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O meia japonês Keisuke Honda avisou nesta quarta-feira que o adiamento dos Jogos de Tóquio vai beneficiar o Botafogo. A estrela do time carioca publico nas redes sociais que como o evento não será disputado neste ano, será possível se concentrar somente em defender a equipe alvinegra na temporada.

"A Olimpíada foi adiada para o próximo ano. Sem problemas. Agora, posso focar ao máximo em jogar para vocês", escreveu Honda. Aos 33 anos, o jogador tem como um dos grandes objetivos representar o país no torneio olímpico de futebol.

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Agora, essa meta terá de ficar para 2021, já que a Olimpíada em solo japonês foi adiada para evitar a pandemia do novo coronavírus.

Com três Copas do Mundo no currículo, Honda chegou ao futebol brasileiro neste ano e só conseguiu fazer uma partida, contra o Bangu. O japonês foi o autor do gol do time no empate por 1 a 1 no Engenhão, pelo Campeonato Carioca.

O técnico Paulo Autuori quer contar com a estreia do meia japonês Keisuke Honda na equipe do Botafogo, dia 7 de março, na segunda rodada da Taça Rio, contra o Flamengo. A opinião do treinador é diferente da diretoria do clube, que pretendia colocar a atração em campo pela primeira vez em um jogo com transmissão da TV e mando da equipe.

"Espero que seja contra o Flamengo. Tenho conversado bastante com ele (Honda). A ideia é ele absorver alguns conceitos táticos. O que não vai ser difícil, porque ele já trabalha há muito tempo com isso, veio da Europa. Ter isso no campo facilita o trabalho de qualquer treinador. Fizemos jogos-treinos até para dar essa experiência a ele, mais ritmo de jogo. Ele vai estar em condições de estrear assim que estiver regularizado fora de campo", disse Autuori, nesta sexta-feira, em entrevista coletiva.

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Com a presença de Honda, a equipe ganha em experiência e qualidade técnica, o que poderá ajudar a melhorar o aproveitamento nas finalizações a gol. "O erro na finalização é resultado de uma série de fatores. Não é só ir para o campo e rolar a bola para finalizar. Tem um contexto do jogo, a parte emocional. Alguns jogadores sentem mais, outros menos. Peço a eles coragem de tentar algo diferente, correr riscos. O Botafogo tem uma história extraordinária, mas passa por um momento difícil. Tem uma torcida que quer bons jogos e vitórias, e é isso que vamos buscar. Temos que pensar grande."

Eliminado precocemente na Taça Guanabara, antes da disputa das semifinais, o Botafogo faz sua estreia na Taça Rio, domingo, às 19 horas, no Engenhão, diante do Boavista, vice-campeão do primeiro turno. Pedro Raul, com uma lesão na coxa direita, deve ficar de fora. Já Ruan Renato foi "escalado" por Autuori.

A torcida do Botafogo fez na tarde desta sexta-feira uma bela festa para receber o japonês Keisuke Honda, novo contratado do clube. Cerca de dois mil alvinegros foram ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, para dar as boas-vindas ao meia, destaque da seleção de seu país em três Copas do Mundo. Ele vai assinar um contrato com duração até o fim deste ano.

Desde o começo da tarde, torcedores chegavam ao setor de desembarque do aeroporto para receber o jogador de 33 anos. Enquanto aguardavam, eles cantavam o hino do Botafogo e entoavam gritos de guerra com o nome do japonês - o entusiasmo era tamanho que os alvinegros chegaram a comemorar efusivamente a informação de que o avião que trouxe Honda do Japão havia pousado.

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Por volta de 16h40, finalmente o jogador apareceu no saguão. Ele certamente ficou bastante impressionado ao descobrir que já está sendo tratado como ídolo pela torcida de seu novo clube. O primeiro contato com os botafoguenses, porém, foi bem rápido - durou menos de cinco minutos. Havia o temor de um tumulto no aeroporto por causa do grande número de pessoas no local, por isso Honda apenas acenou para os alvinegros e exibiu uma bandeira do Botafogo.

Na sequência, o meia foi colocado em um ônibus, que o levou ao hotel em que ficará hospedado em seus primeiros dias no Rio de Janeiro.

Neste sábado, o jogador será oficialmente apresentado à torcida do Botafogo no Engenhão. O evento será realizado com portões abertos (os torcedores só precisarão levar um quilo de alimento não perecível para entrar no estádio) e é esperado um grande público. No fim da manhã, Honda vai dar sua primeira entrevista coletiva como atleta do clube.

Para aproveitar a "hondamania", o Botafogo produziu 30 mil camisas do time alvinegro com o nome do jogador japonês, que terá a sua primeira aventura na América do Sul após passar por outros quatro continentes. No currículo, ele tem passagens por Nagoya Grampus (Japão), VVV-Venlo (Holanda), CSKA Moscou (Rússia), Milan (Itália), Pachuca (México) e Melbourne Victory (Austrália). Seu último clube foi o holandês Vitesse.

A esperança da torcida do Botafogo em um bom desempenho de Honda com a camisa alvinegra é baseada sobretudo no que ele fez nas últimas três Copas do Mundo. Um dos melhores jogadores da história do Japão, o meia é o único asiático a ter conseguido pelo menos um gol e uma assistência em três Mundiais.

Keisuke Honda vai defender o Botafogo em 2020. Nesta sexta-feira, a longa negociação com o jogador japonês chegou ao fim com êxito para o clube carioca, que anunciou a contratação do meia através das redes sociais, mesmo modo pelo qual o asiático confirmou a sua transferência para o futebol brasileiro.

"Oi, tudo bem? Eu sou Keisuke Honda, muito prazer. Eu jogo no Botafogo. Vamos nos ver no Rio de Janeiro. Até logo, obrigado, tchau", afirmou Honda em vídeo divulgado no seu perfil no Twitter.

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O anúncio da contratação de Honda pelo Botafogo era esperada desde o início da semana, mas a negociação ganhou algum ar de suspense quando o jogador declarou que estava em conversações com o time carioca, porém ainda não havia chegado a um acordo. Nesta sexta, porém, a transação foi sacramentada.

No Botafogo, Honda deve assumir a função de camisa 10, que neste início de temporada vem sendo exercida por Bruno Nazário. E o meia japonês será um adicional de experiência a um elenco que passou por várias mudanças após o fim da temporada 2019, perdendo jogadores com rodagem, como Diego Souza, apostando na contratação de jovens.

Honda, de 33 anos, foi convocado para defender o Japão em três Copas do Mundo e marcou 37 gols pela equipe nacional. O meia também possui experiência no futebol europeu, com passagens por clubes como o CSKA Moscou, de 2010 a 2013, e o Milan, de 2014 a 2017. E o seu último time foi o holandês Vitesse, no ano passado, onde pouco atuou.

A tentativa do Botafogo de contratar o meia japonês Keisuke Honda, de 33 anos, conta com total apoio de Alberto Valentim. O treinador afirmou nesta sexta-feira que o jogador seria um excelente reforço para a sua equipe, mas ele se mantém cauteloso sobre o assunto porque sabe que não se trata de uma operação simples.

Honda está sem clube desde que deixou o Vitesse, da Holanda, no ano passado. O jogador deseja continuar atuando na Europa, o que certamente é um obstáculo para o Botafogo, mas Valentim torce para que o negócio dê certo. Segundo ele, a idade do meia não é nem de longe um problema.

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"É um jogador de qualidade, de seleção, experiente, com uma idade boa para render muito. Ainda mais em se tratando de um japonês, pela cultura de disciplina que eles têm", comentou o treinador. "Sei que o Botafogo fez uma proposta. Seria um reforço bom. Seria, porque não sei em que pé está a negociação", ressaltou ele.

Honda disputou três Copas do Mundo com a seleção do Japão (2010, 2014 e 2018) e fez bom papel em todas elas - ele é o único jogador asiático a ter conseguido pelo menos um gol e uma assistência em três Mundiais. Além de seu país e da Holanda, o meia já jogou na Rússia, na Itália (defendeu o Milan), no México e na Austrália.

Enquanto a diretoria tenta contratar o japonês, Valentim prepara sua equipe para a terceira rodada do Campeonato Carioca, em que o Botafogo vai enfrentar o Macaé no domingo, às 19h, no Engenhão. Será uma espécie de estreia do time principal alvinegro na competição, já que nas duas primeiras rodadas esteve em campo uma formação reserva - com duas derrotas.

"O campeonato começa para a gente agora, infelizmente não conseguimos somar pontos nas duas primeiras rodadas. Agora o Botafogo começa com toda a força", disse o treinador, que lamentou os erros cometidos pelos reservas nas derrotas para Volta Redonda e Madureira.

"Nós nos perdemos um pouquinho, principalmente quando ficamos em desvantagem. Aí cada jogador quis fazer as coisas do seu jeito, e não é assim que queremos que seja neste ano", comentou Valentim.

Após publicar que empresas estariam deixando a Argentina para vir ao Brasil devido à "nova confiabilidade", o presidente Jair Bolsonaro foi contestado e retirou as "informações" de suas redes sociais. Honda, L'Oreal e MWM, citadas pelo mandatário brasileiro, desmentiram a mudança,

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A Honda já havia anunciado que deixaria de produzir automóveis na Argentina em 2020, mas garantiu que a produção de motos segue e que nenhuma fábrica seria fechada na Argentina e nem prevê novas fábricas no Brasil.

À Reuters, a L'Óreal disse que produz na Argentina mais de 40 milhões de unidades por ano e não tem intenção de fazer qualquer mudança, já que a Argentina é "mercado estratégico" para a empresa.

A MWN fechou sua fábrica da Argentina em setembro, mas ao Clarín disse que não tem planos de se transferir para o Brasil.

Terminam nesta quinta-feira (10) as inscrições para o programa de trainee da Honda, empresa do ramo automotivo. Para se candidatar é necessário acessar o site da empresa e realizar o cadastro. As oportunidades são direcionadas para recém-formados e estudantes dos últimos anos da graduação, com disponibilidade de 24 meses para trabalhar.

Podem participar candidatos de diversas áreas do conhecimento, com interesse em atuar em auditoria, setor comercial, controladoria, gestão de clientes, gestão de riscos, seguros e tecnologia da informação. Segundo a companhia, a remuneração oferecida é compatível com o mercado, porém, o valor não foi revelado.

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As etapas de seleção incluem processos online e presenciais, como testes de conhecimentos, dinâmica de grupo, painel de competências e entrevistas. Os aprovados terão benefícios como planos de saúde, seguro de vida, vale transporte e refeição, entre outros.

Durante todo o programa os profissionais serão acompanhados por supervisores e passarão por diferentes setores da Honda como fábrica, concessionárias, vendas e administrativo. Ainda é necessários disponibilidade para atuar em São Paulo.

Após 42 anos, a Honda CG 125 sai de linha no Brasil. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (1º) pela empresa japonesa. A CG 125, lançada em 1976, foi a primeira moto brasileira da Honda, chegando a ser a motocicleta mais vendida do Brasil.

Segundo informado pela assessoria da Honda, essa determinação da empresa se dá num momento em que, a partir do dia 1° de janeiro, 100% das marcas de motos no país começaram a serem obrigadas a incluir freio ABS ou CBS em motos novas fabricadas ou importadas para o Brasil.

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A empresa japonesa acentua que a CG 125 representava menos de 10% do volume total da linha CG, com maioria dos clientes "já preferindo pela versão de maior cilindrada". A produção de novas CG 125 chegou ao fim, mas algumas unidades ainda estão nas lojas.

A Honda, companhia fabricante de motocicletas, está selecionando estudantes e profissionais recém-formados para os seus programas de estágio e trainee. Interessados nas vagas para estagiários devem se inscrever até 30 de setembro, enquanto que a seleção trainee recebe candidaturas até 30 de outubro.

No total, existem 13 oportunidades para estágios e 19 vagas direcionadas ao programa trainee. De acordo com a Honda, os selecionados iniciarão as atividades em janeiro do próximo ano nas cidades de São Paulo e Sumaré. As áreas de atuação são comerciais, administrativas e financeiras.

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Os candidatos ao processo seletivo devem ter formação superior de até dois anos ou ser estudantes do penúltimo ou último ano de graduação. Alguns dos cursos exigidos são administração, ciências econômicas, psicologia, ciências sociais, ciências contábeis, matemática, estatística, física, publicidade e propaganda, relações internacionais, comércio exterior, marketing, engenharias (controle e automação, mecânica, mecatrônica, elétrica, eletrônica, produção, aeroespacial, da computação e automobilística), ciência da computação e sistemas de informação.

“Os trainees passarão os primeiros três meses em atividades pelas principais áreas da empresa e os nove meses seguintes, em job rotation em suas próprias áreas de atuação. Estão previstos também o desenvolvimento de projetos de melhorias nas áreas atuantes, além de uma grade específica de treinamentos e mentoria com gestores. Além da participação em projetos e atividades da área, os estagiários selecionados passarão por uma grade específica de treinamentos e terão que desenvolver uma proposta de melhoria na área atuante. Durante todo o desenvolvimento, eles serão acompanhados pelos gestores da área e Recursos Humanos”, detalhou a Honda.

Ainda segundo a companhia, a seleção terá teste online, dinâmicas de grupo, painel de competências e entrevistas com gestores. A Honda não divulgou os valores das remunerações para os aprovados, mas informou que são compatíveis com o mercado. Mais detalhes informativos podem ser obtidos no site do processo seletivo

O astro do futebol japonês Keisuke Honda criou um fundo de investimento de capital de risco com o ator Will Smith para investir em "start-ups" orientadas para os problemas sociais.

"The Dreamers Fund", establecido em abril, em Los Angeles, espera conseguir 100 milhões de dólares em investimentos.

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Entre os interessados, está o gigante japonês dos seguros Nomura Holdings.

"Queria ajudar as pessoas nos Estados Unidos, no Japão e no mundo mundo com o Dreamers Fund", declarou Honda em um comunicado enviado pela companhia KSK, que administra seus assuntos.

O antigo astro do Milan, atualmente no Pachuca, anunciou sua retirada internacional depois da eliminação do Japão da Copa do Mundo nas oitavas de final para a Bélgica.

"Quero um novo desafio", declarou Honda, de 32 anos, no Twitter.

Will Smith classificou o jogador como um dos "mais 'cool' do torneio".

"Gosto de seu espírito, é um cara bom de verdade", afirmou.

O grupo Honda poderia deixar de produzir o robô Asimo, informou o porta-voz da empresa.

"Vamos seguir desenvolvendo robôs de forma humana, mas é possível que o nome Asimo deixe de ser utilizado", afirmou Hajime Kaneko.

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"A equipe de desenvolvimento de robôs humanoides continua existindo", completou, desmentindo a informação do canal de televisão público NHK de que o Asimo teria sido definitivamente abandonado.

A Honda começou a desenvolver pernas robóticas em meados dos anos 1980 e o primeiro Asimo, um robô do tamanho de uma criança de 6 ou 7 anos, foi apresentado no ano 2000. Desde então a máquina teve seis descendentes.

O último modelo, de 2011, é capaz de caminhar em um terreno acidentado, correr, pular em apenas uma perna, utilizar as duas mãos para beber de um copo ou compreender três pessoas que falam ao mesmo tempo.

A Red Bull anunciou nesta terça-feira que passará a contar com motores da Honda nas próximas duas temporadas da Fórmula 1. Desta forma, ao fim de 2018 se encerrará uma parceria de 12 anos entre a escuderia e a Renault, que juntas conquistaram quatro títulos mundiais de pilotos e quatro de construtores.

"Será uma nova fase empolgante", afirmou o presidente da Red Bull Racing, Christian Horner, em comunicado. "Depois de cuidadosa consideração, temos certeza de que essa parceria com a Honda é a direção certa para nossa equipe seguir", disse o executivo.

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"Ficamos impressionados com o compromisso da Honda com a Fórmula 1, visto o rápido desenvolvimento nos últimos tempos junto à Toro Rosso", comentou Horner, com menção à parceria da fabricante de motores com o time subsidiário da Red Bull, iniciada em 2018.

"O alinhamento da Honda com nossas duas equipes tem enorme potencial. A Honda terá acesso a toda nossa base de dados, com prioridade para a Red Bull, assim as oportunidades para um desenvolvimento rápido, mais eficiente e mais competitivo serão dobradas", explicou.

Apesar do desgaste entre Red Bull e Renault, que perdeu competitividade em comparação com os motores da Mercedes nas últimas cinco temporadas, Horner elogiou a fabricante francesa. "Tivemos nossas diferenças, mas a Renault trabalhou sem descanso para fazer o melhor possível e nos tornar uma unidade competitiva", disse o executivo.

A Renault seguirá disputando o Mundial de Fórmula 1 nas próximas temporadas com sua equipe própria e fabricando motores para a McLaren. O fornecimento para a equipe inglesa começou em 2018, após três temporadas de maus resultados do conjunto formado por McLaren e Honda.

Cinco dias após o rompimento da McLaren com a Honda, o chefe da equipe britânica, Eric Boullier, admitiu nesta quarta-feira (20) que os três anos de parceria com a fornecedora de motores do Japão foi um "desastre". O acordo entre as duas partes será encerrado no fim do ano. A partir de 2018, a McLaren utilizará motores Renault.

"Quando você olha para os últimos três anos, foi um verdadeiro desastre para nós em termos de credibilidade e de conseguir novos patrocinadores", disse Boullier, em entrevista ao site da Fórmula 1. "Olhando para a frente: tenho certeza de que nos próximos cinco anos a McLaren vai estar na posição em que ela pertence."

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Boullier avalia que a equipe vai precisar de até três anos para recuperar as boas performances e a credibilidade diante dos patrocinadores. E aposta que o novo fornecedor de motores fará toda a diferença na recuperação da equipe diante dos seus rivais no circuito da F-1.

"Estamos em nono lugar do campeonato. Com um motor de nível top, acho que estaríamos em quarto agora. E somente com o dinheiro que vamos receber da FOM [empresa que administra a categoria] vamos cobrir os gastos com os novos motores", afirmou o chefe de equipe da McLaren.

Claramente insatisfeito com o rendimento da equipe nos últimos anos, Boullier agradeceu aos proprietários da McLaren pela decisão de trocar de fornecedor de motores. "Agradeço aos sócios porque foram corajosos o suficiente para tomar esta decisão esportiva para não prejudicar a McLaren. Eles poderiam apenas ter sido: 'vamos esperar a Honda acordar'."

O chefe de equipe admitiu em parte que o futuro de Fernando Alonso na equipe foi decisivo para a troca de motores. O espanhol nunca escondeu sua insatisfação com o baixo rendimento da equipe nos últimos anos e ameaçou deixar o time ao fim deste ano, quando se encerra seu atua contrato. A McLaren, com a mudança, passará a ter motores com a Renault, que foi a equipe pela qual Alonso faturou seus dois títulos mundiais.

"Sim e não quanto a Alonso. Mas, para ser honesto, ainda não estamos neste estágio [de acertar sua renovação]. Ele apenas quer um carro competitivo e disse isso claramente nos últimos meses. É o lado dele. O nosso lado é respeitar o nosso DNA competitivo. Sempre estivemos entre as três melhores equipes. O Top 3 é o nosso lugar."

Boullier evitou revelar informações sobre a negociação de Alonso com a equipe, mas demonstrou confiança quanto ao acerto. "Somos muito próximos. Fernando quer ficar. Dá para ver isso até na sua linguagem corporal e pelo jeito como fala. Há questões de marketing que ainda precisamos resolver e nisso Zak Brown está trabalhando", afirmou o dirigente, referindo-se ao chefe de marketing da equipe.

Após três anos de resultados decepcionantes, a McLaren encerrará a sua parceria com a fornecedora de motores Honda ao término da temporada 2017 da Fórmula 1 e passará a trabalhar com a Renault. O anúncio da mudança foi realizado nesta sexta-feira (15), no dia em que se iniciaram as atividades do GP de Cingapura e provocou outras trocas. Em uma delas, o mexicano Carlos Sainz Jr. vai deixar a Toro Rosso e se transferir para a Renault no próximo campeonato.

A Honda vem fornecendo motores a McLaren desde 2015, em uma tentativa de repetir o que já foi uma parceria extremamente bem-sucedida na sua era gloriosa, com Alain Prost e Ayrton Senna. Mas os resultados foram péssimos e a falta de competitividade irritou o astro Fernando Alonso, piloto da equipe inglesa.

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Duas vezes campeão da Fórmula 1 e com 32 vitórias na carreira, Alonso terminou apenas três corridas nesta temporada, com o melhor resultado sendo um sexto lugar. "É pelo melhor interesse de ambas as empresas que seguiremos com nossas ambições no automobilismo separadamente", disse o presidente executivo da McLaren, Shaikh Mohammed bin Essa Al Khalifa, em um comunicado divulgado nesta sexta-feira. O diretor executivo da McLaren, Zak Brown, acrescentou que "por uma combinação de razões nossa parceria não floresceu como qualquer um de nós teria desejado".

A Renault fornecerá motores a McLaren pelos próximos três anos, até 2020, um movimento que deverá assegurar a permanência de Alonso na equipe. "É a primeira vez que a Renault vai trabalhar com a McLaren e estamos orgulhosos de chegarmos a um acordo com uma organização que possui uma história tão rica na Fórmula 1", disse Jerome Stoll, presidente da Renault. "Nós sabemos que a McLaren vai nos levar para o rumo certo".

A Renault tem um motor muito mais confiável do que a Honda, com Nico Hulkenberg consistentemente ficando na zona de pontuação pela Renault e tendo completado dez das 13 corridas desta temporada. Com Alonso atrás do volante e usando um motor Renault, a McLaren espera aumento de desempenho significativo no próximo ano, considerando que ela tem um dos melhores chassis da Fórmula 1. Apesar de ser um dos mais veteranos do grid, Alonso, de 36 anos, ainda é considerado um dos melhores pilotos.

A Honda, no entanto, vai ficar na Fórmula 1. Em uma série de mudanças reveladas nesta sexta-feira, a Honda anunciou um acordo por "vários anos" com a Toro Rosso, equipe de suporte da Red Bull, a partir da próxima temporada.

A Honda assumirá o controle da Renault como fornecedor de motores da Toro Rosso, com Sainz Jr. deixando Toro Rosso para se juntar à Renault em um acordo de um ano. Ele será o parceiro de Hulkenberg e substituirá o britânico Jolyon Palmer, que não marcou um ponto nesta temporada.

Embora ainda não confirmado, a Red Bull também pode romper com a Renault e também passará a usar os motores Honda, mas, apenas a partir de 2019. Isso daria a Toro Rosso a chance de testar os motores durante uma temporada inteira antes que as duas equipes os usassem. Christian Horner, chefe da equipe da Red Bull, tem sido crítico ao desempenho da Renault desde a mudança para os motores híbridos turbo em 2014.

A montadora de veículos Honda abriu as inscrições para 14 vagas do seu programa de trainee, com um ano de duração. Já no programa de estágio, são disponibilizadas 20 vagas. Os trainees serão lotados nas cidades de São Paulo e Sumaré, enquanto os estagiários podem trabalhar em Indaiatuba, todas no Estado de São Paulo. 

O programa de trainee aceita inscrições de candidatos formados entre dezembro de 2015 e dezembro de 2017, nos cursos de administração, ciências econômicas, ciências contábeis, matemática, estatística, física, publicidade e propaganda, marketing, engenharias (controle e automação, mecânica, mecatrônica, elétrica, eletrônica, produção, aeroespacial, da computação e automobilística), ciência da computação e sistemas de informação. Entre os requisitos, está o domínio da língua inglesa. As inscrições para o processo seletivo contam com o suporte da Cia de Talentos e podem ser feitas pelo site da oportunidade até o dia 2 de outubro. Os aprovados começam a trabalhar no dia  8 de janeiro de 2018.

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Já no programa de estágio, são aceitos estudantes universitários do penúltimo ou último ano dos cursos de administração, publicidade e propaganda, marketing, engenharias (controle e automação, mecânica, mecatrônica, elétrica, eletrônica, produção, aeroespacial, sistemas e automobilística), ciências econômicas, ciências contábeis, ciência da computação, sistemas de informação e análise e desenvolvimento de sistemas, com exigência de domínio do inglês para todos. As inscrições devem ser feitas até o dia 18 de setembro através do site e o estágio tem duração de um a dois anos, com início em janeiro de 2018. 

Além de contar com bolsa auxílio, os estagiários terão plano de saúde, seguro de vida, vale transporte e vale refeição. Os trainees terão salário e os mesmos benefícios, além de plano odontológico. O valor das bolsas e salários não foram informados pela empresa.

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A marca Honda informou nesta quinta-feira (13) que está sendo realizado recall nos modelos Accord (fabricados nos anos de 2013 e 2016), pois existe a possibilidade de ter infiltração de líquido no interior do sensor responsável pelas medições de tensão, corrente, resistência e temperatura da bateria.

Este problema pode causar curto-circuito e aquecimento do sensor, o que pode ocasionar incêndios. Os donos do modelo devem ir a uma concessionária, a partir do dia 30 de agosto, para trocar o sensor responsável pelas medições de tensão, corrente, resistência e temperatura de bateria.

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Para agendar o recall e obter mais informações, o proprietário do veículo especificado deve telefonar para 0800 701 3432 ou acessar o site da empresa: http://www.honda.com.br/.

A Honda tornou-se a vítima mais recente do ciberataque WannaCry, que paralisou sistemas informáticos em todo o mundo no mês passado. A fabricante de automóveis japonesa revelou que interrompeu temporariamente a produção da sua fábrica em Sayama, no noroeste de Tóquio, depois que alguns de seus computadores foram afetados pelo vírus no último domingo (18).

A produção diária de cerca de mil veículos foi interrompida até que as operações continuassem na terça-feira (20). A empresa disse que reforçou suas medidas de segurança cibernética após o recente ataque, que afetou organizações em 150 países.

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Mas a Honda admitiu que essas medidas de segurança não foram suficientes para proteger versões antigas de seus computadores, como as instaladas na unidade de Sayama. A empresa também informou que continuará a examinar se alguma de suas unidades no exterior foi afetada.

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Momentos antes do GP da Rússia de Fórmula 1, neste domingo, a Sauber anunciou uma mudança para o ano que vem. A equipe suíça deixará de usar os motores da Ferrari e passará a utilizar os da Honda, encerrando uma parceria que já vinha desde 2010 com a montadora italiana.

"Estamos muito empolgados com nossa nova parceria com a Honda, que estabelece o rumo para um futuro vitorioso para a equipe, tanto de uma perspectiva estratégica quanto de uma perspectiva técnica", considerou a chefe da Sauber, Monisha Kalenborn. "Estamos muito ansiosos."

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Fornecedora também da McLaren, a Honda agora terá mais possibilidades para testar seus motores, o que também pode representar uma evolução para a equipe inglesa. Com a nova parceria, a Sauber espera dias melhores do que os obtidos nas últimas temporadas, já que em 2016 somou apenas dois pontos e este ano ainda não pontuou.

"Este será um novo desafio nas atividades de Fórmula 1 para a Honda. Com a finalidade de aproveitar ao máximo os benefícios de ter parceria com duas equipes, fortaleceremos os sistemas e capacidades de nossas operações de desenvolvimento. Seguiremos com nossos desafios para que nossos torcedores desfrutem vendo a Honda como força dominante o mais rápido possível", disse o chefe executivo e de comunicações da Honda, Katsuhide Moriyama.

A Equipe da Honda que disputa o Rally dos Sertões foi a vencedora da segunda etapa entre as motos. Nesta segunda-feira (5), Gregorio Caselani completou o trajeto de 418,3km em primeiro, com o tempo de 5h06min34, seguido pelo companheiro de equipe, Jean Azevedo, 5h09min19, e Ricardo Martins, 5h10min59. A próxima etapa vai, na terça-feira (6), para a cidade de Posse-GO. 

A disputa entre os companheiros de equipe pela ponta tem sido intensa e, mesmo ficando em segundo, no acumulado dos dois dias de competição, Jean está à frente de Gregorio. “Foi uma etapa longa, dura e com um início bastante desgastante. Larguei em primeiro novamente e hoje peguei quatro porteiras fechadas. Mas foi só o segundo dia e tem muita prova para a gente andar”, afirmou.

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Até Posse-GO, os pilotos e navegadores têm pela frente um trajeto de 643,48km. O Rally dos Sertões segue em disputa até o dia 10 de setembro, quando os competidores chegam na Praia da Graciosa, em Palmas, no Tocantins.

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A Honda, empresa fabricante de motocicletas, está com inscrições abertas para vagas de estágio e trainee. Podem participar do processo seletivo candidatos com formação concluída há, no máximo, dois anos, além de alunos no penúltimo ou último ano da graduação.

A seleção pede que os concorrentes sejam dos cursos de administração, ciências contábeis e econômicas, engenharia, sistema de informação, marketing e publicidade e propaganda. A Honda ainda exige que os candidatos tenham domínio da língua inglesa. No total, 21 vagas são oferecidas, distribuídas nas cidades São Paulo, Sumaré e Recife.  

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Os interessados em participar do processo seletivo podem se inscrever por meio do endereço virtual da Honda, até o dia 21 deste mês. Outros detalhes informativos sobre a seleção podem ser obtidos pelo mesmo site. 

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