Tópicos | Frutos do Mar

O peixe, uma das tradições da Semana Santa, costuma estar presente na maioria das casas dos brasileiros nesta época do ano. Para reverter as limitações impostas pela pandemia do novo coronavírus, e colaborar com a manutenção deste costume, alguns restaurantes da Região Metropolitana do Recife estão investindo no delivery para oferecer o alimento a seus clientes sem que esses precisem sair de casa. Confira algumas opções. 

BOTECO 878

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A casa oferece opções como tilápia recheada (R$ 29,90), salmão grelhado (R$ 34) ou risoto de camarão (R$ 36), para os almoços de sexta a domingo. Também há opções de petiscos, como croquetas de queijo do reino, camarões crocantes no varal, porção de pastéis e empadas de diversos sabores.

Serviço

Os pedidos podem ser feitos através do telefone 97320.6640 ou através do aplicativo Rappi. O Boteco 878 funciona de quarta-feira a domingo, das 11h às 15h30 e das 17h às 21h30. 

MANOS BAR

Entre as apostas da casa para esta páscoa, camarão a quatro queijos (individual - R$ 34,90), peixe a belle muniere (individual - R$ 39,60), salmão grelhado (individual - R$ 41,80), camarão a romana para 2 ou 3 pessoas (R$ 96,00), camarão havaí para 2 ou 3 pessoas (R$ 96), moqueca de peixe e camarão ou só camarão para 2 ou 3 pessoas (R$ 105) ou peixe ao molho de coco para 2 ou 3 pessoas (R$ 101).  

Serviço

Os pedidos podem ser feitos através do telefone 98199.9176 ou através do aplicativo Anota Aí. 

O Manos funciona de domingo a quinta-feira, 11h30 às 22h, e sextas e sábados, 11h30 às 23h.

 

Após o vazamento de óleo que atingiu praias de Pernambuco em outubro deste ano, o Governo do Estado anunciou, nesta segunda-feira (30), que é seguro comer peixes e frutos do mar do litoral pernambucano.

A gestão recebeu o relatório final das análises dos pescados coletados nas regiões atingidas - realizado em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) - e o exame confirma a segurança para o consumo de todas as espécies de pescados analisadas, que contemplam 17 tipos de peixes (ariocó, bagre, boca torta, budião, cação preto, carapeba, cavala, cioba, coró, guaiuba, manjuba, sapuruna, sauna, saramunete, serra, tainha e xaréu), duas espécies de camarão (camarão rosinha e sete barbas), além de siri, aratu, ostra, marisco e sururu.

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Essa análise também libera o consumo dos peixes xaréu e sapuruna, que em um primeiro tiveram, por segurança, a recomendação de suspensão temporária do consumo.

Ao todo já foram analisadas 150 amostras de peixes e frutos do mar. “As novas amostras dos peixes xaréu e sapuruna – coletadas nos mesmos locais das anteriores que tinham apresentado níveis de HPAs (hidrocarbonetos policíclicos aromáticos) um pouco acima do limite definido pela Anvisa – desta vez apresentaram índices seguros para o consumo. Os laudos nos dão segurança para dizer aos pernambucanos que nossos pescados estão seguros”, explica o secretário de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco, Dilson Peixoto.

O trabalho de coleta e análise dos pescados integra o plano de ação do Governo de Pernambuco para avaliar e monitorar o impacto do derramamento de óleo no litoral do Estado, tanto em relação à qualidade da água nas praias como em relação ao consumo dos pescados. Os lotes analisados foram coletados diretamente com pescadores artesanais em dez localidades do litoral do Estado, incluindo praias e estuários: Cabo de Santo Agostinho, Canal de Santa Cruz, Ipojuca, Itamaracá, Itapissuma, São José da Coroa Grande, Sirinhaém e Tamandaré, Pina e Ilha de Deus. Os locais e as espécies foram definidos pelo grupo técnico formado por professores da UFRPE, UFPE e extensionistas do IPA.

De acordo com o secretário Dilson Peixoto, o Governo de Pernambuco vai continuar acompanhando a situação da pesca artesanal em Pernambuco. “Vamos continuar acompanhando a recuperação da pesca artesanal e divulgando o resultado das análises, como fizemos com o trade turístico. As pessoas já estão voltando a comprar nossos peixes, crustáceos e mariscos e em breve a situação estará normalizada”, avaliou.

*Da assessoria de imprensa

A morte de um empresário recifense, ligada à ingestão de ostras, deixou uma 'pulga atrás da orelha' nos amantes da iguaria. Neste sábado, a reportagem do Leiajá foi até a praia de Boa Viagem para questionar quem vende e quem consome o produto.

A princípio tudo parecia normal. Cerveja, músicas, muitos ambulantes e opções de comida. Os vendedores de ostras demoraram um pouco mais para aparecer. Difícil mesmo era ver alguém consumindo o produto.

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Vendedor de ostras a oito anos, Emerson Oliveira, conta que nunca recebeu nenhum tipo de reclamação e acredita que o caso do empresário de 60 anos foi isolado: "Nunca tive bronca de ninguém reclamar que minha ostra estava estragada". Emerson garante que o consumo não foi afetado.

Laura Silva, de 30 anos, nunca viu ou conhece alguém que passou mal ao ingerir ostra. Apesar disso, demonstrou que de fato o medo de consumir o produto é real: "Toda vez que eu vinha para a praia comia pelo menos um a porção, mas teve esse caso do rapaz e eu achei melhor não arriscar", contou.

"Sempre que vou à praia eu peço uma 'ostrinha'. Se rolar de comer eu como", contou Amanda Procópio de 24 anos. Apesar da declaração, nada de ostra na mesa em que ela estava com algumas amigas.

Laura disse que os baldes de ostra passando são uma tentação para ela que prefere não correr riscos. Foto:Júlio Gomes/LeiaJáImagens

Leandro Felix, vai na contramão do colega e vendedor Emerson. Para ele a morte do empresário tem afetado diretamente o comércio do produto. "A galera está com medo. Tem atingido muito os 'ostreiros'. Primeiro devido ao óleo e agora por causa disso. Até agora não descolei nada, a ostra está devagar", afirmou. Experiente, com 15 anos de mercado, ele afirma que o movimento deve voltar ao normal depois que ‘a poeira baixar’.

Teve gente que deixou de comer ostra antes do caso e agora reforça o receio. “Consumir da minha adolescência até os 35 anos. Tem uns três anos que parei por medo. Sei que a ostra absorve a parte ruim que tem no mar, então tive medo de ficar doente”, afirmou a contadora Mércia Dinis.

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O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um inquérito civil para investigar a qualidade dos pescados, frutos do mar, moluscos e outros produtos de origem marinha no estado após o vazamento de óleo que atingiu o litoral. O inquérito, publicado nesta terça-feira (12), é assinado por promotorias de defesa do consumidor da capital.

 Com a abertura do processo, a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) será notificada para que realize análises nos produtos de origem marinha possivelmente afetados por hidrocarbonetos, encaminhando os resultados em até dez dias. Análises já realizadas após o derramamento de óleo também deverão ser enviadas.

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 Também serão notificados para que façam o mesmo tipo de análise o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Secretaria de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco. 

 O Governo de Pernambuco já enviou para a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) 50 amostras de pescados recolhidos nas áreas atingidas pelo derramamento de petróleo. O Ministério da Agricultura afirmou, na segunda-feira (11), que resultados iniciais mostraram que o pescado está próprio para o consumo humano.

Mesmo sabendo de sua intolerância ao camarão, o garçom de 32 anos, identificado como Elton Gravatar Alves Fernandes, tentou arriscar e acabou morrendo após comer um prato de paella, que leva camarão. A vítima estava trabalhando como freelancer em um pequeno evento empresarial, quando insistiu na comida.

Por conta de sua intolerância, Elton morreu com choque anafilático na Rua Gonçalves Dias, em Belo Horizonte, Minas Gerais. De acordo com o site Estado de Minas, o garçom-chefe que contratou a vítima relatou à polícia que Elton havia dito que era alérgico a frutos do mar, principalmente ao camarão. 

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Depois que se arriscou comendo o prato e começar a passar mal, o rapaz ainda recebeu os primeiros socorros no local do evento. O SAMU foi acionado mas a vítima não resistiu e morreu. Ele era natural da Bahia e estava morando sozinho em Belo Horizonte.

Duas toneladas de camarão sete-barbas foram apreendidos pela Polícia Militar Ambiental na madrugada desta segunda-feira (17). Os frutos do mar estavam sendo pescados ilegalmente em uma área de proteção da Marinha, na Praia Grande, São Paulo.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), uma equipe marítima do 3º Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) realizava patrulhamento no local quando flagrou a embarcação. Em abordagem, foi constatado que os tripulantes não possuíam autorização do órgão ambiental competente para a pesca.

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Equipamentos utilizados para a prática e a embarcação foram apreendidos pela polícia. Todo o pescado foi recolhido e doado para instituições beneficentes e carentes da região, segundo afirma a SSP. O responsável pelo barco foi autuado em flagrante e submetido a multa de quase R$ 82 mil.

Camarão, siri, lagosta... Comuns principalmente nas regiões litorâneas, o consumo de frutos do mar aumentam na época do verão e é apreciado por muita gente. Entretanto, é importante ficar atento a possíveis reações alérgicas, afinal, os frutos estão entre os alimentos que mais causam alergia.

"Alergia é desenvolvida. O que muda é que algumas pessoas têm maior facilidade de ter alergia, o que vem desde o nascimento. Quem tem asma, rinite, por exemplo, tem mais propensão a ter alergias a alguns alimentos, mas qualquer pessoa pode desenvolver", explica a imunopatologista Elaine Gagete Miranda da Silva, da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

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Os frutos do mar são divididos em dois tipos. O primeiro inclui moluscos, ostras e lulas. No segundo estão os crustáceos (camarão, caranguejo, lagosta e lagostim). Normalmente, pessoas alérgicas a um crustáceo também são alérgicas aos outros, e o mesmo vale para a família dos moluscos. Mas, quando se trata de alergia, cada caso deve ser avaliado particularmente.

"Com testes para vários tipos de alimento e exames de sangue, é possível ter um diagnóstico preciso. A primeira pergunta de uma pessoa alérgica a camarão, por exemplo, é se ela pode comer outros frutos do mar ou peixe, e, para isso, é importante analisar aquele paciente específico, fazer o teste, porque às vezes, para ele, não é do mesmo jeito que para os demais. Há pacientes, por exemplo, que são alérgicos a camarão, mas que podem comer carne de siri", diz a especialista.

É importante destacar que ter comido várias vezes um fruto do mar e ter ficado tudo bem não é garantia de que a pessoa não seja alérgica, já que essa condição pode ser desenvolvida ao longo da vida. Na maioria das vezes, o corpo dá sinais antes de ocorrer uma anafilaxia, uma doença grave que pode desencadear desde inchaços, falta de ar, cólicas, vômitos, diarreias a hipotensão e choque, podendo levar a morte em questão de minutos.

Segundo a médica, geralmente após a crise a pessoa fala que já havia sentido a língua coçando, espirros e alguma sensação estranha na garganta após comer um crustáceo, por exemplo, mas havia ignorado. "As pessoas não valorizam isso e continuam comendo. Se tem esses sinais, já deve procurar um alergista e tratar com antialérgicos ainda na fase de desenvolvimento", aconselha.

Para evitar anafilaxia é preciso alguns cuidados além de apenas não consumir o produto que causa a alergia. Em restaurantes, por exemplo, deve-se redobrar o cuidado, principalmente nos self-services, pois há muita contaminação cruzada - por exemplo, um arroz mexido com a mesma colher do camarão. Além disso, é recomendado ler rótulos de todos os produtos para saber se nos ingredientes não há traços das substância alergênicas.

Se o quadro clínico já estiver evoluído e a pessoa tiver uma crise anafilática, deve-se aplicar adrenalina injetável o mais rápido possível sempre via intramuscular. O indicado é aplicar no músculo da coxa. O ideal seria que as pessoas cientes de suas alergias sempre tivessem a adrenalina autoinjetável consigo. O problema é que a droga não é produzida no Brasil, tem origem estrangeira e, consequentemente, alto custo, o que obriga o alérgico a procurar um hospital.

"Há ampolas de adrenalina em todos os hospitais, mas elas só podem ser aplicadas por um médico ou enfermeiro, porque as ampolas têm de ser abertas, depois o profissional tem que calcular a quantidade, depois colocar numa seringa e aplicar. Quem não é familiarizado em aplicar injeção não consegue. Por isso seria importante ter a ampola autoinjetável disponível aqui no Brasil", diz Elaine.

A especialista compara a adrenalina autoinjetável para um alérgico a um aplicador de insulina para um diabético. "Imagine se um diabético não tivesse o aplicador de insulina e se ele tivesse que pegar uma ampola com o remédio, tirar da ampola, aplicar na seringa? Seria muito mais devagar e mais difícil conter uma crise. Nós [a ASBAI] estamos numa luta para que algum produtor se interesse em trazer isso para o Brasil. Mas é um processo longo e, por enquanto, a gente aconselha a importar. Infelizmente, é um alto custo e um drama para quem não consegue", lamenta a médica.

Com a chegada da Semana Santa, é comum o comércio ter um aumento de vendas nos peixes e outros frutos do mar. Para orientar consumidores e os próprios comerciantes na hora da compra e venda dos produtos, a Vigilância Sanitária do Recife criou a “Operação Pescados”, que irá fiscalizar as condições de armazenamento e conservação dos alimentos em peixarias e mercados. A ação vai até esta sexta-feira (8).

Segundo a coordenadora da operação, Leila Vânia, caso algum estabelecimento vistoriado seja flagrado com pescados armazenados ou comercializados em desacordo com a legislação vigente, o proprietário poderá ser autuado com as penalidades que vão de multa a interdição.

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Ainda de acordo com a inspetora do órgão fiscalizador, o alimento não pode sofrer mudanças de temperatura. “A gente pede que os alimentos tenham a temperatura adequada mantida. O congelado deve ficar dentro do freezer, já o resfriado deve ser mantido em balcão de refrigeração ou coberto com gelo de modo que não comprometa o nível de resfriamento”, orienta Vânia.

A Vigilância Sanitária também orienta os comerciantes sobre a forma adequada e segura para comercializar os pescados. Caso o comerciante não disponha de balcão de refrigeração, a orientação é que a venda seja feita em pequenas quantidades. Se a equipe de inspeção encontrar um alimento em desgelo, o produto será apreendido imediatamente. O comerciante responsável responderá a um processo administrativo e será autuado de acordo com a legislação vigente.

Já quando o assunto é o consumidor, o órgão dá dicas indispensáveis na hora da compra. Confira a lista abaixo:

- A compra de peixes e frutos do mar deve ser feita em estabelecimentos credenciados a Vigilância Sanitária; 

- Quem for comprar peixe, deve observar se o pescado está com olhos brilhantes, escamas presas e brânquias rosadas ou vermelhas. Também é importante observar também o odor e a coloração do produto;

- Adquirir o pescado em estabelecimentos especializados, como peixarias ou supermercados com estrutura adequada para comportar esse tipo de produto. O peixe deve estar armazenado de forma segura para garantir o sabor e qualidade;

- Se o peixe estiver congelado, o consumidor deve verificar se a embalagem está íntegra e se contém o registro do Serviço de Inspeção Federal do selo do Ministério da Agricultura;

- Quem for comprar camarão, precisa observar se a cabeça e pernas do crustáceo estão bem presas.

- Para quem preferir o sururu, deve perceber se, quando pressionado, o alimento não se desmanche nas mãos;

- Por fim, olhar a data de validade do produto e o ambiente que o mesmo está sendo vendido é fundamental para garantir uma boa compra.

Com informações da assessoria

 

 

 

A próxima edição do Restaurant Week Recife aproveita o fato de acontecer no início da primavera para trazer como tema 'Flores e frutos'. Entre os dias 14 e 23 de outubro, a capital pernambucana sedia pela sétima vez o festival, que une restaurantes da cidadepara oferecer menus exclusivos a preços fixos.

O Festival, que tem origem nos Estados Unidos, chegou ao Brasil em 2007. Nez Bistrô, Taberna Portuguesa,  Na Varanda, Kisu, Ponte  Nova, Mirage, Ça Va, Recanto Lusitano,  Seven, Don Ferreira,  Hot Spot,  Giardino, Vila Cozinha, Club DU Vin, Pantagruel, IT, Mr. Carnes, Azu, Eki,  É,  Bistrô Maison, Armazém Guimarães e Deli Barchef são alguns dos nomes já confirmados para esta edição do Restaurant Week. Para quem quiser aproveitar o almoço, o custo é de R$ 34,90, com entrada, prato principal e sobremesa. No jantar, o valor é R$ 47,90.

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Expansão - O organizador nacional do evento, Fernando Reis contou ao LeiaJá que está nos planos a realização do Restaurante Week Nordeste. Para isso, eles já começam a fazer o teste, pois os festivais do Recife e de Fortaleza acontecem no mesmo período. A ideia central do Restaurant Week é oferecer uma oportunidade aos clientes de conhecer restaurantes de alta gastronomia a um preço mais acessível.

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Na Semana Santa, é grande a correria para garantir a compra de peixes e frutos do mar. O Mercado de São José, na área central do Recife, é um dos pontos mais procurados nesse período. Na manhã desta quinta-feira (28), o movimento no local foi intenso.

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A reportagem da TV LeiaJá mostra os campeões de venda no Mercado, às vésperas do feriado da Páscoa, e a expectativa dos comerciantes. O Mercado de São José funciona normalmente hoje. Nesta sexta-feira (29), abre em horário especial.

A equipe do Gourmet em Casa foi até o Ça Va Bistrô Modérne, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, para mostrar mais uma opção de prato leve para se degustar na estação mais quente do ano. Quem nos recebeu foi a simpática Chef Carla Chakrian, que há dois anos comanda a cozinha da casa e mostra que comer bem não é mais sinônimo de pratos caros.

A praticidade também é outro carro chefe do Ça Va, e é justamente isso que Carla nos mostra no programa dessa semana. Ela ensina a preparar uma excelente salada que se destaca pelo sabor e pela rapidez no preparo.

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Ingredientes Salada

- 4 camarões médios

- 50g de polvo pré cozido

- 50g de lula

- raspas de 1/2 limão siciliano

- 1 colher de sopa de vinho branco

- 1 colher de sopa de azeite

- 4 tomates cereja

- 2 bastões de palmito

- 2 colheres de sopa de alho poro picado

- 2 tipos de alface, rúcula, sal e pimenta a gosto

Molho

- 2 colheres de sopa de mel

- 4 colheres de sopa de creme de leite fresco

- 1 colher de sopa de mostarda Dijon

- 1/2 colher de sopa de mostarda Ancienne

- 2 colheres de sopa de mostarda amarela

Modo de Preparo Salada

Refogue os frutos do mar por cerca de um minuto, com o sal, pimenta e as raspas de limão siciliano. Depois, acrescente o vinho branco. Molde as folhas do alface como concha, e utilize-as como base. Pique outras folhas manualmente e misture com o refogado.

Molho

Em um recipiente, acrescente o creme de leite, os três tipos de mostarda e o mel. Misture os ingredientes e coloque na na preparação do alface com o refogado. Para finalizar o prato, coloque por cima da salada.

DICA1: Lavando as folhas com água com gelo, você impede a alface murche.

DICA2: Na geladeira, o molho dura até 30 dias.

DICA3: Para deixar o prato mais atraente, deixe os frutos do mar por cima.

Com o intuito de incentivar o consumo de pescado no país, o Ministério da Pesca e Aquicultura deu início à Semana do Peixe, que segue até o próximo dia 17. O Pescadero, em Casa Forte, entrou no clima da campanha e oferece promoções especiais durante o período.

Além de trazer novos pescados do Ceará e Rio Grande do Norte, o espaço aposta na variedade dos produtos para cativar o público. Até a próxima segunda-feira (17), o Pescadero oferece ainda preços especiais como o do Filé de Tilápia (R$24,90), Filé de Linguado (R$18,90) e da Cioba em Posta (R$26,90).

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Serviço
Pescadero (Rua dos Arcos, 145 - Casa Forte)
Segunda à quinta, 8h às 20h
Sexta e sábado, 8h às 21h
Domingo, 9h às 13h
Informações: (81) 3268-0020



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