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Entusiastas dos aparelhos da Xiaomi já podem comemorar. Um dos smartphones mais desejados da marca chega ao Brasil, no próximo dia 18 de dezembro. O Mi Note 10 aterrissa em terras tupiniquins, após uma parceria com a operadora Vivo, trazendo entre seus destaques cinco câmeras traseiras, entre elas uma lente grande angular de 108MP, duas teleobjetivas de 5MP e 12MP, uma lente ultra grande angular de 20MP e uma lente macro.

A princípio, o aparelho será comercializado nas lojas físicas da marca, localizadas nos shoppings Ibirapuera e Center Norte, em São Paulo, além do canal oficial de e-commerce e, com exclusividade, nas lojas da Vivo na capital paulista. A partir do dia 20 de dezembro o modelo estará disponível nas demais lojas físicas do país e também na Loja Online da operadora, com frete grátis. 

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O smartphone possui display de 6.47'', AMOLED, com uma resolução de 2340x1080 pixel, memória interna de 128 GB, 6 GB de RAM, processador Snapdragon 730G e bateria de 5260 mAh, podendo permanecer carregado por até dois dias. O Mi Note 10 custará R$ 4.499 no Plano Vivo Família 60GB Anual, que ainda oferece um custo de R$ 320 mensal ao usuário.

Além das cinco câmeras traseiras, o novo smartphone possui uma câmera frontal de 32 MP. O aparelho oferece embelezamento por Inteligência Artificial (AI), modo retrato, detecção de cena e desbloqueio de facial, entre outras funções. O Mi Note 10 chega nas cores Midnight Black (preto), Aurora Green (verde) e Glacier White (branco).

Está chegando ao fim o prazo para que pessoas físicas e jurídicas consigam participar do leilão da Receita Federal, em Recife. A unidade do órgão presente na capital pernambucana vai leiloar mercadorias apreendidas no Aeroporto Internacional Gilberto Freyre, nesta quinta-feira (12). Quem quiser participar precisa enviar sua proposta de lance até às 21h (horário de Brasília), do dia 11 de dezembro.

Ao todo, são 62 lotes disponíveis nesta edição do pregão. No site do órgão é possível conferir valores, fotos e especificações dos aparelhos disponíveis. Caso você se interesse por algum dos produtos é preciso fazer um cadastro prévio para, então, enviar o lance. IPhones, MacBooks, videogames, entre outros eletrônicos estão disponíveis para serem adquiridos durante o processo. No caso dos smartphones, os preços variam de R$ 1.500 até 2.750. Em geral, os lotes contemplam mais de um aparelho.

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Uma das ofertas mais chamativas para pessoas físicas é o lote 28, que conta com dois modelos de iPhone 7, pelo lance mínimo de R$ 1.500. Já o lote 50, por exemplo, traz um MacBook Pro e um iPad Pro em um combo de R$ 4 mil. Quem adquirir qualquer um dos produtos do leilão, se tratando de pessoas físicas, não poderá revender os aparelhos.

Se tem uma empresa no mundo que trabalhou na criação de novos smartphones com afinco em 2019 é, com certeza, a Motorola. Além de atualizar as já tradicionais linhas G e E de seus aparelhos, a companhia estadunidense ainda teve tempo de lançar o seu próprio modelo de tela dobrável - o moto Razr - e uma linha completa, com seis* smartphones de diferentes características da linha One. Se você não acompanhou todas essas novidades, confira quais são os número “Um” da companhia:

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Para fechar o ciclo de lançamentos de 2019, a Motorola anunciou a chegada de um novo aparelho da família One. O smartphone chegou ao mercado brasileiro na última quarta-feira (4), com a promessa de uma super bateria que, além de durar o dia todo, consegue ser recarregada em apenas 10 minutos. Uma mão na roda de quem não gosta de esperar aquelas tantas horas para usar o telefone descarregado ou tem medo de ficar na mão por causa de uma carga curta.

Feito para os apressadinhos

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A principal característica do aparelho é, sem dúvida, a agilidade no carregamento. Isso é possível por conta de um novo sistema de 45 W - intitulado pela empresa de  Hyper Charging - que permite ao usuário 12 horas de uso com apenas 10 minutos de carga. A bateria de 4.000 mAh também garante que, quando totalmente carregado, o telefone consiga durar mais de 24 horas funcionando.

Além disso, o smartphone também possui, na parte traseira, uma câmera principal de 64 MP e uma lente ultra wide de 118°, além de uma câmera selfie pop-up de 32 MP e tela Full HD+ de 6.5”. O dual Night Vision - ideal para fotos em ambientes sem tanta luminosidade, vem tanto na câmera principal quanto na de selfie.

O aparelho vem com um processador Qualcomm Snapdragon 675 octa-core com Inteligência Artificial, 4 GB de RAM, e 128 GB de armazenamento, expansível até 1 TB. O Android 10 vem puro, como é comum em aparelhos da Motorola, e permite o uso simultâneo de múltiplos aplicativos.

O preço sugerido do novo integrante da família One é de R$ 2.499. O aparelho fica disponível no mercado em três opções de cores: azul oceano, vermelho âmbar e rosa boreal.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu em flagrante, nessa quarta (4), Alexandre Ageu Barbosa, de 21 anos, pelos crimes de estelionato tentado e falsa comunicação de crime. O homem, que é professor de matemática, procurou a delegacia para noticiar o roubo de seu celular com o objetivo de receber fraudulentamente o seguro de seu cartão de crédito.

Após a investigação, os agentes policiais perceberam que tudo falado pelo homem se tratava de um golpe, e o mesmo, em seguida, acabou confessando o crime. Ele receberia R$ 3 mil caso a trama se completasse.

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Além de causarem prejuízos a seguradoras e a instituições financeiras, as falsas comunicações de crimes geram o desperdício de dinheiro público, uma vez que a Polícia Civil perde tempo com investigações de crimes que não ocorreram.

Da Polícia Civil do RJ

Um dos irmãos do traficante colombiano Pablo Escobar lançou sua própria marca de smartphones e prometeu desafiar a Apple no mercado. Roberto de Jesús Escobar Gaviria apresentou nessa terça-feira (3) seu aparelho de celular, fabricado em tom de ouro e batizado de "Escobar Fold 1".

O aparelho custa US$ 350 (versão de 128 GB de armazenamento) e usa o sistema operacional Android 9.0. Alimentado por um chipset Qualcomm Snapdragon 8 Series, o celular tem duas câmeras fotográficas de 16 e 20 megapixels, duas telas AMOLED de 7,8 polegadas, sensor de biometria e é dobrável.

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A campanha publicitária para o lançamento do produto conta com fotos e vídeos de mulheres de lingerie. "Eu disse a muitas pessoas que venceria a Apple, e vencerei", afirmou Roberto, que é irmão de Pablo Escobar, ex-líder do cartel de Medellín, morto em 1993.

Conhecido também pelo apelido de "El Osito", Roberto, de 72 anos, foi contador do cartel. Devido à sua associação ao narcotráfico, chegou a ser preso. Na cadeia, recebeu uma carta-bomba que o deixou cego. Em 2014, fundou a Escobar Inc.

Da Ansa

Após assinatura de acordo de colaboração premiada, o juiz Vallisney Oliveira da 10ª Vara Federal de Brasília mandou soltar o estudante de direito Luiz Henrique Molição, de 19 anos, preso na segunda fase da operação Spoofing por suspeita de participar da invasão de celulares de pelo menos 1.000 pessoas - entre elas autoridades como o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Justiça Sergio Moro e os procuradores da Operação Lava Jato, inclusive Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa.

O delator deverá utilizar tornozeleira eletrônica, no entanto, de acordo com a decisão do magistrado, proferida na noite desta terça-feira (3). O acordo de colaboração premiada foi homologado um dia antes.

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Vallisney também concedeu mais 15 dias para que os investigadores encerrem o inquérito. O prazo encerra no dia 19 de dezembro. Após a conclusão pela Polícia Federal, caberá ao Ministério Público Federal decidir se oferece ou não denúncia.

No acordo, sob sigilo, Molição se comprometeu no acordo a trazer revelações sobre as ações relacionadas ao hackeamento das autoridades por meio das contas do aplicativo de comunicação Telegram. Ele também poderia entregar informações sobre diálogos que ainda não estão de posse dos investigadores.

Antes da delação, em depoimento prestado no dia 25 de setembro, o hacker detalhou à Polícia Federal os bastidores das invasões dos celulares de procuradores da Operação Lava Jato, com a participação de outros alvos da Operação Spoofing, como Walter Delgatti Neto, apontado como líder do grupo. Segundo Molição, "Vermelho", como é conhecido seu colega, tem um "perfil narcisista e sociopata".

Walter Delgatti Neto, preso na primeira etapa da operação, confessou o hackeamento e afirmou ter mantido contato com o jornalista Glenn Grenwald, do site The Intercept Brasil, que tem divulgado os diálogos atribuídos a Moro, a Deltan e a outros procuradores da Lava Jato. O hacker também disse que não cobrou contrapartidas financeiras para repassar os dados. Molição participou pessoalmente de conversa referente à entrega dos conteúdos obtidos por meio das invasões.

Além de Delgatti Neto, foram presos no dia 23 de julho, Gustavo Henrique Santos, o DJ de Araraquara, sua mulher, Suellen Priscila de Oliveira e Danilo Cristiano Marques. Já a segunda etapa da operação prendeu, além de Molição, o programador Thiago Martins, o "Chiclete".

Dos seis investigados, Suelen Priscila de Oliveira, de 25 anos, é a única que está fora da prisão. Em entrevista exclusiva ao jornal O Estado de S. Paulo, 12 dias após deixar o presídio feminino em Brasília, Suelen negou ser hacker e disse que, se quisesse, poderia ter "prejudicado a vida" de Walter Delgatti Neto.

No depoimento concedido seis dias após ser detido, Molição também contou à PF sobre as figuras públicas hackeadas, entre elas a deputada Joice Hasselmann. O hacker explicou como invadiram o celular da deputada federal para enviar uma falsa mensagem a um jornalista.

De acordo com os documentos do inquérito sigiloso a que o Estado teve acesso, a investigação sobre as invasões de aplicativos de comunicação de altas autoridades da República aponta a prática de crime contra a Lei de Segurança Nacional, na modalidade de espionagem.

Defesa

O advogado Guilherme Rodrigues, que representa Luiz Molição, disse que a defesa não irá se manifestar no momento.

A Justiça Federal do Distrito Federal homologou acordo de colaboração premiada do estudante de direito Luiz Henrique Molição, de 19 anos, um dos presos na Operação Spoofing, deflagrada em julho, que investiga a invasão de celulares de autoridades da República incluindo procuradores da Lava Jato e o ministro da Justiça, Sergio Moro.

Molição foi preso na segunda fase da Spoofing e teria participado pessoalmente de conversa com o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, referente à entrega dos conteúdos obtidos por meio das invasões. Ele tinha ligação com Walter Delgatti Neto, o "Vermelho", que confessou ter hackeado autoridades e repassado o conteúdo a Greenwald.

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A decisão de homologar a delação foi proferida na noite da segunda-feira, 2, pelo juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília. A tendência é que, a partir de agora, Molição deixe a prisão e continue a responder em liberdade.

O magistrado também concedeu mais 15 dias para que os investigadores encerrem o inquérito. O prazo encerra no dia 19 de dezembro. Após a conclusão pela Polícia Federal, caberá ao Ministério Público Federal decidir se oferece ou não denúncia.

No acordo, sob sigilo, Molição se comprometeu a trazer revelações sobre as ações relacionadas ao hackeamento das autoridades por meio das contas do aplicativo de comunicação Telegram. Ele também poderia entregar informações sobre diálogos que ainda não estão de posse dos investigadores.

Procurada, a defesa de Luiz Molição não atendeu telefonemas nem respondeu mensagens.

A nova aposta da LG no Brasil é o G8X, um smartphone com duas telas OLED de 6,4 polegadas feito especialmente para a geração ‘multitasker’ - pessoas que vivem fazendo mais de uma atividade ao mesmo tempo -. A pré venda do produto começou no último dia 22 de novembro. O G8X deve chegar nas lojas de todo Brasil no dia 7 de dezembro, custando R$ 5.999. 

O lançamento do smartphone no Recife foi realizado nesta terça-feira (26), no centro de inovação CESAR, localizado na Rua do Bom Jesus, Bairro de São José. Um dos diferenciais para quem comprar esse aparelho é que ele é portátil e, não querendo portar as duas telas, a pessoa pode destacar uma delas. A conexão entre o smartphone e sua segunda tela é via USB.

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O LG G8X vem com o processador Qualcomm Snapdragon 855 de até 2.84GHz. Sua memória RAM é de 6GB, com memória interna de 128GB. A câmera frontal é de 32 MP, com ângulo de 79º. Na parte de trás são duas câmeras, uma teleobjetiva de 12MP, e uma grande angular de 13MP que proporciona um ângulo de visão de 136º. 

Fabrício Habib, gerente geral de Produtos Móveis da LG no Brasil, acredita que os usuários que experimentarem um celular de duas telas passarão a ter uma experiência multitarefa completa e surpreendente. Para ele, “quem se habitua com as duas telas dificilmente vai querer voltar para uma só”. 

Na tentativa de estimular a compra do G8X, quem adquirir o smartphone até o dia 29 de dezembro, ganhará como brinde uma televisão 4K de 43 polegadas. O modelo também será disponibilizado com ofertas nos planos pós-pago e controle.

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O Sport lançou, nesta terça-feira (19), a sua própria operadora de celular. O chip Sport CEL chega com diversas vantagens, WhatsApp ilimitado, portabilidade acessível e cobertura 4G no País. O chip custa R$ 10 e está à venda na loja oficial do clube e do quiosque do Shopping Tacaruna.

O Sport disponibilizou três planos para os torcedores com valores de 20, 30 e 40 reais. De acordo com o clube, o usuário permanece com seu número de telefone na portabilidade.

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A Polícia Civil do Paraná prendeu o vereador Claudemir Ramos (PSC), do município de Jussara-PR, por armazenar material pornográfico infantil. Segundo a Polícia Civil, foram encontradas imagens de uma das vítimas já identificadas e de outras não identificadas no celular do vereador.

 O celular foi recolhido em cumprimento a um mandado de busca e apreensão. A polícia havia recebido uma denúncia informando que Claudemir estava mantendo um contato suspeito com uma menor de idade.

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 A prisão do vereador ocorreu na última terça-feira (12). Ele foi encaminhado à delegacia de Cianorte-PR. Em sessão na Câmara Municipal de Jussara, o 2º secretário, vereador Ariovaldo Hidalgo (PTB), disse que a Casa ainda não havia recebido comunicado oficial e aguarda maiores detalhes do caso.

Dois suspeitos de acessarem conversas em celulares do ex-juiz Sergio Moro e de procuradores da Lava Jato narraram a seus advogados que teriam encontrado um "microfone espião" em um chuveiro da carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O equipamento de gravação, segundo o relato feito há duas semanas, foi retirado depois que o programador observou fios do microfone aparecendo para o lado de fora do chuveiro.

Thiago Eliezer Martins, que foi preso na segunda fase da Operação Spoofing, em 19 de setembro, mostrou o equipamento de gravação para outros dois colegas de cadeia - um deles era Walter Delgatti Neto, o "Vermelho".

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Suspeito de liderar o grupo, "Vermelho" está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, mas naquela ocasião cumpria quatro dias na prisão na Superintendência da PF para passar por uma rodada de depoimentos.

Depois de retirado do chuveiro, o microfone foi entregue para a PF.

Procurados pela reportagem, três advogados de presos da Operação Spoofing confirmaram que seus clientes narraram o episódio, e confirmaram que o microfone foi retirado de dentro do chuveiro por Thiago Eliezer Martins.

Dois advogados pediram anonimato para não se "indispor" com a PF, mas dizem que estudam pedir que a Corregedoria da corporação abra uma investigação sobre o caso.

Apenas um terceiro advogado, o defensor federal Igor Roque, concordou em dar entrevista sem exigir a condição de anonimato.

Igor Roque atua na defesa de Danilo Marques, motorista de aplicativo preso na cidade de Araraquara (SP) na primeira fase da Spoofing, há quase quatro meses.

No decorrer das investigações, a Polícia Federal descobriu que Marques agia como um "testa de ferro" de "Vermelho", em supostos crimes de estelionato.

O defensor federal diz que seu cliente não estava na cela no dia em que o microfone foi descoberto. Igor Roque alega, porém, que ele próprio esteve na Superintendência da PF e ouviu do próprio "Vermelho" a versão de como o grampo teria sido encontrado.

"Eu estive na PF para conversar sobre meu cliente. Chegando lá o Walter (Delgatti) disse o seguinte: 'a gente encontrou uma escuta no chuveiro da cela. Tinha microfones, eles tiraram'".

O advogado explica que, dos seis presos na Spoofing, apenas Suelen Oliveira foi solta. Dos outros cinco suspeitos que continuam detidos, três estão encarcerados na Papuda e dois na superintendência da PF, em Brasília. Walter é um dos que estão presos na Papuda, mas dorme com frequência na PF quando tem que prestar depoimento.

"Walter ficou lá quatro dias e voltou para a Papuda. Os outros dois já estão na PF faz mais de mês, desde quando foram presos na segunda fase (da Spoofing). Eu ainda não sei se é de um chuveiro coletivo que eles retiraram o equipamento. As celas da PF são próximas. Um microfone já daria para captar todas das conversas. A gente não sabe a gravidade disso. Têm que ser analisadas todas as consequências. A PF precisa investigar e dar uma resposta rápido a isso", diz o defensor federal.

O objetivo do advogado, a partir de agora, é saber se a PF abriu alguma apuração sobre o episódio do microfone.

Ele acredita que não só Danilo Marques, seu cliente, mas todos os presos da Spoofing podem ter sido monitorados "ilegalmente".

"Nós estivemos com o delegado do caso e ele disse que desconhecia a escuta. A gente não teve acesso ao inquérito completo, não sabe se isso está sendo investigado, pois está sigiloso. Uma gravação seria de uma gravidade absurda", destacou o advogado, que pretende peticionar, oficialmente, a abertura de uma investigação sobre o caso. "É um caso que envolve diretamente meu cliente".

Outros advogados de presos na Spoofing disseram que, reservadamente, a PF alega ter uma autorização judicial para fazer escutas ambientais, mas que isso não abarca qualquer inserção de microfone espião dentro de chuveiro da cela. Esses mesmos advogados entendem que a escuta supostamente instalada no banheiro violaria "todos os princípios constitucionais".

Defesa

Em nota à reportagem, a assessoria da Polícia Federal informou que, até o momento, as "autoridades máximas" da Superintendência Regional da instituição em Brasília desconhecem qualquer pedido de investigação sobre espionagem dentro de cela. "Se acionada, a PF investigará", disse em nota.

A Polícia Federal (PF) esteve nas casas de duas aplicadoras do Exame Nacional do Ensino Mèdio (Enem) 2019, em Fortaleza (CE), para cumprir mandados de busca e apreensão neste sábado (9). Os celulares das aplicadoras foram apreendidos pelos investigadores.

 O cumprimento dos mandados faz parte da Operação Thoth, que tem o objetivo de investigar irregularidades cometidas durante a aplicação das provas no primeiro dia do Enem, em 3 de novembro.

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 A ação contou com a parceria do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do Enem. O instituto ajudou na identificação das aplicadoras.

 A PF também investiga outros casos relatados no Rio de Janeiro e na Bahia. As aplicadoras podem ser indiciadas pelo crime de fraude em certames de interesse público. A pena chega a cinco anos de prisão mais multa.

A Polícia Federal deflagrou, neste sábado (9), a Operação Thoth para recolher provas de suspeita de fraudes e atos irregulares durante a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no último domingo (3).

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas residências de aplicadoras do teste suspeitas de fraudar o primeiro dia de provas. Os celulares das suspeitas foram levados para perícias. Os mandados foram expedidos pela 12ª Vara Federal de Fortaleza.

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Em nota, a Polícia Federal informa que continua atuando em parceria com o Inep para apurar fraudes semelhante na Bahia e no Rio de Janeiro.

No último domingo, alunos responderam perguntas de Linguagens e Ciências Humanas, além de redigirem uma redação dissertativa sobre a democratização do acesso ao cinema no Brasil.

O segundo dia de provas será realizado neste domingo (10) em todo o País.

Os aplicadores de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não poderão mais entrar com celular nas salas onde são aplicados os exames. A medida foi tomada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) após a prova de redação ter sido fotografada e divulgada nas redes sociais no último domingo (3).

Até então, segundo o Inep, os aplicadores deviam guardar os celulares em envelopes porta-objetos, assim como os participantes do exame. Agora, no segundo dia de aplicação do Enem, neste domingo (10), os aparelhos não poderão ficar nas salas, nem mesmo dentro do envelope lacrado.

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A regra vale para os 147,6 mil fiscais de sala; 29,5 mil fiscais volantes; 147,6 mil chefes de sala, e os 5,5 mil aplicadores especializados, que são os intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras), ledores, transcritores, entre outros. Todos eles têm acesso à sala de prova.

Poderão usar o celular no Enem os coordenadores estaduais, municipais, de aplicação e os 12 mil certificadores, que são servidores públicos federais e professores das redes públicas de ensino estaduais e municipais. Segundo o Inep, eles não têm acesso às salas.

Os certificadores usam o celular para verificar os procedimentos de aplicação do Enem, como a chegada e a abertura dos malotes com provas e a distribuição do exame para os candidatos. Todo o trabalho é feito por meio de um aplicativo. Pela ferramenta, são enviados, por exemplo, relatórios e alertas. Os relatos são feitos aos coordenadores.

Para os participantes do exame, os celulares e outros aparelhos eletrônicos são proibidos. Eles devem ser colocados dentro de envelope porta-objetos entregue antes do início do exame. Os aparelhos devem estar desligados e, se possível, deve-se remover a bateria, pois caso emitam algum som, mesmo dentro do envelope lacrado, levarão à eliminação do estudante.

Vazamento

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que as investigações, a cargo da Polícia Federal, indicam que a foto da prova de redação que circulou nas redes sociais foi tirada por um aplicador de prova.

Durante a tarde de domingo (3), o Inep confirmou que a imagem era real, mas disse que foi divulgada após a realização dos procedimentos de segurança, quando os estudantes já estavam todos nas salas de aplicação. Portanto, não haveria prejuízo aos participantes.

"Todos os procedimentos de segurança já haviam sido realizados, a prova já havia sido distribuída para todo mundo e alguém tirou uma foto e colocou nas redes. Isso não compromete em nada, tudo segue normal", disse Weintraub.

No último domingo (3), 3,9 milhões de participantes fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e redação. Neste domingo (10), os candidatos farão as provas de matemática e ciências da natureza.

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As provas do segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) serão aplicadas no próximo domingo (10), momento em que os participantes encaram as disciplinas de matemática e Ciências da Natureza. Diante da proximidade para a prova, da ocorrência de eliminações no primeiro dia, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) fez um alerta: as regras não mudam no segundo dia. 

O uso exclusivo de canetas pretas confeccionadas em material transparente, por exemplo, é uma das regras às quais o participante deve estar atento. Para ter acesso aos locais de provas os feras devem estar munidos de documento oficial com foto, além de ser aconselhado levar também o cartão de confirmação de inscrição. 

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Os objetos proibidos na sala de aplicação durante a realização das provas, como dispositivos eletrônicos e fones de ouvido, por exemplo, devem ser mantidos dentro do saco plástico entregue pelo fiscal, lacrados debaixo da carteira. Se algum dispositivo eletrônico emitir som, ainda que dentro do saco lacrado, o participante será eliminado. Confira a seguir as regras do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem):

O que é obrigatório levar para a prova do Enem:

Caneta esferográfica de tinta preta e fabricada em material transparente;

Documento oficial de identificação, original e com foto.

O que é aconselhável levar para a prova:

Cartão de Confirmação de Inscrição;

Declaração de Comparecimento impressa (caso precise do documento).

O que é proibido:

borracha 

corretivo

chave com alarme

artigo de chapelaria

impressos e anotações

lápis

lapiseira

livros

manuais

régua

óculos escuros

caneta de material não transparente

dispositivos eletrônicos (wearable tech, calculadoras, agendas eletrônicas, telefones celulares, smartphones, tablets, iPods, gravadores, pen drive, mp3, relógio, alarmes)

fones de ouvido ou qualquer transmissor, gravador ou receptor de dados imagens, vídeos e mensagens.

*Com informações do Inep

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O horário de verão foi revogado pelo presidente Jair Bolsonaro em abril. Mesmo assim, diversos aparelhos celulares atualizaram a hora neste domingo (3). Com o ocorrido, muitos estudantes que vão fazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ficaram preocupados com a pontualidade de chegar aos locais de aplicação das provas, já que muitos utilizam o celular como fonte principal de conferência de horário.

Nas redes sociais, muitos feras reclamaram do fato de não saberem o horário correto. "Gente, ainda bem que eu verifiquei que horas são. Imagina se eu chego super cedo no local de prova? Ia acabar me esgotando fisicamente entes de começar o exame só por conta de um erro do celular. aff.", disse uma usuária do Twitter.

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O "bug" foi causado apenas em smartphones de sistema operacional Android. Segundo a Google, mesmo que a mudança não exista mais no Brasil, alguns telefones podem não ser atualizados a tempo. A mudança de horário foi dada automaticamente nesses aparelhos, entre os dias 20 de outubro e este domingo (3).

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será realizado nos próximos domingos, 3 e 10 de novembro, por 5,1 milhões de estudantes que buscam uma vaga no ensino superior. Nos dias de prova, é importante que os participantes estejam atentos não somente aos conteúdos cobrados pelas questões, mas também à organização para ir até o local de aplicação e ao comportamento durante o tempo de resolução de provas.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ações como que os fiscais de prova verifiquem os lanches, sair da sala sozinho (sem um fiscal) após as 13h e recusar a coleta de dado biométrico, por exemplo, levam à eliminação do participante. Confira, abaixo, a lista completa de atitudes que acarretam em eliminação: 

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Cor da caneta

Realizar a prova com caneta que não seja esferográfica, transparente e de tinta preta.

Alimentação

Não permitir que o lanche levado seja vistoriado pelo aplicador da sala.

Documentação

Prestar declaração falsa ou inexata (em qualquer documento);

Permanecer no local de provas sem documento de identificação válido.

Dispositivos eletrônicos

Utilizar qualquer dispositivo eletrônico no local de provas, por exemplo, laptop e celular;

Entrar na sala de provas com o telefone celular e/ou quaisquer outros equipamentos eletrônicos fora do envelope porta-objetos;

Não manter aparelhos eletrônicos (celular, tablet, etc) desligados no envelope porta-objetos até a saída definitiva da sala de provas; Se o aparelho eletrônico, ainda que dentro do envelope porta-objetos, emitir qualquer tipo de som, como toque de ligação ou alarme;

Local de prova e aplicação

Perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de aplicação das provas;

Utilizar, ou tentar utilizar, meio fraudulento em benefício próprio ou de terceiros em qualquer etapa do exame;

Utilizar livros, notas, papéis ou impressos durante a aplicação do exame;

Sair da sala com o cartão de respostas ou outro material de aplicação  - com exceção para o caderno de questões depois de duas horas do início da prova e se a saída for definitiva;

Entregar o cartão de respostas ao aplicador e ir embora definitivamente antes de duas horas de aplicação;

Não aguardar em sala de provas, das 13h às 13h30 (horário de Brasília) para procedimentos de segurança, exceto para a ida ao banheiro acompanhado por um fiscal;

Recusar-se a ser submetido à revista eletrônica, coleta de dado biométrico e ter seus objetos revistados eletronicamente;

Iniciar as provas antes das 13h30 (horário de Brasília-DF) ou da autorização do aplicador;

Usar óculos escuros, boné, chapéu, viseira, gorro ou qualquer acessório que cubra os cabelos ou as orelhas;

Portar armas de qualquer espécie, exceto para os casos previstos no art. 6º do Estatuto do Desarmamento;

Receber, de qualquer pessoa, informações referentes ao conteúdo das provas;

Fazer anotações em outros objetos ou qualquer documento que não seja o cartão de respostas, o caderno de questões, a folha de redação e a folha de rascunho;

Não manter, debaixo da carteira, o envelope porta-objetos, lacrado e identificado desde o ingresso na sala de provas até a saída definitiva da sala provas.

Portar, na sala de provas, objetos proibidos pelo edital do Enem, como lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borracha, régua, corretivo, wearable tech, calculadoras, entre outros.

Fiscal de Prova

Não permitir que os artigos religiosos, como burca, quipá e outros sejam revistados;

Ausentar-se da sala de provas, a partir das 13h (horário de Brasília), sem o acompanhamento de um fiscal;

Comunicar-se verbalmente, por escrito ou por qualquer outra forma, com qualquer pessoa que não seja o aplicador ou o fiscal, a partir das 13h (horário de Brasília);

Fazer anotações no caderno de questões, no cartão-resposta, na folha de redação, na folha de rascunho e/ou demais documentos do exame, antes do início das provas;

Descumprir as orientações da equipe de aplicação;

Não entregar ao aplicador, ao terminar as provas, o cartão-resposta, a folha de redação e a folha de rascunho;

Não entregar ao aplicador o caderno de questões, exceto se deixar em definitivo a sala de provas nos 30 minutos que antecedem o término das provas;

Recusar-se a entregar ao aplicador o cartão-resposta e a folha de redação após 5h30 de provas, do primeiro dia, e 5h de provas, do segundo, salvo nas salas com tempo adicional ou com videoprova na Língua Brasileira de Sinais (Libras);

Não permitir que os materiais próprios, como máquina Perkins, reglete, punção, sorobã ou cubaritmo, caneta de ponta grossa, assinador, régua, óculos especiais, lupa, telelupa, luminária e/ou tábuas de apoio sejam revistados.

*Com informações do Ministério da Educação (MEC)

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá seu primeiro dia de provas no próximo domingo (3). Com o grande dia batendo à porta, os candidatos precisam lembrar de alguns detalhes importantes para realização do Exame. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em sua página na internet, traz uma série de informações que podem te ajudar a alcançar a aprovação.

O Inep esclarece que é permitido entrar no local de aplicação da prova com celulares e outros aparelhos eletrônicos, como tablets e ipods, desde que estejam desligados e devidamente lacrados no porta-objetos que será disponibilizado antes do candidato ingressar na sala. Caso o aparelho emita algum ruído ou som, mesmo dentro do porta-objetos lacrado, o proprietário será automaticamente desclassificado do Exame.

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O manual ainda diz que estojo, lápis, borracha, lapiseira, corretivo e régua também estão proibidos. O Instituto permite, apenas, o uso de caneta esferográfica transparente de tinta preta para realização das provas e dos rascunhos. A lista de proibições também traz outros itens, como relógios, chaves com alarmes, fones de ouvido, calculadora, livros, material impresso e anotações. Todos os materiais devem ser colocados no porta-objetos, que deve permanecer debaixo da carteira do candidato durante toda a prova.

Outro ponto que pode gerar dúvidas se refere aos lanches e snacks que os estudantes podem levar ou não para fazer a prova. O Inep não traz nenhuma recomendação específica, mas informa, no manual, que todos os lanches e alimentos que os estudantes levarem aos locais de prova deverão passar por vistoria do aplicador de provas. 

Em relação aos trajes proibidos, o Inep traz uma lista com os acessórios ou peças como óculos escuros e artigos de chapelaria,como boné, chapéu, viseira, gorro ou similares. Para pessoas com vínculo religioso que precisarem fazer uso de burca, quipá, hijab e semelhantes, o Instituto informa que as vestimentas serão permitidas, mas deverão ser revistadas pelo coordenador, antes da prova. 

Para ajudar o fera a se preparar da melhor maneira possível na semana que antecede o primeiro dia de provas, o Vai Cair No Enem e o LeiaJá realizarão transmissões ao vivo, no Instagram (@vaicairnoenem) e no canal do Youtube (youtube.com/vaicairnoenem) com a presença de professores experientes, que estarão à disposição dos alunos para tirar dúvidas

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A Prefeitura do Recife vai sortear, neste sábado (26), 100 kits contendo uma bicicleta e um smartphone com pacote de dados para que a população possa trabalhar prestando serviços para aplicativos de entrega. A iniciativa faz parte do programa Chegando Junto e visa ajudar os beneficiados a aumentar sua renda.

O resultado será divulgado pela Loteria Federal e interessados em concorrer devem comparecer, até esta sexta-feira (25), às agências de emprego situadas nas avenidas Rio Branco e Norte, munidos de documento oficial com foto, Número de Inscrição Social (NIS) e comprovante de endereço.

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Este é o primeiro sorteio do projeto, que deve repetir o incentivo mensalmente até o fim de 2020, sempre no último sábado de cada mês.. Ao todo, serão 1.500 kits entregues até o fim do próximo ano. Para participar é preciso ser maior de 18 anos, comprovar residência no Recife e estar cadastrado como baixa renda no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do Governo Federal, há pelo menos seis meses. 

Ao completar a inscrição, o candidato recebe um número, que dá direito a participar de todos os sorteios até o final do projeto. Os ganhadores serão os portadores dos 100 números mais próximos do primeiro prêmio. Em caso de empate, valerá o número maior. Quem for sorteado não poderá participar da rodada o mês seguinte.

Não é permitido vender ou repassar os kits a terceiros. Quem for contemplado com as premiações precisará apresentar extrato das atividades desenvolvidas, emitida pelas empresas onde atuam. As bicicletas contidas no kit têm aro 26, com 21 marchas, e são equipadas com capacete e demais itens de segurança exigidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

A relação dos ganhadores será publicada no site da Prefeitura do Recife, no térreo da PCR e nas agências de emprego. A entrega dos kits acontecerá até o dia 20 do mês seguinte, em dia e hora definidas pela administração municipal. Informações e dúvidas sobre o projeto Renda por APP podem ser tiradas por meio dos telefones 3355-2901 e 3355-8053.

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