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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, se reunirá com seus homólogos britânico e australiano nesta sexta-feira (1°) no Vale do Silício, na Califórnia, onde terão uma reunião sobre a aliança militar Aukus entre os três países.

Os altos funcionários vão discutir o desenvolvimento de um submarino de propulsão nuclear e de outras tecnologias com o objetivo de conter as ambições militares da China.

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A Austrália deve comprar dos Estados Unidos três submarinos nucleares ao longo da década de 2030, segundo os termos da aliança Aukus, antes que Camberra e Londres desenvolvam em conjunto um novo modelo de submarino de ataque que inclui tecnologia americana. Esses não terão ogivas nucleares.

O americano Lloyd Austin, o australiano Richard Marles e o britânico Grant Shapps "fornecerão novas informações importantes sobre a parceria" Aukus após o encontro, indicou o Pentágono.

A China condena tal acordo por ver nele uma ameaça à sua segurança assim como uma infração às normas de não proliferação nuclear. De acordo com Pequim, "os três países se comprometem cada vez mais com um caminho equivocado e perigoso".

Em setembro de 2021, o governo australiano cancelou subitamente um contrato de 90 bilhões de dólares australianos (60 bilhões de dólares ou 294 bilhões de reais) para adquirir submarinos do francês Naval Group de propulsão convencional, o que provocou irritação em Paris.

Os submarinos Classe Virginia que a Austrália comprará dos EUA são quase duas vezes maiores que seus atuais submarinos Classe Collins, e podem levar até 132 tripulantes, contra 48 do Collins.

A compra de submarinos de propulsão nuclear inserirá a Austrália em um clube muito seleto de países e à frente dos esforços de Washington para contrabalançar a expansão militar da China na Ásia-Pacífico.

Uma brasileira de 43 anos foi encontrada morta em Sydney, na Austrália, no último sábado, 25. De acordo com a imprensa australiana, o corpo de Catiuscia Machado, uma pedagoga natural de Canoas, no Rio Grande do Sul, foi descoberto na banheira de seu apartamento no bairro de Chiswick, e o suspeito do crime é seu namorado, Diogo de Oliveira, 40, natural de Vila Velha, no Espírito Santo.

Segundo a rede de televisão australiana 9News, o corpo de Catiuscia estava em uma banheira junto com pacotes de comida congelada. O casal teria discutido na noite de sexta-feira, 24, enquanto Catiuscia preparava banho, e Diogo supostamente a empurrou e ela teria batido a cabeça e caído na banheira. A polícia foi acionada no sábado, por um amigo do casal, após ele receber um telefonema de Diogo.

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O brasileiro foi preso e acusado de homicídio relacionado com violência doméstica. Na segunda-feira, 27, Diogo compareceu ao Tribunal Local de Burwood. Ele terá de comparecer novamente ao tribunal em janeiro.

A mãe de Catiuscia, Eliaide Machado, disse em entrevista ao programa Gaúcha Mais, da Rádio Gaúcha, que foi acordada na madrugada de segunda-feira (27) por policiais da Austrália. Ela disse ter suspeitado do comportamento da filha já na sexta-feira, quando ela não respondia - a mãe conta que elas costumavam conversar, rotineiramente, por pelo menos 15 minutos no telefone. A última mensagem da filha foi informado que iria viajar para a Tailândia no dia seguinte, sábado, quando foi encontrada morta.

Quem era Catiuscia Machado?

Catiuscia foi morar na Austrália em março de 2022 para dar aulas e melhorar seu inglês. Para a Rádio Gaúcha, Eliaide contou que a filha pretendia voltar a morar no Brasil em 2024. Ela estava em um relacionamento com Diogo há cerca de dois anos. Eles se conheceram quando Catiuscia foi para o Espírito Santo estudar e viajaram juntos para a Austrália. Familiares relataram à imprensa que já tinham conhecimento do histórico de violência doméstica do capixaba e que tinham pouco contato com o homem.

Uma jovem australiana de 22 anos, identificada como Cloe Westerway, colocou um implante contraceptivo hormonal no braço e a haste flexível migrou para o seu coração. Em entrevista ao Australia News, ela contou que começou a sentir azia, dores de cabeça, sangramento intenso, vômitos e palpitações logo após o implante.

A mulher informou que colocou o implante contraceptivo hormonal no início deste ano, e que o dispositivo inserido na pele da parte interna do braço tem 4 centímetros de comprimento e 2 milímetros de diâmetro. A peça contém uma alta carga de etonogestrel, que é um hormônio feminino sintético.

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A equipe médica que acompanha o caso só conseguiu descobrir que o contraceptivo havia migrado para as artérias pulmonares do coração, através de exames de imagem. Além disso, revelaram que o objeto obstruiu parcialmente a parte esquerda do órgão, sendo assim, Cloe passará por uma cirurgia, nesta quinta-feira (27), para a retirada do implante alojado no músculo cardíaco.

 

A empreendedora Monique Jeremiah, de 36 anos, investiu em um negócio um tanto quanto inusitado após sua agência de viagens falir na pandemia e, hoje, fatura cerca de R$ 3 mil por mês. Ela decidiu alugar o espaço vazio da cama de casal em que dorme, em um apartamento de um quarto em Queensland, na Austrália.

A proposta hot bedding - ou cama quente - se popularizou com o isolamento social na pandemia do coronavírus como uma opção para cortar custos e manter minimamente o contato social. Ela ressalta que o serviço é oferecido de "maneira respeitosa e sem compromisso" e que os interessados precisam ter capacidade de se desligar emocionalmente, explicou ao 7News.

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"É como dividir um quarto com duas camas, no entanto, vocês só dormem juntos na mesma cama", disse Monique ."São necessárias duas pessoas que respeitem o espaço, os valores e os limites uma da outra", completou.

Apesar de não se envolver com os companheiros na hora do sono, o primeiro cliente de Monique foi um ex-namorado. No novo modelo de relacionamento, ele precisou desembolsar R$ 540 por semana para dormir no local que já estava habituado a ficar.  "Aproveitei a oportunidade para ter companhia", contou a empreendedora.

A Austrália realizará um referendo histórico sobre os direitos de sua minoria aborígene em 14 de outubro, anunciou o primeiro-ministro Anthony Albanese nesta quarta-feira (30).

"Neste dia, cada australiano terá uma oportunidade única em sua geração de unir nosso país" disse Albanese ao anunciar a data dessa votação vinculante.

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"Peço a todos os australianos que votem 'Sim'", afirmou o primeiro-ministro.

Em caso de vitória do "Sim", os indígenas australianos, cujos ancestrais habitam o continente há pelo menos 60.000 anos, serão reconhecidos na Constituição pela primeira vez na história.

Eles também ganharão o direito constitucional de serem consultados sobre leis que afetem sua comunidade por meio da chamada "Voz do Parlamento", uma figura de representação diante dos poderes Executivo e Legislativo.

"Permitirá ao nosso povo ter uma cadeira à mesa", declarou a acadêmica indígena e jurista de direito constitucional Megan Davis.

Com o "Sim" atrás nas pesquisas, aumenta o receio de que uma recusa da população prejudique as relações intercomunitárias, afete a reputação global do país e desperdice a oportunidade de reduzir a desigualdade enfrentada pelos indígenas.

"Votar 'Não' não leva a nenhum lugar, significa que nada muda. Votar 'Não' fecha a porta para esta oportunidade de avançar", disse Albanese.

"Não fechem a porta para a próxima geração de indígenas australianos", insistiu.

O governo trabalhista de Albanese defende que os aborígenes mantêm viva a chama da cultura mais antiga do mundo ainda existente.

Porém, mais de dois séculos após a chegada dos colonos britânicos na atual baía de Sydney, os herdeiros dos povos originários têm uma probabilidade muito maior de morrer jovens, viver na pobreza ou acabar na prisão que a média da população australiana.

- "Sim" perde apoio -

O projeto de criar a representação aborígene, "The Voice", está longe de gerar unanimidade.

O líder da oposição conservadora, Peter Dutton, lidera a campanha do "Não" alegando que é o "melhor para o país" e que o projeto criaria muita burocracia.

A senadora aborígene de seu partido Jacinta Nampijinpa Price declarou que este é "o referendo mais divisivo" na história do país.

"Não permitiremos que o primeiro-ministro e este referendo dividam nosso país com base na raça dentro da nossa Constituição", afirmou após o anúncio da data.

Do outro lado, a ativista Georgia Corrie, que faz campanha pelo "Sim" no Território do Norte, região com maior proporção de população aborígene, se mostra otimista.

"O sentimento aqui é ótimo, há muito apoio ao referendo", declarou à AFP.

As primeiras pesquisas apontavam um amplo apoio à proposta, mas a aprovação registrou queda nos últimos meses, disse à AFP o analista William Bowe.

O especialista em pesquisas afirmou que a participação de vários indígenas na campanha do "Não" conseguiu "convencer muitos australianos que não é racista ser contrário ao projeto".

Para ser aprovado, o "Sim" precisa vencer na maioria dos oito estados e territórios australianos.

A Inglaterra está na final de Copa do Mundo feminina. Na manhã desta quarta-feira, dia 16, as inglesas bateram a Austrália por 3 a 1 em jogo válido pela semifinal do Mundial de 2023 e garantiram a tão sonhada vaga na decisão do torneio, que acontece no domingo, às 7h (de Brasília). Elas enfrentarão a Espanha, que venceu ontem contra a Suécia e se classificou para sua primeira final na história da competição.

Foi sofrido e, por pouco, a Austrália não conseguiu alcançar um feito histórico e chegar à final de uma Copa do Mundo perante sua torcida. Mas a Inglaterra foi valente, se segurou na defesa nos minutos finais e no contra-ataque, matou o jogo, se classificou e agora sonha com o título inédito.

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O primeiro tempo foi marcado por um leve domínio inglês que acabou sendo traduzido em um golaço de Ella Toone. O placar de um a zero era justo e as Matildas pouco perigo ofereciam contra as atuais campeãs da Euro. Na segunda etapa, uma Austrália valente se lançou ao ataque e chegou a empatar com outro golaço, dessa vez feito por Sam Kerr. Motivada pela torcida, as australianas cresceram no jogo, mas acabaram levando um gol de Lauren Hemp.

Na frente do placar, as inglesas se fecharam e resistiram à pressão australiana. Sam Kerr até teve duas ótimas oportunidades, mas quem decidiu foi Alessia Russo, que matou o jogo em um contra-ataque e garantiu a classificação europeia. Agora, elas enfrentam a Espanha no próximo domingo, dia 20, às 7h (de Brasília) pela final do Mundial.

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Com o fim das quartas de final da Copa do Mundo feminina de 2023, as quatro seleções que participarão das semifinais já estão definidas. São elas: Austrália, Espanha, Suécia, e Inglaterra. Nenhuma das equipes que ainda está no torneio já foi campeã, o que significa que o Mundial de 2023 terá uma vencedora inédita. A nova fase começa na próxima terça-feira, dia 15, às 5h (de Brasília), com a partida entre Espanha e Suécia. Um europeu vai ficar pelo caminho.

ESPANHA

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Com um número expressivo de gols, foram 15 em cinco jogos, a Espanha chega às semifinais da Copa do Mundo de 2023 com um dos jogos coletivos mais envolventes da competição. Apesar de Alexia Putellas, a atual melhor jogadora do mundo, não estar em sua melhor forma, outras três jogadoras vem assumindo o protagonismo e liderando a equipe: Aitana Bonmatí, Alba Redondo e Jennifer Hermoso, cada uma com três gols.

Com um estilo de jogo tradicionalmente espanhol - com muita posse de bola e toques -, o time europeu vem jogando bem, mas ainda peca nas finalizações das jogadas. Um bom exemplo disso foi a goleada sofrida contra o Japão, ainda na fase de grupos. A seleção japonesa quase não ficou com a bola, mas os erros espanhóis, aliado a eficiência nipônica, construíram o placar de 4 a 0.

Na quartas de final, a Espanha dominou a Holanda no primeiro tempo, mas não conseguiu transformar essa vantagem em gols. No segundo tempo, um pênalti no final do jogo abriu o placar para as espanholas, mas as holandesas conseguiram empatar o jogo nos acréscimos. Na prorrogação, a jovem Salma Paralluelo anotou o tento decisivo que garantiu a Espanha na semifinal pela primeira vez em sua história.

SUÉCIA

Ao longo da competição, os EUA e o Japão foram considerados favoritos ao título. Se as americanas não jogaram o melhor futebol do mundo durante a fase de grupos, a tradição e a força do elenco as colocavam como candidatas ao campeonato de maneira quase automática. Já as japonesas, por mais jovens que fossem, atropelaram todas as adversárias que tiveram no caminho e pareciam capazes de chegar até a final.

O que nenhuma das duas seleções esperava, no entanto, era o quão difícil seria passar da Suécia. Se na fase de grupos as suecas não deram chances para suas adversárias, no mata-mata elas conseguiram anular os poderosos ataques americanos e japoneses e se classificar para a semifinal.

O destaque vai para a defesa europeia. A goleira Zecira Musovic brilhou no jogo contra os EUA e é a principal candidata a melhor arqueira da competição. Na zaga, a defensora Amanda Ilestedt não só é uma das melhores zagueiras do torneio como também é uma das artilheiras do Mundial, com 4 gols até o momento.

AUSTRÁLIA

A campanha das Matildas na Copa do Mundo de 2023 é histórica. Uma das anfitriãs do torneio, a Austrália conta com um apoio massivo de seu povo que está lotando os estádios, quebrando recordes de audiência em TVs locais e incentivando a equipe a sonhar com um improvável título. É a primeira vez que elas chegam à semifinal de um Mundial.

Em campo, a seleção australiana tem correspondido. Uma derrota para a Nigéria na primeira fase não foi o suficiente para desanimar as jogadoras, que golearam o Canadá e bateram a Dinamarca para chegar às quartas. O melhor de tudo para elas? Sam Kerr, atacante do Chelsea e principal atleta da seleção, ainda não jogou muito.

Kerr estava machucada e viu as Matildas avançarem na competição do banco. Nas oitavas, no entanto, ela finalmente estreou e, contra a França, entrou no segundo tempo e incendiou a partida. A Austrália jogou de igual para igual contra as francesas e, nos pênaltis, eliminou as europeias e garantiu sua vaga para a próxima fase do torneio.

INGLATERRA

Atuais campeãs da Eurocopa, a Inglaterra entrou na Copa do Mundo como uma das favoritas. Apesar do bom futebol apresentado durante a fase de grupos, a perda de algumas das suas principais jogadoras colocou em dúvida a capacidade das europeias de avançar na competição

A meio-campista Keira Walsh, jogadora mais cara do mundo, se lesionou ainda na segunda partida do Mundial. Já Lauren James, atacante do Chelsea de apenas 21 anos, foi expulsa nas oitavas de final e pegou um gancho de duas partidas, só podendo voltar ao time na final do torneio.

Os contratempos, no entanto, não foram capazes de parar a seleção inglesa. Com um forte elenco, as ‘Leoas’ venceram Nigéria e Colômbia e agora sonham com uma vaga na final. É a terceira vez consecutiva que as europeias chegam a semifinal, mas elas nunca venceram o torneio.

Austrália e Inglaterra são as últimas seleções classificadas para as semifinais da Copa do Mundo feminina de 2023. Na madrugada deste sábado (12), as australianas e as francesas fizeram um jogo parelho que só foi decidido nos pênaltis. Melhor para a Austrália, que com o apoio da torcida e o retorno de Sam Kerr, garantiu uma vaga nas semifinais de um Mundial pela primeira vez na história. Já as inglesas tomaram um susto contra as colombianas, mas conseguiram virar o jogo e se garantir entre os quatro melhores times do torneio.

Ao todo, foram necessárias 20 cobranças de pênalti para decidir qual seleção, Austrália ou França, avançaria para à semifinal da Copa do Mundo de 2023. No final, as anfitriãs fizeram valer a força de sua torcida, que mais uma vez lotou o estádio em que o jogo ocorreu, e bateram as francesas após um empate sem gols no tempo regulamentar.

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O grande destaque da partida foi a goleira australiana Arnold, que defendeu três cobranças francesas e garantiu a vaga na semifinal. É a melhor campanha da história da Austrália. Já a França viu a maldição das quartas de final a assombrar mais uma vez. É o terceiro Mundial consecutivo em que as francesas caem nessa etapa da competição.

Agora, a Austrália enfrenta a Inglaterra na próxima quarta-feira, dia 16, às 7h (de Brasília) pela semifinal do Mundial feminino.

INGLATERRA VIRA SOBRE A COLÔMBIA

Em um jogo parelho, Inglaterra e Colômbia disputaram uma vaga na semifinal do Mundial de 2023 até o último minuto. As inglesas dominaram o primeiro tempo do confronto contra a Colômbia, mas viram as sul-americanas saírem na frente do placar com falha da goleira Mary Earps, que estava muito adiantada e foi encoberta após lindo chute de Leicy Santos.

O domínio inglês, no entanto, não oferecia tanto perigo as colombianas, que marcavam bem e limitavam as ações europeias. Um erro defensivo da Colômbia, no entanto, fez com que os dois times fossem ao intervalo em pé de igualdade. Em um bate e rebate com as próprias jogadoras da Colômbia, a goleira Catalina Pérez não conseguiu segurar a bola e viu Lauren Hemp aproveitar a confusão para estufar as redes.

No segundo tempo, uma Inglaterra mais organizada não sentiu tanta dificuldade contra a defesa sul-americana e, aos 18 minutos, Alessia Russo fez o segundo gol inglês. Com a vantagem, a equipe comanda por Sarina Wiegman relaxou e viu a Colômbia se jogar ao ataque nos últimos minutos. O confronto, entretanto, já estava decidido.

A Copa do Mundo feminina é um sucesso de público na Austrália, uma das anfitriãs do torneio. A competição vem quebrando recordes de público e de transmissões digitais e analógicas ao redor do mundo, mas é no país que sedia o campeonato que os maiores números estão sendo registrados.

Na partida entre a Austrália e Dinamarca, válida pelas oitavas de final, cerca de 6,54 milhões de pessoas assistiram ao jogo no Seven, o segundo maior canal de TV da região. Além de ser a maior audiência de um jogo de Mundial feminino da história da rede televisiva, também se tornou o evento esportivo mais assistido nos últimos 18 meses.

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Em campo, outro número impressionante. O Accor Stadium, onde a partida ocorreu, estava com capacidade lotada, com mais de 75 mil pessoas presentes. Esta vem sendo uma tônica da campanha australiana, com os estádios sempre cheios quando elas jogam.

A Copa do Mundo deste ano já é histórica. Ainda no meio da competição, a atual edição do torneio já atraiu mais espectadores do todo o Mundial anterior, na França em 2019. Na fase de grupos, 1,2 milhão de espectadores foram aos estádios, com uma média de mais de 25 mil pessoas por jogo. Esses números representam um aumento de 29% em relação à Copa do Mundo da França somente nesta fase da competição.

Na fase de grupos, mais de 1,715 milhão de ingressos foram vendidos para a competição, muito mais do que a meta inicial da Fifa de 1,3 milhão. A organização também ficou satisfeita com alguns dos índices de audiência, destacando, por exemplo, que a partida entre as americanas e a Holanda foi a mais assistida da fase de grupos na história dos Estados Unidos.

A Fifa ainda destacou que, na Nova Zelândia, cerca de 1,88 milhão de pessoas está assistindo a Copa. O número é equivalente a um terço do país. Na Colômbia, a audiência triplicou se comparada ao último Mundial, chegando a superar os números de partidas da seleção masculina na Copa do Catar. Na China, 53,9 milhões de pessoas acompanharam o duelo com a Inglaterra.

As seleções da Inglaterra e da Austrália se classificaram para as quartas de final da Copa do Mundo feminina nesta segunda-feira. Nos pênaltis, as inglesas derrotaram a Nigéria em jogo que contou com a expulsão de Lauren James. Já as anfitriãs não tiveram dificuldades e, no contra-ataque, construíram a vantagem que eliminou a Dinamarca.

LAUREN JAMES É EXPULSA, MAS INGLATERRA AVANÇA NOS PÊNALTIS

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O jogo não foi dos melhores, mas a Inglaterra bateu a Nigéria nos pênaltis e avançou para as quartas de final. As nigerianas, no entanto, não venderam sua eliminação barata. Valentes, elas chegaram a ser superiores às favoritas ao Mundial e só não abriram o marcador por falta de precisão.

Foto: Patrick Hamilton/AFP

Em dia pouco inspirado, as europeias viram suas chances de vitória ruírem quando a atacante Lauren James foi expulsa após pisar nas costas de Alozie no final da segunda etapa. Elas se seguraram na defesa e, nas penalidades, garantiram um 4 a 2 para passarem de fase. Agora, a Inglaterra enfrentará nas quartas de final a vencedora do confronto entre Colômbia e Jamaica.

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AUSTRÁLIA VENCE A DINAMARCA EM ESTÁDIO LOTADO

Se a máxima de que seleções anfitriãs costumam desempenhar bons resultados em Copas do Mundo é verdadeira, a Austrália está seguindo roteiro de forma perfeita. Com o apoio de um estádio lotado, com mais de 75 mil pessoas presentes, as "Matildas" fizeram bonito e despacharam a Dinamarca com propriedade.

Foto: Franck Fife/AFP

As australianas apostaram no contra-ataque e, com gols de Raso e Foord, construíram a vantagem que as garantiu nas quartas de final. Além da vaga conquistada, a outra ótima notícia para a torcida de casa é o retorno de Sam Kerr, principal jogadora da seleção.

Acionada somente nos minutos finais da segunda etapa, a atacante do Chelsea pouco produziu, mas seu retorno é um ótimo indicativo para os sonhos australianos de um título. Agora, a Austrália aguarda o vencedor de França e Marrocos.

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A madrugada desta segunda-feira, dia 31, foi de definição para os Grupos B e C da Copa do Mundo feminina de 2023. A Austrália goleou o Canadá e se classificou em primeiro lugar do Grupo B, enquanto Nigéria e Irlanda empataram em um jogo sem gols. Melhor para o time africano, que passou em segundo.

No duelo entre duas das favoritas do Mundial, o Japão não tomou conhecimento da Espanha e goleou as europeias. A Zâmbia venceu da Costa Rica com direito ao milésimo gol dos Mundiais e ao gol mais rápido da atual edição do torneio, mas a vitória pouco importou pois as japonesas e as espanholas já estavam classificadas pelo Grupo C.

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JAPÃO GOLEIA ESPANHA

A partida entre Japão e Espanha foi vendida como um confronto entre duas das principais favoritas ao título. Se no papel isso era verdade, em campo algo completamente diferente foi visto. No jogo válido pelo Grupo C, as japonesas dominaram as espanholas e aplicaram um sonoro 4 a 0.

Foto: Marty Melville/AFP

Abdicando da posse de bola, a equipe nipônica fechou sua defesa e apostou nos contra-ataques. A Espanha até rondou a área japonesa, mas levou pouco perigo. Quando recuperava a bola, o Japão era mortal. Foram três chutes e três gols no primeiro tempo. Na segunda etapa, o mesmo roteiro se repetiu. As asiáticas, no entanto, só aumentaram a vantagem ao final do jogo. Com o 4 a 0, o Japão garante o melhor ataque e a melhor defesa da fase de grupo.

Classificada em primeiro lugar, a seleção japonesa pegará a Noruega nas oitavas de final. A Espanha, apesar do jogo ruim, também se classificou para a próxima fase e jogará contra a Suíça.

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O MILÉSIMO E O MAIS RÁPIDO

A partida entre Zâmbia e Costa Rica podia até não valer nada em termos de classificação, afinal ambas as equipes do Grupo C já entraram em campo eliminadas do torneio. A vitória por 3 a 1 da seleção zambiana, no entanto, foi histórica por uma série de fatores.

Com um gol aos 2 minutos e 11 segundos, a zagueira Lushomo Mweemba marcou não só o tento mais rápido da atual edição do torneio, como também o primeiro gol da história da seleção zambiana. Em seguida, a atacante Barbra Banda sofreu um pênalti e acertou a cobrança, fazendo o milésimo gol da história da Copa do Mundo feminina.

Foto: Saeed Khan/AFP

O restante do jogo continuou com domínio da Zâmbia, que até viu a Costa Rica fazer um gol de honra, mas marcou o terceiro tento e se despediu do Mundial com ao menos uma vitória.

AUSTRÁLIA NÃO DÁ CHANCES AO CANADÁ

A Austrália não decepcionou sua torcida e fez valer todo o apoio da cidade de Melbourne. Precisando ganhar para se classificar para as oitavas de final, as Matildas aplicaram uma goleada de 4 a 0 no Canadá e, não só passaram para a próxima fase, como também eliminaram as norte-americanas do torneio.

Em partida válida pelo Grupo B, as australianas dominaram o jogo desde o primeiro momento. Na etapa inicial, a meio-campista Raso transformou a vantagem futebolística em gols, anotando dois tentos. No segundo tempo, Fowler e Catley ampliaram o placar e decretaram o adeus canadense. É a primeira vez na história da Copa em que uma atual campeã olímpica cai na primeira fase.

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NIGÉRIA EMPATA COM A IRLANDA E AVANÇA

Não foi o melhor resultado possível, mas a seleção nigeriana pouco se importa com isso. Em partida válida pelo Grupo B, a Nigéria empatou com a Irlanda e se classificou para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2023.

Foto: Patrick Hamilton/AFP

É a terceira vez que a seleção africana chega à fase de mata-mata da competição e, na próxima rodada, enfrentará Inglaterra, Dinamarca ou China. O jogo contra as irlandesas não foi lá muito vistoso. Em uma partida tensa, as europeias ficaram com a bola pela maior parte do tempo, mas foram as nigerianas que tiveram as melhores chances.

Os chutes, no entanto, não trouxeram muito perigo e o 0 a 0 foi mais do que justo. Com o resultado, as irlandesas ficaram em último do grupo. Essa foi a primeira participação delas em Mundiais e, apesar da eliminação, as atletas celebraram o primeiro ponto marcado na história da seleção.

Próximos jogos

1/08

4h - Vietnã x Holanda

4h - Portugal x EUA

8h - China x Inglaterra

8h - Haiti x Dinamarca

A vida de anfitriã da Austrália não está sendo fácil. Uma das sedes da Copa do Mundo feminina de 2023, a seleção australiana vem de um resultado ruim contra a Nigéria e, para a última rodada do Grupo B, enfrenta o Canadá nesta segunda-feira (31), às 7h (horário de Brasília), precisando vencer.

Ao longo das últimas décadas, as Matildas, como é conhecida a seleção feminina australiana, se tornaram uma das principais forças no mundo do futebol feminino. E, para muitos torcedores, a adoção do apelido representou uma mudança no patamar do time - desde que a equipe amarela começou a se chamar de Matildas, a Austrália jamais ficou de fora de um Mundial.

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Mas de onde surgiu o nome? Em 1995, a emissora australiana SBS realizou uma votação antes do Mundial feminino do mesmo ano. Os fãs de futebol do país tiveram de decidir qual se tornaria o apelido para a seleção feminina. No masculino, o termo "socceroos", uma brincadeira com a palavra soccer (futebol, em inglês) e kangaroo, (canguru, em inglês), já era utilizado desde 1967.

Ao todo, cinco opções foram para votação popular: Matildas, Soccertoos, Lorikeets, Waratahs e Blue Flyers. A vitória das Matildas pode ser explicada por alguns fatores. Em primeiro lugar, o apelido já havia sido utilizado em outro momento na história dos esportes australianos.

Em 1982, durante os Jogos da Commonwealth, uma competição multidesportiva disputada por 56 países, realizado em Brisbane, o mascote do torneio foi uma canguru chamada "Matilda", que se tornou extremamente popular no país sede. Matilda também remetia a canção "Waltzing Matilda", tida como um hino não-oficial da Austrália. Na música, um viajante anda na companhia de uma espécie de mochila conhecida como "Matilda".

Por fim, mas não menos importante, a popularidade do livro "Matilda", de Roald Dahl, também influenciou na votação. Lançado em 1988, a obra que conta a história de uma garotinha com super poderes viraria filme em 1996, um ano após a escolha do apelido.

"Obviamente, a gente tinha Waltzing Matilda, então o nome era familiar. Roald Dahl tinha escrito esse livro, Matilda, sobre uma garotinha com poderes mágicos. Então, são esses pequenos estalos", afirmou Peter Hugg, ex-dirigente da AWSA (a antiga Federação Australiana de Futebol), em entrevista ao jornal australiano Sydney Morning Herald.

O Suncorp Stadium recebeu um grande público para prestigiar a derrota do Brasil para a França, por 2 a 1, neste sábado (29). Foram 49.378 torcedores em Brisbane, na Austrália. O número superou até mesmo os 49.156 presentes no mesmo estádio para a partida entre a anfitriã Austrália e a Nigéria, na última quinta-feira (27).

Após a primeira rodada, a Fifa passou a considerar a Copa do Mundo deste ano um sucesso. De acordo com dados divulgados pela entidade, 459.547 pessoas compareceram aos estádios da Austrália e da Nova Zelândia nos primeiros 16 jogos do torneio, incluindo a boa vitória do Brasil diante do Panamá, por 4 a 0. Em comparação com o torneio anterior, na França, em 2019, o dado cresceu 54%. Até então, a Copa de 2019 era a referência na modalidade.

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Entretanto, a média de público por jogo poderia ser maior. Eram 28.721 torcedores a cada partida na primeira rodada. Em alguns jogos da segunda, espaços vazios continuaram sendo comuns. Ainda de acordo com a Fifa, mais de 1,5 milhão de ingressos foram vendidos para o torneio e a expectativa dos organizadores é de que os estádios continuem a ser frequentados até o dia 20 de agosto, quando ocorre a decisão na cidade de Sidney. O jogo de estreia da Austrália contra a Irlanda, por exemplo, foi assistido in loco por 75.784 torcedores, o maior público de um Mundial feminino neste século.

BRASIL DEFINE O FUTURO NA ÚLTIMA RODADA

A definição do Grupo F acontecerá na próxima quarta-feira. Às 7h, Brasil e Jamaica se enfrentam em Melbourne, na Austrália. No mesmo dia e horário, a França entra em campo contra o Panamá em Sydney, na Austrália, para confirmar a classificação para o mata-mata. O Brasil segue dependendo apenas de si para se classificar, mas para isso precisará vencer a Jamaica. Em caso de empate, somente uma combinação improvável de resultados, com derrota da França para o Panamá, classificaria o time de Pia Sundhage.

A Seleção Feminina segue a todo vapor na preparação para o duelo diante da França. As equipes se enfrentam neste sábado (29), às 7h (de Brasília), no estádio de Brisbane, em Brisbane (AUS). Em caso de vitória, a Canarinho pode conquistar a vaga antecipada para as oitavas de final.

As duas seleções voltam a se enfrentar em Copas do Mundo após a edição de 2019. Na ocasião, as francesas eliminaram o Brasil e se classificaram para as quartas de final da competição. Entre as remanescentes do grupo, está a meio-campista Luana. Em entrevista coletiva, a jogadora projetou o reencontro e depositou confiança nas jogadoras da Canarinho.

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"Amanhã a gente vai ter a oportunidade de mudar esse cenário e sabemos também da importância que esse jogo tem na definição da classificação para a próxima fase, e com certeza vamos entrar para ganhar o jogo", disse Luana.

Com passagem pelo Paris Saint Germain, clube francês, Luana ressaltou como essa experiência contribuiu para sua preparação para a Copa do Mundo, especialmente para encarar o país que foi sua casa por duas temporadas.

"Acho que esses quatro anos me prepararam para estar aqui. A minha ida para a França também me deu mais experiência, e eu me sinto preparada tanto mentalmente quanto fisicamente para poder representar meu país e assumir essa responsabilidade e fazer o meu melhor", afirmou a meio-campista.

Bertolucci também elogiou a força do ataque da Seleção Brasileira, destacando a velocidade, inteligência e capacidade de finalização das jogadoras, além da importância do banco de reservas para o sucesso da equipe.

"Eu acho que nós estamos prontos. E também, eu acho que o poder que nós temos no ataque é algo especial. São as jogadoras rápidas que nós temos, as jogadoras inteligentes e o acabamento. E também nós temos pessoas vindo do banco. Eu acho que isso vai ser a chave para o sucesso", concluiu a jogadora.

Da assessoria da CBF

A seleção portuguesa feminina de futebol conquistou sua primeira vitória na história da Copa do Mundo feminina ao bater o Vietnã, nesta quinta-feira. Já a anfitriã Austrália perdeu para a Nigéria, diante de sua torcida, e se complicou na disputa para buscar uma vaga nas oitavas de final.

Na cidade de Hamilton, em Nova Zelândia, as portuguesas venceram Vietnã por 2 a 0 em jogo válido pelo Grupo E. E agora mantêm vivo o sonho da classificação para as oitavas de final. Com três pontos, Portugal ocupa o terceiro lugar da chave, atrás de Estados Unidos e Holanda, ambos com quatro pontos. O time americano, forte candidato ao título, será o próximo adversário de Portugal.

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O domínio europeu foi evidente desde o começo da partida, mas a seleção portuguesa desperdiçou inúmeras chances ao longo das duas etapas. O gol saiu no início do primeiro tempo com Telma Encarnação. Não demorou muito e, ainda no primeiro tempo, Kika Nazareth ampliou o placar, sacramentando o resultado.

NIGÉRIA BUSCA VIRADA

Em Brisbane, na Austrália, australianas e nigerianas fizeram um jogo de cinco gols, três deles nos acréscimos. O time africano levou a melhor, por 3 a 2, após estar perdendo por 1 a 0. De quebra, a Nigéria alcançou a liderança do Grupo B, com os mesmos quatro pontos do Canadá, porém com vantagem nos critérios de desempate.

Já a seleção da casa estacionou nos três pontos, conquistados na vitória na estreia, e ocupa o terceiro lugar. Na terceira e última rodada da fase de grupos, a Austrália vai encarar o Canadá, atual campeão olímpico. As canadenses são vice-líderes do grupo, com quatro pontos.

Sem a craque Sam Kerr, a seleção australiana se jogou ao ataque enquanto as africanas buscavam o contra-ataque. Os gols só foram sair nos acréscimos do primeiro tempo, com Van Egmond abrindo o placar e Kanu empatando.

Na etapa final, a Nigéria cresceu no jogo e a Austrália não conseguiu acompanhar o ritmo forte das rivais. Ohale marcou o gol da virada e, em uma falha da defensora Kennedy, Oshoala ampliou a vantagem. As Matildas lutaram até o fim e, no apagar das luzes, ainda conseguiram descontar com Kennedy, mas a derrota era inevitável.

Confira os próximos jogos da Copa do Mundo:

27/07

21h - Argentina x África do Sul

28/07

5h30 - Inglaterra x Dinamarca

8h - China x Haiti

Um surfista de 20 anos foi atacado por um tubarão branco na manhã dessa segunda (24), na praia de Gnarabup, na Costa Oeste da Austrália. Mesmo ferido, ele conseguiu sair da água e pedir ajuda.

O homem saiu do mar e conseguiu caminhar até uma lanchonete próxima ao local do ataque, onde recebeu os primeiros-socorros de uma enfermeira. Em seguida, um grupo de surfistas o levou a um hospital local, de onde foi transferido para o Hospital Regional de Bunbury.

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As autoridades decidiram fechar as praias da região como medida de segurança e um representante dos Serviços de Saúde da Austrália Ocidental informou que o surfista apresenta condição estável.

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A Copa do Mundo feminina, marcada para começar no dia 20, terá sabor especial para Gabi Nunes. A jogadora de 26 anos terá a oportunidade de defender a seleção brasileira após uma série de obstáculos em sua carreira, o que inclui três lesões sérias no joelho e um afastamento da seleção por mais de quatro anos.

"Essa Copa do Mundo representa muita coisa. Estou com a expectativa muito alta e muito feliz mesmo. Não tenho nem palavras, estar vivenciando isso com as meninas, dividindo essa experiência com elas e estar todo o dia treinando é uma responsabilidade boa. Isso me deixa tão feliz de representar a minha família e amigas que também sonhavam em estar aqui, e sonham conosco nessa estrela, então, estou muito feliz e tento aproveitar cada dia, detalhe e oportunidade", comemorou a atacante.

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Gabi voltou à seleção em 2021 após convocação da técnica Pia Sundhage para os amistosos com Espanha e Hungria. Ela estava há mais de quatro anos sem defender a equipe nacional. Isso porque sofreu três lesões no joelho em apenas três anos. Na prática, quase não jogou neste período.

No último teste da seleção antes da abertura da Copa, a atacante foi titular na goleada sobre o Chile por 4 a 0, em Brasília. Gabi marcou um dos gols da partida. Animada, ela já pensa em repetir a dose na Austrália e na Nova Zelândia, que serão as sedes da Copa do Mundo a partir do dia 20 deste mês.

"Se sair um golzinho aí a alegria transborda, mas eu estou preparada se for para entrar jogando, se não for, e entrar depois pra ajudar. Estou preparada para o que a Pia quiser fazer comigo dentro e fora de campo. Estou ali!", afirmou.

Gabi e as demais convocadas completaram uma semana em solo australiano, na cidade de Gold Coast, que se tornou a base da equipe na Copa. E a atacante já se diz totalmente adaptada ao local e ao novo fuso horário, 13 horas à frente do horário de Brasília.

"Já estamos vendo uma intensidade maior dos treinos em relação aos primeiros dias. Claro que no início tem que ter esse cuidado da viagem, mas agora a intensidade já está bem alta porque sabemos da importância de manter um nível alto, fisicamente também. Temos poucos dias pra treinar alguns detalhes para a estreia na Copa do Mundo. Então, agora é cada vez aumentando e pegando um pouquinho mais e estarmos preparadas", comentou.

ADAPTAÇÃO

O Departamento de Saúde e Performance da CBF também se mostrou satisfeito com a rápida adaptação das brasileiras na Austrália. "Foi todo um trabalho que começou no avião, com a mudança de horário no relógio delas, já se comportando como se estivessem na Austrália. Alimentação também ocorrendo nos horários devidos da Austrália. Chegando aqui, seguramos o sono e utilizamos também de medicação, como melatonina já para ajustar o ciclo circadiano", disse a médica Paula Benayon, da seleção brasileira.

Para o fisiologista Rodrigo Morandi, a diferença de fuso horário tem sido superada com sucesso. "O grande trabalho da fisiologia nesse momento tem sido todo o acompanhamentos com questionários junto com o departamento médico monitorando o sono. Assim fazemos ajustes individuais com orientações e individualização de carga de treino. O momento de forçar um pouquinho mais e o momento de reduzir um pouco mais a carga para que elas consigam se adaptar da melhor maneira possível", declarou.

A estreia da seleção está marcada para o dia 24, contra o Panamá, na cidade de Adelaide. Pelo Grupo F, os adversários seguintes serão a França, no dia 29, em Brisbane, e a Jamaica, em Melbourne, em 2 de agosto.

Com gol relâmpago de Lionel Messi, a seleção da Argentina derrotou a Austrália por 2 a 0, nesta quinta-feira, em amistoso disputado em Pequim, na China. O confronto foi marcado pelo gol mais rápido da carreira do atacante argentino, a 1 minuto e 19 segundos de partida.

O lance teve início com um erro da defesa australiana, que permitiu rápida troca de passes no ataque argentino, até a bola chegar aos pés de Messi. O craque dominou rapidamente e acertou belo chute de fora da área, a meia altura, no canto direito do goleiro Mathew Ryan.

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Até então, o gol mais rápido de Messi havia acontecido em 2018, em partida do Barcelona contra o Chelsea, pela Liga dos Campeões. O argentino balançara as redes aos 2 minutos e 7 segundos de partida. Pela seleção do seu país, Messi tinha como gol mais rápido aquele que marcou na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, diante da Nigéria, aos 2 minutos e 26 segundos.

Messi também participou da jogada do segundo gol dos argentinos nesta quinta. Ele iniciou o lance, pelo lado esquerdo do ataque, que culminou em cruzamento de De Paul e cabeçada certeira do zagueiro Germán Pezzella. O defensor surgiu no meio da área, sem qualquer marcação, e selou o placar.

O amistoso com a Austrália foi o terceiro jogo da Argentina desde a conquista do tricampeonato mundial na Copa do Mundo do Catar, em dezembro do ano passado. Na primeira Data Fifa do ano, o time comandado pelo técnico Lionel Scaloni venceu Panamá por 2 a 0 e aplicou uma goleada de 7 a 0 sobre Curaçao.

O jogo desta quinta foi uma reedição do confronto entre argentinos e australianos disputado nas oitavas de final do Mundial do Catar. Na ocasião, o time sul-americano venceu por 2 a 1, com gols de Messi e Julián Álvarez.

Messi e companhia voltam a campo na segunda-feira, às 9h30 (horário de Brasília), para enfrentar a Indonésia no estádio Gelora Bung Karno, em Jacarta.

Mais cedo, em outro amistoso desta quinta, o Japão goleou El Salvador por 6 a 0, no estádio Toyota, em Aichi. Taniguchi, Ueda (pênalti), Kubo, Doan, Nakamura e Furuhashi marcaram os gols da partida. Mitoma, do Brighton, da Inglaterra, foi o responsável por duas assistências.

Uma senadora australiana reafirmou, nesta quinta-feira (15), as acusações de "agressão" sexual que sofreu dentro do Parlamento por um colega legislador, que foi suspenso por seu partido.

A independente Lidia Thorpe explicou, emocionada, em um discurso no Senado, que foi vítima de "comentários sexuais", encurralada em algumas escadas, "tocada de forma inadequada" e que recebeu "proposições" de "homens poderosos".

Ela afirmou que o Parlamento australiano "não é um lugar seguro para as mulheres".

Na quarta-feira, Thorpe acusou o senador conservador David Van de "agressão sexual", mas depois foi forçada a retirar a declaração sob ameaça de sanção legislativa. Nesta quinta-feira, Thorpe reafirmou a maioria de suas denúncias contra Van, que negou as acusações.

"Eu sofri por ser seguida, me fizeram propostas agressivas e me tocaram de forma inadequada", disse ela.

Visivelmente comovido, Van respondeu no Parlamento que as acusações são "escandalosas" e "inventadas" e pediu uma investigação. Com as mãos trêmulas ao ler um texto, Van acusou Thorpe de "desacreditar o Senado" e "se esconder sob a proteção do privilégio parlamentar".

O Partido Liberal suspendeu Van nesta quinta-feira devido às denúncias, que abalaram a política de Canberra e reacenderam as acusações de que o caldeirão democrático da Austrália também é um bastião do sexismo e misoginia.

Uma pesquisa de 2021 sobre a "cultura sexista" do Parlamento australiano revelou evidências abundantes de assédio sexual e intimidação contra legisladoras e funcionárias.

Uma em cada três pessoas que trabalhavam no Parlamento na época relatou ter sido "vítima de algum tipo de assédio sexual no trabalho", de acordo com uma pesquisa encomendada pelo governo.

Um acidente com um ônibus que transportava os convidados de uma festa de casamento deixou 10 mortos na região vinícola de Hunter, na Austrália, informou nesta segunda-feira (11) a polícia.

O veículo que transportava os convidados para um casamento em um vinhedo local virou na noite de domingo, no acidente de trânsito com o maior número de vítimas na Austrália em 16 anos.

As equipes de emergência compareceram ao local para retirar os feridos da área do acidente: um paciente está em condição crítica e 20 são considerados "estáveis".

A polícia informou em um comunicado que o motorista do ônibus, um homem de 58 anos, foi detido depois de ser transportado para o hospital sob escolta das forças de segurança.

O motorista recebeu 10 acusações de direção perigosa e teve o pedido de fiança rejeitada, antes de comparecer ao tribunal, de acordo com a polícia do estado de Nova Gales do Sul.

A vice-comissária de polícia, Tracy Chapman, afirmou que o motorista coopera com a investigação e que outros veículos não tiveram envolvimento no acidente.

"Para um dia feliz como este, em um local tão bonito, terminar com uma perda tão terrível de vidas e pessoas feridas é tão cruel, triste e muito injusto", declarou o primeiro-ministro, Anthony Albanese, em Canberra.

Hunter é uma área turística muito procurada por seus vinhedos, cangurus e florestas.

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