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O Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere) realiza, na tarde desta terça-feira (15), na Academia da Cidade, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife, uma carreata contra a volta às aulas presenciais e a exploração dos professores neste período de aulas remotas. A manifestação vai em direção ao Derby e o ato deve acabar na Prefeitura do Recife.

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De acordo com o Simpere, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, estaria impondo, "autoritariamente", um calendário de reposição de aulas, forçando tempos excessivos de interação virtual nocivos à saúde física e mental dos/as educadores/as, com reposição em fins de semana e feriados, e fazendo os professores tirarem de seu próprio salário os equipamentos necessários para as atividades.

“Não houve diálogo algum com a categoria ou com a nossa entidade de classe sobre o processo de reposição”, alega, por meio de nota, o Simpere. A manifestação iria acontecer na Avenida Agamenon Magalhães, em frente ao Classic Hall, localizado em Olinda, contudo, segundo o sindicato, foram enviadas viaturas da polícia para bloquear o local.

O LeiaJá procurou a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação do Recife para que a pasta se posicione sobre as alegações dos docentes. Até o fechamento desta matéria, não tivemos retorno do órgão.

Rodoviários da empresa Caxangá paralisaram as atividades nesta sexta-feira (4). Segundo o Sindicato dos Rodoviários, o protesto é contra demissões abusivas.

As duas garagens da Caxangá em Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR) foram fechadas por motoristas e cobradores. A ausência das 48 linhas da Caxangá afeta diretamente a população de Recife e Olinda. Outras empresas foram acionadas para atenuar a situação.

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De acordo com o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Aldo Lima, profissionais com mais de 20 anos na empresa estão sendo desligados. "Estão falando para os trabalhadores procurarem o setor jurídico da empresa e oferecendo qualquer valor. A empresa não paga as verbas rescisórias de forma correta. Estamos lutando para cancelar todas essas demissões", disse.

Por nota, a Caxangá informou que foi surpreendida pelo movimento, realizado sem qualquer negociação ou comunicação prévia. Ela não comentou sobre as demissões.

Nesta quinta (3), profissionais da educação de Pernambuco realizaram um ato em frente ao Palácio do Campo das Princesas, na área central do Recife. Convocada pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco (Sinepe-PE), a categoria tem como objetivo reafirmar a necessidade da reabertura das unidades de educação básica do estado, bem como solicitar ao governador Paulo Câmara uma data para a retomada das aulas na rede de ensino básico.

Reunidos na Praça da República, em frente à sede do governo, os profissionais empunhavam cartazes pedindo o retorno das aulas no ato intitulado de Grande Encontro Pela Educação. Representando 2.400 unidades particulares de ensino, o Comitê de Crise do Sinepe-PE levou o manifesto Educação é Prioridade para ser entregue diretamente ao governador do estado, através de uma comissão. Veja o vídeo abaixo:

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O presidente do Sinepe, professor José Ricardo Diniz, falou ao LeiaJá sobre a demanda da categoria. Para ele, o governo estaria "cerceando" o direito das famílias de mandarem seus filhos às escolas. "A escola vai oferecer as duas modalidades, à distância e presencial, a gente quer proteger o direito de escolha dos pais de mandar seus filhos ou não. Cada família sabe onde o calo aperta", disse.

O presidente do sindicato também falou que apenas as escolas que estiverem prontas abrirão mediante a liberação de seu funcionamento e que esse retorno deveria ser imediato. "Pra nós (o retorno) teria que ser já, eu não entendo de outra forma. Não há mais o que argumentar. É porque a educação não é prioridade, muitas vezes, a educação tá dentro do jogo político. A gente precisa vencer isso", finalizou.

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Na última quarta-feira (1º), o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), Fernando Melo, declarou que o sindicato não recomenda datas de retomada das aulas presenciais no estado. 

A afirmação foi feita durante a live “Quando passar... Como será o mundo após a pandemia?”, que teve como tema o retorno às aulas presenciais e contou também com a presença de Cláudio Furtado, representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); Rozana Barroso, presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e do secretário de Educação e Esportes de Pernambuco, Fred Amancio.

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Fernando explica que no dia 1º de junho o sindicato entregou à Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE-PE) um documento com recomendações para o retorno às aulas no momento pós-pandemia, baseado em orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Colocamos questões e contribuições para trabalhar em três eixos: a garantia do direito à educação para todos e para todas, a questão da infraestrutura sanitária profissional e tecnológica e o terceiro é que a gente possa instituir um pacto educacional pautado na capacitação dos profissionais”, disse ele. 

Quando questionado se, com a elaboração do documento de orientações, o sindicato recomenda alguma data para o retorno, Fernando foi taxativo ao negar. “O Sintepe está defendendo, através de seu documento, protocolos, diretrizes, condições sanitárias, condições estruturais, todo o conjunto de elementos que quando do retorno, quando possivelmente nós viermos a retornar às atividades presenciais, nós tenhamos essas condições estabelecidas. O princípio que norteia o nosso documento é a defesa da vida e hoje nós não estamos vendo no horizonte  uma data que nós possamos dizer ‘é a partir dali que nós vamos retornar’”, afirmou. 

Além das questões mais diretamente ligadas aos números da pandemia no estado, como ocupação de leitos, óbitos e registro de casos, Fernando aponta outras razões pelas quais, segundo ele, a recomendação de uma data para o retorno é inviável no momento.

“Esse retorno vai exigir todo um cuidado, toda uma logística para que a gente possa efetivamente assegurar o cuidado com essas vidas. Nós temos na rede estadual escolas que têm uma estrutura muito boa, mas temos também escolas que não têm uma estrutura que permita ao estudante o distanciamento dentro da sala de aula. Que permita ao estudante com tranquilidade o acesso à questão da água, que tenha uma rede de esgoto que atenda bem àquela escola ou àquela localidade. Temos uma série de circunstâncias que hoje assustam quando a gente fala num possível retorno”, disse o professor.

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Na manhã desta quinta-feira (25), motoristas e cobradores demitidos durante a pandemia já estão concentrados no bairro de Santo Amaro para sair às ruas do centro do Recife em protesto. De acordo com a assessoria, o horário da passeata está marcado por volta das 10h.

Desde às 7h no bairro de Santo Amaro, os profissionais desempregados recebem cestas básicas e aconselhamento jurídico. Além da recontratação, a categoria pede pela circulação total dos coletivos e a entrega de equipamentos de proteção individual contra a Covid-19.

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A partir das 10h, o grupo planeja ultrapassar os muros do sindicato e tomar as principais ruas do centro em caminhada até o Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo. Acompanhe o ato ao vivo:

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Pedindo a circulação de toda frota de ônibus, o Sindicato dos Rodoviários do Recife e Região Metropolitana promete realizar uma manifestação na manhã desta quinta-feira (25). Convocado com o "grande protesto", a concentração do ato está marcada às 7h, na sede da entidade, no bairro de Santo Amaro, área Central do Recife.

Além do aumento da quantidade de coletivos para a população, o sindicato cobra a distribuição adequada de equipamentos de proteção, o fim da dupla função imposta aos motoristas, além da readmissão dos profissionais demitidos durante a pandemia.

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Segundo levantamento do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Crédito no Estado de Pernambuco, até esta segunda-feira (8), 219 bancários testaram positivo para o Covid-19 no Estado, outros 147 casos estão sendo mantidos como suspeitos para o novo coronavírus. Só a Caixa Econômica Federal é responsável por maior parte desses números, sendo 60 de seus bancários confirmados e outros 60 ainda na espera dos resultados do Covid-19.

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Isso pode ser um reflexo da situação que os bancários da Caixa estão enfrentando diariamente desde o início do pagamento da primeira parcela do Auxílio Emergencial no dia 9 de abril. Com poucas informações, aplicativo disponibilizado pela estatal apresentando falhas e o desespero das pessoas que se viam sem renda, o que boa parte desses beneficiários acreditaram é que só na agência conseguiriam tirar dúvidas e sacar o dinheiro. 

Foram milhões de pessoas enfrentando filas e aumentando a demanda de quem trabalhava 6h ou 8h por dia e que foi obrigada a se “adequar” e passar a trabalhar até 14h por dia (segundo tem constatado o sindicato) - nesse caso os que atuam na CAIXA de todo o Brasil. Tamanha situação enfrentada pelos bancários só fez aumentar as dificuldades de quem trabalha na estatal e de quem precisa dos recursos disponibilizados. Nesses últimos dois meses, de acordo com a CAIXA, mais de 107 milhões de brasileiros pediram o auxílio.

Com familiares idosos em casa e com doenças que podem agravar a situação do Covid-19, os bancários temem a contaminação. O estresse por conta da carga de trabalho e o cotidiano na empresa também são as questões mais apontadas pelo sindicato dos bancários que recebe - em muitos casos - as informações anonimamente, já que esses bancários também temem pela sua estabilidade na empresa.

Saque da 2ª parcela só foi permitido a partir do dia 30 de maio. Foto: Júlio Gomes/LeiaJá Imagens

O LeiaJá entrou em contato com alguns bancários para saber mais detalhes sobre a situação vivida diariamente nas agências nesse momento de pandemia. No entanto, segundo apontado por uma dessas fontes, a Caixa proibiu que os seus funcionários falassem qualquer coisa relacionada a estatal e que toda a comunicação deveria ser feita com o setor específico, que está subordinado a tratar dessas questões com os veículos de comunicação. 

Suzineide Rodrigues, presidente licenciada do Sindicato dos Bancários em Pernambuco, aponta que a Caixa só está liberando os seus funcionários com exames clínicos. O exame através da telemedicina e testes para os bancários, sem custo para tais, só foram possibilitados depois que o Comando Nacional dos Bancários, em reunião com a Federação Nacional dos Bancários (Fenaban), realizada no dia 12 de maio, conquistou o compromisso de que os bancos do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander e Caixa iriam se responsabilizar por isso. 

Os testes de Covid-19 nos bancários só são realizados se, após o atendimento via telemedicina, a avaliação médica indique a necessidade. Do contrário, mesmo com alguns sintomas, a confirmação não é realizada por meio do exame. “Os testes podem dar segurança para toda a equipe, porém os bancários não devem descuidar das medidas de distanciamento e sanitárias”, observou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.

Não há registro de mortes de bancários devido ao Covid-19 em PE. Foto: Júlio Gomes/LeiaJá Imagens 

Mesmo diante desse compromisso, Suzineide reforça que "a CAIXA está orientando através da telemedicina que se a pessoa tiver sintomas leves, pode continuar trabalhando. Você não pode trabalhar com sintomas leves e continuar o contato com as pessoas porque vai estar colocando em risco a própria vida, da família e das outras pessoas. Nós defendemos que todos os profissionais precisam ter as condições de vigilância para que possam desempenhar bem as suas atividades e não adoecerem", ressalta a presidente licenciada Suzineide.

O bancário Raul Campêlo, 41 anos, atua na linha de frente do atendimento ao público como caixa e no dia 8 de maio, quatro dias depois de voltar de férias, onde estava isolado com a família, foi diagnosticado com o novo coronavírus. Ele aponta que a categoria tem convivido diariamente com o medo e com o receio do que pode acontecer de pior. "Mas mesmo assim, consciente dessa missão que nós têmos, que é fazer chegar os recursos nas mãos de quem mais precisa, nós temos caminhado em frente. Mas eu sou a prova viva que um bancário adoecido não consegue cumprir com a sua missão", revela.

Raul aponta ainda que a categoria precisa ser protegida para que consiga continuar cumprindo o seu papel e os recursos liberados pelo governo federal continuem chegando nas mãos dessas pessoas que tanto precisam e estão em meio às incertezas propiciadas pela pandemia desde março deste ano. 

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"Todos os bancários estão desempenhando um papel de risco nas suas vidas, mas continuam porque sabem a importância de atender bem aqueles que estão desempregados e precisam do Auxílio Emergencial para ter, minimamente, as suas condições de vida", avalia Suzineide.

A Fenaban afirma que alguns bancos estão utilizando os mesmos procedimentos de sanitização de hospitais e outros serviços que precisam manter o funcionamento simultaneamente aos procedimentos de desinfecção do ambiente. 

A Contraf-CUT assevera que "o banco tem que aplicar o protocolo, que é encaminhar os trabalhadores para o médico, fazer o teste e afastar quem precisa ser afastado. Em caso de dúvida, afasta. Em caso de sanitização preventiva, o bancário precisa ser informado para não gerar apreensão entre os trabalhadores”.

Desenvolvimento de doenças psicológicas é uma característica da categoria

Por estarmos diante de uma situação pandêmica recente, ainda não existem dados oficiais de como essa situação está atingindo as questões psicológicas do bancários, categoria que tem como característica o desenvolvimento de doenças psicológicas. Para se ter noção, uma última pesquisa divulgada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) mostra que o total de bancários afastados por doença cresceu 30% entre 2009 e 2017. 

Pelo menos metade desses casos foram decorrentes de transtornos mentais e comportamentais, que cresceram 61,5% no período. As informações são baseadas nos dados do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Suzineide Rodrigues confirma que tem recebido relatos de bancários desenvolvendo ansiedade, depressão, tudo isso por conta do volume de trabalho. "Tem bancários que ligam chorando e preocupados com a saúde da família", pontua.

Nossa equipe de reportagem entrou em contato com a CAIXA para saber o posicionamento da estatal sobre os casos apontados, no entanto, até a liberação da matéria a CAIXA não retornou nossas demandas

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O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), Áureo Cisneiros, foi punido pela Secretaria de Defesa Social (SDS) por se manifestar com palavras depreciativas e desrespeitosas ao governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). A secretaria penalizou o comissário com 20 dias de suspensão convertidos em multa.

Segundo a portaria, o sindicalista, em 26 de abril de 2018, afirmou que Paulo Câmara era perseguidor dos movimentos sociais e que se utilizava dos órgãos da administração pública para fins políticos. Cisneiros também teria dito que o governo utilizava a Corregedoria da SDS para finalidades políticas e não queria que a Polícia Civil investigasse crimes, por isso o crescimento da violência. 

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Na data a qual se refere a portaria, o Sinpol realizou um protesto no centro do Recife pressionando contra uma eventual demissão de Áureo Cisneiros. Na época, havia 12 Processos Administrativos Disciplinares (PADs), entre concluídos e em trâmite, contra o presidente do sindicato. Atualmente, contando com o de agora, são 18 processos.

Cisneiros voltou a dizer que o governo está perseguindo um servidor público. "Estou sendo punido por cumprir o meu papel como presidente do Sinpol, cobrando melhores condições de trabalho para minha categoria. Pior, fui condenado em um processo totalmente viciado, sem o direito a ampla defesa ou contraditório. Em nenhum momento fui intimado, não sei quem são as testemunhas e muito menos tive direito a me defender desse verdadeiro absurdo. Fala-se muito que Bolsonaro é fascista, mas quero lembrar o governador de que perseguir críticos é uma expressão fascista, cometida por representantes do Partido Socialista Brasileiro. No mínimo contraditório", disse ele. O presidente do Sinpol é filiado ao Psol e já disputou o cargo de deputado estadual nas eleições de 2018.

Conforme a portaria da SDS, ele infringiu os seguintes artigos do Estatuto dos Policiais Civis: divulgar, através de qualquer veículo de comunicação, fatos ocorridos na repartição, propiciar-lhe a divulgação ou facilitar de qualquer modo, o seu conhecimento a pessoas não autorizadas a tal; referir-se, desrespeitosa e depreciativamente às autoridades e atos da Administração Pública em geral; promover ou participar de manifestações de apreço ou desapreço a quaisquer autoridades; e manifestar-se ou participar de manifestações contra atos da Administração Pública em geral.

Na manhã desta quarta-feira (27), o Sindicato dos Rodoviários do Recife e Região Metropolitana promoveu um ato simbólico em homenagem aos profissionais da categoria que foram vítimas do novo coronavírus. Com placas de luto, manifestantes se concentraram no Terminal Integrado do Barro, na Zona Oeste do Recife.

A manifestação também é um pedido para que os proprietários das empresas de ônibus forneçam condições adequadas aos profissionais. A categoria reivindica pela maior fiscalização para que a lotação máxima dos coletivos seja respeitada e o fornecimento de equipamentos de proteção individual adequado.

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Segundo a própria categoria, até o momento, nove rodoviários já morreram em razão da Covid-19. Confira:

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Ao todo, sete rodoviários faleceram pela covid-19, segundo o Sindicato dos Rodoviários do Recife e Região Metropolitana (RMR). De acordo com a categoria, há outras duas mortes ainda em investigação, de um motorista e um mecânico.

 Os óbitos são de dois cobradores, dois fiscais, dois supervisores e um motorista. Duas dessas mortes foram confirmadas na última quarta-feira (20), disse o sindicato.

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As vítimas estão sendo divulgadas no Instagram do sindicato. Um dos textos, sobre o falecimento do motorista Alexsandro Gonçalves de Sousa, foi enviado pelos próprios familiares. "Ele não é um número, não é uma estatística, não é alarde. Ele se foi e a economia não o trará de volta! Era o amor da vida de muitas pessoas. Fica um pai, uma boadrasta, três filhos, uma companheira, uma sogra, oito irmãos, vizinhos, amigos e uma família incompleta pra sempre. Não é o adeus que nos assusta: é a saudade", diz a mensagem.

 O transporte público é considerado um dos serviços essenciais em Pernambuco. Mesmo com a quarentena funcionando em cinco municípios da RMR desde o último sábado (16), ainda são comuns os registros de ônibus circulando lotados.

 Os representantes da categoria criticam o que chamam de exercício de tripla função. Por decreto, o Governo de Pernambuco exigiu que os usuários do transporte público usem máscara. A empresa pode ser punida se algum passageiro desrespeitar a regra. De acordo com o sindicato, os motoristas estão sobrecarregados, pois em algumas linhas são também responsáveis por cobrar e agora precisam fiscalizar o uso da máscara.

 "Já não bastasse a dupla função, compensação de horas extras e vários tipos de suspensão abusiva, com a pandemia, a categoria rodoviária passou a sofrer ainda mais com o aumento das demissões, redução salarial, adoecimento e mortes", ressalta o sindicato.

 O Grande Recife Consórcio de Transporte destaca estar tomando diversas medidas para conter o avanço do novo coronavírus. Entre as quais: higienização de terminais integrados, marcações no piso que orientam para uma distância segura nas filas, ônibus extras nos horários de pico, distribuição de máscaras e instalação de lavatórios. Nesta sexta-feira (22), também foi anunciada a suspensão da meia passagem aos domingos.

 

Diante do crescente número de infectados e das condições enfrentadas por técnicos de enfermagem e auxiliares na rotina da pandemia, a Secretaria de Saúde do Estado (SES) é acusada de não garantir a segurança adequada à categoria. Em entrevista ao LeiaJá, o sindicato responsável relata que a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) é o motivo do alto índice de contágio no setor e, que o atendimento à população poderá ser recusado caso o Governo do Estado não tome providências.

"Esses profissionais estão adoecendo por não terem EPIs. Para você ter uma ideia de como a coisa está caótica [...] nós não temos nem a mínima condição de trabalho", denuncia o presidente do Sindicato Profissional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem de Pernambuco (Satenpe), Francis Herbert. De acordo com o último boletim epidemiológico, Pernambuco registrou 1649 profissionais da saúde foram confirmados com o novo coronavírus. Contudo, Herbert estima que mais de 50% dos técnicos já estejam contaminados devido à subnotificação dos casos.

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Segundo o Satenpe, o suposto descompromisso repercute na falta de profissionais capacitados na linha de frente. "Se não cuidarmos desses profissionais, nós vamos ter leitos de UTI, leito de retaguarda, respiradores, só não vamos ter o técnico de enfermagem para operacionalizar isso e cuidar do paciente", pontua. Uma das solicitações é a testagem em massa da categoria, que relatou uma espera de 20 dias para a realização dos exames.

A redução de profissionais em atividade acaba sobrecarregando a rede e o estresse vivenciado nos hospitais, pois cada técnico estaria atendendo até 10 pacientes. "Se a gente não tiver cuidado, não vamos ter técnicos de enfermagem para cuidar da população daqui a 20 dias", alertou o representante.

Sem adicional de insalubridade e com o salário inicial de R$ 774, mesmo doentes, os técnicos e auxiliares continuam nos postos cumprir com as obrigações. "Muitos estão indo trabalhar acometidos da Covid, para não ter seus salários indo para o INSS ou atrasados", destacou. Por isso, o sindicato vai anunciar uma campanha de arrecadação de cestas básicas e também busca patrocinadores para promover a testagem autônoma dos profissionais de todo Estado.

Hebert conta que já solicitou à SES que quartos de hotéis fossem disponibilizados para que os profissionais não retornem para casa espalhem ainda mais o vírus, contudo, não obteve resposta.

Na próxima quinta-feira (7), expira o prazo da liminar que autoriza auxiliares e técnicos em enfermagem recusar atendimento, caso a SES descumpra com o fornecimento adequado de EPIs. "O Governo tem que se justificar e dar EPIs, caso não, a gente vai se recusar a colocar nossas vidas em risco e vai haver um colapso no sistema de saúde de Pernambuco", afirmou o representante, que acrescentou, "se o Governo não me suprir de EPIs, eu serei impedido de trabalhar".

O LeiaJá entrou em contato com a Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES), que enviou a nota abaixo:

"O Governo de Pernambuco, por meio da secretaria estadual de Saúde (SES-PE), tem monitorado permanentemente o abastecimento e os estoques de EPIs das unidades da rede estadual de saúde. Além disso tem deflagrado diversas ações para garantir a compra de itens, de acordo com as especificações técnicas recomendadas pelos órgãos de controle, visando garantir a segurança do profissional de saúde e dos pacientes. Desde o início dos esforços comandados pelo Gabinete de Enfrentamento à Pandemia, já foram adquiridos e entregues às unidades da rede hospitalar mais de 16 milhões de unidades de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

É importante destacar que alguns desses tipos de EPIs, como a máscara N95, conforme protocolos e orientações técnicas das autoridades sanitárias, só são indicados para profissionais que estão em contato direto com os pacientes suspeitos ou confirmados da Covid-19, em procedimentos com risco de geração de aerossol. Além disso, as unidades da rede estadual têm feito um trabalho permanente de conscientização dos seus profissionais sobre o uso adequado e oportuno destes equipamentos.

Já está em funcionamento o terceiro centro avançado de testagem para Covid-19. O novo local, na Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), no Bongi, é voltado para os profissionais e servidores que atuam nas sedes da SES (Bongi e Boa Vista), além dos seus contatos domiciliares que também estejam apresentando sintomas gripais. O posto funciona diariamente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

Além do centro de testagem do Bongi, também estão em funcionamento o do Centro de Formação dos Servidores e Empregados Públicos do Estado de Pernambuco (Cefospe) – instituição vinculada à Secretaria de Administração (SAD), no bairro da Boa Vista, área central do Recife –, e no Centro de Convenções de Pernambuco (Cecon-PE), no Complexo de Salgadinho, em  Olinda. Estes postos funcionam diariamente, inclusive aos sábados e domingos, das 8h às 17h, com capacidade para 60 atendimentos, cada. Nesses locais, para realizar a testagem, o profissional de saúde, segurança ou familiares precisam agendar o atendimento por e-mail (coletasede@gmail.com; coletacefospe@gmail.com; e para unidade Cecon: coletacecon@gmail.com).

No dia 25 de março, o governador Paulo Câmara também assinou a nomeação de 1.982 profissionais concursados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) para atuarem no enfrentamento da emergência da Covid-19 em Pernambuco. Foram 430 médicos, 319 profissionais de diversas categorias de nível superior e 1.233 de nível médio. Desse total, 1.681 já foram encaminhados para as unidades. As vagas estão sendo ocupadas gradativamente."

Por meio de um comunicado, o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) denunciou atitudes discriminatórias contra os profissionais da Saúde. A categoria repudia a postura e pede reconhecimento pelos esforços no combate ao novo coronavírus.

Além de cumprir plantões sob um alto nível de estresse, os profissionais que compõem a linha de frente contra a Covid-19, e seus familiares, estão sofrendo preconceito fora das unidades de saúde. O sindicato não detalhou as atitudes, mas garantiu que "demonstram um total desrespeito aos profissionais de saúde".

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"Aplausos em janelas e demonstração de respeito em redes sociais são muito importantes, motivam, e devem ser estendidos ao dia a dia, apoiando - de fato - quem tanto está lutando pela vida de todos. É importante que todas as pessoas que nos aplaudem possam se solidarizar com nossa indignação e coibir em seus ambientes residenciais e de convívio social toda e qualquer atitude discriminatória", afirma um trecho da nota.

O Simepe ainda reforça que os casos serão encaminhados para a Defensoria Médica. A ala jurídica da entidade ficará responsável por adotar as medidas cabíveis.

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O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE) afirma que o Governo do Estado não disponibilizou equipamentos de proteção individual (EPIs) suficiente para todo o contingente se proteger do novo coronavírus. De acordo com a denúncia, 50 policiais de todas as regiões de Pernambuco foram contaminados com a infecção enquanto estavam de serviço.

O SINPOL também aponta que, nessa quarta-feira (15), três agentes da Delegacia de Fernando de Noronha foram socorridos para o Recife com sintomas da Covid-19. A representante ainda informa que já ingressou com ações judiciais para resguardar da categoria, pois o a segurança pública é tida como essencial para a sociedade e não pode parar.

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"O que nos assusta é que infelizmente não há, ou não parece haver, nenhuma preocupação do Governo do Estado com esses servidores, uma vez que não foi posto à disposição equipamentos de proteção individual para suprir a demanda de todos os trabalhadores Policiais", apontou em comunicado.

Procurada pela reportagem do LeiaJá, a Secretaria de Saúde não se posicionou até a publicação da matéria. O espaço está aberto.

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (13) um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU), que havia pedido a ele para reconsiderar a decisão segundo a qual os sindicatos podem dar aval contrário em acordos individuais de trabalho.

Lewandowski concedeu a liminar (decisão provisória) na semana passada, a pedido da Rede Sustentabilidade. O partido contestou no Supremo dispositivos da Medida Provisória 936/2020, que permitiu, entre outros pontos, os acordos individuais para a redução de salário e jornada e também para a possível suspensão do contrato de trabalho.

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A justificativa principal da MP 936/2020 é a preservação de empregos em meio à crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Na liminar, Lewandowski manteve a redação da MP, que prevê que os sindicatos sejam comunicados em até 10 dias sobre a celebração de acordos individuais, mas garantiu que as entidades de classe podem, no mesmo prazo, questionar eventual abuso ou excesso praticado pelo empregador.

No recurso, a AGU havia dito que a decisão de Lewandowski gerava insegurança jurídica, por não ter ficado claro se os acordos individuais poderiam ou não ter validade imediata, mesmo antes de uma eventual contestação por parte dos sindicatos.  Isso “frustrava” o acesso rápido ao mecanismo de preservação de empregos, argumentou o órgão.

Ao rejeitar o recurso, Lewandowski destacou que sua primeira decisão em nenhum momento tirou a validade imediata do acordo individual ou o acesso dos trabalhadores a verbas emergenciais, apenas permitiu “que os acordos individuais sejam supervisionados pelos sindicatos, para que possam, caso vislumbrem algum prejuízo para os empregados, deflagrar a negociação coletiva”.

“A decisão embargada, à toda a evidência, não acarretou qualquer insegurança jurídica”, afirmou Lewandowski antes de concluir pela rejeição do embargo de declaração interposto pela AGU.

O Sindicato dos Rodoviários do Recife garante que, após uma audiência com as Empresas de Transporte Integrado (Urbana-PE), foi determinado o cancelamento da demissão de cerca de três mil profissionais da categoria. Na negociação mediada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-PE), nessa quarta-feira (8), o salário dos motoristas, cobradores e fiscais precisou sofrer redução. Em contrapartida, eles não poderão ser desligados das funções por seis meses.

O pagamento dos rodoviários será regido pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, instituída na MP 936 para resguardar o emprego no contexto da pandemia. Dessa forma, até junho, a classe sofrerá a redução de 70% na jornada, 40% no salário do motorista, 25% no do fiscal e 3% no do cobrador, com parte do abono sendo paga pelo Governo Federal.

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Ao término do prazo, caso a conjuntura da Covid-19 permaneça, em julho, o salário dos motoristas e fiscais sofrerá uma nova redução máxima de 40%. Já em agosto pode ocorrer a redução de mais 30% e, em setembro 20%. No caso dos cobradores, a redução máxima será de 30% em julho, 20% em agosto e 10% em setembro, informou a categoria.

"Sabemos que essa MP que reduz os salários não é o ideal, mas pelo momento difícil que o país está passando, a garantia dos empregos é sim uma importante vitória", avaliou o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Aldo Lima, que garantiu o pagamento dos dias parados.

Uma nova reunião com a Urbana-PE foi convocada para esta sexta-feira (10). A intenção é acertar entre as partes o aditivo do acordo coletivo em relação aos pontos discutidos e cobrar o pagamento da quinzena dos tickets.

Procurada pela reportagem do LeiaJá, a Urbana-PE preferiu não se posicionar sobre a medida e aguarda uma nova reunião.

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) protocolou, nessa terça-feira (7), uma representação contra o Governo de São Paulo a respeito da modalidade de ensino a distância, para estudantes da rede estadual, durante a quarentena recomendada pelas autoridades da saúde. 

De acordo com sindicato, a iniciativa aumentará a desigualdade entre os estudantes, tendo em vista que o acesso a internet é limitado. A ação foi protocolada no Ministério Público do Estado de São Paulo - Grupo Especial de Educação (Geduc).

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A Professora Bebel, presidente da Apeoesp e deputada estadual (PT), explica que a educação é um processo essencialmente dialógico. Sendo importante a interação em sala de aula, além de requer recursos tecnológicos para que estas aulas sejam efetuadas. O tema foi levado para debate público através da internet, no canal do Youtube.

O Sindicato dos Bancários de Pernambuco solicitou oficialmente o apoio das guardas municipais e da Polícia Militar (PM) para organizar as filas na área externa das agências bancárias. O objetivo, segundo a categoria, é garantir a viabilidade e segurança para o cumprimento das novas regras para o funcionamento de estabelecimentos bancários, conforme estabelecido em decreto.

Na avaliação do sindicato, a responsabilidade pela organização das filas não poderá ser imputada aos bancários. Até esta terça-feira (7), foram enviados ofícios ao Governo do Estado de Pernambuco, Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE) e prefeituras dos municípios de Recife, Abreu e Lima, Igarassu, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe e Paulista. 

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Segundo o decreto estadual, os bancos devem organizar as filas nas áreas externas, observando a distância de pelo menos um metro entre os clientes, devendo utilizar sinalização disciplinadora. O sindicato diz que, embora a sinalização já tenha sido adotada, as agências continuam superlotadas e com filas desordenadas. “O Sindicato chegou a receber relatos de agressões contra bancários que assumiram a função de tentar organizar a população e, por isso, considera necessária a presença de autoridades policiais, diz em nota.

O Sindicato dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo pediu ao governo João Doria (PSDB) o fornecimento de equipamentos de proteção individual, álcool em gel e máscaras, assim como o afastamento de funcionários em grupos de risco. Eles denunciaram ao governo que alguns órgãos não estão tomando providências para conter a disseminação do coronavírus, e que servidores têm sido expostos pelos diretores dessas entidades e autarquias.

"Alguns órgãos da administração indireta como autarquias e fundações sob o comando do Governo Paulista, tais como: Funap - Fundação Padre Manoel, Fundação Casa, Fundação Procon, Hospital de Clínicas, UPAS e UBS, não estão tomando as devidas providencias no sentido de conter a disseminação do mencionado vírus, pois, tem chegado diariamente ao nosso conhecimento que alguns diretores/dirigentes de tais órgãos tem exposto desnecessariamente ao risco de contágio, servidores que não atuam nos seguimentos tidos como essenciais e que poderiam desenvolver suas atividades a distância ou internamente no respectivo local de trabalho", afirma o ofício do presidente do sindicato, Lineu Neves Manzano, encaminhado ao governador.

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A entidade afirma que, pelas "narrativas dos servidores em questão, nota-se que devido a falta de orientação de forma expressa do governo, alguns diretores/chefes de setores estão tomando decisões por conta própria, sem ao menos utilizar-se do bom senso, por exemplo, temos alguns servidores, bem como filhos e dependentes com problemas respiratórios".

"De forma que, caso ocupem funções essenciais, entendemos que devam ser realocadas, pelo menos por enquanto, vez que, suas vidas e de seus dependentes devem ser preservadas, sob pena do Estado responder, inclusive por indenizações aos familiares", diz o sindicato.

Ainda diz que é "fato notório que o COVID-19 (SIC) tem vitimado pessoas jovens, portanto, todo o esforço deve ser despendido para preservar a saúde e a vida, sob pena de difícil reparação para servidores e seus familiares'.

"Na hipótese de ocorrências de tal natureza é cediço que será pela arrogância/ignorância de alguns diretores que insistem em descumprir o protocolo estabelecido pelas autoridades de saúde do Brasil e do mundo", completa a entidade.

O governo estadual de São Paulo de manifestou pro meio de nota: "as decisões do Comitê Extraordinário Administrativo do Governo de São Paulo são pautadas pelos critérios técnicos do Centro de Contingência do coronavírus. Até o momento, foi identificada a necessidade de teletrabalho para servidores estaduais com idade a partir de 60 anos, gestantes, portadores de doenças crônicas, hipertensos e pacientes com baixa resistência imunológica. A regulamentação e organização do trabalho para atender a população é definida pelos órgãos e autarquias. As medidas são definidas para garantir a saúde de todos e a manutenção dos serviços públicos. As determinações valem até o momento e são revisadas diariamente pelo Comitê Extraordinário Administrativo para possíveis alterações, de acordo com o panorama da disseminação do coronavírus no estado, que é acompanhado em tempo real".

Nesta quinta-feira (12), a Justiça decretou ilegal a paralisação realizada pelos professores da rede municipal de ensino do Recife, deflagrada pelos associados ao Sindicato dos Professores Rede Municipal no Recife (Simpere). Mesmo com o decreto, os docentes prosseguem com paralisação, sem previsão de término.

A decisão divulgada pelo Tribunal da Justiça de Pernambuco mostra que, segundo a prefeitura do município, “as negociações com a categoria estavam em andamento desde a última terça-feira (10) e que a Secretaria de Educação só teria recebido o comunicado da deflagração da greve um dia após o início da paralisação dos serviços”. 

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A justiça determinou o retorno imediato dos grevistas às atividades acadêmicas. O decreto assinado pelo desembargador José Américo Pereira de Lira estabeleceu uma multa diária no valor de R$ 250 mil em caso de descumprimento por parte do Simpere. Uma nova reunião estava marcada para às 10h desta quinta-feira (12), mas os professores não foram recebidos. Após o ocorrido a categoria decidiu manter a greve.

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Em continuidade ao movimento do Sindicato dos Rodoviários do Recife e Região Metropolitana, na manhã desta quinta-feira (5), uma nova assembleia impede a saída dos ônibus da empresa Metropolitana, no bairro de Areias, na Zona Oeste do Recife. Segundo informações, a frota reserva da Rodoviária Caxangá assumiu parte das 49 linhas, contudo, o serviço segue prejudicado.

Um dia após a reunião que paralisou os coletivos da Rodoviária Caxangá, em Olinda, Região Metropolitana do Recife (RMR), o sindicato voltar a dialogar com a categoria para reivindicar o fim da jornada de dupla função imposta aos motoristas, o que eles consideram como acúmulo de obrigações.

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Cobradores estão sendo retirado de seus postos para que os condutores assumam toda operação. Essa é uma forma de estimular o uso do Vale Eletrônico Metropolitano (VEM) e reduzir a movimentação de dinheiro nos coletivos.

Os profissionais estão reunidos na frente da garagem e aguardam as deliberações dos representantes da categoria. A previsão é que o debate encerre às 8h e o serviço seja retomado.

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