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A Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (Cocen) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) promove a exposição fotográfica “Refugiados da Casa de Passagem Terra Nova”.

A mostra apresenta 26 painéis em preto e branco com imagens de refugiados de países do continente africano como Angola, Congo, Camarões, Gana, Nigéria e Guiné-Bissau. As capturas são de autoria dos fotógrafos Eduardo Tarran e Mário Castello e ficarão em cartaz até o dia 19 de abril na Biblioteca Central César Lattes.

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As pessoas retratadas nas fotografias foram amparadas pela Casa de Passagem Terra Nova, primeiro centro de acolhimento social do Estado de São Paulo para solicitantes de refúgio e vítimas de tráfico de pessoas. O local foi aberto em 2014 e já atendeu mais de 400 pessoas, principalmente mulheres grávidas e famílias com filhos menores de idade.

“A exposição possibilita uma ‘troca de olhares’ com essa população em estado de vulnerabilidade, conferindo a eles uma fisionomia e singularidades, extrapolando dados quantitativos e singularizando, na simbologia de um olhar, sonhos de uma vida melhor”, explica a coordenadora da Cocen, Ana Carolina de Moura Delfim Maciel.

Serviço

Exposição fotográfica “Refugiados da Casa de Passagem Terra Nova”.
Endereço: Hall do 2º andar da Biblioteca Central César Lattes – Unicamp
Rua Sérgio Buarque de Holanda, 421, Cidade Universitária.
Dias e horários de visitação: Segunda a sexta-feira, das 7h30 às 22h45, entrada gratuita.

Para mais informações ligue 19 3521-6486 | 19 3521-6473 ou acesse o site da Cocen.

Professores e estudantes de todo o País já podem se inscrever na décima edição da Olimpíada Nacional em História do Brasil. Realizada pela Universidade de Campinas, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq), a competição envolve professores de história e alunos do oitavo e nono anos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e particulares. 

A competição terá seis fases com provas on-line. A sétima e última etapa será realizada em Campinas (SP), nos dias 18 e 19 de agosto. As equipes, formadas por um professor e três alunos, devem se inscrever até 24 de abril. No ano passado, a disputa reuniu mais de 48 mil estudantes.

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Depois da Universidade de Campinas (Unicamp) anunciar uma cadeira sobre “o golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil” em solidariedade à Universidade de Brasília e ao professor Luis Felipe Miguel e em repúdio às declarações do ministro da Educação Mendonça Filho (DEM), mais uma instituição de ensino superior pública decidiu discutir o tema na graduação de ciência política. A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) anunciou, nesta terça-feira (27), em seu site oficial, que oferecerá uma cadeira com o mesmo nome com o objetivo de reforçar a “afirmação da autonomia universitária, debate político e reflexões sobre perspectivas futuras”. 

A disciplina terá 40 horas/aula e será ministrada às quartas-feiras, das 7h30 às 10h30, no auditório do Centro de Humanidades (CH) da universidade, oferecendo 80 vagas para “a comunidade acadêmica e todos os cidadãos que se interessarem pelo debate em questão”, segundo a instituição. Os interessados em participar devem se inscrever comparecendo ao centro ou através de um formulário online. 

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O conteúdo da cadeira será abordado por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Secção/PB) e professores de diferentes cursos do Centro de Humanidades (CH) da UEPB, além de docentes do Centro Brasileiro de Estudos Sociais e Políticos (CEBESP) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).  

Para o professor Agassiz Almeida Filho, que é um dos idealizadores do curso, a atitude do ministro Mendonça Filho de acusar a Universidade de Brasília (UnB) de improbidade administrativa e o professor Luis Felipe Miguel de ofertar uma cadeira político-partidária e sem base científica é “uma afronta à autonomia das universidades, pois um dos papeis fundamentais que as instituições de ensino superior exercem é o de discutir os problemas da sociedade sem partidarismos, e sim em termos de política”, disse Agassiz. 

Ainda de acordo com ele, “Já chegou o momento de se discutir abertamente, de forma séria, acadêmica, sem paixões, o que aconteceu em 2016, buscando avaliar se houve ou não golpe político. Ou seja, se o impeachment contra a ex-presidenta Dilma Russeff se justificou ou não. Nesse sentido, o título do curso que propomos é autoexplicativo, e nós, do Centro de Humanidades da UEPB, estamos preparados para promover essa discussão com toda comunidade acadêmica e a sociedade”.

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O Departamento de Ciência Política da UNICAMP publicou, na última sexta (23), em sua página na internet, uma nota de solidariedade ao professor e pesquisador Luís Felipe Miguel, da Universidade de Brasília (UnB), criador da disciplina "O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil". A nota fala em "defesa da liberdade de cátedra e na autonomia universitária".

Manifestando solidariedade ao professor da UnB, a nota repudia as declarações do ministro da Educação, Mendonça Filho, contra o docente e ainda classifica o atual governo como "golpista". Além disso, a instituição paulista se coloca "na luta para mudar a atual situação política do país". Confira na íntegra.

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O Departamento de Ciência Política da Unicamp vem a público manifestar irrestrita solidariedade ao professor e pesquisador Luís Felipe Miguel, da Universidade de Brasília, que ministrará neste semestre a disciplina “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”.

Repudiamos as declarações e ameaças do ministro da Educação do governo golpista contra nosso colega da UnB. Elas são a demonstração cabal de que vivemos em um contexto político autoritário, no qual a máxima autoridade federal no campo educacional infringe a liberdade de cátedra e a autonomia universitária contra um docente e cientista político que apenas cumpre seu dever de ofício: pesquisar, elaborar cursos sobre a realidade e ensinar.

Manifestamos nossa mais profunda indignação contra os ataques à Universidade Pública e aos seus membros que temos assistido nos últimos meses no Brasil. Não é esse o caminho pelo qual transformaremos o Brasil em um país soberano, justo e livre. Estamos e estaremos juntos na luta para mudar a atual situação política do país.

Docentes do Departamento de Ciência Política da Unicamp e demais apoiadores

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A bilionária soma de restos a pagar na área de saúde chama a atenção não apenas pelo que deixou de ser realizado, mas pelo efeito para os próximos anos. Restos a pagar significam despesas que não foram pagas enquanto pessoas aguardavam na fila por uma consulta, um exame ou uma cirurgia no serviço público. Com a mudança nas regras para o cálculo do Orçamento, a falta de agilidade ou empecilhos impostos para o uso dos recursos vai se transformar em dinheiro a menos no caixa dos anos seguintes. "Se a capacidade do uso de recursos é limitada, isso se reflete também no montante que será reservado para anos que vierem", afirma a professora da Universidade Federal de Minas Gerais, Eli Iola Gurgel.

De acordo com ela, o atraso no repasse do ministério prejudica a todos, mas, sobretudo, municípios mais carentes. "Levantamentos mostram que boa parte dos recursos não usados estão na Funasa, que faz convênios com pequenas cidades na área de saneamento."

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O professor de Saúde Coletiva da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Gastão Wagner, tem avaliação semelhante. "A aplicação desdobra-se muitas vezes em contratos, convênios com pequenos municípios que não têm condições de executá-los", afirma. Wagner lembra que o problema, apesar de antigo, até hoje não teve solução. "Para evitar a corrupção, várias exigências foram criadas. Mas seria necessário ter regras mais fáceis nos casos de municípios menores", disse.

No ano passado, a comissão que reúne Ministério da Saúde, representantes de secretários municipais e estaduais de saúde mudaram as regras para uso de recursos, para dar mais agilidade. Desde 2006, a verba para saúde era dividida por áreas: os recursos saíam do Ministério e eram enviados para Estados e municípios com a condição de serem usadas em determinadas ações. Assim, dinheiro para controle de mosquitos transmissores de doenças não poderia ser usado para pagar gastos com internação de pacientes. A regra foi abolida. Agora há duas caixas: despesas e investimentos. A medida é controversa. "Agora não há mais planejamento. Recebe mais a área que tiver maior poder de persuasão", afirma Eli. Para ela, seria essencial manter gastos com áreas prioritárias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)divulgou nesta quarta-feira, 7, a lista de convocados na primeira chamada do vestibular 2018. Os candidatos deverão consultar a lista na página eletrônica da Comvest.

Os convocados nesta lista deverão realizar a matrícula não presencial, exclusivamente pelo site (www.comvest.unicamp.br), na quinta-feira, 8, a partir das 9h e na sexta-feira, 9, entre 8h e 18h.

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O candidato aprovado também precisa fazer a matrícula presencial no dia 19 de fevereiro, das 9h às 12h, no respectivos campi. Nesta edição, a universidade oferece 3.340 vagas em 70 cursos de graduação.

Os aprovados no processo seletivo da primeira chamada do Vestibular Unicamp 2018 para o curso escolhido como segunda opção deverão realizar a matrícula não presencial pela internet e, optar ou não, por aguardar uma possível vaga para o curso de primeira opção (remanejamento).

Candidatos de segunda opção que não fizerem a matrícula pela internet perderão a vaga (segunda opção), mas continuarão concorrendo ao curso de primeira opção, podendo, assim, serem convocados nas próximas chamadas, de acordo com os critérios de classificação.

A matrícula presencial da segunda chamada será no dia 19 de fevereiro. De acordo com a Unicamp, a vaga só estará garantida após a matrícula presencial, no dia 19 de fevereiro, das 9 às 12h, conforme orientações do Manual do Candidato.

A terceira chamada será divulgada no dia 19 de fevereiro (até as 23h59) e a matrícula para os convocados nessa lista deverá ser realizada no dia 21 de fevereiro. O calendário completo de chamadas e matrículas está disponível na página eletrônica da Comvest e no Manual do Candidato, bem como as orientações e documentos necessários para a matrícula.

No dia 26 de fevereiro, todos os candidatos já matriculados nas três primeiras chamadas, inclusive aqueles que aguardam remanejamento, deverão fazer a confirmação de matrícula, nos respectivos campi, conforme horários divulgados no Manual do Candidato.

Segundo a assessoria da universidade, a matrícula só estará garantida após sua confirmação na data e horário estipulados, caso contrário será definitivamente cancelada.

Unesp

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) também divulgou na manhã desta quarta os aprovados na primeira chamada de seu vestibular. São 7.365 vagas em 173 cursos de 23 cidades do Estado de São Paulo. O exame foi aplicado em duas fases e teve 107.753 inscritos.

As matrículas devem ser feitas de forma virtual a partir das 10h desta quarta e se encerram na Quinta-feira (8) às 16h.

As cidades com mais vagas são Bauru (1.045), Araraquara (855), Presidente Prudente (640), Botucatu (600), Rio Claro (490), Marília (475), São José do Rio Preto (460), Franca (410), Assis (405), Guaratinguetá (310) e Ilha Solteira (310).

A Unesp tem 34 faculdades e institutos com unidades em Araçatuba, Dracena, Itapeva, Jaboticabal, Ourinhos, Registro, Rosana, São João da Boa Vista, São Paulo, São José dos Campos, São Vicente e Tupã. Metade das vagas da universidade são reservadas para egressos de escola pública.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3874-6300 e pelos sites vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br.

O Conselho Universitário da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aprovou na tarde desta terça-feira, 21, que 20% das suas vagas de graduação sejam disputadas pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a criação de até 10% de vagas extras para vencedores de olimpíadas de conhecimento e a implementação de cotas raciais. As mudanças passam a valer para o próximo vestibular, que irá selecionar os estudantes ingressantes em 2019.

"É um avanço significativo para a universidade. Abrimos o leque de possibilidade de acesso, avançamos na inclusão social. A ideia é ter na Unicamp uma representação mais fidedigna da sociedade, que é quem nos financia, sem perder a oportunidade de procurar os melhores estudantes", disse o reitor Marcelo Knobel.

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A proposta aprovada prevê que 20% das 3,3 mil vagas nos 70 cursos de graduação sejam preenchidas por estudantes que prestaram o Enem. Diferentemente de outras instituições, as vagas da Unicamp não serão disponibilizadas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), mas por um edital próprio.

"Como vamos disponibilizar apenas 20% das vagas de cada curso e turno, em alguns casos o número absoluto será pequeno, o que poderia fazer com que a Unicamp fosse menos competitiva diante das outras instituições, por exemplo as federais", explicou Knobel.

Das cadeiras ofertadas pelo exame nacional, 10% serão reservadas para estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública, 5% para alunos da rede pública e que sejam autodeclarados pretos, pardos e indígenas (PPIs) e 5% para os demais PPIs. Cada curso deve estabelecer os pesos diferenciados para as áreas de conhecimento avaliadas pelo Enem e definir a nota mínima.

Outra mudança é a criação de vagas extras para vencedores de olimpíadas de conhecimento de abrangência nacional. Cada curso e turno poderá aumentar em até 10% o número de vagas para ingresso.

Embora tenham predominado os temas atuais, candidatos que prestaram a prova em Sorocaba, interior de São Paulo, consideraram difícil a primeira fase do vestibular da Unicamp. "Foi uma prova complexa, com uma quantidade grande de questões que exigiam bastante análise", disse a candidata Letícia Maria Monteiro Guedes Ribeiro, de 18 anos. As questões de física foram as mais complicadas, segundo ela. "Prestei Unicamp também no ano passado, mas esse ano foi seguramente mais difícil. Fiz também a prova da Unesp, mas esta estava mais complicada", disse.

Letícia, que pretende cursar odontologia em universidade pública, chegou com a antecedência para evitar o trânsito intenso no local da prova - o prédio da Universidade Paulista (Unip), na zona leste da cidade -, mas ficou na sala de prova até o final do tempo. "Respondi tudo, mas agora é aguardar. Os temas atuais, como as questões de gênero e a tragédia de Mariana, a gente tinha tratado muito durante a preparação. Ainda assim, as questões exigiram bastante atenção."

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O candidato Pedro Augusto Dantas, de 18 anos, quer cursar biologia e teve dificuldade em química e física. Já em língua portuguesa e história, ele acredita que foi bem. "No geral, as questões eram bem atuais", disse. Dantas quase perdeu a prova: o carro em que viajava de Pilar do Sul para Sorocaba pegou uma poça de água na estrada e teve pane no motor. "Por sorte, tínhamos saído com antecedência e chegamos em cima da hora."

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aprovou o corte de 30% nos valores de todas as gratificações não incorporadas pagas a professores, pesquisadores e funcionários. O reitor Marcelo Knobel afirma que a medida vai levar a uma economia de R$ 15 milhões ao ano. A instituição deve encerrar 2017 com um déficit orçamentário de R$ 290 milhões - 14,2% a mais do que no ano anterior.

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) criticou a aprovação por considerar que não houve tempo suficiente para debatê-la. "Aprovam mudanças pontuais, sem discutir o financiamento da universidade de forma mais ampla", diz o diretor João Raimundo de Souza.

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O corte nas gratificações passa a valer para o mês de novembro. "Nesse momento temos urgência para realizar essas mudanças, já que temos uma prazo curto de até quando os recursos vão estar disponíveis", diz Knobel. O Conselho Universitário também aprovou a criação de um grupo de trabalho que vai sugerir novas medidas para cortar R$ 25 milhões de gastos no próximo ano.

O grupo também vai analisar a proposta de reajuste do valor das refeições oferecidas nos restaurantes universitários. A proposta inicial é de que elas passem de R$ 2 para R$ 4 aos estudantes não carentes - a sessão que votaria o aumento foi suspensa no último dia 26, após alunos contrários à medida invadirem a reunião.

Com o valor atual, a universidade subsidia R$ 25 milhões dos custos das refeições. A previsão é de que, com o aumento, o subsídio caia para R$ 18 milhões. "Hoje, cerca de 18% dos estudantes têm isenção total na refeição e queremos ampliar o atendimento para quem precisa. Esperamos que, com essas informações e discussão, a comunidade entenda a importância do reajuste", diz Knobel. A reitoria propôs criar 500 bolsas alimentação para alunos carentes que não têm o benefício. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O vestibular de 2018 da Universidade de Campinas (Unicamp) teve número recorde de inscritos, com 83.776 inscritos, 10 mil a mais que na última seleção. A alta foi de 14%. De acordo com a Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest), este aumento está relacionado com a ampliação das provas para quatro novas cidades. O número de candidatos isentos também bateu recorde, foram 8650 inscritos.

A primeira fase do vestibular da Unicamp 2018 será no dia 19 de novembro e a segunda nos dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2018. As provas de habilidade deverão ser feitas pelos candidatos ao curso de música nos dias 15 e 16 de outubro. Os demais cursos que exigem provas específicas como arquitetura, artes cênicas, artes visuais e dança, as provas serão entre os dias 22 e 25 de janeiro. 

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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu inscrições para o Processo Seletivo Aberto para as Vagas Remanescentes 2018. As inscrições podem ser feitas até o dia 28 de agosto, através do site: http://www.comvest.unicamp.br/vagas-remanescentes-2018/.

Neste ano, a Unicamp oferece 935 vagas em 59 opções de cursos. Os candidatos podem ser alunos de outras IES nacionais ou estrangeiras; portadores de diploma devidamente reconhecido de curso superior diferente do curso pretendido e alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação da Unicamp, desde que o curso pretendido seja diferente de seu próprio curso (casos excepcionais serão julgados pela comissão central de graduação).

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A prova será realizada em três fases de caráter eliminatório e classificatório e de uma quarta fase para os candidatos aos cursos que exigem provas de Habilidades Específicas. As três fases são: Exame de Conhecimentos Gerais (ECG), Análise de Compatibilidade de Currículo e Prova Específica de Conhecimento. Além dessas três fases, há provas de habilidades específicas (realizadas juntamente com os candidatos ao Vestibular Unicamp) para os seguintes cursos: Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais, Dança e Música.

O Exame de Conhecimentos Gerais, obrigatório a todos os candidatos, será realizado no dia 17 de setembro e é formado por 40 questões de múltipla escolha das seguintes disciplinas: Português, Inglês, Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia e História. A prova abordará as áreas do conhecimento desenvolvidas no ensino médio.

Para mais informações, acesse o site: www.unicamp.br/

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, abriu as inscrições para o vestibular 2018 nesta segunda-feira (31). Os interessados devem fazer a inscrição através do site http://www.comvest.unicamp.br/ e preencher o formulário.

A Universidade oferece 3.340 vagas para 70 cursos e a taxa de inscrição é de R$ 165 para ser paga até 1º de setembro. O prazo para se inscrever se encerra às 23h59 do dia 31 de agosto. Os candidatos que pedirem a isenção da taxa de inscrição podem consultar a relação pelo site da Comvest.

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A primeira fase do processo seletivo ocorre no dia 19 de novembro deste ano e a segunda fase acontece nos dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2018. Na primeira fase haverá provas de habilidades específicas, aplicada para avaliar a aptidão do aluno, para candidatos dos cursos de Música (no período de 11 a 18 de setembro – Etapa I e de 15 a 16 de outubro – Etapa II).

Para os outros cursos que exigem provas específicas (Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança), as avaliações de habilidades específicas ocorrerão no período de 22 a 25 de janeiro de 2018.

A partir do segundo semestre de 2017, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) terá um curso gratuito sobre Harry Potter. A capacitação faz parte do projeto UniversIDADE, que oferece cursos de extensão em quatro diferentes áreas para o público acima de 50 anos. A oficina conta com 100 vagas e as inscrições podem ser feitas até o dia 28 de julho.

No total, serão dezesseis aulas semanais, sempre às terças-feiras, das 14h às 17h. As primeiras aulas serão introdutórias sobre o mundo do personagem. Entre os temas abordados estão homossexualidade e a força da mulher.  

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Para se inscrever, os interessados devem acessar o site da Unicamp e fazer a sua candidatura. O curso "Harry Potter: História, Cultura e Relações de Gênero no Mundo Mágico de J. K. Rowling" começa no dia 15 de agosto e vai até 5 de dezembro.

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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) superou a Universidade de São Paulo (USP) no ranking das universidades mais prestigiadas da América Latina. A publicação da tradicional revista britânica Times Higher Education (THE) foi divulgada nesta quinta-feira, 20.

Entre as 50 instituições que estão no ranking, 18 são brasileiras - cinco a menos do que no ano passado. Além disso, 20 universidades brasileiras tiveram queda em suas posições.

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Para o editor da THE, Phil Baty, o investimento em pesquisa nas universidades do Brasil é maior do que em outros países da região, mas baixo em comparação aos padrões internacionais.

"Apesar do nível alto da produtividade das suas pesquisas, a proporção gasta especificamente com o ensino superior é menor do que a da Argentina, Chile, Colômbia, México e Uruguai. Os salários dos pesquisadores também são muito baixos para os padrões internacionais e estão entre os mais baixos da região", avalia o editor.

Entre as dez melhores colocadas do ranking aparecem também a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) (7º lugar), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (8º) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio) (9º).

A THE avalia as universidades nos seguintes aspectos: ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais. Há, no total, 13 indicadores, que ficam agrupados em cinco áreas: ensino (ambiente de aprendizado); pesquisa (volume, renda e reputação); citações (influência nas pesquisas); visão internacional (pessoal, alunos e pesquisa); lucro industrial (transferência de conhecimento); e exclusões.

A Universidade de São Paulo (USP), que decidiu pela adoção de cotas sociais e raciais nesta semana, disse não prever a instalação de uma comissão de checagem. Destacou ainda que o bônus na Fuvest por autodeclaração de PPI funciona desde 2013 e nunca houve problemas no processo.

Já a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que resolveu aderir ao sistema de reserva de vagas em maio, informou que será criada uma Secretaria de Ações Afirmativas, que irá monitorar as cotas e receberá denúncias. Mas não prevê, por enquanto, um comitê de checagem.

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)abriu as inscrições para as vagas remanescentes de 2017. As inscrições poderão ser feitas até o dia 28 de agosto pela internet no site: https://www.comvest.unicamp.br/vestibular-2018/.  

O número de vagas oferecidas serão anunciadas no início das inscrições. Podem participar do processo os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação da Unicamp, desde que o curso pretendido seja diferente de sua área, alunos de outras instituições de Ensino Superior (IES) nacionais ou estrangeiras e portadores de diploma devidamente reconhecido de curso superior diferente do curso pretendido.

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A prova será realizada em três fases de caráter eliminatório, classificatório e de uma quarta fase para os candidatos dos cursos que exigem provas de habilidades específicas. As três fases são: Exame de Conhecimentos Gerais (ECG), Análise de Compatibilidade de Currículo e Prova Específica de Conhecimento. Além dessas três fases, há provas de habilidades específicas para os cursos: Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais, Dança e Música.

O Exame de Conhecimentos Gerais, obrigatório a todos os candidatos, acontece no dia 17 de setembro e será formada por 40 questões de múltipla escolha das seguintes disciplinas: Português, Inglês, Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia e História. As questões abordam as áreas do conhecimento desenvolvidas no ensino médio.

Para mais informações sobre a prova e os critérios de aprovação de cada curso, acesse o site: https://www.comvest.unicamp.br/.

Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolveu um novo método de estudo para identificar transtornos mentais: a análise do soro sanguíneo.

O método consiste na observação aprofundada do soro sanguíneo à procura das diferenças na concentração de metabólitos (nome dado aos resultados do processo metabólico de uma determinada molécula) no sangue dos pacientes. Essa observação mais detalhada pode identificar, com precisão e em menos tempo, doenças como a bipolaridade e a esquizofrenia.

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Metabólitos como lipídios, aminoácidos, glicose ou qualquer outro composto resultante das reações enzimáticas do metabolismo, compõem o metaboloma do soro. Por meio da comparação de metabolomas de pessoas com esquizofrenia, bipolaridade e com um grupo de pessoas saudáveis, é possível identificar em qual dos perfis o paciente se encaixa. “Isso é uma pesquisa fundamental de base, algo pioneiro e bem empolgante, mas precisamos ampliar nossos estudos. Esperamos que outras pessoas tentem replicá-lo agora", afirma a professora Ljubica Tasic, coordenadora do projeto.

O governador Geraldo Alckmin nomeou nesta terça-feira, 4, o físico Marcelo Knobel, de 48 anos, para o cargo de reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Com 52,6% dos votos, Knobel venceu em primeiro turno a consulta à comunidade para escolha do novo reitor.

O físico ficará no cargo por quatro anos e será o 12º reitor na linha de sucessão de Zeferino Vaz (1966-1978), fundador da Unicamp. A nomeação vai ser publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, 5.

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Knobel é professor titular do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) e foi pró-reitor de Graduação da Unicamp entre 2009 e 2013. A química Tereza Atvars será sua vice-reitora. Ela foi pró-reitora de Pós-Graduação da instituição entre 2005 e 2009 e pró-reitora de Desenvolvimento Universitário de 2013 a 2016.

Em entrevista, em 20 de março, Knobel disse que a crise financeira pela qual a instituição atravessa continuará a ser o grande desafio da gestão. A Unicamp terminou o ano passado com um déficit de R$ 229,5 milhões, já que gastou mais com a folha de pagamento dos servidores do que os R$ 1,98 bilhão que recebeu do governo do Estado - principal fonte de receita da instituição.

Para Knobel, o momento exigirá uma gestão financeira moderna e eficiente. Ele também defendeu que será necessário um maior diálogo com o governo estadual.

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Limeira prendeu nesta segunda-feira, 3, um suspeito de matar a estudante Sandy Andrade Santos, de 21 anos. Ela cursava Engenharia de Manufatura na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em Limeira e foi encontrada morta na sexta-feira, 31, às 7 horas, em uma trilha, a cerca de 2,5 quilômetros da faculdade, com ferimentos no pescoço causados por estrangulamento, de acordo com a Polícia Militar.

O suspeito - cuja identidade não foi revelada - será levado para a delegacia a fim de prestar depoimento e ser reconhecido por testemunhas. Segundo a DIG, as informações sobre o caso serão passadas em uma coletiva de imprensa nesta terça, às 10h, na Delegacia Seccional de Limeira.

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Na tarde desta segunda-feira, a Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp (FCA) convocou uma reunião de mobilização geral por segurança. Em nota, o diretor da Faculdade, Peter Alexander Bleinroth Schulz, decretou luto oficial por cinco dias.

A 9ª edição da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), projeto desenvolvido pelo Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), está com inscrições abertas até 29 de abril. 

A ONHB recebe inscrições de professores de História e alunos dos anos finais do Ensino Fundamental (8º e 9º anos) e Ensino Médio (todos os anos) de escolas públicas e particulares de São Paulo. 

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Para alunos da rede pública que se inscrever até o dia 30 de março, o valor por equipe será de R$ 30,00. Para quem se inscrever entre os dias 31 de março e 29 de abril, o valor por equipe será de R$ 45,00.

Composta por cinco fases online, a Olimpíada é realizada com equipes formadas por um professor de História e três alunos. Cada fase tem duração de uma semana. A realização do evento terá questões de múltipla escolha e tarefas que podem ser elaboradas pelos participantes por meio de debate com os colegas, pesquisas em livros, internet e orientação do professor.

A primeira fase começa no dia 8 de maio e a quinta e última etapa termina no dia 10 de junho. Após as cinco etapas, serão escolhidas, no mínimo, 200 equipes ou cerca de 800 participantes.

Na etapa seguinte, as equipes finalistas participam da grande final, onde terão de realizar uma prova dissertativa e, no dia seguinte, participar da premiação com a entrega de medalhas que ocorre na Unicamp, em Campinas, interior de São Paulo, nos dias 19 e 20 de agosto. 

Para mais informações, acesse https://www.olimpiadadehistoria.com.br/

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