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O fim de ano vai se aproximando e, com ele, as festas de confraternizações começam a ocupar lugar nas agendas. Entre familiares, amigos e até em eventos empresariais, as comemorações têm variados estilos. Contudo, uma das reuniões que mais requer a atenção dos participantes são as celebrações dos ambientes profissionais.

Embora seja um momento para confraternizar, deve-se atentar que nem todo tipo de atitude é conveniente nestas ocasiões, principalmente ao se tratar de um evento da empresa onde você trabalha. Um “passo em falso” dado durante essas festividades pode ser crucial para gerar uma repercussão negativa da sua imagem no meio corporativo. Para evitar dúvidas de como agir em eventos no meio corporativo, conversamos com o professor universitário do Grupo Ser Educacional e consultor em Gestão de Pessoas e Carreiras Jessé Barbosa de Araujo.

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Para Jessé, as festas de fim de ano são uma oportunidade para confraternizar e celebrar as conquistas alcançadas pela empresa. Dessa forma, negar-se a comparecer implica em uma mensagem não positiva do colaborador, pois, denota uma falta de comprometimento com a firma. “Se o funcionário não entende o valor disso jamais acenderá para outras posições, pois, nestas festas, é o momento em que o mesmo passa a ter acesso a pessoas que normalmente, devido a sua rotina diária, não tem”, explica.

Caso o funcionário não consiga participar da confraternização, o professor Jessé orienta avisar, com antecedência. “Caso haja um compromisso de força maior, o melhor é informar ao gestor imediato a ausência para que caso haja algum planejamento por parte da equipe, não seja frustrado”.

De acordo com o consultor, outro ponto que requer atenção neste tipo de evento são as vestimentas. “O ideal é que a roupa escolhida seja algo que não chame muita atenção. Para homens um roupa esportiva ou esporte fino conhecido como uma roupa casual. Para mulheres o ideal é que não seja uma roupa muito decotada ou curta, pois é uma festa da empresa ao qual todos tendem a observar tudo e todos”, destaca o especialista.

Ao falar de festa, as palavras “dança” e “bebida” vêm à tona. E, segundo Jessé, esses são tópicos que demandam cuidado quando são somados ao ambiente de trabalho. “Se o colaborador sabe que tem dificuldades com autocontrole com bebidas, o mesmo deve abster-se para que não ocasione um problema futuro de comportamento por falta de sobriedade. Pode beber? Sim, não há problema, desde que o funcionário saiba o seu limite”.

Quanto à dança, o professor alerta que não há problemas em dançar, desde que seja feita com moderação, visto que algumas músicas do momento não são recomendadas para festas corporativas, devido à forte alusão à sexualidade.

Para o especialista, a melhor maneira de se comportar nestas ocasiões é evitando excessos com álcool ou com comida, e buscar relacionar com pessoas de outros setores. “Permita- se conhecer, como diz a máxima militar: quem não é visto não é lembrado. Seja cordial com todos, fique à vontade para curtir, mas com moderação”, lembra. Situações embaraçosas em eventos corporativos são comuns. Por isso é necessário manter-se atento para não cometer deslizes. A estudante de psicologia Thais Andrade conta que nunca protagonizou nenhum caso como esses, mas já presenciou colegas de trabalho em circunstâncias constrangedoras. “Vi uma amiga ficar totalmente embriagada durante a confraternização do ano passado. Ninguém nunca conseguiu esquecer a cena”, relata Thais. De acordo com a estudante, dias depois da festa, seus respectivos superiores chegaram a comentar o fato ocorrido, e a jovem protagonista da situação foi advertida. “O burburinho era gigante entre os corredores, mas a gente não imaginaria nunca que nossos chefes iriam comentar entre eles. Achávamos que eles não estavam nem dando importância ao que estava acontecendo na hora”, relembra. “

Ao contrário do que a gente acreditava, logo depois da festa, recebemos a notícia que a menina tinha sido chamada a atenção. Ela ficou bem envergonhada, disse que pediu desculpas. No final, não foi um prejuízo grande para ela, mas foi uma situação que poderia ter sido evitada. Foi uma advertência, mas poderia ter sido algo muito pior”, complementa Thais.

As situações relatadas pela estudante de psicologia instigam alerta, segundo o consultor de Gestão de Pessoas Jessé Barbosa. Durante esses eventos corporativos, os gestores e diretores avaliam os comportamentos dos seus funcionários. “Em uma festa social, todos são observados, como se relacionam entre os pares, superiores e com subordinados. A dica que nunca falhar, é ser cordial com todos sem deixar de ser autêntico”. Jessé ainda ressalta: “Em uma festa corporativa o bom senso deve prevalecer”.

Em caso de um funcionário presenciar ou protagonizar uma situação constrangedora, o professor Jessé indica qual é a postura a ser adotada. “Caso algum colaborador cometa alguma gafe na festa, é preciso pedir desculpas pelo mal entendido e corrigir a gafe. Caso algum colega esteja alto – gíria que remete a embriagado - devido ao volume de álcool ingerido, procure orientá-lo a seguir para casa, pois, muito provavelmente, sua credibilidade, tanto pessoal como profissional, é desconstruída à medida que continua cometendo gafes”, encerra.

Conteúdo publicado orinalmente no site da UNINASSAU

Cerca de 240 funcionários terceirizados que prestam serviço em hospitais públicos espalhados pelas regiões de Pernambuco denunciam que não recebem o salário há cerca de 90 dias. Endividados e sobrevivendo a condições extremas, os trabalhadores relatam que são oprimidos pela empresa responsável quando tentam obter informações sobre a quitação das dívidas. A empresa aponta que não cumpriu o compromisso, pois não vem recebendo os repasses do Governo do Estado.

No geral, os cargos são ocupados por recepcionistas e agentes de serviços gerais e almoxarife. Em média, eles recebem entre R$ 1.000 e 1.500; salário conquistado com o esforço de um mês de trabalho para manter as contas em dia e garantir a sobrevivência da família. Sem o pagamento de setembro e outubro, eles também informam que a situação piorou em novembro, mês que o ticket alimentação foi cortado.

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"Nessa empresa nunca tinha acontecido, mas aconteceu e a gente já tá há mais de 82 dias sem receber. Outras empresas de limpeza que estão lá, sempre andam atrasando. Sempre mudam de empresa, só que essa não sai de lá e também nem paga a gente", revela um funcionário da Real JG Serviços, que preferiu não se identificar.

Há dois anos no posto do Hospital Agamenon Magalhães, na Zona Norte do Recife, ele relata que os funcionários que reclamam ou tentam obter informações sobre o prazo do pagamento são demitidos. "Todo mundo que reclama está sendo demitido. Uma menina que operava o elevador foi demitida por causa disso, só porque queria saber um prazo", destacou.

Devendo e sem crédito na praça, ele descreve a dificuldade para pagar suas contas e afirma que tem se desdobrado para cumprir com seus compromissos financeiros mensais. "Infelizmente, tudo que a gente pode tentar fazer é tentar pegar emprestado com alguém. O cartão que a gente usou no primeiro mês estourou e a gente não têm como pagar", afirmou, antes de complementar: "eles dizem que só vão pagar aos funcionários quando a Secretaria de Saúde pagar o combinado com eles".

O que diz a empresa

Procurado pela reportagem, o representante jurídico da Real JG alegou que, desde 2017, a secretaria não arca com os valores da repactuação acordada com a categoria; além do adicional de insalubridade. "A secretaria não repassa nada. A gente tá pagando do bolso para trabalhar", apontou.

Segundo Expedito Barbosa, só esta dívida atinge R$ 10.560.224,14 milhões, que somada às faturas atrasadas, atinge o montante de aproximadamente R$ 14 milhões. "As repactuações de 2017, 2018 e 2019 não foram pagas até hoje e as faturas estão em aberto", ressaltou. O advogado garante que a secretaria foi notificada pela empresa em diversas oportunidades e apenas responde que 'vai providenciar'.

Após conciliação no Ministério do Trabalho, a Secretaria de Saúde pagou cerca de R$ 400 mil, segundo o representante. No entanto, a quantia não engloba as dívidas da operação da Real JG. "Eles pagaram R$ 422 mil na semana passada, de um montante de mais de R$ 14 milhões; ou seja, a empresa não tem como pagar. Ela é uma prestadora de serviços, o dinheiro entra e ela repassa aos funcionários", explicou.

Sobre o prazo para que os funcionários possam ter o direito do salário garantido, ele destacou: "a gente não tem condição de manter um contrato onde a gente não recebe [...] Assim que a gente receber, pelo menos o suficiente para pagar a folha e os débitos de todo o período, a gente vai repassar. A gente não vai ficar com o dinheiro", garantiu.



A posição da Secretaria de Saúde

Em contrapartida, a Secretaria de Saúde de Pernambuco afirma não reconhecer o valor do débito proposto pela Real JG, e diz ter cumprido a determinação acordada entre as partes e o Ministério do Trabalho, como também pagou parte da dívida no dia 14 de novembro. No entanto, não relevou valores. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Asseio e Conservação, após o recebimento, o contratante deveria cumprir a folha salarial em 24 horas.

Em nota, a secretaria também informou que mantém os repasses e, destaca que, no intuito de evitar inconformidades, as prestadoras de serviço precisam comprovar os pagamentos. Confira a nota na íntegra:

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informa que tem mantido o fluxo de repasses para a empresa Real JG e que não reconhece o valor de débito citado. Neste mês de novembro, a SES-PE esteve em uma audiência no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) junto à empresa, quando ficou acordado que a Secretaria faria um pagamento e a Real repassaria aos seus funcionários. A SES cumpriu o acordado, contudo, a Real ainda não pagou a seus funcionários.

A SES reitera seu compromisso e reforça que está trabalhando para manter repasses regulares para a empresa citada, além de ter mantido o diálogo com ela e os órgãos de controle. É importante destacar que esse tipo de pagamento requer uma apuração detalhada do serviço prestado, com análise e auditoria nas informações, assim como a comprovação, por parte da empresa, da regularização das suas obrigações trabalhistas para evitar inconformidades.

Ter um negócio próprio é o desejo de muitas pessoas, o que faz o empreendedorismo crescer no Brasil. Segundo uma pesquisa realizada pelo Global Entrepreneurship Monitor (Monitor Global de Empreendedorismo, em Português) com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no início deste ano, 36 em cada 100 brasileiros de 18 a 64 anos têm um negócio/atividade empresarial ou está se preparando para começar. 

No entanto, se tornar empreendedor e manter o negócio crescendo não é fácil, pois exige planejamento prévio e recursos financeiros para investir e pagar as despesas. Esses fatores podem se tornar obstáculos para pessoas que desejam começar ou ampliar empreendimentos.

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É o caso de Yslane Siciliani, que tem 25 anos e atualmente trabalha como corretora de seguros. Ela também costumava alugar kits de decoração para festas, vender calçados masculinos, roupas femininas e acessórios para celulares, no entanto, os resultados não estavam sendo bons devido à falta de recursos para investir.

Yslane já cursou direito, hoje está na graduação de cosmética e sonha abrir um spa. Ela conta que desde os 12 anos já vendia brincos e ajudava no caixa do restaurante do pai. Depois começou a vender cosméticos, pagando a faculdade e ajudando a família dessa forma.

Questionada sobre como busca recursos para investir e ampliar suas vendas, Yslane conta que sente medo de não conseguir pagar parcelas de um crédito por não ter uma renda fixa. Ela também teme a possibilidade de interromper os investimentos para ajudar em casa quando a família passa por dificuldades financeiras.

Alan Maia trabalha no Banco do Nordeste como gerente estadual da linha de crédito 'CrediAmigo' e explica que a preocupação com o endividamento é comum. “Esse medo muita gente tem, pois há pessoas que pegam empréstimos de qualquer forma, sem ter noção do que vai ser a parcela. Às vezes paga as primeira, mas depois não consegue mais e é pior. Em vez de se desenvolver fica com uma dívida quase impagável”, disse o gerente. 

Na opinião dele, o problema se resolve com um trabalho cuidadoso de analistas de crédito para conceder valores e condições de parcelamento adequados ao empreendedor. Confira a seguir algumas linhas de crédito bancário voltadas especificamente para pessoas que desejam investir o valor na abertura e/ou ampliação de pequenos empreendimentos:

Mais Mulheres - Caixa Econômica Federal

O recém-lançado programa de crédito “Mais Mulheres”, da Caixa Econômica Federal (CEF), tem por objetivo estimular e alavancar o protagonismo das mulheres no empreendedorismo brasileiro. Segundo a Caixa, o programa oferece “taxas diferenciadas”, anuidade gratuita e apoio à qualificação das empreendedoras. 

Microempreendedoras que estejam começando um negócio podem obter até R$ 5 mil com taxa de juros a partir de 1,99% ao mês para pagamento em até 24 meses. Já quem for formalizada como Microempreendedora Individual (MEI) pode solicitar até R$ 10 mil. 

Para ter acesso à linha de crédito, é preciso ter conta corrente na Caixa e fazer uma capacitação negocial reconhecida pelo banco. “A Caixa reservou R$ 5 milhões para empresas com maioria societária feminina para contratação de linha de capital de giro com recursos do PIS, com taxas disponíveis a partir de 0,83% a.m”, informou o banco.

O crédito começará a ser concedido no mês de dezembro de 2019. Para mais informações sobre o programa 'Mais Mulheres', as interessadas devem se dirigir a agências da Caixa espalhadas pelo Brasil. 

CrediAmigo - Banco do Nordeste

O programa CrediAmigo, do Banco do Nordeste, é destinado a pequenos empreendedores que têm ou querem iniciar atividades de comércio, serviços ou pequena indústria. O financiamento pode ir de R$ 100 a R$ 21 mil, com juros de 0,99% até 2,4% ao mês e até 24 meses de prazo para pagar o empréstimo. 

Para solicitar o crédito, de acordo com Alan Maia, gerente estadual do CrediAmigo em Pernambuco, não há impedimento para pessoas que têm dívidas ou que estejam em listas de instituições de proteção ao crédito, como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Centralização de Serviços dos Bancos (Serasa). “Mesmo se a pessoa tiver dívida com bancos ou outras pendências como de concessionária, água, luz, telefone, ou restrição no SPC e Serasa, podemos conceder esse crédito”, diz. 

O gerente explicou também que “nós não fazemos só empréstimo, nosso crédito é orientado para que a parcela sempre caiba na capacidade de pagamento do cliente”. Alan também esclarece que não há a necessidade de ter renda no momento da contratação do crédito, pois o banco faz a análise de crédito baseado nos ganhos que o negócio dará ao empreendedor. 

Empresa Simples de Crédito - Banco do Brasil e Sebrae

Na última segunda-feira (25), o Sebrae e o Banco do Brasil (BB) firmaram um acordo de colaboração para criar negócios sustentáveis para Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (EPP). A parceria vai, de acordo com o Sebrae, melhorar a qualificação do empreendedor. 

O banco irá atuar como plataforma das Empresas Simples de Crédito (ESC) através de uma cooperação técnica, oferecendo assistência ao crédito e taxas melhores, tarifas distintas e um Cartão do Empreendedor a clientes qualificados pelo Sebrae. Ainda de acordo com informações do Sebrae, as instituições promoverão educação financeira para empreendedores. 

Empresa Simple de Crédito (ESC) é um tipo de negócio para realizar empréstimos e financiamentos exclusivos para Microempreendedores Individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte. O objetivo é operar empréstimos, financiamentos e descontos de títulos de crédito, exclusivamente com recursos próprios, tendo como contratantes microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. 

As ESC’s emprestam recursos apenas a pessoas jurídicas enquadradas como MEI, microempresas e empresas de pequeno porte. Entre as operações possíveis, há empréstimo, financiamento e desconto de título de crédito (operação de entrega do valor de um título ao seu detentor, antes do prazo do vencimento, e mediante o pagamento de determinada quantia). 

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Um funcionário rebelou-se contra o chefe e protagonizou um momento de fúria na cidade de Bradford, no Norte da Inglaterra. Acusado de estar embriagado, ele utilizou uma retroescavadeira para destruir o carro de luxo do patrão e um caminhão, no último sábado (28).

Aparentemente bêbado e sob influência de drogas, os diretores pediram que ele voltasse para casa. Furioso, o funcionário retornou à empresa e amassou um caminhão e uma Rage Rover do chefe, avaliada em 80 mil libras - equivalente a R$ 408 mil.

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"Este homem estava determinado a destruir vidas e máquinas... Não fosse pelas ações de alguém no local [outro funcionário] pulando na máquina em movimento e puxando a alavanca", ressaltou um porta-voz da empresa ao The Sun.

De acordo com a filha do condutor, houve excessos para imobilizá-lo. Ela contou que o pai teve duas costelas quebradas. "Eu sei que ele sabe que estava errado, mas poderia ter sido tratado de uma maneira melhor", ressalvou.

Confira

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Após operação da Polícia Federal (PF), cinco empresas de segurança privada suspenderam as atividades em Pernambuco. Elas prestavam serviço de forma clandestina, pois não tinham documentação necessária para atuar. A ação ocorreu na última quinta-feira (26) e sábado (27), nos municípios de Recife, Paulista, no Grande Recife, e em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco.

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As empresas prestavam serviço em escola, farmácia e até condomínio. Elas não dispunham do ofício de autorização e regulamentação de profissionais emitido pela PF. Em duas, policiais militares aposentados em atuavam de forma irregular.

Em Pernambuco, a PF apreendeu  quatro rádios, três tonfas, um colete, uma faca inoxidável, um spray de pimenta e um revólver 38.  Um homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, e pode ficar preso de dois a quatro anos.

A operação ocorreu de forma simultânea em várias localidades do país e fiscalizou 318 empresas, com intuito de combater a segurança privada clandestina e coibir o porte ilegal de arma de fogo.

Empresa engarrafadora de bebidas, a Coca-Cola FEMSA está com vagas abertas para várias funções em mais de 20 cidades do país. São 53 oportunidades, cujos benefícios incluem vale-alimentação, vale-transporte, assistência médica, assistência odontológica, auxílio farmácia, convênio com empresas parceiras, entre outros. Os salários variam de acordo com a vaga, porém não foram divulgados. 

O principal requisito para participar da seleção é residir nos municípios selecionados que pertencem aos Estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Rio de Janeiro. Outros requisistos também vão depender de cada vaga. Entre os cargos, estão promotor de vendas, supervisor de operações, coordenador de trade marketing, vendedor, pesquisador, assistente fiscal, médico do trabalho, técnico em manutenção, técnico em enfermagem do trabalho, analista de recursos humanos, coordenador de execução, motorista entregador, assistente administrativo, coordenador de distribuição, promotor, técnico mecânico ou eletrônico, supervisor de administração e finanças, operador de máquina, analista de almoxarifado e executivo de vendas.

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Interessados em se candidatar em algumas das vagas têm que se cadastrar no Vagas.com, selecionar o cargo desejado e preencher o currículo. De acordo com a Coca-Cola, a corporação possui aqui no Brasil cerca de 35 centros de distribuição e nove fábricas. O principal intuito das recrutações, segundo a empresa, é "satisfazer e agradar com excelência o consumidor de bebidas e para atingir esse objetivo, precisamos ter em nossa equipe os melhores colaboradores do mundo". 

Facebook anunciou nesta segunda-feira a compra de uma empresa que pesquisa como controlar computadores e outros dispositivos com a mente.

Através desta aquisição, a startup CTRL-labs passará a formar parte do "laboratório de realidade" do Facebook com o objetivo de aperfeiçoar a tecnologia e convertê-la rapidamente em um produto de massa, disse Andrew Bosworth, vice-presidente da divisão de realidade virtual e aumentada da rede social, com sede na Califórnia.

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"Sabemos que há maneiras mais naturais e intuitivas de interagir com dispositivos e tecnologia e queremos desenvolvê-las", disse Bosworth ao anunciar o acordo.

Diferentemente de outros sistemas que buscam a comunicação entre o cérebro e as máquinas mediante implantes cerebrais, este sistema de controle funciona simplesmente com uma pulseira.

Segundo Bosworth, a pulseira decodifica impulsos elétricos como os que o cérebro envia aos músculos da mão para realizar determinados movimentos, como 'clicar' um mouse ou apertar um botão.

A pulseira traduz então estes impulsos em sinais que um dispositivo é capaz de compreender, permitindo assim o controle mental do aparelho, segundo o Facebook.

Facebook não revelou o valor da aquisição, mas a imprensa especializada fala em um negócio de 500 milhões de dólares.

A histórica operadora de turismo britânica Thomas Cook declarou falência e deixou cerca de 600 mil viajantes prejudicados e impedidos de retornar para casa. A companhia, que tem 178 anos de história, tentou negociar durante todo o fim de semana uma injeção de capital de 200 milhões de libras para evitar sua falência. Sem sucesso, a Thomas Cook precisou encerrar as atividades, mesmo com 600 mil turistas em trânsito.

Na madrugada desta segunda-feira (23), as autoridades do Reino Unido começaram a organizar uma operação sem precedentes para repatriar cerca de 150 mil turistas britânicos que estão espalhados pelo mundo.

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"Todos os passageiros atualmente no exterior pela Thomas Cook e que tinham reservas para retornar ao Reino Unido nas próximas duas semanas serão transportados para casa em uma data o mais perto possível de suas reservas quanto possível", afirmou o governo britânico.

Dos 600 mil clientes em trânsito, muitos estão em Cuba, Turquia, Grécia, Tunísia, Espanh, entre outros países.

A Thomas Cook tem 22 mil funcionários em todo o mundo, sendo 9 mil deles no Reino Unido. Considerada uma das primeiras empresas a oferecer o pacote all inclusive, a companhia operava voos, reservas, hotéis e serviços de turismo. A empresa tem 105 aviões, 200 hoteis e representações comercias em 16 países.

Da Ansa

A empresa francesa TSO, prestadora de serviços ferroviários, foi considerada responsável pela morte de um dos engenheiros e deverá pagar indenização aos familiares da vítima. O funcionário sofreu uma parada cardíaca enquanto fazia sexo durante uma viagem de negócios, em 2013.

Pelo entendimento do Tribunal de Apelação de Paris, a morte foi um acidente de trabalho. Os advogados da companhia argumentaram que ele não tratava de assuntos profissionais quando levou outra hóspede para seu quarto.

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Em contrapartida, a lei francesa aponta que o empregador é responsabilizado por qualquer acidente que ocorra durante uma viagem de trabalho. O tribunal respaldou a decisão ao defender que o sexo é algo normal, "como tomar banho ou comer", segundo a BBC.

O The Times avalia que os familiares do engenheiro deverão receber um benefício mensal de 80% do salário dele. O valor será pago até a idade da aposentadoria e, em seguida, uma parte da sua pensão.

 

Dois cavalos foram resgatados em cima do telhado de uma empresa no município de Lins, no Interior de São Paulo. O Corpo de Bombeiros (CB) utilizou um guincho para retirar os animais com segurança, na tarde dessa quinta-feira (15).

Como apoio da Polícia Militar, os bombeiros utilizaram um caminhão com sistema de içamento para alcançar os cavalos. Eles não sofreram ferimentos e foram entregues ao dono, que acompanhou o trabalho das autoridades.

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Ainda não se sabe como os animais foram parar em cima da empresa. Uma das hipóteses apresentada pelo CB aponta que os cavalos estavam soltos na rua e acessaram o telhado pelo imóvel vizinho, que fica na mesma altura da construção.

Confira

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A única empresa conveniada ao governo de Portugal para emissão de vistos para brasileiros está sendo acusada por estudantes de cobrar valores abusivos e desrespeitar prazos de conclusão do processo. As reclamações, relatadas ontem em reportagem do jornal Folha de S. Paulo, também foram confirmadas ao jornal O Estado de S. Paulo por dezenas de alunos.

Eles contam que a empresa VFS Global cobra taxas de serviços que seriam opcionais sem avisar previamente sobre a cobrança. Com isso, muitos são obrigados a pagar de R$ 700 a R$ 800 à empresa, quando os custos obrigatórios informados nos sites da VFS e do consulado são de R$ 484 (R$ 400 pelo visto e R$ 84 pelo serviço da empresa).

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Dizem ainda que o prazo informado de 60 dias para emissão do visto após a entrevista tem sido desrespeitado. Há casos o de estudantes que já perderam passagens aéreas e não sabem se chegarão a tempo do início do curso.

É o caso da estudante Beatriz Fabril, de 25 anos, que foi aprovada para cursar Psicologia em uma faculdade portuguesa. Ela fez a entrevista no dia 12 de junho e, até hoje, não recebeu resposta sobre o visto. A passagem para Portugal estava agendada para anteontem. "Perdi o dinheiro da minha passagem e a do meu marido porque não dava para remarcar, fora a reserva de hotel que eles exigem no momento do visto", conta.

Além disso, Beatriz foi obrigada a pagar R$ 688. "Eles incluíram taxas por auxílio no preenchimento de formulário e pela checagem de documentos, coisas que a gente imaginava que estariam incluídos na taxa de serviço de R$ 84", conta.

O produtor cultural J., de 28 anos, aprovado em um mestrado em Portugal, também teve de desembolsar quase R$ 700. "Paguei porque dependo deles para a emissão do visto e não queria arranjar confusão, mas é abusivo", diz ele.

Sem informações nem retorno da empresa, os dois brasileiros não sabem se receberão o visto até a data de início dos respectivos cursos, na segunda semana de setembro.

A reportagem enviou e-mail para a assessoria de imprensa da VFS Global e ligou no telefone de seu escritório em São Paulo, mas não obteve resposta. A reportagem também não conseguiu contato com o Consulado de Portugal em São Paulo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O grupo O Boticário está com processo seletivo para o Programa de Trainee. A remuneração oferecida é de R$ 6,8 mil e os interessados precisam ter concluído a graduação a partir de dezembro de 2017 ou ter previsão para terminar no final deste ano. As inscrições estão sendo recebidas pela internet até 9 de setembro.

Não há especificação por curso ou área de conhecimento, a empresa pede apenas que os candidatos tenham perfil empreendedor. Após a primeira seletiva, que será por análise curricular, os candidatos serão convidados para uma etapa presencial em São Paulo. A previsão para os aprovados iniciarem os trabalhos é janeiro de 2020.

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Inicialmente os trainees passarão por diversos setores da empresa em todo o Brasil. No segundo semestre, todos eles atuarão em projetos autorais e se fixarão em São Paulo ou Curitiba. Ainda terão a oportunidade de cursar um preparatório online de negócios da Harvard Business School, o HBX Core. O programa dura 12 meses.

Além da bolsa, o grupo oferece benefícios como vale-transporte, vale-refeição e alimentação, planos de saúde e odontológico, seguro de vida e desconto em produtos da rede.

O incêndio em um estúdio de animação que causou 34 mortes em Kioto foi de origem criminosa, confirmou neste sábado a polícia japonesa que identificou que o suspeito do crime não tem vínculos aparentes com a empresa.

"Nós determinamos que é um incêndio criminoso e assassinato", disse um policial durante uma coletiva de imprensa.

Dezenas de policiais estão investigando o crime mais mortal neste país em décadas e conhecido por sua grande segurança.

Trinta e quatro pessoas morreram e cerca de trinta ficaram feridas, algumas gravemente, no incêndio de quinta-feira em um prédio onde estava localizada uma parte do equipamento da Kyoto Animation, um famoso estúdio de animação por suas adaptações dos populares mangás.

A polícia de Kioto identificou um suspeito na sexta-feira, um homem de 41 anos identificado como Shinji Aoba, mas ainda não foi interrogado.

Ferido com queimaduras graves, ele foi transferido para um hospital especializado, disse um agente à AFP.

A motivação do ato é desconhecida, mas, em princípio, o suspeito não tinha ligações com o estúdio de animação.

Alguns meios de comunicação informaram que o homem havia acusado o estúdio de plágio, mas o presidente da Kyoto Animation disse que a empresa nunca recebeu nenhuma reclamação por parte do suspeito, informou o jornal Yomiuri Shimbun este sábado.

O programa do Vai Cair na OAB desta sexta-feira (12) já está no ar. Nesta edição, o professor Anderson Lourenço traz dicas importantes sobre a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI). As informações são voltadas aos estudantes que vão fazer a XXIX edição do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Confira o programa completo:

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Boa parte dos brasileiros trabalham entre 30 e 44 horas semanais. Com tanto tempo fora de casa, é importante que as empresas ofereçam aos seus funcionários espaços para que possam ter momentos de distração, relaxamento e para que interajam uns com os outros, durante os intervalos previstos na rotina. No entanto é preciso se ater a algumas regras de convivência, para que todos que utilizem o local possam aproveitá-lo da maneira que desejam. 

Para a gestora Janicelli Carvalho, o objetivo das empresas ao criar esses locais é mostrar que os profissionais são parte importante daquele negócio, que há uma preocupação com o bem estar de todos. “O colaborador pode naquele determinado intervalo pode recarregar as energias necessárias para retornar ao seu trabalho mais produtivo”, diz.

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Vale também utilizar o bom senso e a educação para evitar que quem procurou um momento para desopilar, acabe se chateando e tendo um estresse ainda maior do que se não tivesse a sua pausa.

O Especialista em Recursos Humanos Jessé Barbosa de Araújo traz algumas dicas que possibilitam uma convivência saudável e respeitosa dentro dos áreas comuns no ambiente de trabalho. Confira:

Fale baixo

As pessoas tendem a falar alto em espaços comuns, mas em um ambiente barulhento fica difícil relaxar no momento de pausa nas atividades; além disso, as pessoas podem ficar incomodas por estarem tentando se concentrar em uma leitura, tirar um cochilo ou simplesmente se concentrar em uma conversas com seus colegas.

Use fone de ouvido

O espaço é para ser usado por todos. A música alta pode atrapalhar quem não quer ouvir seu estilo musical, nem se interessa pelo vídeo que você assiste. Como dito anteriormente, algumas pessoas podem querer utilizar o lugar para dormir.

Atenção à limpeza

Jogue seu lixo na lixeira. Sujou uma mesa, limpe. Afinal, outros colaboradores podem utilizar os equipamentos assim que você sair.

Não ‘alugue’ os espaços comuns

Quem nunca sonhou em sentar naquele sofá da área de descanso e simplesmente tem uma pessoa sentada há horas por lá? Mas, infelizmente muitos colaboradores utilizam os espaços e acabam perdendo a noção do tempo, acabam passando da hora do intervalo, se distraem e acabam impedindo que outra pessoa usufrua do ambiente.

Fumódromo

Não fume fora do ambiente próprio para isto. Se a empresa não possui este local, é respeitoso com quem não fuma procurar uma área externa para fumar. A fumaça do cigarro pode incomodar quem não gosta e causar problemas entre as pessoas.

 

A UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, em Campina Grande, abriu inscrições para o processo seletivo destinado ao preenchimento de duas vagas - uma para coordenador(a) do curso de Engenharia Civil e a outra para coordenação do curso de Medicina Veterinária. Os interessados em uma das vagas devem ter título de graduação e pós-graduação (mestrado ou doutorado) na área em que pretende atuar.

Para participar da seleção o candidato deverá enviar o Currículo Lattes atualizado e comprovado, para o e-mail renata.fernandes@mauriciodenassau.edu.br, indicando disponibilidade para a vaga no assunto do e-mail. As inscrições serão aceitas até o dia 19 de julho de 2019.

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A seleção será realizada a partir da análise do Currículo Lattes (fase eliminatória), levando em consideração a formação acadêmica, entre outros itens relevantes. Na segunda fase, o candidato deverá elaborar um plano de gestão de curso, apresentar seu histórico profissional, além de passar por uma entrevista presencial.

A contratação do(a) aprovado(a) será feita de acordo com a classificação obtida e não há obrigatoriedade de a seleção preencher a vaga ofertada de imediato, bem como nenhum item impede a realização de um novo processo seletivo. Outras informações pelo telefone (83) 2101-8918. Confira o edital completo aqui.

Por Sílvio Melo, da Assessoria de Comunicação 

Uma empresa do setor alimentício com sede em Patrocínio, no Alto Paranaíba, foi condenada em uma ação civil pública do Ministério Público do Trabalho a pagar uma indenização de R$ 350 mil por danos morais coletivos por supostamente se omitir ao tomar ciência da prática de assédio sexual contra funcionárias.

É o que determinou, por unanimidade, a 1.ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 3.ª Região (TRT-MG), que durante sessão de julgamento de recursos ordinários aumentou o valor da indenização, fixada anteriormente em R$ 250 mil, e manteve outras obrigações impostas à empresa. A decisão transitou em julgado.

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Em dezembro de 2012, o Ministério Público do Trabalho deu início à investigação contra a empresa após receber da Vara do Trabalho de Patrocínio um processo sobre 'condutas reiteradas de assédio sexual sofrido por empregadas da ré'.

De acordo com o procurador do Trabalho responsável pelo caso, Rodney Lucas Vieira de Souza, 'os crimes eram cometidos com a complacência de superiores hierárquicos da empregadora que, embora devidamente comunicadas acerca das condutas ilícitas, omitiram-se de forma grave e ilegal, permitindo a lesão à dignidade das mulheres trabalhadoras do empreendimento'.

Depoimentos de funcionárias reunidos no processo trabalhista revelaram que as vítimas eram importunadas de maneira 'ofensiva e vexatória'.

Uma funcionária da empresa localizada pelo Ministério Público do Trabalho no curso da investigação afirmou em depoimento que trabalhava com roupas largas para evitar 'agressões, humilhações e constrangimentos'.

"O assédio pode afetar a saúde, não apenas do assediado, mas dos outros empregados, gerando medos e angústias, criando um ambiente hostil e desagradável, provocando absenteísmo, baixa produtividade", alerta o procurador.

Segundo a ação, 'para o assediado os danos costumam ser mais significativos, ocorrendo muitas vezes danos físicos decorrentes da tensão psicológica, como dores de cabeça, problemas digestivos, depressão, falta de concentração e outros'.

O Ministério Público do Trabalho chegou a propor à empresa um acordo extrajudicial por meio da assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que foi recusado pela empresa.

Ao analisar os recursos, a juíza relatora do caso, Martha Halfeld Furtado de Mendonça Schmidt, considerou que a ré 'mostrou-se totalmente omissa e até complacente com a prática de assédio sexual contra suas empregadas, permitindo a criação de um ambiente hostil e desrespeitoso de trabalho para as trabalhadoras, deixando-as totalmente desamparadas e vulneráveis à conduta discriminatória praticada por empregados do sexo masculino'.

Além do pagamento da indenização, a empresa terá de cumprir algumas medidas, como a realização de palestras sobre assédio sexual com a participação de todos os funcionários por um período de cinco anos, fixação de cartazes na portaria da empresa, no refeitório, no setor de produção e nos banheiros, com os dizeres 'Assédio sexual é crime'.

Ainda, a empresa terá de promover a formação de uma comissão para recebimento de denúncias de assédio. A multa diária por descumprimento de cada obrigação é de R$ 1 mil.

A empresa da mulher do ex-corregedor da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Marcos Vinícius Vannucchi gastou R$ 6,5 milhões em imóveis em apenas um ano. Ele foi preso nesta quinta-feira, 6, em ação do Grupo de Atuação Especial de Repressão à Formação de Cartel e à Lavagem de Dinheiro e de Recuperação de Ativos (Gedec). Ele é acusado de cobrar propina do Magazine Luiza e de fiscais.

Levantamento feito pela reportagem junto ao cartório de Itatiba, no interior de São Paulo, aponta que, somente em 2016, a GMHS Empreendimentos, em nome de Olinda Alves do Amaral Vannucchi, comprou 10 imóveis somente em novembro daquele ano. Somente um deles, onde ficava um imenso parque industrial, custou R$ 5,7 milhões.

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As investigações apontam que Vannucchi é suspeito de cobrar propina de fiscais que eram investigados pela Corregedoria. O ex-corregedor foi afastado do cargo no dia 31 de maio, mas já era investigado pelo Gedec desde março.

Vannuchi foi capturado em Itatiba, na casa da "ex-mulher". Foram cumpridos ainda nove mandados de busca e apreensão com apoio da Receita.

A Justiça sequestrou bens do ex-corregedor. O Gedec afirma que Vannuchi se separou da mulher e passou todo patrimônio para ela.

Segundo os promotores, a separação do casal era uma fraude para que ele pudesse "se livrar" do patrimônio ilícito. As investigações criminais prosseguem para apurar o esquema de corrupção e de lavagem de dinheiro.

Defesas

A reportagem está tentando localizar todos os citados. O espaço está aberto para manifestação.

Por meio de sua Assessoria de Comunicação, a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo informou:

"Em atenção à notícia publicada em seu blog 'Ex-corregedor da Fazenda de São Paulo é preso por cobrar propinas de fiscais', a Secretaria da Fazenda e Planejamento informa que desde 1.º de junho deste ano Marcus Vannucchi não exerce mais a função de Corregedor Geral da CORFISP."

"Os fatos noticiados nesta manhã serão objeto de procedimento de apuração administrativa, independentemente das investigações realizadas pelas autoridades policiais e pelo Ministério Público."

"A Secretaria da Fazenda e Planejamento reitera que não compactua com condutas ilícitas por parte de seus servidores e mantém rigor na apuração das mesmas, e quando comprovadas, adota medidas punitivas rigorosas previstas em lei para situações da espécie."

"Esclarece também que irá colaborar com as investigações, e como de costume, permanece à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos."

Quem nunca pegou piolhos na infância? Dificilmente alguém vai responder que não teve. A pediculose, doença provocada pela infestação de piolhos é um tormento na vida de muitas crianças e nos próprios pais que usam de diversos métodos para a eliminação dos parasitas. O piolho causa coceiras, irritação no coro cabeludo e até inflamações. Há quem faça do tratamento da doença, porém, uma chance de empreender.

A novidade é que no Brasil há empresas especializadas em tratar pessoas com pediculose. A primeira empresa do Brasil é a PiolhoLess que atua em São Paulo, oferecendo um serviço de remoção dos piolhos e lêndeas de forma 100% natural em apenas duas sessões. O valor das sessões custa R$ 350.

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A dona da empresa é a Mariana Cobo, mexicana e advogada que chegou no país há dois anos, devido à transferência do trabalho do esposo. Aqui, ela visava encontrar oportunidades de crescimento próprio por meio do empreendedorismo, e pensou na possibilidade de criar algo inovador no país. A ideia do tratamento para a pediculose surgiu ao perceber que aqui no Brasil não havia esse tipo de negócio, diferentemente de outros países onde a empresária morou. “É um serviço maravilhoso porque realmente ajuda as famílias. Então quando eu chego no Brasil, decido fundar a PiolhoLess porque vi que é um negócio comprovado no exterior, em outros países funciona super bem. E eu via que aqui todo mundo tirava piolho em casa e não resolvia”, declara. 

O tratamento feito pela PiolhoLess consiste em duas sessões, cada uma com 1h30 de duração, não tendo limite de idade. Pode, inclusive, ser usado em mulheres grávidas. A primeira etapa é feita com um aspirador específico que suga boa parte dos parasitas através de uma mangueira própria. O processo dura 20 minutos “Nessa aspiração, sai a maioria dos piolhos mesmo, uns 90%. Então a criança vai pra casa na primeira sessão sem piolhos” explica.

Na segunda e última etapa é usado um produto feito com óleos naturais desenvolvido exclusivamente para a empresa, no qual a ajuda a tirar as lêndeas do coro cabeludo com um pente fino de metal "Esse produto também ajuda a acalmar os sintomas da pediculose, que seria a coceira, a irritação e inflamação do coro cabeludo".

Mariana ressalta a importância de se manter a limpeza da casa, pois pode influenciar no tratamento. “O piolho fica em um ambiente, fica no sofá, no carro, na cama ou nas roupas. Então essas famílias têm que fazer uma limpeza bem cuidadosa para evitar uma reinfestação”, destaca. 

A PiolhoLess também promove uma campanha preventiva, no qual são realizadas visitas em instituições educacionais que solicitam vistorias para saber se há crianças com pediculose nas escolas. "Conseguimos revistar umas 200 crianças e a gente elabora uma lista super discreta das crianças que achamos lêndeas. Só as lêndeas, porque o piolho é muito difícil de enxergar. A lista é entregue aos professores para serem encaminhada aos pais das crianças", explica.

Atualmente, a empresa tem quatro funcionários e está em processo de expansão. Mariana contou que uma segunda unidade será aberta, visto que, segundo ela, a empresa está fazendo sucesso.

Recomendações da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

A Dra. Clarissa Prati, Assessora do Departamento de Dermatologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), diz que a pediculose é mais comum nas crianças em ambientes escolares, principalmente nas meninas que geralmente usam cabelos longos. A doutora salienta que a transmissão ocorre com mais frequência no outono e inverno. 

Segundo Clarissa, o mais importante no tratamento é remover as lêndeas "Mais importante do que tirar os piolhos é a remoção das lêndeas. Se no tratamento isso é deixado de lado, o piolho volta novamente" esclarece.

A dermatologista também indica que o uso do pente fino é uma forma muito eficaz no tratamento caseiro, pois ele força a retirada das lêndeas. 

A empresa brasileira de cosméticos Natura anunciou nesta quarta-feira (22), a compra da Avon em uma operação de troca de ações. Com isso, de acordo com a Natura, cria-se o quarto maior grupo exclusivo de beleza no mundo. A empresa espera um faturamento bruto anual superior a U$ 10 milhões, contando com mais de 6,3 milhões de representantes e consultoras.

"A inclusão da Avon em um portfólio que já conta com Natura, The Body Shop e Aesop amplia a capacidade de Natura &Co de atender seus diferentes perfis de clientes, expandindo sua atuação para novas regiões, com mais de 200 milhões de consumidoras em todo o mundo, por meio de consultoras e representantes, lojas de varejo, plataformas digitais e e-commerce", afirma a Natura.

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Com 130 anos, a Avon é a principal plataforma de vendas diretas de produtos de beleza no mundo, contando com 5 milhões de representantes. Segundo Roberto Marques, presidente executivo do Conselho de Natura &Co, “após as aquisições da Aesop em 2013 e da The Body Shop em 2017, Natura &Co está dando um passo decisivo para construir um grupo global, multimarca e multicanal, orientado por propósito.

A transação vai criar uma nova holding brasileira, a Natura Holding S.A. Após a conclusão da aquisição, o Conselho de Administração da empresa combinada será composto por 13 membros, três dos quais serão designados pela Avon. A transação permanece sujeita às condições finais habituais, incluindo a aprovação tanto pelos acionistas da Natura quanto da Avon, assim como das autoridades antitruste no Brasil e outras jurisdições. A conclusão da operação é esperada para o início de 2020.

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