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A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida (Progepe), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), vai realizar, a partir do dia 16 de junho, uma oficina de Harmonização com Mandala. A atividade é um projeto de extensão aberto ao público e vai ser ministrada pela professora Cínthya Torres Mello, do Campus do Agreste (CAA). As inscrições devem ser feitas por meio de formulário on-line.

Quem deseja participar vai trabalhar, através do lúdico, a organização e a ressignificação das emoções interiores por meio de desenhos e pinturas de mandalas, explica a professora Cínthya Torres. “A terapêutica da mandala viabiliza expressarmos uma ponte entre o nosso mundo interior e a realidade exterior, conectando-nos melhor com os nossos momentos de vida”, diz.

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As aulas serão realizadas pelo aplicativo Google Meet. Serão quatro turmas de dez pessoas cada, nos seguintes dias e horários: Turma 1: 16/06, das 20h às 21h30; Turma 2: 18/06, das 16h às 17h30; Turma 3: 25/06, das 20h às 21h30; Turma 4: 30/06, das 16h às 17h30.

Para participar da oficina, os interessados ainda precisarão dispor dos seguintes materiais: folha de papel A4 branca para pintar, um prato redondo de sobremesa e lápis de cor e de cera. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (81) 2126.8637 ou através do endereço eletrônico clube@ufpe.br.

A Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco informou que o plano de retomada das aulas está sendo discutido. A proposta terá uma atenção maior e será realizada de forma gradual, devido ao grande número de estudantes nas redes de ensino. Por enquanto, o decreto do Governo foi prorrogado e as aulas seguem remotamente até o dia 30 de de junho. As aulas presenciais estão suspensas desde 18 de março, em decorrência da pandemia ocasionada pelo novo coronvírus.

Nesta segunda-feira (1º), o Governo de Pernambuco divulgou o plano de retomada das atividades no estado. No projeto, as instituições de ensino não tinham as datas de retorno definidas. Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria de Educação ainda informou que a volta às aulas será feita de forma gradual, mas ainda não foi estabelecida a data e nem a forma como será feito. O assunto ainda está sendo discutido com representantes das redes pública e privada.

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“Estamos dando início ao plano de retomada das atividades econômicas em Pernambuco. É importante destacar que os dados mostram que a pandemia teve uma estabilização, mas para que esse quadro se mantenha não podemos relaxar nos cuidados. É fundamental que todos permaneçam contribuindo com o isolamento social. A cada semana o comportamento do vírus será avaliado, com critérios técnicos e sanitários e novos setores podem ser liberados a partir dos dados desses monitoramentos”, destacou o governador de Pernambuco, Paulo Câmara.

Devido à pandemia do coronavírus, o Detran-PE publicou portaria que autoriza os Centros de Formação de Condutores (CFC) a realizarem aulas através do ensino remoto. A mudança foi publicada nesta terça-feira (2) no Diário Oficial do Estado de Pernambuco.

Vale ressaltar que a mudança é válida apenas para as aulas técnico-teóricas e apenas enquanto durar a emergência de saúde pública que está sendo enfrentada em todo o mundo. O conteúdo, carga-horária e duração das aulas seguiram os mesmos critérios das aulas presenciais.

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A novidade fica por conta do sistema de identificação dos alunos, que será feito através de um sistema eletrônico de biometria facial, que irá identificar o aluno e o instrutor do curso para que a aula aplicada seja validada.

Para iniciar com o curso a distância, os alunos que pretendem tirar a habilitação precisão expressar que optam pela modalidade a distância nos Centros de Formação de Condutores (CFC).

Com informações de assessoria

De 2 a 5 de junho, professores realizam, gratuitamente, um curso on-line com conteúdos cobrados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições devem ser realizadas por meio do número (81) 99952-7054.

As aulas serão transmitidas através da plataforma Hangoust Meet, a partir das 19h. O ao-vivo contará com as presenças remotas dos professores Carlos Bravo (biologia), José Carlos Mardock (Humanas), Josicleide Guilhermino (Linguagens), Josinaldo Lins (química, Amilton Santos (filosofia/sociolocia) e Tio João (biologia).

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Na matéria de química, será abordado o tema termoquímica, enquanto a disciplina de biologia discutirá botânica. Já em Humanidades e Linguagens, serão discutidos problemas sociais do século XXI.

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Os colégios da Coreia do Norte retomaram as atividades nesta segunda-feira (1°), dois meses após a paralisação das atividades como medida de precaução contra o novo coronavírus, informou a imprensa norte-coreana.

Pyongyang não informou nenhum caso de Covid-19, o que provoca muitos questionamentos entre os especialistas, já que o vírus que surgiu na vizinha China se propagou a todos os continentes. O regime norte-coreano adotou medidas drásticas, com o fechamento das fronteiras e um decreto de confinamento de milhares de pessoas.

O novo semestre escolar deveria ter começado em abril. Alguns institutos e universidades já haviam sido autorizados a retomar as aulas.

"O novo semestre começará nas escolas, faculdades e institutos no início de junho e foram tomadas medidas de quarentena para permitir a reabertura de jardins de infância e pré-escolas", afirmou a agência norte-coreana Yonhap.

"As autoridades devem disponibilizar termômetros e soluções desinfetantes na entrada de cada centro, nas salas de aula e nos escritórios. Funcionários das escolas e creches devem respeitar as regras da luta contra o coronavírus", acrescentou a agência.

O Nuce, curso preparatório sediado no Recife, disponibilizou em seu site oficial uma programação de aulas do professor e delegado Mário Melo. Na plataforma, Mário ministrará sobre a Lei Atualizada de Execução Penal e Portarias complementares. A isolada tem como foco principal o concurso do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), mas também se aplica em áreas das Polícias Civil e Federal.

Os conteúdos possuem 20 horas de duração e cinco módulos. As 11 aulas terão seis meses de suporte.

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O curso pode ser parcelado em até 4x de R$ 74,79,  ou pode ser comprado à vista pelo valor de R$ 280. Progressão de regime de cumprimento, indulto e comutação e recursos das decisões do Juízo de Execução são alguns dos temas oferecidos nas aulas.

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Nesta sexta-feira (29), o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Educação e Esportes, anunciou a antecipação do recesso escolar do mês de julho da rede estadual. As aulas serão retomadas, remotamente, na segunda-feira, 1º de junho. A transmissão continuará sendo feita através do canal do Youtube do Educa-PE, além das emissoras TV Pernambuco, TV Alepe e TV Nova Nordeste. 

As aulas ainda contam com horários alternativos; na TV Nova Nordeste das 23h às 2h; e na TV Universitária das 8h às 11h. As atividades educacionais foram iniciadas no dia 6 de abril. Desta vez, a Secretaria de Educação e Esportes traz algumas novidades, incluindo o Facebook do Educa-PE como mais um canal de transmissão.

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No início das aulas, os estudantes já conferem mudanças na grade de horários e na quantidade de aulas. As aulas do nono ano do ensino fundamental dos anos finais, sobem de horário e passam a ser exibidas a partir das 13h e, em seguida, entram no ar as aulas do ensino médio.

Além disso, as aulas de 50 minutos serão divididas em duas de 25, contemplando dois componentes curriculares. O secretário da Educação de Pernambuco, Fred Amancio, comenta que “esta foi uma forma de dinamizar um pouco mais as aulas do Educa-PE. Serão dois componentes curriculares por turma que serão expostos em aulas e interatividade com o professor”. Outra novidade é a oferta de cursos de formação de professores.

“A formação de educadores é uma ação que já faz parte do nosso planejamento anual. São atividades realizadas com todas as nossas dezesseis Gerências Regionais de Educação”, ressalta Amancio. “Para esta nova realidade, que consiste em aulas não presenciais, escolhemos conteúdos que dialogam diretamente com o atual cenário e permitam o professor utilizá-los na preparação das suas aulas ou no manuseio da plataforma Educa-PE”, completa.

Para o mês de junho, estão sendo oferecidos 15 cursos, entre eles, 'Diante da câmera: videoaulas caseiras descomplicadas'; ferramentas Google; 'Liveboard: seu quadro branco interativo; e gravação de videoaulas em casa: utilização de ferramentas mais avançadas. A partir de agora, os estudantes terão que acessar, antes das aulas, o portal do Educa-PE. Além de permitir o acesso aos links das aulas não presenciais, de acordo com o ano escolar de cada estudante, a plataforma disponibilizará atividades complementares aliadas aos conteúdos propostos pelos professores.

O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, confirmou, nesta quinta-feira (28), que o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) aprovou o retorno das aulas para os programas de mestrado e doutorado da instituição. No total, são 74 programas retomando as atividades, exclusivamente na forma remota, com início para o próximo dia 3 de junho. 

Em entrevista ao LeiaJá, o reitor da UFPE, Alfredo Gomes, explica que a decisão foi deliberada de forma consensual de acordo com as condições de cada programa de pós-graduação stricto sensu, levando em consideração as restrições causada pela pandemia da Covid-19. “Nos reunimos com coordenadores de 92 programas de pós-graduação stricto sensu, mestrado e doutorado, para entender o cenário de cada colegiado, depois fizemos reunião com diretores desses programas para construir diretrizes para o retorno das aulas, de forma exclusivamente remota”, afirma o reitor da UFPE.

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Até o momento, 74 programas de mestrado e doutorado já foram adaptados para iniciar, oficialmente, a partir do próximo dia 3 de junho, as aulas remotas através da plataforma Gsuíte, disponibilizada por meio de parceria entre a UFPE e a empresa Google. O reitor reitera que foi acrescentada uma “formação do corpo docente, equipe técnica de apoio, e estudantes para qualificá-los acerca do uso da ferramenta Gsuíte”.

Ele ainda completa que os demais colegiados estão avaliando as condições para que possam realizar as aulas remotas. Alfredo ressalta que, mesmo com aulas suspensas desde março passado, e antes da atual decisão, alguns programas mantinham atividades ativas, como defesa de tese de doutorado, dissertação de mestrado, qualificação de pesquisa mestrado e doutorado, orientações de pesquisas, somente pela internet.

O docente ainda relata que tanto o corpo docente como os estudantes dos programas não apresentaram contrariedade em ter aulas remotas. Dentre os discentes que apoiam o retorno das aulas, está o doutorando em educação Thiago Rodrigo Fernandes da Silva Santos, 27 anos. “Defendo a retomada das aulas, pelo motivo de os discentes da pós-graduação, em sua maioria, disporem de recursos que viabilizam o processo de ensino-aprendizagem (aulas, orientação, qualificação e defesa dos textos), além das outras condições materiais para o andamento dos processos de formação em nível de pós-graduação”, declarou.

Em meio a pandemia do novo coronavírus, os impactos em diversos setores podem ser imensuráveis, instaurando crises. Por isso, a Associação dos Advogados de São Paulo promove uma webinar que debate as transformações no campo do direito trabalhista. O evento será nesta quinta-feira (28), às 17h, de forma gratuita.

O encontro contará com a participação da ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Kátia Magalhães Arruda, e dos advogados e professores Alessandra Camarano, como mediadora, além de Elisiane dos Santos, Gabriela Neves Delgado, Luís Carlos Moro, Ricardo Pereira Guimarães e Roberto Parahyba de Arruda Pinto.

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A quantidade de vagas não foi divulgada, mas vale ressaltar que são limitadas. Interessados na webinar terão mais informações sobre a transmissão por meio do e-mail cadastrado no ato da inscrição do evento, basta preencher o formulário através deste link.

Com a necessidade de isolamento social, a internet tem sido a única forma de manter contato com um parente, amigo, assistir a um show ou mesmo adquirir conhecimento sobre diversos temas. Com a pandemia do novo coronavírus e a suspensão das aulas presenciais, Instituições de Ensino Superior (IES)  realizam encontros com profissionais de destaque e acadêmicos renomados que, em condições normais, dificilmente poderiam comparecer a tantos eventos como se reúnem nas lives.

Especialistas que moram em diferentes regiões do Brasil e em outros países se disponibilizam a participar de bate-papos com estudantes e com o público em geral, levando conhecimento e conteúdo para quem está em casa.

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As instituições mantidas pelo grupo Ser Educacional, UNAMA, UNINASSAU, UNINABUCO, UniNorte, UNG e UNIVERITAS, estão utilizando esse momento para qualificar ainda mais o momento de aprendizagem. “Essa integração foi uma forma que encontramos para trazer novidades e aumentar o interesse dos nossos estudantes, e até mesmo do público em geral, sobre as oportunidades de aprender sem sair de casa”, afirmou a reitora da UNAMA – Universidade da Amazônia, Betânia Fidalgo.

Segundo a reitora, a quarentena tem mostrado que a educação pode romper todas as barreiras. "Mesmo com o isolamento social, podemos sim continuar aprendendo todos os dias e, acima de tudo, podemos criar novas formas de aprender e ensinar”, disse.

“Temos que aprender com este momento. Graças à tecnologia, pudemos realizar uma palestra com um nome de peso do jornalismo português, como Hélder Silva, com professores de universidades lusitanas, entre outros”, destacou o coordenador do curso de Jornalismo da UNINABUCO Recife, Luís Boaventura.

Além de Hélder Silva, estiveram entre os convidados internacionais das instituições do Grupo Ser os jornalistas Rodrigo Alvarez, Rodrigo Carvalho e Sônia Bridi; o professor da Universidade Fernando Pessoa, em Portugal, Jorge Pedro Sousa; a pesquisadora brasileira da Universidade de Cambridge, Lívia Souza; o doutorando em Psicologia na Universidade de Lisboa, Emerson Bú; o fisioterapeuta do time chinês Shijiazhuang Ever Bright, Rodrigo Cavendish; a pesquisadora da Universidade de Michigan, Alessandra Campos; entre outros.

"O isolamento social abre a oportunidade para que possamos qualificar as nossas aulas, levando para os alunos a experiência de profissionais de destaque não apenas da nossa região, mas do mundo inteiro”, destaca o coordenador do curso de Psicologia da UNINASSAU Campina Grande, Bruno Medeiros, que mediou uma Live com uma pesquisadora brasileira da Universidade de Cambridge.

A tecnologia também tem proporcionado momentos diferentes entre diversas instituições de ensino. Assim como tem acontecido com diversos artistas que produzem lives em parceria, universidades e faculdades também estão se unindo para promover congressos, simpósios e palestras. A ideia é levar os profissionais de uma IES para conversar com alunos de outras. O conceito tem sido benquisto e possibilitado uma integração entre estados brasileiros.

Em São Paulo, por exemplo, a prática tem sido bastante utilizada para integrar os estudantes com profissionais de destaque no Nordeste. Já na região Norte, a busca tem sido por uma aproximação não apenas com a região vizinha, mas também com Instituições do Sudeste. “Esse é um momento em que precisamos nos unir e nos reinventar. E a tecnologia está nos proporcionando chances que eram dificultadas com a barreira da distância. Se todos estamos assistindo aulas por plataformas digitais, podemos sim juntar professores e turmas de duas Instituições diferentes”, destaca o reitor da Universidade UNG, de Guarulhos, Eloi Lago. A IES já promoveu lives em parceria com instituições de Pernambuco, Paraíba, Bahia, entre outras.

Com informações da Ascom UNAMA.

 

 

 

 

 

O curso NCN Educacional está promovendo uma ação gratuita com aulas abordando os assuntos recorrentes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As aulas serão realizadas de 1º a 6 de junho pela plataforma Google Meet.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o próximo domingo (31), por meio do WhatsApp  (81) 9.98870-8500. São oferecidas 200 vagas.

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Biologia, física, história e filosofia são algumas das matérias abordadas nos encontros. As aulas começarão às 19h e cada dia será destinado a uma disciplina.

A reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires de Carvalho, afirmou ao site O Globo, em entrevista publicada nesta quarta-feira (27), que a instituição não voltará presencialmente com turmas completas em 2020, a não ser que um tratamento para a Covid-19 seja descoberto. 

“É muito difícil imaginar como a curva vai evoluir na cidade do Rio. Mas ensino presencial com turmas completas, com certeza, não há chances. A menos que se descubra um medicamento ou uma associação medicamentosa que cure a doença. Esse medicamento não existe ainda. Sou otimista: se encontrar até agosto, setembro, um coquetel de medicações que controle o vírus, pode ser que se retorne ainda em 2020. A vacina é praticamente impossível acontecer esse ano. Ou encontramos medicação ou não haverá retorno completo”, disse a reitora.

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Segundo ela, as aulas devem voltar de forma remota em cerca de dois meses. Antes disso, a instituição buscará incluir cerca de 10 mil a 15 mil alunos que não têm acesso pleno à internet. Eles correspondem a até 20% do corpo discente.

Denise Pires ainda comentou o que pode acontecer caso as aulas retornem presencialmente: “as atividades presenciais para o semestre são imaginadas para turmas menores. Aquele estudante com dificuldade de acesso à internet, mesmo a UFRJ fazendo um esforço de inclusão digital, há endereços nos quais a banda larga não chega. O Rio tem uma geografia muito especial. Então, imagina: em uma sala de 100 alunos, dez que não tiveram como cursar a disciplina poderão fazer presencialmente em salas com janelas abertas, uso de equipamentos de proteção individual, distanciamento social. Turmas de 150, 100 alunos, como temos, não vai poder acontecer”. 

No que se refere ao adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, a reitora categorizou como “impossível" realizar o Enem em novembro na cidade do Rio de Janeiro. "Aqui não teremos, provavelmente, escolas completamente abertas. Como fazer as provas? Todos com o EPI? Difícil. Era um pouco irresponsável manter em novembro. Não só pela dificuldade de estudo, mas pelo local da prova. Não pode colocar todas em ambiente fechado. Alguns outros países tiraram o conteúdo do 3º ano, mas isso não resolve a questão de sermos um país muito atingido pela pandemia. Não resolve a questão que, infelizmente, o Brasil não adotou as medidas adequadas para conter a pandemia. Há um movimento contrário, que banaliza, minimiza, que diz que tem medicação quando não tem medicação, que diz que não é uma doença grave quando ela mata”, afirmou Denise Pires, segundo informações do O Globo. 

“Se a gente começar a ver que o Enem tem problemas de correção, como aconteceu no ano passado, e na qualidade das provas, a gente tem que repensar. Não podemos admitir estudantes ingressante sem ter tido a prova corretamente corrigida”, acrescentou a reitora na UFRJ.

O Conselho Estadual de Educação (CEE) aprovou, na manhã desta terça-feira (26), uma nota técnica conjunta que estabelece as diretrizes gerais para o retorno das aulas presenciais para o Sistema Estadual de Ensino. As escolas estão fechadas desde o dia 18 de março como forma de prevenção à pandemia ocasionada pelo novo coronavírus. 

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Pará registra 28.600 casos e 2.475 mortes. O detalhamento de casos e óbitos, com gênero, idade e cidade, está disponível aqui.

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A reunião contou com representantes do Conselho, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), da Assembleia Legislativa do Pará e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp).

De acordo com a secretária de estado de Educação, Elieth de Fátima Braga, o indicativo de retorno é a partir de 1º de julho, porém a data dependerá da deliberação das autoridades de saúde. “As diretrizes estabelecem as normas para que façamos o retorno, mas as aulas só vão voltar de fato quando houver total segurança com a saúde dos alunos, professores e demais servidores das escolas”, afirma.

O indicativo abrange a rede pública estadual e a rede privada de ensino, podendo se estender também às escolas municipais. Ainda segundo a deliberação do CEE, a reposição da carga horária de forma presencial deverá iniciar ao final do período de emergência da pandemia.

Sobre o cumprimento do calendário letivo obrigatório de 800 horas, a proposta apresentada na reunião é ampliar a carga horária de aula presencial e completar essa jornada com outras atividades pedagógicas de acordo com o planejamento de cada escola.

Antes da suspensão das aulas, a rede estadual já havia integralizado 29 dias letivos e cerca de 116 horas. Até o final deste ano, sendo retomadas as aulas em 1 de julho, restarão 123 dias letivos. “Todas essas questões estão em fase de análise e poderão sofrer alteração de acordo com as orientações sanitárias dos órgãos de saúde”, enfatiza Elieth Braga.

Da Agência Pará (com informações da Sespa).

A pandemia do novo coronavírus provocou mudanças no regime de aulas das escolas em todo o Brasil. A rede pública suspendeu as atividades e houve antecipação de férias para a maioria dos alunos de escolas privadas. A preocupação com o desempenho e com o Enem 2020 (Exame Nacional do Ensino Médio), ainda sem data definida, aumentou entre estudantes e professores.

Segundo o professor Roberto Braga Colares, que leciona Física em escolas da rede estadual do Pará e Matemática no município de Ananindeua (PA), alunos que têm dificuldade de acesso à internet e outros meios de informação ficarão prejudicados na concorrência com alunos que possuem acesso. “Penso que poderíamos adotar outras medidas de aulas remotas”, disse o professor.

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Ainda de acordo com o professor, em algumas escolas públicas, os alunos são orientados por professores, que elaboram cadernos de atividades e quando possível acompanham pelo aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp.

Para Hiago Rocha, 17 anos, estudante do 3º ano do Ensino Médio que vai fazer o Enem, a dificuldade de focar nas matérias não se dá só por estar tendo aulas em casa, mas também por não conseguir manter o foco por muito tempo olhando para o celular ou notebook. “O foco, a atenção nas videoaulas por muito tempo é difícil e atrapalha na aprendizagem, no rendimento das aulas, exercícios”, afirmou Hiago.

De acordo com o estudante, o rendimento não está sendo o mesmo porque há muitas dificuldades pela plataforma on-line. “A dificuldade aumenta, a compreensão fica menos clara. Então as dúvidas são maiores”, reiterou.

Sobre o Enem, Hiago diz que manter o Exame é uma atitude irresponsável do Ministério da Educação (MEC), por não reconhecer que os estudantes não possuem os mesmos recursos. Segundo ele, a maioria não tem acesso à internet. “Reconhecer a minha posição de privilégio durante esse período vai muito além da minha posição social, da ética, mas sim da minha posição humana”, explicou. 

Por Quezia Dias.

 

O cursinho pré-acadêmico "Pré-da Que Canta", projeto de extensão da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), está com inscrições abertas para estudantes que desejam se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Interessados podem se inscrever gratuitamente através de um formulário eletrônico.

Para a nova turma, o cursinho está disponibilizando 100 vagas e as inscrições ficarão abertas até o total de oportunidades ser preenchido. Aulas serão realizadas remotamente via Google Meet e Classroom.

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A data de início das aulas ainda vai ser definida. O pré-acadêmico também está recebendo inscrições de docentes voluntários das disciplinas de geografia e inglês. Podem participar da seleção estudantes a partir do terceiro período dos cursos de mencionados, desde que sejam da própria da UFPE.  

Para as vagas de professores, os interessados devem enviar histórico do curso e comprovante de matrícula para o e-mail prequecanta@hotmail.com. O preparatório é originalmente realizado na Ilha de Itamaracá (PE), mas, desta vez, por ser realizado via internet, será aberto a pessoas de outros municípios.

Em entrevista exclusiva concedida ao LeiaJá, o secretário de Educação e Esportes de Pernambuco, Fred Amancio, se posicionou, nessa segunda-feira (18) em relação ao cronograma do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e seus impactos sobre os estudantes brasileiros que buscam uma vaga no ensino superior. Para o secretário, todos os alunos, sejam eles de instituições públicas ou privadas, estão sofrendo nesse momento de pandemia do novo coronavírus.

Para Amâncio, a manutenção da data do Enem durante o fechamento das escolas, necessário para conter a Covid-19, escancara as desigualdades sociais existentes entre os alunos que têm menos acesso à internet. “A diferença são as possibilidades do estudante. Quanto maior a oferta de acesso à internet, mais a gente pode disponibilizar aulas. A maior parte dos estudantes tem celular, mas tem problemas com pacotes de dados. Este momento sem dúvida alguma contribui para ampliar as desigualdades que já existem”, declarou o secretário.

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No que diz respeito à manutenção do cronograma do Enem, Fred afirma que os estudantes são prejudicados tanto na sua preparação para a prova quanto em termos emocionais, devido à aflição que sentem com o Exame marcado para novembro. “Hoje é quase unanimidade no Brasil todo que traz prejuízo para o estudante em termos de conteúdo e também psicológico, gera uma angústia muito grande. A prorrogação amplia a possibilidade de aula presencial, porque em algum momento a gente vai retomar as aulas presenciais. Claro que no meu caso estou mais preocupado com os estudantes de escolas públicas, mas o MEC deveria ser o grande condutor dessas ações para auxiliar instituições públicas e privadas. Não precisa definir uma data hoje, mas só de dizer que vai ser adiado, já tira um pouco da angústia”, afirmou Fred Amancio.

O Governo de Pernambuco decidiu antecipar o período de recesso escolar para os alunos da rede estadual, devido à suspensão das atividades presenciais nas unidades de ensino e buscando reduzir os impactos das medidas restritivas de circulação adotadas contra a Covid-19. O recesso será iniciado nesta sexta-feira (15) e se estenderá até o próximo dia 29 de maio, com retomada das atividades em 1º de junho.

Com o recesso, as aulas remotas e outras atividades a distância também ficam suspensas. De acordo com a Secretaria de Educação e Esportes do Estado, no período de recesso os alunos podem estudar a partir de conteúdos já produzidos até o momento, veiculados na TV e no YouTube.

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Mesmo com o receio de uma nova onda de contaminação, países que ainda registram infecções e mortes pela covid-19 tentam retomar a rotina. Ontem, pelo menos 1,5 milhão de crianças voltaram às aulas em 50,5 mil escolas na França. Na Itália, a partir da semana que vem, bares, restaurantes e salões de beleza, poderão voltar a funcionar.

As escolas francesas estão abertas desde segunda-feira (11), quando professores voltaram a suas atividades e prepararam o retorno dos alunos de creches e do primário - as unidades ficaram fechadas por um mês e meio. No entanto, o número de estudantes que retomaram a rotina representa menos de um quarto do total de 6,7 milhões de alunos do ensino fundamental na França.

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A previsão do governo francês é que os estudantes do ensino médio voltem antes do fim do mês, mas isso dependerá da taxa de contaminação de suas regiões nas próximas semanas.

Há cidades, porém, que estão relutantes, assim como professores, que apelam ao direito de não trabalhar por considerar que há risco à saúde. Pais também têm medo de enviar seus filhos às escolas e, como o retorno é opcional, muitos decidiram manter os filhos em casa.

O governo estabeleceu um protocolo de segurança de 60 páginas que deve ser seguido pelos diretores de escolas. As classes só poderão ter 15 alunos cada uma. As regras também preveem que os professores usem máscaras e lavem as mãos repetidamente, incentivando os alunos a fazerem o mesmo. O retorno também é escalonado, com salas divididas em duas e estudantes se alternando a cada semana entre aulas presenciais e a distância.

Na Itália, um dos países mais afetados pela pandemia, o governo anunciou ontem que bares, restaurantes, cabeleireiros e salões de beleza poderão reabrir na próxima semana. As autoridades regionais terão a autorização para suspender as restrições a partir do dia 18.

A liberação para que cada região faça a sua abertura veio após pressão de líderes locais sobre o primeiro-ministro, Giuseppe Conti, depois de o país registrar o menor nível de infecção em dois meses - ontem, foram registradas na Itália apenas 172 mortes - no auge, o governo italiano chegou a ter quase mil mortos por dia.

"O primeiro-ministro aceitou nosso pedido de autonomia", disse Giovanni Toti, líder de centro-direita da região da Ligúria. "Seguindo em frente, usando o bom senso, todos começaremos novamente juntos", disse ele ao jornal The Independent. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Alunos, mestres e professores voltaram às aulas nesta segunda-feira (11) em vários países europeus, com a notável exceção da Itália, após várias semanas de confinamento pelo novo coronavírus.

Alguns já haviam se adiantado, como Dinamarca e Noruega. Nesta segunda-feira foi a vez das crianças da Holanda, Grécia, Suíça, Croácia e Sérvia de voltar para a escola, com um sistema de turnos e idades.

Na França, no primeiro dia de saída do confinamento, cerca de 86% das 50.500 escolas do país planejaram abrir nesta segunda-feira para os professores e na terça-feira para as "mais de 1,5 milhão de crianças" da creche ou primário, antecipou o ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer.

No entanto, diante a complexidade da saúde, muitos prefeitos relutam em abrir as escolas, assim como alguns professores, que apelam ao direito de não trabalhar em caso de risco à saúde. Muitos pais também têm medo de devolver seus filhos às escolas.

- "Não vou" -

"Não vou", disse uma grega de 17 anos, que nesta segunda-feira foi convocada para voltar às aulas.

"A maioria dos alunos que conheço não irão. Se voltássemos seria apenas por um mês, por isso prefiro ficar em casa e fazer meus deveres", afirmou à AFP Anastasia Kyriazis, que vive em Nea Manolada, no oeste grego.

Por outro lado, no ensino médio do bairro ateniense de Petralona, pequenos grupos de adolescentes se dirigiam entusiasmados às aulas, relatou um fotógrafo da AFP.

Cerca de 30% dos estudantes irão voltar nesta segunda-feira, de acordo com Olivera Zubic, diretora de uma escola privada em Belgrado.

No entanto, devem apresentar um atestado médico demostrando que estão bem de saúde e uma justificativa da empresa indicando que os pais não podem trabalhar de casa.

"Fizemos todos os preparativos, os pais virão em horários agendados previamente. Um casal após o outro. Serão recebidos por uma enfermeira que medirá sua temperatura e a da criança", contou à AFP Olivera Zubic.

Na Croácia, o retorno às escolas primárias também é opcional e está reservada aos pais que precisam ir trabalhar.

"A primeira pesquisa mostra que de 301 alunos inscritos, apenas 93 voltarão e acreditamos que esse número continuará diminuindo", afirmou Josip Petrovic, diretor da escola primária Trnsko de Zagreb.

As mesas e cadeiras foram separadas entre 1,5 e 2 metros e as instruções de segurança são repetidas para as crianças.

Os estabelecimentos escolares foram desinfectados e as salas de aula estão limitadas a um máximo entre dez e quinze alunos, para respeitar as regras de distanciamento.

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“É preciso conhecer bem a lógica atrelada à língua portuguesa para poder interpretar bem os enunciados das questões, porque a matemática se baseia em linguagem”. A fala do professor de matemática Erotides Marinho interpreta bem a base da educação brasileira. Nesta quarta-feira (6), é celebrado o Dia da Matemática, e o LeiaJá, em parceria com o projeto Vai Cair No Enem (@vaicairnoenem), propôs aos educadores Diogo Xavier (português), Erotides Marinho e Ricardo Rocha (matemática) um momento de reflexão acerca da interdisciplinaridade dessas disciplinas.

Além disso, os docentes explicam como a interpretação de texto pode ajudar a resolver questões matemática. “A princípio, para conseguir identificar que fórmulas, operações e raciocínios serão necessários à resolução da questão, é preciso compreender a contextualização e o enunciado, do contrário não adianta saber resolver qualquer cálculo ou equação”, diz o professor de português Diogo Xavier.

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Exemplificando a ideia para os estudantes, o educador de matemática Ricardo Rocha orienta que é preciso interpretar o enunciado para ter uma solução e as conjunções da língua portuguesa podem ajudar resolver uma alternativa sem ao menos fazer um cálculo. “Na frase 'João e Maria são nota 10', João eu chamo de J; 'e' em gramática significa uma conjunção aditiva, já na matemática é uma soma; Maria eu chamo de M; e 'são' significa um verbo de ligação, mas na matemática, é compreendida como sinal de igual. Ou seja, só pela interpretação da frase, a equação fica J + M = 10”, explica Rocha.

Diogo Xavier diz que há questões de matemática, como no caso de algumas com gráficos, que dependem exclusivamente da leitura do gráfico e do enunciado para resolvê-las, sem a necessidade de fazer um cálculo. O professor Erotides Marinho resume bem o conceito de interdisciplinaridade entre o português e a matemática. "É preciso conhecer bem a lógica atrelada à língua portuguesa para poder interpretar bem os enunciados das questões, porque a matemática se baseia em linguagem”, destaca o educador.

Partes de um todo

Os números não enganam. Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 2018, que permite a avaliação dos conhecimentos e habilidades dos seus estudantes de cada país em comparação a outros, denunciou que mais de dois terços dos brasileiros de 15 anos sabem menos que o básico de matemática; já em leitura, os dados mostraram que o Brasil apresenta quase uma estagnação nos últimos dez anos. Esses dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

“A prova disso se reflete nos resultados decadentes em matemática e interpretação de texto do nosso país no exame do Pisa, ficando vergonhosamente entre os últimos. Isso mostra a necessidade urgente de uma solução, mas que seja bem distante dos modelos educacionais que geraram esse inequívoco fracasso”, opina o educador de matemática Erotides Marinho. Ele ainda defende o fato de que o aprendizado da língua portuguesa precisa de uma atenção especial, para que os estudantes possam aumentar a proficiência no entendimento do que se lê, do que se escreve, ou do que se fala. Marinho exemplifica sua ideia com uma questão: “Se dissermos que 2 em cada 5 galinhas morriam em certo local, afetadas por gripe aviária, e perguntarmos: I - Em que percentual se reduziu a quantidade de galinhas? II - A que percentual se reduziu a quantidade de galinhas? As respostas são diferentes apenas por causa de uma preposição. 'A' é preposição de direcionamento e aponta para o valor final, ou seja, o número de galinhas se reduz a 3/5, que dá 60%. 'Em' é uma preposição que se refere à transição, à variação que houve, ou seja, o número de galinhas se reduziu em 2/5, que dá 40%. Apenas uma palavra ínfima muda a resposta", conclui Marinho.

O professor de matemática Ricardo Rocha enviou um vídeo ao Vai Cair No Enem, resolvendo uma questão de matemática apenas utilizando a interpretação de texto. Assista:

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