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A empresa holandesa DSM, que atua na área de pesquisa e soluções para indústria, anunciou a abertura das inscrições para seu programa de estágio. Com 15 vagas disponíveis, as oportunidades são para as unidades da empresa localizadas em Mairinque e São Paulo, no Estado de São Paulo, além de Pecém, no Ceará. Os interessados podem efetuar as inscrições pela internet, até do dia 16 de outubro. 

Estudantes dos cursos de administração de empresas, ciências dos alimentos, ciências da computação, ciências contábeis, ciências econômicas, comércio exterior, economia, engenharia da computação, engenharia de produção, engenharia de alimentos, engenharia de gestão, estatística, farmácia, matemática, psicologia, química e relações internacionais podem participar do processo.

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O programa, que terá dois anos de duração, está previsto para ser iniciado em janeiro de 2020. Para se candidatar a uma das vagas é necessário ter conhecimentos de nível intermediário no Pacote Office e inglês intermediário ou avançado, além de conclusão da graduação prevista entre dezembro de 2022 e julho de 2023. Segundo a empresa, ter domínio do espanhol pode ser um diferencial. 

O processo seletivo será composto por etapas como avaliação dos dados fornecidos na inscrição, testes online e entrevista com gestores. A carga horária é de seis horas diárias e os selecionados poderão usufruir de benefícios como bolsa-auxílio, de valor não informado, auxílio transporte, vale-refeição, vale-alimentação e seguro de vida.

Atirar coisas na torcida adversaria pode render multas pesadas a clubes de futebol, mas se essas 'coisas' forem ursinhos de pelúcia, não tem problema. A torcida do Ado Den Haag lançou ursos na torcida do Feyenoord onde estavam crianças do hospital infantil Sophia de Roterdã. O jogo aconteceu neste domingo (15).

Ao todo foram cerca de três mil ursinhos de pelúcias jogados para as crianças presentes. Desde 2016 o Den Haag tem uma campanha. "Adote um urso por um euro" que ajuda hospitais infantis da região.

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A partida chegou a ser interrompida por volta do minuto 12 devido aos ursos de pelúcia, mas retornou minutos depois. O jogo terminou com a vitória do Feyenoord por 3x2.

Confira o vídeo:

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--> Vídeo: alto-falante pega fogo antes de partida da NFL

A justiça holandesa absolveu, nesta quarta-feira, uma médica acusada de praticar a eutanásia em 2016 em uma paciente com Alzheimer sem ter assegurado de modo suficiente o consentimento da paciente, um caso inédito no país, um dos primeiros do mundo a legalizar a morte assistida.

A paciente de 74 anos havia solicitado inicialmente a eutanásia, mas pouco depois não teria demonstrado suficientemente o desejo de morrer, de acordo com os promotores.

"Concluímos que todas as exigências da legislação sobre a eutanásia foram atendidas. Assim, a suspeita foi absolvida de todas as acusações", declarou a juíza Mariette Renckens em Haia.

"Pensamos que, levando em consideração o estado de demência profunda da paciente, o médico não precisava verificar seu desejo de eutanásia", completou.

Durante a leitura do veredicto, muitas pessoas aplaudiram a decisão.

O caso, o primeiro do tipo na Holanda - primeiro país a aprovar uma lei sobre a eutanásia em 2002 – provocou a retomada do debate sobre o direito das pessoas com demência a decidir seu próprio destino.

A médica, que trabalhava em uma residência para idosos e que não teve a identidade divulgada, adicionou um sedativo ao café da paciente.

Quando soube que tinha Alzheimer, a mulher assinou uma declaração na qual pedia para ser submetida à eutanásia.

A médica, de 68 anos e agora aposentada, foi acusada de ter "inferido que a mulher desejava morrer sem ter verificado" com ela após o surgimento da doença.

A Promotoria, que não solicitava nenhuma pena contra a acusada, considerava, no entanto, que ela deveria ter mantido uma conversa "mais profunda" com a paciente.

"A demanda por eutanásia foi feita quando a paciente ainda gozava plenamente de todos os seus sentidos e já havia refletido muito a respeito quando assinou a declaração", afirmou a juíza.

"Agora vamos estudar o veredicto com atenção e decidiremos mais tarde se vamos apelar ou não", declarou Sanne van der Harg, porta-voz da Promotoria.

O primeiro dia de atividades na Fórmula 1 após as "férias de verão" na Europa foi marcado nesta quinta-feira pelo anúncio do calendário de 2020 da maior categoria de automobilismo do mundo. Com a confirmação dada no dia anterior da renovação de contrato com o GP da Espanha e as inclusões de Vietnã e Holanda, a F-1 terá um recorde de 22 corridas. Só a Alemanha ficará de fora.

A programação de 2020 manterá uma pausa de quatro semanas em agosto, durante o verão no hemisfério norte, mas incluirá sete pares de corridas consecutivas, o que é um recorde.

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A nova corrida do Vietnã, em Hanói, será o terceiro evento da temporada, em 5 de abril, logo após a sequência de Austrália e Bahrain em março. A corrida de Zandvoort, que será a primeira da Fórmula 1 na Holanda desde 1985, está marcada para o dia 3 de maio, dando início à perna europeia - embora isso seja interrompido pela sequência de junho no Azerbaijão e no Canadá.

"É com grande satisfação que hoje (quinta-feira) publicamos o rascunho do calendário 2020", disse o CEO da F-1, o norte-americano Chase Carey, da Liberty Media, em um comunicado oficial divulgado nesta quinta-feira. "É o ano em que a categoria comemora o seu 70.º aniversário e terá, pela primeira vez, um calendário de 22 corridas".

O dirigente ressaltou o apoio de todos os envolvidos na Fórmula 1, FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e equipes, para a aprovação do novo calendário. "É significativo para o nosso esporte e confirma nossa estratégia de longo prazo. Desde que nos envolvemos nesse esporte, em 2017, conversamos sobre o desenvolvimento de novas cidades para ampliar o apelo da F-1 e, ao mesmo tempo, consolidar nossa presença no Europa, a casa tradicional do automobilismo", afirmou.

"A temporada com um recorde de 22 GPs recebeu apoio unânime da FIA e de todas as equipes e demonstra claramente a confiança que existe no futuro do nosso esporte", completou Chase Carey.

O calendário para 2020 continua sujeito à aprovação do Conselho Mundial de Automobilismo, que se reunirá no próximo mês. A corrida em Monza, na Itália, ainda não tem um contrato em vigor para o próximo ano, mas, segundo o comunicado da Fórmula 1, o compromisso está "atualmente sendo finalizado".

Confira o calendário de 2020 da Fórmula 1:

15 de março - Austrália (Melbourne)

22 de março - Bahrein (Sakhir)

5 de abril - Vietnã (Hanói)

19 de abril - China (Xangai)

3 de maio - Holanda (Zandvoort)

10 de maio - Espanha (Barcelona)

24 de maio - Mônaco (Montecarlo)

7 de junho - Azerbaijão (Baku)

14 de junho - Canadá (Montreal)

28 de junho - França (Paul Ricard)

5 de julho - Áustria (Spielberg)

19 de julho - Grã-Bretanha (Silverstone)

2 de agosto - Hungria (Budapeste)

30 de agosto - Bélgica (Spa-Francorchamps)

6 de setembro - Itália (Monza)

20 de setembro - Cingapura (Cidade de Cingapura)

27 de setembro - Rússia (Sochi)

11 de outubro - Japão (Suzuka)

25 de outubro - Estados Unidos (Austin)

1 de novembro - México (Cidade do México)

15 de novembro - Brasil (São Paulo)

29 de novembro - Abu Dabi (Yas Marina)

A princesa Cristina faleceu nesta sexta-feira (16) em Haia, aos 72 anos, vítima de um câncer ósseo - anunciou a família real holandesa. "Estamos tristes pela morte de nossa querida irmã e tia. Cristina tinha uma personalidade cativante e um grande coração", tuitaram a princesa Beatriz e o casal real, formado pelo rei Willem-Alexander e pela rainha Máxima.

Princesa de Orange-Nassay e de Lippe-Biesterfel, Maria Cristina nasceu com cegueira parcial, em 18 de fevereiro de 1947. Casou-se em 1975 com o professor cubano no exílio Jorge Guillermo, com quem teve três filhos: Bernardo, Nicolás e Juliana. Após seu divórcio em 1996, não era mais elegível à linha sucessória do trono.

Era a quarta filha da rainha Juliana e do príncipe Bernardo e irmã caçula da princesa Beatriz, que reinou na Holanda entre 1980 e 2013. Neste ano, Beatriz abdicou do trono em benefício de seu filho mais velho, o príncipe Willem-Alexander.

Em um período de pouco mais de três meses, a Holanda ficou sem três de seus principais jogadores de uma geração que chegou a uma final de Copa de Mundo. Após os atacantes Robin Van Persie e Arjen Robben, foi a vez nesta segunda-feira de o meia Wesley Sneijder confirmar que está se aposentando do futebol. O atleta de 35 anos, com passagens importantes por times como Ajax, Real Madrid e Inter de Milão, estava jogando no futebol do Catar, defendendo o Al Gharafa.

Sneijder confirmou a sua decisão em um programa da TV oficial do Utrecht, clube holandês da sua cidade natal. O agora ex-jogador anunciou que irá trabalhar como colaborador no time. "Agora que deixei de jogar futebol, quero ter um bom lugar onde possa compartilhar minhas experiências", disse.

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Com 134 jogos, Sneijder é o jogador com mais atuações pela seleção holandesa e, com 33 assistências, o atleta com mais passes para gol pela equipe nacional neste século. Com a Holanda, ele foi vice-campeão do Mundial em 2010 - perdeu a final para a Espanha por 1 a 0, na prorrogação, na África do Sul.

Nesta Copa do Mundo, Sneijder foi o autor do gol que eliminou a seleção brasileira na virada da Holanda por 2 a 1, nas quartas de final. O meia também participou do primeiro gol, cruzando a bola que foi desviada pelo volante Felipe Melo.

Revelado pelo Ajax, o ex-jogador conquistou 21 títulos em sua carreira. O melhor momento foi justamente em 2010, quando conquistou a "tríplice coroa" com a Inter de Milão, treinada pelo português José Mourinho: Liga dos Campeões da Europa, Campeonato Italiano e Copa da Itália.

Justamente depois de 2010 começou o seu declínio técnico. Em 2013, assinou com o Galatasaray, da Turquia, onde ainda conseguiu fazer boas partidas. Em 2017 chegou ao Nice, da França, mas sua passagem pelo futebol francês foi rápida e cinco meses depois foi para o Catar, onde disputou as suas últimas partidas como jogador profissional pelo Al Gharafa.

Além dos títulos pela Inter de Milão, Sneijder ganhou um Campeonato Holandês e duas Copas da Holanda com o Ajax, um Campeonato Espanhol com o Real Madrid, uma Copa das Estrelas do Catar com o Al Gharafa e dois Campeonatos Turcos, três Copas da Turquia e três Supercopas da Turquia com o Galatasaray.

A onda de calor que sufoca a Europa se intensificou ainda mais nesta quarta-feira (24), com temperaturas em torno dos 40°C na França, Alemanha, Espanha, Holanda, Suíça e Bélgica. A previsão é que a quinta-feira seja ainda mais quente.

Isso ocorre semanas depois de uma onda de calor na Europa contribuir para que o mês passado seja considerado o junho mais quente já registrado no mundo.

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A Bélgica ativou o alerta vermelho pela primeira vez em sua história devido às temperaturas em todo o país, exceto na costa. A medida, válida até sexta-feira, é tomada em casos extremos. O país vive suas mais altas temperaturas desde o início dos registros, em 1833.

O termômetro subiu nesta tarde para 39°C no centro da Bélgica, onde as autoridades pediram à população que tome medidas de precaução para evitar insolação e desidratação. Vários serviços da prefeitura de Bruxelas, especialmente aqueles realizados ao ar livre, como limpeza e coleta de lixo, têm ordem de suspender as atividades a partir das 13h na quarta, quinta e sexta-feira.

Na Alemanha, o Serviço Alemão de Meteorologia (DWD) alertou que o recorde nacional de temperatura, de 40,3°C em Kitzingen, na Baviera, em 2015, pode ser quebrado nos próximos dias.

O serviço de meteorologia holandês comunicou pelas redes sociais que o calor nesta quarta-feira bateu o recorde no país, mantido há 75 anos. Pouco antes das 15h (horário local), foram registrados 38,8°C em Gilze Rijen, no sul, perto da fronteira com a Bélgica.

Na França, quase todo o país esteve em alerta laranja nesta quarta-feira, com temperaturas próximas a 40°C. A capital do vinho, Bordeaux, registrou na terça-feira seu recorde histórico de temperatura, com 41,2°C, segundo o serviço meteorológico francês Météo-France.

Em Paris, os turistas invadiram as fontes para se refrescar. Para oferecer à população outros espaços frescos, a prefeitura da capital francesa abriu salas com ar-condicionado em prédios públicos e ordenou a abertura de parques e jardins à noite.

O pior virá na quinta-feira, quando o termômetro poderá subir para 43°C, especialmente no nordeste da França.

As autoridades francesas impuseram restrições ao uso de água em várias regiões do país devido a uma seca que causou uma queda drástica nos níveis das águas subterrâneas e fluviais.

"No momento, a situação é difícil, embora esteja sob controle, mas precisamos estar muito atentos", disse a ministra francesa do Meio Ambiente, Emmanuelle Wargon, na terça-feira, referindo-se aos níveis nacionais de água. Ela pediu à população que demonstre "responsabilidade cívica", evitando desperdício.

Na Espanha, foram previstas temperaturas máximas de 40°C em grande parte do país, incluindo em Toledo, Aragão e Navarra (norte), Extremadura (oeste) e Andaluzia (sul).

No Reino Unido, o escritório britânico de meteorologia anunciou que o recorde de temperatura no país, de 38,5°C, registrado em agosto de 2004, pode ser superado nesta quinta-feira durante o pico de calor.

A operadora da rede ferroviária britânica, a Network Rail, informou que a velocidade com que os trens operam foi reduzida devido às condições climáticas. "O calor extremo pode fazer com que os cabos aéreos caiam. Diminuímos a velocidade para manter os passageiros seguros quando isso acontece", comunicou a companhia no Twitter.

Campeã mundial feminina pela segunda vez seguida, a seleção dos Estados Unidos segue soberana no ranking da Fifa. Na atualização divulgada pela entidade nesta sexta-feira, cinco dias depois da final da competição realizada na França, as norte-americanas ampliaram ainda mais a liderança. De 29, a vantagem sobre a Alemanha, que manteve a segunda colocação mesmo com a eliminação nas quartas de final, é agora de 121 pontos (2.180 contra 2.059).

Dentro do Top 10 do ranking, a maior mudança ficou por conta da Holanda, vice-campeã do Mundial, que pulou da oitava para a terceira posição, com 2.037 pontos, na atualização que é feita a cada três meses pela Fifa. A segunda seleção que mais ganhou posições foi a Suécia, semifinalista, que subiu do nono para o sexto lugar.

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A quarta colocação permanece com a França, eliminada pelos Estados Unidos nas quartas de final, com 2.029 pontos. A Inglaterra, mesmo tendo chegado às semifinais, perdeu duas posições no ranking e agora está em quinto lugar, com 2.027. O Canadá também caiu dois postos e fica em sétimo, seguido por Austrália e Coreia do Norte.

O Brasil, que foi eliminado ainda nas oitavas de final para a anfitriã França, não ganhou nem perdeu postos e ocupa a 10.ª colocação. As brasileiras somam 1.938 pontos - perdeu seis em relação à lista de abril -, 242 a menos que os Estados Unidos. Têm um a mais que o Japão, que caiu quatro lugares ao também cair nas oitavas no Mundial.

Confira o ranking feminino da Fifa:

1.º - Estados Unidos - 2.180 pontos

2.º - Alemanha - 2.059

3.º - Holanda - 2.037

4.º - França - 2.029

5.º - Inglaterra - 2.027

6.º - Suécia - 2.021

7.º - Canadá - 1.976

8.º - Austrália - 1.965

9.º - Coreia do Norte - 1.940

10.º - Brasil - 1.938

11.º - Japão - 1.937

12.º - Noruega - 1.917

13.º - Espanha - 1.899

14.º - Itália - 1.891

15.º - Dinamarca - 1.839

16.º - China - 1.838

17.º - Islândia - 1.822

18.º - Suíça - 1.815

19.º - Bélgica - 1.813

20.º - Coreia do Sul - 1.805

Os Estados Unidos confirmaram o favoritismo neste domingo (7) e derrotaram a Holanda por 2 a 0, em Lyon, no Mundial Feminino da França. O resultado garantiu à equipe norte-americana o inédito tetracampeonato na competição. Os dois gols do título saíram no segundo tempo. Rapinoe, de pênalti, após intervenção do árbitro de vídeo (VAR), e Lavelle marcaram os gols.

As americanas encerram a Copa do Mundo vencendo os sete jogos que disputaram: Tailândia (13 x 0), Chile (3 x 0), Suécia (2 x 0), Espanha (2 x 1), França (2 x 1), Inglaterra (2 x 1) e Holanda (2 x 0).

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O quarto título ratifica a hegemonia americana no futebol feminino. Campeões em 1991, 1999, 2015 e, agora em 2019, os EUA ainda acumulam um vice-campeonato (2011), e três terceiros lugares (1995, 2003 e 2007). Ou seja, desde que a modalidade feminina passou a ser disputada, o pior resultado americano nas oito edições foi a medalha de bronze.

Atual campeã da Eurocopa, a Holanda disputou apenas o seu segundo Mundial. Em 2015, no Canadá, o país acabou eliminado pelo Japão, nas oitavas de final.

O JOGO - Os EUA dominaram o primeiro tempo. Com um jogo agressivo e em busca da vantagem no placar desde o começo da final, transformaram a goleira holandesa Van Veenendaal na principal jogadora em campo, com, pelo menos, quatro defesas importantes.

Preocupadas em não sofrer o gol logo nos primeiros minutos da final, as holandesas optaram por uma postura defensiva, cautelosa, deram a posse de bola às americanas e focaram em preencher os espaços no setor defensivo.

O primeiro grande lance da etapa inicial aconteceu aos 27 minutos. A volante Ertz chutou forte e obrigou Van Veenendaal a praticar uma difícil intervenção.

Dez minutos depois, a goleira holandesa faria outras duas boas defesas, após finalizações de Mewis e Morgan. Em seguida, novamente Morgan acertou outro belo chute da entrada da área e Veenendaal se esticou no canto esquerdo para evitar o gol.

No início do segundo tempo, com a intervenção do árbitro de vídeo, os EUA abriram o placar. Aos 12 minutos, Van der Gragt derrubou Morgan dentro da área. A árbitra de campo, Stephanie Frappart (França), que havia marcado apenas escanteio, foi chamada pelo VAR para analisar a imagem na lateral do gramado. Após análise no monitor, marcou pênalti para a seleção americana. Na cobrança, Rapinoe abriu o placar da final.

Em desvantagem, a Holanda deixou a postura defensiva de lado, foi em busca do empate e, no contra-ataque, levou o segundo gol. Aos 23 minutos, Lavelle carregou a bola com liberdade e, da entrada da área, chutou forte no canto esquerdo de Van Veenendaal.

O segundo gol abateu a seleção da Holanda. Então organizada e disciplinada taticamente, começou a deixar espaços no setor defensivo, permitindo que os EUA chegassem com perigo em busca do terceiro gol, que somente não saiu, pelo excessivo capricho americano no momento das finalizações.

O Mundial Feminino chega ao fim neste domingo com a decisão entre Estados Unidos e Holanda, às 12h (horário de Brasília), e motivos de sobra para celebração. A competição na França foi um sucesso de audiência e visibilidade em todo o mundo, quebrando marcas e superando importantes jogos do masculino.

O público brasileiro demonstrou grande interesse pela disputa, mesmo depois da eliminação da seleção liderada por Marta. A vitória por 3 a 0 sobre a Jamaica, na abertura no torneio, praticamente dobrou a audiência média daquele horário na TV.

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Em São Paulo, foram registrados 19 pontos de audiência na Globo, o que representa 43% dos televisores ligados no canal. Foi um aumento de 9 pontos em comparação à programação normal da emissora às tardes.

A eliminação do Brasil para a França registrou 32 pontos (53% dos televisores ligados), 11 a mais do que a média de maio em partidas do Brasileirão. O sucesso foi tão grande que a Globo decidiu transmitir a final deste domingo na TV aberta.

A Europa também se rendeu ao futebol feminino. Na BBC, uma das maiores emissoras britânicas, a semifinal entre Inglaterra e EUA foi assistida por 11,7 milhões de telespectadores, enquanto a decisão entre Liverpool e Tottenham, da Liga dos Campeões, foi vista por "apenas" 11,3 milhões, de acordo com dados divulgados pela emissora. Ao todo, 50,8% das TVs ligadas na Inglaterra no momento da semifinal estavam sintonizadas no jogo. Foi então a quarta vez que a competição bateu recorde no canal oficial.

Anteriormente, o auge de audiência da modalidade na Inglaterra ocorreu no Mundial de 2015, na derrota da Inglaterra para o Japão, quando 1,7 milhão de pessoas acompanharam o jogo.

Em vários cantos do mundo, a audiência disparou, batendo jogos do masculino. Na Holanda, uma das finalistas, a partida das oitavas, contra o Japão, foi vista por 3,5 milhões de pessoas, número superior à final da Liga das Nações entre Holanda e Alemanha. Nos EUA, o outro finalista, a audiência do canal Fox dobrou em comparação aos dados do Mundial de 2015.

Antes de começar a Copa, a Fifa projetava que 1 bilhão de pessoas assistiriam a disputa. Após os primeiros jogos, admitiu que o número seria maior.

TRADIÇÃO X NOVATAS - Tradição e uma nova força do futebol mundial decidem o Mundial da França. De um lado, os tricampeões Estados Unidos. Do outro, a novata Holanda, que busca seu primeiro título mundial, mas chega credenciada pelo título recente da Eurocopa.

As duas seleções chegam com 100% de aproveitamento e prometem um grande jogo pelo que mostraram ao longo da disputa. O destaque fica para o fato de os dois times contarem com mulheres como técnicas, algo raro neste Mundial.

Das 24 seleções que iniciaram o torneio, apenas nove eram dirigidas por mulheres. Jill Ellis (EUA) e Sarina Wiegman (Holanda) são as finalistas. A campeã vai receber US$ 30 milhões (R$ 114 milhões) pelo título.

Em um jogo marcado pela alternância no poder da partida e consequentemente bastante equilibrado, a Holanda derrotou a Suécia, por 1 a 0, nesta quarta-feira, em Lyon, na França, com gol marcado no primeiro tempo da prorrogação, após empate sem gols nos 90 minutos regulamentares.

Com o resultado, as holandesas, que participaram pela segunda vez de um Mundial, vão enfrentar os Estados Unidos, domingo, às 12 horas (horário de Brasília). As suecas, vice campeãs em 2003, vão tentar repetir o terceiro lugar, obtido em 1991 e 2011, sábado, frente à Inglaterra.

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A semifinal foi vista por 48.452 espectadores, o segundo melhor público da competição, atrás apenas de Estados Unidos x Inglaterra, que levou 53.502 torcedores na outra semifinal.

O primeiro tempo foi decepcionante, principalmente pelo lado holandês, que se limitou a ficar na marcação. A iniciativa foi toda da Suécia, que, confiante por ter eliminado a Alemanha nas quartas de final, alugou o campo ofensivo e teve as melhores oportunidades para abrir o placar.

Aos 36 minutos, a grande chance sueca no primeiro tempo. Asllani cobrou escanteio pela esquerda, Rubensson finalizou na zaga, Hurtig pegou o rebote e Van Veenendaal fez grande defesa.

O segundo tempo foi diferente. As holandesas, apoiadas pela torcida francesa, partiram para o ataque, mas também abriram espaço na defesa. Com isso, o jogo foi repleto de emoções. Aos dez minutos, Eriksson cobrou escanteio e Van Veenendaal afastou de soco. No rebote, Fischer dominou, bateu cruzado e acertou a trave holandesa.

Aos 18, a resposta da Holanda, também em uma jogada de escanteio. Miedema nem precisou saltar para cabecear. Lindahl deu um toque sutil na bola, que explodiu no travessão.

Nos minutos finais do tempo normal, a Suécia ficou mais perto da vaga, por intermédio da força das atacantes Blackstenius e Jakobsson, além da habilidade e velocidade de Asllani. Do lado holandês, Miedema brigou com toda a zaga adversária.

Aos 42, Eriksson teve a chance em cobrança de falta, mas errou o alvo por pouco. Apesar de não merecer, a Holanda quase conseguiu a vitória nos 90 minutos, quando Van De Sanden bateu cruzado para boa defesa de Lindahl.

A Holanda veio com outra postura na prorrogação, ao pressionar a adversária em seu campo e concentrar as jogadas pelo lado direito com Van De Sanden. Aos 9, em jogada rápida, Groenen bateu seco de fora da área e abriu o placar: 1 a 0.

No segundo tempo do tempo extra, o comando do jogo voltou a ser da Suécia, mas o cansaço e o nervosismo foram componentes negativos para o time que precisava buscar a igualdade no placar. A Holanda poderia ter ampliado a vantagem, mas Van De Sanden voltou a falhar nas finalizações.

No último lance do jogo, a sueca Asllani sofreu uma pancada no queixo, foi atendida por cinco minutos e saiu do gramado imobilizada e de maca.

A Holanda conseguiu a vaga inédita no Mundial, mas vai precisar jogar muito para equilibrar a decisão diante da favorita equipe norte-americana.

Um cão farejador da Receita Federal localizou 523 quilos de cocaína, no Porto de Santos, litoral de São Paulo, nesse domingo (30). A droga estava em uma carga de suco de laranja congelado e seguiria para Roterdã, na Holanda.

O entorpecente estava dividido em tabletes, dentro de 12 bolsas, junto à porta de um dos contêineres com a carga da bebida. Devido a facilidade para encontrar o material, a Receita sugere que a droga foi colocada no contêiner sem conhecimento dos exportadores e importadores. O caso será investigado.

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Em uma partida equilibrada, a Holanda venceu neste sábado (29) a Itália por 2 a 0, em Valenciennes, e avançou para as semifinais da Copa do Mundo feminina. Os gols da vitória holandesa foram de cabeça, sendo anotados por Vivianne Miedema e Stefanie van der Gragt.

Mesmo com o forte calor em Valenciennes, as duas seleções fizeram um primeiro tempo movimentado e muito equilibrado.

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A primeira boa chance do jogo foi para as italianas. Aos 17 minutos, Valentina Bergamaschi dominou dentro da área da Holanda, mas a jogadora do Milan errou o chute e facilitou a defesa da goleira Sari van Veenendaal.

As holandesas responderam com Vivianne Miedema, mas o chute da atacante saiu por cima do gol defendido por Laura Giuliani.

A melhor chance dos primeiros 45 minutos foi da Azzurra. Valentina Giacinti recebeu um passe na medida dentro da área, a atacante do Milan chutou fraco e perdeu uma ótima oportunidade de abrir o placar.

A Holanda voltou melhor no segundo tempo e criou a primeira chance aos quatro minutos, com um arremate de fora da área de Lieke Martens que foi defendido por Giuliani. Pouco tempo de pois, novamente a atacante do Barcelona recebeu em boas condições e arriscou, mas o chute também foi parado pela goleira italiana.

Na sequência, sos 12 minutos, Daniëlle van de Donk chutou da entrada da área e acertou o travessão da Itália. No 24º minuto, as italianas não conseguiram segurar a pressão holandesa. Sherida Spitse cobrou uma falta com perfeição e mandou na cabeça de Miedema, que apenas empurrou para o fundo da rede.

A Itália pareceu ter sentido o gol e logo depois tomou o segundo. Em outra jogada aérea, Spitse cruzou dentro da área e Van der Gragt apareceu bem para colocar a cabeça na bola e encaminhar a classificação holandesa.

Na próxima fase, a Holanda irá encarar a vencedora da partida entre Alemanha e Suécia, que será disputado ainda neste sábado (29), em Rennes.

A Itália, por sua vez, deixa o Mundial após uma boa e surpreendente campanha, já que no início, a Azzurra não era favorita nem para passar da fase de grupos.

Da Ansa

Inglaterra e Estados Unidos já garantiram vaga na semifinal da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Ainda restam duas vagas que serão disputadas por Itália, Holanda, Alemanha e Suécia neste sábado (29).

A Itália joga contra a Holanda às 10h, no estádio Hainaut, em Valenciennes. E a Alemanha enfrenta a Suécia às 13h30, no estádio Roazhon Park, em Rennes.

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Itália

As italianas marcaram nove gols e levaram dois no Mundial. Venceram a Austrália e a Jamaica. Perderam para o Brasil. E eliminaram a China nas oitavas de final.

Holanda

As holandesas fizeram oito gols e sofreram três até agora na Copa. Na primeira fase, venceram Camarões, Nova Zelândia, e Canadá. Eliminaram o Japão na fase seguinte.

Alemanha

A defesa alemã é a menos vazada da Copa. Até o momento, não levou gol. Em contrapartida, marcou nove gols. Venceu a China, a Espanha e a África do Sul na fase de grupos. Eliminou a Nigéria nas oitavas de final.

Suécia

As suecas fizeram oito gols e levaram três. Venceram o Chile e a Tailândia. Perderam para os Estados Unidos. Eliminaram o Canadá.

Jogos da semifinal da Copa do Mundo de Futebol Feminino

Terça-feira (2)

Inglaterra x Estados Unidos

Quarta-feira (2)

Vencedor (Itália x Holanda) x Vencedor (Alemanha x Suécia)

O domínio do Mundial Feminino pelas seleções europeias é praticamente completo. Nesta terça-feira, no duelo que encerrou as oitavas de final, a Holanda se tornou a sétima seleção do Velho Continente garantida nas quartas ao derrotar o Japão por 2 a 1, na partida disputada no Roazhon Park, em Rennes.

A rival da Holanda nas quartas será a Itália, que superou outra seleção asiática nesta terça-feira, a China, batida por 2 a 0. O confronto entre as equipes europeias será no sábado, em Valenciennes. Os outros três duelos da próxima fase também estão definidos e serão: Noruega x Inglaterra, França x Estados Unidos e Alemanha x Suécia.

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No duelo desta terça-feira, a Holanda até começou melhor e abriu o placar aos 16 minutos do primeiro tempo, quando, após uma cobrança de escanteio à meia altura, Martens desviou a bola para as redes. Mas aí as japonesas reagiram, acertando a trave com Sugasawa, aos 19. E empataram o duelo aos 42 minutos, quando Iwabuchi deu lindo passe para Hasegawa, que finalizou às redes.

O segundo tempo foi de domínio quase total das japonesas, que criaram chances de gols em sequência, mas não conseguiu converter nenhuma, sendo que, na melhor delas, Sugita acertou o travessão aos 33 minutos.

O castigo para as japonesas veio no fim, após a arbitragem marcar pênalti por entender que Kumagai cortou com o braço, na grande área, uma finalização de Miedema. Aos 45 minutos, Martens converteu a cobrança e definiu a vitória holandesa por 2 a 1, classificando a sua seleção às quartas de final do Mundial e eliminando as japonesas, que haviam sido finalistas nas duas edições anteriores do torneio - foram campeãs em 2011 e vices em 2015.

A disputa entre europeias e asiáticas vai decidir quem avança para as quartas de final da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Restam duas vagas. Nesta terça (25), a Itália joga contra a China; e a Holanda, contra o Japão.  

Na fase de eliminação, se houver empate no tempo normal, a partida vai para a prorrogação e poderá ser decidida nos pênaltis. Noruega eliminou a Austrália nas oitavas de final nos pênaltis. E a França mandou o Brasil mais cedo pra casa na prorrogação. 

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Itália x China

O jogo será às 13h, no estádio de la Mosson, em Montpellier.

A Itália, primeira colocada do Grupo C, somou 2 vitórias e uma derrota na primeira fase. Surpreendeu a Austrália por 2 a 1. Goleou a Jamaica por 5 a 0. E perdeu para o Brasil por 1 a 0.

A China, na fase de grupos, foi econômica na quantidade de gols marcados pelo Grupo B. Apenas dois. Sofreu uma derrota, venceu uma partida e empatou outra. Perdeu para a Alemanha por 1 a 0. Ganhou da África do Sul por 1 a 0. E empatou com a Espanha em 0 a 0. Mesmo assim avançou para as oitavas de final.

Holanda x Japão

O jogo será às 16h, no estádio Roazhon Park, em Rennes.

A Holanda teve 100% de aproveitamento pelo Grupo E na primeira fase. Venceu a Nova Zelândia por 1 a 0. Dominou Camarões por 3 a 1. E ganhou do Canadá por 2 a 1.

O Japão, detentor de um título mundial, deixou a desejar na primeira fase da Copa na França. Somou 4 pontos e ficou com a segunda colocação do Grupo D. Empatou com a Argentina em 0 a 0. Venceu a Escócia por 2 a 1. Perdeu para a Inglaterra por 2 a 1.

Jogos das quartas de final da Copa da França 2019

Quinta(27)
Noruega x Inglaterra - às 16h.

Sexta (28)
França x Estados Unidos – às 16h.

Sábado (29)
Vencedor (Itália x China) x Vencedor (Holanda x Japão) – às 10h.
Alemanha x Suécia - às 13h30.

Os promotores da Holanda devem indiciar quatro pessoas por assassinato no caso da derrubada, com um míssil russo, de um avião de passageiros na Ucrânia em 2014, e o julgamento começará em março de 2020, anunciaram nesta quarta-feira (19) as famílias das vítimas.

"Um julgamento começará em 9 de março de 2020 contra quatro pessoas acusadas de assassinato", afirmou à imprensa Silene Fredriksz, que perdeu um filho e sua nora na tragédia, pouco depois de um encontro das famílias das vítimas com as autoridades holandesas sobre a investigação.

Nesta terça-feira(11), três partidas encerram a primeira rodada da Copa do Mundo de Futebol Feminino na França.

A expectativa é grande para ver a atuação da seleção dos Estados Unidos. As americanas são tricampeãs e participaram de todos as edição da Copa do Mundo feminina. Sempre chegaram, pelo menos, até a fase semi-final. Ao todo foram 43 jogos, 33 vitórias, 112 gols. A adversária é a Tailândia.

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O Chile - estreante no Mundial - e a Nova Zelândia tentarão supreender as adversárias, Suécia e Holanda, respectivamente. 

Nova Zelândia x Holanda

As duas seleções já se enfrentaram sete vezes. As holandesas venceram três vezes; as neozelandesas, duas vezes; e houve dois empates. A Holanda leva vantagem no saldo de gols.

Pelo Grupo E, Nova Zelândia e Holanda entram em campo, às 10h, no estádio Océane, em Le Havre.

Chile x Suécia

Confronto inédito. 

Pelo Grupo F, Chile enfrenta a Suécia, às 13h, no estádio Roazhon Park, em Rennes.

Estados Unidos x Tailândia

As duas seleções se enfretaram apenas uma vez. O encontro foi em um amistoso, em 1996. As americanas não tomaram conhecimento da adversária e aplicaram uma goleada de 9 a 0.

Pelo Grupo F, Estados Unidos joga contra Tailândia, às 16h, no estádio Auguste-Delaune, em Reims.

O secretário americano de Estado, Mike Pompeo, viajou nessa quinta-feira (30) à Alemanha para compensar uma visita que cancelou de última hora no início do mês.

Berlim, um aliado de Washington que mantém difíceis relações com o presidente Donald Trump, será a primeira escala de Pompeo de uma viagem por quatro países: Alemanha, Suíça, Holanda e Grã-Bretanha.

Nesta sexta-feira, Pompeo deve se reunir em Berlim com o ministro das Relações Exteriores, Heiko Maas, e com a chanceler Angela Merkel, após cancelar abruptamente uma visita à Alemanha em 7 de maio.

"Estamos muito contentes de poder encontrar um momento, ainda em maio, que funcione tanto para o lado americano como para o alemão", disse um funcionário americano que pediu para não ser identificado.

O funcionário avaliou que é "um ano muito importante" diante do 70º aniversário de fundação da República Federal da Alemanha e da ponte aérea de Berlim.

Como outros aliados europeus de Washington, a Alemanha se mostra cética sobre o duro enfoque dos Estados Unidos em relação ao Irã e defende o acordo de 2015 sobre o programa nuclear de Teerã, do qual Trump se retirou.

Após semanas de uma escalada de tensões, Trump se distanciou de seus assessores ao dizer que quer dialogar com o Irã.

Pompeo declarou que os Estados Unidos têm canais para se comunicar com o Irã, mas não revelou detalhes.

A Suíça, segunda etapa da atual viagem, administra os interesses americanos no Irã diante da ausência de relações diplomáticas entre Teerã e Washington.

A seleção brasileira feminina de vôlei estreou com vitória na segunda semana da Liga das Nações. Nesta terça-feira, em Apeldoorn, teve atuação irregular, mas mesmo assim conseguiu vencer a anfitriã Holanda por 3 sets a 2, com parciais de 21/25, 30/28, 25/20, 18/25 e 15/11.

O time nacional volta à quadra nesta quarta-feira para enfrentar a Polônia, a partir das 11h30 (de Brasília). Na semana passada, o Brasil atuou em Brasília, com dois triunfos, sobre China e Rússia, e uma derrota, para a República Dominicana.

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O técnico José Roberto Guimarães iniciou a partida com Macris, Paula Borgo, Mara, Bia, Gabi, Amanda e Leia, a líbero, como titulares. Mas o Brasil não foi bem no primeiro set, ao cometer muitos erros em todos os fundamentos. As holandesas aproveitaram e fecharam a parcial em 25 a 21.

As duas equipes foram irregulares no segundo set. O Brasil chegou a abrir 14 a 10, mas não manteve o ritmo e viu as adversárias empatarem. Com bloqueio bem postado e Gabi bem nas bolas decisivas, a seleção chegou a abrir 21 a 18, mas, por causa de erros na recepção, as holandesas viraram para 24 a 22. Gabi e Tainara conseguiram nova reviravolta no placar e as brasileiras fecharam em 30 a 28.

Os times melhoraram de produção no terceiro set e se revezaram na liderança do placar. As anfitriãs só conseguiram uma boa vantagem quando marcaram 11 a 8. Com saque agressivo e jogadas rápidas de meio e bloqueio, a Holanda marcou 16 a 11 e seguiu em vantagem até 19 a 14. Mas, a partir daí, as holandesas passaram a errar todos os ataques e ainda tiveram de conviver com o ótimo saque de Paula Borgo. O Brasil ganhou dez pontos, enquanto o time holandês só conseguiu um. Final do terceiro set: 25 a 20 para o Brasil.

A seleção brasileira voltou a jogar mal no quarto set. Mesmo assim conseguiu equilibrar o placar até 9 a 9. A Holanda, com destaque para Jasper, aproveitou a instabilidade brasileira para marcar 16 a 11. O time de Zé Roberto deu a impressão de que reagiria, quando chegou a 19 a 16, mas voltou a acumular falhas em todos os fundamentos. A Holanda aproveitou e fez 25 a 18.

Para se ter uma ideia da irregularidade brasileira, as holandesas cometeram 35 erros nos quatro primeiros sets, enquanto o time de Zé Roberto falhou 22 vezes. Mas a grande atuação de Gabi no tie-break garantiu mais uma vitória para o Brasil. A capitã marcou seis pontos e liderou a seleção no triunfo por 15 a 11. O ponto final saiu no belo ace de Lorenne.

As holandesas Juliet Lohuis, com 28 acertos, e Nicole Oude Luttikhuis, com 21, foram as maiores pontuadoras do jogo. Já Ana Beatriz fez 18 pontos pelo Brasil.

AGENDA - Depois de encarar a Bulgária, quinta-feira, a seleção brasileira seguirá para Lincoln, nos Estados Unidos, onde terá pela frente Alemanha, Coreia do Sul e as anfitriãs norte-americanas entre 4 e 6 de junho. Na quarta semana desta fase, entre 11 e 13 de junho, o time comandado por Zé Roberto jogará em Tóquio, no Japão, e terá pela frente as donas da casa, a Tailândia e a Sérvia. Já na quinta e última semana da fase classificatória, que ocorrerá entre 18 e 20 de junho, em Ancara, na Turquia, o Brasil pegará a Turquia, a Itália e a Bélgica.

O estágio final da competição, em Nanquim, na China, entre 3 e 7 de julho, contará com a seleção anfitriã e os cinco times mais bem colocados ao final da fase classificatória.

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