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Pessoas ligadas ao vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) negociaram programas de espionagem com Israel na feira aeroespacial Dubai AirShow, em novembro do ano passado. As informações foram publicadas pelo Uol.

O stand da empresa DarkMatter foi procurado por uma pessoa ligada ao filho do presidente, apontado como um dos líderes da milícia digital conhecida como Gabinete do ódio.

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Composta por hackers vinculados ao Exército de Israel, a companhia tem sede em Abu Dhabi e desenvolve programas para invadir computadores e celulares, até mesmo desligados.

Outra ferramenta espiã foi negociada com a Polus Tech. Sediada na Suíça, a empresa tem como CEO o israelense Niv Karmi, um dos idealizadores da NSO Group, criadora do programa Pegasus. A empresa faz parte da lista proibida dos Estados Unidos.

Em maio do ano passado, Carlos se envolveu em uma licitação do Ministério da Justiça para tentar adquirir o programa de espionagem. No entanto, o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu a contratação.

O ex-primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu está negociando um acordo judicial para escapar da prisão e encerrar seu julgamento por corrupção. De acordo com um porta-voz do Ministério da Justiça de Israel e duas fontes envolvidas nas conversas, os termos judiciais poderão ser anunciados antes do fim do mês.

A barganha inclui a admissão de culpa, em alguns casos, em troca de uma redução da gravidade das acusações, o que significaria uma provável sentença de serviços comunitários.

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Netanyahu é acusado de fraude, quebra de confiança e suborno em três casos diferentes. Ele nega todas as acusações. O que estaria emperrando o acordo é a inclusão de uma acusação de "torpeza moral", que sob a lei israelense impediria o ex-primeiro-ministro de ocupar um cargo político por sete anos.

Um eventual acordo pouparia Netanyahu de um longo e embaraçoso julgamento que concentraria a atenção do país e poderia manchar seu legado. Um porta-voz de Netanyahu se recusou a comentar.

Incluir a acusação de "torpeza moral" contrariaria a promessa de Netanyahu de retornar ao governo depois que seu mandato de 12 anos terminou no ano passado diante de uma coalizão de partidos díspares que têm pouco mais em comum do que sua oposição ao ex-primeiro-ministro.

Mas Netanyahu, que conseguiu resistir a várias tentativas de removê-lo do poder, poderá retornar quando o veto expirar. Ele teria quase 80 anos. COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

O primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, anunciou neste domingo (2) que todos os israelenses com mais de 60 anos, e também os profissionais de saúde, poderão receber a quarta dose da vacina anticovid, em meio ao aumento de casos relacionados com a variante ômicron.

Durante uma coletiva sobre a pandemia, Bennett afirmou que o Ministério de Saúde havia autorizado a administração da quarta dose em idosos e no pessoal de saúde.

"A onda de ômicron está aqui e devemos nos proteger", declarou Bennett.

Na última quinta-feira, as autoridades já tinham liberado a aplicação da quarta dose para as pessoas imunodeprimidas, o mesmo dia em que Israel recebeu o primeiro lote dos comprimidos anticovid da Pfizer.

O número de contágios de covid-19 segue aumentando no país, depois que o primeiro caso da variante ômicron foi detectado no final de novembro. O surto, no entanto, não trouxe consigo um aumento das internações hospitalares.

Neste domingo, as autoridades confirmaram 4.206 novos casos nas últimas 24 horas, um aumento de 195% em relação à semana passada.

"Podemos chegar a 50.000 novos casos por dia" alertou Bennett, que também insistiu na vacinação de adultos e crianças que ainda não foram imunizados.

Em Israel, metade de sua população de 9,2 milhões de habitantes já recebeu uma dose de reforço. Atualmente, os casos graves ocorrem principalmente em indivíduos não vacinados, segundo os dados publicados pelas autoridades.

No total, segundo os números oficiais, foram registrados 1.394.407 contágios e 8.244 óbitos desde o início da pandemia em Israel.

Autoridades médicas de Israel confirmaram o primeiro caso de um indivíduo infectado com a gripe sazonal e covid-19 simultaneamente. Apelidada de "flurona", as duas infecções foram encontradas em uma mulher grávida não vacinada que apresentava sintomas leves, de acordo com informações do Hospital Beilinson, em Petah Tikva.

Alguns relatórios sugeriram que isso marcou o primeiro caso duplo no mundo, mas relatórios de pacientes com gripe e covid-19 surgiram nos EUA já na primavera de 2020.

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Os profissionais apontaram ainda ser provável que muitos outros tenham sido infectados com os dois vírus, mas que ainda não foram diagnosticados."A doença é a mesma doença. Elas são virais e causam dificuldade para respirar, pois ambas atacam o trato respiratório superior", disse Arnon Vizhnitser, diretor do departamento de ginecologia do hospital.

A mulher recebeu alta na quinta-feira, 30, do hospital, que indicava que ela estava em boas condições. Mesmo assim, o Ministério da Saúde seguiu estudando o caso para ver se uma combinação dos dois vírus causava doenças mais graves.

Israel viu um aumento nos casos de gripe nas últimas semanas, com cerca de 2.000 pessoas hospitalizadas em meio a temores de uma "twindemia" das duas doenças. O termo se refere a temores de um grande número de casos de gripe e os casos de covid-19 podem sobrecarregar hospitais, embora muitos indivíduos não sejam infectados com os dois vírus em simultâneo.

A dupla infecção ocorreu após o ministro da Saúde de Israel, Nitzan Horowitz, dizer que o país está estendendo sua oferta de uma quarta dose de vacina da covid-19 para idosos em instituições de cuidados.

O País já havia estendido o lançamento da quarta dose para pessoas com imunidade enfraquecida, tornando-se um dos primeiros países a fazê-lo, para tentar frear os casos ampliados pela variante Ômicron.

(Com Agências Internacionais)

Mulheres de 80 países competiam neste domingo (12) pela coroa do Miss Universo na cidade israelense de Eilat, ignorando os pedidos de boicote em apoio à causa palestina.

A 70ª edição deste concurso anual, celebrado pela primeira vez em Israel, deve levar em conta a pandemia do coronavírus, e especialmente a emergência provocada pela variante ômicron.

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Entre as participantes estão a Miss Marrocos, Kaouthar Benhalima, e a Miss Bahrein, Manar Nadeem Deyani, cujos países normalizaram as relações com Israel no ano passado.

O ministério sul-africano dos Esportes, Cultura e Artes tinha exortado sua candidata a não ir a Eilat, argumentando "as atrocidades cometidas por Israel contra os palestinos".

Apesar destes apelos, Lalela Mswane viajou para o balneário do Mar Vermelho, onde se celebra a cerimônia.

- "Cumplicidade" -

Organizações palestinas também pediram para as candidatas não participarem do evento.

"Exortamos a todas as participantes a se retirarem para evitar qualquer cumplicidade com o regime de apartheid de Israel e sua violação dos direitos humanos dos palestinos", pediu a Campanha palestina para o boicote acadêmico e cultural de Israel.

Em entrevista à AFP em Jerusalém em novembro, a Miss Universo que ostenta o título atualmente, Andrea Meza, do México, afirmou que o concurso deveria ser realizado fora da política.

"O Miss Universo não é um movimento nem político, nem religioso", declarou.

Indonésia e Malásia, países que não têm relações diplomáticas com Israel, não enviaram candidatas, mas alegaram dificuldades ligadas à pandemia.

Os Emirados Árabes Unidos - que também normalizaram as relações com Israel e aonde o primeiro-ministro, Naftali Bennett, chegou neste domingo para uma visita histórica, tampouco enviaram representante "por problemas de tempo" durante a seletiva da Miss nacional.

- Críticas -

As participantes chegaram a Israel no fim do mês passado e desde então visitaram locais, sofrendo críticas por sua falta de sensibilidade cultural.

Durante visita à cidade beduína de Rahat, usaram vestidos com bordados palestinos tradicionais, enquanto enrolaram folhas de videira, o que a miss Filipinas, Beatrice Luigi Gomez, descreveu em um tuíte como um "dia na vida de um beduíno".

Em Israel, os beduínos, povo tradicionalmente nômade, pertencem à comunidade dos palestinos cidadãos do Estado hebreu, que se queixa há tempos de discriminação por parte das autoridades israelenses nas áreas de habitação e educação.

"O colonialismo, o racismo, a apropriação cultural, o patriarcado, o embranquecimento, tudo em um só lugar", criticou em um tuíte Ines Abdel Razek, do grupo de defesa Instituto Palestino de Diplomacia Pública.

As participantes do concurso devem ter entre 18 e 28 anos.

Segundo cálculos dos organizadores, a cerimônia de coroação será assistida por 600 milhões de telespectadores em 172 países.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, um projeto de decreto legislativo que chancela um acordo de cooperação entre Brasil e Israel na área de Defesa. O pacto foi assinado em Jerusalém, em 31 de março de 2019, no primeiro ano do governo Bolsonaro. A matéria vai agora para análise do Senado.

O acordo fechado pelo governo brasileiro com Israel envolve intercâmbio de tecnologias, treinamento em questões militares, colaboração em produtos de defesa e troca de conhecimento nas áreas operacional, científica e tecnológica.

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De acordo com a Constituição, acordos internacionais assinados pelo governo devem ser chancelados pelo Congresso. Por isso, o Executivo enviou o texto ao parlamento, por meio de uma Mensagem Presidencial, que foi transformada em projeto.

"Ressalto, por oportuno, que o tratado contém cláusulas referentes a responsabilidades financeiras e aos princípios de igualdade soberana dos Estados, de reciprocidade e interesse comum, integridade e inviolabilidade territorial e de não intervenção nos assuntos internos de outros Estados, em consonância com o estabelecido pelo Art. 4º da Constituição Federal", afirmou o presidente Jair Bolsonaro, na Mensagem Presidencial enviada aos parlamentares.

O pacto foi assinado em 2019 pelo então ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Yisrael Katz. Naquele ano, Bolsonaro viajou a Israel pela primeira vez como presidente e anunciou a abertura de um escritório de negócios do Brasil em Jerusalém.

O presidente chegou a prometer que transferiria a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, como havia feito o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A promessa, contudo, causou polêmica e não foi cumprida até hoje.

O músico israelense Shir Meir vive em um quarto de pensão em Tel Aviv com três amigos, compartilhando uma cozinha e banheiro com outras pessoas na cidade mais cara do mundo.

"Chegamos a um ponto de desespero com os preços de moradia", disse o jovem de 22 anos.

“Não existem apartamentos normais para jovens que começam a vida nesta cidade”, acrescentou.

Meir está entre quase meio milhão de residentes da cidade costeira que sofrem com o alto custo de vida.

A capital cultural e econômica de Israel é hoje mais cara do que Paris, Cingapura, Zurique, Hong Kong e Nova York, segundo ranking elaborado pela Economist Intelligence Unit.

Ele subiu na lista em parte devido à valorização da moeda israelense, o shekel, em relação ao dólar, além dos preços do transporte e alimentos.

Damasco, capital da vizinha Síria, é listada como a cidade mais barata para se viver.

Em 2011, jovens israelenses indignados com o forte aumento nos aluguéis acamparam no sofisticado Rothschild Boulevard, no coração da cidade. Uma década depois, os preços altos continuam.

"O protesto teve um efeito temporário", disse Asher Blass, ex-economista-chefe do Banco de Israel. Para ele, a classificação de Tel Aviv este ano se deve principalmente à valorização da moeda local. Em outubro, o shekel atingiu seu nível mais alto em relação ao dólar em 25 anos.

Embora o custo da habitação e dos produtos básicos tenha aumentado, o crescimento dos salários tem sido desigual. "Muito mais precisa ser feito para abrir a concorrência em bens como os produtos agrícolas" para baixar os preços, disse Blass.

- "Boa aposta" -

Obviamente, há quem se beneficie do alto custo de vida em Tel Aviv.

Na Rothschild Real Estate, que atende principalmente estrangeiros e israelenses abastados do setor de tecnologia, o coproprietário Eyal Furmansky disse que os preços das casas de alto padrão aumentaram 10% no ano passado.

"Onde quer que você coloque suas fichas, é uma boa aposta", disse ele.

Furmansky observou que seus clientes estão mais preocupados com o shekel forte do que com o custo de produtos básicos.

"Pessoas do Reino Unido, dos Estados Unidos, da Europa sentem que é mais difícil para elas fazerem compras", disse ele. Mas "só existe uma Tel Aviv e nesta cidade existem lugares muito específicos onde as pessoas querem viver", acrescentou.

Para alguns, a atração de Tel Aviv com seus preços excessivos está começando a se dissipar.

Em um mercado no centro da cidade, a estudante Aimy Schefner disse que a comida é mais cara do que em sua cidade natal, Haifa. A aspirante a atriz de 26 anos disse que viver em Tel Aviv é como um investimento temporário, semelhante a uma "viagem ao exterior". “É por um tempo, não é para toda a vida”, disse ela.

O governo israelense autorizou neste domingo (28) a imigração "imediata" de três mil etíopes, incluindo familiares de pessoas estabelecidas em Israel que temem por suas vidas em decorrência do conflito no país da África Oriental.

O Executivo aprovou por "unanimidade" que três mil etíopes entrem no país "imediatamente", desde que tenham parentes de primeiro grau em Israel, disse o gabinete do primeiro-ministro Naftali Bennett em um comunicado.

Esta medida vai permitir "acolher milhares de pessoas que esperavam em Adis Abeba e em Gondar," uma cidade do norte perto da região do Tigré, cenário de um conflito no momento, disse no Twitter a ministra da Imigração, Pnina Tamano-Shata, nativa da Etiópia.

“Por fim, pais, filhos, irmãos e irmãs e órfãos estarão de volta com suas famílias após décadas de espera”, acrescentou.

Esses etíopes são falashmoras, uma comunidade convertida à força ao cristianismo que afirma ser descendente de judeus etíopes. Eles não se beneficiam da lei israelense que permite a qualquer judeu da diáspora migrar para Israel e se tornar automaticamente um cidadão do Estado. Portanto, devem alegar que desejam migrar por motivos de reagrupamento familiar.

Desde novembro do ano passado, a Etiópia está atolada em um conflito entre os combatentes da Frente de Libertação do Povo Tigré (TPLF), o partido no poder na região, e as forças federais. Os combatentes da TPLF avançaram nos últimos meses em direção às regiões vizinhas e não descartam chegar à capital etíope, Adis Abeba.

O ministério da Saúde de Israel anunciou nesta sexta-feira (26) a detecção de um caso da nova variante de Covid-19 descoberta na África do Sul e que, segundo os cientistas, se propaga rapidamente.

"A variante descoberta nos Estados do sul da África foi identificada em Israel. Trata-se de uma pessoa que veio de Malauí", afirmou o ministério, que teme outros dois casos de pessoas que chegaram do exterior e já estão confinadas.

As três pessoas já estavam vacinadas contra o coronavírus, informou o ministério em um comunicado.

O primeiro-ministro Naftali Bennett convocou uma reunião de emergência com autoridades da área da saúde para examinar a situação e os riscos.

O governo israelense incluiu em sua lista vermelha sanitária África do Sul, Lesoto, Botsuana, Zimbábue, Moçambique, Namíbia e Eswatini (ex-Suazilândia) após o anúncio da descoberta da nova variante.

A variante é identificada como B.1.1.529 e parece ser muito contagiosa, de acordo com cientistas sul-africanos. Não se sabe se as vacinas que estão sendo aplicadas são eficazes contra a nova cepa.

Um homem armado matou uma pessoa e deixou quatro outras feridas antes de ser morto a tiros pela força de segurança israelense, perto da entrada de um local sagrado na Cidade Velha de Jerusalém, neste domingo (21), conforme informou a polícia de Israel. De acordo com os policiais, o atirador era palestino.

A polícia disse que o ataque ocorreu perto da entrada de um santuário contestado por judeus, que o chamam de Monte do Templo, e mulçumanos, que conhecem o local como Santuário Nobre. A violência em torno do espaço sagrado desencadeou confrontos anteriores entre israelenses e palestinos.

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As autoridades policiais também disseram que o atirador era um palestino, residente de Jerusalém Oriental, na casa dos 40 anos. O Ministro da Segurança Pública, Omer Bar Lev, disse a repórteres que o homem era membro do braço político do grupo militante Hamas e que a esposa dele havia deixado o país três dias antes.

Sem assumir a autoria do ataque, o Hamas elogiou o atirador, chamando o incidente de uma "operação heroica". "A resistência de nosso povo continuará sendo legítima por todos os meios e ferramentas contra os ocupantes sionistas até que nossos objetivos sejam alcançados e a ocupação seja expulsa de nossos locais sagrados e de todas as nossas terras", disse o porta-voz Abdel Latif al-Qanou.

No Twitter, o embaixador da União Europeia em Israel, Dimiter Tzantchev, disse que seus pensamentos estavam "com as vítimas do ataque covarde na Cidade Velha de Jerusalém" e condenou o ataque. "Violência nunca é a resposta."

O incidente foi o segundo desse tipo no local nos últimos dias. Na quarta-feira, 17, um adolescente palestino, de 16 anos, foi morto a tiros depois de esfaquear dois policiais israelenses.

Arqueólogos israelenses revelaram, nesta terça-feira (16), os restos de uma estrutura fortificada grega de 2.100 anos, que foi "destruída" durante a revolta dos macabeus, uma rebelião na Judeia contra a dinastia selêucida.

Os trabalhos de escavação permitiram encontrar uma estrutura de 15 metros quadrados, com muros de pedra com menos de 3 metros de altura, e uma construção de cerca de cinco metros de altura dividida em sete peças, informou a Autoridade israelense de Antiguidades.

Os arqueólogos descobriram armas, vigas de madeira carbonizadas e dezenas de peças antigas neste lugar situado a cerca de 60 km ao sul de Jerusalém.

"Parece que descobrimos um edifício que fazia parte de uma série de fortificações criadas pelo Exército grego para proteger a grande cidade grega de Maresha de uma ofensiva dos hasmoneus", dinastia de Judeia, disseram os diretores das escavações, em um comunicado conjunto.

A revolta dos macabeus levou à tomada de Jerusalém, ao restabelecimento do culto judaico no Templo de Jerusalém, assim como da dinastia dos hasmoneus, que governou a Judeia até 40 a.C..

O retorno do ritual judaico no interior do Templo, o lugar mais sagrado do judaísmo, é comemorado pelo feriado judaico de Hanuka.

Recife receberá, nos dias 6 e 7 de novembro, um dos únicos 6 Mestres brasileiros formados e habilitados pela Federação Sul Americana de Krav Maga, a precursora do Krav Maga na América Latina. Mestre Jacques Danon, com mais de 25 anos de atuação na defesa pessoal israelense, estará na cidade para ministrar treinamentos especais voltados às defesas contra ameaças e ataques com faca e contra as possibilidades de agressões urbanas.

Neste treinamento, Mestre Jacques vai propiciar aos participantes a vivência de situações controladas, porém próximas à realidade, para que a pratica do Krav Maga seja exercitada, tanto tecnicamente – a partir de movimentos rápidos e eficazes -, quanto mentalmente – a partir de um ambiente que simula a realidade, para que o preparo emocional também seja trabalhado. 

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Segundo Grão Mestre Kobi Lichtenstein (faixa-vermelha – 8º Dan), o introdutor do Krav Maga na América Latina e presidente da Federação Sul Americana de Krav Maga, nas variadas situações de agressões que as pessoas podem vivenciar o controle das emoções e, consequentemente das reações, é o ponto fundamental para que a vida seja preservada. “É por isso que os treinamentos que proporcionamos aproxima o praticante das situações reais, preparando seu estado físico e emocional para que ele possa se defender com segurança”, afirma Grão Mestre Kobi. 

Ainda segundo ele, um dos objetivos desses seminários - que são realizados em todo o Brasil - é o de promover o intercâmbio entre os Mestres, Professores e Instrutores de Krav Maga. “Além de aproximar os praticantes da Federação unificando os conhecimentos, esses seminário servem para elevar a qualidade das técnicas”, completa Grão Mestre Kobi.

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O cantor Israel, da dupla sertaneja com Rodolffo, manifestou-se sobre um vídeo em que é ignorado por uma fã. No Instagram Stories, o artista publicou um comentário sobre o assunto.

Na mensagem postada na madrugada desta terça-feira (26), ele explica que sabe que Rodolffo possui grande visibilidade por causa da participação no BBB21.

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"Meu compadre teve uma exposição gigantesca no BBB e os fãs ficam doidos com ele quando chegam ao camarim. Acho isso super normal. Isso não me machuca, nem me diminui. Pelo contrário... Amo ver ele recebendo tanto carinho. E nosso projeto ganhou muito com isso", declarou.

Em seguida, Israel também afirma que é bem resolvido com sua carreira profissional: "Sou muito bem resolvido com minha carreira e meu corre (de 26 anos, inclusive). Valeu meus amores, vocês são anjos na nossa vida. Obrigado por tanto carinho".

Israel construirá 1.355 novas casas para os colonos judeus na Cisjordânia ocupada, anunciou neste domingo o ministério da Construção.

"As licitações para 1.355 unidades de habitação nas localidades de Judeia e Samaria (nome utilizado por Israel para designar a Cisjordânia) foi publicada sob a direção do ministro da Construção, Zeev Elkin", afirma um comunicado.

As novas casas são adicionadas às anunciadas em agosto pelas autoridades, mais de 2.000, que devem receber esta semana a aprovação definitiva do ministério da Defesa.

"Fortalecer a presencia judaica (na Cisjordânia) é essencial na visão sionista", afirmou Elkin, membro do partido de direita Nova Esperança.

As casas serão construídas em sete assentamentos judaicos, incluindo 729 em Ariel (norte da Cisjordânia), 346 em Beit-El (perto de Ramallah) e 102 em Elkana (noroeste da Cisjordânia).

Quase 475.000 colonos moram na Cisjordânia, onde também vivem 2,8 milhões de palestinos.

A colonização israelense da Cisjordânia e Jerusalém Leste anexada, ilegal de acordo com o direito internacional, prosseguiu sob todos os governos israelenses desde 1967.

Nos últimos anos o processo acelerou sob a liderança do ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

Seu sucessor, Naftali Bennett, lidera desde junho uma coalizão heterogênea que vai da direita radical até partidos de esquerda.

O excesso de dinheiro em divisa israelense nos negócios palestinos poderia não ser o aspecto mais comentado da ocupação, mas especialistas advertem que é uma preocupação crescente para a economia palestina.

Palestinos na Cisjordânia usam o shekel israelense, mas, mesmo com esse fator em comum, os dois sistemas financeiros são drasticamente diferentes.

Em Israel, como em muitas economias avançadas, os pagamentos por meios digitais crescem rapidamente, substituindo as transações com cédulas e moedas.

Mas na Cisjordânia, que vive sob ocupação militar israelense desde 1967, o papel moeda ainda impera.

Tasir Freij, dono de uma ferraria em Ramallah, disse à AFP que precisa pagar uma comissão de 2% para depositar dinheiro em efetivo, pois seu banco reluta em aceitá-lo.

"É uma crise [...] e estamos sentindo os seus efeitos", comentou Freij.

Grande parte do papel moeda chega à Cisjordânia através dos palestinos que trabalham em Israel e nos assentamentos judaicos em território palestino, e recebem seus salários em dinheiro.

Especialistas e comerciantes temem que o acúmulo de divisas em papel moeda possa sufocar o sistema financeiro palestino.

Freij contou que comprar bens do exterior, em geral, requer a conversão de shekels para dólares ou euros, mas a abundância de moeda israelense no mercado o obriga a aceitar uma taxa desfavorável.

- Vertedouro -

A Autoridade Monetária Palestina (AMP), que funciona como banco central na Cisjordânia, advertiu que as cédulas de shekels se acumulam porque não existe forma de devolvê-las a Israel.

O governador da AMP, Firas Melhem, disse à AFP que a acumulação de dinheiro é "um problema muito preocupante", causando dores de cabeça para bancos e estabelecimentos de negócios.

"Se o problema não for resolvido rapidamente, o mercado palestino se transformará em um vertedouro de shekels", acrescentou.

O shekel foi estabelecido como moeda oficial nos territórios palestinos como resultado dos protocolos econômicos chamados de "acordos de Paris", alcançados após os Acordos de Oslo entre Israel e os palestinos em 1994.

Contudo, muita coisa mudou desde então.

Ao utilizar cada vez mais as transações digitais, os bancos israelenses não querem reabsorver o papel moeda que se acumula na Cisjordânia, mas não circula rapidamente na economia da nação judaica.

Além disso, o Banco de Israel cita a segurança como outro motivo para não querer as cédulas.

"As transferências em dinheiro feitas sem controle poderiam ser mal utilizadas, especialmente em lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, e não estariam em conformidade com os parâmetros internacionais", disse o banco em um comunicado enviado à AFP.

- Soluções? -

Os bancos palestinos têm tentado fazer com que os clientes reduzam seus depósitos em efetivo, mas isso representa um risco, que pode limitar o capital disponível para os bancos, reduzindo sua capacidade de oferecer crédito.

O excesso de liquidez motivou alguns especialistas palestinos a recomendarem o descarte do shekel e a adoção de uma moeda palestina ou de outra nação, como o dinar da Jordânia, que também circula na Cisjordânia.

Enquanto isso, a AMP pressiona o Banco de Israel para que aceite mais dinheiro em efetivo.

Além disso, Melhem insistiu que os palestinos devem "se atualizar no desenvolvimento das tecnologias financeiras" e avançar para sistemas de pagamento sem dinheiro em papel.

As autoridades israelenses apresentaram nesta segunda-feira (11) os vestígios de um impressionante complexo de produção de vinho da época bizantina localizado no sul do país, perto da Faixa de Gaza, que seria o maior de sua época, com uma produção anual de dois milhões de litros.

Dentro de escavações realizadas em Yavne, uma cidade do sul de Israel que está em plena expansão, os arqueólogos desenterraram, nos últimos dois anos, um vasto local de produção de vinho de 1.500 anos. Lá, encontraram grandes prensas, milhares de fragmentos de garrafas e locais de armazenamento do vinho.

Nada indica que o local seria um vinhedo bucólico, mas sim uma verdadeira fábrica. A equipe de arqueólogos liderada pela Autoridade Israelense de Antiguidades descobriu cinco prensas de cerca de 225 m2 para amassar uvas, dois grandes barris octogonais para acumular o mosto e dois fornos de olaria para aquecer a argila das ânforas alongadas, chamadas "vasilhas de Gaza", nas quais o vinho envelhecia.

"Ficamos surpresos em descobrir aqui uma fábrica sofisticada para produzir vinho em quantidades industriais", declararam em comunicado conjunto os arqueólogos Elie Hadad, Liat Nadav-Ziv e Jon Selingman, que lideraram as escavações.

Naquela época, a Faixa de Gaza, um território palestino que hoje é governado pelos islamitas do Hamas, e a cidade adjacente de Ascalão, no sul de Israel, perto de Yavne, eram conhecidas pela qualidade de seus vinhos, que eram vendidos em toda a bacia do Mediterrâneo.

Além disso, graças às escavações foi possível comprovar a presença de prensas de vinho de 2.300 anos, quando o império persa aquemênida reinava em grande parte do Oriente Médio e, portanto, provar que a indústria do vinho local durou vários séculos, segundo os arqueólogos.

O complexo de Yavne será "protegido" e fará parte de um parque arqueológico que será aberto ao público, informou nesta segunda-feira a Autoridade Israelense de Antiguidades.

Em uma cratera de 500 metros de profundidade, perdida no meio do deserto ocre do Negev, os astronautas em seus trajes espaciais caminham lentamente. Sua missão? Simular no sul de Israel as condições de vida em Marte.

Neste quadro peculiar de Mitzpé Ramon, a maior cratera de erosão do mundo com 40 km de extensão, o Fórum Espacial Austríaco (OeWF) instalou sua "base marciana", em colaboração com a agência espacial israelense, no âmbito da missão Amadee-20.

Inicialmente, a missão estava planejada para começar no ano passado, mas foi adiada, devido à pandemia da Covid-19.

A cratera, o deserto rochoso e as cores laranja do horizonte lembram a paisagem de Marte, mas a gravidade e o frio nem tanto.

"Aqui temos temperaturas de 25°C a 30ºC. Em Marte, é -60ºC, e a atmosfera é irrespirável", relata o austríaco Gernot Grömer, que supervisiona a missão.

Por quase um mês e até o final de outubro, seis "astronautas análogos" - termo usado para descrever pessoas que reproduzem, na Terra, as condições de longas missões espaciais - de Portugal, Espanha, Alemanha, Holanda, Áustria e Israel vão viver isolados do mundo nesta "estação marciana". Poderão sair somente de traje especial, como se estivessem, de fato, no Planeta Vermelho.

"É um sonho que se tornou realidade", diz Alon Tenzer, um astronauta israelense de 36 anos. "É algo em que trabalhamos há vários anos. Estou muito feliz por estar aqui", completou.

Para a inauguração da estação no domingo (10), Alon vestiu sua melhor roupa: o traje prateado, que ele diz pesar cerca de 50 quilos e que leva de duas a três horas para vestir.

- "Casamento" com Marte -

Todos os membros da "tripulação" são voluntários e tiveram de passar por diversos testes físicos e psicológicos para participar.

"Meu pai me levou ao museu espacial quando eu era pequena, ele colecionava aviões. Quando descobri que o fórum procurava astronautas análogos, disse a mim mesma que deveria me apresentar", conta a alemã Anika Mehlis, única mulher do grupo.

O Fórum Espacial Austríaco, uma organização privada que reúne especialistas do setor aeroespacial, firmou uma parceria com o centro de pesquisa israelense D-MARS para construir esta base em forma de polígono, movida a energia solar.

Por dentro, o conforto é espartano com uma pequena cozinha e beliches. A maior parte do espaço é para experimentos científicos.

No futuro, seus resultados podem ser cruciais, já que a NASA, a agência espacial americana, considera enviar uma primeira missão tripulada a Marte na década de 2030.

Durante o mês em que simularão a vida de Marte na Terra, os astronautas análogos terão de testar um protótipo de drone que funciona sem GPS, assim como veículos autônomos movidos a energia eólica e solar para mapear o território.

Microbiologista de formação, Anika Mehlis ficará encarregada de avaliar as possibilidades de contaminação microbiana, ou seja, o risco de introdução de bactérias terrestres em Marte que poderiam matar qualquer tipo de vida no Planeta Vermelho.

"Seria um grande problema", afirma, apontando para o que é considerado um dos maiores desafios na conquista do espaço.

Além de testar equipamentos e tecnologias, a missão também quer estudar o comportamento humano, especialmente o impacto do isolamento nos astronautas.

"A coerência do grupo e a capacidade de trabalhar em conjunto são cruciais para a sobrevivência em Marte", explica o supervisor Gernot Grömer. "É como um casamento, só que, em um casamento, você pode ir embora, e não em Marte", diz, ironicamente.

O pequeno Eitan, único sobrevivente da queda de uma cabine de teleférico no norte da Itália em maio passado, está no centro de uma disputa familiar que envolve até acusação de sequestro.

Hoje com seis anos de idade, o menino teve seu lar dizimado pela tragédia do teleférico de Stresa-Mottarone, na qual perdeu seus pais, os israelenses Amit Biran e Tal Peleg; seu irmão mais novo, Tom, de dois anos; e seus bisavós maternos, Itshak Cohen e Barbara Konisky.

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Eitan também esteve perto da morte e ficou quase 20 dias internado em um hospital de Turim, mas recebeu alta no início de junho e, desde então, as famílias materna e paterna brigam por sua guarda.

O último capítulo dessa disputa ocorreu neste fim de semana, quando a tia paterna Aya Biran-Nirko, que vive na Itália e tem oficialmente a guarda provisória de Eitan, acusou o avô materno do menino, Shmuel Peleg, de levá-lo de volta para Israel sem autorização.

"Ele não foi devolvido no horário estabelecido após um encontro com os familiares da mãe", afirmou à ANSA um dos advogados de Biran, Armando Sibari, no último sábado (11). "Estamos incrédulos que eles tenham chegado a esse ponto", acrescentou.

A tia recebeu inclusive uma mensagem do advogado de Peleg afirmando que o garoto estava em Israel. A viagem teria se tornado possível pelo fato de o avô materno manter a posse do passaporte israelense de Eitan, contrariando uma ordem da Justiça italiana.

A família da mãe tinha permissão para ver o menino duas vezes por semana, mas acusa os parentes paternos de nunca terem se interessado por ele. "Falo apenas para esclarecer que agimos pelo bem de Eitan. Ele gritou de emoção quando nos viu e disse: 'Finalmente estou em Israel'", afirmou Gali Peleg, tia materna do garoto, a uma rádio israelense.

"Nós fomos obrigados [a pegar o menino], não sabíamos mais quais eram suas condições mentais e de saúde. Não o sequestramos, apenas o trouxemos de volta para casa", acrescentou Gali, ressaltando que não se interessa por "questões legais".

"Não estou envolvida com esses aspectos, não conheço os detalhes, deixemos os advogados falarem", afirmou.

A tia paterna, por sua vez, rebateu que Eitan é "cidadão italiano" e que sua casa é em Pavia, onde moravam seus pais, que, por outro lado, foram sepultados em Israel. "Estamos muito preocupados com sua saúde", declarou Biran.

Relembre

A tragédia aconteceu no dia 23 de maio, quando o cabo de tração do teleférico de Stresa-Mottarone, perto de Turim, se rompeu e fez a cabine recuar em alta velocidade até se chocar contra um pilar.

Em seguida, ela caiu de uma altura de 20 metros e deslizou montanha abaixo até parar em um bosque. O acidente deixou 14 mortos e um único sobrevivente: Eitan.

Já se sabe que um sistema que impedia o acionamento dos freios de emergência tinha sido deixado no teleférico de propósito para evitar seu fechamento. No entanto, os investigadores ainda tentam descobrir o que causou o rompimento do cabo de tração.

Após um mês de interrupção devido a uma nova onda de infecções por covid-19, Israel reabrirá suas portas a partir de 19 de setembro para grupos de turistas estrangeiros, anunciaram as autoridades neste domingo (5).

Depois de sua campanha massiva de vacinação no inverno, Israel passou a reabrir grande parte de sua economia na primavera e em maio autorizou a entrada de grupos de turistas estrangeiros no país, seguindo os protocolos sanitários.

Mas as autoridades suspenderam a medida em 11 de agosto devido a uma nova onda de casos relacionados à variante delta, especialmente em pessoas não vacinadas.

Na semana passada, com o início do surto, o país registrou um recorde, com cerca de 11 mil infecções em um dia. Desde então, os casos caíram, chegando a 4.975 no sábado, de acordo com o Ministério da Saúde.

O Ministério do Turismo anunciou que a partir de 19 de setembro grupos de turistas de cinco a trinta pessoas voltariam a ser aceitos em Israel, exceto os provenientes dos países de sua "lista vermelha", que inclui Brasil, Turquia, Bulgária e México.

As autoridades ainda não anunciaram a data de abertura para turistas individuais.

"Não haverá limites para o número de grupos estrangeiros autorizados a entrar em Israel", disse o Ministério do Turismo em um comunicado.

De maio a agosto, "mais de 2.000 turistas entraram em Israel, principalmente dos Estados Unidos e da Europa", acrescentou o ministério. "Nenhum caso de covid foi detectado entre esses grupos."

Os turistas terão que estar completamente vacinados e apresentar um teste de covid negativo recente, além de passar por um exame de anticorpos ao chegarem.

Israel anunciou neste domingo (29) que reduziu para 12 anos a idade mínima para receber a terceira dose da vacina anticovid, com o objetivo de combater o aumento de contágios provocado pela variante delta.

"Hoje, ampliamos a possibilidade de receber o reforço, ou seja, a terceira inoculação da vacina, a toda a população, desde que tenham passado cinco meses desde a segunda dose", afirmou em uma entrevista coletiva o diretor geral do ministério da Saúde, Nachman Ash.

"A terceira vacina está disponível de maneira imediata para todas as pessoas com mais de 12 anos", tuitou o ministro da Saúde, Nitzan Horowitz, que destacou "a eficácia do reforço, de acordo com os estudos mais recentes", e pediu a todos que tomem a vacine.

Israel iniciou uma campanha no fim de julho para que as pessoas de 60 ou mais anos recebessem a terceira dose, em particular a vacina da Pfizer/BioNTech.

Depois de reduzir gradualmente a idade mínima para receber a dose de reforço, apesar do apelo da Organização Mundial da Saúde (OMS) para uma moratória da terceira dose, com o objetivo de liberar mais vacinas para os países pobres, que registram uma taxa de vacinação reduzida.

O primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, argumentou que a aplicação da dose de reforço em Israel, país de nove milhões de habitantes, não afetaria as reservas mundiais de vacinas e, além disso, permitiria testar a eficácia da terceira dose.

Mais de 5,4 milhões de pessoas receberam duas doses da vacina contra a covid em Israel, o que representa 58% da população, e mais de 1,9 milhão já receberam a terceira.

O Estado hebreu fechou um acordo com o laboratório Pfizer em troca de dados sobre a campanha de vacinação.

Em 24 de agosto, Israel superou um milhão de casos desde o início da pandemia, com 6.950 mortes provocadas pela Covid-19 no país.

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