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Assim como outras doenças que foram erradicadas e dependem de altas coberturas vacinais para continuar longe dos brasileiros, entre elas a paralisia infantil, a raiva humana é enfermidade causada por vírus e controlada pela imunização, mas que requer vigilância constante para não voltar ao ambiente urbano. Na próxima quarta-feira (28), é celebrado o Dia Mundial de Combate à Raiva Humana e, para marcar a data, pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil destacam os principais pontos para se proteger dessa doença, que quase sempre leva à morte.

Criado em 1973, o Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) levou a vacinação contra a doença a cães e gatos de todo o país. O trabalho levou cerca de 30 anos para conseguir fazer com que a raiva deixasse de circular entre animais das cidades, reduzindo o número de mortes. Segundo o Ministério da Saúde, a raiva humana registrou 240 casos de 1986 a 1990, enquanto; de 2010 a 2022, foram 45 notificações. 

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Antes de a vacinação ter sucesso, era comum relacionar a raiva a animais domésticos. Cães babando ou com comportamento agressivo fazem parte do imaginário popular como os grandes transmissores da doença. A própria cadela mais famosa da literatura brasileira, Baleia, é sacrificada na obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, por suspeita de raiva. 

Com a vacina isso mudou, explica o presidente da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Nélio Batista. "O ciclo silvestre da doença, envolvendo morcegos, primatas não humanos, raposas, entre outros animais, passou a ocupar lugar de destaque no cenário epidemiológico, que antes era do cão". 

Apesar disso, somente a vacinação mantém os animais domésticos protegidos da doença. O veterinário explica que em áreas próximas a matas ou rurais, é comum que cachorros tenham contato com cães do mato ou raposas, e que gatos sejam atacados por morcegos. Toda vez que animais silvestres contaminados brigam ou atacam animais domésticos sem a vacina, a doença ganha nova chance de chegar às áreas urbanas.

"Precisamos resgatar o conhecimento, a divulgação e a sensibilização da população e a participação dessa população em continuar vacinando cães e gatos. Porque, se há o vírus silvestre, há o risco de contaminar cães e gatos e reintroduzir a raiva urbana no Brasil, o que seria um desastre para todos nós", afirma. "São cenários a que temos que estar atentos, porque foi uma conquista árdua, mas, para voltarmos à estaca zero, é apenas questão de 12 meses, 24 meses, para recrudescer um problema já vencido".

O veterinário destaca que o equilíbrio ambiental é essencial para que a raiva e outras doenças transmitidas por animais silvestres permaneçam sob controle, já que três em cada quatro doenças emergentes no mundo atualmente passam de animais para humanos. 

"Quando se degrada uma área ambiental, uma cadeia animal é afetada, e quando ela é afetada, uma determinada população diminui e outra população animal prospera intensamente. Tudo faz parte de um ciclo", explica. "É nesse momento que os patógenos que estão latentes no ambiente silvestre tomam força, passam a infectar outras espécies e a causar doenças novas e doenças que estavam contidas apenas nesse ambiente".

Transmissão e sintomas

O Ministério da Saúde explica que a raiva é transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo passar também por meio de arranhões ou lambidas desses animais em mucosas ou feridas. 

O período de incubação varia entre as espécies, mas nos seres humanos a média é de 45 dias após a contaminação, podendo ser mais curto em crianças. Alguns fatores reduzem a incubação, como a a carga viral inoculada e a facilidade de o vírus chegar ao cérebro a partir do local do ferimento.

Após a incubação, o paciente passa por um período de dois a dez dias com mal-estar geral, pequeno aumento de temperatura, anorexia, dor de cabeça, náuseas, dor de garganta, entorpecimento, irritabilidade, inquietude e sensação de angústia.

Depois disso, a doença passa para um quadro mais grave, causando ansiedade e hiperexcitabilidade crescentes, febre, delírios, espasmos musculares generalizados e convulsões. Esses espasmos evoluem para um quadro de paralisia, levando a alterações cardiorrespiratórias, retenção urinária e prisão de ventre grave. Esse agravamento pode durar até sete dias, e o quadro terminal é antecedido por um período de alucinações, até que o paciente entre em coma e morra .

Doença letal

Ainda que seja uma velha conhecida da ciência, a raiva raramente tem cura, e mesmo os tratamentos mais atuais dificilmente têm sucesso. Quando a profilaxia antirrábica não ocorre em tempo oportuno e a doença se instala, o protocolo de tratamento da raiva humana inclui a indução de coma profundo, o uso de antivirais e outros medicamentos específicos, mas a letalidade permanece de quase 100%. Em toda a série histórica da doença no país, somente duas pessoas sobreviveram.

"A raiva ainda é a doença mais temida do planeta, pelo seu desenlace quase sempre fatal. Os casos de cura são raros", alerta Nélio Batista. 

De janeiro até o início de agosto de 2022, foram confirmados cinco casos de raiva humana no Brasil, e todos terminaram em morte. Quatro deles foram em uma aldeia indígena no município de Bertópolis-MG (sendo dois adolescentes de 12 anos e duas crianças de 4 e 5 anos), e um no Distrito Federal-DF (adolescente entre 15 e 19 anos). Os casos em Minas Gerais foram transmitidos por morcego, e o caso do DF, por um gato.

O veterinário alerta que, além de vacinar os animais, é importante observar comportamentos estranhos que podem ser fruto de doenças neurológicas em animais domésticos. 

"Os sinais da raiva não mudaram. O animal muda de comportamento, e o dono sabe melhor do que ninguém o comportamento do seu animal. Ele procura locais escuros, tem latido diferente do normal, dilatação pupilar muito clara e uma tendência a atacar objetos, pessoas e, inclusive, seu próprio dono", explica Nélio Batista, que recomenda que os donos desses animais devem buscar centros de controle de zoonoses.

No caso de animais silvestres, fica mais difícil perceber esses sinais, mas o veterinário alerta que mordidas ou arranhadas de morcegos, micos, saguis, cães do mato e raposas do mato sempre devem ser tratados com seriedade. "Se for atacado por um animal silvestre, é soro e vacina imediatamente", diz o pesquisador, que acrescenta que morcegos voando durante o dia ou caídos no chão têm grande probabilidade de estar contaminados.

Vacina eficaz

Se, por um lado, a raiva é praticamente incurável quando se instala no organismo, por outro, o protocolo pós-exposição é eficaz, gratuito e seguro. O epidemiologista José Geraldo, professor emérito da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, explica que a vacina antirrábica contém o vírus morto e é capaz de salvar a vida de uma pessoa contaminada se ela buscar uma unidade de saúde nos primeiros dias depois do ferimento.

"A vacina da raiva no passado apresentava eventos adversos que não existem mais com esse produto nova. A gente lamenta muito quando ocorre algum caso de raiva humana, porque se você for atendido em um prazo adequado, a doença é plenamente prevenível".

Em 2018, um surto deixou dez mortos na cidade de Melgaço, no Pará, sendo nove menores de idade que não foram submetidos à profilaxia antirrábica. O epidemiologista explica que, após uma mordida ou arranhadura, deve-se lavar imediatamente o ferimento com água corrente e abundante, retirando quaisquer resíduos que possam ter sido deixados pelo animal.

"Imediatamente, deve-se procurar a unidade de saúde, porque, dependendo do local da agressão e do tipo de animal que fez a agressão, existe um protocolo diferente", afirma o médico. "Quanto mais rápido a vacina e o soro forem feitos, mais eficazes serão".

A gravidade da contaminação por raiva responde a alguns fatores, como o risco de contaminação do animal, que é maior em morcegos, animais silvestres e outros com sintomas; ferimentos no rosto, pescoço, mãos e pés, onde há mais conexões nervosas; profundidade da dilaceração e quantidade de mordidas e arranhões. Quanto mais agravantes, maior é a chance de o protocolo incluir também o soro antirrábico, que já contém anticorpos prontos para a defesa do organismo no curto prazo, enquanto a vacina estimulará o sistema imunológico nos dias seguintes. 

A procura por uma unidade de saúde é importante para que o médico avalie o ferimento e decida que ações adotar, segundo Nota Técnica do Ministério da Saúde. No caso de cães e gatos que não têm sintomas e podem ser observados pelos próximos dez dias, o protocolo prevê o acompanhamento do animal e a adoção da vacina somente se ele apresentar sintomas, morrer ou desaparecer. 

Em alguns casos, o risco de exposição faz com que a vacina seja usada antes mesmo de qualquer ferimento ocorrer. É a chamada profilaxia pré-exposição, prevista no Brasil para profissionais como médicos veterinários, biólogos, profissionais de laboratório de virologia e anatomopatologia para raiva, estudantes de veterinária, zootecnia, biologia, agronomia, agrotécnica e áreas afins.

"Para esses profissionais de mais risco, o ideal é vacinar durante a formação, porque os veterinários já lidam com os animais durante o curso. O ideal é que seja feita a vacinação durante a faculdade", diz o epidemiologista.

A UNAMA – Universidade da Amazônia, em parceria com o Centro de Controle Zoonoses de Belém, vai promover, por meio da Clínica-Escola de Veterinária (Clivet) da Instituição de Ensino Superior (IES), um calendário quinzenal de vacinação antirrábica para cães e gatos. O objetivo da iniciativa é ajudar o município a melhorar a cobertura de proteção dos pets e a manutenção do controle da doença na cidade.

As ações vão ocorrer até o último mês do ano e sempre aos sábados, com início no próximo dia 13 de agosto de 2022. Para vacinar seus animais, os tutores devem se dirigir até a Clivet, das 8 às 17 horas, com acesso pelo estacionamento do canal da avenida Antônio Baena. Na entrada, os alunos do curso de veterinária da UNAMA, com supervisão de professores e veterinários da clínica-escola, farão a triagem dos animais.

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O coordenador do curso de Medicina Veterinária da UNAMA, professor Jurupytan da Silva, lembra que é importante que os tutores fiquem atentos aos critérios para vacinação. “Devem ser vacinados animais a partir dos 3 meses de idade e clinicamente saudáveis. Vale destacar ainda que, para uma maior segurança e bem-estar do animal, o reforço da dose antirrábica deve ser feito anualmente”, explica o docente.

Além do dia 13 de agosto, a programação de vacinação na UNAMA, em parceria com o Centro de Controle Zoonoses de Belém, ocorre ainda no dia 27 deste mês. As outras datas estipuladas para a oferta do serviço são: 10 e 24 de setembro; 8 e 22 de outubro; 5 e 19 de novembro; e nos dias 3 e 17 de dezembro.

Serviço

Vacinação Antirrábica – UNAMA e Zoonoses de Belém.

Datas: 13 e 27 de agosto; 10 e 24 de setembro; 08 e 22 de outubro; 05 e 19 de novembro; e 03 e 17 de dezembro.

Hora: 8h às 17h.

Local: Clínica-escola de veterinária da UNAMA, campus Alcindo Cacela.

*Entrada pelo estacionamento do canal da Antônio Baena.

Da Ascom UNAMA.

 

A indígena de 12 anos que foi diagnosticada com raiva morreu na UTI do Hospital João Paulo II, no Centro de Belo Horizonte, Minas Gerais. O caso foi notificado no dia 5 de abril e o resultado de exames confirmaram a doença no dia 19. 

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) informou que o óbito ocorreu na última sexta-feira (29) e que a causa pode ter relação com um morcego. No dia 4 de abril, um indígena de 12 anos também não resistiu à doença após dar entrada na UPA de Teófilo Otoni. 

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Outra criança, de 5, que morava na mesma aldeia, na Zona Rural de Bertópolis, no Vale do Mucuri, morreu no dia 17 de abril. Ela não apresentou sintomas, mas a pasta investiga o caso como raiva devido à proximidade das outras ocorrências. 

Quarto caso

Uma menina, de 11, parente do segundo caso, está hospitalizada em leito clínico, com sintomas da raiva, como febre e dor de cabeça. Ela apresenta quadro estável e segue em observação enquanto aguarda o resultado de exames.

Investigação epidemiológica

No domingo (24), a SES-MG enviou doses de vacina antirrábica humana para a comunidade. A pasta também enviou soro específico para humanos e imunizante animal para cães e gatos da região. A investigação epidemiológica foi ampliada para identificar a existência de novos pacientes e as causas do contágio. 

Neste sábado (23) e domingo (24), das 8h às 13h, os tutores de cães e gatos devem levar os seus animais para tomarem a vacina antirrábica em algum dos 16 pontos que serão disponibilizados pela Secretaria de Saúde do Recife. A expectativa da prefeitura é que sejam imunizados cerca de 10 mil animais.

A lista completa dos locais de vacinação estão disponíveis no site da Prefeitura do Recife. Quem tiver carteira de vacinação do animal deve levar e, quem não possuir, receberá o documento na hora, com o registro da aplicação e o lote da vacina utilizada na imunização.

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Para aqueles que não conseguirem levar os animais para se vacinar neste fim de semana, a Sesau disponibiliza a vacina antirrábica de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, no Centro de Vigilância Ambiental (CVA), em Peixinhos; no Hospital Veterinário do Recife, no Cordeiro; e nas sedes dos oito Distritos Sanitários.

O Laboratório Municipal de Saúde Pública (Lasp) do Rio de Janeiro diagnosticou um caso de raiva animal esta semana. O Rio não registra casos de raiva em cães e gatos desde 1995. O caso foi encaminhado por um veterinário de Duque de Caxias, que prestou atendimento a um cão que morreu no dia 6 de maio.

Segundo o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, Controle de Zoonoses e Agropecuária (Ivisa-Rio), a Secretaria de Estado de Saúde e o Sistema de Informação de Agravo de Notificação (Sinan) foram informados e a amostra retirada do animal foi encaminhada ao Instituto Pasteur para determinação da variante viral.

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De acordo com o Ivisa-Rio, o animal teve contato direto com um morcego no dia 26 de março e não houve agressão à tutora do cachorro ou aos profissionais de saúde que o atenderam.

O instituto informou que será feita vacinação antirrábica nos dias 15 e 22 maio nos bairros vizinhos ao município de Duque de Caxias. Neste sábado (15), serão imunizados os animais de Parada de Lucas, Vigário Geral e Jardim América, na zona norte do Rio de Janeiro.

Juliette ouviu Sarah e Gilberto na madrugada desta terça-feira, dia 30, após Jogo da Discórdia no BBB21.

A sister afirmou que ficou magoada com Gilberto durante declarações feitas no programa ao vivo, como por exemplo, o fato do economista achar que a paraibana não enxuga as lágrimas para fazer VT.

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- Eu estava no auge da minha raiva. Eu falei algo e você rebateu. Eu já vim cego de raiva deste que falei com Rodolffo, disse Gilberto, pedindo desculpas à sister, que afirmou ter sido descredibilizada por suas emoções e profissão.

Juliette então aconselhou Gil a parar de ouvir fofoca:

- Nada apaga ou justifica a forma que você tem lidado com as coisas aqui comigo. Para! Eu não sou tua mãe, eu não sou tua irmã... Para de acreditar em fofoca e agir baseado em raiva. Para de falar dos outros sem saber, para com isso. Eu estou dizendo dez vezes. Eu já disse antes. Tu fecha teus ouvidos para mim, depois que as coisas acontecem tu vem pedindo desculpa e aí tu quer que eu te desculpe. Eu já desculpei uma, duas, três, quatro... Eu já estou machucada e calejada. Eu não aguento mais. A verdade é essa.

Os dois, por fim, parecem ter esclarecido as coisas, já que a conversa se encerrou com uma troca de carinhos.

- Para eu poder começar a abrir o que eu sinto em relação a você, eu apanhei muito. Assim, de me decepcionar muito, mas muito, viu Gil. Tu pintasse e bordasse com a minha cara. Você é fofoqueiro. E tem mais: acredita nas fofocas e não tem peito para perguntar.

Gilberto afirma que tem coragem de perguntar para ela e Juliette rebate, dizendo que agirá diferente com ele. Rindo, Gil diz para a colega: - Eu te amo!

Já Sarah não quis saber de acertar as contas com a sister e afirmou que as duas só conversarão caso ela volte do paredão:

- Eu tenho medo de me autossabotar. Mas eu quero te falar, do fundo do coração, que nós duas voltemos. E quando a gente voltar, aí eu quero conversar com você. Agora não porque eu tenho medo de eu falar alguma coisa, você falar alguma coisa. Porque a gente está as duas no Paredão. Eu espero que a gente volte, as duas. Eu estou falando do fundo do coração.

 

Zilu Camargo participou de uma live e abriu o jogo sobre diversos assuntos, como por exemplo, traição e mágoas. Ela, que foi traída pelo ex-marido, Zezé Di Camargo, não teve problemas em falar sobre como se sentiu depois do acontecido e ainda deu a entender que é uma pessoa que não guarda mágoas.

Primeiro, ela foi questionada sobre como superou a traição: "Essa é picante, gente. A traição já é uma palavra que não é legal. E é difícil você superar a traição, muito difícil. Quando você é muito correta, muito fiel, acredita muito em uma coisa e é traída, você se vê em um túnel onde você não vê o final, você entra para a escuridão. É mais ou menos isso. E você tem que sair dela. Você tem que procurar sair dessa escuridão para voltar a acreditar de novo nas pessoas, porque nem todos nós somos iguais. Tem pessoas que traem, tem pessoas que fazem coisas piores, são gananciosas, interesseiras (...). Então eu acho que traição não é uma coisa legal, não. E para superar, é complicado. Mas eu superei bem".

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E ainda disse:  "Hoje, depois de seis anos, eu acho que eu sei muito bem lidar com isso. E se tiver traição de novo, minha filha, sacode a poeira, joga para trás e bola para frente. É a vida".

Em seguida, a mãe de Wanessa Camargo, explicou se existem mágoas ou situações mal resolvidas as quais ela ainda não tenha superado: "Não consigo ter mágoa de ninguém, raiva de ninguém. Coisas que o meu coração não guarda é ódio, mágoa e eu não tenho essa coisa de vingança. Isso não é um sentimento que cabe dentro de mim. Às vezes eu tenho um estado de melancolia, de às vezes querer entender o que aconteceu, o que acontece, por que as pessoas que você mais confia, que você mais se doa, traz para dentro do seu coração, e você é traída por essa pessoa e aí você se questiona e isso acaba te dando uma mágoa. E aí você chora um pouco, coloca aquilo para fora e faz uma oração".

Após falar que nada é por acaso e que na vida há livramentos, ela, que está brigando na justiça com Zezé, disse: "Hoje, graças a Deus, eu não tenho mágoa, eu não tenho ódio. Eu tenho a minha convicção do que eu quero, do que eu vou fazer e de pessoas que eu não quero perto de mim, que eu não faço questão de ter amizade, de pessoas que realmente me traíram - de amizade, pessoas que viviam dentro da minha casa, passavam Natal, Ano Novo, e me traíram. Eu não tenho mágoa, eu só quero que elas fiquem nas vidinhas delas lá, longe de mim. São pessoas que eu não quero perto de mim".

A cantora Mart’nália, herdeira de um dos maiores nomes do samba no Brasil, Martinho da Vila, leva com orgulho a missão de dar continuidade ao talento do pai. Admiradora da história e exemplo de Martinho, ela falou, em entrevista, como se sentiu quando viu o pai ser ofendido pelo presidente da Fundação dos Palmares, Sérgio Camargo. Sem vacilar, a artista revelou ter sentido vontade de dar uma “voadora” no sujeito. 

Em novembro de 2019, Sérgio Camargo atacou não só a Martinho da Vila como a outros artistas negros, a exemplo de Emicida e Taís Araújo. Sobre o sambista, o presidente da Fundação dos Palmares disse se tratar de um “vagabundo”. Em resposta, o pai de Mart’nália disse, em entrevista ao Globo: “O racismo é uma doença e esse rapaz está em estado terminal”. 

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Agora, em pleno Dia dos Pais, Mart’nália relembrou o caso em entrevista que deu ao Extra. Ela revelou ter ficado muito indignada com os ataques e que teve vontade de dar “porrada” em Sérgio. "Sensação de muita raiva. Sei lá. Sabe quando você fica meio em choque? Não sabe se tem vontade de dar uma porrada no cara.Se ele passasse na minha frente, c.! Sabe, enfiar-lhe a porrada? Se eu ia apanhar, não sei. Mas vontade de dar uma voadora nele e f...-se. Ia ser processada e tal. Vou te dizer a verdade, ele que não passe na minha frente”.

A campanha de vacinação contra a raiva, que costuma ocorrer nos meses de agosto e setembro, foi adiada e apenas a imunização de rotina será realizada. A Secretaria de Estado da Saúde informou nesta quarta-feira (5) que a medida foi adotada para evitar aglomerações durante a pandemia do novo coronavírus.

As doses da vacina antirrábica vão continuar sendo aplicadas nos serviços de saúde municipais e clínicas veterinárias particulares para a vacinação de rotina de cães e gatos. Segundo a pasta, a decisão segue recomendações do Ministério da Saúde para reduzir o risco de infecção pela Covid-19.

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O Estado de São Paulo não registra casos de raiva em humanos, causada pela variante canina, desde 1997. Em cães e gatos, a doença não é registrada desde 1998. O último caso de contágio após acidente com morcego infectado ocorreu em 2018.

Um homem saiu para se divertir em uma corrida de touros na cidade espanhola de Borbotó, mas acabou levando diversas chifradas antes de ser salvo pela multidão.

Durante o evento chamado Bous al carrer vários touros são soltos em pequenas cidades da região espanhola de Valência.

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Durante sua execução na cidade de Borbotó, participantes da corrida de touro estavam se divertindo enquanto um dos touros soltos parecia estar confuso com toda a agitação feita pelos locais, conforme publicou o tabloide Daily Mail.

Entre os participantes do evento estava um homem da cidade de Manises, que fica próxima a Borbotó. Tentando fugir da mira do animal, o homem acabou levando um tombo que o colocou bem na mira dos chifres do touro.

Sem perder a chance, o animal foi com tudo para cima do indivíduo, conforme mostrado no vídeo publicado em uma página no Facebook.

A fúria do touro era tanta que o animal deu várias chifradas contra o homem deitado no chão.

Preocupados com o estado do espanhol, as pessoas que estavam no evento tentaram distrair o animal. Um deles pegou no rabo do touro, enquanto outros tentavam chamar a atenção do animal.

Depois de vários golpes, e com a ajuda dos cidadãos, o animal finalmente deixou sua vítima em paz.

O homem foi levado para um hospital e que as chifradas lhe causaram seis lesões. Apesar do acontecimento, o espanhol não corre risco de vida.

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Da Sputnik Brasil

  O deputado federal eleito pelo Rio de Janeiro Daniel Silveira (PSL) está causando nas redes sociais após gravar um vídeo no qual diz que o brasileiro parece só funcionar na “porrada” e o bandido na bala. Ele, que é um dos integrantes da comitiva de parlamentares em visita à China, também faz uma crítica a escritor Olavo de Carvalho.

“Em primeiro lugar, vai pra p… que te pariu. Começa por aí, a quem servir a carapuça, f…-se. Sabe porque, por que o eufemismo não funciona com brasileiro. Brasileiro só parece que funciona na porrada e o bandido na bala. A gente tem que ser desse jeito, tem que ser puto, tem que falar com raiva, tem que odiar o brasileiro”, disse elevando o tom. 

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Silveira também criticou o governo do PT. “Todos nós parlamentares aqui na China botamos nossa cara a tapa para poder enfrentar sempre o sistema comunista que estava se implantando no Brasil. Que você, idiota coletivo, imbecil, que só acredita em uma fonte de um blog que inventa uma m…. e esvazia o conteúdo, ajudou a colocar. Você não falava nada do governo do PT, com Lula, com a Dilma. Com esses imbecis que governavam você, que tirava da sua geladeira, que não aumentavam o seu salário, isso você não falava", disparou. 

“Bastou o Bolsonaro ser eleito e uma comissão ser convidada pela embaixada do Brasil na China e pelo governo chinês para apontar soluções no agronegócio, portuário, de aviação, automobilista e dentre outras tantas tecnologias, que você fala um monte de merda porque o professor Olavo de Carvalho falou sobre a empresa Huawei. O Olavo, professor, guru da sapiência humana e a única fonte de inteligência do Brasil”, ironizou. 

As eleições se aproximam e, em 2018, ganham contornos diferentes dos últimos pleitos. Desta vez, o processo está muito mais polarizado. Parece que o Brasil se divide entre esquerda e direita, coxinhas e mortadelas. Essa polarização tem levado a um “ufanismo eleitoral” assustador. Quase não se debate mais política; ao contrário, o que acontece são verdadeiros bate-bocas, discussões acaloradas, xingamentos mútuos. Aparentemente, a situação está mais desrespeitosa do que as brigas de torcidas esportivas.

Se antes política era um assunto saudável de ser debatido, hoje pode até virar caso de polícia. Não se aceita mais o contraditório, a opinião divergente. Parece que, se eu não penso igual a você, nunca nos entenderemos e seremos eternamente rivais. Como se não fôssemos capazes de entender o ponto de vista do outro ou mesmo mudar de ideia.

Até compreendo, apesar de não concordar com toda essa raiva. Afinal, a situação política do País é das piores possíveis. Desse desacerto nos três Poderes, decorrem crises na educação, segurança pública, saúde, economia, enfim, todos os âmbitos da nossa vida. Estamos mergulhados em uma grave crise, acima de tudo moral e institucional. Isso tudo causa uma revolta na população, que se desespera na busca por possíveis soluções – que têm que vir, em parte, de fato, dos políticos que dirigem o País. 

Nesse tempo, os mais exacerbados se agarram a nomes como tábuas de salvação e transformam pessoas – candidatos a cargos eletivos – em quase divindades e atribuem a elas o poder de tirar o Brasil do buraco. Acontece que qualquer outro posicionamento que não aquele que a pessoa estabeleceu como o caminho a ser seguido é tido como errado, qualquer outro candidato é logo taxado como incompetente. Que engano.

Primeiro: por mais bem intencionado que qualquer postulante nesta eleição esteja, não será ele sozinho que irá reverter a situação atual. Ele pode ter a iniciativa, mas precisará da colaboração de diversas instâncias para realizar as melhorias necessárias. Não é uma tarefa fácil, de fato. 

Mas não devemos depositar em uma pessoa a esperança da salvação do país. Isso, inclusive, causa uma “cegueira” que pode ser muito arriscada. Não ver outras possibilidades é um grande erro. Segundo: não há porque brigar tanto, disseminar tanto ódio contra o que pensa desigual. Defender uma convicção política não significa execrar ou achincalhar quem não concorda. É possível discordar, respeitando a outra parte. 

Política não é religião. Político não é Deus. Até porque, em uma democracia, ao menos em tese, o poder emana do povo.

A Prefeitura de São Paulo promove campanha de vacinação contra a raiva de cães e gatos a partir da próxima segunda-feira (20). Serão mais de 1.900 postos instalados na cidade que funcionarão das 10h às 16h. A campanha se estenderá até 2 de setembro. A vacinação é gratuita.

Todos os animais com mais de 3 meses devem ser vacinados, exceto os doentes (diarreia, secreção ocular ou nasal, falta de apetite, convalescentes de cirurgias ou outras enfermidades).

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Serviço
Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos
Data: de 20 de agosto a 2 de setembro de 2018
Horário de funcionamento dos postos: das 10h às 16h
Informações: podem ser obtidas no site www.prefeitura.sp.gov.br/covisa ou pelo telefone 156

A Secretaria da Saúde de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, dará início a campanha de vacinação de cães e gatos contra raiva nesta quarta-feira (1°). A imunização se estenderá até o dia 5 de setembro e serão instalados 181 postos que funcionarão das 9h às 16h, cada dia em uma região diferente da cidade.

Segundo a prefeitura, a meta é imunizar mais de 144 mil animais. Devem ser vacinados todos os cães e gatos acima de três meses de idade e em condições saudáveis, incluindo as fêmeas em gestação ou amamentação. Animais com a saúde debilitada, subnutridos, em tratamento ou que estiverem em período pós-cirúrgico não devem ser imunizados.

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A administração municipal alerta que para evitar acidentes o animal deve ser levado até o posto de vacinação por um adulto e com coleira ou guia, permanecendo no local apenas o tempo necessário para ser imunizado. Animais de grande porte ou com comportamento agressivo devem ser levados com focinheira.

Além da campanha realizada nos bairros, a prefeitura informou que a população também encontra as doses contra a raiva durante o ano todo no Centro de Controle de Zoonoses, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na rua Santa Cruz do Descalvado, 420, no Jardim Triunfo. Além disso, exclusivamente durante o mês de agosto, a imunização estará disponível aos sábados das 9h às 16h.

A Campanha de Vacinação Contra Raiva para cães e gatos em Guarulhos termina no próximo dia 14 (quarta-feira). Até lá, serão instalados mais 72 postos de vacinação em toda a cidade, com funcionamento das 9h às 16h.

Depois do dia 14, a população encontrará a vacina de forma gratuita somente no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da prefeitura, que funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h, na rua Santa Cruz do Descalvado, nº 420, no Jardim Triunfo (região de Bonsucesso).

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Devem ser vacinados contra a raiva todos os cachorros e gatos acima de três meses de idade, inclusive fêmeas em período de gestação e amamentação. A raiva não tem cura e leva à morte.

A vacina é totalmente gratuita e não tem contra-indicação. Todo material utilizado é estéril, descartável e de uso único. Contudo, em caso de reação alérgica ou surgimento de qualquer sintoma, a pessoa deve entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo telefone 2436-3666.

Para conferir os postos de vacinação dos próximos dias, acesse o link: http://www.guarulhos.sp.gov.br/sites/default/files/Postos_Campanha_contra_Raiva_animal.pdf .

Os médicos do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), no Recife, confirmaram, nesta segunda-feira, 3, como sendo raiva humana a causa da morte da empresária Adriana Vicente da Silva, de 36 anos, proprietária de um pet shop na capital pernambucana. A paciente estava internada desde o último dia 18 e morreu na quinta-feira, 29. Os exames foram realizados pelo Instituto Pasteur, de São Paulo.

Adriana foi atacada por um gato na mama, em 26 de abril, mas não chegou a procurar uma unidade de saúde. No dia 18 de junho, ela foi internada no Hospital Agamenon Magalhães, no Recife, já apresentando os sintomas da doença.

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Com a suspeita de raiva humana, ela foi transferida para o HUOC, referência no tratamento da doença, mas não sobreviveu.

Raiva

Desde 1998 não era registrado um caso de raiva humana no Recife e, desde 2004, não eram notificados casos de raiva canina ou felina. Em Pernambuco, o último caso da doença em pessoas aconteceu com um garoto, morador do município de Floresta, no Sertão do Estado. O adolescente levou uma mordida de morcego e conseguiu sobreviver, tornando-se a primeira referência de cura de raiva humana no Brasil.

Acontece neste sábado (10) a Campanha de Vacinação Antirrábica Animal 2017 no Recife. Na capital pernambucana, 450 pontos de vacinação contra a raiva em cães e gatos estarão distribuídos, atendendo a população das 8h às 17h.

Segundo informações da Prefeitura do Recife, na cidade há 209.104 animais, dos quais aproximadamente 160 mil são apenas cães. A meta do projeto é vacinar pelo menos 80% dos animais nos pontos, que estarão abertos aos pequenos animais em postos de saúde, igrejas, praças e parques da cidade. A lista dos postos da campanha está disponível no site da prefeitura. 

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Devem participar da campanha cerca de 1.500 profissionais buscando combater o vírus da raiva, que é letal para os animais infectados. No Recife, não há registro de raiva canina ou felina desde 2004. Em humanos, que também são atingidos pelo vírus, o último caso foi registrado em 1998. 

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A classe política tem perdido cada vez mais a credibilidade diante da população.  O curioso, entretanto, é que nos últimos tempos os acentuados escândalos de corrupção envolvendo atores influentes do setor estão, na realidade, não apenas aumentando o descrédito, mas nutrindo outro sentimento na sociedade: a raiva. Ao menos é isso o que vem acontecendo com recifenses das classes C e D, segundo aponta um estudo qualitativo feito pelo Instituto de Pesquisas UNINASSAU.

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Ao entrevistar pessoas jovens e mais maduras que recebem de um a cinco salários mínimos sobre a percepção deles sobre a atuação dos políticos brasileiros, o levantamento, encomendado pelo LeiaJá em parceria com o Jornal do Commercio, apontou que todos rejeitam, não confiam e desacreditam na classe. “Classificam [a classe política] como ladra, não mostram apreço  e nem respeito e são incapazes de citar um bom político ou um político que admiram”, detalha a amostra.

O raio-x sugere que o sentimento negativo é mais acentuado quando se trata dos eleitores mais velhos. Segundo o texto da pesquisa, esta parcela dos entrevistados reconhecem os políticos como “estorvo para a sociedade”. Já os mais jovens não demonstram intensa revolta, mas também não os admiram. 

O LeiaJá foi às ruas conferir o sentimento popular sobre o assunto e os argumentos do estudo foram corroborados. Para o comerciante José Sales, 61 anos, os políticos são “um cambôi [sic] de ladrões”. “Tenho raiva deles sim. Quando estou aqui [ no Mercado de Afogados] e vejo que eles estão vindo, apertando a mão do povo e fazendo suas promessas, corro logo para não ser obrigado a falar com eles. Odeio mesmo esses políticos. Dá vergonha deles”, declarou o morador da Imbiribeira, na Zona Sul do Recife. 

A postura de Sales também foi expressa por outras quatro pessoas mais maduras abordadas pela nossa reportagem, mas que se recusaram a falar quando souberam que o assunto era a atuação dos políticos no país e em Pernambuco. O sentimento de descontentamento entre eles era latente. 

Já ao abordar mais jovens, como o estudante Rafael Lima, 20 anos, a sensação de desprezo foi latente. “Estou nem aí para eles. Não influenciam em nada para mim. O que sei é que precisamos de pessoas mais honestas entre eles”, frisou o morador do bairro da Joana Bezerra. 

Lava Jato e o sentimento de justiça

Um dos fatores que acentua a negatividade diante dos políticos, de acordo com o Instituto de Pesquisas UNINASSAU, é a corrupção e, com isso, os entrevistados afirmaram nutrir um “sentimento de justiça” com a Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção bilionário a partir de contratos superfaturados na Petrobras. “Entre os eleitores mais maduros observamos intensa alegria com a Operação… Os jovens aprovam a Lava Jato, mas não são tão entusiastas”, explicou o coordenador da pesquisa e cientista político Adriano Oliveira. 

Segundo a avaliação qualitativa, “os inquiridos associam ao sentimento de justiça” porque “políticos estão indo para a cadeia, assim como ricos” e não necessariamente pelo combate à corrupção. Alguns, inclusive, “associam a crise econômica a Lava Jato”. 

Apesar da sensação de justiça com a prisão de alguns atores envolvidos no esquema, Adriano Oliveira também salientou que os ouvidos pelo Instituto classificaram a corrupção como o principal problema do país e apontaram que ela “se tornou corriqueira”. “A corrupção é associada a classe política e não a qualquer indivíduo… A insatisfação com a classe política e o reconhecimento da existência da corrupção pública fazem com que, inicialmente, os eleitores aplaudam a Lava Jato”, disse o estudioso. 

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Ineficiência dos Governos 

O levantamento também pondera que os recifenses da periferia associam a corrupção à ineficiência dos governos, como a falta de oferta de saúde e educação, e confundem a atuação do Estado com a obrigação dos políticos. Segundo a pesquisa, “os eleitores maduros mostram revolta intensa com os governos e os jovens criticam os governos,mas não são tão revoltados”. 

“O governo está perdido. Não tem feito nada pela população, não aprumam [sic] nada”, disparou o comerciante José Tertuliano, 70 anos, morador da Vila São Miguel. “Eles puxam para quem já te, não olham para o pobre”, corroborou a auxiliar de cozinha, Joyce Gonzaga, 29 anos. 

Sob a ótica de Adriano Oliveira, responsável pelo estudo, “a impressão negativa dos governos e a existência de demandas que não são solucionadas por eles, fazem com que os eleitores não reconheçam as políticas públicas”, por exemplo. “Governo e a classe política são categorias rejeitadas pelos eleitores”, grifou.

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Serão montados, neste sábado (27), mais de 7 mil postos de vacinação contra a raiva canina e felina nos municípios do interior de Pernambuco. Os pontos funcionam das 8h às 17h. No Recife, a campanha deve acontecer no dia 10 de junho.

A campanha tem como principal objetivo prevenir a raiva humana através do controle do vírus da raiva canina e felina. O dia D da Campanha Antirrábica Canina e Felina tem o mote “Quem cuida, vacina!” e pretende vacinar cerca de 100 mil animais só neste fim de semana. De acordo com a Secretaria de Saúde, apenas no Agreste do estado vivem cerca de 120 mil animais, sendo 80 mil cães e 37 mil gatos.

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Dezesseis equipes da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) estão nas ruas de Belém, desde terça-feira (9), para proceder à vacinação antirrábica de cães e gatos nos quarteirões próximos à residência onde um morcego infectado com o vírus da raiva foi encontrado, no bairro do Marco. O trabalho de bloqueio de foco é fundamental para minimizar as chances de transmissão do vírus da raiva para pessoas e animais domésticos.

Junto com a vacinação, a Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Centro de Controle de Zoonoses, está orientando a comunidade sobre o vírus da raiva, transmissão e sintomas, cuidados nos domicílios para impedir a entrada de morcegos e monitoramento dos animais domésticos. Também realiza inquéritos com os moradores dos quarteirões selecionados sobre possíveis contatos com os morcegos. “O trabalho foi iniciado com a captura no Bosque Rodrigues Alves, Batalhão de Polícia e no Parque do Utinga. Os morcegos hematófagos encontrados foram encaminhados para exames no Instituto Evandro Chagas. Hoje, estamos fazendo, ao mesmo tempo, a vacinação antirrábica de cães e gatos, o inquérito e a parte pedagógica de orientação”, explicou Roberto Brito, médico veterinário do Centro de Controle de Zoonoses.

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Quem encontrar morcego morto deve entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses para que seja feita a remoção do animal. O Zoonoses fica localizado na avenida Augusto Montenegro, km 11. Os telefones para contato são (91) 3227 2088, (91) 3247 3001, (91) 3344 2350 e (91) 3227 0355.

Por Márcio Harnon Gomes (com informações da assessoria da Sesma).


 

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