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Uma bebê de 10 meses morreu na sexta-feira (1º) após dar entrada em hospital em Várzea da Palma-MG com sinais de estupro. Segundo a Polícia Militar (PM), a mãe da criança, o namorado da mãe e o tio materno são suspeitos. As informações são do jornal O Tempo. 

A criança chegou ao Hospital Municipal de Várzea da Palma com as roupas sujas de fezes e com sangramento no ânus. Ela foi levada pela mãe, de 21 anos, e pelo tio, de 22 anos. 

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A menina passou por procedimento de reanimação cardiorrespiratória, mas não resistiu. A equipe médica, ao verificar o sangramento e lacerações na região anal, que poderiam indicar violação sexual, acionou a polícia.

A mãe da criança contou à polícia que não deixou a filha sozinha porque ela já tinha problemas cardíacos. A mulher disse ter feito sexo com o namorado na mesma cama que a filha estava no dia 31 de dezembro e que fez uso de bebida alcoólica.

O namorado também foi ouvido e confirmou que teve relações sexuais em frente à bebê e que ingeriu bebida alcoólica. Ele alegou ter ido embora após a relação sexual, deixando a namorada e a filha dela sozinhas no local.

O tio da bebê contou que mora junto com a irmã e a sobrinha, mas que na noite do ocorrido ele não estava em casa, voltando de madrugada, quando a irmã o chamou para acompanhá-la até o hospital.

A Polícia Civil esteve na casa para iniciar a perícia. As investigações ficarão a cargo da Delegacia de Várzea da Palma. O corpo da criança passará por exames para confirmar se houve abuso e a causa da morte.

Anna Lívia é o primeiro bebê a nascer em 2021 em uma maternidade da rede municipal de saúde do Recife. Com 3.135kg e 47,5cm, a criança nasceu aos dois primeiros minutos do novo ano, nesta sexta-feira (1º), na Maternidade Barros Lima, situada em Casa Amarela, na Zona Norte do Recife.

A criança é, agora, a filha caçula de Lucineia Justino da Silva, de 32 anos, e Welson, moradores do Sítio Timburana, no município de Inajá, Sertão de Pernambuco. De acordo com a Secretaria de Saúde do Recife, o parto foi normal.

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Nas três maternidades da rede municipal, Arnaldo Marques, no Ibura, Bandeira Filho, em afogados, e Barros Lima, em Casa Amarela, além do Hospital da Mulher, no Curado, são realizados em torno de 1.200 partos considerados de baixo risco, mensalmente. “Mais de 70% deles são partos normais. Do total de partos, cerca de 35% são de pessoas vindas de outros municípios. No Hospital da Mulher também são realizados partos de alto risco”, informou a Prefeitura do Recife.

Uma bebê foi salva pela Polícia Militar na noite dessa terça-feira (29), em Caruaru, município do Agreste pernambucano. A recém-nascida sofreu um engasgo e, de acordo com os policiais, já estava "parada e completamente roxa" quando recebeu socorro.

Durante uma operação no bairro Boa Vista I, o efetivo foi abordado pela família da criança, que pedia socorro dentro de um veículo. A dupla desceu da viatura e realizou a manobra de Heimlich, uma técnica de primeiros socorros para emergências envolvendo asfixia.

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Dessa forma, a bebê teve o diafragma levemente pressionado para forçar uma tosse e expulsar o objeto que a engasgava. A PM não indicou o que bloqueava sua respiração.

O choro foi comemorado e provou que ela havia voltado a respirar. Após o atendimento pré-hospitalar, os policiais a encaminharam para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde ela ficou sob cuidados médicos.

Após dar à luz enquanto estava entubada por conta da Covid-19, Daiana Costa, 33 anos, não resistiu às complicações causadas pelo vírus e morreu no último sábado (26). Ela estava internada em um hospital particular de Curitiba, Paraná.

Daiana e seu esposo, o produtor de eventos Helton Silva, 33 anos, sentiram os primeiros sintomas da Covid-19 no dia 28 de novembro e procuraram um atendimento médico. O resultado positivo para a doença saiu no dia primeiro de dezembro, quando a vítima apresentou falta de ar e precisou ser internada.

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De sete meses, Vitória, filha do casal, nasceu no dia dois de dezembro, enquanto a mãe estava entubada. Os familiares revelam ao UOL que Daiana estava curada do novo coronavírus, mas sofria com as sequelas da doença no sistema respiratório. 

O estado de saúde da mulher piorou no dia 15 de dezembro e, desde então, ela corria risco de morte - o que se concretizou no último sábado (26). Daiana foi enterrada no domingo (27), em Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba.

A pequena Vitória continua na UTI, mas não corre risco de vida, permanecendo na unidade apenas para conseguir pegar mais peso. A previsão é de que ela possa ir para casa no início de janeiro.

O casal de deputados federais do PSOL, Sâmia Bomfim (SP) e Glauber Braga (RJ), anunciaram que estão esperando o primeiro filho. Nesse domingo (27), eles revelaram que o bebê já tem 13 semanas de gestação.

“Em 2021 chega mais gente pra militância no mundo”, brincou o futuro pai do "bebê Bomfim Braga", como acrescentou Sâmia. Eles se conheceram na Câmara, em Brasília, e expuseram o relacionamento em janeiro deste ano.

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Thaeme e Thiago tiraram um tempinho da sua agenda para uma conversinha rápida e de cara já comentaram como está sendo esse momento tão difícil e diferente durante a pandemia do novo coronavírus, que todos os músicos tiveram que alterar os seus planejamentos para passar a fazer shows por meio de uma live. Afinal, o distanciamento social foi imposto para as pessoas tomarem cuidado para não serem contaminados, sendo assim, os shows acabaram sendo suspensos.

"Com toda certeza a gente sentiu muito, mudou totalmente. Foi um misto de emoções para a gente porque, ao mesmo tempo que estávamos felizes em enxergar uma luz no fim do túnel, de ter uma esperança de que o nosso trabalho poderia ser retomado, nossa equipe não estava (e não está) trabalhando, e tem milhões de pessoas que dependem de eventos que não estão trabalhando e estão passando muitas dificuldades. Enxergamos como algo positivo, como uma esperança. As lives vieram para levarmos alegria através da nossa música e para poder cooperar para o momento que estava todo mundo em casa, entediado e precisando realmente se cuidar. Mas, ao mesmo tempo, dá aquele misto de tristeza por não poder fazer da maneira que a gente mais gosta. Claro que mudou e claro que a gente sentiu. E a gente torce para que essa vacina chegue o mais rápido possível, ao maior número de pessoas, para que a gente possa voltar a fazer o que a gente ama com total segurança para todos", comentou Thaeme.

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E a gente não tem nem noção como é o processo criativo para os artistas na hora de compor uma música, e a dupla comentou como é esse processo e o que mudou longe dos palcos.

"Pra mim, em qualquer lugar que você se inspire. Seja observando outras pessoas, acontecendo algum fato no meio de uma balada... A gente faz a música lá na hora. Acho que não tem um lugar específico, ou ter que estar no silêncio. É a inspiração do momento mesmo. O processo criativo agora na pandemia caiu um pouco. Fiquei um pouco baqueado, triste pela falta de shows. Acho que a gente fica muito mais criativo quando estamos em movimento, na estrada, junto com as pessoas. Agora, sem saber quando as coisas vão voltar do jeito que eram, no meu caso, fiquei mais quieto, mais pensativo e não consegui desenvolver muita coisa dessa parte criativa", revelou Thiago.

Apesar da situação difícil do pais, as relações dentro de casa acabaram intensificando cada vez. E Thaeme, que está passando mais tempo também dentro de casa, foi questionada se além de Liz, ela não quer um novo bebê para alegrar ainda mais a família.

"Além da Liz eu penso sim em ter um novo bebê. Por um tempo, pensamos em não ter por conta da pandemia, aí depois eu mudei de ideia começamos a tentar novamente. E agora estamos nas tentativas. Nem tudo acontece exatamente na hora que a gente quer, mas virá na hora certa. Não estamos nos cobrando muito para que isso aconteça rápido, só queremos que um dia aconteça. Então que venha na hora certa, na hora de Deus, para completar nossa família", disse a cantora.

Thaeme e Thiago aproveitaram ainda a entrevista para comentar o que realmente desejam para o ano de 2021.

"Eu pediria, muita saúde, muito amor e muita prosperidade. Que é o que todos nós vamos precisar em 2021, já que 2020 foi um ano de muitos aprendizados, mas, infelizmente, de pouca prosperidade para grande maioria das pessoas, principalmente para todos aqueles que trabalham com eventos. Precisamos muito voltar a trabalhar. Então, que todos nós tenhamos saúde e amor para lidar com as situações adversas da vida, e que a gente tenha prosperidade", contou Thaeme.

Thiago foi pela mesma linha da cantora e demonstrou que quer voltar com a sua rotina e voltar a trabalhar normalmente.

"Pediria para o coronavírus ir embora, porque já estamos cansados da visita dele (risos). Já deu o tempo dele aqui, queremos voltar a trabalhar. Pediria também muita saúde para todas as pessoas do mundo, para que tudo possa voltar ao normal e para que a gente possa trabalhar tranquilo. Que Deus abençoe todos e que a gente possa se encontrar muito em 2021".

Um episódio de estupro chocou a cidade de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, na última semana. Foragido da polícia por outros crimes, um pai, de 25 anos, foi preso em flagrante por suspeita de estuprar o próprio filho, um bebê de apenas 11 meses. A prisão aconteceu na madrugada desta quarta-feira (16), no bairro de Mathias Velho, região mais populosa da cidade.

Segundo a Polícia Civil, a criança foi socorrida e agora recebe atendimento médico em um hospital local, ainda sob observação. O suspeito foi preso após os vizinhos acionarem a Brigada Militar. Apesar de foragido por outras razões, foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável.

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Ao G1 RS, o delegado de Polícia Civil e diretor da 2ª DPM de Canoas, Mario Souza, comentou os fatos e disse que a principal suspeita foi denunciada pela mãe.

"Terrível isso, uma barbárie, um crime absurdo, mas temos que enfrentar. Houve a situação com a percepção da mãe do crime, e a partir disso, populares teriam percebido, a vizinhança, e auxiliado a mãe e chamado a polícia", afirma a autoridade responsável.

O homem já foi encaminhado ao sistema prisional, mas não foram informados mais detalhes. No Brasil, o estupro é considerado crime hediondo e a pena é em reclusão de 6 a 10 anos, podendo aumentar para 8 a 12 anos em caso de estupro qualificado, como quando há lesão corporal grave da vítima. o mesmo ocorre se a vítima possui entre 14 a 18 anos de idade; e para 12 a 30 anos, se a conduta resulta em morte.

 

Não será um presépio em Belém. Neste Natal, Jesus nascerá no Brasil, em meio a uma Amazônia devastada pelas chamas. E será um bebê negro, filho de uma virgem negra, rodeado de querubins indígenas.

Esse presépio natalino repleto de simbolismo atrai olhares curiosos na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde a Igreja do Santuário do Sagrado Coração de Jesus tem uma tradição de expor assuntos contemporâneos em sua representação anual do nascimento do menino Deus que, para os cristãos, dividiu a história em um antes e depois.

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Havia muitos temas para escolher em 2020, mas essa paróquia escolheu dois temas que se tornaram mais relevantes no Brasil desde que o presidente Jair Bolsonaro assumiu o cargo no ano passado: racismo e aumento do desmatamento na Amazônia.

"O presépio mostra que as pessoas que queimam a natureza, pessoas que agridem seus irmãos por diferença de cor, não têm Deus no coração", afirma Maurício Rodrigues dos Santos, porta-voz desse templo católico.

Há uma década este santuário cria presépios que carregam mensagens, aproveitando sua localização privilegiada perto da muito movimentada estação de metrô da Glória, em frente à sede da arquidiocese do Rio.

Há dois anos, essa igreja exibiu uma Maria amamentando seu bebê, após vários incidentes em que as autoridades impediram as mães de alimentar seus filhos em público. No ano anterior, o presépio teve como tema o combate à corrupção e foi vandalizada.

No último ano, o padre Wanderson Guedes, o artista que dá vida a essas exibições, descartou a luta contra o desmatamento da Amazônia como tema depois de receber ameaças. Mas este ano a igreja, que monta os presépios graças ao trabalho voluntário e às doações de seus fiéis, decidiu abraçar o tema e incluir uma mensagem antirracista.

São temas que voltam incessantemente à tona no Brasil governado por Bolsonaro. O presidente defende a exploração agrícola e mineradora da maior floresta tropical do mundo. Durante seus dois anos de mandato, o desmatamento na Amazônia atingiu níveis recordes em uma década e os incêndios se multiplicaram.

Bolsonaro também foi acusado de fomentar um discurso de ódio por fazer comentários pejorativos sobre negros e índios no país. Apesar das tensões políticas, Dos Santos diz que a igreja não tem medo de represálias por seu novo presépio.

"Se eles vierem, como já vieram radicais, e quebrarem uma peça, eles quebram uma peça. A gente refaz. A gente tem um ano para refazer tudo" disse à AFP. "Mas não quebra a ideia. Não quebra a motivação. Não quebra o espírito. Isso permanece. Esse menino (Jesus) inteiro aqui, ou esse menino quebrado, têm mensagens diferentes, e as duas mensagens são muito importantes", finaliza.

Engravidar em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, é saber que só pode contar - na cidade - com uma única maternidade disponível para a população: o Tricentenário. E, como não poderia ser diferente, o espaço já acumula várias denúncias de descasos com as parturientes e seus filhos. 

As últimas violências denunciadas aconteceram com Larissa Ferreira, uma jovem de 20, anos que perdeu o bebê na unidade, e com Ana Paula de Souza, 37 anos, que denuncia lesão corporal sofrida pelo seu filho.

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No dia 8 de novembro, Lunna viria ao mundo para ser a primeira filha de Larissa, que não conseguiu concretizar o seu sonho após a bebê morrer depois de um trabalho de parto de quase três dias. Em boletim de ocorrência registrado no dia 12 de novembro, Larissa denuncia o Hospital Tricentenário de negligência médica e violência obstétrica. 

Na época, Larissa revelou à imprensa local que tinha se preparado para ser mãe. "Eu me preparei por meses para ser a melhor mãe que a minha filha poderia ter. Eu me preparei para amar, para cuidar dela. Ajeitei as coisinhas do quarto dela, eu ainda não consigo entrar no quarto. Eu tive meu sonho de ser mãe frustrado por negligência médica", disse. 

Já Ana Paula revela que o seu filho Ariel, nascido no dia 25 de setembro, sofreu ferimentos na orelha durante o parto. A mãe afirma que o médico usou instrumentos e muita força para tirar a criança, tendo até caído ao tentar puxar o recém-nascido. Na época, em entrevista ao NETV, Ana revelou que, sem receber nenhuma anestesia, o médico colocou o Fórceps para puxar o seu bebê.

Situação da rede materna de Pernambuco é complicada. Foto: Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens

"Fiquei sozinha. Colocaram um remédio e eu estava morrendo de dor. Amanheceu, veio um médico, olhou e começou a colocar dois ferros. Eu gritava de dor. Ele saiu, me levaram para outra sala e fizeram a cesárea. Depois de tudo, mostraram a orelha rasgada do bebê", relembrou a mãe.

No dia 5 de outubro, Ana Paula registrou um boletim de ocorrência e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil, assim como a situação denunciada por Larissa. 

"É com muita tranquilidade que a gente aceita essas denúncias. A maternidade em si, é uma coisa maravilhosa porque ela traz a questão do nascimento. Mas, como todas as questões relativas à saúde, ela pode trazer algumas complicações. Uma complicação em um momento tão bonito como esse gera um descontentamento que a gente não estava esperando", revela o coordenador do Hospital Tricentenário, Eud Jonhson.

O Conselho Regional de Medicina (Cremepe) afirmou ao LeiaJá que Todas as denúncias que chegam ao Conselho são investigadas e elas correm em sigilo processual para não comprometer a investigação.

Defasagem

Com apenas uma maternidade funcionando, a situação de Olinda ainda é “melhor” do que de outras cidades da Região Metropolitana do Recife, mas as demandas desses municípios acabam caindo no ‘colo’ do Tricentenário. 

Em um levantamento feito pelo LeiaJá em meados de 2019, das 15 cidades do Grande Recife, oito não têm nenhuma maternidade funcionando. 

Foto: Arthur Souza/LeiaJá Imagens

Por conta dessa defasagem, a única maternidade de Olinda chega a atender mais mulheres vindas de fora do município, do que as próprias olindenses. Segundo informado pela assessoria do Tricentenário, por mês são realizados em média 200 partos na unidade, sendo Paulista e Igarassu as cidades que mais demandam serviços da maternidade.

Do dia 20 de outubro até o dia 10 de dezembro, 222 partos foram realizados na maternidade do Tricentenário, mas só 90 deles foram de mulheres que residiam em Olinda. Ou seja, 132 crianças conheceram primeiro a cidade que não é a sua residência. 61 são de Paulista, 29 de Igarassu, 20 de Abreu e lima, oito de Itamaracá, cinco do Recife, quatro de Goiana, dois de Itapissuma, Camaragibe, Condado e até João Pessoa demandaram um parto sendo realizado no Tricentenário.

O coordenador da unidade de saúde explica que o Hospital do Tricentenário é regulado pela Central de Leitos do Governo de Pernambuco para atender gestantes vindas de outras cidades. Além disso, a unidade não pode recusar uma mulher que procure o espaço de saúde, independente do município onde ela resida. 

Eud revela que o custo financeiro para manter uma maternidade é muito alto. Para se ter uma idéia, uma unidade de clínica médica para funcionar precisa, basicamente, de um médico clínico plantonista e um médico clínico evolucionista.

No caso da maternidade é preciso de, pelo menos, dois obstetras, um neonatologista, um anestesista, um enfermeiro obstetra por plantão e quatro técnicos de enfermagem, sem contar nos insumos, leitos e o gasto com tudo o que envolve a área.

"A gente precisa entender que muitos municípios, através de financiamento do Sistema Único de Saúde, não comportam custear uma maternidade. Mas isso vale para que a gente faça certas parcerias entre um município com um quantitativo menor no número de gestantes, que se junta com outro município de um quantitativo médio de gestantes", esclarece o coordenador do Hospital Tricentenário.

Está é a imagem do que deveria ser a maternida Maria Rita Barradas, em Jaboatão. Foto: Júlio Gomes/LeiaJá Imagens

Nas últimas décadas, Pernambuco vem sofrendo com o fechamento de diversas maternidades, em Olinda mesmo, a antiga maternidade Brites de Albuquerque, que estava desativada bem antes da pandemia, hoje está sendo utilizada pelo Governo de Pernambuco para atender os pacientes com Covid-19. 

A Secretaria de Saúde de Olinda afirmou, por meio de nota, que só poderá se posicionar sobre a retomada das atividades após o término da pandemia e, consequentemente, o fechamento definitivo dos leitos disponibilizados no hospital de campanha que funciona na referida unidade de saúde.

"Isso sobrecarrega muitas maternidades, é notório que a gente vê maternidades superlotadas. A gente precisa ter mais maternidades, mas lembre que a gente pode fazer parcerias para que a gente possa organizar a rede materna e assim prestar uma assistência adequada voltada para o bem estar materno e familiar, é isso que a gente propõe", pontua Eud Jonhson.

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-> Especial À Luz do Sofrer: dificuldades da rede materna

Sentindo dores na barriga, Maria Cristina Rodrigues, de 37 anos, procurou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) localizado em Senador Canedo, Goiânia. Sem imaginar que se tratavam de dores de parto, a mulher teve a bebê dentro do banheiro da unidade de saúde.

A criança, nascida na última quinta-feira (19), foi batizada de Ana Vitória. Mãe e filha passam bem e estão internadas. A mulher confirmou à TV Anhanguera que em momento algum suspeitou que estava grávida .

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"Achei que ia sair qualquer coisa, menos uma menina. Eu me assustei. Meu menino correu e chamou a enfermeira para pegar ela. Eu não esperava", disse.

Desempregada e sem saber da gestação, Maria não fez o enxoval e até o momento só tem uma banheira, um carrinho e algumas outros itens que ganhou de pessoas que se solidarizaram com a situação. 

Um bebê prematuro morreu após um princípio de incêndio numa das alas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal da Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), localizada em Petrópolis, na zona leste de Natal, na madrugada desta sexta-feira (20). O fogo começou na fiação do interruptor que fornecia energia elétrica para o aparelho de ar condicionado posicionado acima da incubadora na qual o bebê, do sexo masculino, estava internado havia quatro meses.

Conforme a assessoria de imprensa da maternidade, a criança era prematura extrema e tinha problemas de saúde diversos relacionados ao nascimento com apenas 24 semanas. Ela respirava e se nutria com a ajuda de aparelhos. A Maternidade Escola Januário Cicco é referência no Rio Grande do Norte para o atendimento de parturientes de alto risco e de bebês de prematuridade extrema.

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Segundo relatos de trabalhadores que estavam de plantão ao longo da madrugada desta sexta-feira, que pediram sigilo de identificação, a fumaça foi vista saindo do interruptor e subindo para o aparelho de ar condicionado. Era 3h05 quando começou uma correria para a remoção dos bebês da ala atingida pelo fogo.

A assessoria de imprensa da maternidade confirmou que a fiação do prédio é antiga, mas que o "princípio de incêndio" foi prontamente controlado. A incubadora na qual estava o bebê que morreu foi desconectada dos pontos de fornecimento de oxigênio e alimentação parental, para que uma tragédia maior fosse evitada.

Entretanto, a equipe de profissionais de saúde não teve tempo de reconectar a incubadora em outro ponto de oxigênio. O bebê prematuro extremo chegou a ser reintubado, mas teve uma parada cardíaca e morreu.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 3h30 para atender a ocorrência. Em menos de cinco minutos após o chamado, cinco bombeiros chegaram ao local, mas o princípio de incêndio já havia sido controlado. No entanto, assim que os bombeiros chegaram, foram informados pela equipe da maternidade que um bebê recém-nascido veio à óbito.

Na UTI neonatal há duas alas com 26 leitos, que ficam praticamente 100% ocupados frequentemente. Quando o incêndio começou, todos os bebês foram transferidos para outra área a tempo, conforme informou a maternidade, sem precisar o número exato de bebês internados no momento.

A instituição dará uma entrevista coletiva aos jornalistas para mais detalhes sobre as causas do acidente que estão sendo apuradas.

Prédio antigo

Considerada a mais importante maternidade do Estado, a Escola Januário Cicco é sediada num prédio histórico, construído na década de 1920. Já serviu como Quartel General e Hospital de Campanha do Exército Brasileiro durante a Segunda Guerra Mundial, quando Natal foi base militar dos Estados Unidos. Em 2013, a MEJC passou a fazer parte do grupo de hospitais sob a gestão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) utiliza a estrutura da unidade para aulas práticas de cursos diversos da área da Saúde.

Outro caso

No dia 27 de outubro, um incêndio atingiu o Hospital Federal de Bonsucesso, na zona norte do Rio. Ao menos 16 pessoas morreram após transferência para outros hospitais. O fogo começou no prédio 1 da unidade, no qual se localizam as enfermarias e o CTI. Os bombeiros foram acionados por volta das 9h50 para atendimento da ocorrência. Segundo os Bombeiros, os pacientes foram retirados do local e levados ao prédio 2 e a outras unidades de Saúde. A maior parte foi para o próprio hospital, enquanto outros tiveram que ser transferidos para outros hospitais com o auxílio do Samu.

Incêndios em hospitais são cada vez mais frequentes no Brasil porque falta manutenção preventiva em sistemas elétricos e de ar-condicionado. A maioria dos prédios é antiga e não tem instalações adequadas para equipamentos cada vez mais modernos, como os de UTI. Falta conscientização dos gestores sobre riscos nas unidades de saúde, onde a fiscalização é falha. Além disso, as equipes têm pouco treinamento específico.

Um homem acusado de agredir a irmã com um soco foi preso na noite do último sábado (7), em Lagoa Grande, no Sertão de Pernambuco. A prisão foi realizada pelos policiais militares da 7ª CIPM. Segundo a PM, com o impacto do golpe, a vítima caiu no chão junto ao bebê, de apenas quatro meses, que ela segurava no colo.

A chamada foi realizada no povoado de Jutaí, na zona rural da cidade. O efetivo fazia rondas quando foi acionado pela mulher. Ela relatou que entrou em desentendimento com o irmão e foi surpreendida pela agressão.

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O acusado já havia deixado o local, mas, após rondas dos agentes na localidade, ele foi localizado e conduzido para a Delegacia de Polícia Civil de Cabrobó.

A cantora Simone, da dupla com Simaria, está aproveitando bastante os momentos em família e os últimos meses de sua segunda gestação. Na última sexta-feira (6), Simone, o marido Kaká Diniz e o filho Henry, de 6 anos, aproveitaram o dia em uma praia e o marido da cantora dividiu algumas imagens com os fãs nas redes sociais. 

"Entendam... Esse é meu mundo... Sem vocês o meu universo fica sem chão! Não vivo sem vocês três... Amo vocês, Simone, Henry e Zaya", escreveu o empresário na publicação.

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Simone está grávida de uma menina e o casal, além de já ter escolhido o nome, Zaya, também criou uma conta no Instagram para a bebê. A conta já chegou a mais de 90 mil seguidores.

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Um bebê e os seus pais foram resgatados com vida nesta sexta-feira (30), após o carro da família cair de uma ribanceira de 10 metros, na rodovia Oswaldo Cruz, São Paulo. O resgate foi feito por uma equipe da Polícia Ambiental que fazia patrulhamento próximo ao trecho do Km 25, em Taubaté. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo detalha que o veículo, que seguia sentido Ubatuba, aquaplanou e capotou, caindo na ribanceira. O pai e a criança tiveram escoriações, mas conseguiram sair do local sem dificuldades. Já a mulher teve uma fratura na perna. O Corpo de Bombeiros foi acionado e os três foram levados para o Hospital Regional de Taubaté.

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Várias passageiras foram submetidas a exames ginecológicos forçados após a descoberta de um recém-nascido prematuro abandonado em um dos banheiros do aeroporto internacional de Doha, capital de Catar, um incidente "extremamente perturbador" para a Austrália.

Os fatos, informados pelo canal australiano Seven News, aconteceram em 2 de outubro e foram divulgados por passageiros australianos.

A ministra das Relações Exteriores da Austrália, Marise Payne, expressou nesta segunda-feira energicamente a desaprovação de seu país.

"Expressamos nossas preocupações de maneira muito clara às autoridades do Catar", disse, antes de informar que a Polícia Federal da Austrália assumiu a questão.

Segundo a ministra australiana, um relatório das autoridades do Catar sobre o incidente é "iminente".

O aeroporto se limitou a afirmar que pediu às mulheres que "participassem" na iniciativa para localizar a mãe do bebê, que está vivo, segundo um comunicado.

Algumas mulheres, principalmente australianas, tiveram que desembarcar de vários aviões e foram levadas para ambulâncias, onde passaram por exames para saber se haviam dado à luz recentemente.

O Catar segue a lei islâmica, que pune duramente as mulheres que ficam grávidas fora do casamento.

"Obrigaram as mulheres a passar por testes físicos, principalmente o exame de Papanicolau à força", declarou à AFP uma fonte em Doha que foi informada sobre uma investigação interna a respeito do incidente.

O aeroporto internacional de Doha afirmou que "os funcionários da área médica expressaram preocupação às autoridades do terminal sobre a saúde e o bem-estar de uma mãe que acabar de dar à luz e pediram que ela fosse localizada antes de viajar".

"As pessoas que tiveram acesso ao setor do aeroporto onde o recém-nascido foi encontrado foram convidadas a participar na busca", acrescentaram as autoridades aeroportuárias, sem informar o que especificamente foi solicitado às mulheres e quantas foram procuradas.

Devido ao incidente, um dos voos, o QR908 da Qatar Airways com destino a Sydney, chegou quatro horas mais tarde que o previsto, de acordo com o site Flight Radar 24.

Mulheres de outros países e voos foram submetidas a exames similares. O incidente está sendo investigado no Catar, segundo o canal Seven News.

O aeroporto de Doha pediu no domingo à mãe do bebê que se apresente, o que dá a entender que os exames não tiveram resultado.

"O recém-nascido continua sem ter sido identificado, mas está bem de saúde e sob cuidados dos profissionais médicos e do serviço social", informou o aeroporto, que pediu ajuda a qualquer pessoa com informações sobre a mãe.

Payne disse que passageiros informaram a situação a funcionários australianos "no momento do voo" para Sydney.

- "Em estado de choque" -

Um advogado australiano, Wolfgang Babeck, que era passageiro em um dos voos afetados, afirmou à AFP que as mulheres submetidas aos exames retornaram ao avião "em estado de choque", depois que foram obrigadas a ficar parcialmente nuas para os exames de uma médica.

"Todas estavam consternadas, algumas irritadas, uma chorava e ninguém conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer", disse Babeck, para quem o incidente pode representar uma "violação do direito internacional".

A companhia Qatar Airways se recusou a comentar o ocorrido.

Um caso inusitado chamou a atenção no Amapá nesta semana. Na última segunda-feira (19), uma mulher foi presa acusada de homícido culposo contra seu próprio filho, um bebê de quase dois meses. Ela dormiu enquanto amamentava e a criança acabou morrendo asfixiada.

A Polícia Civil do Amapá, prendeu, em flagrante, a mulher de 30 anos de idade em sua residência, localizada no bairro Perpétuo Socorro, em Macapá, onde estava o corpo do bebê.

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“Em depoimento, a mãe do bebê alegou que, no início da madrugada, adormeceu enquanto amamentava a criança e, somente pela manhã, seu marido viu que a criança estava morta. Irei aguardar a conclusão do laudo pericial da Politec, mas o médico legista já adiantou que o bebê morreu por asfixia. Diante os fatos, lavrei o auto de prisão em flagrante da mãe da criança por homicídio culposo, quando não há intenção de matar”, explicou o delegado César Ávila, responsável pelo caso.

Segundo a polícia, há relatos de vizinhos de que a mulher teria ingerido bebida alcoólica, mas ela nega. A acusada pagou a fiança de R$ 700 e responderá em liberdade.

Com informações da assessoria

Policiais no Cabo de Santo Agostinho resgataram uma bebê abandonada dentro de um cesto de lixo, na manhã deste domingo (18). Por volta das 5h, o 18º Batalhão de Polícia foi acionado para atender a uma ocorrência no bairro de Pirapama e, lá chegando, encontraram uma menina recém-nascida. 

A criança, de acordo com a polícia, ainda tinha cordão umbilical e placenta quando foi resgatada e levada ao Hospital Municipal Mendo Sampaio para receber cuidados médicos. Ainda segundo a PM, a equipe de enfermagem da unidade de saúde informou que se o resgate não fosse rápido, a criança poderia ter asfixiado dentro do cesto.

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Um bebê, de oito meses de gestação, teve a cabeça arrancada durante o parto realizado pela equipe médica da Fundação Santa Casa de Misericórdia, em Belém, no Pará. A mãe, identificada como Daira Oliveira de Souza, entrou em trabalho de parto na manhã dessa sexta-feira (16).

A família saiu do município de Ourém e viajou cerca de 191 km para que a jovem de 26 anos pudesse dar à luz ao filho com segurança. Nomeada como Davi, a criança também era aguardada pelo pai Roberto Lemos, que foi informado pela acompanhante da gestante, identificada como Amanda, que a cabeça do bebê foi arrancada pela equipe, que teria forçado o parto normal mesmo sem a indicação do médico que acompanhou a gestação.

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"A Amanda é uma grande amiga da minha esposa. Ela falou que tinha visto tudo e ainda chegou a falar que a Daira não poderia ter um parto normal. Ainda assim, continuaram. Quando puxaram a criança, ela disse que a cabeça soltou do resto do corpo e acabou caindo no chão", descreveu Roberto, de acordo com o Diário Online. Revoltado, ele garantiu que vai registrar a ocorrência junto às autoridades.

O pai ainda aponta que, embora o parto normal não fosse aconselhável, o filho não apresentou nenhuma anormalidade nos exames que antecederam o procedimento. A família já sabia que Davi havia desenvolvido um problema renal, entretanto o médico de Daira disse que a condição não iria interferir no nascimento.

O governador do Pará, Helder Barbalho, usou as redes sociais para lamentar a morte na unidade de saúde e informou que todos os envolvidos no parto foram afastados. "Pedi também a Polícia Civil do Pará que apure com rigor o ocorrido, abrindo um inquérito para investigar, junto com o Renato Chaves, as causas e os responsáveis, para eventuais punições sobre o caso", publicou.

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A rapper americana Nick Minaj continua radiante com a chegada do seu primeiro filho. Nesta quinta-feira (15), a dona do hit Anaconda revelou no Instagram a identidade do bebê, ao agradecer o carinho que recebeu de Beyoncé, Kim Kardashian, Kanye West e outras personalidades.

"Obrigada, Queen B, Kim & Ye, Riccardo Tisci, Karol e todo mundo que me mandou boas vibrações neste momento. Significou tudo para mim. Me sinto grata e apaixonada pelo meu filho. Loucamente apaixonada. Ele é meu menino favorito no mundo todo", escreveu a cantora.

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Nicki Minaj, de 37 anos, deu à luz ao garoto no final de setembro. Em julho, ela deixou os fãs surpresos com a notícia da gravidez. A artista surgiu nas redes sociais exibindo a barriga de seis meses de gestação. Feliz, ela legendou: "Amor, casamento e carregando um bebê. Transbordando de emoção e gratidão! Obrigada a todas as pessoas que enviaram votos de felicidades".

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Anitta passou por uma emoção e tanto na última sexta-feira (2). A cantora conheceu o sobrinho, Benício, segundo filho de um de seus dois irmãos, Renan Machado, com Jeni Monteiro.

Ela levou Breno, também filho de Renan, junto no momento. "Vamos ver o seu irmão Benício. Titia e o irmão. Você viu ele ontem, né? O que você achou?", perguntou ela a Breno, que achou o caçula fofo.

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Anitta revelou que se emocionou quando recebeu a notícia do nascimento, um dia antes. "Eu quase chorei, só não chorei mesmo porque estava no meio de uma entrevista.

Depois, ela postou cliques com o pequeno no colo, tomando o cuidado de esconder o rostinho do pequeno, e escreveu: "Meu momento mágico do dia".

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