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De Férias com o Ex Celebs continua quente. A estreia do reality contou com muita pegação, polêmicas e brigas e acabou com um momento de tensão com Cinthia Cruz, MC Rebecca e Stéfani Bays esperando a chegada de um ex na praia. O segundo episódio do programa, que foi ao ar na última quinta-feira (10), começou desse ponto com as participantes recebendo Biel Romano na praia, antigo caso da ex-Chiquititas, que não gostou muito de ver o rapaz entrando no confinamento.

Biel foi para um date com Stéfani e a atriz e a funkeira resolveram brincar quando voltaram para a casa. Elas falaram que o ex era de Rebecca, o que preocupou os outros integrantes, já que a beldade estava se envolvendo com Flávio Nakagima. A funkeira até chorou contando isso para todos, o que fez com que todo mundo acreditasse no que estavam dizendo. Porém, as duas demoraram para desmentir a história e acabaram irritando as outras celebs confinadas, como Hana Khalil que chegou a chamar elas de infantil.

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E os babados não param. Enquanto Biel e Stéfani se conheciam melhor e beijavam na boca, os outros participantes receberam um vídeo no tablet do terror do ex de Cinthia contando como conheceu a atriz. Ele lembrou que a Chiquititas estava ficando com um amigo seu, até que ele resolveu furar o olho do rapaz e começou a ter um rolo com a morena. Essa história não agradou em nada os outros confinados, que ficaram com um pé atrás, até mesmo na festa daquela noite, na qual Biel ficou meio deslocado.

Além disso, a festa também rendeu uma polêmica. Stéfani e Leo Picon já tinham se desentendido quando ela disse que ele beijava mal, porém os dois voltaram a conversar e o youtuber deu um pepino para ela morder, mas a morena resolveu cuspir o alimento de volta nele. Eles brigaram, Bays falou que Picon não estava no YouTube e poderia relaxar e depois ela ainda disse:

"Eu não quero você e nem antes. Você está com um ego muito elevado para achar que eu quero você!".

Cada um foi para um lado desabafar, mas a casa ficou mais do lado de Picon do que de Sté. Será que ela vai acabar isolada da mesma forma que aconteceu na primeira participação dela no reality? Mas a festa também rendeu pontos positivos, como muita pegação e depois Rebecca e Naka indo para a cama e transando sem nenhum cobertor por cima e nem nada. No final, o surfista ainda deitou e dormiu peladão sem nada por cima e virou piada entre os amigos.

No dia seguinte, o clima ficou mais de paz e amor. Alguns dos participantes foram curtir um passeio e no meio da diversão Any Borges e Hana acabaram ficando. As duas ainda decidiram curtir uma praia de topless e isso acabou incentivando os outros integrantes a caírem no mar como vieram ao mundo. Babado!

Passado isso, as celebs estavam na casa quando o tablet voltou a tocar e eles foram surpreendidos com um date entre Rebecca e Picon. Ninguém estava entendendo muito bem o que estava acontecendo, mas os dois saíram e no meio do jantar foram surpreendidos com a notícia de que deixariam o programa. Já tinha sido anunciado que a temporada seria mais curta para eles, por conta da agenda dos dois, mas eles não sabiam como isso aconteceria e nem tiveram a chance de se despedir.

Ao verem o episódio, eles contaram nas redes sociais que adoraram a participação do programa e, na live da MTV, Cinthia também contou que o resto dos integrantes tiveram que arrumar a mala dos dois, pois eles não voltariam para a sede. Além disso, Picon revelou que irá apresentar um dos programas da emissora e postou várias coisas relacionadas a pepinos.

Heronildo Martins de Vasconcelos, 45 anos, suspeito de ter estuprado e matado a jovem Aline Dantas, 19 anos, foi espancado por uma repórter ao sair da delegacia. A situação aconteceu na noite desta última quarta-feira (2), depois que o homem cuspiu no rosto da profissional identificada como Elisângela Carreira, que trabalha para a Bandeirantes. 

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Heronildo está sendo acusado pela morte de Aline Dantas que havia saído para comprar fraldas descartáveis para o seu filho de 1 ano e 9 meses no bairro de Pedágio, em São Paulo. Ele teve a prisão preventiva decretada depois que exames de DNA mostraram que resíduos de esperma encontrados na vítima eram compatíveis com material colhido do suspeito. 

O desaparecimento de Aline se deu no último dia 8 de setembro, sendo o seu corpo encontrado três dias depois parcialmente queimado. A polícia ouviu 30 pessoas e analisou mais de 100 horas de imagens recolhidas em câmeras de vigilância e monitoramento. Também foram colhidas amostras para exames de DNA de quatro suspeitos, entre eles o homem preso.

Por conta dos indícios, Heronildo foi preso preventivamente nesta última quarta (2). Quando saia da delegacia para ser levado para a prisão, no momento que foi abordado pela repórter, o suspeito reagiu cuspindo na cara dela. A ação gerou reação e o homem foi agredido pela repórter que ainda o chamou de "lixo". 

Na primeira entrevista concedida dentro do Hospital Albert Einstein, nessa segunda-feira (24), o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez uma declaração que dividiu opiniões. “Nunca preguei o ódio”, garantiu o presidenciável durante conversa ao programa Pingo nos Is, da Jovem Pan. Nesta terça (25), ao comentar a declaração do capitão da reserva, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) ironizou. “E eu nunca cuspi num fascista”, ironizou.

O ex-BBB ao tocar no assunto relembrou uma cena polêmica protagonizada dentro da Câmara dos Deputados, em 2016, quando cuspiu em Bolsonaro no dia da votação do impeachment. Na época, segundo Jean Wyllys, Bolsonaro o teria chamado de “queima rosca” e teria revidado com o cuspe. Jean chegou a afimar que faria novamente e que jamais se arrependeu. 

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Em relação a Bolsonaro, que vem liderando os levantamentos de intenções de votos, o deputado se mostrou preocupado. O psolista disse, por meio das redes sociais, que é necessário resistir contra o fascismo e seus representantes. “O momento é delicado e urgente, faltam poucos dias até as eleições de outubro, e as pesquisas apontam que o ódio vem atraindo um grande número de adeptos. Nós somos o contraponto, nós somos resistência”.

Jean criou o ato “Resistir contra o fascismo”, que acontece no próximo dia 1º de outubro, em seu comitê, no Rio de Janeiro. “Um encontro que contará com muitos e muitas militantes contra o fascismo para que, juntos, estejamos ainda mais aguerridos contra tudo aquilo que nos ameaça”, explicou. 

 

Apesar de afirmar que é educado e não agressivo, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) disse que, se voltasse no tempo, cuspiria novamente no também deputado Jair Bolsonaro (PSC). O episódio aconteceu durante votação do processo de impeachment de Dilma Rousseff, em abril do passado. A declaração foi dada durante entrevista, divulgada nesta semana, concedida à jornalista Leda Nagle. 

“Não sou agressivo, eu sou da paz. Eu sou educado, embora venha de família pobre, mas as pessoas têm que pensar que mais insultuosa é a apologia à tortura do que um cuspe na cara de um apologista da tortura (...) me arrepender, jamais, nunca. Se voltasse no tempo, faria tudo de novo”, declarou o parlamentar ao também afirmar que não se arrepende de nada que tenha feito na vida.

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Jean falou que, naquele momento, estava no seu limite. “Cuspi na cara dele porque ele me chamou de queima rosca em uma sessão que votava o impeachment de uma presidenta democraticamente eleita e ele tinha acabado de fazer apologia à tortura no voto dele. Quando eu votei, ele me xingou de queima rosca. Eu sou vítima de uma violência por parte desse cara. Há seis anos que esse cara me insulta e me difama". 

O psolita disse que votará em qualquer candidato em 2018, que não seja Bolsonaro e que não quer nem imaginar a possibilidade dele ir para o segundo turno. “Em 2018, eu voto no candidato do Psol, provavelmente, Chico Alencar. Ele terá o meu voto. No segundo turno, eu voto em qualquer candidato contra a possibilidade do Bolsonaro chegar lá. Eu não quero sequer cogitar a possibilidade do Bolsonaro ir para o segundo turno, mas se ele for eu voto em qualquer candidato contra ele até mesmo João Doria (PSDB). Até mesmo em João Doria sou capaz de pensar em votar contra Jair Bolsonaro”, disparou. 

Crise no Brasil

Jean falou sobre outros assuntos como o cenário atual do país. Disse que o país enfrenta uma crise política, econômica e ética. “Um momento sofrido”, lamentou. Ele tem esperança de que os brasileiros sairão “desse buraco”. “Já vivemos outros momentos ruins no país. A gente não pode entregar os pontos e achar que o Brasil não te jeito. Há esperança sim", enfatizou.  

Ele comentou sua história de vida. Segundo ele, sua mãe era empregada doméstica, seu pai alcoólatra, que na sua casa não tinha banheiro e que passou fome. Disse, ainda, que sofre menos homofobia do que outros gays por ser “deputado federal e morar em Copacabana”. “Sofro menos do que uma travesti preta da Rocinha e do que um pobre negro da Baixada Fluminense”. 

 

Uma briga que começou no Whatsapp acabou em assassinato na noite dessa quinta (7) em Samambaia, no Distrito Federal. O autor do crime, um policial militar da reserva, teria matado seu vizinho após acusá-lo de cuspir em sua varanda.

Em um grupo do aplicativo, José Arimatéia Costa, o PM reformado, acusou Adilson Silva de ter cuspido na sua varanda. "Ô sem noção que mora no 1803 A, quando escovar os dentes, vê se não cospe a meleca na casa dos outros! Eu moro aqui no 1703 A e vi essa sujeira que cuspiram lá de cima", escreveu, postando em seguida uma foto do cuspe.

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Adilson Silva então respondeu com raiva, afirmando que estava sendo acusado sem culpa e convidou, em tom ameaçador, o PM para subir até o seu apartamento.

Segundo o delegado Gutemberg Santos Moraes, José Arimatéia foi até o apartamento da vítima, onde o matou após discussão. "O senhor José foi até a residência do Adilson e passaram a discutir. Logo em seguida, entraram em luta corporal, momento no qual o policial sacou a arma e efetuou disparos contra a vítima", explicou em entrevista à TV Globo.

A polícia ainda não tem pistas do paradeiro do autor do crime, que está foragido. Se condenado, o PM pode pegar até 30 anos de prisão pelo homicídio por motivo fútil. Adilson era casado e deixa uma filha.

Na noite deste domingo (24), o ator José de Abreu foi o centro das atenções no quadro do Arquivo Confidencial, do programa do Faustão. Após os depoimentos emocionantes dos amigos e familiares, o apresentador Fausto Silva citou o ocorrido com o artista na última sexta-feira (22), em um restaurante japonês em São Paulo, onde o ator global teria cuspido em um casal.

Na ocasião, o ator discutiu com um casal e acabou cuspindo neles. Depois do ocorrido, a reação de José ganhou grande repercussão nas redes sociais, principalmente no Twitter. No programa deste domingo, José de Abreu relatou o que aconteceu e se justificou. "Eu estava jantando com a minha esposa e ela falou que o casal, que estava ao lado, estava agredindo verbalmente a gente. Quando levantei para ir embora, a discursão aumentou e me descontrolei. Eles chamaram minha mãe e esposa de vagabundas e me chamou de ladrão petista da Lei Rouanet. Não segurei e tive uma reação impensada", disse. 

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Segundo o ator, no momento da agressão verbal, ele não pensou na política. "Na hora, realmente, não me posicionei de forma partidária. Agi sem pensar, cuspi, mas nem cuspe saiu", lamentou. Ainda durante entrevista, ele falou sobre ato de respeitar as diferenças. "As pessoas não estão se respeitando. Temos que aceitar as diferenças. Atualmente, quem não é a favor de Dilma nutre um ódio que considero lamentável", falou José de Abreu, que ainda relatou fatos e investigações do Governo de Dilma e do presidente da Câmara Eduardo Cunha. 

 

 

Após terminar de anunciar o seu voto no plenário da Câmara dos Deputados, Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu na direção do parlamentar Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Por serem do mesmo Estado, os dois votaram no mesmo bloco na Câmara dos Deputados sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em seu discurso, Bolsonaro enalteceu o ex-chefe de um dos órgãos de repressão da ditadura militar.

"Perderam em 1964, perderam agora em 2016", disse, fazendo uma referência ao golpe militar. "Contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff, pelo exército de Caxias, pelas Forças Armadas, o meu voto é sim", defendeu Bolsonaro. Ele parabenizou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dizendo que "ele entrará para a história".

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O deputado Jean Wyllys disse estar "constrangido" de participar de uma "eleição indireta, conduzida por um ladrão, urdida por um traidor conspirador e apoiada por torturadores covardes, analfabetos políticos e vendidos. Uma farsa sexista". Ele declarou seu voto contra o impeachment em nome "dos direitos da população LGBT, do povo negro exterminado nas periferias, dos trabalhadores da cultura, dos sem teto, dos sem terra".

Jean Willys (PSOL-RJ) confirmou ter cuspido na cara de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) em resposta a um insulto durante a votação e disse não se arrepender do gesto.

"Na hora em que fui votar esse canalha (Bolsonaro) decidiu me insultar na saída e tentar agarra meu braço. Ele ou alguém que estivesse perto dele. Quando ouvi o insulto eu devolvi, cuspi na cara dele que é o que ele merece", explicou Willys.

Indagado se teria sido se arrependido do gesto, ele respondeu: "De jeito nenhum. Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu quisesse e quantas vezes tivesse vontade".

O deputado disse não temer um processo por causa do gesto. "Processo merece quem é machista, que é a favor da violência, quem defende a memória (do coronel Carlos Alberto) Brilhante Ustra, um torturador. Isso deveria escandalizar vocês, não um cuspe na cara de um canalha", justificou.

O parlamentar do PSOL não detalhou qual o teor do suposto insulto de Bolsonaro.

Mais cedo, Jean Wyllys já tinha discutido no plenário com o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), membro da bancada evangélica. O parlamentar carioca disse que Feliciano deveria assumir sua homossexualidade. O deputado paulista retrucou.

Cunha

Wyllys não foi o único a criticar o presidente da Câmara. Pouco antes, o também deputado do PSOL Glauber Braga disse que Cunha é um "gângster", se dirigindo diretamente para a Mesa Diretora da Casa. "O que dá sustentação à sua cadeira cheira a enxofre. Eu voto por aqueles que nunca escolheram o lado fácil da história." Ele citou nomes de políticos como Carlos Marighella, morto em 1969 pelo regime militar, para votar não.

A Casa, mais uma vez, foi tomada por gritos de "Fora, Cunha!". Outra parlamentar a criticar diretamente Cunha durante o seu voto foi Jandira Feghali (PCdoB-RJ). "Primeiro, quero registrar minha indignação, deputado Eduardo Cunha, por ainda vê-lo sentado nessa cadeira, sem reunir condições morais para isso. Segundo, a minha indignação de vê-lo abraçado com um traidor da democracia, que é o vice-presidente Michel Temer."

Assista ao vídeo:

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