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A ativista sueca Greta Thunberg afirmou nesta terça-feira (24) que, provavelmente, foi infectada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Em uma mensagem no Facebook, a ambientalista de 17 anos contou que, há cerca de 10 dias, começou a "ter alguns sintomas". "Sentia-me cansada, tive calafrios, dor de garganta e tosse. Meu pai teve os mesmos sintomas, porém muito mais intensos e com febre", disse.

Segundo Thunberg, ela está isolada em casa há duas semanas, desde que encerrou um tour pela Europa Central - na Suécia, os exames são feitos apenas em casos mais graves. "Eu não fui testada para a Covid-19 [doença provocada pelo novo coronavírus], mas é extremamente provável que eu tenha tido", afirmou.

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A ativista, no entanto, acrescentou que está "praticamente recuperada". A Suécia tem 2,3 mil casos do novo coronavírus e 40 mortes. Por conta da pandemia, Thunberg, que lidera um movimento global de estudantes contra o clima, tem promovido manifestações online às sextas-feiras. 

Da Ansa

Já se sabia que o coronavírus causa febre, tosse, falta de ar e até mesmo dificuldades respiratórias. Mas os otorrinolaringologistas agora estão alertando para outro sintoma que acreditam estar associado à doença: a perda do olfato.

Os profissionais da área observaram nos últimos dias "um aumento de casos de anosmia", apontou na sexta-feira o N.2 do Ministério da Saúde francês, Jérôme Salomon, atualizando diariamente a situação na França.

Trata-se de um "desaparecimento repentino" do olfato, mas sem nariz entupido e, às vezes, acompanhado por um desaparecimento do paladar (ageusia).

Esta anosmia descrita por várias pessoas com a Covid-19 pode ocorrer isoladamente ou com outros sintomas relacionados ao vírus.

Em caso de anosmia, "você deve ligar para o seu médico e evitar a automedicação sem aconselhamento especializado", disse Jérôme Salomon.

No entanto, esse sintoma seria "bastante raro" e "geralmente" observado em pacientes jovens, com "formas leves" da doença, disse o diretor de Saúde.

A sociedade otorrinolaringológica francesa lançou na sexta-feira um alerta sobre o aumento desses casos, compartilhado por médicos nas redes sociais.

"Existe uma ligação óbvia" entre a anosmia e o vírus, diz Jean-Michel Klein, presidente do Conselho Nacional Profissional de Otorrinolaringologia, que atua em Paris.

"Nem todos os Covid-positivos são anosmáticos, mas todos os anosmáticos isolados sem causa local, sem inflamação, são Covid-positivos", disse o especialista à AFP.

Segundo os primeiros casos relatados pela rede profissional de otorrinos, os pacientes em questão são bastante jovens, entre 23 e 45 anos.

Muitos profissionais da saúde também seriam afetados, incluindo vários otorrinolaringologistas.

"As pessoas que experimentam anosmia devem se confinar como precaução e usar uma máscara, mesmo no nível da família", segundo Jean-Michel Klein.

Ao contrário do que é feito no caso de anosmia clássica, o médico recomenda não administrar corticoterapia, "o que reduziria as defesas imunológicas", ou uma lavagem do nariz, com risco de "enviar o vírus da mucosa nasal para os pulmões".

Após essas primeiras constatações, os otorrinolaringologistas notificaram a faculdade de medicina geral e o ministério e estudarão esse fenômeno. As publicações alemãs e americanas notaram os mesmos sintomas, disse Jean-Michel Klein.

Ex-aliada do Jair Bolsonaro e uma das autoras do impeachment de Dilma Roussef, a deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) pediu, nesta segunda (16), que o presidente deixe o cargo, sem a necessidade de um processo de afastamento. Segundo ela, o Brasil precisa de “pessoas capazes e competentes para conduzir a nação”.

Janaína iniciou seu discurso disparando críticas às autoridades pela condução das ações contra a pandemia do coronavírus. Ela só poupou o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta. “As pessoas estão morrendo sem precisar que se estivesse chegar a esse ponto. Quando as autoridades têm o poder/dever de tomar providências para evitar um resultado danoso e assim não procedem, elas respondem por esse resultado. Isso é homicídio doloso. Tem gente pedindo a saída do Mandetta (Ministro da saúde). Não façam isso. O Mandetta está trabalhando bem. Temos que manter os bons profissionais”, disse a deputada.

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Em seguida, a deputada do PSL teceu severas críticas ao presidente Jair Bolsonaro, pedindo sua imediata saída do cargo. “O que ele fez ontem (domingo) é inadmissível, é injustificável, é indefensável, crime contra a saúde pública. Desrespeitou a ordem do seu ministro da saúde. Esse senhor tem que sair da presidência. Deixa o Mourão que entende de defesa. O nosso país está entrando numa guerra, contra um inimigo invisível. Deixa o Mourão, que é treinado para defesa, conduzir a nação”, disse ela.

“Como um homem que está possivelmente infectado, vai para o meio da multidão. Como um homem que diz para não ir para o protesto, vai participar deles. Que manda as deputadas, que são pau mandado dele, chamar o povo para a rua. Eu me arrependi do meu voto. Que país é esse? Ele está brincando. Ele acha que ele pode tudo. As autoridades têm que se unir para pedir para ele se afastar. Não temos tempo para um processo de impeachment. Precisamos de pessoas capazes e competentes para conduzir a nação. Quero crer que o Mourão seja capaz disso”, completou Janaína Paschoal.

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), negou, nesta sexta-feira (13), estar com coronavírus. Ele afirmou ser mentira a notícia de que foi contaminado pelo vírus.

Maia esteve na Europa no fim de fevereiro e voltou no início de março ao Brasil. O Congresso determinou quarentena a parlamentares que tiverem viajado para um dos países afetados pelo vírus.

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A medida foi adotada com ao menos quatro parlamentares: os senadores Jorginho Mello (PL-SC) e Nelsinho Trad (PTB-MS), além dos deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Daniel Freitas (PSL-SC).

Eles estiveram na comitiva presidencial que voltou dos Estados Unidos no início da semana e tiveram contato com o secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, diagnosticado ontem com coronavírus, como antecipou o jornal O Estado de S. Paulo.

Os resultados dos exames dos parlamentares devem ficar prontos ainda nesta sexta-feira.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, informou pela sua página oficial no Facebook que exame realizado no Hospital das Forças Armadas atestou negativo para o novo coronavírus.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também fez o teste e o jornal O Estado de S. Paulo apurou que o resultado também foi negativo.

Não satisfeitos com as mãos, os homens descobriram uma maneira - um tanto quanto bizarra - para se masturbar: a casca de banana. Essa 'técnica' está viralizando nas redes sociais depois que os adeptos começaram a relatar as suas experiências. No entanto, estudiosos alertam que a prática pode terminar não sendo tão prazerosa como se espera e causar danos ao pênis.

Infecções, erupção cutânea e feridas no órgão pode ser algumas das consequências. Ao site The Sun, a médica Diana Gill alerta que pessoas que são alérgicas a preservativos de látex também podem ser alérgicas a casca de banana. 

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Mesmo diante da contraindicação médica, esse tipo de masturbação tem se popularizado, principalmente, entre os adolescentes que comentam que o uso da casca diminui o atrito entre a mão e o pênis e a sensação é de um sexo oral.

As autoridades de saúde do Estado de Massachusetts, no nordeste dos Estados Unidos, confirmaram um novo caso de infecção por coronavírus, o oitavo no país. De acordo com o Departamento de Saúde Pública de Massachusetts, o novo caso é de um homem na casa dos 20 anos e vive na cidade de Boston. O cidadão americano viajou recentemente para Wuhan, na China, epicentro da doença, e sentiu sintomas da doença pouco depois de voltar aos EUA.

"Estamos gratos que esse jovem está se recuperando e procurou ajuda médica imediatamente", diz Monica Bharel, comissária de Saúde Pública de Massachusetts. "O Estados estava preparado para atender um possível caso de coronavírus, e temos sorte que nosso médicos agiram rápido", completou, dizendo que o risco de uma epidemia do coronavírus em Massachusetts é baixo.

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Com a Espanha, que confirmou na noite de ontem registro do novo vírus no país, a lista de países afetadas pelo coronavírus subiu para 23, além da China. O número de mortos está em 259, e ao menos 11.792 casos já foram confirmados.

Três dos 206 cidadãos japoneses que foram retirados na quarta-feira (29) da cidade chinesa de Wuhan estão infectados com o novo coronavírus que surgiu nesta cidade da região central da China, anunciou o ministro da Saúde do Japão.

Os resultados positivos são adicionados aos demais oito casos já registrados previamente. As autoridades ainda não concluíram os exames de 210 japoneses que foram retirados da China nesta quinta-feira (30).

"Uma das três pessoas que apresentou resultado positivo já desenvolveu os sintomas, mas as outras duas não", disse o ministro Katsunobu Kato em uma reunião com parlamentares. O primeiro-ministro Shinzo Abe afirmou que as três pessoas contaminadas receberão tratamento em um hospital de Tóquio que foi especialmente preparado.

Dos 11 casos registrados no Japão, dois deles são de pessoas que foram contaminadas no território japonês: um motorista que transportou turistas de Wuhan e a guia japonesa que os acompanhava. "Com a contaminação de pessoa para pessoa no Japão, entramos em uma nova fase", admitiu o ministro Kato.

Em dois voos especiais, o Japão retirou 416 cidadãos da cidade de Wuhan e da província de Hubei. O governo planeja um terceiro voo. De acordo com o canal de TV NHK, 14 pessoas do segundo voo também foram hospitalizadas, mas até o momento não há confirmação de que são casos positivos.

Por uma questão legal, o Japão não pode manter em quarentena pessoas com exames que apresentam resultados negativos, mas o governo pode elevar o nível de ameaça para conseguir aplicar medidas excepcionais.

De acordo com o ministro da Saúde, duas pessoas que foram retiradas de Wuhan se negaram a passar por exames quando chegaram a Tóquio.

"Explicamos que os exames poderiam ajudá-las, mas estas pessoas não estão convencidas. Não temos os fundamentos jurídicos para forçá-los a aceitar os exames", disse.

O governo dos Estados Unidos determinou um período mínimo de isolamento de 72 horas para as pessoas que saíram de Wuhan. A França planeja um isolamento de 14 dias.

Por conta do vício de roer as unhas, um homem identificado como Steven MacDonald, 48 anos, quase morre depois de pegar uma infecção. Ele precisou ser levado às pressas para o hospital e passar por uma cirurgia. Steven foi diagnosticado com um caso grave de Paroníquia - infecção da pele ao redor da unha que já estava se espalhando pelo braço do homem. Caso aconteceu na Escócia.

"No começo, não estávamos tão preocupados porque ele tinha pequenos inchaços onde estava roendo as unhas, mas quando as coisas pioraram eu realmente comecei a entrar em pânico", disse Karen Peat, esposa de MacDonald, ao site Daily Record. 

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Steven foi internado e passou por uma cirurgia que durou mais de duas horas. Com a operação bem-sucedida para remover a carne infectada, o homem precisou ficar 4 dias em observação. "Essa provação me ensinou uma grande lição: para qualquer mordedor de unhas que estiver por aí, por favor, afaste o dedo dos dentes", pontua MacDonald.

Mesmo depois que um empresário recifense morreu por ter contraído uma bactéria que existia nas ostras que comeu na praia de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, parece que a preocupação das pessoas na hora de escolher o que vai comer na praia não mudou. O LeiaJá conversou com alguns banhistas que estavam curtindo um dia de sol no 'buraco da veia', no Pina, Zona Sul da capital pernambucana, indagando sobre o medo de ser a próxima vítima.

A nutricionista Dryelle Castro dá algumas dicas do que pode ser observado para amenizar as chances das pessoas contraírem alguma infecção ou até morrerem por conta do que comeu. Confira:

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Por meio de seu Instagram, Carlos Alberto de Nóbrega atualizou seus fãs sobre o seu estado de saúde. O humorista está internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, após ser diagnosticado com uma infecção generalizada. A princípio, ele havia informado que tinha comido um iogurte estragado e, por isso, passou mal.

Agora, explicou que, na verdade, o problema encontrado foi outro:

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- Primeiro eu queria agradecer o carinho que vocês me receberam, com as respostas que mandaram pela minha saúde. Aconteceu uma coisa errada, uma grande coincidência. Eu falei daquele iogurte que eu tomei, que estava vencido, e eu realmente tomei, mas não teve nada a ver, foi uma incrível coincidência. O que eu tenho, depois de vários exames que eu fiz aqui, é uma prostatite e bacteriemia. Ou seja, é a minha próstata que está causando tudo isso.

Dando risada, ele ainda diz:

- Não tem nada a ver com o que eu comi ou deixei de comer. Podia até ser melhor se fosse aquilo, mas não.

A prostatite é um termo genérico para indicar uma infecção na próstata, segundo informações do site do hospital Albert Einstein. Ela é causada na maioria das vezes por bactérias encontradas no trato urinário ou no intestino grosso. Já a bacteriemia, também citada pelo humorista, é quando há a presença de bactérias no sangue, que podem causar febre, calafrios, dores, enjoos, dentre outros sintomas.

O ator Felipe Titto foi internado nesse domingo (3), em São Paulo, para tratar de uma infecção na perna. No final de outubro, Felipe foi mordido pelo próprio cachorro enquanto mergulhava na piscina. Em vídeos gravados nos stories do Instagram, nesta segunda-feira (4), o intérprete de Abdias, da novela A Dona do Pedaço, tranquilizou os fãs.

"O quadro era uma infecção mesmo. Eu fiz uma ressonância e está tudo certo. Está controlado. Não espalhou pelo corpo e nem para outro lugar da perna. Sigo no meu repousinho [sic]", disse, momentos antes de receber alta hospitalar na Rede D'or São Luiz, na capital paulista.

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Na mesma rede social, Titto declarou que teve que desmarcar os compromissos do final de semana por conta da internação. Nesta terça-feira (5), ele volta a gravar a reta final do folhetim escrito por Walcyr Carrasco.

O ator Felipe Titto, o Abdias da novela A Dona do Pedaço, vem sofrendo as consequências de uma mordida que levou do seu cachorro. Após levar 15 pontos na perna, Felipe relatou na internet que contraiu uma infecção. Apesar do susto, ele voltou ao hospital para ser avaliado pela equipe médica.

"Minha perna começou a ficar inchada, muito chato só falar disso nos Stories. Mas enfim, fui no hospital e estou com uma leve infecção. Tive que trocar o antibiótico. Mas, enfim, não estava conseguindo por a perna no chão. Espero melhorar. Seguimos com a programação quase normal", contou.

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Medicado, Felipe Titto participou do Encontro com Fátima Bernardes via chamada de vídeo para falar do assunto. No Instagram, ele relembrou o caso. "Eu falei com eles ao vivo no programa, explicando como foi a história da mordida do Thor e deixando obviamente claro mais uma vez que ele não teve culpa nenhuma, que ele foi me impedir de cair na água com medo que eu me afogasse ou alguma coisa do tipo, grudou no meu tornozelo e acabou rasgando", disse.

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A Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) de São Paulo informou que a cidade registrou 45 casos de toxoplasmose em diferentes regiões desde março, o que significa que há um surto da doença, já que foram confirmadas mais de duas infecções na capital.

A Covisa informou em nota que os casos passaram a ser monitorados após a coordenadoria e o Centro de Vigilância Epidemiológica recomendarem a notificação de ocorrências graves da doença. "A vigilância está realizando investigação com objetivo de identificar, monitorar e verificar a magnitude dos casos, bem como as situações de risco - fontes de alimento ou água contaminados - que possam estar contribuindo para o aparecimento destes casos".

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Em junho do ano passado, o município de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, também enfrentou um surto da doença, com o registro de mais de 500 casos.

De acordo com a médica infectologista Márcia Yamamura, a toxoplasmose é uma doença infecciosa causada pelo protozoário Toxoplasma Gondii e apresenta sintomas semelhantes ao de gripe ou dengue, como febre alta e dores musculares.

"A contaminação pode ocorrer de três formas: por água e alimentos contaminados por fezes de gatos que possuem o toxoplasma, carne crua infectada ou quando a mãe passa para o bebê. Quanto aos riscos, além de a infecção causar dores no corpo, pode ocorrer convulsões e até cistos no cérebro, causando problemas neurológicos. Nas gestantes, podem ocorrer abortos ou transmissão para a criança, que pode ter retardo no crescimento uterino, entre outros problemas que prejudicam o seu desenvolvimento", explica.

A médica infectologista alerta sobre a importância de manter a higiene da casa para evitar a contaminação. "É muito comum os gatos defecarem na caixinha de areia e depois subirem em cima da pia ou em outros objetos, que acabam contaminando os alimentos. Por isso, é importante sempre lavar os alimentos, limpar os utensílios de cozinha, comprar carne crua de boa procedência, cobrir os locais que as crianças brincam para que os gatos não defequem neles e não tomar leite pasteurizado".

Um novo estudo liderado por pesquisadores da Fiocruz Bahia, Fiocruz Pernambuco, Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Escola Pública de Yale demonstrou que pessoas que possuíam anticorpos contra a dengue tinham menor probabilidade de serem infectadas pelo zika durante o surto. Ocorrido entre 2015 e 2016, o surto da zika foi uma das maiores emergências de saúde pública do Brasil.

A revelação de que a imunidade decorrente da infecção gerada pelo vírus da dengue protegeu indivíduos da zika foi obtida a partir do acompanhamento de 1453 pessoas, moradores do bairro Pau da Lima, em Salvador, Bahia. Na área utilizada para o estudo, 73% dos indivíduos tiveram contato com o vírus zika.

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Os vírus da zika e da dengue compartilham várias semelhanças genéticas e circulam nas mesmas regiões. Segundo a Fiocruz, ainda estava em aberto uma questão-chave: se os anticorpos que são gerados a partir de uma infecção por dengue poderiam proteger as pessoas ou as tornam mais suscetíveis a uma infecção por zika. "Este estudo é o primeiro a avaliar esta questão e demonstrar que a imunidade à dengue pode proteger contra uma infecção por zika em populações humanas", disse Federico Costa, pesquisador visitante da Fiocruz Bahia e professor do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA. A pesquisa constatou que quando o nível de anticorpos duplicava de uma pessoa para outra, havia redução no risco de infecção por zika em 9%.

O estudo indicou que, embora a taxa geral de infecção tenha sido alta em Pau da Lima, os pesquisadores descobriram grandes diferenças no risco de infecção pelo zika, em curtas distâncias. Dependendo de onde as pessoas viviam, as taxas de infecção variavam de um mínimo de 29% a um máximo de 83%. Os autores defenderam que, embora houvesse áreas da comunidade que não foram atingidas pelo zika durante o surto, a grande maioria da população estava infectada com o vírus altamente transmissível e por isso desenvolveu imunidade a esse vírus, o que, por sua vez, levou à extinção da transmissão e causou o declínio do surto. “A pandemia de zika criou altos índices gerais de imunidade a esse vírus nas Américas, o que será uma barreira para os surtos nos próximos anos”, disse Isabel Rodriguez-Barraquer, professora assistente da Universidade da Califórnia, em San Francisco.

O estudo foi apoiado pela Escola de Saúde Pública de Yale, Ministérios da Saúde, Educação e Ciência e Tecnologia do Brasil e os Institutos Nacionais de Saúde.

Com informações da assessoria

 

Marcelo Yuka, um dos fundadores do grupo O Rappa, continua internado em estado grave no Rio de Janeiro. O músico deu entrada em um hospital de São Cristovão, Zona Norte do Rio, após sofrer um novo acidente vascular cerebral (AVC) na última quarta (2). Em 2018, Marcelo passou pelo mesmo problema de saúde.

As notícias de que o ex-baterista d'O Rappa estava hospitalizado e de que ele teria falecido preocuparam os fãs, que em seguida escreveram mensagens de carinho para que haja uma recuperação em breve. "Força. Sua alma é linda e muito forte. Reaja mano!", comentou um dos seguidores no Instagram.

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Marcelo Yuka, de 53 anos, que também apresenta um quadro de infecção generalizada, ficou paraplégico em 2000, depois de ser baleado em um assalto. O LeiaJá separou alguns recados dos fãs para o músico:

"Mano, segura as pontas aí! 'Tamo' torcendo demais por ti!"

"Mandando boas vibraçõe pela sua recuperação. Muita força!"

"Não nos deixe órfãos de ideias, Yuka! Força, força!"

"Força, Yuka! Reage que a torcida aqui é grande por você"

"Na torcida por esse cara. Para quem entende de música, sabe que O Rappa só é O Rappa por causa do Marcelo Yuka"

Após uma confusão ser gerada nas redes sociais em torno da dúvida sobre a possível morte do ex-Rappa Marcelo Yuka, amigos do músico conferiram seu atual estado de saúde. Ele sofreu um AVC na última quarta (2) e está em um hospital no Rio de Janeiro.

De acordo com o portal G1, Marcelo Yuka foi internado após sofrer um novo acidente vascular-cerebral (AVC), na última quarta (2). Ele já havia sofrido um problema do mesmo tipo em agosto de 2018 e tentava se recuperar até então. Ele foi levado ao Hospital Quinta D'Or, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A situação de Yuka é grave e ele apresenta um quadro de infecção generalizada.

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Marcelo Yuka tem 53 anos e ficou conhecido como um dos fundadores e baterista da banda O Rappa. Em 2000, o músico ficou paraplégico ao ser atingido por nove tiros ao tentar impedir um assalto ao carro de uma mulher no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro.

 A coach Mayra Cardy revelou no Instagram, via Stories, que poderá voltar para a mesa de cirurgia. A ex-BBB está com infecção pós-parto, pois não seguiu adequadamente as recomendações de repouso. Mayra passou por uma cesariana no sábado (20), quando deu à luz Sophia, sua filha com o ator Arthur Aguiar.

"A minha médica falou que eu inflamei as coisas aqui, infeccionei tudo. Porque eu não paro, não sinto dor, e eu acho que estou linda e saltitante e não poderia, porque eu não tive parto normal, foram sete camadas [de corte]. Aí, o que ela me disse? Que se eu não sossegar o meu facho, eu vou ser obrigada a fazer repouso. Como que faz esse negócio de repouso? Eu trabalho para produzir mais, ser feliz, esse negócio de repouso é tão depressivo", explicou.

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Ela falou que planeja seguir as recomendações médicas e ficará de repouso, caso contrário terá que passar por uma nova cirurgia e ficará internada por sete dias. Mayra pretendia ter Sophia por meio do parto humanizado, ela já tinha divulgado que compartilharia o nascimento da filha via Stories, mas durante o processo houve complicações e ela teve que ser levada para o hospital.

Por Lídia Dias

Um homem idoso da Coreia do Sul pagou um alto preço por comer sushi infectado, tendo a mão amputada após contrair uma bactéria. Ele conta que cerca de 12 horas depois de ingerir o peixe cru, seu membro esquerdo inchou como uma bola de golfe e começou a doer.

Segundo o tabloide The Sun, enormes bolhas e hematomas apareceram na mão do homem sul-coreano como resultado de uma infecção bacteriana causada pelo consumo de frutos do mar crus.

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Os médicos drenaram as bolhas e removeram o tecido infectado antes de prescrever antibióticos ao paciente. Mas o tratamento não foi bem-sucedido e úlceras se formaram em sua mão.

O paciente procurou a ajuda de médicos em Jeonju, na Coreia do Sul, a cerca de 180 quilômetros ao sul de Seul, depois de sofrer de febre e dores extremas na mão por dois dias. As bolhas se espalharam pela mão e antebraço.

Os médicos então o diagnosticaram com uma infecção chamada vibriose, que é causada por uma bactéria. O diagnóstico foi agravado porque o homem também tem diabetes tipo 2, hipertensão arterial e doença renal em estágio final.

Segundo os médicos, a maioria das pessoas é infectada desta forma por comer frutos do mar contaminados crus, como ostras ou moluscos, ou por expor uma ferida à água do mar que contém as bactérias.

Pessoas saudáveis ​​geralmente se recuperam em poucos dias. Porém indivíduos com sistema imunológico enfraquecido - como o homem idoso - correm mais risco de infecção e complicações. O paciente ficou bem após a cirurgia de amputação e teve alta.

As saladas do McDonald's foram vinculadas a 163 casos de ciclosporíase confirmados por laboratório em dez estados dos EUA, de acordo com o Centers for Disease Control (CDC), entidade de controle de doenças do país. Três pessoas foram hospitalizadas; não há relatos de mortes.

A doença de origem alimentar - contraída pela ingestão de alimentos ou água contaminados com fezes - foi relatada nos estados de Ohio, Kentucky, Flórida, Illinois, Iowa, Minnesota, Missouri, Nebraska, Dakota do Sul e Wisconsin, de acordo com o mapa de contagem de casos.

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Causada por um parasita unicelular, a ciclosporíase é uma doença intestinal que pode causar diarréia, gases, náuseas, cólicas estomacais e perda de apetite. Alguns pacientes infectados apresentam sintomas semelhantes aos da gripe.

Os sintomas podem durar de alguns dias a um mês e os pacientes devem ser diagnosticados e tratados por um profissional de saúde. Em 13 de julho, o McDonald's parou de vender voluntariamente as saladas em 3 mil unidades. A cadeia de fast-food diz que está cooperando com as investigações que estão sendo feitas pelas autoridades locais.

"A saúde e a segurança de nossos clientes e das pessoas que trabalham nos restaurantes do McDonald's são sempre nossa maior prioridade", afirmou o McDonald's em um comunicado. O CDC recomenda que você consulte um profissional de saúde se você comeu uma salada no McDonald's em meados de maio nos estados afetados.

Seis crianças estão internadas na enfermaria pediátrica do Hospital Barão de Lucena, na Iputinga, Zona Oeste do Recife, infectadas com bactéria multirresistente KPC, conhecida como superbactéria. As superbactérias possuem resistência a múltiplos antibióticos e sua transmissão ocorre em ambiente hospitalar.

Segundo a direção do hospital, por meio da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), casos de bactérias multirresistentes são esperados na população em geral e, principalmente, em ambiente hospitalar de alta complexidade. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), não se trata de um caso extraordinário, mas algo rotineiro de hospitais públicos e privados.

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A secretaria ainda destaca que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda a interrupção da assistência em serviços de saúde como medida de controle de microrganismos multirresistentes, orientando ações para evitar novos casos. As crianças internadas estão sendo tratadas com uso de antibiótico. A unidade está realizando exames em outros pacientes internados para saber se também estão infectados.

A nota da Secretaria Estadual de Saúde também salienta que a CCIH tem realizado todas as medidas necessárias para evitar novas contaminações, como reforço das técnicas de higienização, lavagem constante das mãos, desinfecção e orientação aos profissionais do hospital. Está sendo realizado ainda o isolamento de contato, como é recomendado pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), que também está em contato com o Hospital Barão de Lucena.

Para evitar que a população fique assustada e destacar que a infecção pela superbactéria é comum, o diretor da Apevisa, Jaime Brito, deve conversar com a imprensa nesta sexta-feira (8). A KPC pode causar pneumonia, infecções sanguíneas e evoluir para um quadro de infecção generalizada, muitas vezes, mortal.

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