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O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve uma alta de 1,1% no segundo trimestre de 2022 ante o primeiro trimestre, segundo o Monitor do PIB, apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em relação ao segundo trimestre de 2021, o PIB cresceu 3,0% no segundo trimestre de 2022.

No mês de junho, a atividade econômica teve ligeira alta de 0,1% em relação a maio. Na comparação com junho de 2021, a economia teve expansão de 2,7% em junho de 2022.

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Segundo Juliana Trece, coordenadora do Monitor do PIB - FGV, na passagem do primeiro trimestre para o segundo trimestre deste ano, o avanço do PIB "é reflexo do desempenho positivo das três grandes atividades econômicas", mas é esperada "uma redução do ritmo" no segundo semestre, devido aos juros em patamares elevados.

"Pela ótica da demanda, o consumo das famílias e a formação bruta de capital fixo são os principais componentes a explicar o crescimento do PIB no trimestre. Pode-se destacar que os estímulos aplicados à economia, como a liberação do FGTS e a redução dos preços de alguns produtos considerados essenciais surtiram efeito positivo, pelo menos no curto prazo", afirmou Trece, em nota oficial.

O Monitor do PIB antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

No segundo trimestre de 2022 ante o primeiro trimestre, sob a ótica da demanda, o consumo das famílias teve elevação de 1,8%. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB) subiu 4,0%.

As exportações encolheram 2,4%. Já as importações cresceram 7,2%.

Em termos monetários, o PIB alcançou aproximadamente R$ 4,597 trilhões de janeiro a junho de 2022, em valores correntes.

A taxa de investimento da economia foi de 21,6% no segundo trimestre de 2022.

Os aluguéis residenciais subiram 1,05% em julho, depois de terem recuado 0,31% em junho. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em 12 meses, o índice acumulou uma alta de 8,65%.

O IVAR foi criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis. Até então, a FGV coletava informações de anúncios de imóveis residenciais para locação, e não os valores efetivamente negociados.

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Quanto aos resultados das quatro capitais que integram o índice da FGV, o aluguel residencial em São Paulo passou de uma elevação de 0,86% em junho para uma alta de 0,82% em julho. No Rio de Janeiro, o índice saiu de queda de 0,26% para aumento de 0,39% no período; em Belo Horizonte, de redução de 4,12% para alta de 2,49%; e em Porto Alegre, de queda de 0,27% para aumento de 1,07%.

No acumulado em 12 meses, os aluguéis avançaram 8,99% em São Paulo; 6,31% em Porto Alegre; 9,71% em Belo Horizonte; e 10,41% no Rio de Janeiro.

Os aluguéis residenciais subiram 1,05% em julho, depois de terem recuado 0,31% em junho. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em 12 meses, o índice acumulou uma alta de 8,65%.

O IVAR foi criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis. Até então, a FGV coletava informações de anúncios de imóveis residenciais para locação, e não os valores efetivamente negociados.

Quanto aos resultados das quatro capitais que integram o índice da FGV, o aluguel residencial em São Paulo passou de uma elevação de 0,86% em junho para uma alta de 0,82% em julho. No Rio de Janeiro, o índice saiu de queda de 0,26% para aumento de 0,39% no período; em Belo Horizonte, de redução de 4,12% para alta de 2,49%; e em Porto Alegre, de queda de 0,27% para aumento de 1,07%.

No acumulado em 12 meses, os aluguéis avançaram 8,99% em São Paulo; 6,31% em Porto Alegre; 9,71% em Belo Horizonte; e 10,41% no Rio de Janeiro.

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 2,8 pontos na passagem de junho para julho, para 95,1 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda ocorre após duas altas seguidas. Em médias móveis trimestrais, o Icom subiu 3,1 pontos, a quinta elevação consecutiva.

O Icom caiu em quatro dos seis segmentos do comércio pesquisados na Sondagem do Comércio. Conforme a FGV, a queda foi puxada tanto pelas avaliações sobre o presente quanto pelas expectativas em relação aos próximos meses. O Índice da Situação Atual (ISA-COM) recuou 2,9 pontos, primeiro resultado negativo desde fevereiro, para 105,6 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) recuou 2,7 pontos, atingindo 84,8 pontos.

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"É possível que a as medidas recentes de estímulo adotadas pelo governo ainda sustentem o nível presente da demanda por mais alguns meses. Mas a inflação e juros em patamares elevados e os baixos níveis de confiança do consumidor devem segurar uma retomada mais consistente do setor", diz a nota da FGV.

Apesar da inflação e da queda de julho do ISA-COM, a FGV ressaltou que essa componente do ICOM se manteve acima dos 100 pontos. Em médias móveis trimestrais, o ISA-COM teve a quinta alta seguida. "O aumento da mobilidade, a melhora do mercado de trabalho e liberação de recursos podem ter estimulado a demanda no período", afirma.

A Sondagem do Comércio de julho coletou informações de 763 empresas entre os dias 1º e 27 do mês.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 2,2 pontos na passagem de junho para julho, na série com ajuste sazonal, para 100,9 pontos, informou nesta quinta-feira (28) a Fundação Getulio Vargas (FGV). A alta levou o índice ao maior nível desde setembro de 2013, quando estava em 101,5 pontos, última vez, antes da leitura de julho, que o ICS ficou acima de 100 pontos, considerado o nível neutro. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,6 ponto, a quarta alta seguida.

"O resultado favorável foi influenciado tanto pela percepção de melhora da demanda corrente quanto das expectativas para os próximos meses. O período eleitoral pode aumentar os níveis de incerteza econômica, mas as medidas de estímulo adotadas pelo governo recentemente devem manter a atividade do setor aquecida e resultar em um terceiro trimestre mais positivo do que inicialmente esperado", diz a nota da FGV.

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Segundo a entidade, a alta do ICS em julho foi influenciada tanto pela melhora na avaliação das empresas sobre a situação corrente quanto pelas perspectivas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA-S) subiu 2,7 pontos, para 100,8 pontos, maior nível desde novembro de 2012 (quando ficou em 102,0 pontos). O Índice de Expectativas (IE-S) subiu 1,6 ponto, para 100,9 pontos, maior nível desde outubro de 2021 (103,6 pontos).

"Na métrica de médias móveis trimestrais, o IE-S vem se mantendo acima do ISA-S desde o início da pandemia, em junho de 2020, uma diferença que chegou aos 18,3 pontos no bimestre setembro-outubro de 2020. No resultado de julho, essa diferença caiu a apenas 0,6 ponto, corroborando a tendência de recuperação da demanda e a melhora da situação geral dos negócios no setor", afirma a FGV.

A Sondagem de Serviços de julho coletou informações de 1.525 empresas entre os dias 1º e 26 do mês.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 0,7 ponto em julho, a 96,8 pontos, informou nesta terça-feira (26), a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o índice caiu 0,3 ponto.

"A confiança da construção não resistiu ao cenário adverso, e as expectativas com relação à evolução da demanda nos próximos meses ficaram mais negativas em quase todos os segmentos", afirma a coordenadora de Projetos da Construção da FGV, Ana Maria Castelo, em nota.

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"Por outro lado, a percepção referente à atividade corrente continuou favorável. Assim, esse movimento da confiança não representa uma reversão do crescimento observado no setor, mas sinaliza as dificuldades à frente que estão sendo percebidas pelas empresas", emendou.

Nas aberturas, o Índice de Expectativas (IE-CST) recuou 2,3 pontos, a 98,9 pontos, abaixo do nível neutro de 100 pontos após três meses acima. Entre os componentes do grupo, o indicador de demanda prevista nos próximos três meses caiu 2,4 pontos, para 101,1 pontos, e o indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses cedeu 2,1 pontos, para 96,7 pontos.

O Índice de Situação Atual (ISA-CST), por sua vez, avançou 0,9 ponto, para 94,8 pontos, puxado pela alta de 1,4 ponto do indicador de volume da carteira de contratos, a 97,3 pontos. Já o componente de situação atual dos negócios subiu 0,5 ponto, para 92,3.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) da construção cresceu 0,8 ponto porcentual em julho, para 77,9%, maior nível desde dezembro de 2014 (78,4%). Nas aberturas, o NUCI de Mão de Obra subiu 0,5 ponto porcentual, para 78,9%, enquanto o NUCI de Máquinas e Equipamentos avançou 1,6 ponto porcentual, para 73,9%.

O Brasil comprou menos produtos estrangeiros no primeiro semestre deste ano, mas pagou mais caro pelas aquisições feitas, segundo os dados do Indicador de Comércio Exterior (Icomex) divulgado nesta sexta-feira (15), pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Os maiores saltos ocorreram nos preços das importações da indústria extrativa, com alta de 117,5% de janeiro a junho de 2022 ante igual período de 2021, mas também houve aumentos no valor dos itens importados pela indústria de transformação (26,0%) e pela agropecuária (18,0%).

Em volume, a agropecuária importou 5,0% menos no primeiro semestre, enquanto a indústria de transformação comprou 2,6% menos no exterior. As importações das indústrias extrativas cresceram, mas em magnitude menor do que o preço: alta de 21,3% no primeiro semestre de 2022 ante o primeiro semestre de 2021. A FGV lembra que apenas três produtos explicam 93,2% do total das importações das indústrias extrativas: petróleo (34,2%), gás natural (30%) e carvão (29%).

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Considerando todas as importações, houve um aumento de preços de 33,1% no primeiro semestre, mas queda de 1,9% no volume. Nas exportações, os preços subiram 20,2% no primeiro semestre, enquanto o volume cresceu apenas 0,2%.

A agropecuária exportou 5,3% menos, em volume, no primeiro semestre deste ano ante o primeiro semestre do ano passado, mas os preços subiram 39,9%. As extrativas exportaram 10,8% menos em volume, mas os preços aumentaram 5,5%. Na indústria de transformação, o volume exportado cresceu 8,1%, e os preços avançaram 21,0%.

"Em suma, a expansão do valor dos fluxos de comércio no primeiro semestre é atribuída ao crescimento dos preços, pois o volume ou esteve estável (exportações) ou recuou (importações)", apontou a FGV, em nota.

O saldo da balança comercial foi de US$ 8,8 bilhões em junho, US$ 1,6 bilhão a menos que em junho de 2021. No primeiro semestre de 2002, houve um superávit de US$ 34,3 bilhões, ante um desempenho de US$ 37 bilhões no primeiro semestre de 2021.

"Continua a queda do volume exportado para a China, o que levanta dúvidas sobre a futura trajetória das exportações brasileiras para esse país. Não antevemos uma trajetória de contínua desaceleração, se considerarmos os planos de investimentos da China. Outro destaque é o aumento do volume exportado para a Argentina, sinalizando que a crise no país ainda não atingiu os fluxos de comércio", apontou o relatório do Icomex.

De janeiro a junho, o volume exportado pelo Brasil para a China encolheu 14,0%. Houve aumento nas remessas enviadas para os demais parceiros: Argentina (12,4%), América do Sul (excluindo Argentina, 11,5%), União Europeia (10%), Estados Unidos (5,3%) e Ásia (excluindo China, 0,1%).

Quanto às importações, o Brasil aumentou o volume de compras da China (3,2%) e da Argentina (0,6%), mas reduziu as aquisições nos demais mercados: América do Sul (excluindo Argentina, -12,0%), União Europeia (-1,9%), Estados Unidos (-2,8%) e Ásia (excluindo China, -11,1%).

"O resultado para a China, o principal mercado de destino das exportações brasileiras, chama a atenção. A participação da China nas exportações, no primeiro semestre de 2021, era de 34,5% e caiu para 28,7%", ressaltou a FGV. "O anúncio de investimentos em infraestrutura poderá impulsionar as compras de minério de ferro, mas, para o petróleo, o efeito Rússia poderá diminuir as compras da China em relação a outros parceiros."

Quanto à Argentina, entre os principais produtos exportados pelo Brasil, foram destaques itens do setor automotivo, óleo combustível e máquinas elétricas. No entanto, o relatório da FGV não descarta uma eventual redução das exportações brasileiras para o país vizinho, "à medida que o crescimento econômico for revertido em função de possíveis medidas associadas à contenção da inflação ou pela crise cambial do país".

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou em quatro das sete capitais pesquisadas no fechamento de junho, na comparação com a terceira quadrissemana do mês, informou nesta segunda-feira (4), a Fundação Getulio Vargas (FGV). Na mesma base, o índice cheio arrefeceu de 0,76% para 0,67%.

A FGV apurou maior alívio inflacionário no Rio de Janeiro (0,53% para 0,05%). Recife (1,39% para 1,01%), São Paulo (0,56% para 0,31%) e Belo Horizonte (0,93% para 0,92%) também apresentaram arrefecimento em suas taxas de variação.

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Por outro lado, Brasília (0,63% para 1,19%), Salvador (0,98% para 1,06%) e Porto Alegre (0,90% para 0,92%) aceleraram no período.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 1,4 ponto em junho ante maio, para 98,8 pontos, informou nesta sexta-feira (1°) a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador teve um crescimento de 7,0 pontos no segundo trimestre de 2022, após um recuo acumulado de 8,2 pontos nos dois trimestres anteriores.

"A confiança empresarial avança pelo quarto mês seguido, aproximando-se do nível neutro dos 100 pontos e sinalizando continuidade da fase de crescimento da atividade", avaliou Aloisio Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

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O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que o ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.

O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) cresceu 1,9 ponto em junho ante maio, para 100,0 pontos. O Índice de Expectativas (IE-E) avançou 1,6 ponto, para 99,7 pontos.

"Ao contrário dos meses anteriores, em que o Setor de Serviços vinha puxando as altas do ICE, desta vez os demais setores deram uma contribuição mais expressiva para a evolução do indicador. As expectativas empresariais são neutras em relação ao próximo trimestre, mas apresentam um viés ligeiramente pessimista no horizonte de seis meses, um sinal de que o setor produtivo projeta uma desaceleração da atividade ao longo do segundo semestre", completou Campelo Júnior.

Todos os grandes setores que integram o ICE mostraram melhora na confiança em junho, com destaque para o desempenho das avaliações sobre o momento atual. Apenas os serviços tiveram contribuição mais expressiva do componente de expectativas futuras, apontou a FGV.

A confiança dos serviços cresceu 0,4 ponto, para 98,7 pontos, e a do comércio subiu 4,6 pontos em junho ante maio, para 97,9 pontos. A indústria teve elevação de 1,5 ponto, para 101,2 pontos, enquanto a construção aumentou 1,2 ponto, para 97,5 pontos.

"Apesar da evolução favorável em todos os setores, apenas a confiança da Indústria alcança a faixa de neutralidade no fim do primeiro semestre do ano", frisou a FGV. Em junho, a confiança avançou em 31 dos 49 segmentos integrantes do ICE. A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 3.896 empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 27 de junho.

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) cresceu 4,6 pontos na passagem de maio para junho, para 97,9 pontos, informou nesta quarta-feira, 29, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o indicador subiu 3,7 pontos.

"A confiança do comércio engatou a segunda alta consecutiva no final da primeira metade do ano. A melhora ocorre nos dois horizontes temporais, mas em maior intensidade nos indicadores que medem a percepção com o volume de vendas no momento", avaliou Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio no Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

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Em junho, houve melhora na confiança nos seis principais segmentos do comércio. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) subiu 7,4 pontos, para 108,5 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-COM) aumentou 1,8 ponto, para 87,5 pontos.

"O ISA-COM acumula alta de mais de 30 pontos nos últimos quatro meses, recuperando o que foi perdido na desaceleração ocorrida entre o final de 2021 e início de 2022. Para os próximos meses, ainda é necessária certa cautela, o grande desafio passa a ser a continuidade desse cenário favorável mesmo com o fim da liberação de recursos extraordinários, ambiente macroeconômico ainda desfavorável e confiança do consumidor em patamar baixo", completou Tobler.

Com o resultado positivo dos últimos dois meses, a confiança do comércio encerrou o segundo trimestre de 2022 com uma alta de 6,1 pontos, puxada pelo Índice de Situação Atual, que cresceu 18,8 pontos no período, enquanto o Índice de Expectativas encolheu 6,7 pontos. No entanto, tanto o índice de confiança quanto o componente de avaliação da situação atual vinham de dois trimestres seguidos de quedas.

A Sondagem do Comércio de junho coletou informações de 781 empresas entre os dias 1º e 27 do mês.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 0,4 ponto na passagem de maio para junho, na série com ajuste sazonal, para 98,7 pontos, informou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 2,2 pontos.

"A confiança dos empresários do setor de serviços encerra o segundo trimestre em alta, mas em ritmo inferior ao observado nos últimos meses e concentrado em alguns segmentos", avalia Rodolpho Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

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Conforme a FGV, o resultado positivo de junho foi influenciado pela melhora das expectativas com os próximos meses, enquanto a percepção sobre o momento presente se mantém igual ao mês anterior. "Nos dois horizontes há uma aproximação com o nível neutro de 100 pontos, mas ainda é preciso cautela. O ambiente macroeconômico desfavorável e a incerteza em relação aos próximos meses podem segurar o ritmo de recuperação da confiança do setor", acrescenta o economista do Ibre/FGV.

Em junho, houve melhora na confiança em cinco dos 13 segmentos pesquisados. O Índice de Situação Atual (ISA-S) ficou estável em 98,1 pontos. O Índice de Expectativas (IE-S) avançou 0,8 ponto, para 99,3 pontos.

Após dois trimestres seguidos de quedas, a confiança média do setor de serviços subiu 6,9 pontos no segundo trimestre de 2022, puxada pelos segmentos mais intensos em serviços presenciais, "resultado da redução dos números da pandemia e reabertura dos estabelecimentos".

"O desafio para os próximos trimestres é a manutenção do resultado positivo, quando passar esse efeito da reabertura e da liberação extraordinária de recursos, como ocorreu nesse trimestre", completa Tobler.

A coleta de dados para a edição de junho da Sondagem de Serviços foi realizada com 1461 empresas entre os dias 1º e 27 do mês.

Empreendedores negros foram os mais afetados durante a crise sanitária da Covid-19. A 14ª edição da pesquisa sobre o impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que houve queda de 62% no faturamento para esse grupo, em relação ao período pré-pandemia e empreendedores brancos (56%).

Os dados foram coletados entre os meses de abril e maio de 2022 e contaram com a participação de microempreendedores individuais e donos de micro e pequenas empresas de todo o Brasil.

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“Os dados mostram o que já observamos, muitas vezes, no dia a dia. Demorando para recuperar o faturamento e sem conseguir crédito, é mais difícil para o negro ser empreendedor no Brasil e a pandemia deixou ainda mais clara essa desigualdade social. É preciso intensificar a concessão de crédito para essa parcela da população e o Sebrae tem atuado para promover políticas eficientes para alavancar os pequenos negócios brasileiros”, frisa o presidente da instituição, Carlos Melles, por meio da assessoria.

A pesquisa também revela que 37% dos empreendedores negros estão endividados e com empréstimos atrasados, contra 27% de brancos. Além disso, para os negros (64%) os débitos superam os curtos mensais com a empresa (30%). Os dados apontam também que, desde o início da pandemia, em 2020, 51% dos empreendedores negros buscaram empréstimo contra 49% dos brancos. No entanto, 47% da população empreendedora negra teve seu pedido financeiro negado.

Os aluguéis residenciais ficaram 0,59% mais caros em maio, depois de terem subido 0,82% em abril. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em 12 meses, o índice acumulou uma alta de 8,83%, a maior variação da série histórica iniciada em janeiro de 2019.

O IVAR foi criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis. Até então, a FGV coletava informações de anúncios de imóveis residenciais para locação, e não os valores efetivamente negociados.

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Quanto aos resultados das quatro capitais que integram o índice da FGV, o aluguel residencial em São Paulo passou de uma elevação de 1,27% em abril para um recuo de 0,26% em maio. No Rio de Janeiro, o índice saiu de alta de 0,31% para expansão de 1,31% no período; em Belo Horizonte, de queda de 0,07% para alta de 1,97%; e em Porto Alegre, de aumento de 0,82% para alta de 0,87%.

No acumulado em 12 meses, os aluguéis avançaram 6,49% em São Paulo; 8,06% em Porto Alegre; 15,96% em Belo Horizonte; e 10,33% no Rio de Janeiro.

Os aluguéis residenciais ficaram 0,82% mais caros em abril, depois de terem subido 0,81% em março. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em 12 meses, o índice acumulou uma alta de 8,24%, a maior variação da série histórica, iniciada em janeiro de 2019.

O IVAR foi criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis. Até então, a FGV coletava informações de anúncios de imóveis residenciais para locação, e não os valores efetivamente negociados.

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Quanto aos resultados das quatro capitais que integram o índice da FGV, o aluguel residencial em São Paulo passou de uma elevação de 1,30% em março para um aumento de 1,27% em abril. No Rio de Janeiro, o índice saiu de alta de 1,44% para expansão de 0,31% no período; em Belo Horizonte, de avanço de 2,32% para queda de 0,07%; e em Porto Alegre, de queda de 1,25% para alta de 0,82%.

No acumulado em 12 meses, os aluguéis avançaram 6,54% em São Paulo; 7,17% em Porto Alegre; 14,87% em Belo Horizonte; e 8,70% no Rio de Janeiro.

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) subiu 4,5 pontos na passagem de março para abril, a primeira alta após cinco meses seguidos de perdas, para 79,5 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o IAEmp avançou 1,0 ponto.

"Depois de cinco meses de queda, o IAEmp voltou a subir em abril. A melhora no mês precisa ser contextualizada porque o indicador continua em patamar baixo e foi puxada pelo setor de serviços, que foi mais impactado por ondas da pandemia, como no início em 2022, e que ainda tem espaço para recuperação. O principal desafio nos próximos meses será a manutenção desse resultado positivo que dependerá da melhora do ambiente macroeconômico", avaliou Rodolpho Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

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O IAEmp sugere expectativa de geração de vagas adiante, quanto maior o patamar, mais satisfatório o resultado. O indicador é formado por uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, todas apuradas pela FGV. O objetivo é antecipar os rumos do mercado de trabalho no País.

Em abril, todos os sete componentes do IAEmp contribuíram positivamente para o resultado. O principal destaque foram os componentes de Situação Atual dos Negócios de Serviços e da Indústria, que contribuíram com 1,6 ponto e 1,2 ponto, respectivamente.

Com o desarranjo das cadeias globais de produção em meio à pandemia, a inflação ao motorista acumulou alta de 17,03% nos 12 meses encerrados em março, segundo cálculos feitos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido do Estadão/Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), com dados do Índice de Preços ao Consumidor-10 (IPC-10). A cesta inclui preços de veículos, combustíveis, peças, serviços correlatos e tarifas públicas como multas e licenciamento. A inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumula 10,79% em 12 meses até março.

A guerra na Ucrânia acrescenta uma pressão adicional nas cotações do petróleo: caso nada mais aumente em abril, apenas o reajuste de combustíveis feito em março pela Petrobras elevará essa taxa para 22,08%.

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"Combustível é o foco (da inflação em abril), mas, com a retomada das atividades pós-pandemia, a gente pode ver novos reajustes em serviços que estavam meio congelados, como oficina, por exemplo", previu Matheus Peçanha, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/Ibre).

No lado dos produtos, os dados mais recentes do IPCA, referentes a fevereiro, mostram que os automóveis novos já acumulam alta de 22,94% em 18 meses de aumentos consecutivos, apurou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"Movimento semelhante ocorre em automóveis usados e motocicletas. A explicação por trás é exatamente a mesma, o setor automotivo tem sido um dos mais impactados pelo desarranjo das cadeias produtivas", afirmou Pedro Kislanov, gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE, à época da divulgação dos números.

O automóvel usado já sobe há 20 meses, com alta acumulada de 22,66%. As motocicletas sobem há 15 meses seguidos e já ficaram 17,72% mais caras no período. Outros serviços correlacionados também tiveram aumento, como seguro voluntário, emplacamento e conserto.

Graças à demanda aquecida, o setor automotivo é o único entre os dez que integram o comércio varejista ampliado que tem conseguido repassar ao consumidor quase integralmente a elevação de preços dos produtos na porta de fábrica, conforme levantamento do economista Fabio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Peças

Nos 12 meses terminados em janeiro de 2022, os preços de produtos da indústria automotiva ficaram 17% mais altos na porta de fábrica. No varejo, a alta de preços ao consumidor nas lojas de veículos e motos, partes e peças foi de 16,5%. Isso significa que 96,8% do aumento de custos do atacado foi repassado ao cliente final, calculou Bentes. "O setor está tentando retomar a margem de lucro que perdeu durante o período mais crítico da pandemia", avaliou Bentes.

A indústria automobilística foi afetada pelo desarranjo das cadeias produtivas e pela falta de insumos, mas também pelo aumento de custos de matérias-primas e de energia, apontou André Braz, coordenador dos Índices de Preços do FGV/Ibre. "Se a indústria automobilística não conseguia atender o mercado, isso ajudou a aquecer o mercado de usados. Os automóveis novos subiram tanto quando os usados. Se não tinha peça, o carro fica mais escasso, isso provoca um choque de oferta", disse Braz.

Preços altos e juros elevados devem afastar cliente

O sonho do automóvel novo ficou mais distante para os brasileiros. Os preços mais elevados e a alta das taxas de juros no financiamento esfriarão a demanda, preveem especialistas.

Após dois anos de fortes reajustes, o preço médio dos "hatchbacks", categoria que inclui os carros mais baratos, ficou em R$ 79 mil em janeiro deste ano, segundo Cassio Pagliarini, da Bright Consulting, consultoria especializada no setor automotivo. Em 2016, o preço médio era de R$ 48 mil. Corrigindo pela inflação, seria o equivalente a R$ 62 mil.

O crédito mais caro deve servir para desacelerar os aumentos nos próximos meses, mesmo com a persistência de encarecimento de custos, estima o economista Fabio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). "Nenhum segmento do varejo depende tanto do crédito quanto o automotivo. Essa tentativa de recomposição de margem (de lucro) não vai longe."

A taxa média de juros para aquisição de veículos foi de 26,86% em janeiro de 2022, segundo dados do Banco Central (BC) compilados por Bentes.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Os candidatos do XXXIV Exame de Ordem, realizado no dia 20 fevereiro, já podem acessar o resultado e gabarito definitivo da primeira fase da avaliação. A consulta é realizada através do site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo certame.

Esta etapa contou com 80 questões de múltipla escolha que abordaram temáticas obrigatórias da graduação em direito. Os aprovados estão aptos para realizar a prova prático-profissional na área escolhida pelo bacharel.

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De acordo com o cronograma da OAB XXXIV, os locais de prova serão divulgados no dia 18 de abril e a aplicação da avaliação está prevista para 24 do mesmo mês.

As mulheres ainda ganhavam 19,9% a menos do que os homens no mercado de trabalho no ano de 2021, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV). A disparidade salarial era ainda maior entre os profissionais com mais anos de instrução: entre os trabalhadores com ensino superior completo, elas ganhavam 36,4% menos do que os homens com o mesmo grau de ensino.

O rendimento médio habitual das mulheres foi de R$ 2.255 em 2021, contra R$ 2.815 dos homens. Considerando apenas os trabalhadores ocupados que concluíram o ensino superior, a renda média subia a R$ 6.647 entre os homens, contra um resultado de R$ 4.228 para as mulheres. O estudo da FGV foi elaborado a partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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"Nas faixas de salários baixos, nós temos menos desigualdade quanto à participação de homens e mulheres, mas quando você analisa o topo da distribuição (de renda), ele é composto predominantemente por homens", apontou Janaína Feijó, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).

No quarto trimestre de 2021, entre os 10% dos trabalhadores mais bem remunerados, somente 35% eram mulheres, e 65% eram homens. Já entre os 10% com rendimentos mais baixos, 55% eram mulheres, e 45% eram homens.

Se considerados apenas os trabalhadores ocupados com ensino superior completo, na faixa dos 10% com rendimentos mais baixos no quarto trimestre de 2021, 72% eram mulheres, contra apenas 28% de homens. Na direção oposta, entre os 10% mais bem remunerados, somente 28% eram mulheres, contra 72% de homens.

"Nas faixas mais altas de salários, as mulheres passam a estar mais sub-representadas", ressalta a pesquisadora do Ibre/FGV.

Janaína explica que uma das razões para essa disparidade salarial é o fato de as mulheres com ensino superior serem maioria em profissões que exigem ensino técnico ou superior, porém pagam remunerações mais baixas. É o caso de trabalhadores de serviços de informação ao cliente (77,0% eram mulheres, contra 23,0% de homens), técnicos e assistentes veterinários (92,6% de mulheres) e secretários (86,9% de mulheres).

"Elas estão alocadas em profissões que remuneram menos", justificou Janaína Feijó.

No entanto, a pesquisadora lembra que há também diferenças salariais importantes mesmo entre mulheres e homens que atuam numa mesma profissão. Elas ainda são minoria em cargos de chefia, por exemplo, citou Janaína.

O mercado de trabalho tinha 11,4 milhões de mulheres ocupadas com ensino superior completo e 9,6 milhões de homens com o mesmo grau de instrução, somando 21,0 milhões de trabalhadores. Entre os 1,532 milhão de desempregados com ensino superior completo, 576,5 mil eram homens e 956,2 mil eram mulheres.

A taxa de desemprego no País desceu de 13,74% na média de 2020 para 13,20% na média de 2021. A melhora foi exclusivamente puxada pelos homens, cuja taxa de desemprego caiu de 11,82% em 2020 para 10,71% em 2021, ao passo que para as mulheres houve piora, de 16,26% para 16,45%. O resultado revela que as mulheres ainda se encontram em uma situação muito crítica no mercado de trabalho, apontou a FGV. Embora a taxa de desemprego das mulheres tenha sido superior à dos homens desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012, essa diferença se acentuou em 2021 para o maior patamar já visto: 5,74 pontos porcentuais.

"Esperávamos que a recuperação fosse mais igualitária, e não tem sido. As mulheres ainda estão com um baixo nível de participação (no mercado de trabalho), ainda temos uma taxa de desemprego muito elevada, o nível de ocupação dos homens é mais alto que o nosso. Então muitos desafios ainda permanecem nesse cenário pós-pandemia, mostrando que não foram superados, que a gente precisa continuar pensando em como ajudá-las e como reverter esse quadro", concluiu a pesquisadora do Ibre/FGV.

O XXXIV Exame da Ordem dos Advogados do Brasil foi realizado neste domingo (20). Entre as 80 questões, 7 foram de direito civil. O professor da disciplina, Rafael Ribeiro, foi o convidado pelo LeiaJá para comentar os aspectos da prova.

Para o docente as questões estavam dentro do esperado. Sendo considerada por ele uma prova tranquila, que exigia apenas uma atenção maior dos candidatos, tendo somente 2 questões em destaque. “A primeira foi a questão que falou do prazo prescricional nas indenizações cíveis. Não por dificuldade, mas por ter sido unicamente decorar prazo, o que não é comum nas questões de direito civil. A segunda é a que fala da legítima em um casamento no regime de comunhão total de bens, pois na questão não fala se existem bens particulares. O que acaba por caber uma dupla interpretação da questão, não sei se suficiente para anular a questão mas vale o oabeiro ficar de olho”, detalha Ribeiro.

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Ainda, segundo o docente, o certame abordou direito de família e de sucessões interligados e contratos em espécie, “que acaba sendo sempre uma roleta, devido a grande quantidade de contratos que podem abordar”, finalizou.

A primeira fase do Exame de Ordem XXIV foi realizada neste domingo (20) em todo o Brasil. Na ocasião, os participantes responderam a 80 questões de múltipla escolha sobre áreas do direito como Ética, Penal, Civil, Administrativo, entre outras em um período de cinco horas.

Poucos minutos para o encerramento oficial do certame, alguns candidatos usaram as redes socias para comentar sobre a avaliação. No Twitter, os oabeiros e oabeiras ressaltaram que o nível do exame estava alto, com destaque para a disciplina de ética. Confira os comentários sobre a OAB XXXIV:

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Participantes do XXXIV Exame de Ordem Unificado, que será realizado neste domingo (20), já podem consultar os locais de provas a partir deste segunda-feira (14). O acesso é realizado através do site da organizadora do certame, a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No dia da avaliação objetiva, os portões serão abertos às 11h30 e o fechamento será, pontualmente, às 12h30 (horário de Brasília). Os participantes terão três horas para a resolução de questões de diversas áreas do direito.

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Devido à pandemia da Covid-19, a responsável pelo Exame de Ordem adotou protocolo de segurança sanitária que deve ser seguido pelos examinandos e examinandas, entre eles, o uso obrigatório de máscara e aferição de temperatura.

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