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Na madrugada desta sexta-feira (13), uma carreta carregada com cerca de 400 mil maços de cigarros contrabandeados foi apreendida no município de Ourinhos, no interior de São Paulo. Na ação, o homem que conduzia o veículo também foi preso.

Uma equipe da Polícia Militar fazia patrulhamento no KM 383 da Rodovia Raposo Tavares quando abordou um caminhão com placas de Concórdia (SC) para averiguação. O nervosismo do motorista gerou suspeitas e os agentes fizeram buscas no semirreboque.

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Os maços de cigarros ilegais foram contrabandeados do Paraguai sem nota fiscal.

A Polícia Militar de Minas Gerais (PM-MG) abriu um concurso público com 160 vagas para o Curso de Formação de Oficiais 2020. Do total de oportunidades, 144 são destinadas a candidatos homens, enquanto há apenas 16 para formar mulheres policiais.

Os aprovados, após a realização do curso, receberão R$ 5.769, referente ao cargo de cadete do 1º ano. Para participar, é necessário ter de 18 a 30 anos de idade e curso superior de direito, bem como é necessário ter nascido no Brasil e no mínimo 1,60m de altura. 

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As inscrições deverão ser feitas de 5 de fevereiro de 2020 até 6 de março, através do site da Polícia Militar. Os interessados precisam pagar uma taxa de R$ 173 para confirmar a participação no certame. 

A seleção de candidatos será feita através da aplicação de uma provas escrita, oral e de títulos. Também haverá avaliação psicológica e física, exame toxicológico e exames de saúde. Para mais detalhes, acesse o edital do concurso

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Dois homens, suspeitos de roubarem um caminhão baú, foram mortos a tiros, no último dia 30 de novembro, após uma ação de policiais militares, no Jardim Iguatemi, zona leste de São Paulo. A versão oficial dos PMs informava que os suspeitos haviam reagido a abordagem e trocado tiros com os agentes, porém, um vídeo da ação mostra controvérsias na história dos oficiais.

No vídeo, divulgado pelo site Ponte Jornalismo, é possível ver o caminhão parando e os policiais chegando até a porta do veículo. O motorista não chega a sair da cabine e recebe tiros ainda ao volante. O outro homem chega a correr, mas é alvejado por um policial e cai na calçada. Durante a ação, um civil que saia de um carro de passeio tenta se proteger atrás do automóvel para depois retirar uma criança do banco do passageiro e se afastar da cena.

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Apesar da versão oficial dos PMs sobre os motivos da abordagem violenta, a Ouvidoria da Polícia questiona o histórico oficial sobre o confronto e cita descumprimento de protocolos da corporação. No Boletim de Ocorrência (B.O.) apresentado pelos agentes, os PMs Thiago Roberto Esteves da Costa Torres, Elizei Ferreira de Lira e Lucas Chaves Mendes de Sousa teriam sido chamados por um motorista e seu ajudante, que denunciaram o roubo do veículo,  quando teve início a perseguição. Na versão dos policiais, os homens atiraram forçando o revide da tropa, que matou ambos. 

Os agentes fazem parte do 38º Batalhão da PM, localizado em São Mateus e, segundo informações da GloboNews, foram afastados da Força Tática e atuarão em policiamento comunitário durante a investigação. De acordo com o ouvidor da polícia, Benedito Mariano, “a ocorrência não levou em conta os conceitos do Método Giraldi sobre uso de arma de fogo, que são: necessidade, oportunidade, proporcionalidade e qualidade. É uma ocorrência gravíssima”.

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Após nove mortes em uma ação da Polícia Militar na comunidade de Paraisópolis, o governador de São Paulo, João Doria, comunicou que não pretende reduzir as operações policiais nem modificar os moldes em que funcionam atualmente.

"Os procedimentos, a atitude e o comportamento da Polícia Militar, ou seja, o programa de segurança pública do governo do estado de São Paulo não vai mudar", afirmou.

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"Procedimentos de ação, operacionais, podem ser revistos. Aliás, devem ser revistos, evidentemente, para serem aperfeiçoados, melhorados, evitando que tanto os cidadãos como criminosos e os próprios policiais possam ter a circunstância adequada, protegermos quem devemos proteger, preservar quem devemos preservar e prender quem merece ser preso", acrescentou o governador.

Polícia Militar

O comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Marcelo Salles, disse que os agentes que chegaram primeiro ao baile funk foram agredidos. "Os três primeiros policiais que chegaram foram agredidos com pedras, com garrafas e contidos. É isso que precisa ficar conhecido. Por conta da ação, houve uma reação. Foi isso que houve".

Algumas pessoas envolvidas na ação policial alegam que os militares atiraram em direção ao público do evento, com armas de cano longo, de calibre 12, e que portavam granadas. O coronel Salles nega essa versão. Ele disse que embora parte dos depoimentos ainda deva ser colhida, avalia já constatar "inconsistência" nos relatos. "Vamos ouvir todos que foram encaminhados ao inquérito, mas, de plano, já se nota uma inconsistência", afirmou.

A PM sustenta que suspeitos foram abordados pelos policiais que faziam patrulhamento e abriram fogo. Na sequência, os agentes teriam perseguido o grupo até o baile funk. Nesse momento, ocorreu o tumulto, que resultou na morte de nove pessoas, que morreram pisoteadas. Uma das vítimas tinha 14 anos. Ao todo, 5 mil pessoas estavam no local.

 

O presidente Jair Bolsonaro falou, nesta segunda-feira (2), sobre as nove mortes durante ação policial, na madrugada deste domingo (1º), em baile funk, na comunidade de Paraisópolis, na zona Sul de São Paulo. 

Em parada rápida no Palácio do Planalto para cumprimentar um grupo de eleitores, o presidente disse: "Eu lamento a morte de inocentes". Bolsonaro, no entanto, não falou sobre a operação da Polícia Militar. 

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Cerca de 5 mil pessoas estavam no baile quando a PM realizava uma ação de perseguição a homens armados que fugiam com motocicletas. No tumulto, jovens que saiam da festa foram encurralados em vielas estreitas da favela. Nove deles morreram pisoteados. 

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), também comentou sobre o ocorrido por meio do Twitter, no qual ela afirma ter determinado que a Secretaria de Segurança Pública faça uma rigorosa apuração do caso. 

"Lamento profundamente as mortes ocorridas no baile funk em Paraisópolis nesta noite. Determinei ao Secretário de Segurança Pública, General Campos, apuração rigorosa dos fatos para esclarecer quais foram as circunstâncias e responsabilidades deste triste episódio", disse.

Após a morte de nove pessoas na madrugada deste domingo (1º) em um baile funk na favela Paraisópolis, zona sul de São Paulo, o tenente-coronel Emerson Massera, porta -voz da Polícia Militar, afirmou que policiais usaram balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio em reação ao ataque inicial de bandidos que atiraram contra as viaturas e seguiram em direção ao local onde ocorria o evento, também conhecido como ‘pancadão’. A PM informou que cerca de 5 mil pessoas participavam do baile. As declarações foram dadas em uma entrevista coletiva no início da tarde.

“As ações só se deram porque os policiais foram atacados”, afirmou o porta-voz da PM. Ele explicou que uma moto com dois indivíduos em atitude suspeita passou por um ponto de estacionamento de patrulhas da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), do 16º Batalhão da Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) que realizavam a Operação Pancadão na região. Segundo ele, os policiais estavam ali para garantir a segurança das pessoas. Massera acrescentou que, ao serem abordados, os suspeitos não pararam e dispararam contra os policiais.

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Os agentes perseguiram os bandidos até o baile funk, quando ocorreu o tumulto. “Na tentativa de abordagem, esses ocupantes da moto fugiram e dispararam contra os policiais. Esse acompanhamento se deu por cerca de 300 metros, quando acabou terminando no pancadão. Os criminosos utilizaram as pessoas que estavam frequentando o baile como uma espécie de escudo humano para impedir a perseguição policial”, detalhou Massera.

Segundo ele, no momento em que os policiais chegaram próximo ao pancadão, em seis motocicletas da Rotam, as pessoas foram na direção dos policiais, “arremessando pedras, garrafas e aí a atuação da polícia acabou sendo uma ação de proteção aos policiais”. Ele disse ainda que os criminosos se misturaram à multidão, “inclusive efetuando disparos de arma de fogo contra os policiais. Nós recolhemos no local pelo menos uma munição de calibre 380 e uma de 9mm que supomos que estavam com esses bandidos”, acrescentou.

Segundo Massera, na dispersão, algumas pessoas teriam tropeçado. Nove pessoas morreram por ferimentos após terem sido pisoteadas. “Por conta dessa correria que se deu com a chegada dos policiais, em acompanhamento aos criminosos, nove pessoas ficaram feridas gravemente e vieram a falecer. Até o momento a informação é que morreram pisoteadas, não há nenhuma com perfuração de arma de fogo ou algum outro tipo de lesão”, disse o agente.

Das nove pessoas mortas, quatro foram identificadas, sendo uma delas um adolescente de 14 anos. Entre as vítimas, que ainda não tiveram seus nomes revelados, estão oito homens e uma mulher.

Quanto aos suspeitos, a Polícia Militar informou que, com a dispersão, não conseguiu perseguir os suspeitos e que, por enquanto, ninguém foi preso.

Apuração

Segundo a PM, o caso agora segue para apuração na Polícia Civil e também será feito o Inquérito Policial Militar para apurar se houve alguma falha no procedimento. O porta-voz reiterou que os policiais usaram apenas balas de borracha ao ser questionado sobre relatos de vítimas e moradores que usaram as redes sociais para informar que viram policiais atirando com armas de fogo.

“A informação que temos até o momento é que nenhum policial efetuou disparo de arma de fogo, de qualquer forma, preventivamente, nós apreendemos dos policiais envolvidos nessa ocorrência [as armas utilizadas] para verificar se houve algum disparo. Isso é praxe, medida que é feita em toda investigação policial”, explicou.

A PM ressaltou que a atuação da polícia não foi em relação ao baile funk. “Nós temos como consenso que a atuação da polícia nesses casos tem que ser uma ocupação preventiva de buscar ocupar antes. Esse baile já estava instalado, nossa estimativa é que de pelo menos 5 mil pessoas participavam deste pancadão. A atuação da polícia militar ocorria no entorno, então os fatos só se deram em razão da agressão que os policiais sofreram fora do pancadão”, finalizou.

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O prazo de inscrições para o concurso público da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) foi estendido até o dia 20 de dezembro, às 23h59 pelo horário de Brasília. Os interessados devem acessar o site da banca organizadora do certame para formalizar a participação. Também é necessário pagar uma taxa de R$ 150 para confirmar a candidatura. 

O concurso destina 11 vagas ao cargo de médico nas especialidades de cardiologia, ortopedia, psiquiatria e formação geral. Há ainda seis oportunidades para odontólogos nas áreas de implantologia, periodontia e prótese dentária. A remuneração pode chegar até R$ 7.164, somando salário e gratificações, para ambos os cargos.  

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A seleção dos candidatos será realizada através da realização de prova objetiva, discursiva e avaliação de títulos. O concurso terá validade de ano e poderá ser prorrogado uma única vez, por igual período. Para mais detalhes, acesse o edital de abertura do concurso, a retificação para prorrogação das inscrições e o novo cronograma do certame.

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Por conta de suas falas racistas, uma mulher foi condenada a um ano e 10 dias de prisão em Governador Valadares, Minas Gerais. A vítima era o síndico do prédio onde a acusada mora. A discriminação foi motivada porque o homem havia tirado as tomadas de um dos blocos do imóvel em março de 2013. 

A mulher teria se revoltado com a atitude do síndico e proferiu ofensas contra ele por conta de sua cor chamando-o de "negro safado". A vítima acionou a Polícia Militar e representou queixa contra a mulher por racismo. 

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Daniel Teodoro Mattos da Silva, juiz da 2ª Vara Criminal de Governador Valadares, condenou a mulher por injúria racial. A acusada recorreu alegando insuficiência de provas. O desembargador Eduardo Machado negou o recurso por achar que havia, sim, provas suficientes da intenção injuriosa. 

De acordo com o Portal IG, o magistrado apontou que o crime de injúria racial é imprescritível e, portanto, a condenação de 1 ano e 10 meses deveria ser mantida. 

Policiais militares de Alagoas apreenderam 11 quilos de maconha escondida em caixas de leite na noite dessa sexta-feira (8). Um homem foi preso pelo crime.

 A Polícia Militar (PM) havia recebido informações de que um carro estaria transportando entorpecentes. O veículo foi localizado no bairro de Ouro Preto, em Maceió. Durante a inspeção, foram encontradas caixas com leite e outras contendo maconha.

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O condutor do carro, Lucas Bernardo da Silva, de 21 anos, confessou que havia mais drogas em sua residência. Na casa, foram apreendidos 11,4 kg de maconha. Lucas foi conduzido para a Central de Flagrantes.

Um homem de 46 anos, conhecido como o maior ladrão de livros raros do Brasil, foi detido na manhã da última quinta-feira (7), na região central da cidade de São Paulo. Condenado por furto e foragido desde de outubro, Laéssio Rodrigues de Oliveira ficou famoso por furtar livros históricos, obras do pintor alemão Emil Bauch (1823-1874) que representam o Recife (PE) e que foram impressas na Europa, além de volumes da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, em 2004.

Durante uma abordagem de rotina da Polícia Militar no bairro do Bom Retiro, Oliveira foi revistado e nada ilegal foi encontrado. Ao checarem mais informações em consulta ao Centro de Operações Policiais Militares (Copom), os agentes constataram que o criminoso havia deixado a prisão para saída temporária no Dia das Crianças e não retornou.

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Preso, o ladrão foi encaminhado ao 2º DP para registro do boletim de captura e permanece à disposição da Justiça.

A Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS) decidiu pela expulsão do cabo da Polícia Militar (PM) Antonio Fernando da Silva Pinto. O policial é acusado de matar um lojista após briga em partida de dominó em um bar de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife (RMR).

 Em portaria, a Corregedoria afirma que as condutas do cabo "defenestraram a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro de classe". Antonio Fernando já foi condenado em primeira instância a 15 anos de reclusão.

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 O crime ocorreu em agosto de 2018 no Bar do Boca, no centro da cidade. À época, o policial, que foi apresentado à delegacia pela própria corporação, alegou que a vítima, Albertino José da Silva, havia 'roubado' na partida de dominó e zombado do feito. Antonio era alcoólatra, já tendo sido atendido no Núcleo de Apoio ao Dependente Químico (Nadeq) da Polícia Militar.

 Segundo a filha de Albertino José da Silva, ele levou três tiros na cabeça e um no braço. Albertino costumava apostar dinheiro em partidas de dominó. Ele era proprietário de uma ótica em Camaragibe.

Dois adolescentes invadiram a Escola Orlando Tavares armados e, pelo menos, dois menores, de 15 e 16 anos, ficaram feridos no tiroteio. A ação aconteceu na manhã desta quinta-feira (7), em Caraí, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. As informações iniciais da Polícia Militar confirmam que apenas um dos adolescentes foi responsável pelos disparos. Ele foi apreendido.

O segundo adolescente que participou da ação ainda está foragido. Os dois suspeitos estudam na escola. A PM aponta que o menor foragido estava com uma arma de brinquedo e um facão. Suspeita-se que apenas um dos feridos estava na mira do crime, mas uma segunda pessoa acabou sendo atingida por estar próxima da vítima principal. De acordo com informações da Jovem Pan, as vítimas já foram socorridas para o Hospital Padre Paraíso e não correm risco de morte. 

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Em entrevista, o diretor do colégio, Márcio Anselmo Vieira Matos, disse que havia cerca de 300 alunos no local no momento do tiroteio. A Escola Orlando Tavares atende alunos do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Por conta do tiroteio, a instituição está fechada.

A Polícia Militar de Pernambuco (PM-PE) divulgou, na tarde desta quarta-feira (30), no Recife, seu esquema de segurança para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O processo seletivo será realizado em todo o Brasil no domingo (3) e no dia 10 de novembro. No Estado, existem 275.327 inscritos e 584 locais de aplicação.

Segundo a PM-PE, para cada dia de prova, 1.523 policiais atuarão desde a escolta dos cadernos de prova para os locais de aplicação até trabalhos de segurança durante a realização do Exame. O combate a crimes, realização de rondas, impedir problemas de deslocamentos em caso de protestos ou demais eventualidades são alguns dos objetivos dos soldados. 

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“Nós sabemos que sempre existe a possibilidade de haver protesto que possa dificultar o deslocamento do aluno até o local de prova. Nós temos uma tropa aquartelada caso haja necessidade de operacionalizar uma desobstrução de via”, informou o coordenador operacional do Enem da Polícia Militar de Pernambuco, major Roberto Oliveira.

O efetivo de policiais deste ano tem o mesmo número de servidores da edição passada. No entanto, em 2019 há 584 locais de prova ante 620 de 2018, diferença que, de acordo com a PM, possibilita uma distribuição com mais policiais para os pontos do Exame.

Durante coletiva de imprensa no Quartel do Derby, Centro do Recife, a Polícia Militar informou que as provas, em caminhões dos Correios devidamente escoltados, serão encaminhadas aos prédios de aplicação a partir das 5h do domingo. Da capital pernambucana, os cadernos do Enem serão direcionados a batalhões da PM e quartéis do Exército situados nas cidades de Garanhuns, Caruaru, Arcoverde e Petrolina, de onde a distribuição continuará para os pontos de realização do processo seletivo conforme cada região. Sobre o arquipélago de Fernando de Noronha, as provas do Enem partirão do Recife até o conjunto de ilhas no dia 1º de novembro por meio de transporte aéreo.

Em Pernambuco, os portões dos locais de realização do Enem serão abertos ao meio dia e fechados às 13h, levando em consideração o horário de Brasília. No primeiro dia, as provas – com duração de cinco horas e 30 minutos – terão questões de Ciências Humanas, Linguagens e redação. Já no dia 10 de novembro, os feras enfrentarão quesitos de Ciências da Natureza e matemática, durante cinco horas.

Com informações de Lara Tôrres

O 1º sargento da Polícia Militar de Pernambuco Rodrigo (nome fictício) de 49 anos passou três dias bebendo praticamente sem parar. Ao fim da folga, telefonou ao superior para dizer que não voltaria ao trabalho. Antes, já estava rotineiro ir trabalhar com forte ressaca no Copom, a central responsável por receber as chamadas do 190 e tomar decisões importantes como “qual ocorrência é prioridade para o envio de viatura”. Sentindo calafrios em dias quentes, o 1º sargento sabia que não estava bem. A ameaça do fim do casamento foi um empurrão para que abrisse mão do orgulho e decidisse procurar ajuda. 

 O policial é um dos 18 atendidos atualmente no Núcleo de Apoio ao Dependente Químico (Nadeq) no Centro de Assistência Social (CAS) da Polícia Militar (PM). Criado em 2002, o Nadeq surgiu com o foco no tratamento de alcoólatras como Rodrigo - quase a totalidade dos atendidos tinha problemas com álcool. Apesar de o alcoolismo continuar sendo a dependência mais frequente neste ano, com 26 casos, a chefe do CAS, coronel Valdenise Salvador, diz que o cenário tem mudado. “Infelizmente o crack invadiu a Polícia Militar”, ela lamenta.

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 A mudança do perfil foi notada a partir de 2010. Em um período de 2016, 60% dos atendidos estavam lá por causa de drogas ilícitas e 40%, das lícitas. 

 Até a terceira semana de outubro, 48 policiais haviam sido atendidos no Nadeq no ano, número que já iguala 2018 inteiro. Além dos 26 casos de alcoolismo, estão sendo tratados policiais por causa de crack (11), cocaína (10) e maconha (1).

 Dos 48 policiais submetidos a tratamento em 2019, três foram considerados aptos, ou seja, liberados para exercer atividades operacionais, e 11 readaptados, que são aqueles com dispensa médica podendo exercer apenas atividades administrativas. A PM não divulgou quantos policiais retornam às funções, mas, segundo um funcionário do Nadeq, o número é de aproximadamente 25% apenas. 

 É no núcleo que os policiais têm a oportunidade de consultar um psicólogo - além de psiquiatra, nutricionista e terapias alternativas. O problema é que, duvidando da necessidade e temendo julgamentos e represálias, eles decidem procurar ajuda da instituição quando estão em situação muito crítica. “Eles vêm quando já estão no fundo do poço”, diz o capitão Marcos José, gerente do Nadeq.

A Polícia Militar de Pernambuco não oferece terapia preventiva nos batalhões. Policiais ouvidos pela reportagem dizem sentir falta desse tipo de atendimento e afirmam que a pressão da profissão os empurrou para a dependência. “Existe uma pressão por atingir metas e não se vê o lado humano do policial”, argumenta Rodrigo.

 O soldado Mateus (nome fictício), de 31 anos, há dois na corporação, tem opinião semelhante à do sargento. “Somos pessoas comuns, a sociedade não enxerga isso. A pressão do trabalho me levou ao uso”, diz o soldado. Ele busca tratamento por causa do consumo de cocaína e maconha. Mateus já usava drogas antes de entrar na corporação, mas para ser aprovado no exame toxicológico chegou a ficar um ano sem fazer uso do entorpecente. Com o passar do tempo, o consumo cresceu de forma descontrolada. “Passei a fumar dois, três baseados de manhã, dois a três à noite, depois passei pra cocaína”, lembra.

A psicóloga do Nadeq, Angélica Lima, também gostaria que houvesse acompanhamento psicológico no cotidiano das tropas. “Deveria ter um trabalho feito para a prevenção disso. Como? Eu ir aos batalhões, fazer esse trabalho preventivo para que a tropa não adoecesse. Eles já chegam muito debilitados, doentes mesmo”, ela diz.

 Segundo a psicóloga, os PMs iniciam o tratamento com muita resistência e preconceito. “Eles chegam pensando ‘como é que vou ser visto pelos meus companheiros? Vai ser configurado que sou uma pessoa doente.’ A gente mostra que eles estão precisando de tratamento”, afirma Lima.

Os tratados são, muitas vezes, estigmatizados pelos companheiros de tropa. Ao deixarem o Nadeq, eles podem pedir a transferência para outro batalhão, para fugir de rotulações. “Isso aqui [Nadeq] salvou muita gente, mas é o órgão mais discriminado”, diz Rodrigo. Ele relata que muitos policiais com os quais ele até já trabalhou não o cumprimentam quando estão no mesmo estabelecimento durante o almoço.

 “E você sabe que muitos precisam de ajuda”, complementa Mateus. O soldado defende que a quantidade de policiais dependentes químicos é muito maior do que os que frequentam o núcleo. “A gente está em 18 aqui hoje, mas a corporação tem muitos e muitos mais. Infelizmente, por medo de sofrer preconceito e represálias, eles acabam se escondendo e piorando a situação.”

Enquanto os dependentes seguem o tratamento do Nadeq, eles ficam afastados das funções e têm a arma de fogo recolhida. Caso parem de frequentar, são instaurados procedimentos administrativos que resultam na exclusão da corporação. Os policiais em quadros mais graves, que carecem de internação, são transferidos ao Hospital Apami, em Vitória de Santo Antão, Comunidade Terapêutica de Olinda (CTO) ou à Sociedade Assistencial Saravida, fundada pela vereadora Missionária Michele Collins (PP) e o marido, deputado estadual Pastor Cleiton Collins (PP). 

Uma das preocupações do núcleo é a relação do policial com a família, considerada um diferencial na recuperação. Os familiares têm acesso ao local e podem acompanhar atividades. Segundo o capitão Marcos José, gerente do Nadeq, grande parte dos tratados estão com as relações familiares esfaceladas. 

 Tanto o 1º sargento Rodrigo quanto o soldado Mateus, que chegaram em junho, já sentem uma melhora no ambiente familiar e nas demais relações. “Sou praticante de esportes e artes marciais e havia abandonado praticamente tudo que eu fazia. Estou voltando as atividades regularmente”, comemora o soldado, que também voltou a almoçar com a família aos domingos.

 O pai de Rodrigo costumava dizer que “sem bebida não há vida”. A frase não sai da cabeça do policial. Na época em que trabalhava nas ruas, ele apreendia centenas de pedras de crack e quilos de cocaína e maconha. A tentação parecia estar por todo lugar. Fora das ruas, no Copom, via-se muito pressionado e destratado pelos superiores. Ele pretende voltar a trabalhar em janeiro do próximo ano, mas conta os dias para se aposentar. “Faltam dois anos para cumprir. Eu cansei de brigar contra o que eu não posso. O fardo é muito pesado. Eu achava que se eu viesse para a polícia eu iria consertar o mundo, mas eu adoeci. Não existe super-homem.”

O Centro de Assistência Social da Polícia Militar tem 45 anos de fundação. A instituição desenvolve 38 programas de assistência psicossocial a policiais e seus familiares. Em média, a entidade realizada 1,5 mil atendimentos por mês. Além do Nadeq, também são oferecidos assistência jurídica, atendimento psicológico no local, serviços funerários, orientação a aposentados e creche. Os custos vêm de contribuições voluntárias dos policiais.

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A Polícia Militar, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, realizaram na noite desta sexta-feira, 25, a 27ª edição da Operação Rodovia Mais Segura. A ação tem com o objetivo de combater a criminalidade em todo o Estado de São Paulo.

Durante a operação, 34.130 pessoas foram abordadas, sendo 156 pessoas presas e 101 foragidos capturados. Mais de 27 mil veículos foram vistoriados, 55 veículos produtos de roubo ou furto foram recuperados e 183 motoristas autuados por consumo de álcool ou por se recusar a fazer o teste do bafômetro. Foram apreendidos também 12 armas e 21,7 quilos de drogas.

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Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a ação conjunta contou com a participação de várias unidades da PM, como o Comando do Policiamento Rodoviário, os Batalhões de Ações Especiais de Polícia, as Forças Táticas, o policiamento de choque, territorial e ambiental, além do Comando de Aviação por meio do patrulhamento aéreo.

A Polícia Militar (PM) de Tocantins vai lançar um novo concurso com mil vagas para o cargo de soldado. Autorização do certame foi anunciada nesta quinta-feira (24), em cerimônia de homenagem aos 30 anos da PM no Estado. O edital deve ser divulgado em breve. 

De acordo com o comandante geral da PM, coronel Jaizon Veras Barbosa, o concurso está previsto para 2020 e os processos para a contratação da banca organizadora já está em tramitação. 

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O último concurso também com mil vagas foi anulado em setembro deste ano, após uma série de irregularidades, como candidatos suspeitos de usarem aparelhos de celular no momento da prova e violação de envelopes em que estavam as os exames. A remuneração inicial oferecida foi de R$ 2.215,10, além de aúxílio-alimentação, auxílio-transporte e plano de saúde. 

Conforme o edital do certame anterior, as etapas do certame foram compostas com prova objetiva de português, raciocínio lógico e matemático, noções de direito, noções de informática, questões específicas sobre a PM do Tocantins; uma redação dissertativa; além de teste de capacidade física e avaliação psicológica. 

Na manhã desta sexta-feira (18), uma loja na zona sul de São Paulo foi assaltada duas vezes em menos de uma hora. Ao todo, sete homens foram presos. Um revólver, um simulacro de arma de fogo, diversos celulares, tabletes e eletroeletrônicos foram apreendidos pela Polícia Militar.

Na primeira ocorrência, três homens foram surpreendidos pelos agentes durante o roubo. Após a ocorrência e a primeira apreensão, a polícia foi acionada mais uma vez para uma ocorrência no mesmo endereço.

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Segundo a Polícia Militar, a equipe achou estranho a denúncia, pois o local havia sido roubado há pouco tempo. Mesmo assim eles se dirigiram ao estabelecimento e constataram que outros quatro homens haviam feito clientes e funcionários de reféns. Após breve negociação, os indivíduos se entregaram e foram presos.

O Governo Estadual da Bahia lançou, na manhã desta quarta-feira (16), o edital de abertura de concurso destinado ao preenchimento de 1.000 vagas para o Curso de Formação de Soldado da Polícia Militar e outras 250 para o Curso de Formação de Soldado do Corpo de Bombeiros Militar.

As inscrições para o processo seletivo podem ser realizadas do dia 21 de outubro até 19 de novembro, por meio do site da banca organizadora da seleção. O valor da taxa é de R$ 70, que pode ser paga até o dia 20 de novembro. Durante o período de curso de ambas entidades, os alunos soldados recebem uma bolsa de R$ 998. Após a formação, o salário pode atingir até R$ 3.410,68.

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As vagas ofertadas são para as regiões de Salvador, Juazeiro, Itabuna, Feira de Santana, Ilhéus, Vitória da Conquista, Barreiras, Itaberaba, Teixeira de Freitas, Alagoinha, Porto Seguro, Jequié, Paulo Afonso e Santo Antônio de Jesus. 

Entre os pré-requisitos para participar do concurso estão: o candidato deve possuir no mínimo 18 anos e no máximo 30 anos, ter estatura mínima de 1,60m para homens e de 1,55m para mulheres, possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida, categoria tipo B, além de outros que podem ser conferidos por meio do edital

As provas serão realizadas em duas etapas previstas para o dia 19 de janeiro de 2020, em que a primeira consiste em  questões objetivas de conhecimentos gerais e conhecimentos específicos, além de possuir caráter eliminatório e classificatório. Já a segunda etapa é de caráter discursiva, na qual os candidatos devem fazer uma redação. 

Detalhes sobre as demais etapas como teste de de aptidão física, exames médiso e psicológicos, além de investigação social podem ser obtidos no edital.

Isenção 

Candidatos podem fazer a solicitação da isenção da taxa de pagamento do dia 21 ao dia 25 de outubro. Para isto, é necessário fazer o preenchimento da Ficha de Inscrição e do Questionário de Investigação Social, ambas disponíveis no site do IBFC, além de ser inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e ser membro de família de baixa renda.

A Secretaria de Defesa Socia (SDS) e o Grande Recife Consórcio de Transporte estão realizando uma ação para reforço da segurança nas estações de BRT da Região Metropolitana do Recife (RMR). Policiais militares começaram a fazer rondas e abordagens nas 43 estações em funcionamento.

De acordo com a SDS, os procedimentos serão realizados 24 horas por dia, aumentando o alcance da Força-Tarefa Coletivos, que combate crimes no transporte público desde 2017.

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A Polícia Civil também está envolvida nas ações. A corporação ficou responsável por capacitar profissionais dos terminais integrados a orientar os usuários de ônibus a prestar eventuais queixas pela Delegacia Interativa, em computadores disponíveis nos próprios terminais.

Uma ação que reuniu as polícias Civil e Militar de São Paulo nesta quinta-feira (3) deteve 29 pessoas acusadas de fraudes e uso indevido de cartões eletrônicos de transporte. Realizada de maneira simultânea em quatro terminais de grande circulação na capital e região metropolitana, a operação apreendeu 1255 bilhetes e cerca de R$ 4 mil em dinheiro.

Segundo as investigações, os suspeitos adquiriam créditos em cartões ilegais do Bilhete Único (usado na capital) e BOM (Bilhete de Ônibus Metropolitano, usado na Grande São Paulo). Durante o dia, outros membros do grupo se posicionavam perto dos bloqueios de estações de metrô, trem e filas de ônibus para oferecer aos passageiros o uso desses bilhetes. Os alvos, em geral, eram pessoas que utilizavam dinheiro para pagar a tarifa. Os passageiros davam o dinheiro ao fraudador e pagavam o transporte com os bilhetes ilegais.

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No decorrer do cumprimento dos mandados, as equipes da polícia conseguiram identificar um veículo que fazia o transporte dos cartões. Na abordagem, os policiais souberam que uma casa na região de Perus seria a sede da prática fraudulenta.

Entre os presos estão dois adolescentes. As polícias também apreenderam oito celulares, quatro notebooks e um caderno com anotações relacionadas ao esquema. Os acusados devem responder por estelionato, associação criminosa e organização criminosa.

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