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Em Pernambuco, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) está recebendo currículos para o seu banco de talentos. A instituição pretende reunir informações de candidatos para o cargo de instrutor na área de administração e logística.

Segundo o Senac, os currículos poderão ser enviados para seleções na unidade de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata do Estado. Os documentos precisam ser encaminhados para o e-mail marcialuz@pe.senac.br, inserindo no assunto ‘BANCO DE TALENTOS – VITÓRIA DE SANTO ANTÃO | ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA’.

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Curso superior finalizado, qualificações comprovadas por meio de diplomas ou certificados, experiência profissional de, no mínimo, seis meses, e idade acima de 18 anos são alguns dos requisitos. Os concorrentes ainda precisam ter disponibilidade para atuação na cidade de Moreno, onde poderão trabalhar nos turnos da manhã, tarde ou noite.

O envio dos currículos deve ser feito até o dia 24 deste mês. Para mais informações, acesse o site do Senac.

A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) confirmou que seis pessoas foram autuadas em flagrante na cidade de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata de Pernambuco, por suspeita de compra de voto. Da 0h até as 12h deste domingo (15), foram registradas 14 ocorrências no Sistema Operação Eleições Pernambuco (SOEPE).

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Nesse período, 33 pessoas foram conduzidas a delegacia de Polícia Civil para providências legais cabíveis. A SDS afirma ainda que das 14 ocorrências, 3 correspondem a desobediência às instruções da Justiça Eleitoral; dois estavam relacionadas a propaganda ilegal de partidos e candidatos; um caso configurou prática de boca de urna; um local de votação sofreu queda de energia; e as outras sete tiveram relação com outros crimes eleitorais.

O plano de segurança para as eleições municipais deste ano mobiliza 39.100 servidores e delegacias em funcionamento em 184 municípios e Fernando de Noronha. 

"A eleição está transcorrendo tranquilamente e de forma ordeira em todo o Estado. As forças de segurança pública estão atuando de imediato em casos de crime eleitoral ou qualquer tipo de infração, e a Polícia Civil está apurando com rigor as denúncias", pontua o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Antonio de Pádua.

O Presídio de Vitória de Santo Antão (PVSA), localizado na Zona da Mata Sul de Pernambuco, está oferecendo aulas de música aos detentos através do projeto de iniciação musical intitulado "Liberdade Musical". O músico e reeducando Lucas Araújo é quem está à frente da ação, juntamente com os músicos convidados Rodrigo Araújo e Geison Guedes.

Segundo a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, o objetivo é "despertar nas pessoas privadas de liberdade a sensibilidade para a música, arte que se apresenta como uma alternativa ressocializadora".

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Atualmente, o projeto reúne dez alunos com aulas todas as segundas, quartas e sextas, das 13h às 14h30. Os instrumentos utilizados são de cordas e percussão. O repertório engloba MPB, rock nacional e gospel.

Nesta quarta-feira (23), as agências do trabalho de Pernambuco oferecem 281 vagas de emprego nas unidades de Camaragibe, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Paudalho, Igarassu, Garanhuns, Ipojuca, Recife, Santa Cruz do Capibaribe, Salgueiro, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. 

Os atendimentos para seguro desemprego e oportunidades de trabalho devem ser agendados através do site da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq). Para consultar a lista de vagas disponíveis, os interessados devem entrar em contato com a Seteq. 

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Jovem Aprendiz 

No Recife, há vagas para Jovem Aprendiz na Agência do Trabalho da Rua da Aurora, nº 425. De acordo com a Seteq, há 50 vagas por semana, o que resulta em uma distribuição de 10 por dia, de segunda a sexta-feira.

Para se candidatar a vagas de aprendiz, é preciso ter de 14 a 24 anos de idade e estar cursando o Ensino Fundamental, o Ensino Médio ou o Ensino Técnico. É preciso agendar o atendimento no site da Seteq ou no Portal PE Cidadão

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco resgatou dez trabalhadores mantidos em condições análogas à de escravidão em obras de pavimentação realizadas pela Prefeitura de Olinda. Os trabalhadores, que vieram de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata de Pernambuco, foram encontrados trabalhando em calçamento e na construção de meio-fio no bairro do Varadouro, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife.

Segundo o MPT, já que o grupo vinha de uma cidade distante da obra, a construtora cedeu uma casa para os seus trabalhadores se alojarem próximo ao local onde trabalhavam. Eles viviam sem água, de modo que eram os vizinhos que disponibilizavam, não havia ventilação ou iluminação adequada no local, a fiação elétrica era improvisada e irregular, oferecendo risco de choque e incêndio.

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O Grupo Especial de Fiscalização também constatou que na casa não tinha, sequer, cama para todos os trabalhadores, que dormiam em papelões, espumas e em colchonetes. A construtora contratada pela Prefeitura de Olinda para as obras foi notificada a regularizar imediatamente a situação. O MPT aponta que todas as demandas foram regularizadas e o pagamento integral das verbas rescisórias devidas aos trabalhadores resgatados, assim como indenizações individuais acordadas pelo Ministério Público do Trabalho e pela Defensoria Pública da União.

A Assistência Social do Município de Vitória de Santo Antão foi acionada e deve acompanhar as famílias dos trabalhadores, que receberão, ainda, o Seguro-Desemprego Especial do Trabalhador Resgatado, que consistente em três parcelas de um salário-mínimo cada uma.

*Com informações da assessoria

Nesta segunda-feira (10), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) publicou o painel de ocupação de vagas, depois da primeira classificação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2020. As listagens, que podem ser acessadas no hotsite do Sisu UFPE 2020, estão classificadas pelas três unidades da Instituição: Recife, Vitória de Santo Antão e Caruaru.

As listagens especificam o número de vagas, ocupadas e livres, por curso, conforme cada modalidade (ampla concorrência e tipos de cotas distintas), em cada unidade. Esses dados auxiliam os estudantes, que podem medir a chance de serem selecionados para a Instituição.

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Um detento de 22 anos morreu por suspeita de meningite no Presídio de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco, na sexta-feira (7). Um segundo preso, de 28 anos, está internado com sintomas da mesma doença.

As secretarias Estadual de Saúde (SES), de Saúde de Vitória de Santo Antão e Executiva de Ressocialização (Seres) estão realizando medidas de controle epidemiológico. O paciente internado está, desde a quinta-feira (6), na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Correia Picanço, no Recife, que é referência estadual para doenças infecto-contagiosas. A última informação obtida é que o quadro de saúde do preso é grave.

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Os reeducandos, servidores e demais funcionários do presídio estão realizando a profilaxia indicada para esses casos, com uma dose de antibiótico. 

Por nota, a SES informou que não há outro paciente com sintoma da doença no presídio. A Seres suspendeu todas as visitas na unidade neste final de semana.

A comunidade acadêmica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) elegerá, na próxima quarta-feira (27), o novo reitor e os diretores-gerais dos 16 campi (Abreu e Lima, Afogados da Ingazeira, Barreiros, Belo Jardim, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Garanhuns, Igarassu, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Palmares, Paulista, Pesqueira, Recife e Vitória de Santo Antão) da instituição. 

Na disputa pela reitoria nos anos de 2020 até 2024, há três candidatos: professor Ênio Lima, diretor-geral do Campus Ipojuca; professor Zé Carlos, diretor-geral do Campus Garanhuns e Sérgio Gaudêncio, professor do Campus Recife e ex-reitor. Servidores, docentes, técnico-administrativos e estudantes regularmente matriculados nos cursos de ensino médio, técnico, graduação e pós-graduação, presenciais ou a distância podem participar da eleição. 

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Para votar, é necessário apresentar um documento oficial com foto em qualquer um dos campi das 9h às 17h, com exceção da reitoria e campus Recife, onde a eleição tem horário estendido até 21h. A apuração terá início ainda na quarta-feira, com divulgação de resultado na quinta-feira (28) e prazo de recursos até a sexta (29). 

No dia 2 de dezembro podem ser apresentadas contrarrazões aos recursos e o resultado final será divulgado no dia 3 de dezembro. Para mais informações, acesse o site das Eleições para Reitoria e Direções 2019

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Um incêndio atingiu 10 ônibus em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco, na madrugada desta quarta-feira (6). Nenhuma pessoa ficou ferida na ocorrência.

Os veículos estavam estacionados na empresa, localizada ao lado de um posto de combustíveis. Três viaturas foram enviadas ao local para controlar as chamas.

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 O fogo não alcançou o posto. Não há informações sobre as causas do incêndio.

A Polícia Civil está investigando o homicídio de João Pereira de Melo, de 63 anos, ocorrido em um sítio de Vitória de Santo Antão, na Mata Norte de Pernambuco. Segundo a corporação, o crime foi cometido pelo irmão da vítima, José Pereira de Melo, vulgo Dé, de idade desconhecida.

O crime ocorreu na manhã da terça-feira (13). João Pereira foi morto a golpes de faca peixeira.

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Ainda de acordo com a polícia, os irmãos discutiam sobre a herança das terras deixadas pelos pais. A investigação está sendo conduzida pela 17ª Delegacia de Homicídios de Vitória de Santo Antão. O suspeito ainda não foi preso.

Visando preparar alunos para os vestibulares de 2019, a Caravana Sapiens promove, no próximo sábado (18), uma “aula show” interdisciplinar no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul do estado Pernambuco.

Parte da arrecadação do aulão será revertida para um instituição social escolhida pelos próprios alunos participantes do evento. O aulão terá a presença dos professores Felipe Rodrigues (Redação e Atualidades), Jamerson Reis (Geografia), Pierre Mignac (Filosofia e Sociologia) e Ricardo Farias (Física).

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O evento será realizado no Teatro Silogeu, em Vitória de Santo Antão. Os ingressos são vendidos por R$ 20 nos pontos de venda Delícias do Trigo – Delicatessen, Moinho – Delicatessen e EQ. Os organizadores informam que apenas 200 vagas serão disponibilizadas.

Quatro pessoas foram atropeladas na Rua Prefeito Manoel de Holanda, no Alto José Leal, em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata de Pernambuco. Uma das vítimas teve o braço quebrado.

Nas imagens das câmeras de monitoramento é possível observar o grupo formado por três mulheres e um homem caminhando na rua, quando o veículo - modelo Palio - faz um movimento e os atinge. Após a colisão, que ocorreu no último sábado (4), o motorista sai sem prestar socorro às vítimas. Três pessoas ficaram feridas, e uma delas teve o braço quebrado.

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Todos foram socorridos para o Hospital João Murilo e receberam alta no mesmo dia. O grupo já prestou queixa na delegacia do município, que vai investigar se o condutor perdeu o controle do veículo ou se o atropelamento foi criminoso.

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O Senac em Vitória de Santo Antão, Pernambuco, abriu seleção para Coordenador Pedagógico. A única vaga do processo exige licenciatura completa em qualquer curso da área de Ciências Humanas ou de Ciências Sociais Aplicadas, além de especialização completa, em, no mínimo, um dos seguintes cursos: Coordenação Pedagógica; Gestão Educacional; Gestão Escolar; Planejamento Educacional; Processos Educacionais e Gestão de Pessoas.

O candidato precisa comprovar experiência de seis meses na função e habilidades em gestão de serviços e produtos educacionais, trabalho de equipe, gestão de relacionamento com clientes, comunicação oral, comunicação escrita e uso de aplicativos.

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As inscrições terminam nesta terça-feira (02). Os interessados devem acessar o site do processo e enviar a documentação comprobatória dos requisitos para o cargo para o E-mail: rhsenac@pe.senac.br

Outras informações sobre o processo seletivo, como remuneração, carga horária e cronograma, estão disponíveis no site do Senac.

Um dos mais influentes escritores moçambicanos, o romancista Mia Couto está em viagem pelo Brasil para divulgação de sua nova obra, O Terrorista Elegante e Outras Histórias, escrito com o autor angolano José Eduardo Agualusa. No dia 17 de abril, Couto passará por Pernambuco para duas palestras. 

Às 9h, o escritor fará uma palestra na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), sob o tema "Ser da Linguagem em seus desdobramentos literários, ético-estéticos". As inscrições se esgotaram poucas horas depois da liberação no site, nesta segunda-feira (1°). 

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No mesmo dia 17, Mia Couto conversa com o público no Teatro Silogeu, em Vitória de Santo Antão, com o tema Que eu sei do que serei, eu que não sei o que sou? - O Continente Africano numa Perspectiva Literária. São 250 vagas disponibilizadas; as inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail ihgvitoriasa@gmail.com ou pelos telefones (81) 98740-7941 e 99808-1635.

Durante sua visita ao Brasil, autor tem comentado sobre a tragédia causada pelo ciclone Idai no seu país. O escritor afirmou ter ficado surpreso pela forma como o Governo brasileiro respondeu às inundações, com uma ajuda monetária que "não corresponde à relação histórica e afetiva entre os dois países e ao desejo dos brasileiros de contribuir".

 

Um carro roubado foi recuperado pelas polícias Rodoviária Federal (PRF) e Militar (PM) em Vitória de Santo Antão, Mata Sul de Pernambuco. O veículo foi reconhecido pela proprietária a partir dos amassados na lataria.

Segundo a PRF, os policiais receberam informações, na quarta-feira (13), de que um carro com suspeita de roubo estava estacionado em uma praça. Foi constatado que o veículo portava placas clonadas e apresentava adulterações.

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Dois homens que estavam dentro do carro foram detidos. Eles foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Vitória de Santo Antão.

 

Inaugurado no dia 3 de agosto de 1990, na cidade de Vitória de Santo Antão, em comemoração aos 345 anos da “Batalha das Tabocas”, o estádio Severino Cândido Carneiro, ou, simplesmente Carneirão, serviu de casa durante um bom tempo para o Vitória e o Vera Cruz, clubes da cidade.

Até competições internacionais foram disputadas no estádio, como a Libertadores de futebol feminino de 2012. Naquele ano as semifinais, disputa de 3° lugar, e a grande final do torneio continental foram disputadas lá.

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Hoje a realidade do estádio é bem diferente. O Vitória está na primeira divisão do pernambucano e manda seus jogos na Arena de Pernambuco, devido a situação ruim em que se encontra o Carneirão.

Desde o dia 1 março de 2017, em derrota por 1x0 para o Serra Talhada que o estádio não recebe um jogo de futebol. A situação é assustadora. O gramado praticamente não existe, ao invés disso, mato alto e vegetação. Parte do muro do estádio caiu, um pedaço da arquibancada cedeu e deixou buracos comprometendo a estrutura. São inúmeros os problemas visíveis.

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Mas afinal, porque um estádio que recebeu final de Libertadores feminina de 2012, chegou a esse ponto? Quais foram os motivos que levaram o Carneirão a atual situação vivida hoje que não permite ser realizado um jogo de futebol?

Em busca de respostas, o LeiaJá conversou com Márcio Souza, jornalista, e responsável pela coluna “Na Arquibancada” do portal Nossa Vitória. Segundo ele, tudo não passa de briga política.

“Acontece que, o presidente do Vitória é aliado do principal rival do atual prefeito, que comandou a cidade de 2009 a 2016. Nesse período, Paulo Roberto (presidente) foi secretário de Cultura, Turismo e Esportes na gestão, deu uma cuidada no campo, melhorou um pouco, mas deixou de cuidar do espaço quando seu aliado perdeu a eleição em 2016. Já em 2018, a vaidade política do atual prefeito Aglailson Júnior fez com que ele não desse nenhuma atenção ao estádio”, lamenta.

Márcio ainda completou: “Em 2016, Paulo Roberto, que é presidente do Vitória, foi candidato a prefeito contra o atual gestor da cidade e perdeu. 2017 o Vitória chegou a jogar no Carneirão, mas sem nenhum reparo. Mas é aquela história, o prefeito diz que ele (presidente do Vitória) era secretário e não ajeitou o campo para entregar pronto. E diz que não vai mexer porque o time é dele e ele deveria ter deixado o campo em ordem”, completa.

A vaidade da disputa política não recai apenas sobre o estádio. Os torcedores do clube e moradores da cidade de Vitoria de Santo Antão também sofrem com a distância.

“Dói no coração vê um estádio numa situação dessa. Eu tive o prazer de ver esse campo cheio com os dois clubes jogando desde criança. O Vera Cruz que eu gosto muito e o Vitória que eu sou torcedor. E agora está assim o estádio por conta de briga política”, nos conta emocionado o torcedor do clube, João Alves de 35 anos.

Atualmente o Vitória das Tabocas tem mandado seus jogos na Arena de Pernambuco que fica há cerca de 40km de distância do Carneirão, casa do Vitória. Na Arena, o público tem sido pouco. No jogo contra o Sport foram 2.354 ingressos vendidos. Contra o Central foram 942 ingressos e com América, apenas 581 ingressos. Somados, os três jogos não chegam nem a 4 mil ingressos vendidos. As informações são do Borderô da Federação Pernambucana de Futebol (FPF).

O tricolor das Tabocas ocupa a 8° posição na competição com 3 pontos. Dentro de “casa”,  além do baixo público o Vitória tem tido um desempenho ruim; perdeu para Sport e Central e venceu o América, somando seus únicos pontos na competição. A distância é um problema segundo João.

“A gente tem que ir para Arena para ver um jogo do Vitória. Muita gente não vai porque é longe e ingresso mais caro tendo um estádio desse aqui a gente tem que se deslocar”, lamenta.

Mas não é apenas a paixão pelo clube que trás saudade dos bons momentos vividos no Carneirão. Os jogos movimentavam a economia, como nos conta Gutierre José da Silva, morador da cidade há 40 anos. “Era muito bom, muito importante. O vendedor ambulante ganhava dinheiro. Isso no começo, nos primeiros cinco anos, até o atual presidente do Vitória se envolver com política. Ai hoje em dia é aquela vergonha, um diz que é o prefeito, o outro diz que é o clube, mas no fim são todos culpados. Só vai prestar depois que sair a politicagem”, salienta Gutierre.

Carente de entretenimento, a cidade de Vitória encontrou no Carneirão um local para reunir amigos e familiares: “Era divertimento para mim, para meus amigos. Para os bairros vizinhos e também para toda nossa cidade. Era bom para todos, mas infelizmente hoje está essa calamidade”, finalizou

A incerteza sobre o futuro do Carneirão não tem previsão de ter um fim. Nem o presidente do clube nem o atual prefeito demonstram interesse em uma trégua. Nossa equipe tentou entrar em contato com a diretoria do Vitória das Tabocas, mas até o momento não obtivemos resposta.

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O Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) promove, nesta sexta-feira (28), o 19º leilão. Os interessados em adquirir um veículo novo, ou até mesmo sucateado, devem comparecer às 9h, no pátio da empresa Coliseum, às margens da Rodovia Luiz Gonzaga, na BR-232, em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata de Pernambuco.

Com 498 veículos à disposição, entre carros e motos, o último leilão do ano iniciará com o valor mínimo em torno de R$ 100. Os possíveis compradores poderão conferir os itens nos dias 27, das 9h às 15h, e 28, das 8h às 9h, no mesmo local do leilão.

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O edital com informações gerais sobre o leilão, como normas, documentação exigida e taxas pagas pelos arrematantes, pode ser acessado através dos sites www.detran.pe.gov.br, www.coliseumleiloes.com.br ou retirado gratuitamente no escritório do Coliseum Leilões.

O interessado que arrematar algum dos veículos deverá requerer e pagar pela expedição da 2º via do Certificado de Registro do Veículo (CRV). Também é de responsabilidade do comprador arcar com o valor dos serviços de Baixa do Gravame, dentre outras taxas como licenciamento, transferência do veículo e emplacamento.

O dinheiro arrecadado no leilão é usado para pagar dívidas dos veículos apreendidos. Após quitar os débitos, caso haja alguma quantia restante, o valor volta para o proprietário anterior do veículo.

Serviço

Visitação prévia

Dias 27 (9h às 15h) e 28 (8h às 9h) de dezembro de 2018, na sede da Coliseum Leilões, em Vitória de Santo Antão, Rodovia Luiz Gonzaga, BR-232, Km 41- Distrito Ind. Vitória Sto. Antão/PE.

Leilão

28 de dezembro de 2018, às 9h, na sede da Coliseum Leilões, em Vitória de Santo Antão, Rodovia Luiz Gonzaga, BR-232-Km 41- Distrito Ind. Vitória Sto. Antão/PE.

A Polícia Civil de Pernambuco instaurou inquérito para investigar um crime de feminicídio ocorrido na noite da última quarta-feira (19) em Vitória de Santo Antão, Mata Sul do Estado. Segundo a polícia, Maria Izabel Feliz de Lima, de 25 anos, foi morta a facadas pelo seu ex-marido Valter Cândido da Silva, de idade não informada.

O crime ocorreu na residência da tia da vítima. Maria Izabel chegou a ser socorrida ao Hospital João Murilo de Oliveira, mas não resistiu aos ferimentos.

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Valter Cândido está foragido. O caso é investigado pela Delegacia de Vitória de Santo Antão.

José em uma das hortas do Instituto Federal de Vitória de Santo Antão. Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

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– Bença, padrinho. Bença, tio – dizem as crianças que pausam o jogo de futebol para a despedida.

– Deus te abençõe. Bença, mainha. Bença, pai. Bença, Ciada.

– Vai com deus, meu filho, cuidado no caminho.

A partida do estudante José Marques dos Santos, 30, ainda não se tornou habitual, mesmo que todas as semanas ele retorne à sua casa e ao afago dos familiares, se despedir do único filho homem desperta nos pais um misto de sentimentos de orgulho, cuidado e saudade. José foi o primeiro da família a ter acesso ao ensino superior e por isso precisou se mudar. Em 2015, ele recebeu a notícia da aprovação em primeiro lugar, nas vagas reservadas a moradores de Zona Rural, no vestibular para cursar agronomia no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), no campus de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata do Estado.

José Santos é filho dos agricultores Maria das Dores dos Santos, 50, e José Marques de Lima, 52; o rapaz nasceu na cidade de Amaraji, Zona da Mata Sul de Pernambuco. Ainda novo, se mudou para a cidade vizinha porque os familiares possuíam terras na Zona Rural do município de Primavera, distante cerca de 100 quilômetros da capital pernambucana. Passou a infância e adolescência no Sítio Maracujá, comunidade que herdou esse nome pelas diversas plantações da fruta na localidade e de acordo com os moradores, por situações em que os cavalos soltos comiam o fruto e eram logo em seguida intoxicados.

Por morar em uma região rural e mais distante dos serviços básicos e públicos, a relação de José com o estudo precisou ser de muita força de vontade e paciência. Na infância, estudou no colégio público nas proximidades do vilarejo, mas ao terminar o ensino fundamental, não existiam escolas próximas para que ele desse continuidade aos estudos. A instituição mais perto ficava na cidade de Pombos, a cerca de 70 quilômetros de sua casa. “Minha família conseguiu uma vaga para mim em uma escola de Pombos e o trajeto só de ida durava cerca de uma hora e trinta minutos”, conta o estudante. Ele, assim como outros alunos que precisam se deslocar de regiões mais distantes, eram transportados em veículos do tipo “pau de arara”, superlotados, sem segurança e em péssimas condições até a escola. José ia e voltava todos os dias.

Além da dedicação com a escola, ele sempre ajudou os pais no campo. A relação de José com a terra vem de berço, não tem idade certa de início e revela muito sobre a escolha do curso acadêmico posteriormente. A família sempre sobreviveu do cultivo de plantações diversas, frutas, verduras, legumes, para consumo próprio e para a venda. Os agricultores familiares sempre contaram com a ajuda do filho para a plantação e colheita, mas reservavam o momento de estudo sagrado para que José pensasse em um futuro diferente e com mais oportunidades. 

Família faz a colheita do chuchu no Sitio Maracujá. Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

Em 2009, aos 21 anos, ele conseguiu concluir o ensino médio na cidade de Pombos e na época, pensava que já tinha chegado ao topo do que poderia ser feito, para alguém que mora tão distante de tudo. Passou um ano focado em ajudar a família nas plantações para aumentar a renda de seus parentes, já que a região da Mata Sul de Pernambuco é conhecida pela boa colheita justamente por ser mais arborizada, com chuva constante e rodeada de rios. Em 2010, José decidiu que precisava dar um passo a mais e fez o concurso para vigilante da Prefeitura de Primavera. Foi aprovado e se tornou um funcionário público. Mais uma vez, precisou se dividir entre a responsabilidade fora de casa no seu novo emprego e os trabalhos no campo.

“Ajudou demais minha família essa renda do concurso porque na agricultura familiar existem muitas dificuldades de manter o equilíbrio. É tudo por época, sabe? Tem mês que vendemos mais um tipo de produto e no outro não. O bom é que boa parte da nossa alimentação tiramos das nossas plantações”, avalia José.

Em 2014, em uma tarde após o trabalho no campo, José descansava da colheita e como de costume, ligou o rádio para ouvir as notícias. Daquele momento em diante, a tarde não seria a mesma. Pela primeira vez, ele descobriu que existia um Instituto Federal  Pernambuco localizado na cidade de Vitória de Santo Antão e que as inscrições para o vestibular estavam abertas. A notícia transmitida pela Rádio Jornal causou um espanto imediato em José. Ele ficou surpreso ao saber da existência da instituição de ensino mais próxima de sua realidade. “Em outro momento eu também vi na cidade um menino com a farda do IFPE e aí me interessei de verdade por descobrir o que era e se eu poderia participar”, relembra.

Da esquerda para a direita. Mãe, pai, tia e José. Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

O futuro agrônomo destaca que o acesso à informação nas zonas rurais é muito difícil. “Pode parecer bobagem para muitos, mas a gente mora perto das faculdades e muitas vezes nem sabe que isso existe e é possível ter acesso. Eu acho que as antenas parabólicas têm um lado muito negativo nisso. A informação que chega muitas vezes não é do seu redor. São mais notícias de São Paulo e do Rio de Janeiro do que de Pernambuco. Por isso, o rádio ainda é tão presente aqui como meio de comunicação”, aponta.

Após descobrir sobre a prova de vestibular, José Marques também se surpreendeu ao saber que os filhos de agricultores das zonas rurais poderiam ingressar no instituto por uma cota rural. Atualmente, o IFPE adota como ação afirmativa, no percentual de 50% das vagas destinadas à ampla concorrência, a inclusão da reserva de oportunidades de 25% para estudantes de escola pública oriundos do campo que optarem por cursos de vocação agrícola oferecidos nos campi do IFPE de Afogados da Ingazeira, Barreiros, Belo Jardim e Vitória de Santo Antão.

Entenda como funciona a cota para moradores da Zona Rural no IFPE

Arte: João de Lima/LeiaJáImagens

Um ano de estudo se passou e em 2015 o resultado foi divulgado. O nome José Marques dos Santos estava no listão dos aprovados e a notícia foi motivo de muita felicidade não só para o novo estudante do IFPE, mas para toda a sua família, justamente por ser o primeiro a ingressar em um curso superior. “Eu acho que a criação desse modelo de cota era muito urgente. Quem é do campo sabe das dificuldades e também valoriza muito a educação. Posso dar o exemplo da minha turma, entraram 40 pessoas, cinco dessas eram cotistas, e atualmente só restam 16 alunos no total, mas os cinco filhos de agricultores ainda continuam lá”, frisa.

Na visão de José, entrar no curso superior em uma instituição pública é difícil para quem não teve tempo de se dedicar por uma vida, mas se manter lá é ainda mais difícil. “Se não fossem os projetos sociais do IFPE de auxílio em todos os sentidos, eu não conseguiria estar aqui hoje”, afirma. Após ingressar no curso de agronomia, ele precisava conquistar uma moradia no centro de estudos para passar a semana no dormitório, porque seria impossível ir e voltar para o sítio todos os dias.

Da casa dos pais de José até o IFPE de Vitória são cerca de 70 quilômetros que parecem se multiplicar pela falta de estrutura de grande parte do trajeto. A estrada de barro até chegar ao sítio da família é desgastante, esburacada e pouco iluminada. Ao sair da BR e entrar nela são cerca de 40 minutos de carro até o Sítio Maracujá. “A gente sente saudade, mas seria muito ruim meu filho fazer esse trajeto todo dia. É escuro, perigoso e tem muito assalto. Levam moto, celular e tudo”, lamenta a agricultora Maria das Dores.

“Eu tive que resolver muitas coisas. Primeiro, conseguir a moradia era muito importante e me foi garantido esse benefício. Também fui selecionado para ganhar o auxílio de assistência estudantil e recebo R$ 100 mensalmente”, complementa. José precisou conversar com a Prefeitura de Primavera porque não podia pedir demissão do concurso público já que a renda ajudava a família. Após um acordo, ele conseguiu uma oportunidade de se dividir entre os afazeres de vigilante e estudante de agronomia. Durante a semana, ele estuda e mora na instituição de ensino. Para conseguir trabalhar as 30 horas semanais, ele volta para Primavera nas sextas-feiras e fica até o domingo.

“No meu horário do trabalho, pego das oito da noite até às seis da manhã. Sexta, sábado e domingo atuo como vigilante. Assim, consigo trabalhar dez horas por dia e pagar o tempo necessário do trabalho. Como no fim de semana durmo na casa dos meus pais, também aproveito e os ajudo com a agricultura”, esclarece.

O agricultor foi o primeiro da família a ter acesso ao ensino superior. Ele passou em primeiro lugar, nas vagas reservadas a moradores de Zona Rural, no vestibular para cursar agronomia no IFPE de Vitória. Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

É terça-feira, início de semana e dia tradicional de colheita das frutas, legumes, verduras e outros produtos orgânicos no Sítio Maracujá. A reportagem do LeiaJá foi convidada para almoçar e conhecer um pouco da rotina dos agricultores no dia de colheita da família de José. Na parte inicial do terreno, não há um portão. A entrada é livre das formalidades e a o cercado se restringe aos limites laterais da habitação. Alguns metros separam uma casa da outra, madrinha e tios também moram no sítio.

O local não é plano e fica localizado em uma serra, justamente no fim da estrada. O verde vivo, reflexo das plantações de chuchu, banana, goiaba e milho, aponta que choveu pela região.

Ainda na terça à noite, os veículos alugados pela comunidade chegam para transportar toda a colheita devidamente encaixotada com destino ao Centro de Abastecimento de Vitória Santo Antão (Ceavi). De madrugada, o pai de José começa a se organizar para vender os produtos em grandes quantidades na feira da cidade. “Em Vitória eu prefiro vender em grandes quantidades e ao preço barato. Mas, tudo depende da época. No São João, plantamos milho porque sai muito, em outros meses não vende quase nada”, menciona o agricultor. Na quarta-feira pela manhã é dia de feira e de movimentação em Vitória. À noite, o pai de José retorna à Zona Rural de Primavera.

Pai e filho separam as bananas que serão transportadas até o Centro de Abastecimento de Vitória Santo Antão (Ceavi). Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

Cursando o quarto ano da graduação, o vigilante e futuro agrônomo se dedica com afinco aos estudos e tudo que aprende no ambiente acadêmico do IFPE também é revertido na plantação dos pais. Ele conta que optou por agronomia porque gostaria de seguir no ramo da agricultura só que com mais conhecimento especializado, apesar de respeitar a sabedoria popular sobre a terra e seus alimentos.

“A agricultura familiar não tem a assistência que deveria ter no brasil e a gente sente que ainda há muito para ser feito pelos agricultores. É preciso implementar técnicas para os trabalhadores do campo aprenderem a tratar o alimento da família e a fonte de renda. Muitas vezes, eles acabam utilizando agrotóxicos por indicação de pessoas aleatórias que não entendem o manejo dos produtos. Devido a essa falta de conhecimento, eles acabam cometendo erros de cálculo sem saber que isso pode prejudicar seu plantio e se for feito sem o equipamento de proteção adequado, pode trazer danos também ao agricultor, além do consumidor”, expõe José.

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"O ‘zé’ foi um presente que a gente do IFPE de Vitória recebeu"

O Campus Vitória possui área de 140 hectares e está localizado a cerca de dois quilômetros do centro comercial da cidade. Ao todo, são cerca de 1.200 estudantes, sendo 125 desses em regime de moradia. Os alunos são oriundos não só de Vitória de Santo Antão, como também de aproximadamente quarenta cidades da região e de outros estados brasileiros.

Pesquisador, agricultor, vigilante e agrônomo em formação. José é considerado pelos professores um aluno exemplar, não só pelas boas notas ou pela bela história de perseverança para conseguir entrar no ensino superior e melhorar a vida dele e dos pais. Mas também pelo que faz por tantos outros filhos de agricultores que nunca sonharam em conhecer uma instituição que oferece graduações de forma gratuita.

Além dos compromissos com as aulas práticas e teóricas, no turno da tarde no campus, José se dedica a participar de projetos de extensão. Um deles é o Programa Internacional Despertando Vocações para Ciências Agrárias (PDVAgro), que tem por objetivo desenvolver ações para auxiliar o despertar do interesse para os cursos das áreas de ciências agrárias, com foco principalmente nos moradores de zona rural, construindo uma relação na troca de saberes e fazeres entre a academia e a sociedade.

José se forma em 2019 e sua pretensão é passar em um concurso público ou montar um negócio para continuar ajudando os pais no sítio. Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

Em entrevista ao LeiaJá, Francisca Miranda, técnica em assuntos educacionais e coordenadora do projeto 'Aproximação dos jovens do campo com as Ciências Agrárias protagonizadas por estudantes do campus de Vitória de Santo Antão', explicou que o PDVAgro foi efetivado no campus em 2016 e uma das principais justificativas se deu por uma série de mudanças no perfil dos alunos, desde a unificação dos institutos federais.

“Antes, nós tínhamos escolas agrotécnicas porque os cursos eram de base agrária e o nosso perfil de estudantes eram alunos da região, principalmente envolvidos com a agricultura. Com as mudanças e a criação do IFPE, a instituição ganhou mais visibilidade e passou a receber mais alunos de outras localidades, com ênfase nos grandes centros urbanos. Isso nos preocupou ao longo dos anos porque existia uma parcela da população que precisaria estar aqui dentro já que os cursos oferecidos, em sua maioria, possuem uma base agrária. Percebeu-se um distanciamento dos alunos do campo, em resumo”, destaca a pesquisadora Francisca Miranda.

Para suprir essa presença na educação técnica ou superior, um dos pilares do projeto é a visita guiada, atividade realizada por estudantes que participam do projeto de extensão. “A gente procura divulgar os cursos da instituição na Zona Rural para o jovem do campo, com o objetivo de que ele passe um dia visitando o IFPE, conhecendo a estrutura do local, as bolsas, as possibilidades de moradia e para que um dia ele seja o nosso alunos”, descreve Francisca.

Ela acrescenta que a visita é um ponto importante do projeto já que ela é realizada por estudantes que também são do campo, justamente para criar uma afinidade entre os lados. “Criamos líderes de cada município e o José, por exemplo, é o líder de Primavera e ele que faz o contato com os jovens da sua cidade, para que nessa relação, os que nunca sonharam em pisar em uma instituição federal, possam sonhar e ir além, tendo acesso ao ensino técnico e superior”, esclarece.

Um dos alunos que participa do projeto, José aponta a importância desse contato com os jovens do campo ser feito através de estudantes que também são da Zona Rural. “A gente tem uma fala mais parecida, diferente de algo mais metodológico. Criamos grupos de WhatsApp, falamos dos benefícios de estudar e damos os nossos depoimentos de como isso tem transformado a nossa perspectiva de futuro. É um diálogo mais leve e mais semelhante, de alguém do campo que venceu para alguém que também pode”, enaltece.

Reportagem integra a série “Além da técnica: a função social dos Institutos Federais”, que conta história dos dez anos dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, traçando um paralelo entre a contribuição dos projetos de extensão das instituições e o respaldo na sociedade, seja na forma de inclusão de classes mais baixas na educação, como também no benefício direto da população pelas pesquisas realizadas nos institutos. A seguir, confira as demais matérias da série:

Além da técnica: a função social dos Institutos Federais

Sons da inclusão: grupo cria óculos 3D para cegos 

IFs: tecnologia assistiva a serviço da qualidade de vida

Dez anos dos IF’s: uma Coreia dentro do ensino brasileiro

Pela 24ª vez, foi registrada mais uma explosão contra agência bancária na Zona da Mata de Pernambuco. Na madrugada desta quinta-feira (1º), a Caixa Econômica de Vitória de Santo Antão foi o alvo da ação.

A polícia confirmou a explosão de dois caixas eletrônicos. Os agentes estão levantando informações sobre o episódio e uma equipe de policiais federais já está no local para realizar as perícias. Ninguém foi preso ou identificado até o momento.

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Segundo confirmado pelo Sindicato dos Bancários de Pernambuco, neste ano já foram registradas 168 ações contra as agências bancárias do Estado, sendo o Agreste o local preferido pelos bandidos, com 74 registros.

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