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Uma das principais referências no cenário musical de samba e pagode de Belém, a banda paraense I Love Pagode esteve no palco do programa Som Pará, da TV UNAMA. O grupo, que tem pouco mais de três anos de carreira, é autor da canção "Pro Amor Prevalecer", lançada em 2018.

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Com alguns álbuns autorais já lançados, incluindo um EP gravado no Theatro da Paz – “Amor Amor (Ao vivo)”, o projeto I Love Pagode também é responsável por movimentar a cena musical da cidade com suas festas, em que também dividiu o palco com artistas como Péricles, Jeito Moleque, Ferrugem, Sorriso Maroto, Exaltasamba e Gustavo Lins, por exemplo.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, estará disponível no canal do Youtube do LeiaJá, às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas. A segunda temporada começou em agosto.

Por Yves Gabriel Lisboa.

 

Sarampo, poliomielite, doença de chagas, febre amarela e até mesmo HIV são doenças trasmitidas por vírus aos seres humanos. O programa especial do Vai Cair No Enem desta terça-feira (10) já está no ar e aborda as formas que patologias em evidência no Brasil podem ser tema de questões do Exame Nacional do Ensino Médio.

Nesta edição do programa, a apresentadora Thaliane Pereira recebe o professor Carlos Bravo para uma conversa sobre o assunto. O Vai Cair no Enem é um produzido em parceria com o LeiaJá e conta com a apoio na UNINASSAU. Confira abaixo o vídeo da aula de biologia. 

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A banda Nicobates e Os Amadores embalou o programa Som Pará, da TV UNAMA, na sexta-feira (6). Nas apresentações, os músicos cantam suas músicas sem esquecer a paixão pelos tributos e covers.

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Dando os primeiros passos em 2011, a banda Nicobates e Os Amadores busca ter identidade "orgânica", passeando por estilos como o punk brega e o folk brega. Segundo Nicobates, vocalista, a banda surgiu depois que ele saiu do projeto Norman Bates, em 2011. "Eu criei esse nome Nicobates e Os Amadores em referência à minha banda antiga e ao meu nome artístico", disse o músico.

Após sair da Norman Bates, o artista passou dois anos estudando música e trabalhando na criação de Nicobates e Os Amadores. "Primeiro teve uma formação mais enxuta, uma banda de rock com quatro instrumentistas, e depois eu chamei duas vocalistas que me acompanham até hoje. Já tem um ano e meio mais ou menos que elas estão comigo", concluiu Nicobates.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, estará disponível no canal do Youtube do LeiaJá, às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas. A segunda temporada começou em agosto.

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O Governo do Estado do Pará realizou na última quarta-feira (28), em Belém, o lançamento do projeto “Programa Primeiro Ofício”, que tem como objetivo dar maior visibilidade para a juventude paraense atuar no mercado de trabalho. O evento foi organizado pelo Fórum Paraense de Aprendizagem Profissional (FOPAP).

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O governador Helder Barbalho declarou que a geração de emprego é estratégica para promover a contratação de jovens no Estado. “É fundamental que nós tenhamos a sensibilidade de construir um ambiente para estimular empresas, indústrias, comércio e atividades econômicas do nosso Estado a priorizar a contratação desses jovens fruto do talento da oportunidade e da necessidade de abrirmos o primeiro oficio”, disse Hélder.

Helder relatou que o Estado tem uma meta para as contratações. “Eu parto do princípio que o fundamental é o convencimento, é mostrar para as empresas a vantagem de contratar um jovem talentoso e ativo. Isso é extremamente importante para o sucesso empresarial, tendo o componente também da Legislação, que sinaliza o que cada empresa deve ter uma conta para o primeiro oficio”, reiterou.

Juliano Pinto, supervisor do CIEE (Centro Integrado Escola Empresa), contou que admissão é benéfica para ambos os lados. “O Fórum paraense de aprendizagem tem essa conotação de estimular, fazendo com que as empresas possam estar abrindo as suas portas, não por uma obrigatoriedade, mas por uma liberabilidade. Hoje nós temos jovens de 14 anos a 24 anos ansiosos por uma oportunidade no mercado, aguardando a abertura das empresas, que vão captá-los para essas oportunidades”, declarou Juliano.

Betânia Fidalgo, reitora da UNAMA - Universidade da Amazônia, falou sobre o apoio da instituição à iniciativa do governo do Estado. “Nós achamos que o projeto jovem aprendiz é muito exitoso, porque dá a oportunidade para o jovem permanecer na escola, ter um rendimento satisfatório e poder ser inserido no mercado de trabalho. Em 2018 a UNAMA colocou o programa de aprendizado e tivemos um resultado promissor. Agora em 2019, estamos fazendo esse termo de compromisso com o Estado, porque temos certeza que a qualificação do jovem é o grande caminho para que ele entre no mercado de trabalho com maturidade”, afirmou Betânia Fidalgo.

Patrizia Galiza, gerente de desenvolvimento Educacional do SENAC, informa que o objetivo da instituição de ensino é colocar o aluno de imediato no mercado de trabalho. “Nós damos a oportunidade para os jovens, que na maioria estão em vulnerabilidade social, de ingressar no setor do comércio e serviços. Para eles, é uma oportunidade única, pois o mercado pede um profissional que já tenha uma experiência. O ensino é realizado de forma institucional e integral, formando ser humano e profissional”, declarou Patrizia.

Daniel Laurido, jovem aprendiz da UNAMA, fala sobre a oportunidade de emprego que surge através do aprendizado com mestre e doutores. “Hoje, com esse programa que nós estamos tendo, nós estamos aprendendo na empresa e aprendendo nos cursos. A UNAMA veio pra somar e incentivar”, afirmou Daniel.

Jade Gabrielle, jovem aprendiz do SENAC, destacou a importância da oportunidade de entrar cedo no mercado de trabalho. “Eu acho que é muito importante dar continuidade no programa e incentivar os jovens a participarem das oportunidades. Com o aprendizado oferecido nos cursos, o mercado profissional se torna menos competitivo”, declarou Jade.

Por Amanda Martins. (Com apoio de Bruna Braz).

Com o objetivo de gerar mais produtividade e aumentar o número de empregos no Estado de Pernambuco, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), lançou, na manhã desta quinta-feira (5), no Recife, o programa Mobiliza Brasil. Aplicado em outras cinco capitais do país, a ferramenta funciona como aplicativo, servindo para receber sugestões de cidadãos comuns para a melhoria de negócios na própria localidade.

Na cerimônia de lançamento, esteve presente Carlos da Costa, Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Governo Federal, que falou sobre a viabilização que a iniciativa pode levar aos munícipios e governos dos estados a criarem políticas públicas que possam diminuir as burocracias no cotidiano de empresas.

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"Os municípios e os estados também precisam implementar programas de simplificação e de redução da complexidade. E já temos tido enorme sucesso trabalhando com alguns municípios e governos dos estados e agora chega a hora de nós ampliarmos esse processo para muitos municípios e governos estaduais" ressaltou.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, explicou que a iniciativa surgiu da demanda de problemas administrativos e trabalhistas que envolvem as micro e pequenas empresas. "60% dos que atenderam à nós falaram da burocracia. E que tipo de burocracia? É fiscalização trabalhista, que ela deixa de ser punitiva no primeiro momento para ser orientadora. São os alvarás, que as empresas precisam de uma coleção de alvarás e agora não vão precisar mais. Não precisa mais de carteira assinada, você precisa de carteira digilitalizada. Enfim, há uma série de ações que facilitam a vida do empreendedor", explica.

A ferramenta já está disponível nas lojas Apple Store e Google Play e permite reunir e organizar dados que servirão de subsídios para a elaboração de políticas públicas.

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Gear é a banda paraense a se apresentar no Som Pará, da TV UNAMA, nesta edição. A banda falou da trajetória no mundo da música e das referências musicais.

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Alexandre Esther, vocalista, começou a cantar profissionalmente em 2000, como cover em barzinhos. Segundo ele, Pink Floyd, Beatles e Jim Croce são referências. 

Para o cantor, as mídias convencionais são importantes para passar ao grande público informações e agenda do artista. "É muito importante lembrar que nos dias de hoje, com as mídias sociais, o artista também precisa se ajudar", disse o cantor.

Artistas amazônicos como Nilson Chaves, Eduardo Dias e Torrinho também estão entre suas referências. Para ele, a apresentação no programa Som Pará foi um sucesso. "O Som Pará foi a primeira grande oportunidade de mostrar o nosso trabalho na capital paraense. Foi uma honra trabalhar com uma equipe superprofissional e dedicada. Esperamos voltar ao programa um dia", concluiu o artista.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, estará disponível no canal do Youtube do LeiaJá, às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas. A segunda temporada começa em agosto.

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Exibido às terças-feiras, sempre às 20h30, no canal Multishow, o programa apresentado por Anitta não será exibido nesta semana. Em um comunicado, a emissora do Grupo Globo afirmou que Anitta ficará de fora do comando do "Anitta Entrou no Grupo", desta terça (3), para cuidar da saúde.

"O Multishow informa que excepcionalmente nesta semana não haverá episódio inédito de Anitta Entrou no Grupo. Diagnosticada com estafa, a cantora seguirá recomendação médica e ficará de repouso", diz a nota. Anitta iria receber ao vivo as cantoras Elba Ramalho e Ludmilla. Será reprisado o episódio de estreia da segunda temporada da atração.

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Depois que resolveu dar um ponto final no namoro com o surfista Pedro Scooby, ex-marido da atriz Luana Piovani, Anitta decidiu se afastar um pouco dos holofotes para focar no seu bem estar. No último sábado (31), ela cumpriu a agenda de shows no Chile.

Os mistérios envolvendo os rumos de Fernanda Gentil nos corredores da TV Globo acabaram. Após ficar à frente do Esporte Espetacular por anos, a jornalista irá comandar a partir de outubro o programa Se Joga.

No site do Gshow, a emissora liberou a divulgação de vídeos "caseiros" que abordam a nova atração. Em um deles, Fernanda surge falando com uma fã, a deixando curiosa sobre o que está por vir. "No programa novo tem vários jogos, mas não é esporte. Está muito legal", disse.

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Desde que saiu da apresentação de conteúdos esportivos, Fernanda Gentil chegou a ficar um bom tempo sem dar as caras nas produções de entretenimento. Em abril, a Globo chegou a fazer uma pesquisa com o público para saber da volta de Fernanda Gentil e até de Angélica. O resultado, segundo o colunista Ricardo Feltrin, teria sido de desinteresse e rejeição. 

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Oscaravelho é a banda a se apresentar nesta sexta-feira (23), no Som Pará, da TV UNAMA. No programa, os músicos paraenses falam sobre o início da carreira e as referências musicais.

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A banda começou em 2010 e traz política, vida entre amigos e diversão nas letras das músicas, no melhor estilo pop rock. As influências musicais dos integrantes variam. Vão do jazz, ao MPB e metal.

Jorge Kingmel, contrabaixista, vocalista e compositor da banda, disse que sua relação com a música surgiu da curiosidade em conhecer novos sons, isso ainda na infância. “Quando criança, e lá se vai muito tempo (risos), meus ouvidos já captavam a sonoridade que me agradava ao espírito. Beatles, Stones, Creedence e Alice Cooper abriram as portas a um universo onde minha curiosidade não descansou até ter a coleção da maioria dos discos de grandes bandas como Led Zeppelin, Sabbath, Purple, UFO, do hard rock”, explicou o músico, que destaca sua paixão por King Crimson, Van Der Graaf e Pink Floyd, além do rock nacional e música clássica.

Jorge começou no mundo da música nos anos 70, tocando hard rock. Segundo o artista, que comemora os dois videoclipes gravados pela banda, “O segundo sol" e “amor sem fim”, divulgar trabalhos dos músicos paraenses é fundamental para que o público tenha acesso a mais diversidades de bons conteúdos produzidos no Estado. “Hoje, com a internet e as redes sociais, tudo fica mais fácil, porém os veículos de comunicação ainda têm uma força muito positiva que nós, músicos, devemos sempre buscar. Quanto mais divulgação, mais alcance. Isso gera um movimento de incentivo a nossa cultural. Hoje temos uma gama de bandas e músicos fantásticos fazendo trabalhos autorais e que estão de certa forma com modesto amparo pela mídia local”, afirmou.

A apresentação no programa, detalha Jorge, foi uma oportunidade para mostrar o trabalho que a banda realiza. “Ficamos bem à vontade com a equipe que conduziu o programa de maneira majestosa. Recebemos mensagens de várias pessoas que nos assistiram, amigos, fãs e até de músicos nos parabenizando pelo trabalho. Isso demonstra a importância e o alcance que programa tem”, concluiu.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, estará disponível no canal do Youtube do LeiaJá, às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas. A segunda temporada começou em agosto.

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Banda Cout mostra EM "Patos Galácticos" no Som Pará

 

O programa Vai Cair No Enem, produzido em parceria com o LeiaJá, reúne aulas exclusivas para os candidatos do Exame Nacional do Ensino. Nesta semana, biologia é a disciplina abordada.

Os professores André Luiz e André Maia mostram, em uma aula dinâmica, como a prova pode cobrar assuntos relacionados a répteis. Os feras também podem acompanhar o Instagram @vaicairnoenem, onde há notícias, questões, desafios, dicas rápidas e muitos outros conteúdos. Confira, a seguir, o programa desta semana:

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Cout é o grupo musical a se apresentar no programa Som Pará, da TV UNAMA, desta quinta-feira (22). A banda, formada em 2016, traz nas canções assuntos sobre política, vida entre amigos e diversão.

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Os músicos da Cout iniciaram na música fazendo parte do projeto “Camaleão”, que fomenta o cover paraense, mas foi em 2018 que os artistas passaram a tocar profissionalmente, lançando o primeiro EP autoral da banda, chamado "Patos Galáticos", com cinco faixas.

Gabriel Pinheiro, um dos integrantes da banda, destacou a importância que as mídias precisam dar para os músicos locais. “Eu acredito que não só as bandas devem ter mais espaços nos meios que já existem, no caso TV e rádio, como elas também devem preencher os espaços que são delas, no caso, a internet. A gente tem muito espaço nas rádios, mas a TV ainda acaba influenciando e tendo um espaço muito grande na vida das pessoas. Tem muita banda tocando em Belém, produzindo coisas maravilhosas, clipe e tudo mais, mas não aparece na TV”, disse o cantor.

O músico explica que já ouviu muita música estrangeira, mas foi o ritmo brasileiro que o encantou. “Quando fui ficando mais velho, fui ouvindo coisas de fora (estrangeiras). De 2016 para cá eu comecei a consumir absurdamente músicas brasileiras atuais, como Ventre, Cícero, Tulipa Ruiz Vanguart e The Mars. Pousada e Clã é o que eu tenho escutado muito”, afirmou Gabriel.

O convite para cantar no programa, segundo o Gabriel, foi motivo de alegria e possibilidades. “Eu já assistia o Som Pará. A gente ficou muito feliz de ter acesso à produção, à luz e às pessoas de lá. A gente ficou muito feliz em ter feito parte disso. foi muito significativo, muito importante para a gente ter contato com esse profissionalismo. Poder pegar o conteúdo, poder assistir depois, mostrar para os amigos e para os fãs é muito importante”, concluiu o artista.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, estará disponível no canal do Youtube do LeiaJá, às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas. A segunda temporada começou em agosto.

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No próximo domingo (25), o "MasterChef Brasil" irá escolher entre Rodrigo e Lorena quem será o melhor cozinheiro da temporada. Enquanto esse dia não chega, a direção da Band ja está pensando no futuro do programa. A partir de 15 de outubro, o reality show gastronômico terá uma edição só com os ex-participantes. 

Intitulado "MasterChef All Stars", as gravações começarão no dia 2 de setembro, segundo informações do colunista Ricardo Feltrin. A ideia é que nenhum candidato vencedor esteja presente nesse novo formato.

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Outra novidade é que o programa seja novamente exibido às terças-feiras, às 22h45. Conhecidos do públicos, as pessoas que tiveram a chance de estar na atração culinária já foram escolhidas pela emissora. Os nomes estão sendo guardados sob um forte esquema de sigilo. Com Ana Paula Padrão, o "MasterChef All Stars" continuará recebendo as dicas dos jurados Paola Carosella e Henrique Fogaça e Erik Jacquin.

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João Urubu é o cantor paraense a se apresentar nesta edição do Som Pará, da TV UNAMA. O músico falou sobre sua carreira e influências musicais.

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Cantor e compositor, João Urubu disse que ainda na infância se apaixonou pela MPB, o que inspira suas composições. "Eu sempre tive algum envolvimento com música. Meus pais sempre ouviram muito, mas comecei a compor de verdade com 16 anos, músicas que até hoje me acompanham em meus repertório", lembrou o cantor.

O artista, que participou da I Virada Cultural, realizada no antigo Espaço Solar da Beira, em 2014, pretende lançar CD com 16 faixas reunindo suas primeiras composições.

No programa, Urubu cantou cinco músicas autorais. "Foi engraçado porque eu estava acostumado a estar por trás das câmeras, no projeto Plumas, que dirijo, onde entrevistei e gravei com 13 artistas. Acho que esses projetos audiovisuais são essenciais para apresentação e rotatividade dos nossos artistas. Hoje temos diversos programas voltados a isso. Fico muito feliz", concluiu o João.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, está disponível no canal do Youtube do LeiaJá. Esta é a segunda temporada, que vai ao ar às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas.

A terceira temporada de PopStar em breve estreia na TV Globo! Ainda sem data determinada, o reality show voltará às telinhas em outubro e continuará com Taís Araújo como a apresentadora, além de João Cortês, finalista da segunda temporada, ajudar a mostrar tudo o que rola nos bastidores!

Além disso, a atração divulgou, nessa quarta-feira, dia 14, a lista dos participantes: Babi Xavier, Claudia Ohana, Danilo Vieira, Eriberto Leão, George Sauma, Helga Nemeczyk, Jakson Follmann, Letícia Sabatella, Marcelo Serrado, Nany People, Robson Nunes, Totia Meireles e Yara Charry estarão na próxima edição.

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Lembrando que PopStar vai ao ar aos domingos e, caso mantenha a tradição, dará prêmio de 250 mil reais ao vencedor.

O Programa Bolsa Família reduziu as taxas de extrema pobreza em um quarto (25%) e de pobreza em 15%. A conta é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que analisou a evolução das condições de vida dos mais pobres entre os anos de 2001 e 2017.

“Em 2017, as transferências do programa retiraram 3,4 milhões de pessoas da pobreza extrema e 3,2 milhões da pobreza”, descreve estudo publicado esta semana e disponível na internet. Os dados sobre a renda dos mais pobres foram obtidos nas Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicilios (Pnad/IBGE), que eram bianuais e a partir de 2016 passaram a ser contínuas.

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Somados, os contingentes de pessoas que se beneficiaram com essa mobilidade de classe (6,5 milhões) equivalem à população do Maranhão (Censo de 2010). No total, o Bolsa Família transfere recursos a 14 milhões de famílias ou 45 milhões de pessoas, número semelhante a de toda população da Argentina.

Para Luiz Henrique Paiva, especialista em políticas públicas e um dos autores do estudo, o Bolsa Família “é um instrumento muito bom para reduzir a pobreza. Ele não é só não é mais efetivo porque ainda é modesto”, opina fazendo referência à média de R$ 188 que cada família recebe.

Liberalismo econômico

Paiva reconhece que o Bolsa Família é um programa inspirado nas correntes do liberalismo econômico. “O programa é na sua natureza um programa liberal. É focalizado nos mais pobres, transfere quantias modestas, custa pouco para o país (0,4% do Produto Interno Bruto, PIB, que é a soma de todas as riquezas produzidas no país). Não é de espantar que economistas liberais, como o ministro [da Economia] Paulo Guedes, gostem e conheçam as avaliações do programa”.

Segundo o especialista, o foco na população mais pobre aumenta a eficiência do programa. Outra vantagem é o custo. Ele estima que o programa este ano chegue a R$ 33 bilhões, com o pagamento anunciado da 13ª prestação aos segurados - assim como o 13º salário dos trabalhadores formais. O valor equivale a menos de 1% do Orçamento Geral da União em 2019 (R$ 3,38 trilhões), aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro do ano passado.

Além da redução da pobreza, o Bolsa Família teria contribuído para a diminuição de 10% da desigualdade, calculada pelo coeficiente de Gini, indicador que mede a distância entre a distribuição real e ideal da riqueza.

Recessão

Luiz Henrique Paiva admite, no entanto, que nos últimos anos, após a recessão econômica. houve piora no quadro social, por causa do desemprego e o programa não foi suficiente para evitar essa situação. “Quando tem muito desemprego, há muitas pessoas sem renda. O Bolsa Família é um programa de complementação e não de substituição de renda”, aponta.

Ele acredita que o Bolsa Família tenha vida longa. “Há literatura sobre isso: programas sociais que são efetivos e alcançam muita gente tendem a ter robustez tendem à resiliência, a resistir ao longo do tempo”.

Paiva acrescenta que “todos os países ricos têm um programa de transferência para a população mais pobre. Não importa quanto o país vai crescer. Sempre vai ter um programa, de orçamento relativamente modesto, tentando encontra aquelas famílias mais pobres – especialmente as com crianças – para fazer alguma transferência a elas”.

“É um mecanismo que veio para ficar. Infelizmente há sempre uma categoria de excluídos e você fazer transferência para que as crianças possam comer, estudar, gozar de saúde e ter a chance de se tornar trabalhadores atividades”, projeta.

A aula desta sexta-feira (9) do Vai Cair na OAB já está no ar. Nesta edição do programa, a Reforma Tributária é tema de estudo. A professora de direito tributário Anna Priscylla explica como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 45 de 2019 projeta um novo modelo de tributos para o Brasil. Confira mais detalhes no vídeo a seguir:

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Nathalia Petta é a artista paraense a se apresentar nesta edição do programa Som Pará, da TV UNAMA. Cantora desde a adolescência, a artista mostrou seus sucessos e falou sobre a carreira.

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Nathalia descobriu que cantava na quinta série, na aula de canto com uma freira. Os alunos precisavam aprender uma música, relembra Nathalia, e a freira foi ouvindo a voz de cada um. "Ela falou que eu tinha uma voz muito bonita e que podeira virar cantora", recordou Nathalia.

O rock sempre esteve no coração da artista, que ouvia Beatles e Pink Floyd com o pai nos finais de semana. Nathalia também é compositora e foi uma das dez artistas selecionadas para tocar na seletiva "Se Rasgum", festival de música paraense, e participou do "Projeto Circular Campina", que promove a cultura do Estado e existe há seis anos.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, está disponível no canal do Youtube do LeiaJá, às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas. Essá é a segunda temporada do programa.

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“Como a internet influencia na vida das pessoas?” Esse é tema do primeiro de uma série de programas especiais do projeto Vai Cair No Enem, idealizado pelo LeiaJá. Desta terça-feira (6) até as vésperas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio, os candidatos poderão acompanhar, a partir das 16h30, pelo Instagram e por meio do YouTube, entrevistas exclusivas recheadas de conteúdos que podem ser cobrados durante o processo seletivo.

A influenciadora digital Thaliane Pereira, 21 anos, natural de Recife, comandará entrevistas com professores renomados. Para explicar como a relação da internet com a sociedade pode ser cobrada em questões da prova, recebemos o professor de sociologia Salviano Feitoza. Confira, a seguir, o programa de estreia:

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Thais Ladislau é a cantora paraense a se apresentar nesta edição do programa Som Pará, da TV UNAMA. A artista apresentou seus projetos autorais de folk e MPB.

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O amor de Thais pela música começou ainda na infância. "Minha família me conta que desde muito cedo eu já mostrava interesse pelos ritmos, gostava muito de dançar e ficava cantarolando. Mas a primeira vez que eu expressei a vontade de cantar foi de cinco para seis anos, quando eu vi uma mulher cantando na igreja e aí virei para a minha mãe e disse que queria fazer a mesma coisa", revelou.

A família sempre incentivou a cantora a seguir no universo da música. Houve incentivos na escola também. "Na primeira série eu tive uma professora chamada Sandra, que ensinava para a gente, todo dia, a letra da música carinhoso (Marisa Monte), e eu acho que isso também impulsionou. Essa música acabou se tornando a trilha sonora de muita coisa boa na minha vida", relembrou a cantora.

O primeiro violão da cantora foi presente do pai, o que marcou sua vida. "Quando eu comecei a aprender violão, comecei a querer musicalizar as minhas próprias coisas. Eu perguntava para os meus amigos: 'me diz aí uma alguma história tua e eu vou fazer uma música sobre isso' e eu presentava esses amigos com essas músicas, com a própria história deles. Foi assim que comecei a compor minhas próprias músicas", disse Thais.

Thais começou a cantar profissionalmente em 2017. "Um amigo meu, Thiago Rocha, me incentivou muito. Ele é amigo do tempo de escola também. Em 2017 surgiu o Folk Night Festival, me inscrevi, eles entraram em contato, eu fui e cantei umas quatro músicas minhas pela primeira vez. Desde aí comecei a receber convites e a encarar isso de maneira mais séria", afirma.

A apresentação no Som Pará, disse Thais, foi muito significativa. "Eu tinha acabado de mostrar minhas músicas ao público e de me apresentar. Tudo era muito novo para mim. Isso foi um start para uma jornada de autoconhecimento na área da música. Eu fiquei muito feliz de estar participando disso, porque eu via outros amigos músicos participando, músicos que eu já seguia e admirava, então ser convidada para participar desse mesmo meio foi muita honra para mim", concluiu a cantora.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, estará disponível no canal do Youtube do LeiaJá, às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas.

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O artista a se apesentar no programa nesta edição do programa Som Pará, da TV UNAMA, é Alex Ribeiro. O cantor paraense, que trabalha com música desde 2010, apresentou suas composições autorais e contou um pouco de sua história no universo musical.

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Amante da música desde a infância, Alex Ribeiro foi criado em um ambiente musical. "Meu pai era um grande fã de forró, especialmente de Luiz Gonzaga, e cantava muito bem. Ele chegou a se apresentar em shows comigo quando iniciei a minha carreira, em 2010", relembrou o músico que expressa romantismo, força e questionamentos em suas canções.

Se ilude quem pensa que a mãe de Alex ficava de fora quando o assunto era bom gosto musical. "Minha mãe era muito fã da música popular brasileira. Música nunca me faltou e, quando há música, há paixão", disse o cantor, que tem mais 70 canções compostas.

O músico, que também é formado em História, começou a cantar profissionalmente quando um velho amigo, Dick Casanovova, cantor paraense, o convidou para se apresentarem juntos nos bares da cidade de Capanema, terra natal de Alex. "Dick dividia o cachê de R$ 200,00 comigo. Foi uma fase muito boa para mim", afirmou.

A participação no Som Pará, explica Alex, foi uma das melhores coisas que aconteceram em sua vida. "Foi a primeira entrevista que tive a oportunidade de participar. O convite do professor Mário Camarão ressultou em um encontro maravilhoso com uma equipe de profissionais que divulgaram um material fantástico. Foi uma das melhores experiências que eu tive nessa vida de músico", concluiu.

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