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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disparou, nesta segunda-feira (7), contra a imprensa e questionou se o objetivo dos veículos de comunicação é derrubá-lo do comando do país. Na saída do Palácio do Alvorada, quando costuma cumprimentar simpatizantes, Bolsonaro disse que a mídia tem agido com "covardia" e "patifaria".

"Eu lamento a imprensa brasileira agir dessa maneira. O tempo todo mentindo, distorcendo, difamando. Vocês querem me derrubar? Eu tenho couro duro, vai ser difícil. Continuem mentindo", afirmou o presidente, fazendo críticas diretas às reportagens publicadas pelos jornais Folha de São Paulo e Correio Braziliense.

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“De novo, hoje, capa do Correio Braziliense dizendo que vou acabar com a estabilidade do servidor. Não dá para continuar com tanta patifaria por parte de vocês. Isso é covardia e patifaria. Nunca falei nesse assunto. Querem jogar o servidor contra mim. Como ontem a Folha de S. Paulo queria me ligar ao problema em Minas Gerais. Um esgoto a Folha de S. Paulo”, emendou Bolsonaro.

No fim de semana, uma reportagem da Folha apontava que a campanha dele e do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que concorreu à Câmara dos Deputados em 2018, teriam sido beneficiadas com o esquema de candidaturas laranjas do PSL de Minas Gerais. 

De acordo com a reportagem, um depoimento do ex-assessor parlamentar de Álvaro Antonio, Haissander Souza de Paula, dado à Polícia Federal (PF) e uma planilha apreendida em uma gráfica sugerem o suposto desvio. 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), tem uma espécie de preconceito com o Partido dos Trabalhadores (PT). Nos últimos tempos, Ciro não tem poupado críticas à legenda. Em entrevista à Revista Fórum, publicada nesta sexta-feira (20), Lula disse que o PT convidou o emedebista para compor sua chapa e, em caso de impedimento, ser o candidato tendo o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, como vice.

“Fernando Haddad que teve com o Ciro e falou para o Ciro que poderia ser meu vice, que no meu impedimento o Ciro seria candidato a presidente e Haddad seria vice dele. E o Ciro não aceitou. Eu acho difícil uma pessoa que se acha tão inteligente, como o Ciro, querer ser vice de um torneiro mecânico”, alfinetou Lula. 

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Indagado se isso era reflexo de algum preconceito de classe, Lula respondeu: “Eu acho que o Ciro é preconceituoso com o PT. Ele tem um quê… é só perguntar para o PT do Ceará. Ele odeia o PT do Ceará”.

Na avaliação do ex-presidente, “Ciro não nasceu para militar em um partido político”. “O Ciro nasceu para ser dono de alguma coisa dele. Ele manda, ele desmanda, ele faz, ele desfaz. Ou seja, isso não cabe dentro do PT. Então, se o Ciro quiser ser presidente com voto dos setores progressistas, ele terá que se aliar à esquerda, e na esquerda ele não tem muita opção. Ele tem só o PT e o PCdoB. Mas a impressão que eu tenho é que ele está fazendo um discurso muito mais para agradar setores de direita que ele acha que abandonaram os tucanos, do que para a esquerda. De qualquer forma, é uma pena… Eu gostaria que o Ciro fosse diferente”, ressaltou o líder-mor petista.

Questionado também se ficava magoado com as declarações de Ciro, Lula disse que sim. “Eu fico, fico chateado. Como se uma pessoa amiga estivesse falando mal de mim. Agora, também não posso pedir para ele falar bem”, observou.

Na sua mais recente crítica, Ciro disse que o "campo progressista" perderá as próximas três ou quatro eleições se a "burocracia do PT" se mantenha diante da estratégia em nome do que classificou como “direção imperial" de Lula.

O filme Minha Mãe é uma Peça 3 ainda nem estreou, mas já está envolvido em polêmica! De acordo com o jornal Extra, Rodrigo Pandolfo, que interpreta Juliano no filme, revelou que Paulo Gustavo optou por não ter uma cena de beijo gay no longa. O filho de Dona Hermínia irá se casar com Thiago, porém o roteirista e criador da história achou melhor não ter os dois personagens se beijando no filme e isso fez com que o público se revoltasse na internet.

Rodrigo disse que questionou Paulo sobre o assunto e, de certa forma, acabou entendendo a decisão do humorista. O ator explicou que o intérprete da Dona Hermínia preferiu não colocar opiniões pessoais no filme, afinal de contas eles já estão abordando o assunto do casamento entre dois homens. A declaração deu o que falar na internet e Paulo Gustavo acabou se manifestando no Instagram sobre o assunto:

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Quando comecei a escrever esse filme eu tinha uma caneta e uma folha em branco e não sabia por onde começar, mas pensei: quero falar sobre casamento gay! Esse momento do casamento trata de uma coisa maior: o orgulho que essa mãe sente ao ver o filho seguir o caminho do amor e casando com quem ele ama! Sendo quem ele quer ser! Eu quis botar esse trecho do casamento deles dois pra relembrar o que eu vivi e pra com isso tentar inspirar e transformar outras famílias! Coisa que eu tenho feito todos esses anos em vários trabalhos!, escreveu Paulo Gustavo.

Ele ainda completou descrevendo um pouco da cena do casamento. O filme no geral será sobre a protagonista lidando com os filhos criando novas famílias e na parte da cerimônia terá a troca das alianças e um discurso emocionado dos noivos, que será interrompido por Dona Hermínia. O humorista ainda disse que também acha importante combater a onda preconceituosa e pontuou:

Não sou ativista, militante, mas sou um ser político! Minha bandeira é minha vida! Sou gay, casado há sei anos com Thales, meu marido, e somos muito felizes! Agora temos 2 lindos filhos e sou rodeado de amor! E é esse amor que eu quero espalhar pelo mundo!

Paulo postou o texto justificando sua escolha junto com um vídeo da cena da peça que faz com a mãe.

Na caixa de comentários alguns famosos mostraram apoio ao humorista, porém os comentários com maior destaque são as críticas. Um seguidor comentou:

Infelizmente terei que boicotar! Perdeu a oportunidade de mostrar para a sua imensa audiência que beijo é beijo, não existe beijo gay e beijo hetero, e isso começa a partir do momento em que naturalizamos a ação. Não há espaço no mundo de hoje para omissões como esta.

Já outro escreveu:

Bem decepcionado com o seu posicionamento! Você devia refletir e ver que é um cara privilegiado dentro desse nicho, sabia? O mundo não gira em torno da sua vida. Muitos gays nunca nem chegarão perto de um casamento, de formar uma família. Como pessoa pública, você devia usar a sua influência como exemplo de resistência, de luta!

Minha Mãe é uma Peça 3 irá estrear em dezembro de 2019.

A acreana Gleici Damasceno, vencedora da 18ª edição do "Big Brother Brasil", fez uma série de Stories para desabafar. No Instagram, Gleici chorou ao falar sobre as críticas que recebe nas redes sociais. "Estou bem, apesar de estar muito emocionada. Ver alguns comentários na internet me chateiam. Até comentários de pessoas do meu Estado que eu conheço. A minha vida sempre foi minha mãe e meus irmãos. E depois do programa muita gente chegou para agregar, outras não", declarou.

"Eu leio tudo. Às vezes é difícil aguentar algumas coisas, mesmo eu me considerando uma pessoa que já passou por muita coisa na vida. Eu me sinto muito machucada. Acho que as pessoas deveriam ter mais cuidado, uma responsabilidade emocional com o outro. A gente é real, somos humanos", explicou a ex-BBB. 

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Em um outro momento, Gleici afirmou que estranha o fato de algumas pessoas não se importarem com os sentimentos de outras. Falando sobre empatia, ela pontuou: "Essa palavra se popularizou, mas praticar é muito difícil... as pessoas deveriam ter mais cuidado, ter responsabilidade emocional, se colocar no lugar do outro". Na última semana, Gleici se envolveu em uma polêmica com Wagner Santiago, seu ex-namorado.

Wagner atropelou um ciclista de 38 anos em Rio Branco, no Acre, enquanto dirigia o veículo de Gleici. Ela não estava no momento do acidente, mas chegou em seguida no local para ver o que realmente tinha acontecido. O artista visual usou sua conta no Instagram para dizer que prestou socorro à vítima e que ficou chateado com uma pessoa que divulgou as imagens após o ocorrido. "É natural que diante da situação eu estava nervoso, portanto, não me senti confortável diante da atitude de quem parou apenas para publicar o acidente", disse.

Elogiado e aclamado por bolsonaristas durante atos neste domingo (25) e eleito pelos manifestantes como nome ideal para a PGR, o chefe da força tarefa da Lava Jato, Delta Dallagnol, não tão bem visto assim no Planalto. Em dia de conversa com o presidente, Eduardo Bolsonaro postou um vídeo no twitter onde o procurador é apontado como “ligado a grupos de esquerda”.

No vídeo compartilhado pelo deputado, o guru da família Bolsonaro, Olavo de Carvalho, afirma que Deltan “está levantando todas as ONGs de esquerda para um novo assalto ao poder”.

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O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), nem encerrou seu primeiro ano de mandato e já tem declarado em alto e bom som que será presidente do país. A preferência dele é que isso aconteça na sucessão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), contra quem já tem disparado críticas. 

Em entrevista à revista Época, nesta quinta-feira (22), Witzel disse que Bolsonaro agita as redes sociais, mas o Brasil não tem saído do lugar.

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“O que o Bolsonaro fala, eu não falaria. Sou um pouco mais preocupado com aquilo que tenho de expressar. Meio ambiente, por exemplo. Eu não falaria em fazer cocô dia sim, dia não, como o presidente fez. Até porque isso é simplesmente inexequível. É como editar uma medida provisória sobre o uso diário de banheiro”, ponderou. 

E alfinetou emendando: “Bolsonaro anima as redes e o Brasil não sai do lugar”. 

Ex-juiz e ex-fuzileiro naval, Witzel ainda não deixou claro se pretende concorrer à Presidência já em 2022 ou optará pela reeleição ao cargo de governador e apenas disputará a chefia do Executivo nacional em 2026.

Apesar disso, Witzel também fez questão de durante a entrevista disparar contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também cotado como presidenciável para o próximo pleito. Doria chegou a batizar Witzel de Rambo e o social-cristão retrucou: “Ele estava tentando me ridicularizar. Achei absolutamente desrespeitoso. O Doria já demonstrou que não é pessoa confiável. Disse que ia cumprir o mandato e na primeira oportunidade disputou a eleição”.

Os cantores Bruno e Marrone tiveram nessa terça-feira (20) um compromisso atípico. A dupla sertaneja esteve em Brasília para participar de um almoço com o presidente Jair Bolsonaro. No Instagram, Marrone divulgou um registro do encontro. "Hoje o almoço foi por conta do nosso presidente Jair Bolsonaro. Mito. Presidente do Brasil", legendou. A publicação de Marrone gerou revolta para alguns seguidores.

Fãs dos artistas não gostaram de ver os ídolos posando ao lado do presidente durante a passagem deles no Palácio do Planalto. "Por essa eu não esperava. Sempre fui fã [...] e os caras fazem essa merda. É mesmo que bater na cara do povo brasileiro fazer foto com um lixo desse que tá acabando com o povo mais pobre, o povo mais humilde. Vergonha de vocês", detonou um dos internautas.

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"Dá uma perguntada aí como ele vai fazer pra segurar essa barbaridade ocorrendo na Amazônia. E não interessa quando começou, interessa que ele é presidente e ele tem que parar. Dá uma perguntada aí, Marrone", ironizou outra pessoa.

Confira:

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--> Temas LGBT: audiovisual de Pernambuco rebate Bolsonaro

A novela "A Dona do Pedaço" exibiu nessa segunda-feira (19) a participação do cantor Lucas Lucco. Contracenando com a atriz Paolla Oliveira, intérprete da blogueira Vivi Guedes, Lucas foi bombardeado na internet. Algumas pessoas chegaram a especular que o artista teria feito harmonização facial, procedimento estético que virou moda entre os famosos.

No Twitter, Lucas Lucco recebeu críticas ao surgir na trama de Walcyr Carrasco. "O que aconteceu no rosto do Lucas Lucco?", questionou um dos usuários da rede social. "Deu caxumba na cara do Lucas Lucco?", ironizou outra pessoa. No último final de semana, o dono do hit "Vai Vendo" havia sido questionado pelos fãs sobre a aparência.

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"Quando uma harmonização desarmoniza a po*** toda, a coisa fica assim", detonou uma seguidora no Instagram. "Tá irreconhecível, meu Deus, nem parece ele mais. Ficou horrível", comentou mais outra. 

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--> Confira os famosos que fizeram harmonização facial

O deputado federal Alexandre Frota (SP) quebrou o silêncio diante da sua expulsão do PSL, na última segunda-feira (13), e disse que o presidente Jair Bolsonaro “é um idiota ingrato”. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Frota também pontuou que deixar o partido foi se “libertar da ditadura bolsonarista” e sobre a atuação de Bolsonaro previu: “o castelinho de areia uma hora vai ruir e ele vai ficar perdido como um cachorrinho vira-lata numa montanha de lixo”. 

Ao ser questionado sobre qual teria sido o estopim para sua expulsão, o deputado alegou que foi foi discordar e criticar o governo. "Não disse amém e é preciso dizer amém. Mas não tive e não tenho medo do governo do Lula, do PT, não terei medo do governo Bolsonaro, entende?", indagou.

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"O fato de falar a verdade incomodou muito, de criticar quem não gosta [de ser criticado] e não está preparado para as críticas. Isso pesou muito para o Bolsonaro. Bolsonaro não é burro, senão ele não chegaria onde chegou, mas é um idiota ingrato que nada sabe", acrescentou. 

Nessa quinta (15) ao ser indagado pela imprensa sobre a sua responsabilidade na expulsão de Alexandre Frota do PSL, Jair Bolsonaro fingiu não conhecer o parlamentar e disparou: “sei nem quem é esse”. 

Na avaliação do parlamentar, a "cadeira de presidente ficou grande" para Bolsonaro que "se lambuzou com o mel da Presidência". "Bolsonaro se mostra, muitas vezes, infantil. Ele não está preparado para o cargo para o qual foi eleitor, para o qual eu, infelizmente, ajudei a elegê-lo. Eu acreditava, assim como milhões de brasileiros, que ele realmente pudesse fazer a diferença, mas não foi isso que encontrei lá", observou.

Para Frota, nos últimos sete meses "Bolsonaro fica devendo conteúdo, diplomacia e respeito" ao país. "Ele nada sabe sobre isso, ele não gosta de ouvir, é inseguro, medroso e caricato", alfinetou. 

Sem poupar críticas ao ex-aliado, o deputado federal também disse que como ator pornô ele deu mais certo do que Bolsonaro no Exército. "Bolsonaro não foi ninguém no Exército, saiu expurgado de lá, não foi brilhante, ou estou errado? Não estou. Eu, como ator pornô, dei mais certo do que ele no Exército. Bolsonaro está fazendo parte de uma matilha cultural e social de extrema-direita, eu assim como a esquerda, que durante muito tempo trabalhou isso, acham que vão dominar o país. E aí entram com as agressões, com as humilhações aos aliados, aos amigos, aqueles que o ajudaram a levá-lo à Presidência da República", afirmou. 

Alexandre Frota ainda destacou que “sair do PSL foi receber uma carta de alforria, foi me libertar da ditadura bolsonarista”. Apesar disso, Frota também reconheceu ter ficado triste com a expulsão, mas não culpava o presidente nacional do PSL, o deputado o Luciano Bivar (PE), a quem chamou de "amigo pessoal" e disse ter ficado "entre a cruz e a espada".

"Entrei na sala do Luciano, na sala da vice-presidência da Câmara, e ele estava sendo, cabisbaixo, olhou para a minha cara e eu já sabia naquela hora... Perguntei como estavam as coisa e ele disse: 'Tá difícil, Frota. O Jair pediu para te tirar do partido, pediu sua expulsão'. É muito difícil para o Luciano bivar receber isso, mas entendo e não tiro o mérito da maneira como ele trabalhou e conversou comigo carinhosamente”, contou. 

Nos bastidores da política, a expectativa é de que Alexandre Frota anuncie a ida ao PSDB nesta sexta-feira (16). 

O presidente Jair Bolsonaro reclamou na quarta-feira, 14, da Receita Federal e afirmou que a instituição fez uma "devassa" na vida financeira de seus familiares que vivem no Vale da Ribeira (SP). Bolsonaro citou especificamente seus quatro irmãos, que possuem comércio na cidade.

"Foi feita uma devassa. No ano passado, quase todo dia a Receita entrava na minha vida financeira para saber se tinha alguma coisa esquisita ali para tentar me derrubar na campanha, não acharam nada, e não vão achar mesmo. E estão fazendo com a minha família... Não é de hoje nessas questões aí", afirmou Bolsonaro.

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Ao chegar ao Palácio da Alvorada, o presidente respondeu a perguntas sobre uma suposta insatisfação que teria com o secretário especial da Receita, Marcos Cintra, por causa de uma possível "perseguição" aos negócios de seus irmãos.

O presidente também admitiu dificuldades no Senado para viabilizar a indicação do filho, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para a embaixada do País em Washington. "Essa vantagem apertada (no Senado) não nos dá garantia", declarou.

Bolsonaro afirmou que não pode correr o risco de uma derrota porque "pega mal".

Bolsonaro disse ainda que deve adiar, mais uma vez, a escolha do procurador-geral da República, que estava prevista para amanhã. Ele voltou a dizer que busca um nome "alinhado" ao governo. "A gente precisa de um chefe do MP (Ministério Público) que esteja alinhado com as bandeiras nossas, não ser xiita na área ambiental."

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Partido Social Liberal (PSL) oficializou na manhã desta terça-feira, 13, a expulsão do deputado Alexandre Frota da sigla. A decisão já havia sido adiantada pelo jornal O Estado de S. Paulo, após o parlamentar ter publicado duras críticas contra decisões e políticas do governo Jair Bolsonaro, ao qual ele se aliou em março de 2018. O pedido para que ele fosse expulso da sigla partiu da deputada Carla Zambelli e foi subscrito pelos também deputados Caroline di Toni (SC), Bia Kicis (DF) e por Luiz Philippe de Orleans e Bragança (SP). O senador Major Olímpio (SP) também cobrou o afastamento definitivo do deputado.

Frota, que se absteve de votar o segundo turno da reforma da Previdência e classificou a indicação de Eduardo Bolsonaro para a Embaixada dos EUA como "velha política", tem se desentendido com o PSL desde que teve suas indicações para a Ancine negadas pelo partido. Abaixo, relembre algumas de suas declarações mais críticas à sigla e ao governo de Bolsonaro:

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"Exemplo do que há de mais velho na política"

No início de agosto, Alexandre Frota assinou uma carta aberta a Bolsonaro, na qual critica ampla e abertamente a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada dos EUA. O deputado afirmou que o filho do presidente não era qualificado o suficiente para o cargo e classificou a nomeação como um "mimo". "A diplomacia nesse nível pressupõe notórios conhecimentos de política internacional, amplos relacionamentos e, sobretudo, profundas habilidades de negociação. Eduardo nada tem de diplomático, haja vista ter aventado até mesmo o fechamento do STF por 'um cabo e um soldado'", escreveu Frota.

"Temos que ficar limpando as cagadas do governo"

Em abril, Frota publicou uma série de mensagens em sua conta oficial no Twitter, afirmando que o PSL já havia sido ameaçado pelo governo e atacando o guru ideológico de Bolsonaro, Olavo de Carvalho. "O PSL é dividido entre a tropa de choque, os olavos amestrados e os coisas. Querem saber quando vamos nos entender? Todos os dias temos que ficar limpando as cagadas do governo e aí temos que ouvir um monte de merda que não é culpa nossa", escreveu.

Mais críticas a Eduardo Bolsonaro

A indicação de Eduardo Bolsonaro para a Embaixada dos EUA não foi o único episódio estrelado pelo filho do presidente e criticado por Frota. Ele também declarou publicamente que se opunha à indicação do colega para o comando do PSL em São Paulo, aderindo ao grupo que apoiava a escolha de Joice Hasselmann para essa função. "Estou aguardando há dez dias os documentos de prestações de conta do diretório estadual e até agora não me enviaram", afirmou o deputado. Na mesma semana, ele publicou em suas redes sociais uma matéria especial do Estado sobre os seis meses do caso Queiroz.

"Só duas vezes tivemos paz: quando o Twitter ficou fora do ar e quando o Bolsonaro tirou o dente"

No final de julho, depois de já ter criticado algumas falas do presidente em seu Twitter, o deputado expressou mais uma vez a sua indignação com o comportamento de Jair Bolsonaro, afirmando que os aliados do governo só tiveram paz em dois momentos, desde a posse: "quando o Twitter ficou fora do ar e quando Bolsonaro tirou o dente". A declaração foi dada em entrevista à Folha.

"Para governar precisa contar com os deputados"

Frota foi um dos principais articuladores e estrategistas do PSL durante o primeiro turno de votações da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. Na época, ele criticou a falta de empenho do presidente em aprovar o texto, ao não estabelecer uma base de apoio maior no Congresso: "Bolsonaro precisa agora entender que para governar precisa contar com os deputados, não é o Olavo de Carvalho que vota a Previdência, ele não é deputado".

Adriane Galisteu travou briga com alguns seguidores após sua postagem em homenagem ao Dia dos Pais, no último domingo. A apresentadora postou uma foto do filho, Vittorio, trocando um beijo com o pai, Alexandre Iódice, e os fãs da loura teceram duras críticas. O motivo: pai e filho se beijavam na boca. 

O carinho entre pai e filho pegou em cheio alguns dos seguidores de Galisteu. Comentários, até mesmo agressivos, como: "Como fica a cabecinha dessa criança?"; "Caramba, que desnecessário"; "Viva os gays"; e "Prato cheio para o pedófilo Glen Greenwald". A apresentadora respondeu a quase todos e chegou a bloquear alguns perfis.

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Em entrevista à Revista Quem, Adriane se disse "indignada" e pediu que as pessoas propagassem mais amor pelo próximo. "Fiquei indignadíssima. Perdi a linha e fui discutir com um monte de gente. O que as pessoas estão pensando da vida? É um gesto de amor entre pai e filho. Um beijo na boca, na bochecha, na orelha, um chamego... É o que a gente vive fazendo com o Vittorio e vamos  continuar fazendo. Conto com o amor das pessoas e não com esse julgamento tosco, grosseiro".

O estúdio americano Universal decidiu cancelar a estreia do filme "The Hunt", que mostra uma perseguição violenta e sádica a inocentes, após uma polêmica relacionada a tiroteios recentes e a declarações do presidente americano, Donald Trump.

The Hunt, estrelado pela ganhadora do Oscar Hilary Swank, deveria estrear no fim de setembro nos Estados Unidos. A sátira violenta ao abismo existente entre as diferentes classes sociais nos Estados Unidos mostra integrantes da elite perseguindo e matando, por puro esnobismo e desprezo, a população mais pobre nos estados rurais, redutos tradicionais do Partido Republicano.

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As cenas de violência incluídas no trailer, divulgado no fim de julho, geraram uma grande polêmica, no momento em que o país ainda está comovido com os dois tiroteios que causaram 31 mortes no último fim de semana.

Trump arremeteu contra o filme, que mostra, de forma caricatural e exagerada, seus apoiadores como vítimas de uma violência gratuita.

"A Hollywood esquerdista é racista no mais alto nível e tem grande raiva e ódio!", tuitou Trump ontem. "O filme que irá estrear busca colocar lenha na fogueira e provocar o caos", afirmou, sem citar explicitamente a produção da Universal.

"Criam a própria violência e, depois, responsabilizam os demais. São eles os verdadeiros racistas, e são muito maus para o nosso país", concluiu o presidente republicano, frequentemente acusado de racismo.

"A Universal Pictures já havia suspendido a campanha promocional do filme e decidiu agora, após uma reflexão profunda, cancelar os planos de estreia do mesmo", assinalou um porta-voz em comunicado enviado à AFP.

"Apoiamos nossos cineastas e continuaremos contribuindo para distribuir os filmes destes criadores visionários e ousados, como os que produziram este thriller satírico e social, mas entendemos que não é o momento indicado para a estreia do filme", explica o texto.

"The Hunt" foi dirigido por Craig Zobel e escrito por Damon Lindelof, criador e roteirista da série de TV "Lost".

A Polícia Federal interceptou telefonemas entre líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e uma das conversas aponta que a facção criminosa tinha um “diálogo cabuloso” com o Partido dos Trabalhadores (PT). A informação é do jornal Estado de São Paulo. De acordo com os documentos que transcrevem as gravações obtidas pelo periódico, a liderança da organização também teceu críticas ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. 

Uma das ligações, de abril deste ano, é de Alexsandro Roberto Pereira, conhecido como ‘Elias’, que reclama do governo do presidente Jair Bolsonaro. “A gente sabe que esse governo que veio irmão, esse governo aí ô, os cara começou o mandato agora, irmão, agora que eles começaram o mandato, os caras têm quatro ano aí pela frente, irmão”, diz Elias em ligação para André Luiz de Oliveira, o ‘Salim’.

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“Os caras tão no começo do mandato dos cara, você acha que os cara já começou o mandato mexendo com nois irmão. Já mexendo diretamente com a cúpula, irmão. O… o… quem tá na linha de frente. Então, se os cara começou mexendo com quem estava na linha de frente, os caras já entrou falando o quê?”, acrescenta.

Logo depois, o traficante começa a criticar diretamente o ministro Sérgio Moro: “Com nois já não tem diálogo, não, mano. Se vocês estava tendo diálogo com outros, que tava na frente, com nois já não vai ter diálogo, não. Esse MORO aí, esse cara é um filha da puta, mano. Esse cara aí é um filha da puta mesmo, mano. Ele veio pra atrasar”.

“Ele começou a atrasar quando foi pra cima do PT. Pra você ver, o PT com nois tinha diálogo. O PT tinha diálogo com nois cabuloso, mano, porque… situação que nem dá pra nois ficar conversando a caminhada aqui pelo telefone, mano. Mas o PT, ele tinha uma linha de diálogo com nois cabulosa, mano….”, emenda Elias.

Em nota, o PT negou qualquer ligação com o PCC: “Esta é mais uma armação como tantas outras forjadas contra o PT, e vem no momento em que a Polícia Federal está subordinada a um ministro acuado pela revelação de suas condutas criminosas. Quem dialogou e fez transações milionárias com criminosos confessos não foi o PT, foi o ex-juiz Sergio Moro, para montar uma farsa judicial contra o ex-presidente Lula com delações mentirosas e sem provas. É Moro que deve se explicar à Justiça e ao país pelas graves acusações que pesam contra ele”.

Na última quarta-feira (7), a Polícia Federal deflagrou uma operação em sete Estados contra o Primeiro Comando da Capital. Foram presas 28 pessoas. As investigações tiveram início em novembro de 2018 e identificaram que uma seção "rigidamente estruturada" da facção, denominada Geral do Progresso, era responsável por gerenciar o tráfico de drogas e "orquestrar a lavagem de dinheiro dos valores oriundos dos crimes", indicou a PF.

O discurso adotado pelo governo Jair Bolsonaro de minimizar dados sobre aumento de desmatamento, de flexibilizar regras sobre áreas de preservação e os frequentes embates com outros países relacionados ao tema ambiental causam apreensão e têm sido classificados como prejudiciais pelo agronegócio. O incômodo se tornou explícito após publicações estrangeiras, como a revista britânica The Economist, criticarem a atual política ambiental do Brasil.

A repercussão negativa, aliada a pressões do setor, levou a área de comunicação e o Itamaraty a prepararem uma campanha no exterior para tentar rebater narrativas que, na visão de integrantes do governo, podem afetar o País comercialmente. O agronegócio aponta risco de impacto negativo em acordos comerciais e, por tabela, na arrecadação com exportações.

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O alerta foi levado ao Palácio do Planalto pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que chegou ao cargo por indicação da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), a chamada bancada ruralista no Congresso. Ela defende uma campanha sobre o assunto para mostrar que o Brasil é uma "potência agrícola séria".

Durante as tratativas do acordo entre Mercosul e União Europeia, a ministra ouviu de europeus que o mais importante para concluir a negociação não é convencer autoridades, e sim combater a disseminação de informações negativas sobre o Brasil.

Em evento na segunda-feira, 5, em São Paulo, o presidente do Instituto CNA, braço da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Roberto Brant, evidenciou o incômodo e disse que o governo federal "está prejudicando" a imagem do agronegócio, "construída lentamente com o tempo". "Falar em garimpar em território indígena serve a quem? O governo deveria estar falando em métodos e processos para vigiar a Amazônia para valer", afirmou Brant no evento promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). "Por que não gastamos para valer neste sentido, fazemos um grande ruído e mostramos isso (que o setor está protegendo a Amazônia) para o mundo?"

Para o diretor executivo da Abag, Luiz Cornacchioni, o principal ponto a ser combatido é justamente o desmatamento ilegal. "A gente está vivendo uma sequência de fatos que, de alguma maneira, está repercutindo lá fora", disse.

A preocupação do diretor da Abag tem como fundamento o fato de que a imagem do Brasil como um país que não adota práticas sustentáveis na produção agropecuária e não preserva suas florestas afeta a venda de produtos em mercados mais exigentes, como a Europa.

O líder da bancada ruralista, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), vê interesses externos nas críticas às questões ambientais. "Do ponto de vista de quem de fora para dentro nos vê como concorrente, isso é absolutamente natural", disse ele.

Integrantes da bancada, que deram suporte à eleição de Bolsonaro, evitam fazer críticas a declarações do presidente, mas admitem que o governo precisa reagir ao que consideram uma ofensiva contra o País. "A gente tem de parar de errar, somos 'antipropaganda'. Não é do Bolsonaro. É histórico nosso. Claro que o perfil do presidente é mais incisivo, então ele chama mais atenção na postura que ele toma. Dá mais impacto", afirmou o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS).

Nos últimos dias, Bolsonaro mudou o discurso em ao menos um dos pontos alvo de polêmica. Antes categórico ao defender a liberação da mineração em terras indígenas, o presidente disse na sexta-feira que poderia fazer inicialmente uma consulta pública sobre o tema.

Na terça-feira, 6, porém, voltou a provocar a premiê da Alemanha, Angela Merkel, e o presidente da França, Emmanuel Macron. "Eles não se deram conta de que Brasil está sob nova direção", disse, em referência a críticas que os dois já fizeram sobre a questão ambiental no Brasil.

As críticas, no entanto, partem até mesmo de dentro do governo. O pesquisador da Embrapa Eduardo Assad avalia que há erro na forma como a atual gestão trata o assunto. "Eu acho que o governo está dando uma grande mancada fazendo o que está fazendo. Em vez de ter uma agenda reativa ao desmatamento, ele deveria ter uma agenda proativa, buscando a solução do problema."

Na semana passada, Bolsonaro demitiu o presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Galvão, após ele rebater declaração do presidente que colocava em dúvida dados sobre o aumento do desmatamento na Amazônia.

Campanha

O foco da campanha internacional será em países europeus como Alemanha, França e Reino Unido. A ideia é lançar vídeos em setembro, período que coincide com a participação de Bolsonaro na 72º Sessão da Assembleia Geral da ONU, em Nova York (EUA). A campanha deve ir até dezembro.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, faz parte da iniciativa e vai à Europa no próximo mês para, segundo ele, mostrar "o que é o Brasil de verdade". Ao Estadão/Broadcast, Salles disse que a ideia é mostrar que o Brasil pensa em um "plano factível" para conter o desmatamento e buscar mais apoio financeiro estrangeiro para executar novas ações. (Colaboraram Tânia Rabello e Vinicius Passarelli)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A cúpula da Receita Federal divulgou na segunda-feira, 5, carta aberta com críticas à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que afastou dois auditores fiscais e suspendeu os processos contra um grupo de 133 autoridades dos três Poderes, cônjuges e dependentes. O documento é assinado pelo número 2 do órgão, João Paulo Fachada, e por 197 administradores (subsecretários, coordenadores, superintendentes e delegados). A carta foi encaminhada ao secretário Marcos Cintra.

A decisão do STF foi tomada no âmbito de um inquérito sigiloso de relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Além de afastar dois auditores-fiscais, o ministro determinou a tomada de depoimentos de outros quatro. Na carta aberta, os servidores da Receita dizem que os afastados tatuaram em observância aos atos legais e normativos que regulam a atuação da fiscalização da Receita Federal".

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Segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, a cúpula da Receita entrou em estado de alerta com a possibilidade de o Supremo adotar medidas mais duras contra os auditores, como até mesmo a prisão.

"São claros os indícios de desvio de finalidade na apuração da Receita Federal, que, sem critérios objetivos de seleção, pretendeu, de forma oblíqua e ilegal, investigar diversos agentes públicos, inclusive autoridades do Poder Judiciário", disse Alexandre de Moraes em sua decisão, do dia 1º de agosto.

Os chefes da Receita também mostraram contrariedade com a decisão do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, que determinou a identificação dos auditores que tiveram acesso a dados fiscais das autoridades nos últimos cinco anos.

"O pedido causa estranheza e perplexidade, pois, sem qualquer justificativa aparente, coloca sob suspeição todas as fiscalizações efetuadas pela Receita Federal contra agentes públicos federais nos últimos cinco anos", afirma a nota.

A carta pública ressalta impessoalidade do trabalho dos auditores da Receita Federal. "Não existe qualquer possibilidade de um auditor-fiscal indicar um contribuinte para ser fiscalizado, em seleção interna, sem passar por um rigoroso processo de programação que segue três etapas bem definidas", afirmam os administradores do órgão. Segundo a reportagem apurou, os movimentos do Supremo e TCU são vistos na Receita como uma tentativa de barrar investigações do órgão. Auditores enxergam uma ofensiva desde a revelação pelo jornal O Estado de S. Paulo de que a Receita criara um grupo especial para investigar agentes públicos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A jornalista Leda Nagle virou assunto na internet, nesta segunda (5), após a publicação de uma entrevista que fez com o presidente do país, Jair Bolsonaro. A ex-apresentadora do Sem Censura foi criticada pelos internautas que a acusaram de 'passar pano' para o presidente.

Com mais de uma hora de duração, a entrevista foi publicada no canal do YouTube de Leda. Durante a conversa, o presidente falou sobre grilagem de terras, agrotóxicos, povos indígenas, porte de arma e sobre a nomeação de seu filho, Eduardo Bolsonaro, como embaixador, entre outros assuntos. Porém, o público sentiu falta de perguntas mais contundentes e criticou a postura da entrevistadora.

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No Twitter, os internautas comentaram sobre o vídeo e muitos lamentaram a forma como a jornalista conduziu a entrevista. "Leda Nagle dando seu último suspiro na história da TV brasileira. Mais uma Bolsomínia"; "A Leda Nagle morreu nos anos 80 e foi substituída por uma ameba reptiliana nazofascista"; "Que morte horrível da Leda Nagle. Uma senhora que viveu a história do Brasil de perto, que sempre esteve em meio a cultura nacional, descer tão baixo a ponto de passar pano pra fascista, e virar apoiadora de fã tortura".

Karol Conka decidiu assumir o novo namorado, o produtor e guitarrista Thiago Barromeo, no último domingo (4), compartilhando em suas redes sociais uma foto ao lado dele. O público, no entanto, pareceu não ter aprovado muito o escolhido. Alguns seguidores da cantora teceram duras críticas em relação ao rapaz pela cor de sua pele; Thiago é branco. 

Na foto, Karol aparece com um largo sorriso ao receber um beijo do novo namorado. Ele também postou a mesma foto, em seu perfil, confirmando a formação do novo casal. Nos comentários, porém, as felicitações dividiram espaço com críticas a respeito da cor da pele de Thiago. "Rico negro sempre fica com branco, né?"; "Confesso que era uma das últimas artistas negras que eu esperava ser 'palmiteira'".

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A 'polêmica' foi tamanha que Karol ganhou um lugar entre os assuntos mais comentados do Twitter, nesta segunda (5). No microblog, as opiniões também se dividiram e muitos saíram em defesa da cantora. "A Karol Conka sendo massacrada porque tá namorando um branco, a militância perdeu totalmente a noção"; "E daí que ela tá namorando um branco, vão fazer um Senai ou arranjar um emprego, seus desocupados".

O tiroteio que deixou 20 mortos em uma área comercial em El Paso, Texas, no sábado será tratado como um caso de terrorismo doméstico pela Justiça americana, que também avalia acusações de crime de ódio, disse o procurador-geral dos Estados Unidos para o distrito do Texas, John Bash.

"Estamos considerando acusações federais de crime de ódio e violação de leis sobre armas de fogo, que preveem a condenação à pena de morte", declarou Bash em coletiva de imprensa no domingo. O procurador afirmou que os EUA darão ao acusado, Patrick Crusius, "o mesmo tratamento dado a terroristas nos EUA: justiça rápida e certa".

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Autoridades investigam Crusius por possível direcionamento dos ataques à população mexicana, após a descoberta de um texto publicado no fórum 8chan minutos antes do atentado com críticas a uma "invasão hispânica nos EUA" e "miscigenação racial", além de apologias ao atentado terrorista que deixou 51 mortos na Nova Zelândia em março deste ano.

O secretário das Relações Exteriores do México, Marcelo Ebrard, chamou de "ato de barbaridade" o tiroteio em El Paso, Texas, no sábado, e declarou que o governo tomará ações jurídicas para proteger cidadãos mexicanos que vivem nos Estados Unidos. Autoridades do país reportam que três mexicanos morreram e outros seis ficaram feridos no ataque.

"Nossa prioridade é proteger as famílias afetadas, e depois, tomaremos ações legais, eficazes e contundentes para exigir que hajam condições para proteger a comunidade mexicana nos Estados Unidos", afirmou Ebrard em vídeo publicado online.

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El Paso, próxima à fronteira texana com o México, é um destino comercial popular entre mexicanos. Autoridades americanas investigam se o atirador tinha os hispânicos como alvo preferencial.

*Com informações da Associated Press.

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