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No dia 29 de novembro, o vereador Leonel Brizola Neto (PSOL) apresentou uma homenagem na Câmara Municipal do Rio de Janeiro ao Líder da Coreia do Norte Kim Jong-un. O texto em forma de Moção de Louvor o parabeniza pela "busca da paz mundial", mesmo com o país sendo reconhecido como um dos mais fechados do mundo.

"Por todo esforça de seu povo e de seu Máximo Dirigente, Excelentíssimo Senhor Kim Jong-un, na luta pela reunificação da Coreia e a necessária busca da paz mundial", diz a Moção de Louvor e Reconhecimento.

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A homenagem foi registrada no dia 10 de dezembro em despacho na agência estatal de notícias da Coreia do Norte (KCNA), que afirma que a moção é derivada da "sua contribuição à reunificação independente da Coreia, à paz e segurança no mundo e a seus feitos para esmagar sanções hostis impostas por forças violentas para abalar a Coreia do Norte, além de fornecer felicidade ao povo". O embaixador Kim Chol-hok também foi homenageado em Brasília.

O ponto contraditório é o fato de o país ser classificado como uma das ditaduras mais opressoras, regida por em um sistema hereditário, que prega autossuficiência e soberania nacional. Violações de direitos humanos, restrição de liberdade e desenvolvimento de armamento nuclear são acusações recorrentes impostas à república.

 

O PSOL Recife emitiu nota oficial neste sábado (7) em solidariedade a Beth de Oxum por ataques que a religiosa sofreu, após fazer críticas ao governo Bolsonaro e a pastores evangélicos durante sua apresentação no Festival Lula Livre (realizado no último dia 18), na capital pernambucana.

Segue a nota na íntegra:

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Nota de Solidariedade a Beth de Oxum

Após ter denunciado e voltando sua voz contra aqueles e aquelas que utilizam-se de um discurso pseudoreligioso para difundir o ódio e a violência, a artista e líder religiosa Beth de Oxum foi alvo de diversas calúnias e ataques por figuras públicas que, ou não compreenderam as palavras proferidas durante o Festival Lula Livre, ou sentiram servir a carapuça, visto que apenas fundamentalistas convictos poderiam ter-se sentido agredidos pelo que foi dito naquele palco.

Quem ataca Beth de Oxum não sabe o que é sustentar a vida de um terreiro em meio a um mar de hostilidades e violência fruto, entre tantas outras coisas, do racismo religioso. Nós sabemos que o povo cristão é muito maior e mais diverso do que as pessoas que usam o nome e distorcem os ensinamentos de Jesus Cristo para acumular poder e riqueza. Viva o respeito a todas as religiosidades. E que sigamos denunciando com todas as tintas necessárias aqueles que se aproveitam da fé para alimentar o ódio entre as pessoas.

Nós, do Partido Socialismo e Liberdade, nos solidarizamos com Beth de Oxum hoje e sempre. Esperamos e lutamos para que, mais cedo do que tarde, todas as pessoas, de todas as religiosidades, possam respeitar-se mutuamente e viver num mundo em que a paz e a justiça serão direitos de todas as pessoas.

PSOL Recife

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O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar se reúne na terça-feira (26) para a instauração de três processos contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e sorteio de lista tríplice para posterior escolha do relator.

Dois desses processos foram motivados pelas declarações do deputado durante entrevista a um canal no YouTube, em 31 de outubro deste ano, em que Eduardo Bolsonaro disse que "se a esquerda radicalizar" a resposta pode ser "via um novo AI-5". Ele se referiu ao Ato Institucional nº 5, editado em 1964 pelo presidente Costa e Silva, durante o regime militar, que resultou na perda de mandatos de parlamentares e na suspensão de garantias constitucionais.

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Os pedidos foram feitos por Psol, PT, PCdoB e Rede.

O terceiro pedido de cassação do mandato do deputado partiu do PSL, legenda de Eduardo Bolsonaro. O partido acusa o deputado de ter ofendido Joice Hasselmann (PSL-SP) nas redes sociais após a deputada ter se colocado contra a indicação de Bolsonaro para a liderança do PSL.

A reunião está marcada para as 14h30 em plenário a ser definido.

Da Agência Câmara

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) ironizou o fato das redes sociais do vereador Carlos Bolsonaro (PSC) terem amanhecido desativadas nesta terça-feira (12). Em publicação no Twitter, que já foi palco de brigas entre os dois, o psolista parafraseou o próprio vereador e seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), que sempre celebram dias em que o governo tem êxito ou personagens da oposição sofrem algum revés político. 

"Grande dia", limitou-se a escrever Freixo no microblog, assim como fazem os Bolsonaros. 

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Carlos e Freixo já trocaram inúmeras farpas na rede social. Durante uma delas, em agosto, o vereador, inclusive, chegou a expôr o irmão, senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que compõe a lista de políticos com supostas movimentações financeiras atípicas em gabinetes na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Na ocasião, Freixo chamou Carlos de Caim, personagem bíblico filho de Adão e Eva que matou o próprio irmão, Abel, por ciúmes.  

O deputado federal não foi o único a comentar o sumiço das contas digitais de Carlos Bolsonaro nesta terça-feira. A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) fez questionamentos sobre o assunto. "De quem será que ele está fugindo?", indagou.

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Carlos fica sem redes sociais no momento em que o Congresso Nacional apura, através de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), a difusão de fake news nas eleições de 2018. Em depoimento, o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) afirmou que o vereador é quem lidera a chamada "milícia digital" que age em favor de Bolsonaro nas plataformas. Ainda não se sabe o que motivou a saída do vereador os perfis.

O PSOL vai apresentar representação no Conselho de Ética da Câmara e notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelas declarações do filho do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que falou da possibilidade de se instituir um 'novo AI-5' se a esquerda radicalizar.

Segundo o partido da oposição, o Código de Ética estabelece que são deveres fundamentais do deputado respeitar e cumprir a Constituição, as leis e as normas internas da Casa e do Congresso Nacional. "Dessa forma, a declaração de Eduardo Bolsonaro configura ato incompatível com o decoro parlamentar", disse o PSOL, em nota.

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Na notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal, o PSOL vai argumentar que o deputado fez apologia da ditadura militar e incidiu no tipo penal de "incitação ao crime" e apologia de crime ou criminoso.

"Ele quer fechar o Congresso Nacional. Ele quer violar o Estado de Direito. Está pregando uma ditadura", afirmou Ivan Valente, líder do PSOL na Câmara.

"Ele quer um (Napoleão) Bonaparte, um ditador. Para ele, esse nome é o Jair Bolsonaro. A sociedade brasileira não vai ficar calada. Vamos reagir nas ruas, no Parlamento e em todas as esferas", disse Valente.

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Após o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) sugerir "um novo AI-5" caso a esquerda radicalize em manifestações como ocorrem no Chile, o PSOL e PT afirmam que vão representar contra o filho do presidente no Conselho de Ética da Câmara e no Supremo Tribunal Federal (STF).

"Em menos de uma semana, Eduardo Bolsonaro volta a defender regime de exceção e ameaça a esquerda. O Ministério Público (no caso do deputado, seria a Procuradoria Geral da República por conta da prerrogativa de foro) e o Supremo Tribunal Federal precisam tomar providências e não vamos nos intimidar, continuaremos denunciando o desmonte e abusos. A população precisa saber o que vocês estão fazendo", afirmou a presidente nacional do PT, a deputada Gleisi Hoffmann (PR).

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O líder do PSOL na Câmara, deputado Ivan Valente (SP) anunciou duas representações contra o filho do presidente. "Vamos representar no Conselho de Ética e entrar no Supremo Tribunal Federal (STF) por quebra da ordem constitucional", afirmou Valente.

"Ao fazer apologia de um novo AI-5, Eduardo Bolsonaro está defendendo o fechamento do Congresso Nacional e a perseguição, tortura e extermínio de opositores. Cada vez mais a família do presidente da República ameaça criminosamente as instituições democráticas", afirmou o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ). "As hienas estão mostrando os dentes, mas nós não deixaremos que elas destruam a democracia brasileira", completou Freixo em referência ao vídeo publicado nas redes sociais do presidente da República, Jair Bolsonaro.

O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, condenou a fala de Eduardo Bolsonaro. "Ameaçar a democracia é jogar o Brasil novamente nas trevas. O PSDB nasceu na luta pela volta da democracia no Brasil e condena de maneira veemente as declarações do filho do presidente da República", disse o tucano.

Em entrevista à jornalista Leda Nagle, o deputado do PSL defendeu medidas drásticas - como "um novo AI-5" - para conter manifestações de rua como as que ocorrem no Chile atualmente. O filho do presidente já havia afirmado na terça-feira, em discurso no plenário da Câmara, que a polícia deveria ser acionada em caso de protestos semelhantes e o País poderia ver a "história se repetir". A entrevista foi gravada no dia 28 - um dia antes da declaração dada em plenário - e divulgada nesta quinta-feira, 31.

"Se a esquerda radicalizar a esse ponto, vamos precisar dar uma resposta. E essa resposta pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada via plebiscito, como ocorreu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada", afirmou Eduardo na entrevista.

O Ato Institucional nº 5 foi o mais duro instituído pela ditadura militar, em 1968, ao revogar direitos fundamentais e delegar ao presidente da República o direito de cassar mandatos de parlamentares, intervir nos municípios e Estados. Também suspendeu quaisquer garantias constitucionais, como o direito a habeas corpus. A partir da medida, a repressão do regime militar recrudesceu.

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O PSOL protocolou nesta quinta-feira (31) recurso para que o projeto de reforma da Previdência dos militares seja levado ao plenário da Câmara dos Deputados. A Comissão Especial criada para analisar o texto concluiu a votação na terça-feira, em caráter terminativo. Ou seja, o projeto poderia ir direto para o Senado, sem passar pela avaliação do plenário, a não ser que um requerimento com mais de 51 assinaturas fosse apresentado à mesa.

Foi o que fez o PSOL. O recurso apresentado pelo partido tem 71 assinaturas, principalmente de parlamentares de partidos de oposição, como PSOL, PT e PSB.

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Cabe agora ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, incluir o recurso na pauta do plenário para ser votado pelos 513 deputados. Se o recurso for aprovado, o projeto de reforma então será analisado por todos os deputados no plenário.

Na terça-feira, a Comissão Especial rejeitou um destaque apresentado pelo PSOL que estendia aumento de gratificação previsto no projeto a todos os militares e acabava com a diferenciação por cursos e qualificações. Esse foi o ponto que gerou maior polêmica já que o texto base, aprovado na semana passada, prevê reajuste de até 73% do adicional de habilitação para militares de altas patentes, como generais, e de 12% para militares de patente mais baixa.

A rejeição causou reação entre representantes de associações de praças - militares de baixa patente - que acompanharam a votação. A sessão chegou a ser suspensa em meio a muita gritaria e gritos de "Bolsonaro, traidor". Militares da reserva e mulheres de militares que estavam mais exaltados foram retirados do plenário por seguranças.

O relator do projeto da Previdência dos militares, deputado Vinícius Carvalho (Republicanos-RJ), disse que a proposta de estender um aumento de gratificação a todos os militares custaria R$ 130 bilhões em dez anos aos cofres públicos. O governo pretende economizar R$ 10,4 bilhões em uma década com a reforma e a reestruturação das carreiras previstas no projeto.

A atuação das integrantes do mandato coletivo Juntas (PSOL) voltou a gerar questionamentos do deputado Alberto Feitosa (SD). Nessa quarta-feira (30), ele ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para pedir resposta à solicitação de um parecer da Procuradoria da Casa sobre o tema. O pedido foi feito, via ofício, ao presidente Alepe, deputado Eriberto Medeiros (PP).

Feitosa já havia tratado do assunto em pronunciamento no mês passado, quando afirmou que, por respeitar o Regimento Interno da Casa, não reconhece a denominação de codeputada. O deputado alegou que a maioria dos colegas tem se sentido desconfortável em relação a essa nova forma de representação parlamentar.

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Ao citar trecho de um texto da advogada especialista em Direito Eleitoral Diana Câmara, publicado na imprensa, o deputado afirmou que apenas uma pessoa do grupo pode ser tida como representante oficial, participando das votações e da tomada de decisões. “Dessa forma, só um componente será o titular, e os demais integrantes não terão direito de fala na tribuna, não poderão votar ou propor projetos de lei, não terão gabinetes próprios, nem poderão substituir o representante oficial se ele faltar às sessões”, salientou. 

Feitosa disse que as componentes não oficiais do mandato têm participado de algumas reuniões como se fossem a titular, e defendeu que a Mesa Diretora se posicione, de uma vez por todas, em relação ao fato. “Vejo que está havendo desrespeito ao Regimento Interno e cobro a apresentação do parecer da Procuradoria da Casa esclarecendo os papéis das integrantes das Juntas”, pontuou Feitosa. 

Em apartes, parlamentares comentaram o tema. “É inquestionável o desconforto da maioria da Casa sobre a questão. A Presidência precisa apresentar esse parecer”, destacou Clarissa Tércio (PSC). Wanderson Florêncio (PSC) e Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) concordaram com Feitosa e cobraram decisão da Mesa Diretora.

João Paulo (PCdoB) afirmou “que o assunto deve ser resolvido internamente, com maturidade e calma.” Para Waldemar Borges (PSB), “a representação é feita por uma pessoa, mas o mandato pode se expressar em reuniões informais da Casa”.

“O parecer segue o que diz o Regimento e, por tratar de questão interna corporis, não virá a público”, avisou Teresa Leitão (PT), que é terceira-secretária da Mesa Diretora. Jô Cavalcanti, titular das Juntas, lamentou que o mandato coletivo esteja incomodando alguns deputados: “Temos cumprido as normas. Peço que todas as componentes sejam respeitadas”, salientou.

Em resposta a Feitosa, Eriberto Medeiros pontuou que todo debate travado no Legislativo é salutar, mas determinados assuntos devem ser tratados internamente. “Já havia avisado que iria procurar resolver a questão da melhor forma junto com os demais deputados da Mesa. Conseguimos avançar, mas ainda não chegamos a um ponto de conciliação. Em relação ao parecer da Procuradoria, será apresentado no momento em que as discussões foram concluídas”, assinalou.

*Do site da Alepe

Viúva da vereadora Marielle Franco (PSOL), a ativista Mônica Benício usou o Twitter, nesta quarta-feira (30), para comentar a notícia de que o nome do presidente Jair Bolsonaro (PSL) havia sido citado pelo porteiro do condomínio Condomínio Vivendas da Barra como o dono da casa que Élcio Queiroz, um dos presos pela execução do crime contra Marielle, disse que visitaria na noite do assassinato, em 14 de março de 2018.

Mônica cobrou uma resposta eficaz sobre o crime e disse que "as notícias são estarrecedoras". "Espero que as autoridades competentes investiguem com isenção toda e qualquer pessoa que possa ter algum tipo de implicação na execução de Marielle e Anderson. É uma resposta que o Estado brasileiro deve aos familiares, à sociedade e ao mundo", escreveu. 

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De acordo com a contagem diária que Mônica faz no Twitter, o assassinato de Marielle completou 595 dias hoje. 

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Nessa terça-feira (29), o Jornal Nacional exibiu uma reportagem em que aponta que um dos suspeitos do assassinato, Élcio Queiroz, esteve no Condomínio Vivendas da Barra na noite do crime dizendo que iria para a casa do presidente, que na época era deputado federal. Bolsonaro tem duas casas no local, mas segundo a matéria Élcio foi direto para a casa de Ronie Lessa, também preso e suspeito de envolvimento na morte da vereadora.

Jair Bolsonaro negou qualquer envolvimento no assassinato da psolista. No dia da morte de Marielle Franco, ainda segundo o Jornal Nacional, o presidente estava na Câmara dos Deputados. 

O presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, emitiu uma nota solicitando que haja um esclarecimento imediato sobre a citação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na investigação do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), e do motorista Anderson Gomes. Os dois foram mortos em março de 2018. 

Uma reportagem exibida pelo Jornal Nacional na noite dessa terça-feira (29), aponta que um dos suspeitos do assassinato, Élcio Queiroz, esteve no Condomínio Vivendas da Barra na noite do crime dizendo que iria para a casa do presidente, que na época era deputado federal. Bolsonaro tem duas casas no local. 

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"A informação veiculada no Jornal Nacional desta terça-feira é grave. Segundo a matéria, horas antes do crime que vitimou nossa companheira Marielle Franco, um dos suspeitos do assassinato, Élcio Queiroz, contatou a casa do então deputado federal Jair Bolsonaro. A informação foi obtida através do depoimento do porteiro do Condomínio Vivendas da Barra, onde vivia a família Bolsonaro", observa a nota assinada pelo presidente do PSOL.

"Exigimos esclarecimentos imediatamente. O PSOL nunca fez qualquer ilação entre o assassinato e Jair Bolsonaro. Mas as informações veiculadas hoje são gravíssimas. O Brasil não pode conviver com qualquer dúvida sobre a relação entre o Presidente da República e um assassinato. Exigimos respostas. Exigimos justiça para Marielle e Anderson", acrescenta Juliano Medeiros.

Jair Bolsonaro negou qualquer envolvimento no assassinato da psolista. No dia da morte de Marielle Franco, ainda segundo o Jornal Nacional, o presidente estava na Câmara dos Deputados. 

Um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (29), aponta que o deputado federal Daniel Coelho (Cidadania) lidera as intenções de votos para o comando da Prefeitura do Recife. De acordo com os dados da sondagem, o parlamentar aparece com 20% da preferência dos entrevistados. Daniel já concorreu duas vezes ao comando da capital pernambucana e vem sendo cotado como prefeiturável em 2020.

Em segundo lugar, vem a deputada federal Marília Arraes (PT) com 15,9% das intenções e logo depois o ex-ministro da Educação Mendonça Filho (DEM) apontado como a opção de voto de 12,4% dos entrevistados.

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Cotado como o indicado do atual prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), para a disputa, o deputado federal João Campos (PSB) aparece apenas em quarto lugar com 12,2%. João é filho do ex-governador Eduardo Campos (PSB) e é considerado a aposta pessebista para se manter no poder na capital pernambucana.

A delegada Patrícia Domingos (sem partido) também teve o nome aferido. Caso seja candidata, hoje ela receberia 9,3% da preferência dos eleitores. Patrícia era a titular da Delegacia de Combate ao Crime Organizado, extinta pelo Governo de Pernambuco. 

O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT), que também é ventilado por aliados como opção do partido para a disputa municipal, tem, de acordo com o levantamento, 6,5%. O vereador do Recife, Ivan Moraes (PSOL), tem 2,1% e o deputado federal André de Paula (PSD) 1,7%.

O levantamento foi às ruas entre os dias 25 a 29 de outubro, ouvindo 828 eleitores. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. 

O estudo, segundo o Paraná Pesquisas, foi registrado no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/19.

O PSOL de Pernambuco tem três pré-candidatos a prefeito do Recife em 2020. De acordo com a legenda, por deliberação de seu Diretório Estadual, no último dia 19 o partido acolheu os nomes do atual presidente estadual do PSOL, Severino Alves; do ex-deputado federal Paulo Rubem Santiago e do ex-candidato a governador em 2014, Zé Gomes, como opções da sigla para a disputa. Uma discussão interna deverá definir quem será o candidato psolista na corrida eleitoral. 

O PSOL também definiu como prioridade a ampliação das bancadas nas Câmaras dos Vereadores da capital pernambucana e de Olinda. As chapas proporcionais, segundo comunicado do partido, devem ter Dani Portela, que concorreu ao Governo de Pernambuco em 2018, como candidata a vereadora no Recife e Eugênia Lima em Olinda. Outros nomes cogitados para a chapa proporcional são Áureo Cisneiros, presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) e Ivan Moraes, que deve concorrer à reeleição. 

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"Os nomes apresentados deverão se submeter aos debates internos cujo primeiro encontro será em novembro. Até lá o Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) estará aberto para que outros quadros políticos internos e da sociedade civil manifestem interesse em concorrer pela sigla à Prefeitura do Recife", detalha a nota do partido.

Nas eleições de 2020, o PSOL alega que "terá um perfil de oposição frontal ao governo de Bolsonaro e oposição de esquerda ao governo do PSB no Estado e na capital. A estratégia é formar uma frente de esquerda a partir da abertura de discussões com outras legendas da esquerda socialista em Pernambuco". 

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados arquivou  ontem o processo movido pelo PSL contra o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ).

O PSL acusava o parlamentar de quebra de decoro por ter chamado o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, de "juiz ladrão" durante audiência da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) realizada em julho. Na ocasião, Moro veio à Câmara prestar esclarecimentos sobre denúncias publicadas pelo site The Intercept Brasil.

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Braga se defendeu. Segundo ele, as frases ditas contra Moro estão protegidas pela imunidade parlamentar e pela exceção da verdade. "Quem diz a verdade não merece castigo", declarou.

O relator do caso, deputado Flávio Nogueira (PDT-PI), recomendou o arquivamento do processo. “O representado não extrapolou as prerrogativas inerentes ao mandato. Apenas explicitou, embora de forma que pessoalmente julgo equivocada, sua opinião política sobre eventos que suscitam intensos debate e comoção nacionais.”

Da Agência Câmara

O fato de uma operação da Polícia Federal desta terça-feira (15) ter como um dos alvos o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar (PE), logo depois de uma troca pública de críticas entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o deputado federal, tem feito com que outros parlamentares aguardem uma espécie de reação de Bivar contra Bolsonaro. 

No Twitter, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que a lei da ação e reação também vale para o meio político. “Não existe ação sem reação. Isso vale na física e na política. A reação de Luciano Bivar à ação da PF - sem entrar no mérito disso - vai mostrar ao Brasil quem é o verdadeiro Jair Bolsonaro? Veremos”, escreveu ao comentar o caso.

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Já para a deputada do PSOL, Sâmia Bomfim (SP), Bivar pode causar problemas a Bolsonaro se decidir falar sobre as candidaturas laranjas. “Luciano Bivar certamente conhece cada laranja podre do laranjal do PSL. O chefe da legenda de aluguel que abrigou Bolsonaro e uma legião de aventureiros pode causar muitos problemas ao presidente se decidir colaborar com a justiça”, observou a parlamentar. 

Na ótica do parlamentar também psolista, Ivan Valente (SP) “quando a esmola é muita, o santo desconfia”. “A justiça levou dois meses para autorizar as buscas na casa do Bivar, que saiu exatamente no meio da guerra civil.  Não sejamos ingênuos: Bolsonaro instrumentaliza a PF para resolver a briga no PSL. Imagine quando Bivar abrir o bico”, salientou.

Na semana passada, após o indiciamento do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, diante do eventual 'laranjal' do PSL, um desentendimento entre Jair Bolsonaro e Luciano Bivar veio à tona depois que o presidente da República orientou um dos seus apoiadores a esquecer o partido e afirmar que o deputado federal estava "queimado para caramba".  

As declarações geraram reação crítica de Bivar e especulações de um desembarque de Jair Bolsonaro do PSL, o que ainda não chegou a acontecer oficialmente, mas o presidente solicitou uma auditoria nas contas internas do partido

Nesta terça-feira, a Polícia Federal deflagrou a operação Guinhol, para investigar suspeitas de candidaturas laranjas do PSL de Pernambuco nas eeleições. Foram nove mandados autorizados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), sendo um deles em um endereço de Bivar. O advogado de defesa do parlamentar, Ademar Rigueira, a ação não tem fundamento.

Uma reportagem do jornal Brasil de Fato, desta quarta-feira (9), aponta que o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) concedeu passaporte diplomático para parentes do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Domingos Inácio Brazão. Ele é acusado de obstruir as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e foi apontado como um dos mandantes do crime. 

De acordo com o Brasil de Fato, que disse ter tido acesso a uma lista com 1694 contemplados pelos passaportes diplomáticos a partir da Lei de Acesso à Informação. Nela consta os nomes de João Vitor Moraes Brazão e Dalila Maria de Moraes Brazão, filho e esposa do deputado federal Chiquinho Brazão (Avante-RJ), que é irmão de Domingos Inácio Brazão. 

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Uma denúncia apontando Brazão como um dos mandantes do assassinato de Marielle foi apresentada pela ex-procuradora-geral da República, Raquel Dodge

O conselheiro foi afastado do TCE-RJ. De acordo com a PGR, Brazão, aliado a um dos funcionários de seu gabinete, Gilberto Ribeiro da Costa, ao PM Rodrigo Ferreira, à advogada Camila Nogueira e ao delegado da PF Hélio Khristian, atuaram para que as investigações em âmbito estadual sobre o crime contra a vereadora do PSOL "passassem longe dos reais autores do crime".

Em nota, o Itamaraty esclareceu que o passaporte diplomático é um direito garantido pelo Decreto 5.978 de 2006, que prevê a entrega do documento para os seguintes cargos: Presidente e vice-presidente da República; Ministros de Estado e chefes de Secretarias ligadas à Presidência da República; Governadores de estados; Adidos credenciados pelo Ministério das Relações Exteriores; militares a serviços em missões da Organização das Nações Unidas (ONU); Membros do Congresso Nacional; Ministros do Supremo Tribunal Federal, dos Tribunais Superiores e do Tribunal de Contas da União; Procurador-Geral da República; e juízes brasileiros em Tribunais Internacionais Arbitrais.

Já quanto aos parentes, o decreto diz: “a concessão de passaporte diplomático ao cônjuge, companheira ou companheiro e aos dependentes das pessoas indicadas neste artigo será regulada pelo Ministério das Relações Exteriores.” O que deixa em aberto os critérios de concessão.

O ex-deputado estadual Edilson Silva anunciou que vai ingressar no PCdoB. O ato de filiação será na próxima segunda-feira (7), às 18h, no Jardim Aurora, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. Edilson, que não conseguiu ser reeleito em 2018, deixou o PSOL em maio deste ano, com duras críticas internas

Ao anunciar a escolha do partido, o ex-deputado disse ter escolhido o PCdoB por ter, na sigla, espaço para defender a democracia e o Estado de Direito. 

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“O momento que vivemos, no Brasil e no mundo, exigem defesa implacável da democracia e do Estado de Direito, e para tanto exige também disposição sincera e profunda de construção de uma ampla unidade política e social na defesa dos patamares civilizatórios alcançados pela humanidade até aqui, nas ciências, nas artes, no senso humanitário, nas liberdades fundamentais. O PCdoB é o partido cuja história, já quase centenária, o autoriza, por coerência, a cumprir papel de grande autoridade política nesta missão”, descreveu Edilson.

Além de Edilson, o grupo político que o acompanha e deixou o PSOL na mesma época também vai se filiar ao PCdoB. Na época, quem também anunciou a desfiliação foram lideranças como a ex-presidente da legenda em Pernambuco Albanise Pires e a ex-dirigente estadual, Gaby Conde. 

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) disse, nesta quinta-feira (3), que gostaria de saber qual foi o grupo político que estaria por trás do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018.

Em publicação no Twitter, Freixo declarou: “Sabemos quem matou. Agora exigimos saber quem mandou matar Marielle Franco”. E perguntou logo em seguida: “Que grupo político é capaz de assassinar uma vereadora?”

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Nesta quinta, a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro cumprem cinco mandados de prisão em um desdobramento das investigações do crime. Um deles é contra Ronnie Lessa que é apontado como a pessoa que atirou contra Marielle e Anderson, mas já está preso.

Os outros alvos são a mulher de Ronnie, Elaine Lessa, o cunhado dele, Bruno Figueiredo, além de Márcio Montavano e Josinaldo Freitas. Todos acusados de obstrução de Justiça, porte de arma e associação criminosa. O grupo teria executado o plano de descarte  da arma usada para matar Marielle.

O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) afirmou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) “destila morte” ao andar armado. Ao criticar a postura do filho do presidente, o psolista fez referência ao fato de Eduardo ter ido ao hospital que o pai ficou internado no início do mês de setembro portando uma arma na cintura. 

Valente fazia um discurso na Câmara, na noite dessa terça-feira (1º), sobre o que chamou de “vergonhas” que o país estava passando interna e externamente. 

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“Eduardo Bolsonaro foi ao hospital visitar o seu pai com um revólver na cintura. Isso é coisa de gente que destila morte. Você destila morte. Isso é para gente que não quer construir um Brasil livre, nem soberano, nem democrático, nem com igualdade social”, alfinetou Ivan Valente.

Logo em seguida, Eduardo tomou a palavra e respondeu o psolista com um tom irônico.  “O milionário do PSOL veio falar aqui que eu fui visitar o meu pai no hospital portando um revólver. Primeiro, que não é revólver, é pistola. Não sabe nem a diferença de uma coisa e outra, depois quer legislar para o Brasil inteiro a questão das armas. Segundo: antes pistola na cintura do que cuecão cheio de dinheiro, como o Deputado José Rodrigues. Então, não quer ser esculachado em público, é só não andar com a cueca cheia de dinheiro. É só isso”, disparou Eduardo.

Ele mencionou José Rodrigues, mas na realidade se referia ao deputado José Guimarães (PT-CE) que na última segunda-feira (30) foi hostilizado durante um voo de Fortaleza para Brasília. Inclusive ao compartilhar vídeo da sua fala nas redes sociais, Eduardo reforça a confusão dos nomes e diz que Valente defendeu o “deputado cuecão José Guimarães”. 

Apesar da fala de Eduardo, na realidade quem foi flagrado pela polícia com US$ 100 mil escondidos na roupa íntima foi um ex-assessor dele, José Adalberto Vieira da Silva. 

O episódio aconteceu em 2005, Guimarães chegou a ser denunciado na época pelo Ministério Público Federal por suposto envolvimento com o caso, mas foi inocentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2012. 

O ex-deputado Jean Wyllys disparou contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) por ter publicado uma imagem falsa da ativista ambiental, Greta Thunberg, nas redes sociais. Para Wyllys, a família do presidente Jair Bolsonaro (PSL) age como “uma máfia” e um a “organização criminosa que usa mentiras” como arma para destruir quem se opõe aos objetivos deles. 

“Eduardo Bolsonaro está fazendo contra Greta Thunberg o que sempre fez contra adversários na Câmara: MENTIR [sic] e falsificar. Estranha é a impunidade dele!”, escreveu Jean, em publicação no Twitter. 

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Eduardo Bolsonaro postou uma imagem em que Greta aparece confortável e em uma mesa farta dentro de um trem, enquanto crianças pobres a observam da janela. A imagem real foi retirada do Instagram de Thunberg, em um post feito em janeiro. Nela, a ativista aparece comendo em um trem, mas a janela reflete apenas árvores e não as crianças.

Greta fez parte de um grupo de 16 adolescentes que foi até a Cúpula do Clima na Organização das Nações Unidas, em Nova York, para denunciar o Brasil e outros países por não fazerem o suficiente para impedir o aquecimento global.

Na ótica de Wyllys, “a família Bolsonaro e o PSL agem como uma máfia, uma organização criminosa que usa mentiras, fake news, calúnias, falsificações e teorias conspiratórias como armas de destruição dos que contrariam seus objetivos”. 

Falsificação de vídeo

Ao falar da postura do filho do presidente sobre Greta, Jean relatou que Eduardo, em 2016, teria adulterado “criminosamente” um vídeo para mover um processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. 

“Processo que os demais canalhas aliados dele acataram! Havia, na origem daquele processo contra mim, não só UM CRIME [sic] comprovado pela polícia, mas algo kafkiano: como escroques e desonestos poderiam levar, para ser julgado ao Conselho de Ética, alguém que era ético e estava sendo acusado num processo fraudulento? O processo seguiu por um ano”, contou, reclamando também da atuação da imprensa.

“A homofobia social também esteve por trás da maneira como deputados e jornalistas silenciaram sobre (e pactuaram com) a violência que era aquele processo fraudulento contra mim no Conselho de Ética da Câmara, processo movido e acatado por conhecidos escroques da política”, salientou.

O deputado federal David Miranda (PSOL-RJ) usou o Twitter para criticar as ações do governo de Wilson Witzel (PSC) nas favelas do Rio de Janeiro. Ao compartilhar um vídeo com o momento que em um helicóptero sobrevoa uma das comunidades e dispara tiros, Miranda disse que o Estado resolveu declarar “guerra contra os pobres”. 

“É o que acontece quase todos os dias nas favelas do RJ. Helicópteros, atirando onde as pessoas vivem. O Estado decidiu declarar guerra contra os pobres”, escreveu o parlamentar, em inglês, na rede social na noite dessa terça-feira. Não há detalhes da data em que o vídeo foi gravado.

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As imagens foram também compartilhadas pelo ativista Raul Santiago que classificou a atitude como um “TERRORISMO DE ESTADO [sic]”. “É o helicóptero da polícia civil que dispara centenas de tiros nas áreas mais pobres do Rio de Janeiro. Eles chamam esse terrorismo de ‘guerra às drogas’”, argumentou.

As ações adotadas por Witzel diante das favelas do Rio têm gerado grandes discussões. Inclusive, depois que em agosto,  pelo menos seis jovens entre 17 e 21 anos morreram baleados durante operações policiais em comunidades do Estado e as suspeitas apontam que os tiros que ocasionaram os óbitos saíram da própria polícia. 

Um dos casos mais comentados na ocasião foi o de Dyogo Xavier Coutinho, de 16 anos, que seguia para o treino de futebol quando levou um tiro de fuzil nas costas. Disparo, segundo testemunhas, teria partido de policiais.

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