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Um ataque de membros do grupo islâmico radical Al Shabab contra um hotel do centro de Mogadíscio matou cinco pessoas na terça-feira (10) à noite, sendo três civis e dois integrantes das forças de segurança, informou a polícia nesta quarta (1).

O ataque começou por volta das 19h (13h em Brasília) e o comando trocou tiros com as forças de segurança posicionadas em dois postos de controle em torno da sede da presidência somali.

Após várias horas de cerco, a polícia somali conseguiu neutralizar os dois últimos integrantes do comando que permaneciam entrincheirados dentro do hotel SYL, muito frequentado por autoridades e que já havia sido alvo de de ataques do grupo Al Shabab.

"Nossas valorosas forças de segurança puseram fim ao ataque terrorista contra o Hotel SYL. O número de mortos confirmado é de cinco, incluindo dois membros das forças de segurança e três civis", afirma um comunicado divulgado pela polícia.

Segundo as autoridades, o ataque deixou ainda 11 feridos leves e os cinco membros do comando shabab foram "abatidos".

O grupo afirmou em uma página on-line ligada ao jihadismo que executou uma operação "que aconteceu de acordo com o segundo o planejado", mas sem revelar detalhes.

A subchefe da polícia somali, Zakia Hussen, informou no Twitter que "as forças de segurança socorreram 82 pessoas, incluindo civis e oficiais".

Hussen revelou que dois agressores foram mortos no início da ação e os outros se entrincheiraram no Hotel SYL. Testemunhas relataram à AFP as cenas de pânico provocadas pelo ataque.

"Três amigos estavam dentro do hotel quando começou o atque, mas conseguiram escapar. Um deles quebrou a perna ao pular de um muro", disse Ali Moalim Nur. "Estava perto do hotel quando começaram os disparos", relatou Abdukadir Ahmed.

"As forças de segurança ao redor dos postos de controle do palácio presidencial atiraram, mas não sabemos exatamente quem estava lutando contra quem", completou. O palácio presidencial e o gabinete do primeiro-ministro ficam muito perto do SYL. Ambos estão localizados em uma parte da capital sob forte segurança.

Esta foi a quarta vez desde 2015 que o hotel foi alvo de um ataque reivindicado pelos islamistas de Al Shabab.

Um atentado com carro-bomba no hotel em agosto de 2016 matou 15 pessoas e causou grandes danos. Pelo menos 14 pessoas morreram em um ataque anterior contra o hotel, em fevereiro daquele mesmo ano. Um primeiro ataque em janeiro de 2015 deixou cinco mortos.

O grupo Al Shabab, que jurou lealdade à Al-Qaeda, foi expulso de Mogadíscio em 2011 pelas tropas da Missão da União Africana na Somália (AMISOM)

O grupo perdeu em seguida a maior parte de seus redutos urbanos, mas ainda controla grandes áreas rurais de onde executa ataques suicidas, especialmente contra hotéis e restaurantes na capital.

Pelo menos oito pessoas, incluindo policiais, foram mortas na sexta-feira à noite em um ataque a um ônibus por islamitas somalis shebab no condado de Wajir, na região nordeste do Quênia, informou a presidência queniana neste sábado.

"O presidente (Uhuru Kenyatta) foi informado ontem à noite (sexta-feira) de um ataque terrorista por militantes suspeitos de serem shebab contra um ônibus no condado de Wajir, durante o qual oito pessoas, incluindo policiais, foram brutalmente assassinados", afirmou a presidência em comunicado.

Os shebab reivindicaram o ataque, que disseram ter levado "à morte de 10 cruzados, incluindo agentes secretos da segurança e funcionários do governo".

Um oficial da polícia disse à AFP, sob condição de anonimato, que sete policiais haviam sido mortos. "O número total de pessoas mortas é 10. Uma das vítimas foi identificada como um médico local", afirmou a fonte.

A polícia queniana anunciou na sexta-feira à noite em um comunicado, sem fornecer um balanço, que o ônibus viajava entre as cidades de Wajir e Mandera quando o ataque ocorreu, por volta das 17H30 (11H30 de Brasília).

As forças de segurança quenianas estão perseguindo os agressores, afirmou a presidência, assegurando ao público que o governo está determinado a continuar a "repressão implacável a elementos criminosos, incluindo suspeitos de terrorismo".

Os condados de Wajir e Mandera, na fronteira com a Somália, são frequentemente palco de ataques surpresa dos shebab, especialmente contra as forças de segurança quenianas.

Os shebab usam regularmente dispositivos explosivos improvisados para atacar a polícia e as forças do exército que patrulham a área. Dezenas de policiais e soldados quenianos foram mortos dessa maneira.

Mas também não hesitam em atacar diretamente os veículos. Em novembro de 2014, eles emboscaram um ônibus perto de Mandera, onde separaram os passageiros de acordo com sua religião e executaram 28 não-muçulmanos.

Afiliados à Al-Qaeda, os shebab querem derrubar o governo federal de Mogadíscio, apoiado pela missão da União Africana na Somália (Amisom).

O ex-vice-presidente e pré-candidato democrata às eleições de 2020 nos Estados Unidos Joe Biden reagiu nesta quinta-feira (5) com veemência às acusações contra seu filho Hunter e de que não tem mais idade para concorrer à presidência, durante um comício em Iowa.

Um agricultor de 83 anos que estava entre o público no comício, na localidade de New Hampton, acusou Biden de "enviar" seu filho para trabalhar na Ucrânia, dando margem para os ataques do presidente republicano, Donald Trump.

O homem disse ainda que Biden, 77 anos, era "muito velho" para concorrer à presidência.

"Você é um maldito mentiroso, homem", respondeu Biden em um momento de raiva incomum para este político tranquilo, chamado por Trump de "Sleepy Joe" ("Joe Dorminhoco").

Hunter Biden integrou entre 2014 e 2019 a diretoria da empresa de gás ucraniana Burisma, onde recebia um salário mensal de 50 mil dólares, segundo a imprensa americana.

"Não sou sedentário", disse Biden para rebater a afirmação do agricultor de que está velho para concorrer à presidência. "A razão para me candidatar é exatamente porque já estou há muito tempo nisto, sei mais do que a maioria e posso realizar as coisas".

"Quer ver se estou em forma, vamos fazer flexões juntos, homem. Vamos correr, o que você quiser. Um teste de coeficiente intelectual".

O agricultor respondeu que não votará mais em Biden, que reagiu: "eu sei, você está muito velho".

Biden lidera a média de pesquisas nacionais na corrida pela indicação democrata à presidência, à frente de Elizabeth Warren e Bernie Sanders.

Uma viatura da polícia que patrulhava a capital da Irlanda do Norte, Belfast, foi atacada com uma granada na madrugada desta quarta-feira (4), anunciaram as autoridades da província britânica, denunciando "uma tentativa de matar" policiais que não causou vítimas.

"Pouco depois das 2h00 (23h00 de terça-feira no horário de Brasília), um Land Rover da polícia foi atingido por um objeto", explicou um comunicado da polícia. "Houve uma forte explosão e o Land Rover foi levado para um lugar seguro".

"Felizmente, nenhum dos policiais dentro do veículo ficou ferido e o carro não foi danificado", apontou.

A polícia encontrou "restos de uma suposta granada" e na quarta-feira revistava cuidadosamente o local para verificar se não há outros objetos perigosos.

"É inegavelmente uma tentativa de matar ou ferir policiais", afirmou o superintendente Jonathan Roberts citado no comunicado.

O ataque ocorre a uma semana das eleições legislativas britânicas, muito centradas no Brexit, uma questão particularmente sensível na Irlanda do Norte, uma zona do país com um passado sangrento.

Por três décadas, republicanos católicos e unionistas protestantes se enfrentaram em um conflito que deixou 3.500 mortos e terminou em 1998 com o acordo de paz da Sexta-feira Santa.

O acordo estabeleceu uma divisão do poder local entre as comunidades e uma fronteira aberta com a vizinha República da Irlanda - país membro da União Europeia - cuja defesa é um dos pontos mais conflitantes do Brexit.

Londres e Cambridge prestaram uma homenagem emotiva nesta segunda-feira (2) às vítimas do atentado de sexta-feira (29) em uma das principais pontes da capital britânica, que levou o governo a revisar a libertação antecipada de dezenas de condenados por terrorismo.

"O melhor modo de vencer este ódio não é nos voltando uns contra os outros, e sim concentrando-se nos valores que nos unem", afirmou o trabalhista Sadiq Khan, primeiro prefeito muçulmano de Londres, durante uma cerimônia perto do local do ataque.

Ele recordou que as duas vítimas fatais do atentado, Jack Merritt, 25 abos, e Saskia Jones, 23, foram esfaqueadas ao lado de outras três pessoas por um condenado em liberdade condicional, Usman Khan, quando participavam em um evento sobre a reinserção de presos.

Três dias depois do atentado que comoveu o país em plena campanha eleitoral, reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico, o prefeito, o primeiro-ministro Boris Johnson, o líder da oposição Jeremy Corbyn e membros dos serviços de emergência observaram um minuto de silêncio.

Khan pediu que as pessoas "tenham esperança no heroísmo dos londrinos comuns e de nossos serviços de emergência, que correram em direção ao perigo, arriscando suas vidas para ajudar pessoas que nem conheciam".

Vestido com um falso colete de explosivos e armado com uma grande faca, Usaman Khan foi imobilizado por um grupo de pedestres em uma calçada da Ponte de Londres, antes de ser morto pela polícia.

Condenado em 2012 a 16 anos de prisão por ter planejado, ao lado de outros jihadistas, um atentado no centro da capital britânica inspirado pela Al-Qaeda, o homem, de 28 anos, recebeu no ano passado a libertação antecipada.

E na sexta-feira participava em um programa organizado em Londres pelo instituto de criminologia da Universidade de Cambridge, que coloca estudantes em contato com presos para ajudar na reabilitação.

Usman Khan esfaqueou cinco pessoas antes de fugir pelas ruas, o que deu início a uma busca da polícia.

Uma homenagem também foi organizada em Cambridge, com um minuto de silêncio. A namorada de Merritt, Leanne O'Brien, não conseguiu conter as lágrimas.

"Também temos que nos inspirar em Jack e Saskia, que desde muito jovens decidiram se dedicar a ajudar os outros", afirmou o prefeito de Londres.

"Generosa a ponto de sempre tentar ver o melhor de cada um", Jones havia apresentado recentemente sua inscrição para entrar na polícia, informou sua família. "Queria se especializar no apoio às vítimas", afirmaram.

Merritt "acreditava na redenção e na recuperação, não na vingança, e sempre defendia os mais fracos", declararam parentes.

"Sabemos que Jack não gostaria que este incidente terrível e isolado fosse usado como pretexto pelo governo para introduzir sentenças ainda mais draconianas aos prisioneiros ou para manter as pessoas na prisão por mais tempo do que o necessário", disseram.

O primeiro-ministro conservador, Boris Johnson, em plena campanha para as eleições legislativas de 12 de dezembro prometeu o cumprimento de penas mais longas e o fim das libertações condicionais para os condenados por atos terroristas.

Um homem esfaqueou e deixou diversas pessoas feridas em Haia, na Holanda, nesta sexta-feira, 29, em uma das principais ruas comerciais da cidade, segundo a polícia local. A dinâmica dos fatos ainda é desconhecida, mas o ataque ocorreu em plena Black Friday, em um momento de grande movimentação na região.

"Incidente com arma branca e vários feridos no GroteMarktstraat em Haia. Os serviços de emergência estão no local dos acontecimentos", informou a polícia da cidade pelo Twitter. O local está repleto de ambulâncias, e a área foi completamente isolada.

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A corporação também afirmou que o suspeito é um indivíduo de "pele escura" e idade entre 45 e 50 anos. Ele estaria usando um cachecol e calça cinza.

Ainda nesta sexta-feira mais cedo, em Londres, duas pessoas foram mortas e várias ficaram feridas por um esfaqueador na Ponte de Londres antes de ele ser contido pelos que passam no local e, depois, morto pela polícia. Não há nenhuma ligação aparente entre os casos até o momento. (Com agências internacionais)

Várias pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira em Londres durante um ataque ocorrido na London Bridge, no centro da capital britânica, e um homem foi preso, informou a polícia.

"A polícia foi chamada às 13h58 (local) por causa de um ataque com faca perto da ponte de Londres", disse a polícia no Twitter.

"Um homem foi preso pela polícia. Acreditamos que várias pessoas ficaram feridas", acrescentou a mesma fonte.

Essa mesma ponte foi palco de um ataque em junho de 2017 no qual oito pessoas morreram.

Um jornalista da BBC que estava na ponte no momento dos eventos testemunhou o que parecia ser uma briga entre um grupo de pessoas, depois dois tiros e um homem caído no chão.

O incidente ocorreu no extremo norte da ponte.

Os transeuntes na área foram rapidamente evacuados, de acordo com imagens nas redes sociais.

O serviço de ambulâncias de Londres informou que havia equipamentos no local e que um "incidente grave" havia sido declarado.

O local, no coração da capital britânica, foi isolado, segundo a BBC.

Segundo o canal de televisão Sky News, que citou fontes policiais, um homem foi morto pela polícia armada, mas não houve confirmação da informação.

Os serviços de ambulância em Londres reportaram na mesma rede social o envio de "equipes" no local.

Em junho de 2017, uma caminhonete atingiu a multidão na London Bridge, que atravessa o Tâmisa, antes de seus três ocupantes esfaquearem os transeuntes no Borough Market. O balanço foi de oito mortos e cinquenta feridos.

Foi um dos ataques reivindicados pelo grupo jihadista do Estado Islâmico (EI) que atingiu o Reino Unido naquele ano.

Em março de 2017, um homem jogou seu veículo contra a multidão na ponte de Westminster antes de esfaquear um policial em frente ao Parlamento, matando um total de cinco pessoas.

Dois meses depois, 22 pessoas - incluindo crianças - foram mortas em um ataque no final de um show da Ariana Grande em Manchester.

No início de novembro, o nível de alerta terrorista no Reino Unido foi de "sério" para "substancial", o risco de um ataque agora deve ser considerado "provável" e não "altamente provável", conforme havia anunciado oministro do Interior Priti Patel.

As forças militares de Israel informaram nesta quarta-feira (20) ter lançado um ataque de "larga escala" contra alvos iranianos na Síria, como resposta ao disparo, realizado na véspera, de um míssil sobre as Colinas de Golã, que são controladas por Israel.

Em nota, os militares israelenses dizem ter atacado dezenas de alvos militares iranianos com o uso de caças. Uma base síria também teria sido alvejada, após ter lançado um míssil de defesa contra as forças israelenses.

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O texto diz ainda que o ataque às Colinas de Golã é "mais uma prova clara do propósito do entrincheiramento iraniano na Síria". Fonte: Associated Press.

Três pessoas foram mortas em um ataque a tiros na manhã desta segunda-feira em uma loja da rede Walmart em Duncan, Oklahoma, informou a imprensa, citando a polícia local e uma patrulha rodoviária.

De acordo com a rede TNN, o chefe de polícia de Duncan, Danny Ford, disse que o tiroteio ocorreu fora da loja e o suspeito é um dos mortos.

As escolas da região foram temporariamente fechadas antes de receberem o aval da polícia local para voltar a funcionar, de acordo com um comunicado das Escolas Públicas de Duncan no Facebook.

Um guarda florestal australiano escapou do ataque de um crocodilo ao enfiar o dedo em um olho do animal.

Craig Dickmann, que decidiu pescar no domingo passado em uma área remota do norte da Austrália conhecida como "o país dos crocodilos", disse que o animal de 2,8 metros o seguiu quando ele deixava a praia.

"Quando me virei para ir embora, a primeira coisa que vi foi a cabeça dele vindo na minha direção", declarou à imprensa na sexta-feira na cama de um hospital da cidade de Cairns, no estado de Queensland.

Dickmann disse que o animal mordeu uma de suas pernas. "O barulho vai me assombrar para sempre, o som do estalar de suas mandíbulas", disse.

O homem de 54 anos disse que lutou com o animal na praia e tentou arrastá-lo para a água.

Dickmann enfiou o polegar em um olho do crocodilo porque que era o único ponto "macio" que encontrou no animal. "Os olhos se retraíram bastante e, quando você continua de maneira suficiente, consegue sentir o osso. Então eu apertei o máximo que pude", disse Dickmann.

Depois de alguns minutos, ele disse que conseguiu subir no animal e apertou suas mandíbulas. "E então, acho que eu e o crocodilo tivemos um momento em que pensamos 'bem o que faremos agora?'".

O australiano disse que empurrou o crocodilo para longe e o animal deslizou para a água.

O guarda florestal teve pele das mãos e pernas arrancadas no confronto e dirigiu por mais de 45 minutos até sua casa, antes de ligar para o serviço de emergência.

O departamento ambiental de Queensland matou o animal durante a semana.

O número de crocodilos de água salgada - que pode alcançar 7 metros e pesar uma tonelada - explodiu desde que o animal foi declarado espécies protegida em 1970, mas os ataques a pessoas são raros.

De acordo com o governo local, o último ataque havia acontecido em janeiro 2018 no Estreito de Torres, enquanto o último ataque fatal ocorreu em outubro de 2017 em Port Douglas.

Três turistas mexicanos e uma suíça foram feridos em um ataque com faca em Jerash, sítio arqueológico do norte da Jordânia, informou à AFP o porta-voz das forças de segurança, Amer Saraoui.

"Um guia turístico e um agente de segurança também foram feridos quando tentavam desarmar o autor do ataque", completou o porta-voz. 

"O agressor foi detido e os feridos foram levados para o hospital", afirmou Saraoui. As autoridades não divulgaram a identidade do agressor ou falaram sobre suas motivações.

Não é a primeira vez que um local turístico da Jordânia é alvo de um ataque. Em dezembro de 2016, dez pessoas (dois civis jordanianos, uma turista canadense e sete policiais) morreram em Karak, outro ponto muito visitado por estrangeiros, a 120 km de Amã. O ataque, que deixou 30 feridos, foi reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI).

A Jordânia abriga vários tesouros históricos do Oriente Médio, como a cidade de Petra, uma das sete maravilhas do mundo, as ruínas de Jerash, o deserto de Wadi Rum ou o Mar Morto. O turismo é uma das principais fontes de renda do país.

Cinco policiais e ao menos cinco civis morreram na manhã desta segunda-feira em um ataque a um destacamento da polícia no norte de Burkina Faso, na região de fronteira com o Mali, informaram fontes de segurança.

"Dezenas de indivíduos armados realizaram um ataque contra o destacamento da polícia em Oursi, por volta das 03H00 local", disse um oficial à AFP. "Após várias horas de tiroteio, os agressores conseguiram entrar e, lamentavelmente, perdemos cinco agentes". Segundo outro oficial, cinco civis que trabalhavam para uma empresa privada também morreram. 

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Os agressores levaram "um grande número de armas e queimaram material", informaram várias fontes. O ataque ocorre na véspera de uma reunião em Uagadugú do Conselho de Ministros do G5 Sahel.

Burkina Faso está mergulhada há quase cinco anos em uma espiral de violência atribuída a movimentos jihadistas, alguns ligados à Al-Qaeda e outros ao grupo Estado Islâmico.

Desde o início de 2015, os ataques jihadistas, cada vez mais frequentes e mortíferos, especialmente no norte e no leste, já deixaram 649 mortos - segundo levantamento da AFP - e quase 500 mil deslocados internos ou refugiados, segundo a ONU.

Um ataque a faca deixou seis feridos na noite deste domingo (3) em Hong Kong, entre eles um ativista pró-democracia, que teve parte da orelha arrancada, em um novo dia de protestos com incidentes entre manifestantes e forças de segurança.

O tumulto começou em frente a um shopping localizado no bairro de classe média de Tai Koo Shing, onde manifestantes pró-democracia se concentraram durante parte do dia.

Imagens de TV mostraram Andrew Chiu com uma das orelhas quase totalmente ferida. Um segundo homem estava caído, inconsciente, sobre uma grande mancha de sangue, enquanto outras pessoas tentavam socorrê-lo.

A multidão afastou e espancou um homem acusado de ser o agressor, segundo as imagens do canal RTHK, que informou que o homem falava mandarim (idioma predominante na China continental) e sacou a faca após uma discussão acalorada com manifestantes.

Há cinco meses, manifestantes realizam protestos quase diários e cada vez mais violentos em Hong Kong, contra a crescente interferência de Pequim nos assuntos do território semiautônomo, e exigem reformas democráticas.

No total, quatro homens e duas mulheres ficaram feridos hoje, e três pessoas foram detidas, informou a polícia. Concentrações não autorizadas ocorreram em vários pontos da ex-colônia britânica, e resultaram em confrontos com o batalhão de choque.

Um mês após o início das manifestações no Iraque para pedir "a queda do regime", novos bloqueios de estradas foram registrados neste domingo, enquanto as escolas e administrações públicas permaneciam fechadas para manter a pressão sobre o governo.

O movimento de protesto começou em 1º de outubro e foi marcado por confrontos entre policiais e manifestantes que deixaram oficialmente 257 mortos.

No entanto, desde 24 de outubro, as manifestações cada vez mais numerosas têm sido mais tranquilas, organizadas por estudantes e sindicatos.

Os manifestantes voltaram a pedir por um movimento de desobediência civil, enquanto os sindicatos de professores, engenheiros, médicos e advogados declararam uma greve geral que paralisa Bagdá e o sul do país.

As promessas do governo de reformar o sistema de contratação e previdenciário não enfraqueceram os protestos.

"Iniciamos uma campanha de desobediência civil porque estamos fartos das mentiras do governo e das supostas reformas", disse Mohamed Al Asadi, que se manifestava em Nasiriyah (sul), onde as principais estradas e pontes foram cortadas.

Em Bagdá, grupos de jovens manifestantes estacionaram seus carros cortando as estradas e houve protestos de estudantes e crianças saindo de escolas vazias em direção à Praça Tahrir, o epicentro da contestação, constataram jornalistas da AFP.

Em Diwaniya (sul), uma faixa na sede do conselho provincial dizia: "Fechado por ordem do povo".

Em Kut, ao sul de Bagdá, Tahsin Naser, um manifestante de 25 anos, disse à AFP que cortar estradas serve para enviar "uma mensagem ao governo". "Ficaremos nas ruas até a queda do regime e a partida dos corruptos e dos ladrões", acrescentou.

Em Al Hilla, na província da Babilônia, no sul de Bagdá, a maioria dos funcionários públicos está em greve, segundo um jornalista da AFP. Os manifestantes pedem que a greve seja mantida "até a queda do regime".

Em Basra, no sul do país, as escolas públicas não abriram pela primeira vez desde o início do movimento. E nas cidades xiitas sagradas de Kerbala e Najaf, mais e mais estudantes religiosos participam das manifestações.

Além disso, os manifestantes continuam bloqueando a estrada que leva ao porto de Um Qasr (sul), o que pode atrapalhar as importações, principalmente de alimentos.

O momento é histórico no Iraque porque, pela primeira vez desde a queda de Saddam Hussein, em 2003, um movimento de protesto é espontâneo e liderado pelos sindicatos.

Na época de Saddam, apenas manifestações de apoio ao presidente ou ao seu partido Baas eram autorizadas.

Após a invasão dos Estados Unidos que causou sua queda, as manifestações tornaram-se demonstrações de força dos diferentes partidos do país.

Mas como observa Harith Hasan, pesquisador do Carnegie Center, "a sociedade civil, após anos de autoritarismo do Baas e confessionalismo, recupera a vida".

No entanto, os manifestantes são ameaçados por campanhas de intimidação e violência, denunciadas pela comunidade internacional.

Houve ataques à mídia e blogueiros, além de sequestros de ativistas políticos. Neste domingo, a comissão governamental de direitos humanos anunciou o sequestro de Saba Mahdaui, um médico que distribuía remédios entre os manifestantes.

Na Praça Tahrir, os confrontos noturnos deixaram um morto e dezenas de feridos, segundo fontes médicas.

A polícia utiliza bombas de gás lacrimogêneo dez vezes mais potentes do que no resto do mundo, capazes de fraturar o crânio e os ossos, segundo a Anistia Internacional (AI).

Elstom Lami Lami, 42, caçava no litoral do Território Norte da Austrália quando pisou em um crocodilo pensando que era um pedaço de madeira, recebendo uma dentada em sua genitália como vingança do bicho.

Tudo começou quando o homem de 42 anos caçava em águas turvas e rasas no Território Norte da Austrália.

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Ao olhar para o fundo, Elstom Lami Lami viu algo que pensou se tratar de um pedaço de madeira. Para infelicidade do caçador, ele acabou pisando em um crocodilo que, segundo ele, tinha cerca de quatro metros.

Não gostando nada da pisada, o crocodilo furioso se voltou e abocanhou uma das pernas do homem, conforme publicou o portal ABC Darwin.

Daí em diante, Lami Lami começou uma verdadeira luta para se livrar do animal.

"Quando ele veio para cima e me pegou, eu olhei paro o bicho e ele tinha aquela lágrima de crocodilo. Era como ele estivesse dizendo 'você é meu, você é o meu almoço'", declarou o homem.

Na página do portal no Facebook, é possível ver as imagens do resgate de Lami Lami e o homem no hospital.

Depois disso, Elstom chutou o animal, que o largou. Mas tudo estava longe de terminar.

O crocodilo atacou novamente, mordendo-o em sua genitália. Mesmo assim, o caçador foi forte e agarrou a boca do animal na tentativa de se livrar.

Só o forte latido dos cães do caçador e os gritos de um parente que estava próximo conseguiram distrair o crocodilo para que ele pudesse escapar.

Tendo finalmente conseguido se livrar do réptil, Lami Lami foi transportado por um helicóptero até um hospital após caminhar até seu carro e achar ajuda.

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Da Sputnik Brasil

Pelo menos 62 pessoas morreram e 33 ficaram feridas em um ataque contra uma mesquita no Afeganistão durante a oração de sexta-feira, segundo as autoridades, um dia após as Nações Unidas alertarem que a violência no país atingiu níveis "inaceitáveis".

"O saldo do ataque contra a mesquita aumentou para 62 mortos e 33 feridos", disse à AFP um porta-voz do governador da província de Nangarhar (leste), Attaullah Jogyani, que havia informado um primeiro balanço de 28 mortos.

Segundo Jogyani, o ataque foi realizado com "explosivos que foram colocados dentro da mesquita", localizada na cidade de Jaw Dara, no distrito de Haska Mina, cerca de 50 km da capital da província de Jalalabad.

Outras fontes, incluindo um combatente talibã, mencionaram a possibilidade de um ataque com morteiros.

Um porta-voz do Talibã condenou o ataque e o chamou de "crime grave", aparentemente negando toda a responsabilidade, e culpou o grupo Estado Islâmico (EI) ou as forças do governo.

No momento, nenhum grupo assumiu a autoria deste ataque. O Talibã e o EI estão presentes em Nangarhar, uma província fronteiriça com o Paquistão.

Várias testemunhas disseram que o teto da mesquita desabou após uma forte explosão.

Cerca de 350 fiéis estavam no interior da mesquita, disse à AFP Omar Ghorzang, um morador local.

"Dezenas de pessoas foram mortas e as feridas foram levadas em várias ambulâncias", afirmou à AFP Haji Amanat Khan, um vizinho de 65 anos.

- Extrema violência -

Este ataque ocorreu depois que a ONU publicou um novo relatório na quinta-feira com o número "sem precedentes" de civis mortos ou feridos no Afeganistão entre julho e setembro.

O relatório, que também observa a violência ao longo de 2019, ressalta que "os afegãos estão expostos a níveis extremos de violência há muitos anos", apesar das promessas de todas as partes de "prevenir e mitigar os danos aos civis".

A ONU lamentou o preço cada vez maior que os civis têm de pagar, dada a crença generalizada de que nenhuma das partes pode vencer a guerra no Afeganistão.

"As vítimas civis são totalmente inaceitáveis", disse o representante especial da ONU para o Afeganistão, Tadamichi Yamamoto, acrescentando que demonstram a importância das negociações que levem a um cessar-fogo e a um acordo político permanente.

A ONU atribuiu grande parte da responsabilidade a "elementos antigovernamentais", como o Talibã, que conduz uma insurgência sangrenta há mais de 18 anos no Afeganistão.

Os números, 1.174 civis mortos e 3.139 feridos de 1º de julho a 30 de setembro, representam um aumento de 42% em relação ao mesmo período de 2018.

"É o maior número de vítimas civis registrado durante um único trimestre" desde 2009, de acordo com a missão da ONU no Afeganistão (Manua), em um relatório trimestral.

Julho foi o mês mais sangrento dos últimos dez anos, com 425 mortos, segundo o Manua, que iniciou sua contagem de perdas civis em 2009.

Este ano foi marcado por uma sangrenta campanha eleitoral para as eleições de 28 de setembro, que o Talibã prometeu impedir.

Os Estados Unidos e o Talibã passaram o ano em negociações supostamente para abrir um caminho para o fim do conflito. Mas o presidente americano Donald Trum, encerrou as negociações em setembro, após um ataque sangrento.

Um homem, de 39 anos, foi brutalmente assassinado na noite dessa segunda-feira (14), no município de Igarassu, localizado no Grande Recife. Segundo populares, a vítima era ex-presidiário e foi morto por pauladas e pedradas na frente de casa.

De acordo com relatos, Manoel Raul da Silva Neto, conhecido como Nem, foi retirado de dentro do imóvel e agredido até a morte por quatro suspeitos. No local, foram encontrados pedras e pedaços de madeira, supostamente utilizados no crime.

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A companheira de Nem, identificada como Rosimere da Conceição da Silva, de 35 anos, também foi atacada com socos, mas não veio a óbito. O corpo de Manoel foi recolhido pelo Instituto de Medicina Legal (IML). A Polícia Civil vai investigar o caso.

Um homem e uma mulher, ambos de 34 anos, do Movimento Conservador afirmam que foram agredidos por ao menos cinco pessoas na Faculdade de Direito da USP, localizada no Centro de São Paulo, na noite dessa segunda-feira (14). Eles contaram que acompanhavam um debate sobre o projeto Escola Sem Partido e foram encurralados ao deixar o prédio para lanchar.

"Eu estava com a camiseta do movimento que eu faço parte e acredito (‘Movimento Conservador’ está estampado junto com a bandeira nacional). A gente saiu, ela veio fumar, eu queria comer alguma coisa. E fomos emboscados de repente", relatou André Almeida à Folha de São Paulo.

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"Um (homem) chegou e falou: 'Vai filho da p*' e deu (um soco). Eu tirei o rosto e pegou de raspão. E empurrei (o agressor)", detalhou. "Aí rodeou uns quatro ou cinco [...] falando 'Vai, filho da p*. Tira a camisa aí".

Segundo Almeida, ele foi enforcado enquanto os agressores o obrigaram a retirar a camisa.

"A gente viu o bar, entramos, e aí começou a sessão de espancamento. Murro, um cara com soco inglês dando soco na minha cabeça...", continuou. Almeida suspeita que um dos alunos da instituição participou do ataque e afirma que poderia reconhecê-lo caso o visse.

O deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP) participava do debate e relatou a investida nas redes sociais. Segundo o político, o homem foi agarrado por dois rapazes e espancado por outros três; enquanto a mulher, identificada como Maria Cecília Peraro, era atacada por uma moça e um homem.

"A mulher foi agredida com socos e o homem foi agredido com um objeto contundente em sua cabeça, precisando tomar pontos", afirmou o deputado. A dupla seguiu de viatura para receber atendimento na Santa Casa de Misericórdia.

Posicionamento da Instituição- O diretor da USP, Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto, lamentou o fato e reiterou a presença da polícia militar e municipal na instituição.

"Eu não sei dizer a troco de que (teriam ocorrido as agressões). Inclusive porque quando eles voltaram, estava cheio de estudantes, de grupos de esquerda (no térreo do prédio). E não houve nenhuma alteração. Se houvesse clima para sair e agredir alguém, teria havido empurra-empurra", explicou à Folha de São Paulo.

Confira

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Um filhote de leão, com aproximadamente dois meses de vida, deu o maior susto na mãe Roberta, no início deste mês. Ele “atacou ferozmente” a leoa que estava observando seu irmão. A “investida” do pequeno e a resposta da mãe renderam nas redes sociais e garantiram muitas risadas.

 “Tentando relaxar quando você tem pequeninos”, dizia a publicação feita pelo próprio zoológico de Edimburgo, na Escócia, onde os felinos estão instalados. Enquanto a leoa Roberta descansava e observava o outro filho à frente, o jovem leão caminha vagarosamente por trás, até alcançar uma distância que dê para “atacar” a mãe.

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Com o susto ela deu um pulo, se virou e percebeu o filhotinho, que caminhou para trás como se estivesse sendo reprimido.


Confira

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O Irã prometeu responder ao ataque contra um de seus petroleiros na costa da Arábia Saudita. A declaração foi dada neste sábado, 12, pelo secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do País, Ali Shamjani. Ele afirmou que foram esclarecidas pistas sobre quem preparou o que ele chamou de 'ataque com mísseis' contra o navio Sabiti.

"A pirataria marítima e a maldade em zonas de aproveitamento marítimo internacionais não ficarão sem resposta", afirmou Shamjani. "Ao revisar os vídeos disponíveis e as evidências reunidas pelos serviços de Inteligência, foram expostas as primeiras pistas sobre a perigosa aventura de atacar um petroleiro iraniano no Mar Vermelho".

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A empresa petroleira National Iranian Tanker Company, proprietária do Sabiti, afirmou que o casco do navio registrou duas explosões em separado na sexta-feira, perto do porto saudita de Jidá. A empresa negou, porém, que a informação de que o ataque tenha tido origem no território saudita.

O incidente causou vazamentos de petróleo no Mar Vermelho, informou a NITC.

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