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Responsável por apresentar 187 projetos de lei desde que assumiu, em fevereiro, o deputado federal Célio Studart (PV-CE) é o recordista em proposições na Câmara neste ano. Na média, um deputado apresentou 12 propostas este ano.

Por enquanto, apenas uma já foi aprovada pela Casa, uma proposta que dá prioridades aos processos judiciais em que uma das partes seja uma pessoa com transtorno do espectro autista. Quase um terço dos projetos de Célio Studart são ligados à causa animal. "Muitos desses projetos são alterações em legislações já vigentes. Na esfera penal, por exemplo, propõem a alteração da pena de um crime. São aperfeiçoamentos em projetos que já fazem parte de algum arcabouço legislativo", explica Studart.

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Mas por que apresentar tantos projetos? Para ele, trata-se também de uma questão matemática. "Se você tem muitos projetos, alguns ficam travados em comissões, mas outros vão caminhando sem maiores dificuldades". Segundo o deputado, o direito animal é muito recente no Brasil, e ainda faltam normas deste tipo, por isso tantas propostas ligadas a esse tema.

São de sua proposição, entre outros, o pedido de autorização da permanência de animais domésticos em repartições públicas federais, a proibição do uso de chicotes em animais, e a proibição do sacrifício de aves por meio de trituração, sufocamento, eletrocussão ou qualquer outro método cruel para fins de abate.

Vegano, Studart também assina propostas de benefício tributário para empresas do setor, assim como projetos de incentivo à alimentação vegana nas escolas. Questionado sobre a promoção do veganismo com recursos públicos, o deputado diz que não se trata de promover, mas sim de não cobrar demasiadamente.

"Os alimentos veganos acabam sendo bem mais caros que o alimentos convencionais, tanto pelo custo de fabricação quanto porque não têm uma demanda tão grande. Tornar mais acessível à população o alimento vegano é uma forma de promover a proteção aos animais. É não elitizar, não deixar que a possibilidade de rejeitar pratos de origem animal fique restrita aos que podem comprar alimentos veganos, que hoje são caros", afirma.

Seus projetos também incluem medidas de conscientização em relação ao bullying, à depressão e ao respeito ao idoso, assim como a criação de selos oficiais, como o selo "Mulheres Acolhidas" para empresas que contratarem vítimas de violência doméstica ou mulheres em situação de vulnerabilidade social, e "Amigos dos Animais" para estabelecimentos que promoverem bem-estar animal.

A única proposta que Studart assina com outros deputados é o Projeto de Lei 6072/2019, que assegura a atualização anual dos recursos do Bolsa Família e dos valores que caracterizam a pobreza e a extrema pobreza no país. Com autoria de Tabata Amaral (PDT-SP), o texto faz parte da agenda de combate à pobreza encabeçada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Durante uma sessão realizada nessa terça-feira (3), o deputado federal Alexandre Frota (PSDB) comemorou a conquista do prêmio de "Maior arrependido do ano". Com o troféu em mãos, ele subiu ao plenário da Câmara dos Deputados para reafirmar sua oposição ao Governo Bolsonaro. A premiação elegia o maior apoiador do presidente que acabou tornando-se opositor.

Durante as eleições presidenciais de 2018, Frota foi um dos incentivadores mais ferrenhos da campanha de Jair Bolsonaro e inclusive alçou ao posto político filiado ao PSL - antiga sigla do presidente. No entanto, após divergências garantiu ter se arrependido da aliança. "Um governo que está sempre trabalhando em cima do caos, da confusão, sem nenhum tipo de proposta", classificou o deputado.

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Ele recebeu o prêmio em seu gabinete em Brasília e agradeceu aos votantes e a página do Twitter Jair Me Arrependi, organizadora do pleito. Aparentemente orgulhoso, o ex-ator desbancou o cantor Lobão e a deputada federal Joice Hasselmann.  "Ganhei com 77%, o maior arrependido de ter lutado pelo Jair Bolsonaro", reforçou.

Em discordância às deliberações do antigo partido, Frota acabou sendo expulso em agosto deste ano e decidiu filiar-se ao PSDB - o qual emitia duras críticas e chegou a concluir que a legenda era suja e corrupta.

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O deputado federal Tiririca (PL) está sendo investigado pelo Ministério Público Federal (MPF), que instaurou um inquérito civil no dia 18 de novembro. O órgão apura a denúncia de uso irregular de verba de gabinete para realização de viagens particulares. 

Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, foi eleito por São Paulo com quase meio milhão de votos. Ele está em seu terceiro mandato em Brasília.

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A Câmara estabelece que a cota parlamentar destinada para viagens deve estar relacionada com o exercício do mandato ou com deslocamento para sua base eleitoral. Segundo a Revista Veja, o humorista usou parte da verba pública de seu gabinete para emitir passagens aéreas para o Ceará, seu estado natal.

O MPF investiga se os gastos do deputado e seus assessores com viagens estão relacionados à agenda parlamentar ou benefício pessoal.

Em outubro, o Congresso em Foco divulgou que o parlamentar gastou R$ 70 mil da Câmara em voos para o Ceará neste ano. No mesmo período, ele voou uma única vez para São Paulo. 

A equipe de Tiririca informou à Revista Veja que todas as passagens aéreas são compradas de acordo com o regimento da Câmara. O salário líquido do deputado é de aproximadamente R$ 25 mil. Ele também recebe R$ 4.253 de auxílio moradia, além de benefícios de transporte e alimentício. 

"Elisa, quer casar comigo?". Foi com essa frase que o deputado italiano Flavio Di Muro, do partido nacionalista Liga Norte, interrompeu uma votação do Parlamento em Roma para pedir a companheira em casamento nesta quinta-feira (28).

Enquanto a Casa votava um projeto de lei sobre terremoto - que tem sido debatido há meses na Itália - Di Muro pediu a palavra para discursar na tribuna e fez a proposta de casamento à parceira que estava assistindo à sessão.    

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"Nós, políticos e homens institucionais, estamos sempre empenhados diariamente na gestão das emergências e embates políticos. Nos fins de semana, voltamos para nossas cidades e tentamos dar atenção à população. Frequentemente, deixamos de lado os verdadeiros valores, as pessoas que gostamos, que amamos. Desculpe interromper o trabalho da Casa, mas tenham respeito porque, para mim, hoje é um dia especial. Venho em tribuna dizer: 'Elisa, quer casar comigo?", anunciou o parlamentar, de 33 anos, originário de Turim, exibindo uma aliança.

O pedido foi recebido com aplausos por alguns parlamentares. O presidente da Câmara dos Deputados, Roberto Fico, porém, criticou o gesto e tentou interromper o político: "Deputado Di Muro, eu entendo tudo, mas... usar uma intervenção para isso não me parece, absolutamente, o caso", alegou Fico, representante do Movimento 5 Estrelas (M5S). 

Da Ansa

A deputada federal Maria do Rosário (PT) denunciou insultos que, supostamente, recebeu de uma blogueira ligada ao PSL nos corredores do Câmara dos Deputados, em Brasília. Ela foi chamada de "vagabunda" nessa quarta-feira (20), enquanto produzia um vídeo exaltando a decisão da Câmara de recolocar a arte relacionada ao genocídio negro no Brasil, que havia sido quebrada pelo deputado Coronel Tadeu (PSL), na terça (19).

Enquanto fazia fotos do cartaz da exposição "(Re) Existir no Brasil - Trajetórias negras brasileiras", a agressora identificada como Tamires de Paula começou a atacar verbalmente a petista. A blogueira é conhecida do público após chamar o deputado José Guimarães (PT) de “Capitão Cueca”.

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Indignada, a deputada gaúcha acionou a Polícia Legislativa para que alguma providência fosse tomada. Sem reação das autoridades, Rosário ainda tentou bloquear a passagem para que a agressora não saísse do prédio. "Se vocês não me dão segurança, eu vou fazer segurança para mim", esbravejou.

Contudo, a blogueira era acompanhada pelo deputado Daniel Silveira (PSL) -conhecido por quebrar a placa em homenagem a vereadora Marielle Franco e propor uma sessão solene para exaltar o fisiculturismo-, que ironizou e saiu do Congresso aos risos, de braços dados com Tamires.

Maria do Rosário foi à unidade da Polícia Legislativa e registrou um boletim de ocorrência. "Eu considero um absurdo estar trabalhando aqui e ao mesmo tempo ser perseguida no corredor por uma assessora de parlamentar", declarou. Em resposta, a polícia informou que Tamires está proibida de acessar o Congresso Nacional e um inquérito por injúria foi aberto.

Juntos, os representantes do PSL estenderam o tom irônico para as redes sociais. "Existe a grávida de Taubaté e a vítima de Taubaté. As filmagens não mentem, Maria do Presidiário!", aponta Tamires ao alegar que a deputada foi a agressora da história. Com emojis de gargalhadas, Daniel Silveira publicou uma foto tapando a boca da blogueira.

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O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), deputado Cauê Macris (PSDB), escreveu no Twitter que assinará, nesta quinta-feira (21), um ato para impedir a realização de evento com homenagem ao ditador chileno Augusto Pinochet, que governou o Chile entre 1973 e 1990.

"O ato será publicado no Diário Oficial do Estado na sexta-feira", escreveu Macris. Quem marcou o ato solene para homenagear o ditador foi o deputado estadual Frederico D'Ávila (PSL-SP).

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A homenagem foi marcada na agenda oficial da Alesp para 10 de dezembro, data em que se comemora Dia Internacional dos Direitos Humanos e também aniversário da morte de Pinochet. O evento foi protocolado na semana passada.

Para d'Avila, o ditador chileno "conduziu seu governo de forma brilhante, impedindo que o cenário ditatorial e violador de direitos humanos cubano e soviético da época se instalasse no seio da sociedade chilena". Ainda segundo o deputado, "a visão comunista" não consegue entender "o bem que ele fez àquele país e à América Latina".

A ditadura militar chilena levou 200 mil pessoas ao exílio, torturou milhares e deixou mais de três mil mortos, sem contabilizar os desaparecidos.

O deputado federal Coronel Tadeu (PSL) quebrou uma das obras da exposição (Re) Existir no Brasil - Trajetórias negras brasileiras, que estão expostas nos corredores da Câmara dos Deputados em homenagem ao mês da Consciência Negra. A imagem, que é do cartunista Carlos Latuff, mostra um jovem preto no chão, algemado e morto a tiros por um policial. 

Tadeu compartilhou o vídeo do exato momento em que arranca o cartaz da parede e afirma que vai queimar a obra. A justificativa dada por ele é que a imagem é contra a polícia "que está para defender a sociedade". 

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O cartunista se pronunciou através de sua conta no Instagram. Latuff apontou o caso como uma agressão contra a sua obra e isso faz levar a seguinte reflexão: "Se fazem isso contra um cartaz, imagine contra gente de carne, osso e pele negra", pontua.

Confira os compartilhamentos

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Após o sumiço de Carlos Bolsonaro (PSC) nas redes sociais, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) publicou nesta quinta-feira (14) uma mensagem em apoio ao irmão e vereador do Rio de Janeiro. No Twitter, ele reforçou o 'faro' de justiça do vereador carioca, levantou a hashtag #CarlosTemRazao e questiona: "Como ser odiado?".

Na publicação, Eduardo pontua que "absolutamente todos os vagabundos e traíras" já haviam sido apontados pelo irmão, antes mesmo de serem descobertos. O deputado também reafirma o "faro para pilantra e vagabundo" e acredita que um livro poderia ser escrito "só com as trairagens" que já foram apontadas por Carlos.

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O vereador do PSC surpreendeu ao desativar seus perfis em redes sociais na última terça-feira (12). Até então, ele era uma das figuras políticas mais ativas no cenário digital e, inclusive, chegou a realizar postagens no Twitter do pai, o presidente Jair Bolsonaro, que utiliza a conta como principal veículo de informação do seu governo.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), cumpriu agenda em Pernambuco na segunda-feira (4), mas não se encontrou com o governador Paulo Câmara (PSB), que havia viajado para São Paulo, onde se reúne com o presidente da Ambev na manhã desta terça-feira (5). O desencontro não impediu o deputado de tecer elogios ao governador.

“Certamente eu faria uma visita a ele. Sou muito amigo dele, gosto dele, [sou] admirador dele”, disse Maia. O deputado visitou o Complexo Administrativo de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife (RMR), e foi homenageado no Recife por medidas em defesa do setor de cana-de-açúcar do Nordeste.

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Esta não é a primeira vez que Rodrigo Maia elogia o vice-presidente nacional do PSB. Em janeiro, durante visita ao Estado, ele chamou Paulo Câmara de amigo e disse fazer questão de visitá-lo.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não decidiu se vai instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o vazamento de óleo no Nordeste. Ele previa tomar a decisão nesta segunda-feira (4), mas hoje, cumprindo agenda em Pernambuco, afirmou que decisão será tomada até a terça-feira (5).

 De acordo com Maia, os deputados do Nordeste serão procurados. "Vou ouvir os prós e contras e depois vamos decidir sobre ela [CPI]", disse.

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 O pedido para a instalação da CPI foi apresentado pelo deputado João Campos (PSB-PE). O requerimento apresentado à Secretaria Geral da Mesa da Câmara contou com assinatura de 250 deputados. 

 Na última semana, Maia já havia demonstrado preocupação de que a CPI virasse espaço de disputa político-partidária entre o governo federal e os governos do Nordeste. Existe ainda o temor que a instalação da comissão resulte em prejuízos para o setor hoteleiro na região.

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Após infringir o Estatuto da Crianças e do Adolescente (ECA) ao publicar a foto da filha, de 10 anos, segurando uma arma, o polêmico deputado estadual do Espírito Santo capitão Assumção parece ter se arrependido da postagem. Antes de excluir o registro, nessa sexta-feira (25), ele rebateu críticas de internautas.

A imagem da criança armada com uma pistola recebeu a seguinte legenda: "ensinando as nossas filhas o verdadeiro empoderamento! NUNCA SERÁ FEMINAZI!", seguida de emojis de faca e crânio.

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Ao ser advertido em um comentário com o artigo 242 da lei nº 8.069 do ECA, Assumção retrucou: "me prende". Segundo a decisão de 1990, "vender, fornecer ainda que gratuitamente ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente arma, munição ou explosivo" prevê a pena de três a seis anos de reclusão.

Em nota de repúdio, o Sindicato dos Advogados do Espírito Santo esclareceu: "empoderamento nunca terá relação com violência". A entidade solicitou que o Ministério Público e as autoridades responsáveis pelo cumprimento do ECA "tomem as medidas necessárias".

Fã ativo de Jair Bolsonaro e autodenominado "pró-vida", o deputado -aparentemente- sente prazer em se envolver em polêmicas. No mês passado, ele ofereceu R$ 10 mil a quem matasse um suspeito de feminicídio, durante um discurso na Assembleia Legislativa do Estado.

Confira



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O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) que quebrou a placa em homenagem à vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março de 2018, emprega um condenado por receptação de carro roubado. A informação é da revista Fórum. Somados, os valores pagos ao servidor atingem R$ 3.264 mensais. O deputado foi eleito com discurso de intolerante contra a criminalidade.

James Filgueiras Branco foi contratado para ser secretário parlamentar de Silveira no dia 16 de junho deste ano. Em 2014, um denunciante prestou queixa na Delegacia de Petrópolis, no Rio de Janeiro, informando a suspeita que o veículo adquirido havia sido clonado anteriormente por James. No mesmo ano, ele foi detido por receptação, direção perigosa e desobediência.

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As investigações confirmaram que o carro havia sido roubado dois anos antes por um bandido armado, no bairro de Jardim América, e teve a placa adulterada. O secretário do deputado foi condenado a um ano de serviços comunitários, além do pagamento de multa.

Durante a eleição, o deputado Daniel Silveira sustentou o discurso de que "bandido bom é bandido morto", inclusive só neste ano, publicou a expressão nove vezes em suas redes sociais. Questionado pelo blog de Ruben Berta sobre a contratação, ele afirmou que os criminosos têm direito à ressocialização. 

Após ser intimado pela Justiça Eleitoral, o candidato a deputado federal nas últimas eleições pelo PSOL em Sergipe afirmou que o dinheiro da campanha foi gasto em cerveja. Claudinei Rodrigues dos Santos, conhecido como Passo Preto, gravou vídeo dizendo que não sabia como prestar contas.

De acordo com o próprio Passo Preto, os 376 votos na eleição de 2018 foram conquistados em troca de cerveja. "Como é que eu vou prestar conta de um dinheiro pouco que eu sabia que não ganhava nem para vereador, imagina para deputado federal, se os bares que eu frequentei pagando cerveja para os meus amigos não davam nota fiscal?", questionou no vídeo.

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Sobre a corrida eleitoral, o candidato pontuou, “foram 45 dias bêbado, tomando cerveja". E revelou que não sabe o que fazer diante da intimação.

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Primeiro vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara e herdeiro da família real brasileira, o deputado Luiz Philipe de Orleans e Bragança (PSL-SP) classificou como "histórico" o discurso do presidente Jair Bolsonaro na abertura da Assembleia da ONU nesta terça-feira, 24.

"Foi um discurso histórico que teve como base Deus, Pátria e família. Isso é novidade para a ONU, que luta contra esse conceitos. Foi um discurso que defendeu o combate pela soberania".

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Ainda segundo o deputado, que na pré-campanha presidencial chegou a ser anunciado como vice de Bolsonaro, o discurso não foi agressivo. "O discurso foi uma ruptura com o que escutamos no contexto da ONU. Foi uma fala objetiva e direta".

Para Orelans e Bragança, existe no Brasil uma "mentalidade socialista hegemônica" nas escolas, clubes e universidades. "A elite brasileira se tornou progressista e socialista".

Sobre a parte da Amazônia no discurso, o deputado sustentou que as queimadas existem, mas estão nos padrões de anos anteriores. "Isso não é um fato relevante. Houve incêndios criminosos. Fica a dúvida: foi motivação política ou fazendeiros locais? Não há crise ambiental no Brasil".

O deputado Jaime Andrade dava uma entrevista sobre os problemas causados pelo excesso de fezes em uma estação de trem de Chicago, nos Estados Unidos, quando foi atingido na cabeça por fezes de um pombo, na semana passada. Devido ao problema, a Irving Park Blue Line Station foi apelidada como "estação do cocô".

"Acho que eles me pegaram. Vou ter que me limpar", afirmou o parlamentar após ser atingido. Constrangido, a entrevista precisou ser interrompida para que o deputado democrata do Illinois.

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O deputado estadual Capitão Assunção (PSL) não se abala com a repercussão que gerou ao oferecer R$ 10 mil para quem matar o assassino de uma mulher na frente da filha na madrugada de quarta, 11, em Cariacica, no interior do Espírito Santo. Ao contrário, ele se empolga. "Não tiro uma vírgula. Só me arrependo de não ter mais dinheiro para oferecer", disse o deputado à reportagem.

No mesmo dia do assassinato, Capitão Assumção foi à tribuna da Assembleia e lançou o desafio. "Quero ver quem é que vai correr atrás para prender esse vagabundo", disse, apontando para uma foto da mulher executada reproduzida no telão do plenário. "Dez mil reais do meu bolso para quem mandar matar esse vagabundo. Ele não merece estar vivo, não."

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Ele seguiu. "Tem que entregar o cara morto, aí eu pago. Vagabundo que tira vida de inocente, vai usar o sistema para ser beneficiado? A gente tem que parar com isso de achar que preso é gente boa. Preso vai para lá porque fez maldade contra o cidadão. Não pode estar vivo uma praga dessa, não. É um custo muito alto para o cidadão."

O deputado havia compartilhado o discurso em sua conta no Facebook e no Instagram. Contudo, as duas plataformas excluíram o material nesta sexta-feira, 13. O parlamentar ainda foi bloqueado pelo Facebook e está impedido de fazer publicações pelo prazo de 30 dias.

O deputado estadual Capitão Assumção, do PSL, ofereceu R$ 10 mil a quem assassinar e entregar o corpo do criminoso que matou uma mulher em frente à filha, de quatro anos, em Cariacica, município do Espírito Santo. A declaração foi feita no plenário da Assembleia Legislativa do Estado, nesta quarta-feira (11), mesmo dia do crime.

O capitão aposentado da Polícia Militar declarou: "10 mil reais do meu bolso para quem mandar matar esse vagabundo. Isso não merece estar vivo não", e continuou: "Não vale dar onde ele está localizado. Tem que entregar o cara morto, aí eu pago". Tal discurso pode ser considerado crime: de acordo com o Art. 286 do Código Penal, incitar publicamente a prática de crime pode resultar em detenção de três a seis meses ou multa.

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O deputado confirmou as declarações feitas no plenário e não as considera crime. "Eu não vou modificar nada do que eu falei e vou tratar essa questão dentro do parlamento e da imunidade parlamentar. Antiético é essa barbárie cometida com os capixabas. O cidadão perdeu o direito de ir e vir, e quem está tendo todas as garantias do Estado é o bandido. Isso que está errado", respondeu à TV Gazeta.

"Eu tinha oferecido R$ 10 mil e só não ofereço mais porque não tenho dinheiro. Tem muitos colaboradores se mostrando solícitos, querendo oferecer dinheiro", retrucou.

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O presidente do PSL no Espírito Santo, Carlos Manato, ressaltou que o Capitão Assumção tem imunidade parlamentar. Segundo Manato, ele tem liberdade para falar o que quiser, mas a colocação não reflete o posicionamento do partido.

"A Assembleia respeita a liberdade de expressão de seus parlamentares, todavia está atenta ao cumprimento das leis federais e estaduais e ao que determina o regimento da Casa", pontuou a nota da Assembleia Legislativa.

O deputado estadual José Queiroz (PDT) foi a mais recente vítima dos parlamentares pernambucanos a ter seu celular clonado por hackers. Por meio de uma nota, o ex-prefeito de Caruaru fez a denúncia do crime.

A invasão ao celular do deputado acontece após outros cinco deputados estaduais terem afirmado que seus aparelhos também foram clonados. São eles: Sivaldo Albino (PSB), Joaquim Lira (PSD), Paulo Dutra (PSB), Doriel Barros (PT) e as Juntas (PSOL).

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Em nota, a assessoria de Queiroz disse que ele “teve o seu número de telefone clonado e, em consequência disso, está sendo alvo de um hacker que tem usado o acesso aos seus contatos para solicitar dinheiro, usando o nome do parlamentar”. 

A nota também destaca que outras pessoas próximas de Queiroz foram vítimas de uma invasão. “Algumas pessoas do relacionamento profissional e pessoal do deputado já foram vítimas do golpe está sendo aplicado, por isso, José Queiroz faz alerta para que as pessoas denunciem às autoridades qualquer contato neste sentido", recomenda.

O deputado federal Danilo Cabral (PSB) passou por uma cirurgia cardíaca na última semana. O procedimento foi realizado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (5) em nota encaminhada pela assessoria de imprensa do parlamentar. 

De acordo com o texto, Danilo fez exames de rotina na semana passada e foi identificada a necessidade “do procedimento preventivo”. Não há detalhes sobre o motivo que teria ocasionado tal prevenção. 

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O comunicado diz também que o deputado federal se recupera bem e deve ter alta nesta terça-feira (6). Além disso, detalha que “por orientação médica, o mesmo ficará de licença durante o mês de agosto”.

Um senador malaio propôs uma lei para proteger homens que estuprarem mulheres. O parlamentar Mohd Imran Abd Hamid, do Partido Justiça do Povo (PKR), acredita que as roupas utilizadas por mulheres incentiva a prática de violência sexual, pois “seduzem”.

"Nós, homens, precisamos ser protegidos. As ações e as roupas das mulheres nos fazem violar a lei e nos levam a ser indiciados. As ações e a roupas delas podem seduzir homens ao ponto de cometer estupro e incesto e a assistir a filmes pornográficos", disse o senador em um encontro de autoridades da Malásia, realizado nessa quarta-feira (31).

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A proposta vai de encontro ao entendimento do partido. Segundo o presidente do KR, Anwar Ibrahim, o projeto é "absurdo", apontou o News Asia. Essa não é a primeira vez que o político se envolve nesse tipo de polêmica. Em 2015, Hamid - ainda deputado - afirmou que "trajes sexy" dos atletas poderiam resultar em "atos sexuais ilícitos".

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