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A cantora Valesca, que liberou em todas as plataformas digitais no dia 13 de novembro a canção Furduncinho, está completando 18 anos de carreira nesta sexta-feira (22). Para não deixar passar a data, a loira relembrou no Twitter um dos seus maiores sucessos quando estava à frente do grupo Gaiola das Popozudas, divulgando o vídeo de Agora Tô Solteira.

"Hoje eu comemoro 18 anos de carreira e quis postar esse vídeo da Gaiola porque não esqueço das minhas raízes no funk! Vi todas [funkeiras] que estão fazendo sucesso, todas que fizeram e todas que batalham pra fazer! Sororidade sempre!", escreveu ela.

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Na rede social, fãs parabenizaram Valesca pela trajetória no universo do funk. "Você é rainha, isso é fato. Suas músicas marcam uma grande história do funk no Brasil e você merece todo esse brilho, amo demais sua carreira", comentou um dos seguidores dela. 

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Wesley Safadão quer diminuir o ritmo no trabalho para poder curtir mais sua família. Em entrevista, o cantor revelou que já tem priorizado o seu bem-estar na hora de escolher os compromissos e que está em conversa com sua equipe para desacelerar os rumos da carreira. 

Casado com Thyane Dantas e pai dos pequenos Ysys (cinco anos), Dom (um ano) e Yhudy (sete anos), Safadão está desejando passar mais tempo com a família e, para isso, vai tirar o pé do acelerador na hora de trabalhar. Em entrevista à revista Quem, o cantor revelou que já tem escolhido os compromissos a dedo. "Tenho os meus limites. Tem momentos que dou uma segurada a mais. Esse controle de agenda eu faço de acordo com o meu bem-estar", disse. 

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Safadão também contou que já está em conversa com sua equipe para diminuir o ritmo de trabalho. Ele pretende curtir mais a família e acompanhar o crescimento dos filhos. "É uma das coisas que tenho conversado (com a equipe). Está na hora de dar uma desacelerada, os filhos estão crescendo. A gente vive diferente do mundo. Quando estamos trabalhando a galera está de folga. É muito louco”, pontuou.

Latino está planejando uma mudança de rumo em sua vida profissional. O cantor pretende deixar os palcos até 2021 para se dedicar a outros projetos, possivelmente relacionados a causas humanitárias. Ele falou sobre seu planejamento durante entrevista. 

O cantor revelou à colunista Fabia Oliveira, do jornal O Dia, que sua carreira artística está com os dias contados. Ele pretende subir aos palcos somente até o ano de 2021. "Meu último show de Réveillon pode ser 31/12/21. Deu! Até lá eu pretendo montar alguma coisa diferente para mim. Penso em fazer outras coisas da vida", desabafou. 

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Latino disse ainda que não está definido o seu futuro profissional. Mas, uma coisa é certa, ele pretende realizar trabalhos para causas humanitárias. "Não decidi ainda. Em 2021 eu completo 30 anos de carreira e 21 é 12 ao contrário, quem sabe?", disse salientando que 12 é o seu número da sorte. 

 

A cantora Marília Mendonça, dona dos hits Bebaça, Sem Sal, Como Faz Com Ela e Sentimento Louco, já está planejando em deixar os compromissos de lado para curtir o final da gravidez e os primeiros meses do nascimento de Leo, seu primeiro filho, fruto do relacionamento com o cantor e compositor Murilo Huff.

De acordo com informações do colunista Leo Dias, do Uol, Marília irá dar uma pausa na agenda de trabalho já na próxima semana, logo após a sua participação no Prêmio Multishow. Com entrevistas suspensas, a cantora não pretende participar de programas de TV até o final do ano. No último sábado (19), ela esteve presente no Só Toca Top, atração da Globo comandada pelas amigas Maiara e Maraisa.

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Apesar do afastamento na TV, Marília Mendonça ainda não decidiu qual será o seu último show de 2019. Liderando as playlists do Spotify e acumulando milhões de visualizações nos vídeos do YouTube, a artista está com previsão de retornar aos palcos só em março do ano que vem. 

O Brasil ocupa, hoje, a penúltima posição no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), exame coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para avaliar a educação em 40 países. O desafio de melhorar os índices educacionais do país, no entanto, enfrentam diversos obstáculos, como a falta de interesse de estudantes jovens pela carreira de professor: uma pesquisa que também foi realizada pela OCDE constatou que entre 2006 e 2015, a taxa de adolescentes brasileiros com 15 anos de idade que desejam seguir a carreira de professor caiu de 7,5% para 2,4%. 

Nesta terça (15), dia em que é celebrado o Dia do Professor, o LeiaJá ouviu profissionais com mais de 20 anos de docência para entender como eles avaliam os rumos que a educação brasileira e a carreira de professor seguiu nas últimas décadas e o que a categoria deseja para o futuro. 

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“A escola pública segue a mesma”

André Luiz Vitorino de Souza tem 34 anos de carreira como professor de Biologia nos ensinos fundamental, médio e superior. Ao decidir qual profissão seguiria, décadas atrás, ele conta que o que o moveu em direção às salas de aula foi a percepção de que o Brasil necessita de mais pessoas ensinando para poder se desenvolver. “Eu percebi que o país precisava muito de profissionais de educação, foi por perceber uma necessidade social. Como eu gostava muito de biologia, segui por aí”, disse. 

Em sua percepção, houve alguns avanços nos rumos e na estrutura da educação e da carreira docente durante os seus anos de trabalho até agora, mas sem apresentar melhoras muito significativas, fazendo com que, para André, a situação do trabalho com ensino seja a mesma de 30 anos atrás: precarização. 

“Houve avanços, o ensino superior entrou pelo interior [dos Estados], a escola pública deu uma ligeira melhorada, algumas já têm ar-condicionado e quadro piloto, na época em que eu comecei tudo isso era mais raro. No entanto, a escola pública segue a mesma de sempre e a particular também”, afirmou o professor.

Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

Na avaliação de André, apesar dos avanços que houve em algumas escolas no que diz respeito à estrutura, o exercício da profissão vem ficando mais difícil com o passar do tempo. “Hoje é mais difícil exercer o ofício, o respeito de aluno por professor está abalado e a sociedade, ao avesso. A violência escolar tem piorado, antes o aluno vinha mais educado de casa e hoje a gente tem que fazer junto educação de casa e do colégio. Nunca tive problemas (com violência) mas conheço muitos colegas que já (tiveram)”, contou ele. 

Perguntado sobre as razões que vê para a queda do interesse de estudantes jovens pela docência, o professor afirma que “a propaganda de que é uma profissão qualquer e a remuneração é muito baixa” contribuem para esse cenário de desinteresse pelo ensino. 

André também destaca o acúmulo de dificuldades que os alunos têm para aprender ao longo dos anos de escola como um dos problemas que derrubam os índices de educação do Brasil cada vez mais para baixo. “No ensino fundamental é onde está a dificuldade maior. No médio, o aluno já traz vícios e no ensino superior há uma cultura de fazer o curso de qualquer jeito. Pouquíssimos vão pra faculdade para estudar de fato. Se fossem, teríamos alunos melhores, instituições melhores e profissionais melhores”, afirmou o professor. 

Ensino e empreendedorismo lado a lado

Erotides Marinho é diretor de uma escola e se tornou professor de matemática há 35 anos, oficialmente. Mas desde cedo já percebia que gostava de ajudar as pessoas a aprender e dava aula aos colegas para ajudá-los, mesmo sem pensar em ser professor naquela época. Marinho começou de vez sua carreira na educação durante a década de 80, quando ainda cursava engenharia. 

“O que me motivou, e tem sido assim até hoje, é ver como transferir conhecimento para o outro é algo libertário, que ao mesmo tempo traz uma alegria diferenciada para quem aprende. Surgiu a oportunidade de ensinar em cursinho e aí eu vi que poderia tentar com as habilidades que eu já tinha desenvolvido dando aula particular em casa”, explicou Marinho, como é conhecido o professor. 

 

Foto: Lara Torres/LeiaJáImagens

Ele explica que sua experiência ajudando os colegas na escola o ajudou nessa nova fase. “Já deu, logo de início, muito certo, porque eu já vinha com uma bagagem de entender como as pessoas aprendiam. Eu via que aquilo dava certo e eu comecei a me desenvolver aí. Havia uma crise na engenharia e eu comecei a migrar para a educação. Com apenas cinco anos de sala de aula, eu já tinha sido convidado para ser diretor de ensino de uma rede educacional cheia de professores de primeira linha”, contou Marinho, que fez a maior parte de sua carreira no ensino médio, cursinhos, matérias isoladas e preparação para concursos públicos. 

O professor explica que se tornar diretor foi um grande desafio pois, na época, ainda era muito jovem e estava trabalhando com profissionais mais experientes que ele. Alguns anos depois, Marinho foi convidado para ser sócio da escola. “Quando me foi dada a condição de me tornar sócio, tive que assumir as responsabilidades na mão. Quando encabecei, vi que eram desafios muito grandes e também muito convidativos e atrativos. Empreender, multiplicar isso seria muito bom porque víamos resultado de transformação de vidas. Decidi mergulhar nessa área, empreender em desenvolvimento humano através de mecanismos facilitadores para uma educação diferenciada”, contou o diretor.

Nesse sentido, Marinho fala de sua experiência e aponta o empreendedorismo na educação como um caminho possível para profissionais de educação que também têm conhecimentos sobre gestão e desejam iniciar um projeto pedagógico.

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No que diz respeito à situação educacional dos últimos anos no ensino público e privado e focando na carreira fora de uma lógica de empreendedor, Marinho analisa que o quadro de qualidade educacional e as condições de trabalho docente têm sofrido mudanças radicais para pior.

“O agravamento de problemas na educação tem crescido tanto em intensidade como em diversidade. Muitas famílias estão passando por uma progressiva disfunção, e essa carga termina sendo transferida para o professor, que não foi preparado academicamente para lidar com tal sobrecarga”, afirmou o diretor. 

Na avaliação de Marinho, há também “uma crescente banalização da absorção do conhecimento escolar” que leva a “crises de respeitabilidade às figuras de autoridade”. A causa desse problema, para o diretor, são os “direitos desenfreados dos estudantes, respaldados por familiares, que neutralizam de forma impactante a capacidade de gerar modelagem evolutiva através da educação” e, segundo ele, têm levado muitos professores a mudar de área ou ir migrar para funções que não exigem contato direto com o estudante em sala. 

A reversão dessa situação, de acordo com Marinho, deve aliar “um investimento realista, maciço no professor com ferramentas como inteligência emocional, neurociência, otimização dos currículos” com investimentos na valorização da figura do professor, “estabelecer níveis de exigência adequados para que se possa alcançar a qualificação de professor” e  “atrelar, via legislação, a participação dos familiares passando por cursos de capacitação em gestão familiar”. 

“Nossas conquistas estão ameaçadas pelo governo Bolsonaro”

Carmem Dolores Alves faz parte do Fórum Municipal Popular de Educação, é da Sociedade das Mulheres Negras de Pernambuco - Uiala Mukaji, onde atua como pesquisadora e militante de uma educação antirracista. Ela se aposentou depois de uma carreira construída na Rede Municipal de Ensino do Recife e, atualmente, dá aulas no ensino superior. 

A carreira de Carmem no ensino teve início cedo, quando ela tinha 15 anos e foi convidada a dar aulas a crianças com deficiência e outras necessidades especiais em decorrência de paralisia cerebral. “Depois passei no concurso da rede municipal e trabalhei como professora, gestora, coordenadora e fui da equipe de formação”, contou ela. 

Na opinião de Carmem, apesar de haver problemas e precariedade também na rede privada de ensino, a situação das escolas e da carreira docente é mais grave - e vem piorando - no ensino público. “O professor recebe uma exigência muito grande, além de ensinar, acabamos assumindo a tarefa de educar, que não é nossa tarefa principal. A falta de materiais, salas de aula inadequadas e carga de trabalho sobre humana porque o salário é precarizado, então o professor tem que trabalhar três ou dois horários, isso faz com que não dê tempo de preparar material, planejar a aula, trazer algo diferente. As salas estão cada vez mais lotadas, e a violência, a falta de apoio e sensibilidade da prefeitura do Recife faz com que muitos professores adoeçam no seu trabalho”, conta a professora. 

Carmem explica que, na busca da categoria por valorização da carreira, as maiores demandas dos professores hoje estão diretamente ligadas à garantia de direitos já instituídos por lei. “O Plano Nacional da Educação determinou determinou que o professor da educação básica iria ganhar pela sua formação, se você tiver doutorado, por exemplo, deveria ganhar igual a um professor da universidade, mas isso não acontece. A educação básica e infantil, que é a base, não é valorizada. O professor faz um mestrado, um doutorado, e não recebe por esse curso”, explicou ela. 

Foto: Cortesia

A professora também cita o não cumprimento do piso salarial determinado por lei federal anualmente, a falta de garantia da aula-atividade, tempo reservado para que os professores possam preparar aulas e planejar o projeto pedagógico e a não-inclusão de gratificações salariais por dedicação exclusiva na aposentadoria dos professores da rede pública. A falta de uma boa rede de atendimento de saúde e o adoecimento mental e vocal frequentes devido às condições de trabalho e a falta de liberação dos professores para que possam estudar e melhorar sua formação também não passam despercebidas pela categoria. 

Para Carmem, a instituição desses direitos são conquistas muito importantes dos professores, mas que nunca foram integralmente garantidos e estão ameaçadas devido a questões políticas. “No entanto, todas essas nossas conquistas estão ameaçadas pelo governo Bolsonaro, que infelizmente escolheu os professores e a educação como inimigos. Tenta, inclusive, influenciar a sociedade a essa postura. A sociedade acha que o professor é vagabundo, não quer trabalhar e é inimigo devido a esse discurso pela escola sem partido, dizendo que o professor doutrina os estudantes são posturas que nos afetam, abalam e nos deixa desgostosos da nossa profissão. Você não pode ensinar sem contextualizar a realidade, como eu vou falar de Pernambuco sem falar da população indígena e sem detalhar as condições dessa população?” questiona a professora. 

Na análise de Carmem, a maior dificuldade que os jovens que desejam seguir carreira no ensino enfrentam “é lidar com esse processo de desvalorização e criminalização da profissão”. Ela explica que o professor “trabalha tanto em dois esforços porque o trabalho não é só na escola. Você tem que se formar, se atualizar e se informar, então tudo leva a um esforço sobre-humano para pouca recompensa financeira e reconhecimento social. O grande desafio é lidar com essa contradição do interesse pelo compromisso histórico de ensinar com a desvalorização galopante da nossa profissão”, contou Carmem.

Mas nem tudo é tristeza no dia-a-dia profissional dos professores. Questionada sobre qual é a maior gratificação que teve em todos esses anos trabalhando em sala de aula, Carmem apontou a consciência de que contribuiu para que muitas pessoas mudassem de vida e pudessem ter uma carreira através da dedicação aos estudos. “Sou uma professora com compromisso político e social, sou daquelas que se precisar faço visitas à casa do estudante e converso com a família. Através da minha persistência, compromisso e animação eu contribuí para que muita gente seguisse o caminho dos estudos, pudesse acreditar na superação e que é possível uma pessoa pobre, em um bairro pobre, conseguir estudar. Com certeza a professora, diretora e gestora Carmem Dolores contribuiu muito para mudar a vida de muitos jovens”, disse ela. 

A professora analisa que, para melhorar o quadro de rejeição dos jovens à carreira de professor, é necessário e urgente criar medidas e políticas públicas de valorização profissional na educação. “Essa carreira precisa ser mais prestigiada socialmente, reconhecida pelos poderes públicos. Nós não podemos ter um presidente da república que considera o professor seu inimigo e considera a profissão como sendo exercida por pessoas que vão repassar outras coisas que não seja conhecimento. Infelizmente, na atual conjuntura, é desanimador ser professor no Brasil. Resolvi antecipar minha aposentadoria em função da falta de valorização profissional”, afirmou ela.

“O governo dá com uma mão e tira com a outra” 

Fernando Melo é presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco (Sintepe). Ele afirma que a valorização é sempre utilizada como bandeira política e eleitoral, mas que essas afirmações por parte dos candidatos em campanha normalmente fica apenas no discurso e promessas que não se cumprem. Fernando explica que mesmo questões básicas de garantia do pagamento do reajuste no piso salarial dos professores gera a necessidade anual dos professores irem brigar com o governo por meio de paralisações e greves. 

“Esse ano, os professores que ganhavam abaixo do valor determinado em 1º de janeiro só tiveram os salários atualizados em setembro, pago em outubro com valor retroativo a janeiro. Já os que ganhavam acima lutam pela atualização salarial em respeito ao plano de carreira. Nessa briga, o governo dá com uma mão e tira com a outra, alegando que não pode ajustar os salários por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou o professor e sindicalista, que também citou questões como a aula-atividade, a sobrecarga de trabalho, estrutura das escolas e a baixa remuneração como problemas que afetam negativamente a categoria. 

“Falta estrutura tecnológica na maioria das escolas. Existem aquelas escolas que são postas na vitrine de propaganda do Governo e muitas outras em situação precária, sem segurança, sem internet, nem espaço adequado. Tudo isso causa estresse e leva ao adoecimento mental de muitos professores”, explicou Fernando. 

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Iza marcou presença na tarde deste domingo, dia 29, no palco Sunset durante o Rock in Rio. A cantora dividiu os vocais e o espaço no palco com nada mais, nada menos do que um dos maiores ícones da música nacional, Alcione.

Antes mesmo de subir ao palco, Iza parou alguns minutos e conversou com o Estrelando e comentou que diferentemente de muitos jovens, ela não era aquele tipo de fã que acordava cedo, acampava e corria para ficar na grade. "Eu nunca consegui ficar grudada muito próxima a grade, mas eu gosto muito de povo, gosto de muvuca e eu acho que show bom mesmo é quando está todo mundo cantando junto".

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Para quem não sabe, a artista ocupa uma das cadeiras dos técnicos do The Voice Brasil, televisionado pela Rede Globo, e ela comentou se sentiu alguma diferença na sua carreira após a entrada para o reality musical.

"O programa tem 35 milhões de pessoas assistindo por noite e, sério, esse é o maior público que eu já tive em toda a minha vida. Então, tem muita gente nova me conhecendo e eu estou sentindo isso na hora que paro nos aeroportos da vida, na rua e estou gostando muito de receber o carinho do público".

Um dos colegas de trabalho de Iza no The Voice, Michel Teló, é conhecido por faturar muitos prêmios ao longo dos anos no programa e a artista comentou se vai tirar o posto dele de campeão.

"Ele é muito bom no que ele faz. Olha gente, eu não sei não, viu! Mas eu estou curtindo muito, principalmente por estar ao lado deles três [Michel Teló, Ivete Sangalo e Lulu Santos]. E está sendo muito bacana".

O grupo pernambucano de teatro Magiluth comemora os 15 anos de sua carreira com uma maratona de 16 apresentação. Passando pela capital pernambucana, o grupo se apresenta em Caruaru e Surubim entre os dias 2 e 27 de outubro.

No Recife, o Magiluth  realiza  cinco apresentações no Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro, além de uma apresentação gratuita de “Luiz Lua Gonzaga” com data e local ainda a serem definidos.

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Em Caruaru, o Magiluth integra a programação do Festival de Teatro do Agreste (Feteag). Já na cidade de Surubim a apresentação acontecerá na Mostra Ouro Branco de Artes.

Concorrendo a três prêmios cênicos do País, a companhia surgiu entre as aulas de licenciatura em artes cênicas na Universidade Federal de Pernambuco e é formada por Giordano Castro, Mário Sérgio Cabral, Pedro Wagner, Lucas Torres, Erivaldo Oliveira e Bruno Parmera.

Serviço

Maratona 15 Anos do Grupo Magiluth

“Aquilo que meu olhar guardou para você”

2, 3, 5 e 6 de outubro| 20h

Teatro Marco Camarotti (R. Treze de Maio, 455 - Santo Amaro)

R$ 30 inteira, R$ 15 meia

“O canto de Gregório”

9 a 12 de outubro | 20h

Teatro Marco Camarotti (R. Treze de Maio, 455 - Santo Amaro)

R$ 30 inteira, R$ 15 meia

“Luiz Lua Gonzaga”

13 de outubro | 20h

Praça Dídimo Carneiro (Surubim)

Gratuito

Ensaio aberto de “Morte e vida Severina”

14 de outubro| 20h

Reduto Coletivo (Surubim)

Gratuito

Sessão dupla de “Apenas o fim do mundo”

19 de outubro | 20h

Festival de Teatro do Agreste - Feteag (Caruaru)

Gratuito

“Dinamarca”

23, 24, 26 e 27 de outubro | 20h

Teatro Marco Camarotti (R. Treze de Maio, 455 - Santo Amaro)

R$ 30 inteira, R$ 15 meia

 

Ruby Rose está no radar faz tempo. Além de VJ da MTV, Stella Calin em Orange Is The New Black, agora, como o ESTRELANDO já falou por aqui, ela também estreará como a Batwoman, a primeira super-heroína lésbica da TV.

Apesar do título, a atriz já deixou bem claro que não gosta de rótulos como modelo lésbica e a atriz lésbica. Em entrevista para a revista norte americana Glamour, a artista contou um pouco sobre sua carreira, estereótipos e planos para o futuro.

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- Eu sempre fui Ruby Rose, a lésbica VJ da MTV, a modelo lésbica, a atriz lésbica. Eu fiquei tipo: isso não faz parte do meu trabalho. Isso não está no meu cartão de visita. Eu não estudei para faze risso, não é?

A carreira de Ruby começou em 2002, quando ela ficou em segundo lugar em uma competição australiana de modelos. Mas a fama realmente veio à tona em 2007, quando se tornou uma VJ na MTV do país. Nessa época, ainda era novidade essa exibição pública e principalmente o termo lésbica, mas parece que ela não se arrepende:

- A Austrália foi quando eu realmente senti o gosto de estar nos jornais todos os dias. Mas as pessoas ficam cansadas de você. Você está no jornal diário tomando um café, e as pessoas ficam tipo: Ela busca muita atenção, está tomando seu café! Até uma sessão de fotos para a capa de uma revista masculina foi apontada como um precedente lésbico. Quando tudo isso estava acontecendo, eu estava ficando frustrada por ter sempre minha sexualidade como parte dela. Nunca diriam a DJ heterossexual, apontou.

Apesar da vida pública, a artista parece ter um cotidiano relativamente discreto. Dentre seus hobbies estão andar ao ar livre, de caiaque, barco, meditar e ler. Quando perguntada se ela consegue encontrar semelhanças entre ela e sua personagem, a Kate Kane, o alter ego de Batwoman, Ruby respondeu:

- Temos histórias semelhantes em que nós dois saímos do armário muito jovens, nunca nos escondemos, pagamos preços diferentes, mas parecidos, com isso. Nunca foi uma pergunta para mim se eu seria ou não honesta sobre minha sexualidade. Eu meio que disse isso por volta dos 11 ou 12 anos da idade, e essa é a mesma história com Kate.

As duas terem a mesma opção sexual é certamente algo em comum, mas Rose ainda diz que essa não é a parte favorita da história:

- Ela é gay, definitivamente faz parte de quem ela é, e definitivamente faz parte da história e estabelece porque ela não está mais no exército. Mas o programa não é sobre um super-herói gay. É sobre um super-herói.

Batwoman não é a primeira vez que Rose interpreta uma personagem queer. Ela apareceu na terceira temporada da série Orange is The New Black, como a detenta Stella Calin e estremeceu as redes sociais. Na época, muitas amigas do elenco disseram que o papel mudaria sua vida pra sempre. E realmente mudou. Depois da série, Ruby foi para os Estados seguir a carreira e até conseguiu seu visto.

A escolha dos produtores por Ruby Rose para interpretar Batwoman, contudo, foi bem polêmica nas redes sociais. Inclusive, internautas até chegaram a subir uma hashtag para fazerem novas seleções de atrizes. Isso porque a atriz já assumiu que não se identifica com nenhum gênero sexual, o que a incapacitaria de interpretar uma lésbica na ficção.

- Eu não achava que as pessoas se importariam tanto com o fato de eu ter sido escolhida. Mas no meu leito de morte eu não vou ficar tipo: Eu realmente desejo que mais pessoas, mais estranhos na internet que eu não conhecia, gostem de mim.

Já quanto ao futuro, a artista revelou querer se aventurar em outro gêneros, como na comédia. Mas procura por algo que seja na Austrália, porque sente saudades de casa.

 

Parece que Bruna Marquezine está enfrentando uma má fase em sua carreira! De acordo com o programa A Tarde é Sua, a atriz está na geladeira do alto mercado publicitário. Ela não está mais entre os 100 artistas procurados para campanhas publicitárias, que pagam cerca de 400 mil reais.

Dois empresários disseram ao colunista do programa, Alessandro Lo-Bianco, que ela sofre com a baixa em decorrência da falta de gestação em sua carreira. Grazi Massafera, Marina Ruy Barbosa, Cauã Reymond, Bruno Gagliasso, Otáviano Costa e o casal Lázaro Ramos e Taís Araújo entre os nomes mais procurados do mercado.

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- Bruna está sem gestação de carreira, não tem ninguém dando a devida atenção para o que é bom e o que é ruim para ela. O mercado está com repulsa dela nos últimos sete dias por conta do filme Vou Nadar Até Você, atrelado a denúncia de assédio do diretor Klaus Mittledorf. Além das fotos de fez com Mario Testino, que também tem seu nome envolvido em uma denúncia de assédio e está falido no exterior, explicou o colunista.

 

Recentemente, Bruna terminou o relacionamento com sua empresária, Ju Mattoni, e está sendo apenas assessorada pelo escritório Mattoni. Por enquanto, a mãe da atriz segue como empresária da atriz.

Mas parece que a beldade não está tão preocupada assim! No Instagram, ela apareceu curtindo o dia com as amigas. Depois de publicar foto no salão de beleza, exibindo os cabelos longos feitos através de um aplique, a atriz surgiu no perfil da amiga Priscilla Alcântara, que revelou que elas estavam ajudando a amiga Raphaela Gonçalves a escolher o vestido de noiva. Bruna e Priscilla são as madrinhas do casório.

Um teste aplicado a 30 mil profissionais de 25 países, incluindo o Brasil, mostrou que os altos executivos de grandes empresas não estão preparados para os desafios da economia digital nem têm ferramentas para se adaptar às exigências de um consumidor mais conectado. Entre presidentes e altos executivos, só 22% receberam avaliação positiva no teste sobre transformações digitais. Ou seja: quase 80% desses profissionais têm pouca ou nenhuma noção sobre a nova economia.

No Brasil, o teste desenvolvido pela consultoria espanhola Foxize começou a ser aplicado em processos seletivos de alto escalão há cinco meses. A falta de conhecimento sobre internet, e-commerce e comunicação em tempo real pode ser motivo para substituição de profissionais, de acordo com Marcus Giorgi, sócio da Exec, parceira da Foxize no País. Em algumas empresas, diz ele, todos os altos executivos estão sendo convidados a avaliar seu nível de conhecimento sobre o mundo digital.

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Embora a falta de intimidade com o mundo digital possa ser amenizada com treinamentos, há grandes negócios que estão tomando simplesmente o caminho da substituição de equipes, muitas vezes de forma radical. No caso da agência de publicidade Young & Rubicam, por exemplo, 70% do time foi trocado ao longo dos últimos três anos, de acordo com o presidente da empresa, David Laloum.

Ele diz que não houve demissões em massa, mas que, entre o fim de 2017 e o início de 2018, foi feito um processo de transformação mais firme do time. "Existe uma necessidade clara por novas habilidades para acompanhar as demandas dos nossos clientes", diz o executivo da Y&R, que atende a empresas como Habib's, Via Varejo (dona de Casas Bahia e Ponto Frio), Santander e Vivo.

Para tentar ter acesso rápido a novidades do setor de marketing, a agência fez uma parceria com o "hub" de startups Distrito. A ideia é buscar negócios que tragam inovação na hora de promover marcas na internet.

O fundador do Grupo Habib's, Alberto Saraiva, também disse ao Estado que desativou sua equipe de tecnologia da informação (TI) e criou uma área de estratégias digitais. No processo, a maior parte da equipe foi demitida, incluindo a liderança. "O meu diretor anterior era um profissional muito bom, mas tinha um pensamento muito analógico", afirmou.

Grupo familiar

Mesmo em empresas familiares, a capacidade de se adaptar a demandas digitais também está sendo valorizada. A rede de atacarejo Tenda, que tem 34 lojas e fatura R$ 3,5 bilhões ao ano, contratou há três meses Flávio Borges para a diretoria financeira. O executivo, que antes atuava na SPC Brasil - de inteligência de mercado sobre crédito -, teve de fazer o teste da Foxize ao buscar a nova colocação.

"Mesmo na área financeira, é preciso alguém que compreenda as necessidades da transformação digital e consiga adaptar os sistemas para fazer frente a esses desafios", diz Borges, de 34 anos. "Há uma tendência crescente para que se entenda quais produtos o cliente está adquirindo, qual é a forma de pagamento usada e quais canais ele usa para fazer compras", afirma. "Bem como ter a capacidade de gerar relatórios sobre essa jornada."

Borges chegou ao Tenda no meio da transformação digital. A rede está para lançar o e-commerce que entregará produtos na casa do consumidor e vai instalar lockers (armários) que permitirão ao cliente fazer compras com antecedência e depois retire-as em pontos instalados dentro e fora das lojas.

Treinamento interno

Se o desempenho dos altos executivos no teste sobre economia digital é ruim, um alento vem dos resultados do nível de gerência - que são bem mais animadores. Enquanto apenas 22% dos diretores e presidentes mostram intimidade com a atuação digital, esse índice se inverte e chega a 74% de avaliações positivas no nível de gerência. Logo, uma interação mais próxima entre os dois níveis hierárquicos poderia trazer resultados positivos.

O curioso, segundo a pesquisa, é que os profissionais de 35 a 45 anos são os mais bem avaliados no levantamento. Isso ocorre, segundo Giorgi, da Exec, porque os profissionais mais jovens, de até 35 anos, têm bom conhecimento sobre ferramentas digitais, mas acabam tendo pouca cautela em relação a um assunto muito caro aos consumidores: a segurança das informações.

Além de aplicar o teste, a Exec faz uma entrevista com os executivos sobre seus hábitos digitais. A conversa funciona como checagem: se o profissional tentou enganar a pesquisa, pode ter seu "eu analógico" desmascarado ao ser pressionado por cerca de uma hora de "interrogatório".

Por ora, por telefone. Nem toda a transição do analógico para o digital, porém, se dá de forma fluida. A Teladoc, de teleatendimento médico, está aos poucos migrando para meios digitais. Por insistência de seus clientes, como Itaú, Santander e Google, vai lançar um aplicativo. Para Caio Soares, diretor médico da Teladoc, porém, ferramentas como o WhatsApp e o FaceTime são "inadequadas" para consultas médicas. Por isso, ao menos por enquanto, a maioria dos atendimentos da empresa seguirá pelo telefone.

Soares diz que a legislação brasileira ainda restringe alternativas de atendimento. Mas afirma que a tecnologia vai impondo seu domínio e ferramentas de vídeo poderiam ser úteis em certos casos. "Depois de uma cirurgia ortopédica, o retorno do atendimento poderia ser feito por vídeo. Seria uma forma de garantir conforto ao paciente, que não precisaria se deslocar em um momento de recuperação", diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A publicitária abriu uma creche para cães, a assistente social voltou a ser cabeleireira e a analista financeira agora é caixa de supermercado. A crise, cujos efeitos ainda são profundos no mercado de trabalho, fez crescer o número de brasileiros que concluíram a faculdade, mas que hoje ocupam funções que não exigem formação superior. Eles até estão trabalhando, mas o diploma foi parar na gaveta.

Não é pouca gente. Dados do segundo trimestre da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, mostram que 30%, pouco menos de um terço, dos trabalhadores com ensino superior estavam ocupando funções que não demandam uma formação universitária.

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Outra pesquisa, divulgada em agosto pela agência de recrutamento de executivos Robert Half, indica que 92% dos desempregados com graduação aceitariam retornar ao mercado por salário e posição inferiores. A proporção é a mais alta da história do levantamento, que está em sua oitava edição.

Quando a publicitária Lorena Costa, de 30 anos, perdeu o emprego, há dois anos, não teve dúvida: transformou o trabalho esporádico, de tomar conta de cachorros em casa com anúncios em aplicativos especializados, em sua principal fonte de renda. Ela fez cursos de especialização em adestramento, para se destacar entre os cuidadores e hoje, chega a receber dez cães por vez em seu apartamento.

"A demissão foi a oportunidade de empreender. Deu para transformar vocação em uma forma de ganhar dinheiro. Antes de ser demitida, não cheguei a ganhar R$ 5 mil de salário. Hoje, faturo até R$ 8 mil por mês. Por outro lado, só consigo folgar dois dias por mês e mal tenho vida social", diz.

Realidade distorcida

Segundo análise da consultoria iDados, dos 17,6 milhões de trabalhadores formais ou informais graduados, 5,2 milhões estavam nessa situação no trimestre encerrado em junho. Antes da recessão, em 2014, eram 3,2 milhões de graduados, ou 25%. Com a crise e o baque no mercado de trabalho, esse grupo tem crescido um ponto porcentual a cada ano.

Os dados mostram que o mercado de trabalho do País, durante os anos de crise, tem acumulado ainda mais distorções. No caso da assistente social Aline Morais, de 29 anos, até havia vagas, mas o excesso de pessoas procurando emprego fez o salário oferecido ser menor do que aquele que ela ganhava antes de se formar, trabalhando como cabeleireira.

"Terminei a faculdade e fiz mais dois cursos de pós-graduação em seguida. Só apareceram vagas pagando a metade do que eu ganhava antes. Não me arrependo de ter feito o curso, mas não penso em exercer a profissão por enquanto", afirma. Ela também usa aplicativos e vai até a casa dos clientes.

Para Fernando Mantovani, diretor geral da empresa de recrutamento Robert Half no Brasil, com a incerteza na economia, as empresas estão esticando processos seletivos. Além da falta de oportunidades, o trabalhador encara um período mais longo de entrevistas. "Isso faz os candidatos olharem postos menores, para solucionarem o problema da falta de dinheiro. Mesmo que a solução seja temporária."

O exemplo da administradora de empresas Kelly Nascimento, de 43 anos, é radical. Ela foi demitida do cargo de analista sênior de sistemas de um banco, após 15 anos no mercado financeiro. Tentou montar um negócio de bolos com as irmãs, que não foi adiante. No começo do ano, com dívidas e o marido também desempregado, aceitou trabalhar como caixa de um hipermercado em São Paulo. Ganhava R$ 12 mil. Hoje seu salário é de R$ 1,2 mil.

"Não podia esperar. No início fiquei muito triste. Sem desmerecer ninguém e nenhum trabalho, mas eu havia atuado em grandes instituições, tenho graduação e duas pós, coordenava projetos e pessoas. Foi difícil me ver atrás de um caixa", afirma Kelly, que faz bolos para completar o orçamento.

O trabalhador superqualificado para a função é algo típico de crises estruturais, como esta, diz Clemente Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). "A economia não sairá do buraco com a precarização do emprego."

Para o Brasil conseguir gerar empregos que demandem nível superior, só com a reindustrialização, afirma o economista da Universidade de Brasília (UnB) José Luiz Oreiro. "Uma economia baseada em serviços de baixa produtividade só vai gerar motoristas de Uber."

"É fundamental que o governo retome as obras de infraestrutura, que aumentariam a demanda por profissionais mais qualificados. Enquanto isso não acontecer, a procura por esses trabalhadores vai continuar deprimida", diz Oreiro.

Diploma na gaveta

É verdade que o desemprego de quem tem formação universitária, de 7% no segundo trimestre, é mais baixo do que o da média da população (12%), mas a situação dos brasileiros com maior qualificação só piorou nos últimos cinco anos. E quanto mais jovem, mais difícil de conseguir uma colocação de nível superior.

É o que apontam os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE.

A crise acabou matando as melhores vagas, de qualificação mais alta, afirma a pesquisadora da iDAdos, Ana Tereza Pires. "A oferta de trabalho bem remunerado e de maior qualidade caiu e o trabalhador, que tinha acabado de se formar e estava tentando entrar no mercado depois da crise, foi obrigado a competir com os mais experientes que perderam o emprego."

Ela diz que, apesar de a oferta de brasileiros com nível universitário ter aumentado antes da crise, sobretudo pelos programas de financiamento e de bolsas de estudo, é a baixa demanda por esses profissionais que explica essa situação.

A desocupação de quem tem nível superior aumentou quase quatro pontos porcentuais desde 2014, antes da recessão.

Os dados da Pnad Contínua, compilados pela consultoria também apontam que os trabalhadores mais jovens, que costumam ser os mais frágeis nas relações de trabalho, são também os que mais sofrem neste caso.

Entre os trabalhadores com formação superior e idades entre 25 e 34 anos, 34% estavam em funções, formais ou informais, que exigiam qualificação mais baixa. Para os que são mais velhos, esse porcentual varia entre 26% e 28%.

A contadora Mariana da Silva Gomes, de 28 anos, aprendeu a ser manicure ainda durante a faculdade. O ofício ajudava a se manter enquanto estudava, mas ao tentar procurar um emprego na área contábil, ela percebeu que as poucas vagas que apareciam pagavam menos.

"Fui procurar emprego na área e eles ofereciam R$ 1.000 para quem já estava formado. No salão, eu ganhava o dobro. Gostei de ter feito o curso e fazer faculdade era um sonho, mas não pretendo voltar para a área. Com o que ganho hoje, consegui reformar a casa. Trabalho três semanas seguidas por mês, sem registro, mas estou feliz por estar trabalhando."

Com a crise, também cresceu a proporção de recém-formados no ensino superior que não conseguiu um trabalho, aponta o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Em 2014, 8% deles estavam desocupados após a conclusão dos cursos e outros 13% nem tentavam procurar trabalho. Cinco anos depois, eram 14% e 15%, respectivamente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Depois de encerrar os trabalhos com o irmão Victor, Leo Chaves está focado em uma nova área profissional. Contratado para dar palestras, o cantor se tornou uma espécie de coach. Leo chega a cobrar R$ 50 mil para falar em eventos motivacionais.

As pessoas que se interessam em ouvir as dicas de Leo chegam a desembolsar até R$ 200, de acordo com informações do jornal Extra. Nas redes sociais, o sertanejo compartilha com os fãs palavras de encorajamento. "Você sabe a importância de se revolucionar a todo o instante? [...] Em minha palestra, falo muito sobre isso e tento despertar o melhor de cada um", escreveu Leo, em uma das postagens no seu Instagram.

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Trabalhando em carreira solo, Leo Chaves lançará na próxima sexta-feira (26), em todas as plataformas digitais, o single "Sol das Seis". A música é uma parceria com a cantora Ludmilla, que recentemente assumiu o namoro com a bailarina Brunna Gonçalves.

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Nesta quinta-feira (4), Valesca Popozuda passou a tomar conta da própria carreira. Em um comunicado publicado nas redes sociais, a funkeira declarou que não faz mais parte do núcleo de artistas da K2L, de Kamilla Fialho, ex-empresária de cantora Anitta. 

"Após dois anos de parceria com a K2L Empreendimento Artístico, informo o encerramento do nosso trabalho, juntas. A partir de hoje, 4 de julho, sigo a frente da minha carreira, de forma independente. Agradeço a todo equipe que sempre dedicou tempo e cuidado na gestão do meu trabalho", diz a nota.

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Nos comentários da postagem, os fãs de Valesca celebraram a decisão. "Assina contrato com a KondZilla, amor. Você é a rainha do funk e merece estar brilhando igual aos outros funkeiros, e lá você vai ter bastante destaque e divulgação", comentou um dos seguidores no conteúdo do Instagram.

Veja:

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Já passamos da metade de 2019. Para muitos, o cansaço já começa a ser sentido, sobretudo em relação aos objetivos traçados para o ano novo. Nessa altura do campeonato, há quem não tenha tirado as metas do papel e quando fala-se da vida profissional, a situação pode ser até pior. Muita gente lá no dia primeiro de janeiro planejava mudar de profissão, conquistar um aumento, uma promoção, arrumar um emprego, mas vê-se estagnado. Isso pode contribuir ainda mais para o desgaste, sentido no corpo e também no psicológico. 

Para ajudar quem está insatisfeito, o LeiaJá conversou com especialistas em planejamento de carreira para tentar entender um pouco o que pode ser feito para aproveitar ao máximo o tempo que se tem até 31 de dezembro e, principalmente, cumprir as promessas feitas para si mesmo. 

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Segundo a professora de MBA e coordenadora de cursos da Fundação Getúlio Vargas (FGV),  Anna Cherubina Scofano, antes de tudo é necessário saber o quer. “As pessoas só podem definir uma meta a partir do momento que elas conseguem identificar, primeiramente, aquilo que elas têm como talento e como objetivo de carreira. As pessoas não conseguem identificar uma meta se elas não têm clareza daquilo que elas vão dar prioridade nas suas carreiras”, afirma.

Com os pontos definidos, é hora da autoanálise: será que há dedicação efetiva para o cumprimento dos próprios desejos? Entre os fatores problematizadores de resultados negativos estão a má administração do tempo para investir no cumprimento das propostas ou até a falta de recursos financeiros para realizar determinadas atividades. “Precisa identificar qual foi o fator para poder trabalhar. Pode ser por exemplo que um dos fatores tenha sido zona de conforto, deixar para amanhã, procrastinar. Então, as pessoas precisam administrar melhor os seus objetivos porque se elas não tiverem uma ação em prol deles não adianta ter no papel. O papel não significa nada se eu não tiver uma ação proativa na busca daquilo”, explica Anna Cherubina. 

Um dos erros de quem costuma fazer uma lista de propósitos é pontuar ideais maiores do que os possíveis de alcançar. Não é proibido sonhar, mas quem quer sair do imaginário para vida real, tem que pôr os pés no chão. Talvez não dependa somente dela, mas da percepção de outras pessoas, como do gestor, por exemplo. “A primeira coisa que ela tem que fazer é buscar um feedback. A partir desse feedback elas vão começar, talvez, a ter um plano de ação mais realista. Às vezes as pessoas criam a expectativa de serem promovidas, mas naquela empresa elas não vão conseguir isso, porque a empresa não tem uma característica de meritocracia, não reconhece os talentos internos. Então tem que identificar onde estão os problemas, se o problema está na geração de expectativa ou está no não reconhecimento do outro”, orienta a professora da FGV.  

A motivação é um fator relevante na vida profissional das pessoas. Para o presidente da Federação Internacional de Desenvolvimento Humano, Nilton Costa, existem aquelas pessoas que têm um sonho e até sabem quais ações priorizar para conseguir realizá-los, no entanto, pecam nas escolhas. A dica do presidente é que os profissionais façam planejamentos de carreira unindo também àquilo que lhes motiva como seres humanos. “Qual é o link que a minha vida pessoal possui com minha vida profissional? Se não existe nenhum link fica muito mais fácil da gente se desmotivar. Tendo esse nível de consciência, fica mais fácil conseguir os objetivos”, diz. 

Um incentivo a não desistir é realizar um acompanhamento dos projetos. Não escrever em algum lugar e deixar largado na gaveta. Mensalmente, ou até quinzenalmente, pode-se acessar as anotações e ver o que mudou até ali. Caso esteja girando sem sair do lugar, a sugestão é mudar a estratégia, mas voltar ao caminho desejado e comemorar a cada pequena vitória, porque isto significa que os passos importantes para terminar o ano realizado estão sendo dados.  

Recomeço

De acordo com Nilton Costa, quem for refazer as metas para o segundo semestre deve fugir da subjetividade e focar em alvos atingíveis, capazes de serem alçados com recursos próprios, ligados aos valores pessoais. Além disso, segundo ele, o estabelecimento de prazos é fundamental. “Muito importante que eu tenha marcos mensuráveis, para saber se eu estou indo bem, se posso modificar minha estratégia e garantir que no final do semestre eu tenha tido sucesso. O ser humano funciona com cobrança. A gente tem tantos desafios e acaba deixando para depois o que é importante e, geralmente, o que é importante tem prazo”, conclui o presidente da FIDH.

Nunca é tarde para mudar de ideia em relação a algo. Como já foi dito, a autoanálise permite que decisões sejam tomadas visando fugir da frustração profissional, que acaba afetando outras áreas da vida. Se o plano é mudar de emprego, de carreira, por que não aproveitar que esta é a época de matrículas nas instituições de ensino superiores, escolas de idiomas e cursos técnicos, e dar esse primeiro passo? Mesmo para quem não tem como investir em uma formação, pode recorrer a cursos gratuitos. Na internet é possível encontrar diversas plataformas com conteúdos de todos os tipos, se não de graça, com preços acessíveis, com opções de parcelamentos e que podem alinhar-se com o tempo livre. 

“Por que que a gente só pode fazer planos e criar metas na virada do ano? Por que eu não posso fazer isso a partir do meio do ano, começar o meu ano novo em julho? em agosto? O ano novo é determinado pelo estado de espírito também. Sempre é tempo de virar, sempre é tempo de se reencontrar, de se revisar, ressignificar. Em qualquer fase da vida é possível tudo. O aprender nunca é demais. Assim como você não joga um aprendizado de uma vida no lixo. Ele vai ser sempre útil em algum lugar. O recomeçar muitas vezes é o oxigênio que as pessoas precisam para olhar para carreira de maneira diferente”, finaliza a professora de MBA e coordenadora de cursos da Fundação Getúlio Vargas (FGV),  Anna Cherubina Scofano. 

O programa Vem Ser S/A desta semana, apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, vai falar sobre empreendedorismo e a importância de se obter competências para uma carreira de sucesso. Para a conversa, Janguiê recebe o empresário, escritor e palestrante, Roberto Shinyashiki. 

Roberto é autor de best-seller, tendo escrito livros de auto-ajuda que já venderam quase oito milhões de cópias em vários países. Os conteúdos proferidos nas palestras de Shinyashiki têm o objetivo de orientar e inspirar administradores e futuros empresários a conquistarem uma jornada de sucesso profissional. 

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A entrevista vai ao ar nesta quarta-feira, às 20h, no Facebook e canal no YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

A empresa de telefonia TIM está com vagas abertas para profissionais com deficiência. Há oportunidades para todo o Brasil e os candidatos precisam ter 18 anos, ensino médio completo e conhecimentos do pacote Office. As inscrições estão sendo feitas exclusivamente pela internet.

Existem vagas para consultores de vendas e de relacionamento, em lojas da operadora no país e ainda nas unidades de call center, localizadas no Rio de Janeiro e em Santo André, São Paulo. A remuneração oferecida é compatível com o mercado, segundo a TIM, acrescido de benefícios como vale refeição, transporte e assistência médica, folga no aniversário e auxílio creche.

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Entre as exigências para o cargo estão a disponibilidade de horário. Ter experiência com vendas e atendimento serão considerados como um diferencial.

  O quarteto do MPB4 aporta no Teatro RioMar, na Zona Sul do Recife, no dia 17 de agosto, às 21h. O grupo apresenta o show do CD “O Sonho, a Vida, a Roda Viva”, gravado em 2016 e que comemora os 50 anos de carreira da banda.

Canções como “Milagres”, “Desossado” e “Ateu é Tu” integram o repertório. Em 2017, o MPB4 levou pela quarta vez a estatueta do Prêmio de Música Brasileira na categoria de Melhor Grupo de MPB.

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Os ingressos custam a partir de R$50 e podem ser adquiridos na Uhuu.

Serviço

Show MPB4

17 de agosto | 21h

Teatro RioMar (Av. República do Líbano, 251 - Pina, Recife)

A partir de R$50

O direito é uma carreira que pode oferecer diversas possibilidades de atuação com altos retornos financeiros, principalmente diante dos avanços digitais e da ampliação das formas de informação e de comunicação. Qual será, então, a área com maior remuneração para os advogados? 

No ramo do direito tradicional, uma das áreas de maior rentabilidade é a do direito tributário, que lida com tributos que geram receitas para o Estado. É o que diz a Professora de direito, Anna Priscylla. 

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“Direito tributário é uma área que propicia muito dinheiro, porque temos muitas teses em direito tributário, e além de tudo, nós temos 1,2 milhão advogados no Brasil e apenas 8% desses são tributaristas. Ou seja, é um nicho de mercado muito aberto”, explica. 

A professora conta, ainda, que o estudante que quer seguir carreira como tributarista deve fazer um planejamento de ingresso ainda na faculdade, já que a rentabilidade financeira vem a longo prazo. Um advogado tributarista ganha em média R$ 4,7 mil, segundo pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – Fipe, em 2018.  

Outro seguimento do direito muito cobiçado e que possui um alto salário é o direito aduaneiro, que trata das operações de comércio exterior (importação e exportação). “São operações de alta rentabilidade econômica, de alto impacto e de alta relevância, mas você também tem que planejar sua carreira desde o início da faculdade pra conseguir analisar e entrar no mercado” esclarece a Anna Prscylla.  

A estudante Laís Marina está no 7º período do curso de direito. Ela pontua que direito empresarial e o direito penal são outros dois setores que geram retorno para o profissional. De acordo com a Fipe, um salário de um advogado empresarial pode chegar a R$ 8 mil, a depender do tamanho da empresa. Enquanto o advogado penal pode ganhar até R$ 5 mil. Todos os dados salariais foram levantados pela Fipe entre janeiro e julho de 2018.  

Apesar do retorno, a estudante pensa em trabalhar na área civil ou de direitos do consumidor. “Civil porque a cadeira que mais me identifico e que me ajuda a resolver os problemas de família. Já o direito consumidor é onde eu tenho mais experiência e que acho que é necessária”, conta Laís que estagia no Procon desde o 6º período.   

Direito das novas tecnologias 

Embora não seja uma disciplina específica, o direito aplicado as novas tecnologias está cada vez mais forte, principalmente aliado ao empreendedorismo. Confundido com o direito empresarial, o direito das startups usa de ferramentas tradicionais para amparar legalmente empreendimentos inovadores. 

Foi visando acompanhar o desenvolvimento dessa nova tecnologia que a OAB Pernambuco criou, em abril deste ano, a Comissão de Direito de Startups, que tem como presidente o advogado Ticiano Gadêlha.  

De acordo com Ticiano, o advogado de uma startup age para otimizar os processos burocráticos pelos quais toda empresa precisa passar. “A comissão existe pra fazer um elo entre as startups e as ações jurídicas. As startups são submetidas as mesmas leis que uma empresa normal. O que muda é o rítimo que no caso das startups, é muito mais rápido”, explica. 

Como o mercado das startups está em crescimento, o retorno financeiro é um desafio. Entretanto, Ticiano destaca que o seguimento tem um grande futuro. “A rentabilidade é excelente. A demanda tem crescido bastante, mas é desafiador, pois estamos falando de um setor em experimentação e que muitas vezes a empresa não tem recursos financeiros. Mas, paro futuro, o mercado tende a se expandir, porque cada vez mais surgem novas empresas que são inovadoras", afirma.

 

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O “Projete-se”, evento realizado pelos jornalistas João Jadson e Priscilla Castro, na sexta-feira (10), na UNAMA - Universidade da Amazônia, no campus Alcindo Cacela, em Belém, teve como objetivo preparar alunos de graduação e pós-graduação para que possam se tornar bons comunicadores na vida pessoal e porta-vozes. O curso é dirigido à preparação dos acadêmicos para o mercado de trabalho e, também, a profissionais que buscam qualificação.

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A jornalista Priscilla Castro percebeu, ao longo da carreira, que as dificuldades de comunicação podem travar o crescimento profisisonal. “Essa comunicação não está só para a imprensa. Está no dia a dia, na entrevista de emprego, para reuniões de negócios. Se comunicar bem pode te fazer alavancar uma carreira de sucesso e você precisa encontrar esse potencial. Fazendo um curso como esse, você pode ter essa ferramenta na sua vida profissional”, disse.

Segundo o jornalista João Jadson, se comunicar bem é um passo para que as pessoas tenham êxito profissional. “Projetar as pessoas para que sejam preparadas quando forem procuradas, para que saibam como agir, como dar uma entrevista, como se comunicar é ampliar um leque”, afirmou.

A procura pelo curso não se limita aos alunos de graduação e pós-graduação. Pessoas que não sabem como funcionam os veículos de comunicação também se interessam. “São aquelas pessoas que vão representar uma empresa, uma instituição, vão ser um contato com a mídia”, explicou João.

“Se você fala bem, se coloca bem no mercado. Você pode ser uma referência, e pode ter sucesso a partir disso”, observa Priscilla.

Para os interessados, as informações do projeto dos jornalistas chamado “Projeção Media Training” estão no perfil instagram.com/projecaomtbelem.

Por Felipe Martins.

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Os alunos da UNAMA - Universidade da Amazônia participaram da I Jornada de Trabalhabilidade realizada pelo Núcleo de Trabalhabilidade da instituição. O evento ocorreu na noite de terça-feira (7), no campus Alcindo Cacela, em Belém.

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Quem tinha dúvidas sobre como conseguir organizar as finanças, quais as exigências do mercado de trabalho na atualidade e como desenvolver um bom marketing pessoal, pôde aprender com os palestrantes que atuam nessas áreas. A finalidade da jornada foi proporcionar aos alunos visão sobre como devem se posicionar no mercado de trabalho. 

Regina Teixeira, coordenadora do Núcleo de Trabalhabilidade, explicou que o conceito em voga não é mais empregabilidade, mas sim a trabalhabilidade. "Na empregabilidade eu quero só um emprego. Aa trabalhabilidade, não, ela vai nos proporcionar a oportunidade de entender que nós somos uma empresa e que nós temos que ser empreendedores. É ensinar aos nossos alunos a empreender, a serem criativos, a visualizar que a profissão dele não é só trabalhar numa empresa, mas que ele pode ser dono de uma empresa, que ele pode ser um profissional liberal e que ele precisa deter conhecimento de diversas áreas", afirmou.

Para Fabíola Cereja, administradora financeira, o planejamento financeiro tem que começar de forma pessoal e não adianta pensar em planejamento financeiro sem educação financeira. "Já tenho que pensar desde agora como é que eu vou me capitalizar para no futuro conseguir alcançar esses objetivos. É muito importante a gente traçar primeiro um objetivo, o que realmente eu quero com o meu dinheiro. Hoje a tecnologia ajuda muito. A gente tem várias planilhas disponíveis em aplicativos de celular que dá para fazer controle dos gastos diários e identificar onde os recursos financeiros estão sendo drenados", explicou.

Os alunos também aprenderam sobre a importância da Logística nas empresas com José Tomaz, Engenheiro Civil, que falou explicou que a sobrevivência de uma empresa do varejo, industria ou atacado depende da utilização da logística. 

Márcia Tuma, pedagoga e administradora, falou sobre o papel dos colaboradores nas organizações. "Hoje o ser humano é o ativo das organizações, por conta disso ele ficou em evidência. A globalização trouxe muitas exigências para as pessoas de hoje, as competências, eu tenho que ter competência para ser empregável, para além de conseguir um emprego me tornar fixo nele. O mercado passou a ter também a trabalhabilidade, que é o momento que você tem o poder para gerar renda, se você tem carteira assinada ou não. Essa é uma das diferenças principais que o nosso aluno tem que ter, porque para um ou para o outro de qualquer maneira ele se insere no mercado", detalhou Márcia.

Terezinha Barbagelata, professora de Letras Espanhol, disse que o mercado de trabalho, hoje, exige que o trabalhador seja no mínimo bilingue. "Para que o aluno possa possa ter sucesso na empregabilidade e na trabalhabilidade ele precisa de um outro idioma, porque sabendo de um outro idioma ele consegue competir nesse mercado de trabalho", explicou.

Os alunos parabenizaram o evento. "Eu achei uma palestra superinteressante. Gostei bastante", disse Jhuly Souza, aluna do 7º semestre de Biologia.

 

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