Tópicos | Chesf

A falta de energia que afetou nesse domingo (7), bairros da Zona Oeste do Recife, chama atenção para casos recorrentes que têm acontecido na Região Metropolitana do Recife. A falta de abastecimento ontem atingiu San Martin, Bongi, Engenho do Meio, Barro e a Torre, este na Zona Norte. No entanto, de acordo com a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), o problema foi em subestação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf).

Segundo a Celpe, os indicadores são similares a outros anos não havendo aumento ou queda para os registros de queda de energia. De acordo com o professor de engenharia elétrica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), José Maurício, eventos climáticos são os principais causadores dos defeitos. “As situações surgem devido à alterações climáticas como a chuva, e ainda, o sol, vento, além da umidade e a mudança de estação”, explicou.

##RECOMENDA##

Para Maurício, ações preventivas poderiam evitar os problemas elétricos. “Os isoladores nos postes ficam sujeitos às ações climáticas e na área costeira em que vivemos ficam ainda mais vulneráveis. Se houvesse limpeza, anteciparíamos esse tipo de questão”, completou.

A Celpe levanta outra questão responsável pela queda de energia em Pernambuco. De acordo com o órgão, no ano passado, 1.948 postes avariados em decorrência de colisões de veículos foram substituídos pela companhia. O número é 34,6% superior ao registrado em 2011, quando 1.447 estruturas foram danificadas por automóveis. A reposição de postes e recomposição da rede elétrica custou à concessionária mais de R$ 1,2 milhão.

Os acidentes, além de colocar em risco pedestres e motoristas, também comprometem a continuidade do fornecimento de energia elétrica, provocando transtornos. O maior número de colisões de veículos com postes registrados pela Celpe no ano passado ocorreu na RMR. Foram 79 acidentes de caminhões que bateram na rede e arrastaram postes, mais 378 colisões de veículos diretamente nas estruturas, o que representa 23,5% do total.

Na Regional Cabo de Santo Agostinho foi necessária a substituição de 206 postes. No Sertão, as  regionais Petrolina e Serra Talhada promoveram a troca de 582 estruturas. Na maioria dos casos, além de substituir os postes danificados, é necessário recompor a fiação elétrica.

Na Zona da Mata, a Regional Carpina registrou 215 casos. No Agreste, Caruaru e municípios vizinhos contabilizaram 274 ocorrências envolvendo veículos. Na Regional Garanhuns, a empresa precisou trocar 214 postes avariados.

Sobre os investimentos em manutenção, a Celpe enviou nota onde afirma que "em 2012 foram investidos mais de R$ 500 milhões na rede de distribuição na manutenção, ampliação e automação do sistema elétrico. Em 2013, serão promovidas inspeções em 5.924 quilômetros de rede e a instalação de 125 novas chaves de distribuição automatizadas no Recife".

 

Os moradores de alguns bairros das Zonas Norte e Oeste do Recife estão sem energia elétrica desde às 10h deste domingo (7). A interrupção do fornecimento atinge parte de San Martin, Bongi, Engenho do Meio e a Torre.

De acordo com a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), o problema é numa subestação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). A equipe do Portal LeiaJá tentou entrar em contato com órgão para saber a previsão de retorno da energia, mas até o momento não conseguiu.

##RECOMENDA##

Depois do anunciado feito na semana passada de que a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) teve em 2012 um prejuízo de R$ 5,341 bilhões, a deputada estadual, Terezinha Nunes (PSDB), lamentou a situação em que a maior empresa estatal se encontra.

“A Chesf está se acabando aos olhos de todos, enquanto estão discutindo 2014, estou preocupada com 2013. Hoje a maior estatal do Nordeste encontra-se uma situação dificílima”, comentou a deputada nesta terça-feira (2) no plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

##RECOMENDA##

De acordo com a parlamentar, uma das medidas anunciadas para resolver os problemas diz respeito ao processo de implementação do Plano de Demissões Voluntárias (PDV) na intenção de reduzir os custos com pessoal já iniciado pelo presidente da Chesf. Atualmente a empresa conta com 5,6 mil servidores.

Uma colisão deixou 10 pessoas feridas na PE-007, nesta quinta-feira (21), próximo a subestação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) na cidade de Moreno, Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros (CBMPE), o acidente ocorreu entre um carro de passeio e uma Kombi.

Duas vítimas foram socorridas pelo helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF), quatro pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e quatro pelos bombeiros. O CBMPE socorreu quatro mulheres de de idade entre 19 e 44 anos, que foram encaminhadas a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro do Curado.

##RECOMENDA##

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) vai abrir chamada pública de propostas de fontes alternativas de energia em Fernando de Noronha. O órgão receberá propostas de projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico destinadas ao Arquipélago de Fernando de Noronha, que envolvam a geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis, eficiência energética, acumulação de energia, mobilidade elétrica e despacho ótimo de geração. O aviso foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

As propostas podem ser enviadas a partir de segunda-feira (18) até o dia 10 de maio. As propostas selecionadas, cuja divulgação está prevista para 27 de maio, serão registradas como projetos de P&D na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) após uma etapa de ajustes e adequações. Mais informações no site da Chesf.

##RECOMENDA##

O deputado federal Mendonça Filho (DEM) criticou a presidente Dilma Rousseff (PT) pelo corte dos funcionários terceirizados da Chesf. Segundo o democrata, que em fevereiro apresentará um requerimento de informações sobre o caso, a demissão significa perda de excelência técnica. 

Mendonça pedirá ao Ministério de Minas e Energia explicações para a demissão de cerca de 25% dos contratos em vigor, que resulta na demissão de funcionários. “O corte de terceirizados é o começo das demissões para adequação da Chesf à Medida Provisória 579 do Governo Dilma, que mudou as regras de concessão para empresas de energia e impôs a Companhia uma perda de R$ 7,3 bilhões em ativos não amortizados”, denuncia o deputado.

##RECOMENDA##

Em novembro do ano passado, durante audiência com o então ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmerman, o deputado questionou o risco de um programa de demissão voluntária na Chesf. Na época, segundo o deputado, o ministro não descartou a possibilidade de demissões e reafirmou que a renovação das concessões para o setor elétrico obedeceria à regra. Além disso, disse também que as empresas teriam que passar por um processo de enxugamento de custos para se adequar as exigências do Governo.    

“É inaceitável que o Governo Dilma decida, de forma arbitrária, desmontar a Chesf, uma empresa importantíssima para o Nordeste e fique por isso mesmo”, criticou. O deputado disse que a Chesf já perdeu autonomia e um plano de enxugamento significará perda de pessoal qualificado, de excelência técnica e efetivará o esvaziamento. Ele acrescentou ainda que as demissões não devem ser vistas como uma questão coorporativa.

O democrata ressaltou que saída dos funcionários afeta diretamente a qualidade do serviço prestado à população e resulta em interrupções no fornecimento de energia. “A Chesf tem um quadro técnico qualificadíssimo e perder esses profissionais significa perda no planejamento e nos projetos de engenharia no setor de energia, que sempre foi referência nacional”, argumentou. 

Segundo a assessoria do deputado, ele recebeu informações de servidores da Chesf de que as demissões de funcionários terceirizados começam nesse mês de janeiro. Por isso, solicitou à equipe técnica da liderança do Democratas, em Brasília, a preparação do pedido de informações sobre o processo de demissões na Chesf.

Como sugestão para  desonerar o setor elétrico, Mendonça recomendou ao Governo Dilma que abra mão de impostos federais como os 9,5% do Pis/Cofins e contribuições sobre lucro, ao invés de sacrificar as empresas do setor elétrico. O parlamentar defende que o setor precisa de transparência, estabilidade e regras claras, que não mudem de acordo com o humor dos governantes. "O País está pagando um preço alto pela falta dessas regras. A gestão petista do setor elétrico tem sido arbitrária e pouco eficiente. Os apagões  são frequentes e o setor, claramente, precisa de correção de rumo”, alfinetou Mendonça.

[@#galeria#@]

Em menos de 10 dias de atividades administradas como prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), conseguiu assinar mais um termo de cessão de terreno para a construção de obra. Com apoio da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), o socialista lançou, nesta quinta-feira (10), o primeiro Centro Comunitário da Paz (Compaz), no bairro do Cordeiro.

##RECOMENDA##

O equipamento, que terá o investimento de R$ 7 milhões, segundo o secretário de Segurança do Recife, Murilo Cavalcanti, oferecerá alternativas para prevenir a criminalidade e o consumo de drogas e funcionará como uma ferramenta de inclusão social. “Estamos analisando outros locais que também terão o equipamento. Possivelmente a Zona Norte, o Coque ou o bairro de Santo Amaro, o Ibura ou Jordão e a Zona Sul, sejam também contempladas, num total de cinco Compaz que iremos distribuir na cidade”, explicou o secretário. Cavalcanti também disse que os critérios para a escolha dos locais são as estatísticas dos bairros mais violentos, com maior índice de desigualdade social e com jovens em situação de risco.

Com largo apoio do governo federal e estadual e com facilidade de realização de projetos no governo, Geraldo Julio, agradeceu a Chesf e a Dilma e disse que a obra homenageará 61 famílias que perderam algum familiar, vítima de violência, num raio de dois quilômetros do local. “Registro aqui minha felicidade de fazer no 9º dia de trabalho a essência do que o povo pediu numa realidade concreta. Agradeço a presidente Dilma em nome do presidente da Chesf e agora vamos contratar o projeto que será inaugurado ainda este ano”, prometeu o prefeito.

Confirmando a facilidade na concessão do terreno, devido aos apoios que Geraldo possui, o diretor-presidente da Chesf, João Bosco, disse que a solenidade é um reencontro de companheiros. “Eu disse agora pouco que eu nem sei mais quem está na prefeitura ou no Estado”, comentou aos risos. Em seguida, Bosco falou sobre o pedido do prefeito. “Geraldo me procurou e disse que precisava de um espaço para o Compaz no dia 25 de dezembro. Hoje, me sinto feliz por contribuir para a transformação das pessoas que moram nesse entorno. E conte comigo no que precisar prefeito”, declarou João Bosco.

Também presente no evento, o vereador Jayme Asfora (PMDB), disse que Geraldo Julio foi humilde por utilizar um projeto (Compaz) de autoria do deputado federal Raul Henry (PMDB). “O governo fez um gol de placa, porque para combater a violência e conseguir a paz é necessário a união de todos os partidos. Não se pode ter tabus ideológicos ou partidários. Nesse caso, Geraldo  foi inteligente e aproveitou o projeto de Raul”, elogiou Asfora.

O Compaz funcionará em uma área de 17 mil metros quadrados. No local, haverá biblioteca, cine teatro, piscina, ginásio coberto, quadra de tênis, campo de futebol; entre outros equipamentos de cultura e lazer. O espaço também oferecerá aos moradores do entorno cursos de capacitação profissional para jovens em situação de risco, mediação de conflitos, acesso à Justiça, políticas de prevenção às drogas e violência e apoio psicológico para pessoas em situação de desagregação social.

Entre os bairros contemplados pelo equipamento estão: Prado, Zumbi, Torrões, Engenho do Meio, Bongi, Cordeiro e regiões adjacentes. 

 

 

 

Quando há apagões, a primeira causa levantada por autoridades federais tem relação com fenômenos atmosféricos, mas a julgar pelo caso da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), que mostra o "sufoco" de técnicos em fevereiro do ano passado, há amplo espaço para a ocorrência de falhas humanas.

Nos relatórios, os técnicos da Aneel condenam as manifestações precipitadas de autoridades. Segundo eles, as primeiras respostas tendem a ser desmentidas pelas investigações. "Qualquer análise que se faça a posteriori provavelmente levará à identificação de determinadas medidas diversas daquelas que foram adotadas no momento da ocorrência."

##RECOMENDA##

Contudo, há demora nas apurações. No caso do Nordeste, a primeira providência só foi tomada duas semanas depois do blecaute.

Falha sistêmica

Horas depois de o problema ter sido resolvido, começaram as divergências. A Chesf foi à Justiça questionando a isenção do Operador Nacional do Sistema (ONS). Na avaliação da concessionária, a causa do apagão não estava no uso de equipamentos antigos, cuja substituição foi determinada pela Aneel, mas seria resultado de uma "falha sistêmica".

"A ocorrência do dia 4 de fevereiro de 2011 é resultado de uma soma de eventos, e não apenas de um evento isolado, caracterizando o que podemos chamar de falha sistêmica", afirmou a Chesf ao Judiciário.

A hipótese não deixa de fazer sentido quando se põem na balança todos os erros e falhas que deixaram 46 milhões de pessoas sem energia na madrugada de 4 de fevereiro de 2011. A placa eletrônica que apresentou defeito era antiga e não deveria mais estar ali. Em 2006, a Aneel incluiu o componente na lista de substituições do Plano de Modernização das Instalações de Interesse Sistêmico (PMIS). A troca não ocorreu.

Problema

Quando veio o apagão, técnicos da Chesf e do ONS arregaçaram as mangas para corrigir o problema. Mas não havia um plano de ação para esse tipo de emergência. O defeito se alastrou e derrubou toda a rede do Nordeste. Equipamentos que não funcionavam, porque estavam sem uso há muitos anos, retardaram a solução. A manutenção do maquinário e o investimento em novas tecnologias não é apenas bom senso: está prevista no contrato de concessão. O descumprimento da obrigação deu à Aneel a base jurídica para aplicar a multa.

Para se ter ideia da importância desses recursos, o governo federal repassou mais de R$ 20 bilhões às concessionárias de energia nos últimos meses, como indenização pelos supostos investimentos que elas fizeram há anos. Somente depois de indenizar as empresas é que foi possível reduzir a conta de luz, como prometeu a presidente Dilma Rousseff em setembro. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

O deputado federal Mendonça Filho (DEM), apresentou uma emenda à Medida Provisória nº 591, para deixar a Usina de Xingó de fora das alterações estabelecidas pelo Governo a empresas do setor elétrico que são obrigadas a renovar os contratos de concessão. A MP 591 altera critérios estabelecidos pela MP 579, que mudou o marco legal do setor elétrico. As empresas com contratos até 2017 estão forçadas a renovar as concessões este ano.

“Isso se aplica às usinas com 30 anos de operação. Xingó só tem 15 anos operando. O que nós queremos é corrigir um equívoco histórico da Legislação de 1995, que concedeu prazo de operação de 20 anos a Xingó, e uma injustiça que o Governo está cometendo agora com a Chesf”, justificou Mendonça Filho.

##RECOMENDA##

A emenda permite que concessões de geração de energia elétrica, cujo período de operação comercial for inferior a 25 anos, fiquem impedidas de optarem pela prorrogação definidas pela MP 597 e fixa o prazo de outorga em 30 anos, a partir da operação comercial da primeira unidade.

Segundo o deputado, a proposta pretende assegurar a exploração do potencial hídrico pelo prazo de 30 anos, evitando o esvaziamento econômico das empresas concessionárias de produção de energia elétrica. A emenda quer ainda garantir a devida amortização da Usina de Xingó, cuja operação comercial se iniciou em 1997 e com ativos ainda não foram amortizados.

De acordo com Mendonça a Chesf está sendo obrigada pelo Governo, através da MP 579, a aderir à prorrogação, através de indenizações efetuadas pela Aneel, sem a ratificação do TCU. “Isso é uma maldade com o Nordeste, pois afeta de forma irreversível a capacidade econômico financeira da CHESF, empresa responsável pela produção e desenvolvimento de energia elétrica no Brasil, particularmente no Nordeste”, critica o democrata.

A mudança nas regras de concessão para empresas de energia vai impor à Chesf uma perda de R$ 7,3 bilhões em ativos não amortizados, investimentos feitos ao longo dos anos com hidrelétricas e linhas de transmissão e que ainda não geraram a remuneração necessária para cobrir o custo de implantação.

O deputado afirma também que é a favor da redução da tarifa de energia, mas acredita que o Governo errou na condução do processo. “Tudo foi feito de forma arbitrária. É possível baixar o valor da energia respeitando contratos, a auto suficiência das empresas e reduzindo impostos”, alfinetou Mendonça,

 

O deputado federal, Mendonça Filho (DEM), declarou que o esvaziamento da Companhia Hidro Eletrica do São Franscisco (Chesf) é um processo em curso no Governo Federal após a audiência desta quarta-feira (28) com o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann. "A Chesf já perdeu autonomia. Um plano de enxugamento com demissão voluntária iria significar perda de pessoal qualificado, de excelência técnica e efetivar o esvaziamento", criticou Mendonça.

Durante a audiência, Zimmermann declarou que a renovação das concessões para o setor elétrico obedecerá regra única e que as empresas terão que passar por um processo de enxugamento de custos para se adequarem as exigências do governo. De acordo com Mendonça, o ministro não descartou um processo de demissão voluntária na Chesf.  

Para  desonerar o setor elétrico, Mendonça sugeriu ao ministro que o governo abra mão de impostos federais como os 9,5% do Pis/Cofins e contribuições sobre lucro. "Se é tão urgente desonerar o setor elétrico, porque não começar por aí, ao invés de sacrificar empresas com a importância da Chesf”, questionou.

Mendonça reforçou que o esvaziamento da Chesf significa perda no planejamento e nos projetos de engenharia no setor de energia, que sempre foram referência nacional. A mudança nas regras de concessão para empresas de energia vai impor à Chesf uma perda de R$ 7,3 bilhões em ativos não amortizados, investimentos feitos ao longo dos anos com hidrelétricas e linhas de transmissão. 

O parlamentar argumentou que o setor elétrico precisa de transparência, estabilidade e regras claras que não mudem de acordo com o humor dos governantes. "O país está pagando um preço alto pela falta dessas regras", disse Mendonça ao lembrar que a própria presidente Dilma (PT) chegou a afirmar, antes de ser eleita, que no Governo do PT não existiriam apagões no país. 

“A gestão petista do setor elétrico mostra exatamente o contrário. Os apagões  são frequentes e o setor, claramente, precisa de correção de rumo”, defendeu Mendonça.

A Comissão de Fiscalização e Controle Financeiro aprovou nesta quarta-feira (7) o requerimento dos deputados Mendonça Filho (Democratas/PE) e Vanderlei Macris (PSDB/SP) que versa sobre os apagões. Os deputados querem explicações do governo sobre os problemas que acarretaram na falta de energia em algumas regiões brasileiras.

O ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, foi convocado para uma audiência pública conjunta das Comissões e Fiscalização e Controle Financeiro e de Minas e Energia. A convocação foi feita para o próximo dia 21, quando o ministro deverá esclarecer as falhas que provocaram falhas no sistema de distribuição de energia. 

##RECOMENDA##

O debate com o ministro interino de Minas e Energia deve discutir problemas como os investimentos previstos para o setor elétrico até 2021. Segundo especialistas, os investimentos futuros estão comprometidos por causa das novas regras do setor para renovação de concessão. A mudança nas regras vai impor para a Chesf uma perda de R$ 7,3 bilhões em ativos não amortizados, investimentos feitos ao longo dos anos como hidrelétricas e linhas de transmissão e que ainda não geraram a remuneração necessária para cobrir o custo de implantação. 

“O Brasil precisa parar para discutir a questão energética, que vive hoje uma situação crítica”, afirmou Mendonça Filho. O deputado democrata ainda lembrou que o PT criticava a área energética do presidente Fernando Henrique, mas no Governo petista a situação piorou muito com instabilidade. Mendonça citou problemas como esvaziamento das empresas, falhas de manutenção, deficiência extrema na regulação e enfraquecimento do sistema como um todo.

Uma segunda será realizada com representantes da Operadora Nacional do Sistema Eletrico (ONS), da ANEEL, Grande Furnas, Eletrobrás e Chesf com data a ser marcada. A audiência pública com representantes do setor elétrico deve focar a discussão na relação entre os blecautes e a perda de autonomia de empresas do setor elétrico como a Chesf e as interferência nas decisões estratégicas como a construção de novas linhas de transmissão e sistemas de segurança operacional dessas linhas.

 “A decisão do Governo significa transferência de recursos do Nordeste, uma região pobre, para a Eletrobras diminuindo a capacidade de investimentos da Chesf e a própria sustentabilidade da Companhia”, critica. O deputado ainda avalia que para o setor elétrico funcionar em condições ideais é fundamental ter transparência na condução das políticas públicas. 

O Ministério de Minas e Energia (MME) definiu em R$ 2,95 bilhões o valor de indenização da hidrelétrica Xingó, pertencente à estatal federal Chesf, do grupo Eletrobras. A informação consta da Portaria Interministerial nº 580/12, publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Na mesma portaria, o MME fixou os valores a indenizar para outras hidrelétricas da Chesf: Paulo Afonso IV, em R$ 360,4 milhões; Luiz Gonzaga (Itaparica), em R$ 1,68 bilhão; Apolônio Sales (Moxotó), em R$ 84,61 milhões; e Boa Esperança (Castelo Branco), em R$ 72,78 milhões.

##RECOMENDA##

Além disso, o ministério definiu em R$ 1,58 bilhão o valor de indenização para os ativos de transmissão da Chesf.

A Federação Regional dos Urbanitários de Pernambuco (Frune) e a Intersindical/Nordeste realizaram um ato em defesa da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e do setor Elétrico Brasileiro, nesta quinta-feira (1°). A mobilização foi realizada em frente ao prédio da sede da companhia e durou toda a manhã.

Com faixas e carro de som, os manifestantes buscam alertar a sociedade sobre a implantação de um pacote de redução de tarifas por parte do governo que, segundo eles, pode acarretar no fechamento da companhia. “A Chesf pode ser extinta a partir de janeiro de 2013 através de uma determinação da presidente Dilma”, afirmou o presidente da Frune, Edvaldo Gomes.

##RECOMENDA##

Segundo Edvaldo, o grupo é a favor da redução da tarifa, mas não aceitam que a companhia seja fechada. “A Chesf tem um papel importante para o desenvolvimento regional que durante 67 anos supriu o Nordeste de energia e deu condições para o desenvolvimento econômico social. Com essa extinção o Nordeste vai perder e sendo assim nós nordestinos também perderemos”. 

Os manifestantes acreditam que a partir da implantação da redução as empresas do setor elétrico ficarão sem condições mínimas de sustentabilidade. Por isso, entidades concordam que é necessária a modicidade tarifária, mas que ela não pode levar à destruição das empresas do setor.

O ato de hoje foi realizado apenas no Recife, mas de acordo com Edvaldo pode se estender por todo o Brasil. “Esse movimento pode desencadear em outras manifestações em outras regiões. Já estamos discutindo sobre um ato nacional no próximo dia 13 de novembro”, concluiu o presidente da Frune.

 

A Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. (Eletronorte) manifestou nesta segunda-feira seu interesse em renovar as concessões de transmissão que vencem entre 2015 e 2017. A concessionária, subsidiária da Eletrobrás, abastece Estados da região Norte do País.

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), também controlada pela Eletrobrás, também entregou nesta segunda-feira seu pedido de renovação de concessões de geração para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A empresa tem 12 usinas, cujos prazos para exploração vencem entre 2015 e 2017. O prazo para entregar a documentação termina nesta segunda-feira.

##RECOMENDA##

O presidente da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), João Bosco de Almeida, afirmou nesta quarta-feira (3) que a estatal não vai arcar com os prejuízos causados ao consumidor pelo atraso na construção dos sistemas de transmissão das usinas eólicas do Nordeste. Em entrevista ao Estado, ele destacou que a empresa já pagou todas as multas previstas no contrato, sem fazer nenhum questionamento.

"Agora, pagar a energia que as usinas não estão produzindo não está previsto no edital. Não sei quem vai arcar com essa conta. Só sei que não somos nós (Chesf)", afirmou o executivo, que assumiu o comando da estatal em dezembro do ano passado. Na terça-feira, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que vai entrar na Justiça para que a estatal arque com os prejuízos causados aos consumidores e ao País.

##RECOMENDA##

No total, 32 parques eólicos estão parados no Nordeste por falta de linha de transmissão, conforme mostrou reportagem do Estado, na edição de domingo (30). Pelas regras do edital de licitação, mesmo paradas, as geradoras que entregaram os parques eólicos até 1.º de julho deste ano têm direito a receber uma receita fixa prevista no contrato, que soma R$ 370 milhões.

O executivo explicou que os projetos das linhas foram prejudicados por uma série de fatores, como falhas nos projetos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), problemas de gestão da Chesf, questões fundiárias, licenciamento ambiental e mudanças nas estaduais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decide nesta terça-feira (18) se abrirá um processo na Justiça para pedir o ressarcimento por perdas e danos sofridos pelos consumidores por causa do atraso na instalação de sistemas de transmissão (ICGs) que deveriam escoar a energia gerada por parques eólicos a partir de julho deste ano. A maior parte desses sistemas é de responsabilidade da Chesf.

Como as linhas não entraram em operação no prazo previsto, cerca de 600 MW de usinas que estavam prontas para iniciar produção ainda não geram energia. Esse montante representa cerca de um terço dos 1.805 MW contratados no leilão de energia de reserva realizado em 2009.

##RECOMENDA##

Os contratos das usinas, acertados por meio de leilão de energia de reserva exclusivamente de fonte eólica, previam que os empreendedores receberiam pela energia comercializada mesmo que os sistemas de transmissão não estivessem prontos - preservando os investidores de eventuais prejuízos com problemas de escoamento. Portanto, o consumidor vem pagando por uma eletricidade que não está sendo produzida.

A procuradoria geral da Aneel já analisou a possibilidade e oportunidade de a autarquia ingressar em juízo contra as concessionárias responsáveis pela construção das ICGs e entendeu que o caso configura efetivo dano aos consumidores, que em última análise pagam a receita fixa acertada no Contrato de Energia de Reserva. As indenizações seriam destinadas à Conta de Energia de Reserva (Coner).

Além da Chesf, também seria alvo da ação a Transmissora Delmiro Gouveia (TDG).

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) recebe até o dia 10 de outubro inscrições para pesquisas sobre geração de energia elétrica a partir de biogás. Os interessados em participar devem prever na elaboração dos projetos a instalação de uma usina de aproveitamento do biogás proveniente de resíduos sólidos ou efluentes líquidos com capacidade mínima de 200Kw.

Todos os projetos aprovados serão financiados pela companhia. A primeira etapa da seleção será a analise dos projetos. Os selecionados serão encaminhados  à Agência Reguladora, para que eles sejam desenvolvidos com os recursos financeiros da empresa. Mais informações no site da Chesf.

##RECOMENDA##

 

O Ministério Público Federal no Ceará ajuizou na 16ª Vara da Justiça Federal do Estado uma ação civil pública contra a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco por danos causados ao meio ambiente. A Chesf, acusa o procurador da República Celso Costa Lima Verde Leal, devastou 11 sítios arqueológicos, "de maneira seriada e definitiva, situados na área de construção de uma linha de transmissão elétrica entre os municípios de Milagres e Tauá, no Ceará".

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), "a Chesf não realizou o devido monitoramento arqueológico, gerando o dano ao patrimônio ambiental", diz o procurador. O IPHAN ainda destaca a importância dos sítios atingidos por conter informações sobre a dispersão dos grupos tupi no território brasileiro, lembra Verde Leal.

##RECOMENDA##

Na ação, o procurador quer obrigar a Chesf a pagar R$ 2,5 milhões com finalidade compensatória "pelos irreversíveis danos causados". A quantia, afirma Verde Leal, deve ser utilizada pelo IPHAN na reforma e construção de museus arqueológicos e na realização de seminários e palestras educativas sobre o meio ambiente. Também está incluído o pagamento de R$ 1 milhão pelo dano moral coletivo causado ao patrimônio histórico-cultural nacional.

A investigação do Ministério Público começou com uma representação formulada pela Câmara de Vereadores de Tauá, em 2007. Desde então, várias tentativas foram feitas, de acordo com o procurador, para assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta. "Entretanto, não houve acordo quanto ao valor entre a Chesf e o IPHAN, o que levou o MPF a ajuizar a ação", declarou o procurador. A Chesf ainda não pronunciou sobre o caso.

Os candidatos que participaram do concurso da Chesf realizado no último domingo (20) poderão conferir o gabarito da prova objetiva a partir desta segunda-feira (21). O resultado já está divulgado no site da Cesgranrio, organizadora do processo seletivo, e o candidato terá até o dia 22 de maio para interposição de eventuais recursos quanto às questões formuladas e/ou aos gabaritos divulgados.

Confira AQUI o edital no Diário Oficial da União.

##RECOMENDA##

O concurso oferece 68 vagas para nível médio/técnico e superior e 5.080 para formação de cadastro reserva. O resultado final será divulgado no dia 11 de junho. Os classificados atuarão nos polos de Fortaleza, Paulo Afonso, Recife, Salvador, Sobradinho e Teresina. A remuneração varia de R$ 2.280,80 (médio), R$ 4.501,17 (superior) e 5.598,00 (Engenheiros) com jornadas de trabalho de 180h e 220h mensais.

 

 

Terá inicio, nesta quarta-feira (21), o período de inscrições para o concurso público da Companhia Hidroelétrica de São Francisco (Chesf), para o preenchimento de uma vaga direta e mais 20 de cadastro reserva no cargo de piloto de helicóptero. O profissional irá atuar no polo de Paulo Afonso, na Bahia. 

De acordo com publicação no Diário Oficial da União desta terça-feira (20), as inscrições seguem até o dia 10 de abril pelo site da Cesgranrio, organizadora do processo seletivo. A taxa de inscrição é de R$ 72.

##RECOMENDA##

Os candidatos devem ter concluído o ensino médio, ter certificado de habilitação técnico (CHT) em aeronave Jet Ranger III – Modelo 206 B, expedido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). É necessário, também, que o profissional possua declaração de horas de voo, tendo, no mínimo, 2.500h totais em diferentes tipos de helicóptero.

O processo seletivo será composto por prova objetiva com 40 questões de conhecimentos básicos e específicos. O teste será aplicado nas cidades de Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Recife (PE), no dia 20 de maio, com duração de três horas.

A remuneração pode chegar a R$13.001,18, tendo como salário base R$7.222,88, acrescido de 30% de adicional de periculosidade por explosivos, conforme legislação vigente, mais gratificação de função no valor de R$ 3.611,44. A jornada de trabalho será de 176h mensais, sendo 11h diárias durante 16 dias ininterruptos e folga de 14 dias consecutivos.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando