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No dia 11 de outubro, é comemorado o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada oito adultos no mundo, um é obeso. Os dados são alarmantes, já que, segundo a pesquisa, em 2025, aproximadamente, 2,3 milhões de pessoas estejam com sobrepeso.

 Na opinião da nutricionista da Clínica-Escola da Universidade UNG, Flavia Terciano, a obesidade é um problema de saúde pública. “Em todos os casos, o ideal é procurar um nutricionista. Dá para emagrecer sem recorrer a extremismos nutricionais”, aponta.

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 Confira as orientações da nutricionista para quem deseja perder peso:

 - Aumente o consumo de alimentos in natura: frutas, legumes, verduras. Além de darem saciedade, você terá uma alimentação muito mais rica em nutrientes;

 - Reduza o consumo de frituras e alimentos gordurosos. O excesso pode contribuir para o ganho de peso, além de ser prejudicial para o sistema cardiovascular;

 - Respeite seus sinais de fome e saciedade.  Nosso organismo emite sinais quando estamos com fome. Assim como devemos respeitar nosso sinal de satisfação e não consumir mais do que o necessário. Para isso, podemos nos alimentar devagar, mastigando bem os alimentos e saboreando nossa refeição;

 - Evite o consumo exagerado de doces. O açúcar em excesso pode contribuir para o aumento de peso e elevação da glicemia;

 - Evite líquidos durante as refeições, podem atrapalhar a digestão;

 - Realize atividades físicas, mas, lembre-se, somente com acompanhamento de um profissional habilitado em Educação Física;

 - Opte por alimentos diversificados ao montar seu prato, quanto mais colorido melhor;

 - Hidrate-se. Você deve ingerir líquidos ao longo do seu dia. De preferência à água, que pode ser saborizada;

 - Crie o hábito de realizar suas refeições em casa, elabore pratos novos e, quando se alimentar na rua, opte por locais onde há comida caseira e self-service.

 

Atendimento nutricional:

 A Universidade oferece atendimentos individuais que podem ser realizados em qualquer época do ano, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h. Os interessados devem se inscrever enviando um e-mail para clinica.nutricao@ung.br, ou comparecer pessoalmente na Clínica-Escola de Nutrição, das 10h às 12h ou das 15h às 19h, portando RG e CPF, para realizar a triagem inicial e agendamento das consultas. Para outras informações, entrar em contato pelo telefone (11) 2464-1738.

 

*Da Assessoria de Imprensa

A primavera chegou para trazer um período onde as flores ficam mais bonitas, inclusive, no prato. É que a diversidade de espécies ajudam a dar mais elegância e frescor nas saladas e comidas frias, além de ser um alimento ricos em muitos nutrientes.

Segundo a coordenadora do curso de Gastronomia da Univeritas/UNG, Deborah Sisti, flores como alcachofras, couve-flor, brócolis e flor de abobrinha são as mais conhecidas e consumidas no cotidiano das pessoas. Mas, existem também as plantas alimentícias não-convencionais (Pancs), que não costumam fazer parte do dia-a-dia. "Essas flores são cultivadas para esse fim, pois são mais delicadas e sem nenhum agrotóxico. Costumamos usar nas saladas e na decoração dos pratos", explica.

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Entre as flores mais procuradas pelos chefs estão as acácias, dente-de-leão, malmequer, flor de lírio, calêndula e a capuchinha. Durante a primavera, essas flores costumam ter um preço acessível. Porém, como também é uma estação mais quente, é necessário ter cuidado com o manuseio, já que aumenta a probabilidade delas murcharem. "Não são flores que encontramos em feiras e supermercados populares. Geralmente temos que procurar produtores específicos, que as embalam em caixinhas de isopor, por exemplo", orienta Deborah.

As Pancs, assim como os demais vegetais, frutas e legumes, também são fontes de muitos nutrientes e vitaminas. "Elas possuem alto teor de fibras, vitaminas B1, B2 e B6, fósforo, zinco, potássio, magnésio, cobre e compostos fenólicos, que são um grupo de antioxidantes não enzimáticos que combatem os radicais livres", afirma a nutricionista Fernanda Peres Silva Souza.

Mesmo sendo um alimento com muitos benefícios é necessário ter uma dieta balanceada que envolva todos os grupos alimentares. "Se alimentar de um grupo específico de alimentos pode gerar um 'desbalanço' nutricional no organismo, fazendo com que não tenha uma harmonia entre os nutrientes que nosso corpo precisa", conclui Fernanda.

Maus hábitos alimentares contribuem para o desenvolvimento de doenças crônicas como a hipertensão, diabetes, colesterol e doenças renais. De acordo com a especialista em Nutrição e Saúde Pública Dalva Coutinho, participante de um projeto para hábitos alimentares no Hospital de Clínicas, em Belém, “a correção alimentar é fundamental, mas não é tarefa fácil, além de ser um processo ancestral e cultural”.

 No Pará, por exemplo, o açaí e seus acompanhamentos, como a carne, o peixe ou o charque frito, possuem um grande teor de gordura. “O açaí, que é rico em potássio e sais minerais, ajuda também na circulação vascular. Ao ingerir esses acompanhamentos, perdem-se esses benefícios”, explicou.

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A nutricionista também destaca o cuidado que as pessoas devem ter ao consumir produtos de origem industrializada, além do açúcar, sal e gorduras saturadas (frituras em excesso). 

A mudança alimentar não é uma tarefa fácil. Requer educação e acompanhamento integral de equipes especializadas no assunto. “Não é papel apenas do profissional de nutrição. São muitos fatores envolvidos: sociais, econômicos, políticos e disponibilidade de alimentos”, afirma Dalva.

Conduzir mudanças de hábitos alimentares exige atuação em escolas com o público infantojuvenil, para mostrar as vantagens de um alimento mais saudável. Programas como Cantinas Saudáveis e Crescer Saudável lançaram projetos, em 2010, com modelos de lanche. Mas grande parte ainda não entrou em prática. 

Não existem fórmulas perfeitas para a mudança repentina quando se trata de alimentação, destaca a especialista. “Quero pontuar isso tanto para as escolas quanto para os especialistas da área da saúde e governamental: é necessário mostrar essa diferença de hábitos. O excesso pode levar a problemas graves de saúde. As políticas públicas devem ser exercidas para que de alguma forma isso possa mudar. Além disso, que a população faça a sua parte, pois a saúde é um bem precioso”, concluiu.

Por Natália Lavoura.

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Alimentos com alto teor de gordura, açúcar e conservantes, chamados de ultraprocessados, podem causar desequilíbrio energético e nutricional em crianças. Essa é a opinião da nutricionista Elenilma Barros, especialista em Gestão da Qualidade em Unidades Produtoras de Refeições pela Universidade Federal do Pará (UFPA), mestra em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia e docente da UNAMA - Universidade da Amazônia.

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Segundo a nutricionista, a introdução de alimentos ultraprocessados não deve ocorrer na primeira infância, ou pelo menos até os dois anos de idade. “A exposição de alimentos ultraprocessados na primeira infância pode dispor ao sobrepeso na fase adulta e à formação ruim do hábito alimentar. O alto teor de gordura, açúcar e conservantes pode desequilibrar o balanço energético dessa criança”, afirma Elenilma.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), é importante que o aleitamento materno seja exclusivo até o sexto mês de vida e que possa ser complementado a partir dos seis meses com alimentos naturais. “O padrão alimentar da família é referência primária para a criança. É importante que ela participe do consumo alimentar junto com os integrantes. O responsável deve se preocupar com o alimento que consome, pois isso serve de exemplo para a criança”, destaca a nutricionista.

Anna Paula Dias, 32 anos, mãe do Pedro Henrique, diz que oferece de tudo ao filho de 5 anos, mas a preferência de Pedro é por frutas e sucos. “Sempre ofereci fruta, mas também oferecia outras coisas. O gosto dele é não ser chegado em bolachas recheadas e doces. Pedro prefere fruta como sobremesa e ama salada”, afirma.

Nas últimas décadas, mudanças nos hábitos alimentares da população brasileira provocaram a substituição de alimentos caseiros e in natura (obtidos diretamente de plantas ou de animais) por alimentos processados e ultraprocessados, com alta quantidade de gordura, açúcar ou sódio e pouca fibra, além de passarem por diversas etapas de processamento e adição de muitos ingredientes para aumentar a durabilidade e palatabilidade.

A mudança na alimentação é uma das principais causas da atual pandemia de obesidade e de doenças crônicas. Estima-se que o número de crianças e adolescentes de até 17 anos com sobrepeso aumentou em dez vezes no mundo - somente no Brasil, o Ministério da Saúde do Brasil aponta que a obesidade atinge 13% dos meninos e 10% das meninas nessa faixa etária.

Para a nutricionista oncologista Kelly Oliveira, a obesidade é um problema mundial a partir do momento que é perceptível que atinge adultos e crianças. “O sobrepeso pode ser evitado com a prática de exercícios físicos, brincadeiras saudáveis que deixem a criança fisicamente ativa e com a influência da família, ajudando na construção de um paladar saudável”, completa.

 

A Clínica-Escola de Nutrição da Univeritas/UNG está com vagas abertas para atendimento nutricional. As consultas contam com planos alimentares individualizados e exames antropométricos (que estudam as medidas e percentual de gordura corporal para avaliação nutricional). Os atendimentos são voltados para idosos, crianças, mães, portadores de doenças crônicas, obesos, praticantes de atividades físicas, com patologias ou não, para emagrecimento, manutenção de peso, magreza, ou quem necessite de orientação nutricional.

De acordo com Flavia Terciano, nutricionista da Univeritas/UNG, o contato com um profissional durante a reeducação alimentar é fundamental para obter êxito. "As pessoas devem procurar um nutricionista para aprender como se alimentar de forma balanceada, adequada e individualizada, prevenindo doenças e melhorando a qualidade de vida, com mais saúde e longevidade", explica.

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Os interessados devem comparecer à Clínica-Escola de Nutrição, portando RG e CPF para realizar a triagem inicial e agendamento das consultas. Os atendimentos são realizados por alunos em estágio, sempre supervisionado por um profissional. Para utilizar o serviço não é preciso obter encaminhamento médico, no entanto, aqueles que o possuírem, terão prioridade na lista de espera, se constatado gravidade e urgência do tratamento.

O espaço fica localizado na Praça Tereza Cristina, 88, Centro. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail nutricao.clinica@ung.br, pelo telefone (11) 2464-1738, das 9h às 14h e das 16h às 20h, ou pessoalmente, das 9h às 13h ou das 16h às 19h.

Mudar os hábitos alimentares para emagrecer e melhorar a qualidade de vida não é uma tarefa fácil. Ter força de vontade é sempre o primeiro passo a ser dado. Porém, contar com o auxílio de profissionais da área e trocar experiências com pessoas que estão em busca do mesmo objetivo podem fazer toda a diferença durante este processo. Para as pessoas que querem enfrentar este desafio, o Grupo de Apoio à Saúde da População (Gasp) da Univeritas/UNG está com as inscrições abertas para atendimentos em grupo.

De acordo com a nutricionista da Instituição, Cristiane Botelho, as reuniões do grupo são conduzidas por nutricionistas da universidade e por alunos do curso de Nutrição. "O Gasp visa formar uma rede de apoio e de educação nutricional para pessoas em geral que querem emagrecer ou estão em busca de mais qualidade de vida", explica.

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Os encontros são presenciais e realizados quinzenalmente, com duração de 1h30. Nas reuniões, são ministradas aulas sobre diversos temas de saúde e alimentação, além de aspectos básicos da nutrição.

O programa oferecerá 60 vagas com inscrições que vão até o dia 27 de agosto e podem ser feitas pelo telefone (11) 2464-1738 ou pelo e-mail clinica.nutricao@ung.br, enviando o nome, telefone de contato, idade e peso atual.

 

Serviço

Reuniões em grupo

Local: Praça Tereza Cristina, 88, Centro, Guarulhos

Unidade Centro - prédio H 

Telefone: (11) 2464-1738

E-mail: nutricao.clinica@ung.br

Basta cair a temperatura e algumas pessoas já sentem mais fome, ou sentem que perdem mais energia, e essa é uma boa desculpa para sair da dieta e comer um pouquinho a mais. Mas será que nesta época do ano o nosso organismo precisa mesmo de mais alimentos?

Segundo a nutricionista Fernanda Peres Silva Souza, estudos comprovam que não necessitamos de mais ou de menos energias por causa da temperatura do ambiente. “A atenção necessária com a alimentação é a mesma em todos os períodos do ano. Se fizermos um estudo aprofundado, constataremos que o organismo humano não precisa de mais energia e que também não gasta um ou outro nutriente a mais no inverno”, explica.  

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A comerciante Glaucia Firmino Wada, 48 anos, é disciplinada e mantém uma alimentação totalmente equilibrada desde 2015. Sua dieta consiste em carne branca, muita salada legumes e frutas. “No inverno dá um pouco mais de fome, mas sempre evito o máximo de tudo, quando tenho vontade de comer doce, eu como uma colher de mel”, conta.

Já o ator Marcos Ferraz, 47 anos, que também mantém uma alimentação totalmente regrada e pratica exercícios físicos diariamente, revela que uma vez ou outra acontece algum deslize, embora seja raro. “Todas as manhãs costumo tomar suco de laranja que, é rico em vitamina C. No inverno, as vezes, aos finais de semana eu saio da dieta, acabo comendo uma pizza, tomando um vinho ou um chocolate quente”, diz.

A nutricionista explica que cada organismo necessita de um tipo de dieta. Por isso, Fernanda ressalta que para se manter saudável não há necessidade de extremos nas restrições ou nas exclusividades. ”Todos os alimentos podem ser consumidos. O que se deve ter em mente é que uma alimentação equilibrada traz benefícios. Se extrapolou em um momento, basta retomar para a rotina saudável nos dias que se seguem. O equilíbrio consiste em comer mais consciente na maioria do tempo. Com isso, uma ou outra refeição desbalanceada não fará diferença real”, ensina.

 

 

Estudar na escola, no cursinho, na faculdade ou em casa. Essa é a rotina de milhões de estudantes que precisam se dividir entre aulas, vida social e, às vezes, trabalho. Diante de uma rotina tão intensa, manter uma alimentação saudável é essencial. Ao LeiaJá, a especialista em nutrição clínica Graciane Guimarães explicou como uma alimentação saudável e equilibrada pode ajudar os estudantes a obterem resultados acadêmicos mais satisfatórios 

“Os estudantes podem optar por opções mais leves, do dia a dia mesmo, como frutas, legumes, frango e peixe, e evitar industrializados, que contém, em sua maioria, corantes, conservantes, excesso de açúcar e sal”, explica a especialista. 

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Ainda segundo a nutricionista, nutrientes específicos como ácido graxo, ômega 3, ácido fólico (ou vitamina B9), vitamina C e vitamina E, zinco, selênio, ferro e fósforo, podem auxiliar o cérebro a desempenhar bem sua função. “Um suco verde pela manhã contém uma boa quantidade destes nutrientes”, diz a nutricionista.

Para o suco verde, a profissional recomenda uma receita facil: couve ou brócolis + semente de chia + frutas vermelhas + água. Além do suco verde, açaí, acompanhado de sementes e oleaginosas podem ajudar na cognição e capacidade de se manter focado e, como brinde, tem papel de retardar o envelhecimento.

Também podemos mencionar espinafre, morango (e outras frutas vermelhas), cacau, linhaça, maçã, nozes, castanhas, abacate, açaí, sementes (chia, girassol, abóbora) e outros grãos como amigos de quem deseja focar ainda mais nos estudos. Saiba mais no vídeo a segur:

A obesidade infantil é uma preocupação tanto dos órgãos de saúde, como também dos pais. Encontros e pesquisas têm sido realizados com o intuito de diminuir os números alarmantes da doença mundo afora. O Ministério da Saúde, por exemplo, iniciou o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI), para mapear a situação de saúde e nutrição de crianças em todo o país.

Segundo a professora do curso de Nutrição da UNINASSAU Belém, Aline Ozana, a obesidade tem causa multifatorial, “na infância está associada principalmente a uma alimentação inadequada, com consumo excessivo de alimentos muito calóricos e pouco nutritivos, como os fast foods e junk foods, aliado ao sedentarismo”, explica a professora.  Ozana destaca que alguns fatores durante a gestação podem contribuir como obesidade materna e diabetes gestacional. “Além disso, a falta de amamentação durante a fase de lactação é fator determinante. O aleitamento materno tem efeito protetor e dose-dependente na redução do risco de obesidade na vida adulta”, afirma. 

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Prevenção

Entre os benefícios que a amamentação pode trazer à criança, está o combate à obesidade infantil. “É indicado amamentação exclusiva até os seis meses, a partir daí, a alimentação complementar deve priorizar frutas, vegetais e proteínas de origem animal, pois fatores nutricionais e metabólicos, em fases iniciais do desenvolvimento humano, têm efeito em longo prazo na vida adulta”, diz a nutricionista, acrescentando a importância do acompanhamento periódico da criança com o nutricionista.

O bom exemplo em casa e na escola também é fundamental na prevenção da obesidade em crianças. “Pais que querem que seu filho tenha uma alimentação adequada, devem servir de exemplo tendo também uma alimentação saudável. Avaliar os lanches que estão disponíveis para compra e consumo na escola também é fundamental, visto que a família e a escola são os principais veículos educadores desta faixa etária”, afirma Aline Ozana.

Da assessoria

Uma professora de Educação Física, uma nutricionista, uma arquiteta e uma doula: o que essas quatro mulheres têm em comum? Além de amigas e mães, compartilham das mesmas inquietações quando o assunto é festa infantil. Em abril deste ano, elas criaram o projeto (RE)Fazendo a Festa para discutir caminhos para a construção de festas mais reais, simples, afetivas e felizes. Em sua segunda edição, o (RE)Fazendo a Festa está com inscrições abertas e acontece no dia 13 de julho, às 15h, no Nosso Bistrô, em Casa Forte.

O projeto surgiu quando a educadora física, Natália Barros, começou a organizar o primeiro aniversário do seu filho, João. A quantidade de lixo gerado numa festa tradicional, a comida oferecida e as brincadeiras sugeridas foram questões que a professora se viu motivada a mudar e desconstruir. “Me perguntava por que seguir todos aqueles protocolos de uma festa tradicional infantil, por que não pensar em uma decoração sustentável e uma festa que gerasse menos resíduos? Que oferecesse um cardápio mais saudável para as crianças e brincadeiras que fossem livres e guiadas por elas?”, lembra.

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A programação da segunda edição do (RE)Fazendo a Festa abordará os temas brincadeiras livres, com a educadora física Natália Barros; cardápio saudável, com a nutricionista Priscila Medeiros; lembrancinhas com afeto, com a doula Priscila Maia; e decoração sustentável, com a arquiteta Ísis Figueirôa. Os interessados em participar devem enviar e-mail para o endereço refazendoafesta@gmail.com. As vagas são limitadas e a inscrição custa R$ 30.

SERVIÇO | (RE)Fazendo a Festa (2ª edição)

Data: 13/07

Horário: 15h

Local: Nosso Bistrô (Rua Alfredo Fernandes, 61 - Casa Forte)

Inscrições: refazendoafesta@gmail.com

Valor: R$ 30

Da assessoria

Mariana Goldfarb, esposa de Cauã Reymond, não gostou nadinha de comentários que recebeu no Instagram na segunda-feira, dia 17, após fazer uma postagem defendendo a alimentação saudável. Com um filtro de chifre, ela rebateu críticas:

Eu sou estudante de nutrição. Aquele post é verdadeiro, pelo seguinte motivo: A má alimentação está associada com a obesidade, beleza? Porém, esse nem foi meu mérito, se você é gorda você é triste, se é magra é feliz. Vocês estão indo muito além. Está faltando interpretação de texto mesmo. Se não existisse um texto altamente explicativo logo abaixo da foto, ok. Então, na boa... Vai catar Instagram de outro, vai estudar, vai ler, vai fazer um trabalho comunitário, ajudar alguém.

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Se quiser, a gente conversa sobre. Sou sou super aberta a dividir opinião, mudar de opinião, conversar. Só que o que não topo é maldade gratuita. E não topo por você ter Instagram e estar protegido na tela do celular e vir no Instagram, meu ou de qualquer pessoa, encher o saco. Se tem uma coisa que estou tentando fazer aqui nas minhas redes sociais, é o bem. Fico muito triste quando leio que estou sendo acusada de gordofobia. Se você pensa isso de mim, deveria sair do meu Instagram, te convido a se retirar.

Horas antes, ela tinha postado uma ilustração com duas mulheres: uma, triste e com o corpo maior, com comidas não-saudáveis dentro. A outra, mais magra e feliz, com comidas saudávei - acompanhada da legenda:

Alimentos repletos de açúcar, sódio, aromatizantes, conservantes e etc parecem ser mais convidativos e mais palatáveis do que alimentos naturais, mas o fato é que logo depois de você matar a sua vontade e se acabar de comer o que o seu corpo não necessita pra funcionar de maneira eficaz, você gera um déficit nutricional que pode, além de trazer doenças, baixar a sua imunidade, problemas na pele e etc, pode mexer com o teu humor, te deixar uma pessoa mais triste e menos disposta, mais irritadiça e com menos energia de qualidade. Nosso corpo e o bom funcionamento dele está totalmente associado com o estilo de vida que a gente leva e como queremos envelhecer. Não faça pouco da sua morada. Você precisa dele pra aproveitar o que de melhor a vida tem a oferecer. Não estou de maneira nenhuma dizendo que comer uma besteira aqui ou ali seja uma coisa ruim, pelo contrário, é necessário também, faz bem pra cabeça, mas fazer da má alimentação um hábito é um caminho que vai te trazer algumas artérias entupidas, uma pele ruim e um super mal humor. Pense bem! Escolhas conscientes. (...) Ass: Mariana Goldfarb, estudante de nutrição.

Considerada uma epidemia global pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a obesidade infantil já atinge cerca de 40 milhões de crianças de 0 a 5 anos tanto nos países desenvolvidos como nos mais pobres. Além de outros quatro países do continente americano, o Brasil está entre as dez nações nas quais crianças e adolescentes sofrem com a  situação de sobrepeso. Dados do Ministério da Saúde mostram que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas.

Os números vão além. Uma projeção da Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que em 2025 o número de crianças obesas no planeta poderá chegar a 75 milhões. A nutricionista Vanessa Novais Mazetto atribui o aumento considerável do número de crianças obesas aos maus hábitos alimentares não só em casa como também nas escolas. "O lanche escolar não pode ser visto apenas como um 'lanchinho', pois as crianças fazem essa refeição no mínimo 200 vezes ao ano", comenta.

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A nutricionista ainda alerta para a ingestão elevada de açúcar e produtos industrializados presentes da alimentação escolar. "[algumas escolas] Servem sucos de caixinha, refrigerantes, produtos com grande quantidade de açúcar, além das crianças estarem expostas às frituras, como coxinhas e outros salgados. Poucos pais se importam em colocar salada no prato ou frutas nas lancheiras".

A preocupação dos especialistas em nutrição também está nas doenças que, até pouco tempo, eram desenvolvidas em menor número durante a infância ou a adolescência. Uma pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) enfatiza que, no estado fluminense, entre crianças obesas de 5 a 14 anos, 26% delas apresentaram acúmulo de gordura no fígado.

Para uma dieta saudável, a nutricionista Vanessa orienta que os pais devem se empenhar na reparação alimentar dos filhos. "Eles devem trazer a alimentação das crianças para o mais natural possível, incluindo frutas, verduras, vegetais, aumentar o consumo de água, diminuir o consumo alimentos industrializados, como os embutidos. Isso traz a reeducação alimentar não só das crianças como dos pais também", diz.

Não são apenas profissionais da nutrição que estão alarmados com os números da obesidade infantil. A psicóloga Sandra Regina Lustosa Tambara reconhece que o papel dos profissionais da saúde mental é fundamental, pois a doença está no grupo dos transtornos alimentares que se associam a transtornos mentais. "Nos casos de obesidade, vemos associações com ansiedade, depressão e, quando temos o oposto, como a anorexia, também consideramos um distúrbio alimentar, ligado a um distúrbio mental", comenta.

Para Sandra, grande parte dos problemas seriam resolvidos se pais e médicos deixassem de tratar a psicologia como um tabu. "O trabalho psicológico é totalmente preventivo para que a pessoa não chegue a fase adulta com problemas de insegurança. Muitas vezes, os pais não querem admitir que levam seus filhos ao psicólogo por achar que é algum problema com eles ou com a família."

A autoestima também passa a ser um problema para as crianças que estão acima do peso. "A autoestima é a estrutura da capacidade de lidar com as frustrações e uma criança com autoestima baixa, não se amando, não se sentindo forte e saudável pode levar isso para a vida adulta", diz Sandra. "O transtorno ainda pode permanecer no inconsciente e atrapalhar no enfrentamento de obstáculos futuros. Esta fragilidade fica na personalidade e isso é preocupante, pois queremos ter jovens que encarem desafios na vida”, declara.

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A UNAMA - Universidade da Amazônia realizou nos dias 16 e 17 de maio, em Belém, a VI Feira de Tecnologia de Alimentos, no hall de entrada do campus Alcindo Cacela. O evento foi organizado pelo coordenador do curso de Nutrição, Bruno Morais, também professor da disciplina de Tecnologia de Alimentos dos alunos do 5º semestre.

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Segundo o coordenador, a feira é parte da segunda avaliação dos alunos e tem como objetivo apresentar novos produtos, elaborados com ingredientes regionais, sustentabilidade e voltados para a segurança alimentar. Segundo a acadêmica Brena Filgueiras, a atividade proporciona experiência profissional e crescimento pessoal. "É arregaçar a manga e criar um produto à base de uma coisa que a gente não conhecia", afirmou.

A aluna ressaltou, ainda, que na universidade todos os dias aprende um pouco mais. Com suporte para pesquisar, criar e desenvolver, destaca, o conhecimento quebra barreiras e o que era desconhecido se torna surpreendente.

  Segundo Darcianny Melo, também estduante de Nutrição, a feira foi uma excelente oportunidade de mostrar para a população como aroveitar uma fruta praticamente em sua totalidade, bastando um pouco de criatividade. "Foi muito legal ver no rosto das pessoas a surpresa quando falávamos que aquele produto era feito com a casca da melancia. Muitos experimentaram várias vezes. Fomos abordados por pessoas que queriam comprar o produto, outras perguntavam se já estava à venda em supermercados, e isso, para nós estudantes, é extremamente gratificante", disse.

“Desde o início do ano a gente trabalhou o pensamento na utilização desses produtos, dentre eles azeite de pixuri, pasto da entrecasca da melancia e croquete de gurijuba. Esses produtos foram desenvolvidos na feira com intuito de valorizar a matéria-prima com a criatividade dos alunos”, afirmou o coordenador. A feira foi aberta ao público, com degustação.

Por Rodrigo Santos.

 

A Clínica de Nutrição da Univeritas/UNG está com vagas abertas para Atendimento Nutricional. As consultas contam com planos alimentares individualizados, exames antropométricos (que estudam as medidas e percentual de gordura corporal para avaliação nutricional) e palestras. Os atendimentos são voltados para idosos, crianças, mães, portadores de doenças crônicas, obesos, praticantes de atividades físicas, com patologias ou não, emagrecimento, manutenção de peso, magreza, ou quem necessite de orientação nutricional.

"As pessoas devem procurar atendimento nutricional, não somente para controle de patologias (doenças), a reeducação alimentar e a prevenção são as melhores formas de garantir a qualidade de vida e melhorar os hábitos alimentares já existentes", explica Flavia Donato Chala Terciano, nutricionista da Clínica de Nutrição da Univeritas/UNG.

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Os interessados devem comparecer à clínica portando RG e CPF para realizar a triagem inicial e agendamento das consultas. Os atendimentos são feitos por estagiários e supervisionado por nutricionistas na Clínica Escola da UniversidadePara utilizar o serviço não é preciso obter encaminhamento médico, no entanto, aqueles que o possuírem, terão prioridade, se constatada gravidade e urgência do tratamento.  

 A clínica está localizada na Praça Tereza Cristina, 88, Centro, Guarulhos.  As inscrições podem ser feitas por e-mail: clinica.nutricao@ung.br, telefone (11) 2464-1738, ou presencial, das 9h às 13h ou das 15h às 19h.

O Centro Integrado de Emprego, Trabalho e Renda (CIET) divulgou hoje (30) 22 vagas de emprego disponíveis em três áreas diferentes de atuação, sendo 20 vagas para assistente de logística, uma vaga para nutricionista e uma para cozinheiro industrial. Todas as vagas são em Guarulhos. Os interessados devem comparecer até sexta-feira (3) a uma das cinco unidades do CIET, levando seus documentos e currículo atualizado.

Para concorrer a uma das vagas de assistente de logística é necessário ter experiência comprovada em carteira de trabalho e ensino médio completo. O salário é de R$ 1.661,00 mais vale transporte, assistência médica, seguro de vida e previdência privada. A empresa disponibiliza refeitório no local.

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Já para a vaga de nutricionista é preciso ter ensino superior completo em Nutrição, experiência comprovada na CTPS, estar com o registro ativo no Conselho Regional de Nutrição, ser habilitado(a) e ter carro próprio. O salário vai de R$ 1.900,00 a R$ 3.000,00. Como benefícios a empresa oferece assistência médica e odontológica, cesta básica, seguro de vida, refeição no local e ajuda de custo.

Para a vaga de cozinheiro industrial, é exigida experiência comprovada em restaurante coletivo industrial com aproximadamente 200 refeições diárias, além de ter ensino médio completo. O salário varia entre R$ 1.700,00 e R$ 1.800,00. Os benefícios são assistência médica e odontológica, cesta básica, seguro de vida, vale-transporte e refeição no local.

 

Confira os endereços do CIET:

CIET Centro

Avenida Monteiro Lobato, 734 (sede da Secretaria do Trabalho)

 

CIET Vila Augusta

R. Antônio Iervolino, 225 (Travessa da Av. Guarulhos)

 

CIET Cumbica

Avenida Atalaia do Norte, 544 (CEU Cumbica)

 

CIET Pimentas

Estrada do Capão Bonito, 65 - Marcos Freire

 

CIET Ponte Alta

Rua Pernambuco, 836 – Jardim Ponte Alta I

 

As vagas também podem ser acompanhadas através dos aplicativos SINE Fácil e CittaMobi, disponíveis para os sistemas Android e IOS.

 

O curso de Nutrição da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife inaugurou o primeiro Consultório Escola de Nutrição da região. O atendimento será realizado por alunos que estão cursando a partir do 7º período, supervisionados por professores, e acontecem às terças e quintas, das 14h às 17h, na Clínica Escola da Instituição, localizada no Bloco F, no bairro das Graças.

O projeto é pioneiro na região tanto pelo serviço prestado, como pela oportunidade proporcionada aos alunos. “Os alunos poderão vivenciar o dia a dia da profissão e de uma clínica e atuar em conjunto com profissionais de outras áreas”, afirmou uma das professoras responsáveis pela iniciativa, Rafaella de Andrade.

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Segundo a coordenadora do curso de Nutrição da UNINASSAU, Thaís Aires, a princípio, o atendimento será apenas para funcionários da Instituição e, uma vez por mês, para participantes do projeto Circo Social, mas com intenção de expandir para os alunos e para o público externo. “Primeiro vamos manter para o público interno para mensurar a demanda que teremos, mas objetivo é ter mais dias de atendimento e poder receber também outras pessoas”, explicou.

Alunos a partir do 1º período também poderão participar das consultas em forma de observadores, possibilitando, desde o começo do curso, entender como funciona um atendimento clínico, da avaliação física ao acompanhamento dos resultados.

Agendamento e outras informações através do email nutrição.rec@uninassau.com.br ou pelo número 34134611.

Da assessoria 

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inicia nesta segunda-feira (18) a primeira etapa do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani). O estudo é voltado para crianças de até cinco anos de idade e tem o apoio do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A coleta de dados vai até dezembro próximo, com a divulgação dos resultados a partir de fevereiro de 2020. A primeira fase do estudo, inédito no Brasil com a abrangência e o detalhamento propostos em âmbito nacional, vai percorrer 123 municípios de todas as regiões do país.

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O objetivo é coletar informações de cerca de 15 mil domicílios, o que pode significar obter informações de até 17 mil crianças menores de cinco anos de idade. Os resultados do “censo de nutrição infantil” permitirão ao Ministério da Saúde, por meio da Coordenação Nacional de Alimentação e Nutrição, formular políticas públicas baseadas em evidências voltadas para as crianças brasileiras na faixa etária abaixo de cinco anos.

Metas

Os primeiros estados a serem visitados são Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo e Rio Grande do Sul, totalizando 23 municípios.

São eles: Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu, no Riode Janeiro; Serra e Vitória, no Espírito Santo; Camaçari, Feira de Santana, Juazeiro, Lauro de Freitas, Salvador e Simões Filho, na Bahia; Alvorada, Canoas, Caxias do Sul, Gravataí, Novo Hamburgo, Porto Alegre, Rio Grande, São Leopoldo, Sapucaia do Sul e Viamão, no Rio Grande do Sul.

O coordenador nacional do Enani, Gilberto Kac, do Instituto de Nutrição José de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), disse que o estudo tem três metas. A primeira é mapear deficiências de micronutrientes (vitaminas e minerais) entre as crianças com menos de cinco anos, em termos de alimentação e nutrição.

“Esse é o primeiro aspecto inédito do estudo. A gente vai medir sangue de crianças entre seis e 59 meses e vamos dosar uma série de marcadores que jamais foram estudados no Brasil com essa magnitude”, disse.

Alimentação

As crianças menores de seis meses serão estudadas também, mas não terão o sangue coletado. O estudo conseguirá mapear o estado nutricional bioquímico de crianças entre seis meses e 59 meses. “Esse é o grande objetivo, talvez o principal”, afirmou Kac.

O trabalho vai medir também a alimentação das crianças abaixo de 5 anos de idade. Para isso, será usada uma técnica chamada “recordatório de 24 horas”, que verifica o que a criança comeu nas últimas 24 horas.

Foi desenvolvido um aplicativo específico para esse estudo. A pesquisa toda é feita em um tablet. Há um questionário geral sobre uma série de assuntos, que englobam desde questões socioeconômicas até a história reprodutiva e desenvolvimento infantil.

Aleitamento 

Juntamente com a dieta das últimas 24 horas, será mapeado o perfil sobre o aleitamento materno no Brasil. Kac disse que os dados existentes até agora no país serão atualizados.

As equipes vão recolher dados nacionais sobre aleitamento materno exclusivo e complementar, consumo de ultraprocessados, doação de leite materno e bancos de leite, amamentação cruzada (quando uma mãe amamenta o filho de outra mulher). “Esse é o segundo grande objetivo”, afirmou.

O terceiro objetivo é o mapeamento do estado nutricional antropométrico (conjunto de técnicas utilizadas para medir o corpo humano ou suas partes) que, no caso, inclui medir o peso e a altura das crianças e das mães.

Isso permite avaliar o estado nutricional infantil, de modo a confirmar se a desnutrição continua diminuindo no Brasil e informar como está o sobrepeso e a obesidade nas crianças menores de 5 anos. “Tem crescido muito esse excesso de peso e a obesidade, que é um grau mais elevado”, disse o coordenador.

Encaminhamento

Serão investigados ainda a insegurança alimentar, habilidade culinária doméstica e alimentação saudável. “É um estudo bastante complexo e completo, que a gente está planejando há um ano e meio”, disse Kac.

A coleta de dados para o Enani será feita por 342 equipes no país, sob a coordenação da Sociedade para o Desenvolvimento da Pesquisa Científica (Science), integrada por coordenadores aposentados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A coleta de sangue será coordenada pelo laboratório Diagnósticos Brasil, com capilaridade nacional. São parceiros da UFRJ no censo a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Os resultados serão divulgados no próximo ano, mas, segundo Kac, as famílias poderão ter acesso às conclusões do estudo referentes ao exame de sangue e ao estado nutricional de antropometria pelo correio ou pela internet. De acordo com o coordenador do estudo, se houver algum problema relevante, a criança será encaminhada a uma unidade básica de saúde.

O Grupo de Apoio à Saúde da População (GASP), pertencente à Univeritas/UNG, oferece 60 vagas gratuitas para pessoas a partir de 12 anos de idade, com interesse em melhorar a alimentação e a qualidade de vida. As reuniões do Grupo são conduzidas por nutricionistas da Universidade e alunos do curso de Nutrição. 

Os encontros são presenciais, realizados a cada 15 dias, e com duração de 1h30, no Campus Guarulhos Centro. Em todas as reuniões é discutido um tema pré-determinado, com a realização de dinâmicas e orientações diversas com foco na alimentação saudável. 

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De acordo com a nutricionista da Univeritas/UNG, Cristiane Botelho, esse programa visa oferecer às pessoas estratégias de reeducação alimentar para desenvolver a autonomia dos participantes de acordo com a realidade em que vivem. "Uma alimentação balanceada, adequada e individualiza é necessária para que se tenha saúde e longevidade, além de prevenir ou até mesmo tratar doenças diversas", orienta. 

Os interessados em participar do Grupo de Apoio, devem comparecer na Universidade, dia 26 de março, às 14h, sala AT08. Para demais dúvidas, entrar em contato através do e-mail: clinica.nutricao@ung.br, ou pelo telefone: (11) 2464-1738.

Os próximos encontros acontecerão nos dias 9 e 23 de abril, 07 e 23 de maio e 4 e 18 de junho. 

Atendimento individual

A clínica também está recebendo inscrições para os atendimentos individuais que podem ser realizados em qualquer época do ano, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h. Os interessados devem se inscrever por e-mail: clinica.nutricao@ung.br, ou comparecer pessoalmente na Clínica de Nutrição, das 10h às 12h ou das 15h às 19h, portando RG e CPF, para realizar a triagem inicial e agendamento das consultas. 

Avaliação e diagnóstico nutricional, orientação, reeducação alimentar e oficinas de práticas dietéticas, são alguns serviços oferecidos pela clínica, localizada no Prédio H da Unidade Guarulhos Centro. 

Serviço:

Clínica de Nutrição

Local: Praça Tereza Cristina, 88, Centro, Guarulhos

Telefone: (11) 2464-1738

E-mail: clinica.nutricao@ung.br

O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de consumo de chocolate. A informação é da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), com base em uma pesquisa realizada pelo Ibope. No entanto, a ingestão da guloseima requer atenção, especialmente pelas crianças que são as principais consumidoras devido aos novos formatos, cores e sabores que são lançados a cada ano, despertando ainda mais a atenção dos pequenos.

A nutricionista materno-infantil Vanessa Mazetto orienta que crianças de até um ano não devem consumir chocolate. Aquelas com idade entre dois e cinco anos devem comer, no máximo, 15 gramas de chocolate por dia. “Acima dessa idade, incluindo os adultos, o consumo recomendado é de até 30 gramas diárias e sempre após as refeições, pois em jejum o organismo absorve mais gordura”, explica.

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Vanessa acrescenta que o ideal é o consumo de chocolates com 55% a 65% de cacau visto que, quanto menos açúcar tiver, mais saudável a guloseima será. “O melhor a fazer é dar preferência ao chocolate meio amargo. Ele tem um índice de gordura menor, praticamente não tem açúcar e conta com bastante cacau, que contém substâncias benéficas e antioxidantes. O pior de todos é o chocolate branco, porque não tem nem cacau, apenas gordura”, explica.

De acordo com a nutricionista, os ingredientes acrescentados com frequência ao chocolate, como castanhas e especiarias, também precisam de atenção dos pais, pois podem causar alergia em algumas crianças. “Vale lembrar que, embora não haja um consenso sobre a quantidade máxima de chocolate permitida por dia, um ou dois quadradinhos já são suficientes para matar a vontade dos pais e das crianças”, pondera.

A costureira Karina Pasquini, 32 anos, conta que apesar de a filha Gabriela, oito anos, ser apaixonada por chocolate, procura controlar o consumo da guloseima. “Ela não come chocolate durante a semana, somente aos sábados e domingos e depois das refeições. Na lancheira da escola dela, eu sempre coloco frutas, pão e suco”, conta.

A nutricionista alerta ainda que o consumo de chocolate em excesso e a longo prazo pode causar danos à saúde. “Pode causar obesidade por ser um alimento rico em calorias e também pode acabar viciando, porque o chocolate possui substâncias que fazem o nosso cérebro querer sempre mais”, ensina.

Segundo a nutricionista, as versões diet também devem ser ingeridas com cautela.  “O chocolate diet é recomendado apenas para as pessoas que têm restrição de açúcar, como as diabéticas. Muitas vezes, para deixar com um sabor agradável e cremosidade, as indústrias tiram o açúcar e acrescentam mais gordura. Então a pessoa acha que está comendo um alimento saudável e que não engorda, mas o efeito pode ser contrário”, esclarece.

 

A Clínica de Nutrição da UNIVERITAS/UNG abriu vagas para atendimento nutricional, com consultas sobre planos alimentares individualizados, exames antropométricos (que estudam as medidas e percentual de gordura corporal) e palestras. Os atendimentos são para idosos, crianças, mães, portadores de doenças crônicas, obesos, praticantes de atividades físicas e pessoas com problemas de manutenção de peso e magreza. Cada uma das sessões custará R$ 10.

"As pessoas devem procurar um nutricionista para aprender a se alimentar de forma balanceada, adequada e individualizada, prevenindo doenças e melhorando a qualidade de vida, com mais saúde e longevidade", explica a nutricionista da clínica de nutrição da UNIVERITAS/UNG, Maricláudia Andrade.

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Os interessados devem comparecer à clínica de nutrição com RG e CPF para realizar a triagem inicial e agendamento das consultas. Para ser atendido não é necessário ter encaminhamento médico, porém se tiver e for constatado casos de urgência, os atendimentos serão priorizados.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail clinica.nutricao@ung.br, telefone (11) 2464-1738, ou presencial.

Serviço: 

Clínica de Nutrição

Valor por sessão: R$ 10,00

Praça Tereza Cristina, 88 – Centro de Guarulhos /SP

E-mail: clinica.nutricao@ung.br

Telefone: (11) 2464-1738 

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