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O Brasil tem pouco mais de 133,1 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a Covid-19, ou 62,44% da população. É o que aponta o levantamento do consórcio de veículos de imprensa, em parceria com 27 secretarias de Saúde.

O número de pessoas parcialmente imunizadas, com ao menos uma dose da vacina, é de 158.839.084. Isso corresponde a 74,46% do total de habitantes do País.

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Houve 681,8 mil aplicações em um intervalo de 24 horas. As primeiras doses foram aplicadas em 73,4 mil pessoas, enquanto pouco mais de 400 mil receberam a 2ª aplicação da vacina.

O registro de dose única ficou em 654 aplicações. Já as doses de reforço foram administradas em 207,4 mil habitantes, com total de pouco mais de 16 milhões de doses aplicadas.

Os dados são do consórcio de veículos de imprensa, em parceria com 27 secretarias de Saúde.

A cantora Anitta não tem bobeado na campanha em defesa da vacinação contra a Covid-19. E na noite desse sábado (27), após fazer o show de abertura da final da Libertadores, a musa pop ofereceu uma festa no Rio de Janeiro para, segundo ela, mostrar ao Brasil que voltou. Os convidados do evento tiveram que fazer teste para saber se estavam ou não com coronavírus e, além disso, apresentar o cartão de vacina contra a doença.

Direta, a cantora usou o story do Instagram para lembrar aos seus convidados da exigência: "Pra quem foi convidado: não esqueçam o cartão de vacinação, hein, gente?"

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E acrescentou alfinetando quem não acredita na proteção vacinal: "A gente vai estar fazendo o exame [para identificar a presença do coronavírus] na hora, mas tem que ter cartão de vacinação, porque aqui não entra negacionista".

Anitta ainda disparou com bom humor: "E pra quem não foi convidado: não fica me ligando. Porque se não foi convidado, é porque eu não queria [sua presença]".

Carros com vacinas contra a Covid-19 vão circular por bairros e comunidades de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, para imunizar a população sem necessidade de agendamento nestes sábado (27) e domingo (28) . Os munícipes poderão receber a primeira, segunda ou terceira dose nos locais em que as unidades móveis passarem.

Neste sábado (27), das 9h às 12h, os carros vão passar pelas ruas dos bairros João de Deus, Vila da Fé e na ocupação Santa Terezinha. Já das 13h às 17h, os veículos trafegarão pela Vila Chocolate e Vila Dilma.

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No domingo (28), das 9h às 12h, será a vez das ocupações nos Carneiros, Vila Militar e Nossa Senhora dos Milagres. À tarde, das 13h às 17h, serão contemplados os moradores do assentamento Luiz Inácio Lula da Silva e da ocupação Santa Helena.

A vacina transportada nos carros é a da Pfizer. Para receber a primeira dose é necessário ter 12 anos ou mais. Para o público entre 12 e 17 anos é exigida a presença de um responsável, munido de documentação oficial com foto, para assinar o termo de consentimento de recebimento da vacina. Pessoas com mais de 18 anos devem estar com documento com foto, portar comprovante de residência, CPF ou cartão do SUS. 

Para receber a segunda dose da Pfizer, é necessário estar com intervalo de 60 dias do recebimento da primeira. Já a dose de reforço será aplicada no público de 18 a 54 anos que tomou a segunda dose há cinco meses. No caso da população a partir de 55 anos, o intervalo entre a terceira e segunda dose deverá ser de quatro meses.

A Prefeitura do Recife vai abrir, na próxima segunda-feira (29), dois pontos de vacinação contra a Covid-19 em shoppings. Segundo a gestão municipal, essa será uma nova estratégia em busca de ampliar a cobertura vacinal na cidade.

A imunização vai ocorrer de segunda a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos, das 12h às 20h, no térreo do Shopping Tacaruna, em Santo Amaro, área central do Recife, e no piso L2 do Shopping RioMar, no Pina, Zona Sul da capital. A partir da terça-feira (30), o serviço passa a ser oferecido no térreo do Shopping Boa Vista, na área central da cidade; e no piso superior do Shopping Recife, em Boa Viagem, Zona Sul. 

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"A iniciativa coincide com o início das festividades de fim de ano, quando uma maior quantidade de pessoas circula nesses espaços", explica a secretária de Saúde do Recife, Luciana Albuquerque. Para receber a vacina, é necessário apresentar um comprovante de residência em seu nome, além de um documento oficial com foto. Para aqueles que forem receber a segunda dose ou a de reforço, também é preciso levar o cartão de vacinação ou o certificado de vacina, disponível no Conecta Recife. 

O governo da África do Sul publicou comunicado, no qual reforça a importância de que a população local se imunize contra a Covid-19. A administração diz que as vacinas continuam a ser o meio mais eficaz de combater o vírus e casos graves da doença, mas também defende o uso de máscaras em locais públicos, para evitar a disseminação do problema.

"Vamos acabar com o poder da nova variante nos vacinando para limitar o número de mutações, e salvar nosso verão porque as vacinas enfrentam as variantes", diz o texto.

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Em outro comunicado, o governo sul-africano comenta o fato de que o Reino Unido decretou na quinta-feira (25) um veto a voos do país, por causa da nova variante.

O texto nota que Londres tomou a decisão antes mesmo de a Organização Mundial de Saúde (OMS) analisar e se pronunciar sobre a gravidade da nova cepa e diz que estará em contato com o país para tentar reverter a decisão.

Outras nações anunciaram decisões na mesma linha.

A partir de dezembro será obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação para acessar os prédios públicos em Pernambuco. O anúncio foi feito pelo secretário Estadual de Saúde, André Longo, durante coletiva de imprensa realizada na tarde desta quinta-feira (25), no Palácio do Campo das Princesas. 

Foi anunciada ainda a ampliação da capacidade dos eventos no estado, de 5 mil para 7,5 mil pessoas, desde que 100% do público esteja vacinado e que seja respeitada a lotação máxima de 50% do espaço.  Além disso,  a quantidade de pessoas permitida por mesa aumentou para 50 ocupantes.   

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Lesões cutâneas   

De acordo com Longo, os casos de lesões cutâneas em Pernambuco estão sendo acompanhados pelas equipes de vigilância do Estado, em conjunto com a equipe do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, liderada pelo infectologista Demetrius Montenegro. "Estamos esperando o resultado de uma biópsia. A gente, em breve, espera estar definindo isso", comentou.

Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen fez um apelo através de suas redes sociais para que a população da União Europeia finalize sua imunização contra a Covid-19 e receba as doses de reforço após seis meses. Ao fim desta semana, os Estados-membros terão recebido 1 bilhão de doses do imunizante, afirmou a presidente.

De acordo com Ursula von der Leyen, um quarto dos adultos da União Europeia ainda não está vacinado contra a doença.

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A Europa é, mais uma vez, o epicentro da pandemia, com mais de 60% de casos e mortes de Covid-19 no mundo tendo sido reportados no Velho Continente na semana passada.

A cidade de São Paulo alcançou nesta quarta-feira (24) a marca de 100% da população adulta vacinada contra a Covid-19 com a segunda dose ou dose única. A informação foi antecipada pela Coluna do Estadão.

O desafio agora é avançar com a imunização entre adolescentes de 12 a 17 anos para completar o esquema vacinal. Quem tem mais de 18 anos e tomou a segunda dose há pelo menos cinco meses também pode tomar a dose de reforço.

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A partir desta quinta-feira, 25, equipes da Secretaria Municipal da Saúde vão às escolas da rede municipal e estadual para aplicar a segunda dose da vacina nos adolescentes. Os pais e responsáveis, porém, devem assinar um documento autorizando a imunização.

"Com a vacinação nas escolas, será possível completar o ciclo vacinal dos adolescentes e garantir as segundas doses para esse público", disse o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido.

Em adolescentes de 12 a 17 anos, foram aplicadas até esta terça-feira, 23, 893.268 primeiras doses, representando uma cobertura vacinal de 105,8%. Com relação à segunda dose, foram 338.553 aplicações, ou 40,1% de adolescentes.

A Secretaria Municipal de Saúde também pediu ao Ministério da Saúde e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a exigência do passaporte da vacina para estrangeiros. Há preocupação com a entrada dos visitantes no País sem a imunização contra a covid-19 nos próximos meses, com as festas de fim de ano e o carnaval.

A vacinação contra a covid-19 para crianças de 5 a 11 anos começou nesta quarta-feira (24) no Canadá, que segue a linha de Estados Unidos e Israel de reduzir a idade de acesso às vacinas para combater a pandemia.

No palácio do Congresso, no centro de Montreal, dezenas de crianças de Quebec foram as primeiras a receber a vacina Pfizer, autorizada para eles desde a sexta-feira.

Para receber as crianças, estão previstas algumas pequenas adaptações: decalques em forma de unicórnio, espaços maiores do que para os adultos, e um cachorro acostumado a receber carícias, que circula para acalmar as crianças.

"Realmente eu não senti medo, mas estava preocupado", contou à AFP o jovem Víctor, de 10 anos, que levava em suas mãos uma frase colorida: "Bravo, você recebeu sua vacina".

A marcação de atendimentos para a vacinação de crianças em Quebec disparou desde que o governo aprovou a imunização pediátrica, "um indicador de que a resposta da população é genuinamente excelente", comentou Jean-Nicolas Aubé, porta-voz das autoridades de saúde em Montreal.

O primeiro-ministro do Quebec, François Legault, comemorou no Twitter após constatar durante a manhã desta quarta-feira que foram realizados "115.300 atendimentos" em poucas horas. "Juntos podemos fazer a diferença!", exclamou.

Já na vizinha Ontário, muitas crianças foram inoculadas ontem em Toronto, apesar de a campanha de vacinação só começar oficialmente nesta província, a mais populosa do Canadá, na quinta-feira.

O Canadá é um dos países com maiores índices de vacinação contra a covid-19 do mundo, com mais de 85% dos maiores de 12 anos inoculados com ao menos duas doses.

Nesta quarta, o país norte-americano aprovou o uso da vacina de dose única da Johnson & Johnson para os maiores de 18 anos.

Portugal planeja vacinar um quarto de sua população com uma dose de reforço da vacina contra a Covid-19 até janeiro para fazer frente ao novo aumento das infecções, anunciaram nesta quarta-feira (24) as autoridades de Saúde.

O país de 10 milhões de habitantes vai acelerar sua campanha de vacinação "para chegar a 2,5 milhões de vacinados em janeiro com a terceira dose", disse Antonio Lacerda Sales, vice-secretário de Estado da Saúde.

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Nos próximos dois meses, o país ibérico quer vacinar as pessoas com mais de 65 anos e as maiores de 50 que receberam uma única dose da Janssen. Cerca de 800 mil portugueses já receberam a terceira dose.

Portugal, um dos países mais vacinados do mundo, registou um novo pico de 3.773 casos em 24 horas, um recorde em quatro meses, segundo o último balanço das autoridades sanitárias.

Olinda ganhou um novo ponto fixo de vacinação antirrábica de cães e gatos, localizado na Associação dos Moradores da 3.ª Etapa, na Rua Canário do Império, 125. A estrutura já está funcionamento, de segunda a sexta, das 9h às 16h.

O município contava com outro local de imunização, que funciona no Centro de Vigilância Ambiental (CEVAO), na PE-15, em Cidade Tabajara. O atendimento também ocorre nos dias úteis, das 9h às 16h.

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De acordo com a Prefeitura de Olinda, um mutirão de vacinação antirrábica realizado no último sábado terminou com 9.942 animais vacinados, sendo 7.471 cães e 2.471 gatos. A iniciativa contou com 31 postos fixos de vacinação e envolveu 100 profissionais. Somado ao mutirão anterior, a Vigilância Ambiental registra a aplicação de 18.962 doses da vacina.

No ritmo da vacinação, o Brasil chegou neste domingo (21) a 129,1 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a covid, ou 60,52% da população. Em parceria com 27 secretarias de Saúde, os dados são levantados diariamente pelo consórcio de veículos de imprensa.

Já em relação à quantidade de pessoas com uma dose de vacina, ou parcialmente imunizadas, o número é de 157.906.157, o que corresponde a 74,02% do total de habitantes do País.

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Houve 622.724 aplicações em um intervalo de 24 horas. As primeiras doses foram aplicadas em 124,4 mil pessoas, enquanto 357.038 receberam a 2ª aplicação da vacina.

O registro de dose única mostra 533 pessoas vacinadas. As aplicações de reforço foram administradas em 144,6 mil habitantes, com total de pouco mais de 14 milhões de doses aplicadas.

Os dados do consórcio de veículos de imprensa mostram que neste sábado (20) o Brasil chegou à marca de 60,35% da população com o esquema vacinal completo com duas doses ou com o imunizante de dose única. Em números, significa que 128.743.052 pessoas estão totalmente imunizadas contra a Covid.

Ainda de acordo com o balanço, as pessoas parcialmente imunizadas somam 157.781.702, equivalente a 73,97% do total de habitantes do País. No entanto, estes números podem ser diferentes, já que há secretarias que não atualizam os dados aos finais de semana e feriados, como a do Distrito Federal. Alagoas e Mato Grosso não atualizaram o registro de vacinas neste sábado. É o que aponta o levantamento do consórcio de veículos de imprensa.

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O registro de doses nas últimas 24 horas ficou em 895,8 mil. As primeiras aplicações somaram 135,5 mil. Por outro lado, 490,9 mil receberam a segunda aplicação da vacina. 667 habitantes tomaram a dose única. Já as aplicações de reforço foram administradas em 268,6 mil habitantes.

Para tirar o plano de vacinar toda a população adulta com uma dose de reforço contra a covid-19, o Ministério da Saúde negocia a compra de mais 220 milhões de unidades de imunizantes dos laboratórios Pfizer e AstraZeneca, contra a covid-19, para 2022. O valor que será pago por cada uma ainda está sendo discutido pelas partes. As doses se juntarão a outras 134 milhões remanescentes deste ano, segundo contas da própria pasta.

Segundo a pasta, os dois contratos de compra "estão em fase final de celebração". O acordo com a Pfizer prevê a entrega de 100 milhões de doses ao longo de 2022, com opção de compra de mais 50 milhões de imunizantes. Com a AstraZeneca, a negociação é para a aquisição de 120 milhões de vacinas, com possibilidade de outras 60 milhões de doses caso seja necessário.

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Caso compre todas as unidades em negociação, o total de vacinas adquiridas para o ano que vem chegaria a 330 milhões de doses, número próximo do que o governo distribuiu até agora, de 365 milhões unidades.

A programação antecipada para 2022 reflete uma mudança de postura do governo Bolsonaro em relação à compra de vacinas contra a covid. Há pouco mais de um ano, o Executivo ignorava propostas da Pfizer. Naquele momento da pandemia, mais duro do que o atual, o presidente Jair Bolsonaro desdenhava da imunização, principalmente da CoronaVac. O comportamento do governo foi investigado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado, que imputou nove crimes a Bolsonaro e acusou também ministros e aliados do presidente pela gestão fracassada no enfrentamento à doença.

Desde que a vacinação avançou no País, os casos e as hospitalizações por covid diminuíram significativamente, o que permitiu a retomada do comércio, de atividades culturais e esportivas e do turismo. Nos bastidores, adversários de Bolsonaro afirmam que as doses de reforço anunciadas pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na terça-feira, 16, têm caráter político. O objetivo seria impulsionar a campanha à reeleição do presidente, que afirma não ter se vacinado.

O Ministério da Saúde anunciou o reforço da vacina contra a covid para toda a população acima de 18 anos que tomou a segunda dose há pelo menos cinco meses. Até então, a imunização adicional só estava autorizada para idosos acima de 60 anos, imunossuprimidos e profissionais da saúde. A previsão da pasta é aplicar o reforço em 103 milhões de pessoas até maio.

Em nota técnica publicada nesta quarta-feira, 17, a secretária extraordinária de enfrentamento à covid-19, Rosana Leite de Melo, afirma que "a vacina a ser utilizada para a dose de reforço deverá ser, preferencialmente, da plataforma de RNA mensageiro (Pfizer/Wyeth) ou, de maneira alternativa, vacina de vetor viral (Janssen ou AstraZeneca), independente do esquema vacinal primário".

Após a diretriz do Ministério da Saúde, cabe a cada Estado convocar a população para receber a terceira dose. O governo de São Paulo começou a aplicação nesta quinta-feira, 18. Na nova etapa, 710 mil pessoas em todo o Estado já estão aptas a receber a dose adicional.

Mudança na bula

 

A Anvisa informou que recebeu um pedido da AstraZeneca para dose de reforço de vacina contra covid no País. A solicitação da farmacêutica prevê a inclusão em bula de uma dose de reforço com pelo menos 6 meses de intervalo, após a administração da segunda dose da vacina.

A proposta é dirigida a pessoas com 18 anos de idade ou mais e restrita à vacinação homóloga - ou seja, aplicação do reforço em pessoas que receberam as duas doses iniciais do imunizante da Astrazeneca. A vacina está registrada no País desde 12 de março de 2021.

Até quarta-feira, 17, o Brasil tinha pouco mais de 126,7 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a covid, equivalente a 59,43% da população. Aqueles com ao menos uma dose da vacina somam 157.336.036. Isso significa que 73,76% dos habitantes do País estão parcialmente imunizados contra a doença. O Estado do Acre não atualizou vacinas. Os dados são do consórcio de veículos de imprensa, em parceria com 27 secretarias de Saúde.

A Fiocruz informou, em nota, que sua capacidade de produção de vacinas contra a covid, para 2022, é de 180 milhões de doses, "das quais 120 milhões já foram acordadas junto ao Ministério da Saúde para fornecimento no primeiro semestre do próximo ano".

"A depender da situação sanitária do país e da necessidade de aplicação de doses de reforço, a Fiocruz poderá fornecer ao PNI 60 milhões de doses adicionais para o segundo semestre", afirma.

Segundo o instituto, as 120 milhões de doses a serem entregues ainda no primeiro semestre de 2022 serão compostas por 60 milhões de doses de vacinas totalmente nacionais e 60 milhões de doses produzidas a partir de IFA importado.

"Considerando-se a diferença entre essas vacinas, pode-se afirmar que o valor médio de cada dose será de cerca de US$ 5,7, chegando a US$ 5,27, quando as entregas forem feitas apenas com a produção nacional", relata.

Em nota, a Pfizer informou que "não comenta detalhes das negociações que mantém com o governo brasileiro". "Mas estamos muito honrados em trabalhar com o País e em colocar nossos recursos científicos e produtivos a favor de nosso objetivo comum de vacinar população brasileira contra a covid-19."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Prefeitura do Recife está lançando, neste sábado (20), o Carro da Vacina, veículo que vai circular em alguns pontos da cidade para imunizar a população contra a Covid-19 sem agendamento. A ação vai durar dez dias.

Neste primeiro dia, o carro está estacionado na Feira de Afogados, na Zona Oeste da capital, onde ficará até as 16h. O veículo também circulou pelas ruas do entorno anunciando a vacina.

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Segundo a Prefeitura do Recife, o objetivo é utilizar uma proposta irreverente para atrair a população que está com o ciclo vacinal atrasado. O público-alvo são os moradores que estão dentro do perfil para receber a primeira dose da vacina ou aqueles que estão no prazo para segunda dose, em atraso ou que já podem receber a dose de reforço.

 O carro transporta profissionais de saúde responsáveis pela imunização; um locutor, que convoca as pessoas com um megafone; e um arte-educador, para fazer abordagens aos transeuntes. De acordo com a prefeitura, desde agosto a Secretaria de Saúde do Recife tem visitado locais da cidade em busca de moradores aptos a serem imunizados. Desde novembro, os profissionais também estão percorrendo escolas das redes estadual e municipal de ensino, para aplicar a vacina em jovens de 12 a 17 anos sem necessidade de agendamento. 

Até o momento no Recife, foram aplicadas 2.631.226 doses dos imunizantes contra a Covid-19. 

O Iraque anunciou neste sábado (20) que recebeu 1,2 milhão de doses da vacina anticovid-19 da Pfizer/BioNTech, no âmbito do programa de ajuda internacional Covax, no momento em que o país teme sofrer uma quarta onda da pandemia.

No Iraque, grande parte da população continua cética em relação às vacinas. De uma população total de 40 milhões de pessoas, apenas 7 milhões receberam pelo menos uma dose de algum imunizante.

Corroído pela corrupção endêmica, pela guerra e pela negligência, o sistema de saúde não consegue lidar com o avanço da pandemia.

Em um comunicado divulgado neste sábado, o Ministério da Saúde anunciou a "chegada de uma nova remessa de vacinas anticovid da Pfizer, graças ao programa Covax e ao Unicef", o Fundo das Nações Unidas para a Infância. Mais de 1,2 milhão de vacinas foram recebidas.

A iniciativa Covax é uma parceria entre a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Aliança Global para Vacinação e Imunização (GAVI) e a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI), cujo objetivo é agilizar a obtenção de vacinas por parte de países com menos recursos.

"O Iraque continua sofrendo os perigos da pandemia do coronavírus", disse o porta-voz do Ministério da Saúde, Saif al-Badr, à televisão pública na quinta-feira.

"Esperamos uma quarta onda. Pode ser uma nova variante", completou.

O Iraque acumula mais de dois milhões de casos e mais de 23.000 mortes pelo coronavírus, desde o início da pandemia, de acordo com dados oficiais.

Milhares de pessoas se manifestaram neste sábado (20) em várias cidades da Austrália contra a vacinação anticovid-19.

Cerca de 85% dos australianos com mais de 16 anos estão totalmente vacinados.

Os manifestantes tomaram as ruas das principais cidades do país para protestar contra a vacinação obrigatória, a qual é exigida apenas em alguns estados e territórios para determinados grupos profissionais.

Em Melbourne, milhares de pessoas pediram a prisão do primeiro-ministro do estado, Daniel Andrews, opondo-se a um projeto de lei que dá ao governo de Victoria mais poderes para lutar contra a pandemia.

Não houve confrontos com a polícia, ao contrário do ocorrido em manifestações anteriores.

Nesta mesma cidade, cerca de 2.000 pessoas compareceram a uma contramanifestação, uma das primeiras deste tipo desde o início da pandemia.

"Estou aqui, porque estou enojada com o que está acontecendo nas ruas da minha cidade, Melbourne", disse Maureen Hill à AFP, referindo-se ao protesto antivacinas.

"Tudo o que foi feito, foi feito para salvar vidas. Quer dizer, incomodou muitas pessoas e afetou muitas pessoas, mas é uma pandemia mundial. O que mais podemos fazer?", questionou, em alusão às medidas de saúde pública adotadas pelas autoridades.

Em Sydney, até 10.000 pessoas compareceram aos protestos, de acordo com a polícia.

Com mais de 25 milhões de habitantes, a Austrália registrou mais de 195.000 casos e 1.933 mortes relacionadas com o coronavírus.

A campanha nacional de Mega Vacinação contra a covid-19 começa neste sábado (20). Para dar visibilidade à ação, o Ministério da Saúde vai promover eventos simultâneos nas cidades do São Paulo, Manaus, Curitiba, Salvador, Brasília e Rio de Janeiro, o evento nesta última capital terá a participação do ministro Marcelo Queiroga. 

A intenção é incentivar a população a voltar aos postos de vacinação para tomar a segunda dose ou a dose de reforço. A campanha tem como slogan "Proteção pela metade não é proteção" e vai até 26 de novembro. Neste período, os postos de vacinação em todo país estarão preparados para intensificar a imunização da população. 

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O tema da campanha  é “proteção pela metade não é proteção”. Em cada estado e município, as secretarias de Saúde irão definir esquemas nos postos de vacinação para contemplar a possibilidade de presença dos “atrasados”. 

Para saber como e onde se vacinar, procure informações juntamente à prefeitura ou à secretaria de saúde do seu município. Normalmente, nas páginas e canais nas redes sociais são disponibilizados os pontos de vacinação e os horários em que estes ficam abertos. 

A ação pretende incentivar que os 21 milhões de brasileiros que não tomaram a segunda dose da vacina procurem os postos e completem o ciclo vacinal. A iniciativa também pretende atingir as pessoas que estão aptas a tomar a dose de reforço. Cerca de 9,3 milhões de pessoas podem reforçar a imunidade contra a doença com uma terceira dose. 

Até sexta-feira (19), havia 21 milhões de pessoas com a segunda dose atrasada. Até agora, 157,3 milhões de pessoas tomaram a primeira dose e 128,4 milhões , a segunda dose ou a dose única. 

No topo dos estados com mais pessoas atrasadas estão São Paulo, com 4,1 milhões, e Minas Gerais, com 2,2 milhões. A faixa etária com mais pessoas nessa condição é a das idades entre 30 e 34 anos, com 2,9 milhões de pessoas.  A campanha recomeçará na segunda-feira (22) e vai até sexta-feira (26). Ela é promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Em ofício enviado ao Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) questiona quais são os estudos, os pareceres e as notas técnicas que sustentaram a decisão da pasta em ampliar a aplicação de dose de reforço contra a Covid-19 para toda a população adulta. O órgão regulador também pede informações sobre esquema vacinal anunciado com a vacina da Janssen.

Na terça-feira (16), o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que o governo vai aplicar uma dose de reforço da vacina para toda a população acima dos 18 anos. A aplicação será para quem tomou a segunda dose há mais de cinco meses. Como revelou o jornal O Estado de S. Paulo, a Anvisa e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) não foram consultados sobre a decisão.

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De acordo com Queiroga, a dose adicional está sendo aplicada com uma vacina diferente daquelas recebidas inicialmente, a chamada imunização heteróloga. Até o momento, apenas pessoas que tomaram AstraZeneca e CoronaVac estão aptas a receber o reforço. A aplicação é feita com as vacinas da Pfizer.

O ministro declarou que ainda não foi decidido qual imunizante será aplicado em pessoas que receberam a Pfizer como primeira e segunda doses. Os imunizados com a vacina da Janssen, da farmacêutica Johnson & Johnson, receberão uma segunda dose do imunizante, dois meses após a primeira. O reforço com a terceira dose para essas pessoas será feito cinco meses após o esquema vacinal completo.

Quando fez o anúncio, Queiroga disse que a decisão foi possível "graças às informações advindas dos estudos científicos, principalmente, estudos de efetividade, realizados em parceria com a Fiocruz e de um estudo que encomendados em parceria com a Universidade de Oxford para avaliar a aplicação da 3ª dose, que já temos dados preliminares."

No ofício, a Anvisa destaca a importância de planejar a aplicação da vacina adicional. As doses de reforço, diz, "devem ser avaliadas considerando a relação dos benefícios versus os riscos individuais, especialmente para pessoas que trabalham ou vivem em ambiente de alto risco de infecção, os idosos e os imunocomprometidos".

Por ter função de "regulamentar, controlar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública", a Anvisa diz que a decisão da pasta lhe impõe responsabilidades de: responder pela eficácia e segurança da dose de reforço; adotar as estratégias de monitoramento e cumprimento das diretrizes de farmacovigilância; prestar orientações aos serviços de saúde e aos cidadãos sobre os novos esquemas vacinais adotados; notificar queixas técnicas e eventos adversos; criar mecanismos para a realização do monitoramento após o uso e a distribuição das injeções. Por isso, afirma que precisa acessar os estudos científicos que basearam a orientação do ministério.

Cabe também à Anvisa mudar as bulas das vacinas a partir de pedidos dos laboratórios fabricantes. No documento, a agência indica que para que haja alteração é preciso que dados demonstrem "a manutenção do perfil de segurança e eficácia do produto a partir da alteração proposta."

A Anvisa informa que recebeu, até o momento, solicitações de alteração de bula para inclusão da dose de reforço apenas dos laboratórios responsáveis pelas vacinas da Pfizer e da Astrazeneca. Os pedidos contemplam a vacinação homóloga, ou seja, aplicação de injeção adicional com o mesmo imunizante. Os pleitos se encontram em análise técnica.

Sobre a imunização com doses de laboratórios diferentes, a Anvisa afirma que, mesmo faltando uma avaliação regulatória mais densa, "os dados de algumas publicações científicas sugerem que as vacinações de reforço com vacinas heterólogas resultam em uma resposta imune mais robusta, mas também estão associadas a uma maior reatogenicidade (capacidade de gerar reação adversa)". Por isso, a entidade ressalta a necessidade de readequar as estratégias de monitoramento das reações adversas.

Sobre o imunizante da Janssen, a agência diz desconhecer a possibilidade de aplicação de uma segunda dose, apenas tem informações sobre a de reforço - que é uma atualização da composição de um imunizante com base nas novas variantes e não a simples aplicação de mais uma vacina. Em outubro, a FDA (agência americana equivalente à Anvisa) autorizou uma injeção adicional da vacina da Johnson & Johnson, após dois meses da conclusão do regime de dose única para indivíduos com mais de 18 anos.

A Anvisa reforça que o imunizante da Janssen tem autorização de uso emergencial no País. Segundo a agência, a empresa informou que a previsão é de, até a próxima semana, entregar os estudos sobre a eficácia e a segurança da dose de reforço.

A Pfizer e Moderna anunciaram nesta sexta-feira (19) que a Administração de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) autorizou a aplicação da dose de reforço das vacinas contra a Covid-19 para as pessoas maiores de 18 anos, noticiou a Associated Press. O reforço deve ser administrado pelo menos seis meses após a conclusão do ciclo primário de vacinação.

"Esta autorização de utilização de emergência surge num momento crítico à medida que entramos nos meses de inverno e enfrentamos um aumento da contagem de casos covid-19 e hospitalizações em todo o país", disse Stéphane Bancel, CEO da Moderna, em nota. "Agradecemos à FDA pela sua revisão, e estamos confiantes nas sólidas provas clínicas de que uma dose de 50 ug de mRNA-1273 induz uma forte resposta imunitária contra a Covid-19."

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Em outubro, a FDA autorizou para uso emergencial a dose de reforço da vacina da Moderna para pessoas com 65 anos ou mais, bem como para adultos com 18 a 64 anos com risco de o quadro da doença chegar ao caso grave.

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