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Com gols de Lionel Messi e Enzo Fernández, a Argentina superou o México por 2 a 0, no estádio Lusail, neste sábado (26), na segunda rodada da Copa do Catar. O resultado deixa a seleção sul-americana em segundo lugar no Grupo C, com três pontos, um a menos que a líder Polônia. Apesar disso, o grupo segue embolado, já que todas as seleções da chave ainda têm chances matemáticas de se classificar para as oitavas de final.

Apesar da maior posse de bola (67%), a Argentina não conseguiu no insosso primeiro tempo transformar em gols esta vantagem sobre os mexicanos. O panorama repetia-se na etapa final até que Lionel Messi acertou as redes do goleiro Guillermo Ochoa, com um chute rasteiro e cruzado de fora da área. Aos 35 anos e participando pela quinta vez de uma Mundial, Messi igualou-se a Maradona em número de jogos (21) e gols (oito) na competição.

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Entretanto, o lance mais bonito da partida coube ao jovem Enzo Fernandéz, de apenas 21 anos. O volante do Benfica (Portugal) recebeu a bola dentro da grande área, driblou o marcador e acertou um golaço no ângulo, sem chances para Ochoa.

A definição do Grupo C ocorrerá na próxima quarta-feira (30), às 16h (horário de Brasília), quando simultaneamente a Argentina (três pontos) enfrenta a líder a líder da chave Polônia (quatro pontos), e a Arábia Saudita (tres pontos) encara o México.

Após ter perdido na primeira rodada, a seleção de Senegal dominou o Catar nesta sexta-feira (25) e conquistou sua primeira vitória na Copa do Mundo de 2022.

O embate permaneceu com o placar inalterado até o 41º minuto de jogo, quando o atacante Boulaye Dia aproveitou a falha do zagueiro catari para balançar as redes.

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Na volta do intervalo, os senegaleses ampliaram a vantagem com um gol de cabeça do grandalhão centroavante Famara Diédhiou.

Os africanos relaxaram após o segundo tento e foram pressionados pelos donos da casa. O goleiro Édouard Mendy fez um milagre em um arremate de Ismaeel Mohammad, mas não conseguiu segurar o cabeceio de Mohammed Muntari, que anotou o primeiro gol do Catar em Copas do Mundo.

O Senegal voltou a ter tranquilidade no embate somente depois dos 84 minutos, quando Bamba Dieng não desperdiçou a boa chance que teve para ampliar o placar.

A seleção senegalesa somou seus primeiros três pontos na competição e pegará o Equador na última rodada com grandes chances de avançar às oitavas. Os cataris fecharão sua participação diante da Holanda.

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Da Ansa

O atacante Neymar Jr. e o lateral direito Danilo não devem mais jogar na fase de grupos da Copa do Mundo, após saírem lesionados da partida de estreia diante da Sérvia. A informação começou a circular nas últimas horas entre os jornalistas que cobrem a competição in loco no Catar e foi confirmada pelo médico da seleção, Rodrigo Lasmar, em vídeo divulgado pela CBF.

Ambos sentiram lesões no tornozelo e tinham exames de imagem programados para a tarde desta sexta-feira (25), pelo horário do Catar.

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Segundo Lasmar, as ressonâncias magnéticas confirmaram uma lesão ligamentar lateral e pequeno edema ósseo no tornozelo direito de Neymar e uma lesão ligamentar medial no tornozelo esquerdo de Danilo.

O médico pediu calma quanto á avaliação do tempo de afastamento dos jogadores, mas descartou a participação de ambos, pelo menos, no segundo jogo da Copa.

"Eles inicaram o tratamento logo após o jogo. A avaliação será diária e nosso objetivo segue sendo recuperar os atletas a tempo para esta competição", disse Rodrigo Lasmar.

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Neymar chegou a ser substituído e saiu de campo apresentando visível inchaço no local da lesão. Danilo seguiu até o fim, mas mancava no final da partida.

O Brasil enfrenta a Suíça na próxima segunda-feira (28), às 13h, e Camarões, na sexta-feira, dia 2 de dezembro, às 16h.

O Parlamento Europeu aprovou uma resolução por aclamação nesta quinta-feira (24) em que condena a morte de milhares de migrantes no Catar durante os preparativos para a Copa do Mundo de 2022 e diz que a Fifa tem uma corrupção "desenfreada, sistêmica e profundamente enraizada".

O texto lamenta ainda a "falta de transparência" que caracterizou a escolha do país árabe como sede do torneio em 2010 e que a Fifa "subestimou seriamente os danos à imagem e à integridade do futebol global". com a escolha.

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O Parlamento pede ainda que os Estados-membros da União Europeia, em especial, Alemanha, França, Itália e Espanha, façam pressão na UEFA e na Fifa para que sejam realizadas reformas para a escolha das sedes da Copa do Mundo.

"Isso incluiria procedimentos democráticos e transparentes nas escolhas dos Mundiais e na implementação séria dos direitos humanos e de critérios de sustentabilidade para os países-sede. Para proteger atletas e fãs e colocar um fim no 'sportswashing' [quando o esporte é usado para melhorar a imagem de um país ou órgão que comete ações inadequadas], os eventos internacionais não devem ser dados a países onde os direitos humanos fundamentais são violados, e onde a violência sistemática de gênero prevalece", diz ainda o texto.

Os eurodeputados pedem que seja ampliado o fundo previsto pelo governo do Catar para ressarcimentos e que sejam incluídas todas as vítimas desde o início dos trabalhos relacionados à Copa de 2022, incluindo todos os casos de falecimentos e outras violações dos direitos humanos. Pedem também que a Fifa contribua com um programa de ressarcimento completo para as famílias dos trabalhadores, como as indenizações pelas condições de trabalho oferecidas.

Ao fim do documento, os eurodeputados ainda "deploram" os constantes "abusos perpetrados pelas autoridades do país contra a comunidade LGBTQIA+".

Isso inclui o uso de leis domésticas que permitem a detenção provisória sem uma acusação ou um processo por seis meses. Essa resolução também pede urgência ao Catar para reforçar medidas de igualdade de gênero, incluindo a abolição da remanescente lei de guardiões para as mulheres, enquanto dá passos para os esforços de ampliar a representação das mulheres no mercado de trabalho formal", finaliza.

A Fifa se aliou às autoridades do Catar ao proibir que as seleções usassem a braçadeira de capitão com as cores da bandeira LGBTQIA+, ameaçando punições esportivas aos jogadores.

Da Ansa

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A Seleção Brasileira estreia nesta quinta-feira (24), às 16 horas, contra a Sérvia, na Copa do Mundo Catar. Às vésperas do jogo, paraenses da Região Metropolitana de Belém vivem um clima de expectativa. 

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Luiz Barreto é produtor gráfico e descreveu a expectativa. “Olha, eu vou assistir em casa mesmo”, disse. “Meu palpite é que o Brasil ganhe por 2 a 1. Estamos na torcida.”

Ademir Jr., eletricista, crê que o time brasileiro vai sair vitorioso. “Eu vou acompanhar da casa do meu pai e meu palpite é de 2 a 0 pro Brasil”, contou.

A doméstica Andreza Oliveira vai acompanhar a disputa dos países na casa do sogro. “Eu acho que [o Brasil] vai ganhar por 2 a 1”, sugeriu.

Já Cristomar de Souza, guarda municipal, vai ver a disputa da sua própria residência. “A gente lá de casa torce pro Brasil vencer de 2 a 0”, falou.

Para a autônoma Patrícia Elleres, a seleção vai ganhar por 1 a 0.

Por Sergio Manoel (sob a supervisão do editor prof. Antonio Carlos Pimentel).

 

A próxima quarta-feira (23) será de estreia de quatro seleções vistas como favoritas para brigar pelo título da Copa do Catar: Bélgica, Espanha, Croácia e Alemanha.

A primeira a entrar em campo será a Croácia, que enfrentará a seleção de Marrocos a partir das 7h (horário de Brasília) no Estádio de Al Bayt pela primeira rodada do Grupo F. Após o vice-campeonato na Copa de 2018 (Rússia), Modric e companhia tentarão fazer história novamente.

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Antes da campanha no último Mundial, a melhor participação dos croatas na história da competição havia sido em 1998, quando conquistaram o terceiro lugar. Por causa do poderoso ataque e do 12º lugar no ranking da Fifa, a Croácia é vista com bons olhos e chega como uma das favoritas para levantar o caneco no Catar.

Já a partida das 10h marcará a estreia dos alemães no Mundial. Eles enfrentarão a seleção japonesa no Estádio Internacional Khalifa, em Doha. O embate é válido pela primeira rodada do Grupo E.

Após o fiasco na Copa de 2018, na qual foi eliminada ainda na fase de grupos, a Alemanha busca estrear com o pé direito e causar uma boa impressão nesta quarta. Jogadores como Kimmich, Gnabry, Sané e Havertz podem fazer a diferença em um jogo como este. Além disso, não se pode deixar de falar do confiante e experiente goleiro Manuel Neuer, que disputa sua quarta Copa.

Outra campeã a jogar nesta quarta é a Espanha, que mede forças com a Costa Rica a partir das 13h. O jogo está marcado para o Estádio Al Thumama e também vale pelo Grupo E.

Os espanhóis chegam motivados, pois, dos últimos onze jogos disputados, só perderam um. Ocupando a sétima posição do ranking da Fifa, a Espanha contam com uma nova geração de talentos, como Gavi, Pedri, Nico Williams, Pino e Ansu Fati.

Fechando o dia, a Bélgica entra em campo às 16h no Estádio Ahmad Bin Ali, localizado em Al Rayyan, para pegar o Canadá em partida do Grupo F.

Ocupando a vice-liderança do ranking da Fifa, atrás apenas do Brasil, os belgas não vivem um momento muito empolgante. Nos últimos dois jogos disputados, perdeu para Holanda e Egito, que não se classificou para a Copa do Catar. Ainda assim, a Bélgica tem que ser observada com atenção, pois conta com o talentosíssimo trio Hazard, De Bruyne e Lukaku, e com o atual melhor goleiro do mundo, Thibaut Courtois.

A governadora eleita Raquel Lyra (PSDB) prestou solidariedade ao jornalista pernambucano que está no Qatar para cobrir a Copa do Mundo e foi violentado no estádio por confundirem a bandeira de Pernambuco com a LGBT, nesta terça-feira (22). Ela ligou para o profissional para se solidarizar e destacou que a bandeira de Pernambuco representa paz e união

A tucana lamentou o ocorrido e ressaltou que carrega a bandeira do estado para todos os lugares que vai. “O jornalista pernambucano Victor foi barrado na Copa, teve o celular tomado até apagarem o vídeo só porque estava carregando o que eu carrego para todo canto que vou, que é a bandeira de Pernambuco. Ela é símbolo de luta, liberdade e união. Tudo aquilo que o mundo e o Brasil precisam. Victor, você não pode andar com a bandeira de Pernambuco, mas a gente vai carregar ela mundo afora e vai chegar por aí”, disse a governadora eleita. 

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A rede não balançou pela primeira vez na Copa do Mundo do Catar. Nesta terça-feira (22), Dinamarca e Tunísia empataram sem gols no Estádio Cidade da Educação, na capital Doha.

O confronto inaugurou o Grupo D da competição, que ainda reúne França e Austrália. Os atuais campeões mundiais estreiam logo mais, às 16h (horário de Brasília) desta terça, no Estádio Al Janoub, em Al-Wakrah.

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Resultado à parte, o jogo foi especial para Cristian Eriksen. Em 12 de junho de 2021, o dinamarquês sofreu uma parada cardíaca em uma partida da Eurocopa, contra a Finlândia. O meia, que disse, à ocasião, que tinha "morrido por cinco minutos", teve de colocar um marca-passo e viu o futuro no futebol em dúvida. Ele, porém, voltou aos gramados em janeiro deste ano e retornou à seleção dois meses depois.

A Dinamarca, aliás, foi a campo vestindo uma camisa monocromática, onde o escudo da federação e o logotipo da empresa de material esportivo estão "camuflados". Trata-se de um protesto contra denúncias de violação aos direitos humanos no Catar. A seleção era, ainda, uma das que pretendia adotar a expressão "One Love" ("Um amor", na tradução do inglês) na braçadeira de capitão, alusiva à causa LGBTQIA+, mas que acabaram recuando por pressão da Federação Internacional de Futebol (Fifa). A homossexualidade é proibida no país-sede da Copa.

O próximo compromisso de tunisianos e dinamarqueses será no sábado (26), pela segunda rodada do Grupo D. Às 7h, os africanos encaram a Austrália no Al Janoub. Mais tarde, às 13h, os escandinavos pegam a França no Estádio 974, na capital Doha.

Águias dominam primeiro tempo

Empurrada pela torcida, maioria no Cidade da Educação, a Tunísia controlou o primeiro tempo, adiantando a marcação e saindo em velocidade. Aos 11 minutos, o lateral Mohamed Dräger finalizou da intermediária, a bola desviou no zagueiro Andreas Christensen e passou rente à trave direita. Na sequência, Anis Ben Slimane cobrou escanteio pela esquerda e o também atacante Youssef Msakni, de cabeça, mandou por cima da meta, com perigo.

Os tunisianos até balançaram as redes aos 23, com Issam Jebali, mas o lance foi invalidado. O atacante recebeu às costas da zaga escandinava e bateu na saída do goleiro Kasper Schmeichel, em posição de impedimento. Aos 38, mais um susto africano, agora com Aissa Laidouni. O volante ficou com a sobra de uma cobrança de escanteio e finalizou na pequena área, pela direita, acima do gol. Quatro minutos depois, Jebali foi lançado na cara de Schmeichel e tentou encobrir o arqueiro escandinavo, que salvou com a mão trocada, evitando o primeiro das Águias do Cártago.

E a Dinamarca? Pouco se viu da equipe que "passeou" nas Eliminatórias Europeias (nove vitórias em dez jogos) e até derrotou a França em setembro, por 2 a 0, pela última rodada da Liga das Nações. Sem espaço no meio, a seleção europeia tentou chegar pelos lados, sem eficácia. A oportunidade mais aguda na primeira etapa foi um chute do volante Pierre Hobjerg, da entrada da área, que o goleiro Aymen Dahmen agarrou no meio do gol, aos 33 minutos.

Dinamáquina para na trave

A Tunísia voltou para o segundo tempo iniciando a marcação no meio-campo e apostando nos contra-ataques, ainda que esbarrando na carência de qualidade técnica no último passe. Com mais espaço, a Dinamarca, enfim, conseguiu ser perigosa. Aos nove minutos, o atacante Andreas Skov Olsen pegou a sobra de um chute do lateral Joakim Maehle e mandou para as redes, mas o que seria o primeiro gol europeus foi anulado por impedimento na origem do lance, em um cruzamento do meia Mikkel Damsgaard pela direita.

Aos 23, foi a vez de Eriksen testar Dahmen, que fez boa defesa em finalização da entrada da área do camisa 10, mandando para fora. Na cobrança do escanteio, Christensen escorou na pequena área e o atacante Andreas Cornelius, com o gol vazio e quase em cima da linha, parou na trave esquerda, na oportunidade mais clara da partida até então.

O confronto, aos poucos, perdeu intensidade, com erros de passe de ambos os lados e pouca criatividade. Nos acréscimos, o árbitro mexicano Cesar Ramos foi chamado ao vídeo para conferir uma suposta penalidade a favor da Dinamarca, por toque na mão na área, após cobrança de escanteio por Eriksen. O juiz viu a jogada rapidamente, mas manteve a marcação de campo. No fim, nada de gols no Cidade da Educação.

Nesta terça-feira (22), membros credenciados da Copa do Mundo do Catar teriam tentado confiscar uma bandeira de Pernambuco e o celular do jornalista recifense Victor Pereira. O comunicador utilizou suas redes sociais para denunciar a ação, que teria sido provocada porque a organização confundiu o arco-íris da bandeira do estado com o símbolo de luta da causa LGBTQUIA+. 

De acordo com Pereira, duas voluntárias pernambucanas foram abordadas pela polícia local por estarem carregando a bandeira de Pernambuco. "Fui atacado por alguns integrantes aqui do Catar e também por policiais que vieram para cima das meninas achando que era a bandeira LGBT, era apenas a bandeira de Pernambuco", relata.

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O jornalista conta que, ao tentar filmar a cena, teve o celular confiscado pela polícia local. "Só consegui meu celular de volta porque deletei o video que eu fiz. É absurdo, porque temos a autorização da Fifa pra filmar absolutamente tudo aqui no estádio", acrescentou.

Com apoio da Fifa, a ditadura catari proibiu manifestações pró-direitos humanos no campeonato. Diante do anúncio de que capitães europeus entrariam em campo com uma faixa em apoio à comunidade LGBTQUIA+, a organização esportiva ameaçou sancionar as equipes que se posicionassem.

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Em uma zebra histórica, a seleção da Argentina até que saiu na frente do placar, mas foi surpreendida pela Arábia Saudita e acabou sendo derrotada por 2 a 1 na estreia da Copa do Mundo do Catar, nesta terça-feira (22).

Os atuais campeões da Copa América controlaram o primeiro tempo e abriram o placar logo aos nove minutos com o craque Lionel Messi, que converteu uma cobrança de pênalti assinalado após revisão no VAR.

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A tecnologia, no entanto, ficou no caminho dos argentinos, que erraram o "timing" diversas vezes nos contra-ataques e viram ao menos três gols ser anulados.

A ansiedade do plantel da bicampeã mundial durante o primeiro tempo refletiu na etapa final, pois a produção da Argentina caiu durante o segundo tempo e sua vantagem ruiu em menos de 10 minutos.

No segundo minuto de jogo, Yahya Al-Shehri finalizou antes da chegada do zagueiro Cristian Romero e a bola foi no canto do goleiro Emiliano Martínez.

Os torcedores árabes celebraram ainda mais aos sete de jogo, quando Salem Al-Dawsari aproveitou o rebote da defesa argentina e acertou um belo chute no ângulo.

Os argentinos, liderados por Messi, Lautaro Martínez e Ángel Di María, até que tentaram buscar o empate, mas não conseguiram furar a muralha saudita.

A invencibilidade de 36 jogos da Argentina, que estava a apenas um de igualar o recorde da seleção da Itália, caiu diante dos sauditas. A Azzurra permaneceu 37 duelos sem perder entre outubro de 2018 e setembro de 2021.

A Argentina retornará aos gramados no sábado (26), contra o México, enquanto os sauditas vão encarar a Polônia no mesmo dia.

Da Ansa

Com proibição até de bebida alcoólica, o Catar demorou dois dias desde o início da Copa do Mundo para anunciar a primeira apreensão de drogas no país. Nesta segunda-feira (21), a alfândega do Aeroporto Internacional Hamad de Doha informou a retenção do remédio tramadol, permitido no Brasil e uma quantidade de haxixe, derivado da maconha.

Segundo a AFP, a apreensão foi de mais de 1400 comprimidos e cerca de meio quilo de haxixe. Não foi divulgada nenhuma informação sobre a pessoa que foi presa em posse dos produtos proibidos no país que sedia a Copa do Mundo e que deve receber até 18 de dezembro mais de 1 milhão de pessoas.

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Com penas rígidas para o consumo de drogas, o país que adota uma política de postura conservadora pode expulsar a pessoa do Catar, caso seja estrangeiro ou até aplicar prisão de longos anos. Recentemente, a realeza decidiu proibir até consumo de cerveja nos estádios e no entorno deles.

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A Inglaterra não tomou conhecimento do Irã na estreia das seleções na Copa do Mundo do Catar. Nesta segunda-feira (21), o English Team superou o Team Melli por 6 a 2, no estádio Khalifa International, em Al Rayyan. O triunfo encerrou um jejum de oito meses (ou seis jogos) sem vitórias dos campeões mundiais de 1966 em partidas oficiais.

O confronto inaugurou o Grupo B do Mundial, que também reúne País de Gales e Estados Unidos. Os outros dois integrantes da chave jogam nesta segunda-feira, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Ahmad Bin Ali, em Doha.

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O duelo marcou, ainda, a "estreia" do Brasil na Copa. O árbitro brasileiro Raphael Claus foi responsável pelo jogo em Al Rayyan, tendo os compatriotas Rodrigo Figueiredo e Danilo Simon como auxiliares. O outro trio de arbitragem do país no Mundial, formado por Wilton Pereira Sampaio e os assistentes Bruno Boschilia e Bruno Pires, estará à cargo de mais uma partida desta segunda-feira, entre Senegal e Holanda, que finalizam a primeira rodada do Grupo A às 13h, no Estádio Al Thumama, em Doha.

Ingleses e iranianos voltam a campo na sexta-feira (25), pela segunda rodada. Os asiáticos encaram o País de Gales às 7h, no Ahmad Bin Ali. Os europeus terão o EUA pela frente às 16h, no Estádio Al Bayt, em Al Khor.

Protestos no pré-jogo

Alguns torcedores (de ambos os sexos) nas arquibancadas ergueram cartazes exigindo liberdade ao direito das mulheres no Irã. Além disso, durante a execução do hino nacional, os jogadores iranianos ficaram em silêncio. As manifestações acompanham uma onda de protestos iniciada após a morte de Mahsa Amini, iraniana de origem curda, há cerca de dois meses. Ela estava sob custódia da polícia moral do país asiático por utilizar "trajes inadequados". A repercussão do caso gerou, inclusive, pedidos de exclusão da seleção do Oriente Médio da Copa.

Antes de a bola rolar, os jogadores da Inglaterra ajoelharam no gramado, em manifestação contra o racismo. O atacante Harry Kane utilizaria a braçadeira de capitão nas cores do arco-íris, com a expressão "One Love" ("Um Amor", na tradução do inglês), em apoio à comunidade LGBTQIA+, mas o risco de punições pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), como sanções esportivas ou multas, fez o English Team e outras seleções que pretendiam fazer o mesmo voltarem atrás. A postura do Catar quanto à causa é motivo de críticas desde a escolha da nação asiática como sede do Mundial.

A Fifa argumenta que o artigo 13.8.1 do regulamento de equipamentos da entidade determina que o capitão de cada time, em competições organizadas pela federação, deve utilizar a braçadeira por ela disponibilizada. A faixa liberada tem os dizeres "No Discrimination" ("Sem discriminação", na tradução).

Susto e passeio inglês

Logo no começo da partida, aos sete minutos do primeiro tempo, o goleiro iraniano Ali Beiranvand se chocou, de cabeça, com o lateral Majid Hosseini, ao cortar um cruzamento de Kane pela direita. Após oito minutos de paralisação, o camisa 1 tentou retornar ao jogo, mas não resistiu à tontura e foi substituído, dando lugar ao reserva Hossein Hosseini.

Como esperado, a Inglaterra teve a iniciativa ofensiva e apostou em ataques pelos lados. O Irã, por sua vez, congestionou a área para diminuir o espaço de finalização. Quando conseguiu acelerar a troca de passes, o time europeu assustou. Aos 29 minutos, o atacante Raheen Sterling tabelou pela direita com Bukayo Saka, que cruzou à meia altura para o também meia Mason Mount chutar na pequena área, na rede pelo lado de fora. Dois minutos depois, o lateral Kieran Trippier cobrou escanteio e o zagueiro Harry Maguire cabeceou no travessão.

Aos 33 minutos, a pressão inglesa, enfim, derrubou a muralha iraniana. Após uma boa troca de passes na esquerda, o lateral Luke Shaw cruzou e o volante Jude Bellingham, de cabeça, deslocou  Hossein Hosseini para abrir o placar - e a porteira asiática. Aos 42, Shaw cobrou escanteio pela esquerda, Maguire ajeitou e Saka acertou um lindo chute de primeira, ampliando para os europeus. Os jogadores do Irã cercaram Raphael Claus, reclamando de falta de Maguire no zagueiro Roozbeh Cheshmi, mas o árbitro brasileiro manteve a marcação de campo.

Com dois gols de vantagem, os ingleses obrigaram os rivais a avançarem as linhas e os conduziram a uma armadilha, possibilitando o contra-ataques que originou o terceiro gol, três minutos após o segundo. Aos 45, Kane recebeu pela direita e cruzou à meia altura para Sterling concluir próximo à pequena área, sem chances para Hossein Hosseini.

O cenário do primeiro tempo não se modificou na etapa final, com predominância inglesa no ataque. Aos 16 minutos, a defesa iraniana deu espaço para Saka receber de Sterling na área, tirar dois marcadores da jogada e finalizar no canto para marcar o segundo dele na partida e o quarto do English Team. Desta vez, porém, os asiáticos esboçaram uma reação. Três minutos depois, o meia Ali Gholizadeh - que tinha entrado em campo na volta do intervalo - recebeu na entrada da área pela direita e deixou Mehdi Taremi na cara do gol. O atacante, frente a frente com o goleiro Jordan Pickford, soltou a bomba e descontou.

Só que os ingleses não deixaram o Irã se animar com o gol. Aos 25, poucos segundos após entrar em campo no lugar de Saka, o atacante Marcus Rashford foi lançado por Kane em contra-ataque pela esquerda, invadiu a área com liberdade, deslocou Majid Hosseini e bateu rasteiro, fazendo o quinto dos europeus.

Em ritmo de treino e administrando o resultado, a Inglaterra ainda encontrou brecha para o sexto gol, novamente com participação do banco de reservas, agora, de ambos os atletas envolvidos no lance. Aos 43 minutos, o atacante Callum Wilson recebeu na área e tocou para o meia Jack Grealish finalizar na saída de Hossein Hosseini. Nos acréscimos, Raphael Claus - com auxílio do árbitro de vídeo (VAR) - deu pênalti do zagueiro John Stones no atacante Morteza Pouraliganji. Taremi converteu a penalidade e deu números finais à partida, diminuindo o prejuízo asiático.

Os jogadores da seleção da Inglaterra fizeram um ato de protesto antes da partida contra o Irã contra decisão da Fifa de não permitir que as equipes usassem braçadeira com cores do arco-íris. Como forma de protestar, os atletas ingleses se ajoelharam antes do início da partida.

A braçadeira seria uma forma de cirticar as leis anti-LGBTQIA+ do Catar. Outras seleções também anunciaram que não usarão a braçadeira, pois temem punições da Fifa.

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O atacante Harry Kane substituiu a braçadeira colorida por uma com a frase "No discrimination", que significa "Não à discriminação".

No último sábado, a Fifa informou que, em uma campanha com a ONU, as faixas usadas pelos capitães das seleções trariam mensagens humanitárias. O anúncio, entretando, foi enxergado como uma forma de boicotar o protesto contra as leis do Catar. O Código Penal do Catar proíbe a homoafetividade no país.

Seleção sem tradição em Copas do Mundo, o Catar se tornou o primeiro anfitrião a ser derrotado em uma estreia de Mundial. No jogo que abriu a competição neste domingo, os donos da casa levaram 2 a 0 do Equador, que contou com a estrela do capitão Enner Valencia. Foram do atacante os dois gols da partida, marcados de pênalti e de cabeça, ambos na primeira etapa, para garantir a vitória por 2 a 0 no duelo disputado no Al Bayt, na cidade de Al Khor, onde foi realizada a cerimônia de abertura e palco da festa da torcida equatoriana, que estava em minoria, mas se sobressaiu no volume.

A vitória no embate inaugural, construída com tranquilidade, evidencia a fragilidade dos catarianos, apenas em sua primeira participação em Copas, e mostra a força do Equador. O time treinado pelo argentino Gustavo Alfaro garantiu sua vaga na Copa com protagonismo na campanha das Eliminatórias.

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O resultado deixa os equatorianos na liderança do Grupo A, composto também por Holanda e Senegal. Essas duas seleções se enfrentam nesta segunda-feira, às 13h (de Brasília) no estádio Al Thumama. No mesmo dia também jogam Inglaterra e Irã e Estados Unidos e País de Gales, em jogos válidos pelo Grupo B.

Atacante forte e de boa técnica, Valencia comandou o triunfo da seleção equatoriana, de volta à disputa de um Mundial depois de ficar fora da edição passada, na Rússia. Ele, aliás, é o autor de todos os últimos cinco gols do time sul-americano em Copas, já que também saíram de seus pés os três gols da equipe em 2014, no Brasil.

O jogador, do turco Fenerbahçe, foi às redes três vezes, mas o primeiro de seus gols não valeu e foi anulado pelo árbitro italiano Daniele Orsato com o auxílio da tecnologia semiautomática de impedimento, utilizada pela primeira vez no Mundial. O árbitro ergueu o braço para sinalizar a posição irregular do atacante Estrada.

Minutos depois, a Fifa divulgou a análise do lance para mostrar a irregularidade captada pela ferramenta tecnológica no início da partida. Naquele momento, e durante quase todo o primeiro tempo, os equatorianos tiveram amplo domínio diante de um rival com claras limitações técnicas e desacostumado a grandes jogos no cenário mundial.

Não fez falta o gol anulado ao time sul-americano porque Valencia estava em uma noite feliz e a defesa do Catar, não, principalmente o goleiro Al Sheeb. Atrasado, ele derrubou Valencia dentro da área. O próprio capitão cobrou o pênalti com categoria para marcar, agora sim, aos 15 minutos, o primeiro gol da Copa do Mundo do Catar.

O segundo saiu aos 32, quando Preciado levantou na área, perto da marca da cal, onde estava o oportunista Valencia. Ele se antecipou à zaga e cabeceou no canto direito do goleiro catariano, fazendo levantar a torcida equatoriana atras de um dos gols.

Os catarianos ocuparam, evidentemente, muitos dos assentos do estádio, embora houvesse várias cadeiras vazias. Eles faziam barulho a ataque do Catar, mas foram poucos, e mal aproveitados em razão da debilidade técnica do time da casa. Sem poder de fogo, os atacantes não acertaram uma vez sequer o gol em todo o jogo, facilitando a vida do Equador, a primeira seleção a largar com vitória no torneio.

FICHA TÉCNICA:

CATAR 0 X 2 EQUADOR

CATAR - Al Sheeb; Pedro Miguel, Hassan, Khoukhi, Al-Rawi e Ahmed; Hatem, Boudiaf e Al-Haydos (Waad); Afif e Ali (Muntari). Técnico: Félix Sánchez.

EQUADOR - Galíndez; Preciado, Torres, Hincapié e Estupiñán; Méndez, Caicedo (Franco), Plata e Ibarra (Sarmiento); Valência (Cifuentes), Plata e Estrada (Rodríguez). Técnico: Gustavo Alfaro.

GOLS - Valencia, aos 16 e aos 32 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS - Al Sheeb, Ali, Caicedo, Boudiaf, Méndez, Afif.

ÁRBITRO - Daniele Orsato (Itália).

RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.

LOCAL - Estádio Al Bayt, em Al Khor (Catar).

A Copa do Mundo do Catar foi oficialmente aberta neste domingo (20) com uma cerimônia que misturou modernidade e tradição e teve Morgan Freeman como estrela. O experiente ator americano abriu o evento e, com uma imagem de sobriedade, pediu tolerância, paz, inclusão e união dos povos.

A mensagem ocorre como uma resposta da Fifa e do país-sede às críticas pelas acusações de direitos humanos da nação muçulmana, a primeira do Oriente Médio a sediar um Mundial na história.

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A ideia principal dos organizadores foi dar foco num discurso pacífico e que abrace todos os povos em um país acusado de violação de direitos humanos, de discriminar mulheres e homossexuais e de manter em condições precárias os trabalhadores imigrantes que trabalharam nas obras do Mundial. "Com tolerância e respeito podemos viver em harmonia juntos", discursou Morgan Freeman, com um ar de sobriedade.

A cerimônia começou às 17h40, no horário local, e durou 30 minutos. Foi aberta com a voz de Morgan Freeman, o apresenta principal da celebração, e terminou com um discurso breve em árabe do emir do Catar, Tamim bin Hamad al-Thani.

O espetáculo uniu modernidade, com efeitos visuais e um show de luzes, com a tradição da cultura árabe, apresentando a música catariana do cantor Fahad Al-Kubaisi. A outra estrela musical convidada a se apresentar foi o sul-coreano Jeon Jung-kook, astro da banda BTS, famoso grupo do k-pop. Também participaram do evento o embaixador da Copa do Mundo, Ghanim Al Muftah, e a cantora Dana, que, como Fahad, é nascida no Catar.

Todas as 32 nações foram representadas com bandeiras e camisas. No fim, também tocaram outras famosas músicas de Mundiais anteriores, como Waka Waka, da cantora colombiana Shakira, considerado o maior hit da história das Copas.

Segundo a Fifa, o tema da cerimônia de abertura foi "um encontro para toda a humanidade, unindo diferenças através da humanidade, respeito e inclusão", de modo que o futebol permite que as nações se unam "como uma tribo" e a terra "é a tenda em que todos vivemos".

Situado em Al-Khor, cidade a 35 km de Doha, o Al Bayt estava cheio, mas não lotado. Foi possível notar cadeiras vazias na arena com capacidade para 60 mil pessoas e que terá assentos removidos depois da Copa. Embora fossem maioria, assim que acabou o espetáculo, a torcida anfitriã foi ofuscada pelos equatorianos, muito barulhentos atrás de um dos gols.

Catar e Equador abrem a Copa do Mundo. É tradição que a seleção do país-sede faça o primeiro jogo da competição. Por isso a Fifa antecipou a data de abertura em um dia. Desde a primeira Copa do Mundo, em 1930, o anfitrião não perdeu seu jogo de estreia. O Equador chegou ao Catar desbancando na América do Sul rivais como Chile e Colômbia.

O Grupo A da Copa do Mundo ainda tem Senegal e Holanda, que se enfrentam nesta segunda-feira, 21.

A Copa do Mundo do Catar está oficialmente aberta. O espetáculo que dá o pontapé inicial no evento ocorreu neste domingo (20) e encantou os espectadores.

O sul-coreano Jung Kook, da banda de k-pop BTS, e o cantor Fahad Al-Kubaisi se apresentaram no Estádio Al Bayt, local da primeira partida do Mundial. O evento começou por volta das 11h40, pelo horário de Brasília, e durou cerca de 30 minutos.

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Confira imagens da abertura:

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Uma das ausências mais sentidas na convocação do técnico Tite para a Copa do Mundo, o atacante Gabriel Barbosa, o Gabigol, falou pela primeira vez sobre ter ficado fora da lista final. No programa Altas Horas, da TV Globo, o jogador do Flamengo, pivô de uma polêmica recente durante a festa do título da Copa Libertadores, admitiu ter criado expectativa em estar no Mundial e revelou ainda estar torcendo para a seleção brasileira conquistar o hexacampeonato no Catar.

"No momento do anúncio eu estava em casa com meus pais, paramos para assistir e infelizmente não aconteceu, mas fico feliz com o carinho do público, por todos que acham que eu deveria estar lá. Espero de coração que sejamos hexa. Confio nos planos de Deus porque sei que uma hora vai acontecer e o que eu tenho para fazer daqui para frente é continuar trabalhando", declarou o atacante.

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Gabigol chegou a ser testado pelo treinador durante este ciclo para a Copa do Mundo, mas não conseguiu se firmar na seleção brasileira. Ele perdeu ainda mais espaço com a ascensão de Pedro, seu companheiro de Flamengo, na atual temporada. O jogador estaria ainda atrás de Matheus Cunha e Roberto Firmino, que também ficaram de fora da lista, na preferência de Tite.

A ausência de Gabigol na lista de Tite foi motivo de xingamentos ao treinador durante a festa do Flamengo pelos títulos conquistados em 2022. No clima de festa, Gabigol acabou entrando na brincadeira e motivou a torcida rubro-negra a seguir provocando o treinador da seleção brasileira. Sobre o caso, o atacante preferiu não comentar.

JOGARIA EM OUTRO TIME NO BRASIL?

Ainda no programa, Gabigol foi questionado sobre a possibilidade de deixar o Flamengo para atuar em outra equipe do futebol brasileiro. O atacante voltou a expressar o carinho pelo Santos, mas admitiu ter identificação com o Corinthians. "Sim, (voltaria) para o Santos. Mas é uma verdade, eu combinaria muito bem com o Corinthians", afirmou o atacante, que arrancou aplausos dos convidados do programa.

Apesar da declaração, Gabigol já falou em mais de uma oportunidade que quer seguir no Flamengo por muito tempo. O atacante tem 210 jogos com a camisa rubro-negra e 133 gols marcados. Ele é um dos maiores ídolos do clube, muito pelas conquistas recentes, dentre elas, duas Libertadores.

O atacante Karim Benzema está oficialmente fora da Copa do Mundo do Catar, anunciou a seleção francesa através de uma nota divulgada nas redes sociais. O jogador, atual vencedor da Bola de Ouro, sofreu uma lesão no quadríceps da coxa esquerda.

Os dois primeiros colocados da Bola de Ouro 2022 não estarão no Mundial deste ano. Sadio Mané, atacante do Bayern de Munique e de Senegal, sofreu uma lesão na fíbula da perna direita e também desfalcará sua seleção.

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Os atuais campeões do mundo chegam com desfalques significativos para a Copa do Catar. Os meias N’Golo Kanté e Paul Pogba, titulares na Copa da Rússia, em 2018, nem chegaram a entrar na lista de convocados, ambos lesionados. Mike Maignan, goleiro do Milan, também não entrou na lista devido a uma lesão sofrida na panturrilha em outubro.

O atacante Christopher Nkunku, do RB Leipzig, e o zagueiro Presnel Kimpembe, do Paris Saint-Germain, chegaram a entrar para a lista final, mas foram cortados dias depois, também por lesão.

Para os seus lugares foram selecionados os jogadores Kolo Muani, do Eintracht Frankfurt, e Axel Disansi, do Monaco, respectivamente. No Grupo D, a França estreia na Copa do Mundo na próxima terça-feira (22), às 16h (horário de Brasília), diante da Austrália.

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Após cinco horas de voo, a seleção brasileira aterrissou em Doha, no Catar, na tarde deste sábado (19) para dar continuidade à preparação da Copa do Mundo. Após descer do avião, o técnico Tite deu entrevista à TV Globo e falou sobre os trabalhos realizados em Turim, na Itália.

“Nós trabalhamos alguns aspectos importantes. Simulamos uma carga de trabalho que será importante, como se fosse em jogo, na sexta. A partir de agora são os aspectos de definição da equipe, estratégia, situações ofensivas, bola parada. O time vai ser decidido aqui. A definição da equipe será aqui”, revelou.

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O treinador, que está indo para a sua segunda Copa do Mundo, se diz em paz e “tranquilo” na medida do possível. “Eu estou em paz. Em paz pelo trabalho realizado pela comissão técnica e pelos atletas todos. Pelo envolvimento, pela responsabilidade muito grande”, afirmou.

“Mas ao mesmo tempo com naturalidade, pela capacidade mental que teremos que ter em uma competição como essa. Tranquilo, no que é possível”, concluiu.

Após o desembarque, a seleção se dirigiu ao hotel Westin Doha Hotel & Spa, no centro de Doha, onde ficará concentrada. O Brasil estreia na próxima quinta-feira (24), às 16h (Brasília), diante da Sérvia.

Desde que anunciou a lista com os 26 jogadores convocados para disputar a Copa do Mundo no Catar, o técnico Tite foi bastante criticado nas redes sociais por selecionar o lateral-direito Dani Alves, de 39 anos. Mesmo contando com jogadores experientes e bastante “rodados” no futebol, tais como Thiago Silva, de 38 anos, o elenco brasileiro também conta com jogadores muito jovens, como a dupla do Real Madrid composta por Vinícius Jr, de 22 anos, e Rodrygo Goes, de 21.

De acordo com dados do site ''statista", especializado em estatísticas, o elenco do Brasil possui uma média de 27,9 anos e se encontra na terceira colocação do ranking das seleções com a maior média de idade no Mundial do Catar, empatado com a Argentina.

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Acima do Brasil encontram-se Irã e México, com 28,9 e 28,5, respectivamente. Abaixo dos brasileiros e dos argentinos estão Bélgica, Tunísia, Uruguai, Coreia do Sul e Japão, todas com uma média de 27.8 anos.

Do lado oposto da tabela, a seleção de Gana é a que possui a menor média de idade no seu elenco, com 24,7. Logo abaixo, os Estados Unidos aparecem com 25,2. Equador e Espanha vêm em seguida empatados com 25,6.

A seleção brasileira estreia na próxima quinta-feira (24), às 16h, diante da Sérvia, mesma adversária da fase de grupos na Copa do Mundo da Rússia, em 2018. Na ocasião, os brasileiros saíram vitoriosos pelo placar de 2 a 0.

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