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O Instituto Mais de Gestão e Desenvolvimento Social (IMais) está com as inscrições abertas para o Projeto Jovem Empreendedor, que oferece 12 cursos on-line gratuitos nas áreas de inovação e empreendedorismo. As capacirações são voltadas para jovens entre 18 e 29 anos que residem na região da Grande São Paulo.

O projeto oferece seis cursos com foco em gestão e desenvolvimento pessoal. São eles: "desenvolvendo o plano de negócios", "marketing/vendas", "gestão básica, gestão de redes sociais", "como abrir uma empresa/regimes tributários" e "marketing pessoal", além de seis cursos profissionalizantes de programação web, youtuber, música, Photoshop, Corel Draw e Pacote Office (Word, Excel e Power Point).

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Os cursos serão ministrados em plataforma própria, onde ficarão gravados e, após a liberação do acesso, os alunos poderão utilizar por até 12 meses.

 As qualificações visam aliar o autoconhecimento, o desenvolvimento da autoestima e de habilidades pessoais, com técnicas de gestão e negócios por meio de encontros virtuais e presenciais, pois também será oferecido um trabalho de coaching para 120 integrantes do programa.

As inscrições são feitas gratuitamente através do site da instituição, onde o participante deve selecionar o curso desejado e efetuar a matrícula.

A cervejaria Stella Artois está patrocinando um curso para ajudar empreendedoras de todo o Brasil a impulsionarem seus negócios na área alimentícia. Ao todo, serão disponibilizadas 1.200 vagas destinadas a mulheres, de forma gratuita. As inscrições começam no dia 9 de julho e podem ser feitas até 31 de julho, através do formulário Google.

Desenvolvida pelo Sebrae, a programação recebe alunas de todo o Brasil, reunindo disciplinas pensadas para ajudar quem já trabalha no setor a dar mais visibilidade ao seu negócio. Além de uma palestra sobre empreendedorismo feminino na gastronomia, a programação inclui temas como planejamento e produção de conteúdo para as mídias sociais, montagem de pratos com orientação para aumento de vendas, fotografia gastronômica e até posicionamento de marca, entre outros. Todas as atividades são optativas e as participante podem escolher até três aulas.

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“Historicamente as mulheres ocuparam as cozinhas por muito tempo, não só cozinhando, mas criando e repassando o conhecimento e a gastronomia por gerações. Hoje elas ainda estão em minoria quando o assunto é a liderança e reconhecimento nesse mercado – atualmente no mundo apenas 5% dos chefs de restaurantes com Estrela Michelin são mulheres”, conta Maria Júlia Casarini, coordenadora regional de marketing da Ambev. “Stella Artois quer dar protagonismo e visibilidade para estas mulheres na gastronomia. Queremos contribuir para que mais mulheres possam conquistar seu lugar de destaque e fazer seus negócios crescerem, prosperando e compartilhando seu talento com ainda mais gente”, complementa, segundo informações da assessoria de imprensa. 

O projeto nasceu em Belo Horizonte, a partir da celebração do Dia da Gastronomia Mineira, que acontece neste 5 de julho. Além de ter iguarias reconhecidas como Patrimônios Culturais da Humanidade, como os queijos da Canastra e do Serro, a gastronomia mineira se destaca pela liderança de talentos femininos na cozinha – um deles é a chef Bruna Martins, embaixadora do projeto em parceria com Stella. A marca de cerveja da Ambev mantém uma relação de longa data com o universo da gastronomia, especialmente em parceria com chefs mulheres de diversas partes do Brasil.

Em parceria com a Nestlé e Itaú Mulher Empreendedora, o Consulado da Mulher, ação social da Consul, lança a 4ª edição do programa #EmpreendeNoZap. Nesta edição, serão selecionadas 500 mulheres das regiões Norte e Nordeste para participarem de um processo de aprendizado via WhatsApp.

Interessadas podem se inscrever até o dia 17 julho, na plataforma Consulado da Mulher.  As selecionadas irão receber uma mensagem de confirmação no dia 25 de julho, pelo WhatsApp. 

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“O Consulado completou 20 anos este ano e nada mais prazeroso que comemorar levando oportunidade de desenvolvimento a mais mulheres, para que possam transformar seus negócios, com impacto positivo em suas vidas e de todos a sua volta”, ressalta Leda Böger, diretora do Consulado da Mulher. 

O curso terá oito semanas de duração e contará com a participação de colaboradores da Whirlpool, Nestlé e Itaú Mulher Empreendedora e outros parceiros, que complementarão os conteúdos através de mentoria voluntária para acelerar os negócios das participantes.

O leque de conteúdos irá contemplar temas de gestão administrativa e financeira, vendas, marketing, pessoas, formalização, gênero e culinária. As selecionadas receberão, semanalmente, o conteúdo da formação via WhatsApp. Além disso, haverá também o acompanhamento remoto da condução das participantes à frente de seus empreendimentos, buscando por novas demandas e melhoria dos processos.

”Nestlé e Moça sempre estiveram próximas do empreendedorismo, principalmente através dos doces. Enxergamos a grande potência da mulher empreendedora doceira, que ajudou e ajuda a criar e recriar receitas icônicas com Leite Moça®. Estamos felizes em contribuir com conteúdos voltados ao aperfeiçoamento das práticas culinárias e com produtos Moça® para ajudar as empreendedoras na realização de seus sonhos”, comenta Natália Goivinho, gerente de marketing consumidor da marca Moça. 

“O cenário atual é desafiador e torna ainda mais necessárias iniciativas que incentivem as mulheres a serem protagonistas da retomada econômica, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do país, e esse é um dos objetivos atuais do programa Itaú Mulher Empreendedora”, afirma Luciana Nicola, diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade do Itaú Unibanco.

Para participar, as empreendedoras deverão seguir alguns requisitos: o Consulado procura por mulheres com renda familiar de, no máximo, um salário mínimo por membro da família e que já tenham um negócio informal ou empresa constituída com pelo menos três meses de existência no ramo de alimentação das regiões Norte e Nordeste. 

Além do suporte e desenvolvimento das capacidades de administração de um negócio, as 50 mulheres com maior pontuação nos cursos também receberão uma mentoria especial com voluntários, que irão trabalhar em três metas desenhadas em conjunto, pensando na gestão de seus negócios. Sendo assim, aquelas que cumprirem as três metas estipuladas receberão a doação de 250 latas de Leite Moça® para potencializar a produção de seus negócios. 

As participantes passarão por uma seleção, que leva em consideração a ordem de inscrição (as primeiras terão prioridade), menores rendas per capita e avaliação da resposta à pergunta “Por que você tem interesse em participar do Programa de Formação #EmpreendeNoZap?”.

Quando se tem uma ideia para empreender, uma das primeiras perguntas é: onde abrir um negócio? Dentre os lugares possíveis, há quem veja nas ruas uma solução; os que compram ou alugam um espaço maior em local estratégico e de grande movimento, como nos centros das cidades; e existem os que apostam em empreender dentro da própria casa, impulsionados, muitas vezes, pela falta de recursos financeiros.

Na grande reportagem 'Minha casa, meu negócio', a TV LeiaJá conta as histórias de Lindacy Silva, Heleno Cândido e Alexsandra Silva: três empreendedores que fizeram das casas onde moram oportunidades para gerar a própria fonte de renda. A proposta é mostrar a relevância desses pequenos negócios, que foram estabelecidos dentro dos lares, e como eles têm atravessado a crise econômica no Brasil. A reportagem também aborda a importância de ampliar um negócio por meio do acesso ao crédito e da digitalização.

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Confira a grande reportagem: 

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No Brasil, 99% das empresas são pequenos negócios. Esses empreendimentos são responsáveis por 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, assim como geraram, em 2021, 70% de todos os empregos.

Os dados divulgados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) destacam a força e a relevância dos pequenos negócios brasileiros para a economia do País. São empreendimentos liderados por trabalhadores aguerridos, que ao longo da história, mesmo diante de sérias crises, batalharam para conduzir as suas empresas, garantindo o sustento de suas famílias e da economia nacional.

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A partir desse mote, o LeiaJá publica, nesta quarta-feira (29), um novo projeto especial, o podcast “Pequenos negócios, grande história”, comandado pelos jornalistas Nathan Santos e Camilla de Assis; a edição técnica é de Caio Lima.

Em seis episódios, o podcast aborda a evolução histórica dos pequenos negócios brasileiros, partindo do período colonial ao contexto de pós-pandemia da Covid-19. Os conteúdos jornalísticos explicam como eles tornaram-se os pilares econômicos da nação. Ouça a seguir:

A história dos pequenos negócios: dos primórdios ao atual cenário, entenda como tornaram-se pilares da economia

Na fuga à crise, empreender por necessidade é a saída de milhões de brasileiros

Covid-19, crise e resiliência empreendedora

Empreender por oportunidade: o cenário ideal para o universo empreendedor

Sebrae: 5 décadas de bons negócios

Pós-pandemia e o futuro dos pequenos negócios no Brasil

Empreendedores negros foram os mais afetados durante a crise sanitária da Covid-19. A 14ª edição da pesquisa sobre o impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que houve queda de 62% no faturamento para esse grupo, em relação ao período pré-pandemia e empreendedores brancos (56%).

Os dados foram coletados entre os meses de abril e maio de 2022 e contaram com a participação de microempreendedores individuais e donos de micro e pequenas empresas de todo o Brasil.

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“Os dados mostram o que já observamos, muitas vezes, no dia a dia. Demorando para recuperar o faturamento e sem conseguir crédito, é mais difícil para o negro ser empreendedor no Brasil e a pandemia deixou ainda mais clara essa desigualdade social. É preciso intensificar a concessão de crédito para essa parcela da população e o Sebrae tem atuado para promover políticas eficientes para alavancar os pequenos negócios brasileiros”, frisa o presidente da instituição, Carlos Melles, por meio da assessoria.

A pesquisa também revela que 37% dos empreendedores negros estão endividados e com empréstimos atrasados, contra 27% de brancos. Além disso, para os negros (64%) os débitos superam os curtos mensais com a empresa (30%). Os dados apontam também que, desde o início da pandemia, em 2020, 51% dos empreendedores negros buscaram empréstimo contra 49% dos brancos. No entanto, 47% da população empreendedora negra teve seu pedido financeiro negado.

As inscrições para o concurso Mulher Sebrae de Negócios 2022 estão abertas. O prêmio, instituído pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), busca estimular o empreendedorismo feminino e reconhecer histórias inspiradoras de empresas lideradas por mulheres. Empreendedoras poderão se inscrever até o dia 17 de julho, através da plataforma Sebrae Delas.

O prêmio é dividido em três etapas, sendo elas a estadual, regional e nacional. Na etapa estadual, serão escolhidas até três candidatas por estado e o Distrito Federal, nas categorias de pequenos negócios, produtora rural e microempreendedora individual. Em seguida, as candidatas serão avaliadas por um júri regional, e as selecionadas seguirão para a etapa nacional. Já na etapa nacional, as 15 vencedoras regionais (3 vencedoras por categoria para cada uma das 5 regiões brasileiras) estarão automaticamente classificadas para a final nacional da premiação.  

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As nove ganhadoras nacionais serão conhecidas em novembro, durante solenidade na sede do Sebrae Nacional, em Brasília (DF). Elas terão direito a uma viagem para participar de uma missão técnica com foco em capacitação, além de mentoria, aparelho de última geração (tablet ou celular) e o troféu.

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Se antes o empreendedorismo era um espaço majoritariamente masculino, agora, a presença feminina vem ganhando força nos últimos tempos. Cada vez mais as mulheres se posicionam como donas do seu próprio negócio. Estudo realizado com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc) mostrou que após diminuir para um total de 8,6 milhões, no segundo trimestre de 2020, o número de mulheres à frente de um negócio no Brasil fechou o quarto trimestre de 2021 em 10,1 milhões.

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Dentre essas empreendedoras está Tiane Melo, que é pedagoga, produz conteúdo para as redes sociais e também empreende. Bastante conhecida pelo perfil no Instagram, o @mangapoética, ela compartilha com os mais de 115 mil seguidores várias frases com expressões tipicamente paraenses (veja galeria de fotos).

Atualmente, Tiane vende peças de vestuários e decoração com as conhecidas frases e conta como aconteceu o processo até conseguir empreender de fato. Segundo ela, a influência para o empreendedorismo sempre esteve presente em sua família. A mãe de Tiane vendia salgados e bolos, mesmo que não houvesse um profissionalismo. Quando as vendas em sua marca começaram de fato a demandarem mais dela, a pedagoga foi em busca de conhecimento. “Eu decidi entrar de cabeça na onda do empreendedorismo. Não tinha um conhecimento de fato, mas eu fui buscando através do próprio Instagram, seguindo e conhecendo pessoas que entendiam. Na prática eu fui aprendendo”, contou ela.

Como alguém que não possui toda a renda oriunda do empreendimento, Tiane afirma que uma de suas maiores dificuldades quando começou a empreender foi criar uma rede de fornecedores paraenses, nos quais ela tivesse maior confiança.

Tiane frisou que seu empreendimento diz muito sobre o paraense e a cultura do Estado. “A minha marca vende cultura paraense, não no sentido de um consumismo líquido, mas, sim, nessa questão de identidade e identificação com a marca”, afirmou.

Segundo informações da Junta Comercial do Estado do Pará (JUCEPA), 42,36% das empresas no Pará têm mulheres em seus quadros societários e de chefia, contra 57,64% formalizados por homens, em 2021. Somente em Belém, foi registrado o aumento de 29,63% em abertura de empresas neste ano. Já Ananindeua, na região metropolitana, registou um total de 11% em novos empreendimentos.

Os dados se confirmam na experiência da empreendedora, que afirma existir um companheirismo entre as demais mulheres do ramo. “Uma vai levantando a outra, vai dando dica, vai indicando fornecedor melhor de sacola de adesivo”, contou.

O empreendedorismo feminino ainda se mostra como uma porta para mulheres que vivem em submissão ou até uma forma de violência, analisou a empreendora. Para ela, o empreendedorismo feminino deveria ser uma política pública.

“Que existam incentivos, espaços, eventos. Tanto para mulheres que já empreendem quanto para mulheres que têm esse desejo”,  destacou.

Por Painah Silva e Gabriel Pires (sob a supervisão do editor prof. Antonio Carlos Pimentel).

Os festejos juninos, para algumas pessoas, representam uma oportunidade de negócio e renda extra. Entusiasmados pela retomada das comemorações de São João, após o período mais crítico da pandemia de Covid-19, os empreendedores sazonais aproveitam para comercializar acessórios, comidas típicas e fogos de artifício, que são característicos da festa.

De acordo com o analista do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Valdir Cavalcanti, as festividades como Carnaval e São João são épocas de grandes oportunidades de negócios, que costumam dar continuidade. “Nesse período, as pessoas, muitas vezes, têm oportunidades de ganhar o dinheiro extra. Mas o Sebrae tem observado que, algumas se descobrem empreendedoras e seguem com o negócio”, explica, em entrevista ao LeiaJá.

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Empreendedora desde 2020, Mel Vieira, pelo segundo ano consecutivo, vende bolos juninos. Tudo é feito de forma antecipada e planejada. “Começo a organizar o cardápio, realizar a abertura de agenda e prazos quase um mês antes [São João]”, ressalta a reportagem. Além da montagem do cardápio e dos bolos, Mel gerencia a página do negócio no Instagram e entrega final. Todas as vendas nesta época são feitas, exclusivamente, por encomenda.

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À reportagem, a empreendedora fala sobre as dificuldades de trabalhar com produtos específicos em épocas sazonais. “Uma das maiores dificuldades nesta época do ano sempre é o aumento do preço dos insumos e embalagens. A diferença é absurda!”, expõe.

Questionada sobre como, neste período de festa e inflação, ele tenta driblar a alta dos preços e, ao mesmo tempo, manter a qualidade dos produtos, Mel é categórica. “Quase nunca mudo os ingredientes para não comprometer a qualidade que entrego aos clientes. Então, estou sempre atenta às promoções nos supermercados e nas plataformas de delivery, como o Ifood. E assim, vou fazendo estoque de insumos e tento manter o preço justo para os clientes”, frisa.

Valdir Cavalcanti salienta que interessados em iniciar no empreendedorismo sazonal precisam apostar no planejamento da produção, como também, das vendas. “Geralmente, o Sebrae procura orientar a pessoa para que ela diminua aquilo que a gente chama de prática do amadorismo e comece a fazer a aplicação do profissionalismo do negócio. Além disso, direcionamos para que tudo seja feito com o máximo de qualidade, porque, no ano que vem, ela vai vender de novo a esse cliente que comprou agora”, recomenda.

O vereador do Recife, Alcides Cardoso (PSDB), apresentou um projeto de lei para instituir a disciplina de empreendedorismo na grade extracurricular das escolas públicas da capital pernambucana. Caso seja aprovado pela Câmara e sancionado pelo prefeito João Campos (PSB), a inclusão se dará de forma facultativa para alunos a partir do 6º ano do ensino fundamental nas instituições de ensino da rede municipal.
“Isso ajudará no desenvolvimento pessoal e profissional deles. E assim eles podem ter ainda mais em mente que a educação abre um mundo de possibilidades”, disse o parlamentar.
Segundo a proposta do vereador, as despesas com a sua possível execução serão bancadas por dotações orçamentárias próprias da Secretaria municipal de Educação no programa de ampliação e gestão da rede, na atividade de universalização e qualificação do ensino fundamental, e que podem ser suplementadas pela prefeitura se for necessário.
“O empreendedorismo não se trata apenas da gestão de uma empresa. É muito mais do que isso. Envolve a formação de pessoas criativas com autonomia e competências adquiridas no seu ensino que são necessárias para qualquer atividade da vida adulta, fazendo com que sejam mais capazes de tomar decisões. A educação empreendedora é uma tendência no ensino e Recife não pode ficar para trás”, defendeu o tucano.
O projeto de Alcides Cardoso, que já foi lido no plenário da Câmara, está tramitando nos colegiados da Casa com o número 122/2022 e aguarda parecer da Comissão de Educação, Cultura, Turismo e Esportes.

*Da assessoria de imprensa

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Sete Municípios de Pernambuco vão concorrer à etapa nacional do prêmio Prefeito Empreendedor 2022, um programa criado pelo Sebrae que oferece reconhecimento para prefeitos que implantaram projetos com o foco no desenvolvimento de pequenos negócios no município. 

O Sebrae em Pernambuco realizou na segunda-feira (13) a cerimônia de premiação da etapa estadual XI Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor no Grand Mercure Recife, localizado em Boa Viagem. Ao todo, 58 cidades participaram este ano, com 64 projetos inscritos, o que beneficiou mais de 300 mil pequenos negócios com as iniciativas. Os vencedores passarão pela pré-seleção nacional, serão julgados por uma comissão e convocados para etapa nacional, que acontecerá dia 28 de junho.

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O superintendente do Sebrae/PE, Francisco Saboya, reforçou a importância do prêmio para a instituição e o papel dos municípios para a transformação dos negócios. “Esse é um dos momentos mais especiais do nosso calendário, porque se trata do reconhecimento daqueles que, nas estruturas federativas desse país, são as entidades menos valorizadas. No Sebrae, nós acreditamos, de uma maneira muito profunda, que a transformação tem que vir da base. Essa transformação virá na hora em que os municípios assumirem a sua força, assumirem o seu poder de transformação e, assim, a gente mobilizando a sociedade, organizando o setor produtivo, melhorando o Marco legal, facilitando a abertura de negócios e apoiando o desenvolvimento sempre em parceria, a gente certamente vai ter um estado mais próspero.” 

Confira os vencedores em cada categoria na etapa estadual, que agora participarão da disputa a nível nacional:

Prefeito Elioenai D. Santos Filho do município de Cabrobó, 1° lugar na categoria Sala do empreendedor com o projeto “Cabrobó do futuro”;

Prefeita Márcia Conrado do município de Serra Talhada, 1° lugar na categoria Marketing Territorial e Setores Econômicos com o projeto “PAST- Assistência Técnica como Ferramenta para o desenvolvimento”;

Prefeito João Henrique de Andrade Lima Campos do Recife, 1° lugar nas categorias Inovação e Sustentabilidade e Cidade Empreendedora, com os projetos Recife gerando oportunidades e Recife acredita, respectivamente;

Prefeito Clayton da Silva Marques do Cabo de Santo Agostinho, 1° lugar na categoria Desburocratização com o projeto Programa de modernização da gestão urbana e ambiental;

Prefeito Otávio Augusto Tavares Pedrosa Cavalcante do município de Bodocó, 1° lugar na categoria Compras governamentais com o projeto Transformação e transparência para o desenvolvimento da nossa cidade;

Prefeita Raquel Teixeira Lyra Lucena da cidade de Caruaru, 1° lugar na categoria Empreendedorismo na Escola com o projeto Qualifica EJA;

Prefeito Nininho Carvalho do município de Parnamirim (representando os 13 municípios do CISAPE), 1° lugar na categoria Governança Regional e Cooperação Intermunicipal, com o projeto Consórcio Intermunicipal do Sertão do Araripe.

De acordo com um levantamento realizado pelo CEO da FM2S Educação e Consultoria, Virgilio Marques do Santos, das mais de 19 milhões de empresas abertas no Brasil, a maior parte, em torno de 92,4%, são compostas por microempreendedor individual (MEIs) e estabelecimentos de pequeno porte. Segundo a análise feita através dos dados do Ministério da Economia, para cada 100 MEIs, há 30 Micros, 10 pequenos negócios e uma sociedade anônima.

Ainda de acordo com a pesquisa, existe uma série histórica de abertura e fechamento de empresas no primeiro quadrimestre dos anos de 2012 a 2022, que pode estar em muito relacionado ao aumento do desemprego. Dessa forma, o trabalhador sem oportunidades vê no empreendedorismo, principalmente, na abertura de um MEI ou Microempresa, uma possível alternativa para se inserir novamente na economia.

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Dessa maneira, o CEO da FM2S destaca que é importante considerar que empreender nestes casos não é uma escolha, mas na verdade é uma questão de sobrevivência para essas pessoas, o que se caracteriza como uma modalidade diferente de negócios, que pode ser chamada de “empreendedorismo por necessidade”. Para buscar entender como essas pessoas se lançam no mundo dos empreendimentos, o relatório levantou 18 ramos que são os mais escolhidos por esses profissionais. 

A maioria são atividades que exigem menos capital de licença para abertura, sendo a modalidade MEI a mais adotada. Nos dados apresentados, se destaca o mercado varejista de artigos do vestuário e acessórios, com 760.700 MEIs ativos, o que demonstra que 76% das atividades realizadas nesse setor são desempenhadas por microempreendedores individuais.

No setor de promoção e vendas, os números chegam a 92% de cabeleireiros, manicures e pedicures atuando por meio do empreendedorismo individual. Para Virgílio, essa alta adesão ao MEI é explicada em parte por conta dos custos bem menores que essa modalidade abrange em comparação com o empregador de pequeno porte, facilitando, assim, a sobrevivência até mesmo de empresas pouco produtivas.

Diante destas análises, o CEO salienta que ao verificar o aumento de empresas no Brasil, principalmente os MEIs, é importante avaliar o contexto socioeconômico do país e em que condições nascem as iniciativas de empreendedorismo dessas pessoas, destacando que em um cenário de desemprego e recessão econômica, nem sempre a abertura de negócios significa uma mudança expressiva no rendimento da população.

O sistema educacional brasileiro, embora, na teoria, seja robusto, ainda peca em alguns pontos. As matrizes curriculares permanecem estagnadas, sem consonância com a realidade mutável do mundo. Assim, alguns temas emergentes deixam de ser introduzidos na Educação Básica, como o empreendedorismo. Ensinar crianças e adolescentes a empreender não é mostrá-los como abrir empresas, mas despertar neles características e habilidades inerentes ao comportamento empreendedor, seja nos negócios, seja na vida.

O itinerário formativo da Educação Básica, no Brasil, contempla disciplinas mais “generalistas”, básicas para a formação acadêmica. Óbvio que Português, Matemática, Física e História são essenciais para compreender o mundo, mas não devem estar sozinhas. Outras como Educação Financeira, Política e Empreendedorismo seriam muito proveitosas adições ao ról de temas levados aos adolescentes e crianças. Esta última, especialmente, é de grande importância na formação dos futuros homens e mulheres de negócios, profissionais de destaque e mesmo pessoas melhores. Porque empreender começa pelo CPF, na vida, com atitudes positivas que podem ser levadas para o CNPJ.

O pensamento empreendedor é algo que ainda falta ao brasileiro. Ter consciência de suas habilidades e das que ainda faltam, para ir atrás destas; ser determinado, ousado, obstinado; pensar de forma criativa e inovadora – tudo isso são características do bom empreendedor que não dependem de uma atividade laboral, mas que podem ser empregadas no dia a dia. Penso que, com a educação empreendedora sendo disseminada nas escolas, estaremos também construindo um futuro melhor para todo o país, com cidadãos mais conscientes e determinados a fazer tudo dar certo. Pode parecer utópico, mas sonhar também é uma grande característica empreendedora – quando aliada à realização do sonho.

Que bom que hoje já vemos projetos legislativos que estudam a inclusão da disciplina de Empreendedorismo no currículo escolar. A medida tem um enorme potencial de gerar transformação de vidas. Ao mesmo tempo, soluções educacionais já oferecem o arcabouço necessário para viabilizar esse ensino. É o caso do Geração Líder, uma plataforma de ensino que leva a educação empreendedora às escolas. A iniciativa, que inclui materiais didáticos e games educacionais, é uma grande alternativa aos centros educacionais que quiserem oferecer esse diferencial aos seus alunos. E, como o próprio nome deixa claro, formará uma nova geração de líderes muito mais capacitados.

É de pequeno que se constrói a mentalidade. Ao inserir o empreendedorismo nas bases da educação, o país estará realizando um investimento a longo prazo que retornará bons e numerosos frutos. É preciso sair do ensino tradicional e aderir ao ensino alinhado com as demandas para o futuro. Somente assim, aliando educação e empreendedorismo, conseguiremos dar um grande salto de desenvolvimento.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Pernambuco realizará, entre as 19h e 22h desta quinta-feira (19), o evento presencial “Customer Experience: ressignificando a experiência do cliente”. O encontro trará estratégias para que os empreendedores saibam identificar erros e acertos na gestão de suas empresas, principalmente no que diz respeito ao relacionamento entre marca e consumidor.

Para isso, o Sebrae convidou a especialista em Customer Centric, Gisele Paula, que também é CEO do Instituto Cliente Feliz, co-fundadora da plataforma Reclame Aqui e autora do livro “Cliente Feliz dá lucro”. No evento, Gisele tratá um pouco da sua expertise em mais de 20 anos de atuação como executiva, abordando a importância da experiência do cliente nos negócios, como também o impacto gerado pelas relações cliente x empresa.

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Além da especialista, os participantes também terão a oportunidade de absorver conhecimentos com Luciano Santos, o executivo de vendas, mentor de carreiras, produtor de conteúdo, especializado em educação corporativa e eleito um dos Linkedin, Top Voices de 2020.

Para participar do evento, os interessados devem se inscrever gratuitamente por meio da página do Sebrae. O encontro acontecerá  no auditório Sebrae Recife, que fica localizado na Rua Tabaiares, 360, no bairro da Ilha do Retiro, no Recife.

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Andreina Fernanda, 20 anos, é uma estudante de Letras de Belém que encontrou um caminho para empreender e ajudar as pessoas. Maria Natureba, sua loja virtual, surgiu no auge da pandemia com o intuito de ajudá-la financeiramente. Andreina queria trazer para o público uma alternativa mais ecológica e com bom custo- benefício.

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“A Maria Natureba seria uma mulher vaidosa, uma pessoa que gosta de se cuidar com os produtos naturais, que é fissurada por esses produtos”, comentou. Apesar do amor pelo empreendedorismo, a estudante critica a exigência do mercado digital de estar constantemente ativa nas redes sociais. Veja a entrevista.

Como a loja surgiu? 

A Maria Natureba surgiu em julho de 2020, vai completar dois anos, por uma questão de necessidade. Minha mãe e eu estávamos desempregadas, e ela sugeriu que eu abrisse meu próprio negócio para que nós tivéssemos uma renda. Estando no auge da pandemia, tanto eu quanto ela estávamos sem perspectiva de futuro. Todo mundo estava isolado em casa e essa foi a forma que encontramos para arrecadar uma grana. Eu ganhei de presente da minha mãe um valor para investir na loja, R$ 100,00. Por ter uma conexão com produtos naturais, já que eu utilizava, gostava e conhecia a respeito, foi o ramo em que eu me encontrei. No início, minha mãe era a entregadora, isso beneficiava nós duas, porque eu vendia e ela entregava. 

E de onde vem o nome Maria Natureba?

O Maria Natureba é mais por Maria ser um nome comum. A minha avó tem Maria no nome, e nós vemos várias meninas com nomes compostos de Maria. E Natureba porque remete à natureza. É para representar. Maria Natureba seria uma mulher vaidosa, uma pessoa que gosta de se cuidar com os produtos naturais, que é fissurada por esse tipo de produtos. Essa foi a ideia que eu tive para o nome da loja.

É você quem faz os produtos naturais ou você tem fornecedores?

Os produtos são encomendados de fornecedores, de extratores e de fabricantes. Eu priorizo pessoas da região do Norte, justamente para ajudar. Inclusive, a maioria dos nossos óleos vegetais são extraídos por extrativistas do interior do Estado. Eu sempre procuro valorizar o pequeno extrator, o pequeno trabalhador. Mas às vezes não tem como. Por exemplo, o óleo de rosa mosqueta vem do sul do Brasil. Justamente porque a planta da rosa mosqueta não vinga na nossa região, que é uma região úmida. Nesse caso, eu preciso de um extrator da região sul.

Você trabalha sozinha ou tem ajuda de outras pessoas?

Atualmente a única coisa que eu não faço são as entregas. O restante, todo o preparo dos produtos, toda a questão dos fornecedores, de receber os produtos, de levar aos Correios os que são para outros Estados, embalar, separar, falar com clientes pelas redes sociais, tudo sou eu.

Você disse que começou a empreender por necessidade financeira, mas quais foram os outros motivos que levaram a esse caminho e que te fizeram permanecer?

Não é nada fácil, é uma tarefa árdua e muito difícil. É um retorno que não é proporcional ao quanto tu trabalhas. Às vezes nós somos muito desvalorizados. Quando se está trabalhando com o público nem todo mundo é muito amistoso, as pessoas são meio grosseiras, são vários fatores que desestimulam bastante. O que me fez continuar é a questão da necessidade, eu precisava dessa renda, já que não havia perspectiva de quando as coisas iriam melhorar. Eu peguei muito gosto pela ramo, e atualmente é o que me faz continuar. É uma área que eu amo. Antes eu via como algo temporário, mas hoje eu vejo como algo fixo.

No início quais foram os principais desafios que você encontrou?

O de lidar com diferentes públicos. Nem todo mundo é muito simpático, muito tranquilo. Aparece gente de todo tipo, e às vezes isso me deixava sem saber o que fazer. Outro ponto é falar com o público quando estou sendo gravada. Por mais que eu seja uma pessoa naturalmente muito comunicativa, quando eu preciso gravar um conteúdo já fico mais retraída, já não consigo fazer. É algo que até hoje preciso enfrentar. Também teve o desafio de arcar com toda a responsabilidade sozinha. De estar ativamente nas redes sociais, de embalar produtos, de entrar em contato com fornecedores, essa rotina me assustou no início. E ter que conciliar isso em um momento muito conturbado que foi o início da pandemia.

Um vídeo seu viralizou no Tik Tok. Tendo as redes como o seu meio de trabalho, como você vê essa necessidade das empresas precisarem estar presentes em quase todas as redes sociais?

Não é muito fácil, já que eu não levo muito jeito de blogueira. Tenho uma certa timidez para gravar vídeos e criar conteúdo. E o meio em que eu atuo, por ser virtual, precisa que eu esteja o tempo todo ativa. É muito complicado, porque às vezes tu não acordas bem, quer fazer uma coisa mas não está conseguindo produzir aquilo. Teu corpo não está bem, tua mente não está bem. É uma cobrança muito grande, é um peso enorme em cima de ti. Além da loja tem a minha vida pessoal. Sou acadêmica, curso Letras na Universidade do Estado do Pará (UEPA), faço contrabaixo acústico no Instituto Estadual Carlos Gomes e cuido de um irmão que é autista, tem transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), enquanto a minha mãe trabalha. Eu preciso conciliar toda a minha rotina com a dele, e também envolver a rotina da loja. 

Maria Natureba nasceu no período de isolamento, certo? Então quais foram as suas estratégias para se destacar nesse ramo em um período tão complicado?

Inicialmente, meu maior foco foi a divulgação. Eu pedi a amigos e conhecidos que divulgassem nas redes sociais para ganhar destaque e começar a ser conhecida. Após isso, ganhei alguns clientes, e conforme isso foi acontecendo procurei conquistá-los através do contato com eles. Perguntava o que eles acharam dos produtos, para ter o feedback e conseguir traçar os meus objetivos, já que eu precisava saber do que eles gostavam e do que que eles não gostavam, para saber o que iria fazer na loja. Também procurava criar conteúdo que me mostrava utilizando os produtos. Mostrando como ficava na minha pele, como reagia, como funcionava. Explicando melhor cada produto, porque muitas pessoas não conhecem. Para mim, o segredo do sucesso é o boca a boca. Não existe nada mais convincente do que isso.

De onde veio esse amor por produtos naturais? 

Tudo começou na minha adolescência, por volta dos 15 anos de idade, quando passaram a aparecer vários cravos e espinhas no meu rosto. Isso me deixava com baixa autoestima muito baixa. Eu comecei a tratar utilizando vários produtos de skincare, e acabava tendo muitas reações alérgicas. A minha pele é sensível, e descamava, coçava, irritava, e por isso precisei estudar sobre alternativas mais viáveis para o meu tipo de pele. Foi através da minha experiência que eu vi o quanto os produtos naturais poderiam ser maravilhosos. Poderiam mudar a minha vida e a vida de outras pessoas. O nosso rosto é a nossa imagem, é o primeiro contato que as pessoas tem com a gente, antes de olharem o nosso corpo elas olham o nosso rosto. Foi uma situação de alta necessidade. E a partir do momento que conheci melhor os produtos naturais, eu comecei a pesquisar a respeito, passei a ser uma pessoa mais consciente em relação ao meio ambiente e aos animais. Tudo isso agregou a esse amor que eu tinha, porque são produtos bons, são produtos que são baratos. São acessíveis e te dão um retorno muito grande. É um custo-benefício enorme. E mais a questão ambiental. São produtos veganos, 100% naturais, não machucam a natureza e não machucam os animais. 

O empreendedorismo entre os jovens tem aumentado muito nos últimos anos. O que você acha que tem despertado essa vontade de empreender tão cedo?

Acho que tem a questão da renda própria. Para mim também foi dessa forma, é uma questão de necessidade. Nós vemos que atualmente está tudo muito caro, gasolina, comida, energia, gás. E o que eu vejo ao meu redor são pessoas empreendendo por necessidade. Até mesmo por conta da alta de desemprego. Eu imagino que essa seria a forma que as pessoas têm encontrado para conseguir o seu sustento.

E quais são os planos para o futuro da Maria Natureba?

Planejo popularizar ela nacionalmente, abrir um ponto físico, ir mais além. Tornar ela uma fábrica de produção de produtos naturais.

Por Jéssica Quaresma (sob a supervisão do editor prof. Antonio Carlos Pimentel).

 

A Prefeitura de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, abriu inscrições para cursos gratuitos destinados a mulheres que desejam empreender ou ampliar o sucesso dos seus negócios em vários níveis de desenvolvimento. O Programa Sebrae Delas tem como objetivo trazer projetos que lutam por igualdade, contra a discriminação e assédio, e que impulsionam o empreendedorismo feminino. 

Dentro do programa, o curso ‘Trilha Empodera’ já foi concluído, e as turmas com aulas presenciais do ‘Impacto Delas’ e do ‘Trilhas Vendas Online na Prática’ já foram iniciadas. As mulheres interessadas poderão realizar suas inscrições por meio de um formulário

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Estão abertas vagas para o curso ‘Efeito Furacão’, que tem como objetivo a pré-aceleração de negócios. A formação tem como público-alvo mulheres que são MEI, microempresárias, artesãs e produtoras rurais, possuindo carga horária de 22h, com aulas na modalidade on-line e horários disponíveis nos turnos da tarde e da noite. 

Para todas essas categorias, deve ser apresentado o CNPJ, além dos dados pessoais com endereço residencial no município de Paulista. Além disso, também estão sendo realizado cursos gratuitos para microempreendedoras individuais, em parceria com o CODAI-UFRPE. Essa ação conjunta vem realizando um grande trabalho de incentivo à independência financeira e ao protagonismo feminino. 

A iniciativa acontece através da Secretaria Executiva de Políticas para as Mulheres, em convenio com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Para mais informações, a Secretaria Municipal da Mulher disponibiliza o número de WhatsApp para contato: (81) 9 9912-0337.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serasa Experian para revelar o cenário do empreendedorismo feminino, a independência financeira é o principal motivador para 40% das mulheres brasileiras que almejam empreender. Em segundo lugar está a busca por mais flexibilidade de tempo, com 29%. Entre as que já se arriscaram no seu próprio negócio, 57%, afirma que já possuem a totalidade de sua renda obtida por meio do seu empreendimento.

O levantamento, que foi realizado com 57,3% dos negócios, no nível de Microempreendedor Individual (MEI) ou microempresas, e 53,8% de pequeno e médio porte, também buscou identificar os desafios encontrados pelas mulheres na sua trajetória. Para 41% delas, o preconceito de clientes, fornecedores e parceiros, ao lado da dupla jornada de trabalho, são os dois principais obstáculos enfrentados.

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Além desse dado, 37% delas afirmaram que possuem a sensação de ter menos oportunidades que os homens no mercado de trabalho. Ao considerar esses problemas, a pesquisa questionou o que as motivam a continuar empreendendo, obtendo como resposta a busca por autonomia sobre a vida pessoal e profissional, 63%, e a importância de apoiar e incentivar outras mulheres a abrirem os seus negócios, 21%.

As entrevistadas também revelaram que a internet abriu oportunidades para quem pretende empreender, onde 78% delas afirmam que a digitalização tem contribuindo para seu negócio. Para 61%, a facilidade encontrada para divulgar seus produtos e serviços nas redes sociais é um fato decisivo. Outros benefícios do ambiente digital foram encontrados na entrega dos produtos (51%), novos meios de pagamento (43%) e inclusões de e-commerce ou marketplace (31%).

A plataforma de capacitação profissional gratuita “Eu Capacito” oferece cursos on-line para empreendedores. Os conteúdos são fornecidos por instituições como Google e Serasa Experian.

Os cursos – descritos abaixo - tem como objetivo auxiliar empreendedores no gerenciamento de deus negócios.

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Gestão financeira de empresas (Fiap) - Os alunos irão aprender sobre administração financeira, risco financeiro, decisões de estrutura e custo de capital.

Empreendendo para ser encontrado por clientes (Google) - No curso ensina o básico sobre como funciona os motores de pesquisa, pesquisa orgânica e paga, além do Google Search console.

Orientação financeira e empreendedorismo (Serasa Experian) - São abordados temas como elaboração do orçamento doméstico, definição de metas familiares, fundo de emergência e renegociação de dívidas. Os conhecimentos podem ser aplicados no ambiente familiar ou de negócios.

Empreendedorismo criativo (IDP) - O curso orienta o empreendedor em como usar a criatividade para expandir o negócio com estudo de caso.

Empreendedorismo e a segmentação de campanhas (SalesForce) - O curso traz introdução sobre segmentação por público em campanhas de marketing, além de ferramentas e automatização.

Os interessados podem se inscrever através do site Eu Capacito

Maioria da população do Brasil, negros e negras representam 56% dos brasileiros. No empreendedorismo, de acordo com um estudo realizado pela plataforma Movimento Black Money, aponta que 51% dos empreendedores são negros. Mesmo assim, devido ao racismo estrutural, esses trabalhadores são colocados em um lugar de pouco protagonismo e, muitas vezes, de invisibilidade.

Na tentativa de ocupar cada vez mais espaços, não apenas no empreendedorismo, a Futuro Black, iniciada em 2021, funciona como banco de talentos, assim como, de fontes profissionais negras. A iniciativa reúne cursos, palestras e consultorias destinada a pessoas negras e tem como principal premissa "não naturalize nossas ausências".

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Em entrevista ao LeiaJá, a Co-fundadora da Futuro Black, Dayse Rodrigues, explica que o banco de talentos, atualmente, contabiliza mais de 400 cadastros com profissionais de diversas áreas. “O banco de talentos não conta apenas com empreendedores. Temos também médicos, tatuadores, fotógrafos, entre outros”.

Após participação de empreendedores cadastrados na Fenahall, no início deste ano, a Futuro Black promove a 1ª feira de afroempreendedorismo de Pernambuco nos dias 7, 8 e 9 de abril. O evento é realizado na Casa Estação da Luz, localizada em Olinda, Região Metropolitana do Recife, e reúne 10 afronegócios, conta com rodas de conversa, lançamento de livro e atrações artísticas. A entrada é gratuita.

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Expositora na feira, Fernanda Mendes se descobriu artesão do barro durante a pandemia. "No início da pandemia, eu trabalhava como auxiliar de farmácia, mas fui demitida e passei um tempo trabalhando, ajudando minha mãe. Comecei com os vasos, muita gente começou a cultivar plantas nesse tempo. Comecei com pouco e , de repente, estava com um estoque", conta Fernanda que descobriu também, no final de 2021, o talento para pintura.

Integrante da Futuro Black desde o início deste ano, Fernanda fala com orgulho sobre a iniciativa. "Aqui é um ajudando o outro. Graças a Deus, é um dando apoio ao outro. A palavra que resume minha participação na Futuro Black é 'gratidão'. É bem gratificante fazer parte desse espaço e estar junto com todos aqui", ressalta.

Fernanda Mendes se descobriu artesão do barro durante a pandemia. Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

A maternidade foi a responsável pela a entrada no empreendedorismo de Ana Paula, dona da marca Afromatrena, e Maria de Jesus, do Ateliê Mãos de Fada. Apostando em itens que trazem a essência da negritude, ela também passaram a fazer parte do banco de talentos no início do ano e já sentem a diferença em seus negócios. 

“É um reconhecimento sem igual em todos os sentidos, de quem nos conhece e de quem passa a nos conhecer. Porque até então tudo é para os brancos, tudo só os brancos podem, tudo só nos brancos ficam bonito. E só o que nos resta é, como se diz, é o que os brancos não querem. Isso está mudando e está mudando radicalmente. Estamos tendo espaço, estamos tendo voz e a feira já é uma resposta”, expõe Maria de Jesus à reportagem.

Maria de Jesus (à esquerda) e Ana Paula (direita).  Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

 

Nos dias 7, 8 e 9 de abril, a Casa Estação da Luz, localizada em Olinda, Região Metropolitana do Recife, recebe a 1ª feira de afroempreendedorismos de Pernambuco. A iniciativa é promovida pela Futuro Black, banco de talentos e fontes profissionais negras, e conta com a participação de 10 afronegócios, três escritores e apresentações artísticas em todos os dias do evento.

A abertura do evento será nesta quinta-feira (7), às 17h, e contará com pocket show da cantora Uana Mahin. Nos demais dias da feira haverá pinturas, debates e conexões para o fortalecimento do afroempreendedorismo, assim como, dos talentos que contam essas histórias.

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Confira a programação:

ABERTURA

Quinta-feira (07/04), das 17h às 21h30h.

Pocket show de Uana Mahin, às 20h

SEGUNDO DIA

Sexta-feira (08/04), das 14h às 21h30

Tarde no Jardim: pintura com Jeff Alan, caricaturas com César Praxedes e tranças com Ana Klyssya Tozer, da Gana Hare.

Apresentação de Gilmar Bola 8, às 19h

TERCEIRO DIA

Sábado, (09/04) , 14h às 21h30.

A Orquestra de Frevo Grupo efervescente convida Orquestra do Maestro Carlos e Mestre Lua, às 16h

Coco dos Pretos, às 17h

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