilo
O técnico Geninho já não podia contar com dois titulares: Rithely e Lucas Lima cumpriam suspensão por terceiro cartão amarelo. Aos 14 minutos, o comandante leonino teve desfalque de número três. Felipe Azevedo sentiu a coxa direita e foi substituído por Camilo. 

Geninho fez a aposta e foi premiado. Aos 23, o meia puxou contra-ataque, tabelou com Marcelo Cordeiro tentou passar para Marcos Aurélio. O camisa 10 não dominou, ele inverteu para Patric. O lateral-direito quase não conseguiu manter a posse da bola, correu, evitou que saísse pela lateral, encarou o adversário e cruzou. Foi o Camilo quem apareceu na pequena área para escorar e fazer 1x0. Sport no G4.

O Paraná tentou levar agredir a área rubro-negra. Entretanto, sempre parava na defesa leonina. Quando chegou com perigo não teve sorte. Luisinho fez boa jogada, carregou a bola para a linha de fundo, mas, quando cruzou, não encontrou ninguém na área. 

O equilíbrio entre as equipes pode ser resumido pelos lances consecutivos que ocorreram aos 41 minutos. O Sport partiu em velocidade Camilo lançou Marcos Aurélio. O camisa 10 dominou, cortou o zagueiro, mas finalizou prensado. Definitivamente, não era a tarde do artilheiro leonino. O Paraná respondeu quando retomou a posse de bola. Contra-ataque fulminante até o atacante Luisinho sair cara a cara com Magrão. O paranaense escorregou e a zaga do Leão afastou.

Lúcio Flávio arriscou de fora da área, sem perigo. Depois foi a vez de Edson Sitta tentar o chute, mas Oswaldo mandou para a linha de fundo. Mas foi Marcos Aurélio quem quase marcou. O camisa 10 do Sport foi derrubado na entrada da área, o árbitro Paulo Cesar Oliveira assinalou e a falta. O próprio atacante cobrou, entretanto, mandou para fora.

Sem Magrão, com Saulo
Após o intervalo, o Paraná quase empatou o jogo em uma bobeira do Sport. A defesa rubro-negra não conseguiu ligar o ataque, falhou. O meio-campo do Paraná ligou Reinaldo em velocidade,o atacante sairia de cara com a barra. Porém, Magrão deixou a grande área e atacou a bola antes do domínio do centroavante paranaense. O árbitro Paulo Cesar Oliveira viu um toque de mão. Além da expulsão do goleiro leonino, foi marcada falta perigosa contra o time mandante aos 14 do segundo tempo. 

O Sport não jogava bem, mas soube aproveitar as chances que teve. Aos 18 minutos, Marcelo Cordeiro tentou lançar Neto Baiano. O centroavante leonino notou que estava impedido e não participou da jogada. Não até Patric correr mais de dez metros, dominar a bola e cruzar na marca do pênalti. Aí sim Neto Baiano entrou na jogada, com um chute, de primeira, de pé esquerdo que morreu nas redes paranaenses: 2x0.

Depois do segundo gol rubro-negro. O Paraná tentou atacar de todo jeito. O Sport fez o mesmo para se defender. Inclusive, o técnico Geninho tirou Marcos Aurélio e mandou o volante – ou zagueiro – Rafael Pereira. O Leão trancou a barra e selou o placar em 2x0


FICHA DE JOGO
SPORT 2
Magrão; Ailson, Tobi e Oswaldo; Patric, Naldinho, Ailton (Saulo) e Marcelo Cordeiro; Felipe Azevedo (Camilo), Marcos Aurélio (Rafael Pereira) e Neto Baiano. Técnico: Geninho
PARANÁ 0
Marcão; Roniery, Alex Bruno, Brinner e Henrique; Edson Sitta, Moacir, Lúcio Flávio, Paulinho Oliveira e Luisinho; Reinaldo. Técnico: Dado Cavalcanti

Local: Ilha do Retiro (Recife)
Árbitro: Paulo Cesar de Oliveira
Assistentes: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Alberto Poletto Masseira
Cartões amarelos: Alex Bruno e Kayke (Paraná); Patric, Tobi (Sport)
Cartão vermelho: Magrão (Sport)
Gols: Camilo, aos 23 do 1ºT, (Sport), e Neto Baiano, aos 18 do 2ºT;
Renda: R$ 314.755 Público: 21.522

Finalistas e garantidos na Série A1 do Campeonato Pernambucano 2014. Vitória e América conquistaram o acesso com vitórias sobre Timbaúba e Olinda, respectivamente. Os times decidirão a Série A2 do Campeonato Pernambucano em jogo único. No domingo (10), as duas equipes se enfrentarão em local e horário que ainda serão definidos.

O Tricolor das Tabocas chegou ganhou fibra na fim do torneio e conquistou as vagas, na final da Série A2 e na elite do Estadual de 2014. Após uma campanha regular nas fases de grupos, o Vitória se impôs nos mata-matas. Nas quartas de final eliminou o Altinho ao vencer na casa do adversário. Na semifinal venceu os dois jogos diante do Timbaúba.

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O América também foi regular durante as duas primeiras fases do torneio. Nas quartas de final, passou pelo Araripina após empatar as duas partidas. Ficou no 0x0 dentro de casa. No Chapadão do Araripe, empatou por 2×2 e se classificando por causa dos gols marcados na casa do adversário.

Na semifinal empatou no 0×0 com o Olinda, mesmo jogando melhor. Na partida decisiva, venceu por 2×0, conseguindo um merecido acesso.

*Com informações da assessoria da FPF

O Santos faturou na noite desta quarta-feira (26) a edição de 2012 da Recopa. A equipe paulista venceu o Universidad do Chile pelo placar de 2x0, com gols de Neymar e Bruno Rodrigo, e assegurou a taça da competição. O confronto foi realizado no Estádio do Pacaembu.

No primeiro duelo, os times empataram por 0x0, em partida na cidade de Santiago, no Chile. O placar da vitória alvinegra ainda poderia ter sido maior se Neymar convertesse o pênalti que bateu. Esse foi o primeiro título do Santos na Recopa Sul-Americana.

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Agora, o Santos voltará definitivamente as suas atenções para a reta final do Campeonato Brasileiro. O time paulista está na 11ª posição, somando 33 pontos. O próximo compromisso da equipe será no domingo (30), diante do terceiro colocado, o Grêmio, no Estádio Olímpico, a partir das 18h30.

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