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De janeiro a junho deste ano, o Zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, devolveu 94 animais silvestres para a natureza. Todos eles foram levados para o zoo pela Polícia Ambiental ou por moradores da cidade. Após receber os cuidados dos veterinários e biólogos, 66 aves, 19 mamíferos e nove répteis voltaram ao seu habitat natural.  

Uma das solturas mais recentes é de uma coruja-orelhuda ferida por linha de cerol. Após receber todo o tratamento necessário, a ave foi solta na mesma região onde foi resgatada. Segundo a bióloga Camila Mazoni, essa é uma das maiores causas de ferimentos em aves.

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O tratamento dos animais podem demorar meses e às vezes precisam até de intervenção cirúrgica. Mas, apesar do cuidado intensivo, muitos animais não sobrevivem e os que não têm condições de voltar para seu habitat permanecem no zoo.

 

 

A Polícia Rodoviária Estadual apreendeu três macacos-pregos e 136 pássaros da fauna silvestre brasileira que eram transportados clandestinamente em um ônibus procedente do Maranhão, neste domingo (28) na rodovia Anhanguera (SP-330), em Santa Rita do Passa Quatro, interior de São Paulo.

Animais e aves estavam acondicionados em gaiolas e engradados de madeira apertados, em situação de maus-tratos, segundo a polícia. Um homem de 63 anos que fazia o transporte foi preso, suspeito de tráfico de animais silvestres. Ele pretendia comercializar os animais na capital paulista.

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O ônibus, que levava 45 pessoas, foi parado em uma base da Polícia Rodoviária, durante uma blitz contra o transporte clandestino de passageiros. Além dos três macacos-pregos, foram aprendidos 126 curiós e 10 graúnas. A polícia apurou que o homem já era procurado pela Justiça pelo mesmo crime ambiental. Ele foi levado para a delegacia da Polícia Civil em Porto Ferreira, onde seria ouvido e liberado.

A Polícia Ambiental de São Carlos foi acionada e fez a apreensão dos primatas e das aves. O destino dos animais seria decidido depois que passassem por exames por um veterinário.

No Estado de São Paulo, o curió tornou-se uma pássaro raro devido à intensa captura para servir como ave de canto e de gaiola. Espécie cantora, os curiós são treinados para participar de competições e se tornam aves valiosas no mercado clandestino.

As graúnas, ou pássaros-pretos, são bastante caçadas pelo mesmo motivo. Já o macaco-prego, embora mais comum que outras espécies de primatas, pode ter tido sua população consideravelmente reduzida no Sudeste brasileiro devido aos surtos recentes de febre amarela, doença da qual estão entre as principais vítimas.

Após receber denúncia sobre o funcionamento de uma fábrica de balões localizada no bairro do Socorro, Zona Sul da capital paulista, uma ação realizada pela Polícia Civil desativou o estabelecimento clandestino. A intervenção, que teve o apoio da Polícia Militar (PM) e da Guarda Civil Metropolitana (GCM), também efetuou o resgate de 19 animais silvestres na última quinta-feira (27).

No local, os policiais encontraram balões prontos para serem vendidos além de acessórios para a produção dos materiais e artefatos explosivos, os quais foram detonados pelo Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate). No mesmo ambiente, as equipes da polícia descobriram animais silvestres. Um papagaio, dois jabutis e outras 16 aves foram resgatados. A fábrica clandestina foi periciada e todo o material apreendido.

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Os responsáveis foram indiciados por matar espécimes da fauna silvestre, praticar ato de abuso a animais, fabricar, vender, transportar ou soltar balões e produzir substância tóxica. A ocorrência foi registrada pela 1ª Delegacia de Investigações sobre Infrações de Maus Tratos a Animais e demais Infrações contra o Meio Ambiente (DIIMA) do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC). A Polícia Civil segue com as investigações na "Operação Baloeiro".

A fabricação, a comercialização, o transporte ou a soltura de balões é crime ambiental. A pena para as infrações pode chegar a três anos de prisão. Além do risco de causar curto-circuito na rede de energia elétrica, as autoridades alertam que soltar balões pode provocar incêndios em áreas verdes, moradias e indústrias. Os artefatos ainda oferecem perigo para o tráfego de aviões e helicópteros.

Ação de fiscalização realizada pelo Ibama em conjunto com a Polícia Militar de São Paulo resultou na apreensão de 80 animais silvestres em Limeira, no interior do Estado. Um lagarto leopardo e 64 aranhas caranguejeiras eram mantidos irregularmente em um imóvel residencial.

O criadouro clandestino foi descoberto no dia 17 passado após interceptação pelos Correios de encomenda procedente do Chile que continha 15 aranhas. O responsável foi autuado, informou o Ibama em sua página na internet.

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Operadores de raio-x identificaram a remessa durante inspeção de rotina no Centro de Tratamento de Correspondências Internacionais dos Correios em São Paulo e alertaram a equipe da Unidade Técnica do Ibama no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Após constatar que os animais estavam em "boas condições", os agentes ambientais acionaram a Coordenação-Geral de Fiscalização do Ibama, em Brasília, e a Unidade Técnica do Ibama no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

A entrega da encomenda foi monitorada por agentes do Instituto e de batalhões ambientais das PMs de Rio Claro (SP) e Campinas. De acordo com a Polícia Militar, o destinatário já havia sido alvo de fiscalização.

Os 80 animais apreendidos foram destinados ao Laboratório Especial de Coleções Zoológicas do Instituto Butantan, em São Paulo.

O Ibama informou que as informações reunidas durante a ação fiscalizatória serão encaminhadas ao Ministério Público Federal para "apuração de responsabilidade criminal".

O Batalhão de Polícia Ambiental apreendeu nesta quinta-feira (9) mais de 70 aves em Bayeux e Santa Rita. Segundo o major Lucas, a operação foi montada a partir de denúncias da venda dos animais silvestres nas ruas. Dentre as espécies encontradas estão as Aves Papa-capim e Azulão.

Ao perceber a chegada da polícia, várias pessoas abandonaram as gaiolas no meio da rua, enquanto outras entregaram voluntariamente os animais. De acordo com o major, a entrega voluntária não sofre nenhuma sanção. Os animais foram encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Cabedelo, onde vão passar por uma avaliação para depois voltar à natureza.

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A Polícia Militar, através da 1ª Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), está desenvolvendo um projeto de aplicativo para denúncias de crimes ambientais. O recurso estará disponível para as plataformas Android e iOS.

O aplicativo será gratuito. Através dele, será possível denunciar crimes como tráfico de animais silvestres, queimadas, desmatamentos e poluição do ar. 

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As denúncias poderão ser anônimas. Será obrigatório preencher um formulário e anexar pelo menos uma evidência do fato denunciado. Segundo a Polícia Militar (PM), os usuários poderão enviar fotos, vídeos, áudio e texto. 

A pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Patos (PB), durante a manhã desta terça-feira (12), foram cumpridos mandados de busca e apreensão e condução coercitiva contra Valdivino Honório de Jesus, considerado o maior traficante de animais silvestres do Brasil.

Além de Valdivino, foram alvo da ação seu filho, Aureliano Gomes de Jesus, sua companheira, Elizabete Morais de Medeiros e sua cunhada, Edilza Morais de Medeiros Nóbrega.

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Durante as buscas, foram encontrados jabutis e aves na casa do filho de Valdivino. Até 9h30 desta terça, haviam sido cumpridos pela Polícia Federal todos os mandados de condução coercitiva e busca e apreensão contra os quatro investigados, em endereços localizados nos municípios de Patos e Junco do Seridó (PB).

A condução intenta evitar que os investigados combinem versões para seus crimes e, ao mesmo tempo, retirar-lhes dos locais de busca para evitar manipulação do material recolhido.

Ficha longa - Valdivino responde a sete processos judiciais pelo crime de tráfico de animais, na Paraíba e no Paraná. Segundo a investigação do Ministério Público Federal e Polícia Federal, ele já foi autuado e preso 14 vezes, ao longo de mais de vinte anos. Desde 1996, Valdivino Honório se dedica a comprar e vender animais silvestres no “mercado negro”, alguns dos quais em risco de extinção e que, portanto, atraem a competência da Justiça Federal.

Com 60 anos e funcionário público da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado da Paraíba (Emepa), Valdivino tem multas milionárias acumuladas junto ao Ibama. 

Ainda de acordo com a investigação, o Ibama já apreendeu 3.775 animais (principalmente aves) com Valdivino Honório, destinados ao abastecimento do mercado ilegal de animais silvestres. Se considerar os animais não apreendidos, estima-se que o número de animais traficados por Valdivino atinja cem vezes mais a quantidade de animais apreendidos.

Segundo o MPF, “mesmo milionárias, as multas administrativas não impediram Valdivino de continuar no seu lucrativo negócio ilícito por mais de vinte anos, nem foram essas medidas dissolutórias o bastante para fazer o investigado acreditar que pudesse ser apanhado pelo Estado”. “Mesmo a atuação da Justiça Penal parece ser desdenhada pelo agente criminoso”, segue a ação.

Conforme o Ministério Público Federal, “de todos os elementos de prova apresentados até o momento, depreende-se que as multas administrativas não impediram a reincidência de Valdivino Honório; que ele não intimida com a atuação administrativa ou mesmo com a resposta penal que tem por base apenas o art. 29, § 1º, inciso III, da Lei n. 9.605/98; que a intenção do investigado é continuar seu lucrativo comércio ilegal de animais silvestres; e que o fará inclusive tentando enganar os órgãos de fiscalização do Estado e imputar a seus agentes uma inexistente ‘perseguição’”.

De acordo com a ação do MPF, Aureliano, Elizabete e Edilza também estão relacionados ao tráfico de animais silvestres, interestadual e internacional.

Medidas cautelares pessoais – Além da condução coercitiva e busca e apreensão, a Justiça concedeu a aplicação das seguintes medidas cautelares pessoais a Valdivino: "comparecimento mensal em juízo para justificar suas atividades; proibição de ausentar-se da Comarca de Junco do Seridó, onde atualmente reside; recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga quando o acusado tenha residência e trabalho fixos; e fiança de R$ 40 mil".

“Parece claro que a atividade do agente criminoso somente poderá ser interrompida com a aplicação das medidas cautelares solicitadas”, declara o MPF na ação.

Do site do MPF

Policiais do Batalhão de Polícia Ambiental da Paraíba (BPAmb) apreenderam na última quarta-feira (23) um macaco prego e mais doze animais silvestres na casa de uma aposentada de 77 anos, no bairro do Velame, em Campina Grande. A idosa foi multada no valor de R$ 6,5 mil.

Segundo o comandante do BPA, major Lucas, o Pelotão Ambiental chegou ao local após uma denúncia anônima. Os animais apreendidos serão levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, onde receberão atendimento médico-veterinário e cuidados necessários até que possam ser devolvidos à natureza ou encaminhados para outros locais adequados caso não tenham possibilidade de soltura.

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Todos os animais resgatados estavam presos em gaiolas feitas artesanalmente e eram mantidos no quintal da casa da idosa de forma precária. Por conta do seu estado de saúde, a aposentada não foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil.

A Polícia Militar Ambiental recebe denúncias de crimes ambientas por meio do CIOP (190) ou pelo telefone 3218-7222. Em Campina Grande o contato do Pelotão Ambiental é 3339-2817.

A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), com estudantes da rede municipal de ensino, realizará a soltura de aproximadamente 70 animais silvestres na manhã desta sexta-feira (9) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. A atividade faz parte da programação comemorativa do Mês do Meio Ambiente.

Entre os animais que serão soltos estão pássaros, cágados e jiboias. Todos são animais reabilitados no Centro de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara), sendo muitos deles vítimas do tráfico.

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Os animais silvestres que são resgatados em operações de fiscalização são levados ao centro, onde são reabilitados e preparados para o retorno à natureza. Eles são libertados no próprio estado ou mesmo em outras regiões, quando se tratam de animais que habitam outros biomas. 

Mês do Meio Ambiente – Uma série de atividades de conscientização tem sido realizada em municípios e entidades. Nesta quinta-feira (8), por exemplo, houve atividades em escolas da Região Metropolitana do Recife (RMR) e Zona da Mata.  

A Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) vai enviar à Amazônia, na próxima quinta-feira (14), 14 araras e dois tucanos apreendidos durante operações de fiscalização. Algumas das aves já podiam ter sido repatriadas, mas a CPRH enfrentou a resistência das companhias aéreas em realizar o translado.

Após terem sido apreendidas pela CPRH, as aves passaram por um período de recuperação no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas). O período de estadia dos animais no centro variou de três meses a um ano.

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Os animais vão viajar sem a necessidade de serem sedados. Eles serão entregues a agentes do Ibama em Macapá-AP. Antes de serem devolvidos ao meio ambiente, os animais passarão por uma nova avaliação e um outro período de readaptação.

Ao todo, serão entregues três araras piranga, três araras vermelha, oito arara Canindé, um tucano toco, um tucano grande de papo branco.   

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Quatro aves silvestres foram resgatadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), nesta quinta (19), no município pernambucano de Santa Maria da Boa Vista, no Sertão. A apreensão foi realizada na BR 428, quando o caminhão no qual os animais estavam sendo transportados foi inspecionado por agentes da PRF. 

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O flagrante se deu no momento que os policiais foram auxiliar o caminhoneiro, que estava com o veículo parado no quilômetro 77, por problemas mecânicos. Então, constataram que as aves estavam na carroceria do caminhão, dentro de um balde e uma caixa. Além de postas em locais inadequados, o motorista ainda não tinha nenhuma licença para transportas os animais. 

Entre as espécies estava um pica-pau-verde-barrado, considerado um animal com risco iminente de extinção. Havia ainda dois filhotes de papagaio verdadeiro e um periquito da caatinga. Todos os bichos foram levados ao Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga, na Universidade do Vale do São Francisco (Univasf). 

O condutor do caminhão, de identidade não revelada, foi levado à delegacia de Polícia de Santa Maria da Boa Vista; de acordo com o plantão, o acusado pode responder por crime ambiental e a pena varia de seis meses a um ano de prisão, além de multa de 5 a 50 mil reais por ave recolhida. 

Um casal de quatis mantido em um carrinho de supermercado foi apreendido em um sítio na área rural de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR). A apreensão foi feita pela Companhia Independente de Policiamento e Meio Ambiente (Cipoma) na última quinta-feira (22), através de denúncias realizadas ao órgão. Os animais foram levados à Agência Pernambucana de Meio Ambiente (CPRH) juntamente com uma jiboia e 14 pássaros nativos, também mantidos em cativeiro. 

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De acordo com a engenheira ambiental Anna Eduarda Falcão, os animais apresentavam cicatrizes por estarem tentando fugir do local em que eram mantidos. “Apesar de a avaliação veterinária ter identificado que os quatis apresentavam quadro de saúde estável e de a família que criava ter dito que amava os bichos de estimação, os animais comiam resto de comida e o recinto em que eles viviam era inadequado para a sobrevivência de dois animais silvestres”, explica. 

Depois da triagem, os quatis e os outros animais foram encaminhados a um santuário ecológico privado, parceiro do CPRH. O procedimento será realizado com todos os animais até abril de 2015, data prevista para a conclusão do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), local da Agência destinado à reabilitação de animais silvestres como os quatis, pássaros e jiboia apreendidos na quinta. 

Após o envio ao santuário, os animais passarão por um processo de triagem e de avaliação dos aspectos físicos. Caso não haja condições de soltura na natureza, os bichos serão acompanhados por um biólogo especializado em animais silvestres. O processo de readaptação à natureza envolve desde a 

DADOS – De 1º de janeiro até esta sexta (23), a CPRH realizou a apreensão de 188 animais em todo o Estado, sendo a maioria composta por pássaros retirados ilegalmente da natureza. Os animais são apreendidos através de denúncias ou são entregues voluntariamente por donos que decidem deixar de mantê-los em cativeiro. Os criadores dos animais podem receber multa que varia entre R$ 500 e R$ 5 mil, caso haja sinais de maus tratos e o animal esteja em extinção.

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JOÃO PESSOA (PB) - O Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), em João Pessoa, ganhou seis novos moradores, segundo informou a Prefeitura Municipal da capital paraibana (PMJP). Os animais já podem ser visitados.

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Chegaram para o plantel, um macaco da Savana, um macaco Rhesus macho, um tamanduá-mirim, uma anta e dois gaviões, sendo um da espécie Quiri-quiri e outro da Carrapateiro. Segundo a PMJP, os animais foram encaminhados pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de Fortaleza, pela Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco e pela Polícia Ambiental da Paraíba.

O tamanduá-mirim foi encontrado em uma lavoura e entregue à Polícia Ambiental, que o encaminhou à Bica. Já o macaco Rhesus foi abandonado numa cidade do interior do estado de Pernambuco, dentro de uma gaiola, de onde foi resgatado pela Agência Estadual de Meio Ambiente local.

Para Jair Azevedo, diretor do Parque, os novos moradores da Bica são mais que apenas atrações na parte de entretenimento. Os estudiosos da área, de acordo com Jair, podem aproveitar para desenvolver suas pesquisas quanto à conservação de espécies. 

"A anta é um animal que está vulnerável, em relação ao seu status populacional, por isso vamos trabalhar a reprodução, inclusive para futura reintrodução na natureza, formando plantel com outros zoológicos e entrando num programa de conservação da espécie. Já o macaco da Savana é um animal exótico e bastante interessante”, pontuou.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreendeu 815 peças de artesanatos com penas de animais silvestres. A operação "Moda Triste", que teve início na tarde da última quarta-feira (9), fiscalizou 12 boxes Feira Nacional de Negócio de Artesanato (Fenearte) e em nove foram encontrados os produtos ilegais.

Os responsáveis foram identificados e os materiais apreendidos. As penas foram analisadas e pertencem araras, papagaios, garças, carcarás e urubus. Caso seja comprovado a participação, os suspeitos poderão responder por crime ambiental.

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Foram apreendidos cocares, canetas, enfeites de cabelo, colares, brincos, pulseiras e até um arco e flecha.

A Guarda Ambiental apreendeu nesta terça-feira (25), 12 pássaros silvestres em um cativeiro, no município do Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife. Os agentes receberam uma denúncia de que os animais estavam sendo maus tratados e foram verificar. Chegando ao local, encontraram 12 espécies de aves, Azulão, Cabeça Preta, Bico de Fogo, Papa-Capim entre outros.

Os guardas encontraram vários sinais de maltratos nas aves e uma morta. O responsável pelo local não foi encontrado. Os animais irão passar por uma triagem e, ainda essa semana, serão devolvidos para uma área de preservação ambiental protegida.

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A Lei Federal n°9605/98, os animais silvestres são protegidos, por isso, é proibido maltratar ou prender eles. 

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Dentro de um dos principais parques públicos do Recife, um apelo à conservação. Frequentadores do Parque 13 de Maio, no centro da cidade, não são a favor do fechamento do pequeno zoológico que funciona no local. Nesta quinta-feira (20), a Associação de Defesa do Meio Ambiente de Pernambuco (Ademape) entrou com uma ação, no Ministério Público, para desativação imediata do espaço, por alegarem que os animais não estão em condições ideais. 

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A ação aconteceu após uma mobilização popular: no dia 17 de fevereiro, uma petição online foi criada para pressionar a Prefeitura do Recife a fechar o local. “A situação de confinamento e isolamento de animais, em pequenas jaulas, num espaço completamente urbano, cheio de poluição de vários tipos, submetendo-os ao estresse diário, e uma vida indigna, não é mais aceitável para o Recife”, diz o texto do documento, atualmente com mais de 1.300 assinaturas. 

Para a população que visita o Parque, o fim do zoológico não é a melhor alternativa. “Sempre que passo por aqui por perto, resolvo entrar para ver os animais, é muito bom. Nos domingos, é sempre cheio, famílias com as crianças. O zoológico já é uma parte do Parque. Se não fossem esses bichos, eu nem viria aqui”, disse o motorista aposentado José Sidney Brasil. Na sua concepção de frequentar desde a década de 50 do Parque, a Prefeitura deve manter o local ativo. 

Compartilha da mesma opinião o militar aposentado Edson dos Santos. Porém, o recifense admite que o zoológico precisa de reparos. “Está abandonado, esquecido. Deveria (a Prefeitura) ampliar mais o espaço e cuidar mais dos animais, mas um local desse precisa ser mantido para o público”, pontua. Passeando com a filha de oito meses e a esposa, o capinador Djavan Silva também acha que os animais devem permanecer no Parque. “A Prefeitura deve manter. Tem gente que fala demais e só faz reclamar”, criticou o frequentador em relação às mobilizações da Ademape. 

Segundo a associação, há 30 animais silvestres no espaço, como macacos-prego, araras e seriemas. Em 2011, a Ademape já tinha entrado com ação judicial no Ministério Público de Pernambuco, exigindo o fechamento do local. Na ocasião, a Prefeitura prometeu reformar o zoológico e o espaço continuou aberto. 

Nova promessa – Em nota, a Prefeitura do Recife afirmou que, através da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) e da Secretaria de Meio Ambiente, está em elaboração de um novo projeto que prevê a retirada de alguns animais do local e a melhoria da vida dos demais. Ainda não há prazo para apresentação do projeto ao Prefeito Geraldo Júlio. 

Através de denúncias, a Guarda Ambiental do Cabo de Santo Agostinho resgataram vários animais silvestres, no distrito de Ponte dos Carvalhos, nesta terça-feira (18). Os agentes conseguiram identificar os locais onde os animais estavam, onde foram recolhidos 10 espécies de aves, entre eles dois galos de campina, dois canários da terra, dois sanhaçus azul, dois cabeça preta, um guriatã de coqueiro e uma craúna.

De acordo com a Guarda Ambiental, os animais não podem ser presos nem maltratados, eles foram encaminhados ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), onde passarão por uma triagem e em seguida, serão libertados nos seus respectivos habitats. 

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BAHIA - Uma parceria da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com o Ministério Público Estadual (MPE) apreendeu na tarde desta segunda-feira (22), na região da Chapada Diamantina, na Bahia, 347 animais silvestres que eram mantidos ilegalmente em cativeiro no município de Lapão/BA.

Iniciada no dia 15, deste mês, a 30ª Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), já aprendeu 883 animais silvestres que estavam sendo mantidos de forma ilegal em cativeiro. Até o momento, as ações ocorreram nos municípios de Irecê, Itaguassu da Bahia, São Gabriel,  Central e Lapão.

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Segundo a PRF, durante as apreensões foram encontrados pássaro-preto, cardeais, , trinca-ferros, sofrês, azulões, sabiás, canários-da-terra, jabutis, cágados-d'água, periquitos-da-caatinga além das apreensões de duas araras-canindé, dois macacos-prego, dezenas de papagaios, uma siriema e um tucano.

Todos os animais apreendidos foram encaminhados para a sede do Tiro de Guerra do Exército, em Irecê, onde permanecerão sob os cuidados de veterinários do IBAMA até que sejam encaminhados  para o  Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS).

 

 

Animais silvestres comercializados ilegalmente foram apreendidos nas cidades de Caruaru e Bezerros, no Agreste de Pernambuco no último fim de semana. No total foram 111 aves que eram vendidas em feiras livres, principalmente o pássaro da espécie Cravina.

Como os animais não estavam recebendo o tratamento adequado tiveram que ser encaminhadas até Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na cidade do Recife, onde vão ficar por oito dias e logo após serão devolvidos a natureza do local onde foram foram capturadas.

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A Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire), em parceria com o Parque Fazenda Amigos da Natureza, realizará o 1º Seminário de Manejo de Animais Silvestres. A programação se dividirá em dois dias: 11 de novembro e 2 de dezembro. 

As palestras irão abordar três esferas: o manejo de animais silvestres em cativeiro; morcegos: seres extraordinários; e animais peçonhentos. Serão apresentados temas como nutrição, sexagem de aves, répteis e mamíferos, cuidados especiais destinados a filhotes, comportamento, importância para o ecossitema e prevenção de acidentes com animais peçonhentos.

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A inscrição custa R$ 70. O pagamento pode ser efetuado no Parque Fazenda Amigos da Natureza, que fica em Igarassu, Região Metropolitana do Recife. Mais informações pelo site do parque.

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