Tópicos | Airbus

O número de passageiros brasileiros no mercado doméstico de aviação alcançará 207 milhões em 2038 - no ano passado, foram 84,3 milhões -, segundo cálculos da Airbus. Esse aumento será impulsionado pelo crescimento da classe média, que, na América Latina, deverá passar de 63% da população para 74% nas próximas duas décadas.

Para o presidente de aviação comercial da Airbus para América Latina e Caribe, Arturo Barreira, crises econômicas e eventuais retrocessos temporários no ritmo de crescimento da classe média não devem inviabilizar a expansão do mercado.

##RECOMENDA##

"O tráfego aéreo é resiliente. Globalmente, nos últimos 30 anos, houve crises, como o ataque às Torres Gêmeas, que pareciam ser o fim (do setor). Mas a tendência continuou de alta", disse ao Estado.

Hoje, o Brasil tem uma média de 0,45 viagem aérea por habitante por ano - um pouco acima da média latino-americana, de 0,43. O estudo da fabricante de aeronaves indica que esse número chegará a um no Brasil em 2038. O Chile, que lidera a região com 0,89 viagem hoje, deverá alcançar 2,26 viagens daqui a 20 anos.

Com o aumento da demanda, o Rio de Janeiro, ao lado da mexicana Cancún, deverá se tornar uma "megacidade da aviação", como a Airbus chama as cidades com mais de 10 mil passageiros por dia em voos de longa distância.

Na América Latina, São Paulo, Buenos Aires, Santiago, Lima, Bogotá, Cidade do México e Cidade do Panamá já se encaixam nessa categoria. São Paulo é a única da região com mais de 20 mil passageiro nesses voos atualmente e deverá ter mais de 50 mil em 2038.

Para atender o crescimento do setor, a Airbus projeta que serão necessários 47,5 mil pilotos e 2,7 mil novos aviões - 1.160 para substituir aeronaves que já estão operando e 1.540 extras. Atualmente, 1.460 jatos estão em atividade na região.

A maior demanda na América Latina (89% do total) será por aviões de pequeno porte, que comportam até 210 passageiros - segmento em que a Embraer atua. As aeronaves de médio porte, com capacidade para até 300 passageiros, responderão por apenas 7% da demanda e as de grande por 4%.

Fabricante brasileira

 

Para Barreira, a compra da Embraer pela americana Boeing e do programa C-Series (de jatos de 150 lugares), da Bombardier, pela Airbus não deverá alterar o mercado de aviação global nem dificultar a negociação de preços entre as fabricantes e as companhias aéreas. "O mercado aéreo já é muito competitivo e seguirá sendo. Brigamos por cada cliente", disse. "O fato de a Boeing ter comprado a Embraer reforça a ideia de que era importante investirmos no C-Series", acrescentou o executivo.

Sobre a dificuldade da Boeing para voltar a entregar aeronaves do modelo 737 Max - que teve voos suspensos após duas quedas em cinco meses -, Barreira afirmou que não há impacto relevante para a Airbus no curto prazo. A companhia não tem capacidade de absorver, nos próximos cinco anos, pedidos de empresas que desistirem de esperar pelos aviões da concorrente americana. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma transportadora teve a "brilhante ideia" de transportar a fuselagem de um avião através de um viaduto, mas o grande problema foi o erro de cálculo.

O episódio ocorreu na cidade de Harbin, na China, onde o motorista do veículo que transportava a fuselagem de um avião Airbus A320 não calculou a altura da carga que transportava e, como resultado, acabou entalado embaixo do viaduto, segundo a agência de notícias Xinhua.

##RECOMENDA##

Perante a situação, a transportadora iniciou o procedimento "padrão" para casos como este, e começou a esvaziar os pneus do veículo, para elevar o vão entre o viaduto e a fuselagem com o objetivo de liberar a carga e continuar com o transporte.

O motorista do veículo teve sucesso ao realizar o procedimento e conseguiu liberar a carga, voltando a encher os pneus para seguir com o transporte do Airbus A320.

[@#video#@]

Da Sputinik Brasil

O grupo europeu Airbus foi objeto nos últimos meses de ataques virtuais executados contra suas terceirizadas, informaram fontes das forças de segurança à AFP, que indicaram a possibilidade de uma espionagem procedente da China.

Nos últimos 12 meses foram registrados quatro ataques importantes contra terceirizadas da Airbus, afirmaram duas fontes dos serviços de segurança à AFP.

##RECOMENDA##

As empresas terceirizadas afetadas foram o grupo francês de consultoria tecnológica Expleo, a construtora de motores britânica Rolls Royce e duas companhias francesas que a AFP não conseguiu identificar.

Procurada pela AFP, a Expleo "não confirma nem desmente" as informações. Airbus e Rolls Royce não comentaram o caso.

As fontes entrevistadas pela AFP suspeitam que os ataques podem ter sido executados por hackers que trabalham para a China, mas insistiram nas dificuldades técnicas para identificar formalmente os autores das ações.

Dez anos após a morte de 228 pessoas no acidente do voo Rio-Paris, os juízes de instrução responsáveis pela investigação determinaram que as empresas Airbus e Air France não devem ser levadas a julgamento pelo caso, uma decisão que provoca revolta entre os familiares das vítimas.

A decisão a respeito da tragédia do voo AF447 difere do pedido da Promotoria, que havia solicitado um julgamento contra a Air France, o que já havia sido criticada pelas associações de vítimas.

Em 1º de junho de 2009, o voo AF447 que viajava entre o Rio de Janeiro e Paris caiu no Oceano Atlântico. Os 228 passageiros e membros da tripulação, de 34 nacionalidades, faleceram no acidente, o pior da história da Air France.

O elemento que desencadeou a tragédia foi o congelamento dos sensores localizados no exterior da aeronave, as sondas Pitot, o que provocou informações equivocadas sobre a velocidade e desorientou os pilotos, até a queda do avião no oceano.

Na investigação, iniciada há mais de uma década, as duas empresas foram indiciadas em 2011 por "homicídio culposo".

Em seu parecer de 189 páginas, assinado em 29 de agosto e consultado pela AFP, os juízes Nicolas Aubertin e Fabienne Bernard estimaram que o "acidente se deveu claramente a uma combinação de fatores que nunca haviam ocorrido antes e que, portanto, demonstrou os perigos que não podiam ser percebidos antes do acidente".

As investigações, que deviam determinar a possibilidade de atribuir uma responsabilidade indireta do acidente à companhia aérea e à fabricante, "não levaram a caracterizar uma decisão ilícita da Airbus, ou da Air France, em relação aos (...) erros de pilotagem que causaram o acidente", apontaram.

A principal associação de parentes de vítimas, a Entraide et Solidarité AF447, vai apelar da decisão por considerá-la ofensiva, afirmou à AFP seu advogado, Alain Jakubowicz.

"Como não pensar que esta decisão se deu por interesses econômicos que se sobrepuseram aos da Justiça?", denunciou o coletivo em um comunicado.

Procuradas pela AFP, Air France e Airbus não quiseram comentar a decisão.

Em 12 de julho, no documento de acusação, a Promotoria solicitou um julgamento contra a companhia aérea Air France e a retirada da Airbus do caso.

O Ministério Público considerou que a companhia aérea cometeu "negligência", ao não fornecer a seus pilotos informações suficientes sobre como reagir em caso de anomalias nas sondas que controlam a velocidade dos aviões, apesar de vários incidentes do tipo registrados nos meses anteriores à tragédia.

- Surpresa e indignação -

Contactado pela AFP, Olivier Morice, advogado de várias famílias de vítimas, disse estar "surpreso" com a decisão e anunciou sua intenção de recorrer.

Desde o início da investigação, os especialistas travam uma batalha sobre as responsabilidades na série de incidentes que levaram ao acidente.

As partes civis acreditam que ambas as empresas, Air France e Airbus, devem responder na Justiça.

Um primeiro relatório de 2012 apontou erros cometidos pela tripulação, problemas técnicos e falta de informações dos pilotos em caso de congelamento da sonda Pitot, apesar dos incidentes anteriores relatados à Airbus.

Após essa primeira perícia, a construtora aeronáutica solicitou uma nova avaliação que indicava que a tripulação reagiu "inadequadamente".

Os parentes das vítimas e a companhia aérea contestaram a avaliação, porém, considerando-a muito favorável à Airbus, e apelaram.

O tribunal de apelações de Paris ordenou então a anulação da avaliação e reabertura da investigação.

Um último relatório, de dezembro de 2017, estimou que as "ações inadequadas na pilotagem manual" da tripulação levaram o Airbus A330 da empresa francesa a cair no mar.

Em uma tentativa de convencer os juízes a levar Airbus e Air France à Justiça, os parentes das vítimas apresentaram um relatório aos tribunais franceses em 8 de agosto mostrando, segundo eles, que a Airbus sabia desde 2004 dos problemas de suas sondas que controlam a velocidade de seus aviões.

A companhia aérea portuguesa TAP passou a oferecer aos seus passageiros o acesso gratuito ao aplicativo WhatsApp em voos entre Portugal e Brasil. O serviço livre está disponível tanto para viajantes da classe econômica como para os da executiva. Para utilizar a novidade, porém, é preciso embarcar no Airbus A330-900neo, a mais recente aeronave da empresa.

A TAP é a primeira companhia aérea europeia a oferecer o envio de mensagens escritas –como o WhastApp –gratuitamente em voos de longa duração. A aeronave fará a rota Lisboa-São Paulo e tem capacidade para transportar até 298 passageiros, sendo 34 em classe executiva, 96 em econômica plus e 168 na econômica.

##RECOMENDA##

Além do serviço gratuito de Whatsapp, quem quiser pode comprar pacotes de dados para navegar na internet. Até ao final de 2019, a TAP receberá mais 19 aviões Airbus A330-900neo, que serão utilizados nas rotas para San Francisco, Washington e Chicago, nos EUA, e Toronto, no Canadá.

LeiaJá também

--> Quanto custa usar Wi-Fi no avião em companhias do Brasil?

A multinacional Uber pretende expandir o seu projeto de táxis voadores para além das fronteiras norte-americanas, levando-o para outros cinco países: Brasil, França, Índia, Japão e Austrália.

Esses são os mercados que a empresa está considerando para o pojeto "Air", que prometeu lançar em Los Angeles e em Dallas a partir de 2020.

##RECOMENDA##

O anúncio chegou durante um evento no Japão sobre transporte aéreo, em que tantas outras companhias estão desenvolvendo projetos de carros voadores, como a Boeing e a Airbus.

O Uber Air tem a intenção de lançar voos demonstrativos nos próximos dois anos e um serviço de táxis voadores a pagamento até 2023.

A companhia anunciou também que estenderá a experimentação para drones de entrega no próprio serviço Uber Eats.

A notícia, reportada pelo site "The Verge", chega em um momento no qual a empresa norte-americana busca diversificar as suas modalidades de transporte usando bicicletas e scooters elétricas.

Além disso, na última segunda-feira (27), a fabricante japonesa Toyota anunciou um investimento na Uber de U$ 500 mil, como parte de um acordo para que um carro autônomo, sem motorista, seja desenvolvido em conjunto entre as empresas.

Da Ansa

O novo Beluga XL, o avião de carga da Airbus em forma de baleia sorridente, realizou seu primeiro voo de teste nesta quinta-feira (19) na região de Toulouse, no sul da França.

O Airbus A330-743 Beluga XL servirá para transportar as peças da maioria dos aviões da gama Airbus dos diferentes locais de produção do grupo europeu (situados em vários países, como Alemanha, Espanha e Reino Unido) até a fábrica de Toulouse, onde a montagem é realizada.

A aeronave substituirá progressivamente a atual Beluga ST a partir de 2019 e "faz parte de nosso sistema de produção", indicou Bertrand George, diretor do programa Beluga XL, detalhando a rede de fábricas europeias envolvidas no quebra-cabeça da Airbus, mas que "só estão a duas horas de voo de Toulouse".

"Todos os aviões da Airbus, com exceção do A380, que tem seu próprio modo de transporte, passam duas horas no Beluga", detalhou George.

A semelhança do Beluga XL com a baleia branca homônima se acentuou com os olhos do cetáceo e um grande sorriso pintado na parte da frente do avião, uma decoração decidida pelos funcionários do grupo em uma votação.

O programa, lançado em 2014, prevê a construção de cinco unidades XL. A primeira estará operando em 2019.

Para realizar esta aeronave de 18,9 metros de altura, 63,1 metros de comprimento e cuja fuselagem tem 8,8 metros de diâmetro, os engenheiros partiram de "uma base de A330, da qual modificamos as asas, os motores e a parte inferior da fuselagem", detalhou George.

"É uma plataforma excelente, uma base robusta", ressaltou, lembrando que centenas de A330 voam diariamente pelo mundo.

Segundo o diretor do programa, o novo avião era necessário para a produção do novo avião de longo alcance A350 XWB, de última geração, que requer materiais compostos.

"Hoje transportamos as asas do A350 XWB uma por uma, amanhã as transportaremos de duas em duas", destacou George.

O voo de teste durou quatro horas e o Beluga XL sobrevoou os Pirineus e parte do Mediterrâneo antes de voltar a Toulouse.

O grupo francês Airbus vai começar os primeiros testes de carros voadores até o final de 2017. O anúncio foi feito esta segunda-feira (16) pelo presidente executivo da companhia, Tom Enders. O objetivo seria que as pessoas reservassem o veículo usando um aplicativo, semelhante aos sistemas de partilha de automóveis.

A Airbus prevê pequenas aeronaves autônomas como forma de evitar o engarrafamento nas cidades no futuro, à medida que as populações das áreas urbanas aumentam. A empresa formou no ano passado uma nova divisão chamada Urban Air Mobility, encarregada de desenvolver novos serviços de transporte baseados em smartphones. Um dos conceitos imaginados inclui um novo helicóptero capaz de transportar vários passageiros.

##RECOMENDA##

"Cem anos atrás, o transporte urbano foi subterrâneo, agora temos os meios tecnológicos para ir acima do solo", disse o presidente-executivo da Airbus, Tom Enders, na conferência de tecnologia digital DLD em Munique, acrescentando que sua empresa deve fazer voar um veículo de demonstração para transporte de uma pessoa até o final do ano.

O executivo informa que a Airbus planeja utilizar tecnologias limpas para evitar mais poluição nas cidades congestionadas. Ele disse que usar os céus também poderia reduzir os custos para os planejadores de infraestrutura das cidades. "Com o voo, você não precisa colocar bilhões em pontes e estradas concretas," pontuou.

O construtor europeu de aviões Airbus quer testar junto ao aplicativo americano Uber um sistema de transporte em helicóptero sob demanda, indicou um comunicado.

O novo centro de inovação tecnológica e comercial A3 da Airbus, instalado no Vale do Silício (EUA), colabora com o provedor de soluções em mobilidade terrestre Uber em um mercado piloto para propor transporte sob demanda em helicópteros H125 e H130 do Airbus Group, indica um documento publicado no domingo (17).

##RECOMENDA##

O objetivo é demonstrar a viabilidade de um novo modelo de negócio para os operadores de helicópteros que queiram ter acesso a uma base de clientes mais ampla, acrescenta o texto.

Por sua vez, a Airbus anunciou que seu fundo de capital-risco Airbus Ventures, que começou a operar no início de 2015, dotado com 150 milhões de dólares, lançou oficialmente suas atividades com um projeto aeroespacial na Alemanha junto à empresa americana Local Motors.

O Irã vai comprar 114 aeronaves civis do Airbus Group, informou neste sábado o ministro dos Transportes do país, Abbas Akhoundi. O anuncio foi feito após os EUA e a União Europeia suspenderem as sanções econômicas contra a república islâmica.

Teerã sinalizou durante os últimos meses a intenção de comprar os aviões depois de acertar o acordo para a suspensão das atividades nucleares com o grupo P5+1 (EUA, China, Reino Unido, França, Rússia e Alemanha).

##RECOMENDA##

As companhias aéreas iranianas têm sido alvo de sanções por décadas, contribuindo para o mau estado de conservação da frota do país, embora nos últimos meses os EUA têm permitido a venda de algumas peças de aeronaves e documentos de treinamento.

A União Europeia, citando preocupações de segurança, também impôs limites à aterrissagem de aviões iranianos dentro de suas fronteiras.

A compra dos aviões seria o primeiro passo para uma reforma da companhia Iran Air, permitindo que a empresa triplique a sua frota.

O acordo nuclear prevê, em troca, o fim das sanções econômicas contra a república islâmica e a devolução de US$ 100 bilhões em ativos congelados no exterior. Fonte: Dow Jones Newswires.

A Airbus Defence and Space (Airbus DS) enviou uma nota de alerta aos clientes de seu avião de transporte militar A400M, solicitando controles no sistema de gestão eletrônica dos motores, após o acidente com uma de suas aeronaves no dia 9 de maio, que deixou quatro mortos em Sevilha (sul da Espanha).

Esta nota "pede que os operadores realizem controles específicos e regulares da ECU (Unidade de Controle Eletrônico) em todos os motores do avião antes do voo, e que realizem controles suplementares após uma eventual substituição do motor ou da ECU", indicou a Airbus DS em um comunicado.

##RECOMENDA##

A Airbus, no entanto, não estabeleceu uma conexão entre este problema e o acidente com o A400M na Espanha, uma aeronave que realizava um voo de testes antes de ser entregue à Turquia em julho.

A nota emitida pelo grupo é resultado "das análises internas na Airbus DS e forma parte de suas atividades permanentes em matéria de navegabilidade, independentemente da investigação oficial em andamento", ressaltou a Airbus DS.

"Estas informações foram igualmente transmitidas de forma imediata às autoridades encarregadas da investigação" na Espanha, acrescentou a empresa.

As autoridades militares espanholas, concretamente a Comissão de Investigação técnica de Acidentes de Aeronaves Militares (CITAAM), devem apresentar suas conclusões ao juiz encarregado do dossiê.

Após o acidente, que deixou dois pilotos e dois engenheiros mortos, além de outros dois feridos em estado grave, Alemanha, Grã-Bretanha, Turquia e Malásia suspenderam os voos das aeronaves em serviço.

A Airbus confirmou que um avião de carga A400M caiu em Sevilha, na Espanha, e que a aeronave tinha como destino ser entregue à força aérea turca. A Airbus enviou técnicos para o local, disse um porta-voz.

A emissora estatal espanhola TVE informou que dois membros da tripulação foram levados para um hospital local com ferimentos muito graves.

##RECOMENDA##

Mais cedo, o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, disse que um avião de transporte militar da Airbus havia caído perto de Sevilha, matando até 10 pessoas a bordo. Rajoy disse que a tripulação, aparentemente, era composta de trabalhadores da Airbus e não militares.

O acidente é o primeiro de uma aeronave de transporte militar A400M, que a Airbus monta em uma fábrica em Sevilha.

O ministério da Defesa do Reino Unido disse que suspendeu temporariamente os voos com sua frota de dois aviões de transporte A400M, como medida de precaução até que se saiba mais sobre o motivo da queda da aeronave.

A Airbus tem encontrado dificuldades no desenvolvimento e produção do avião. O programa foi executado com custos maiores e atraso.

O acidente ocorre durante um período difícil para o programa. Em janeiro, a Airbus substituiu o chefe da unidade de aviões militares por causa de problemas técnicos e de produção na aeronave.

A Airbus vendeu 174 dos aviões de carga militares, com pedidos de oito países. O primeiro foi entregue à Força Aérea Francesa em 2013. A Turquia, o Reino Unido e a Alemanha estão entre os países que receberam aviões de transporte A400M.

A fabricante de aviões estava começando a promover agressivamente os aviões nos mercados em todo o mundo, na esperança de obter mais encomendas. Funcionários da Airbus disseram que não devem ganhar dinheiro com o avião, a menos que a empresa garanta acordos adicionais após o programa de desenvolvimento ter custo maior que o previsto. A Airbus considerou em um momento abandonar o programa devido a derrapagens de custos. Fonte: Dow Jones Newswires.

A Airbus anunciou sexta-feira que está tomando medidas legais, após notícias de que a empresa foi alvo de investigações das agências de inteligência alemã e norte-americana. A companhia, que fabrica aeronaves civis e militares e é uma forte rival da norte-americana Boeing, afirmou que vai apresentar uma queixa-crime a promotores alemães contra "desconhecidos". Esse é um procedimento comum na Alemanha, que exige que as autoridades investiguem o caso.

"Estamos conscientes de que, como player importante nesse setor, somos um alvo de atividades de inteligência", disse a empresa em comunicado. "Neste caso particular, parece haver uma suspeita razoável de alegada espionagem industrial. Estamos alarmados por isso e, portanto, pedimos ao governo alemão para obter informações e estamos em diálogo com eles."

##RECOMENDA##

O governo alemão se comprometeu a cooperar com as investigações que analisam a suspeita de que a agência de inteligência externa do país ultrapassou fronteiras ajudando a Agência de Segurança Nacional dos EUA a espionar autoridades europeias e empresas.

Fonte: Associated Press

O número de vítimas alemãs da catástrofe com o Airbus A320 da companhia Germanwings subiu para 75 pessoas, anunciou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores alemão.

Alguns dos mortos possuíam dupla nacionalidade, o que pode explicar a diferença dos números em relação aos outros países.

##RECOMENDA##

Uma contagem anterior falava de 72 vítimas alemães.

O Airbus que caiu nesta terça-feira no sul da França pertence à família dos A320, modelo vedete da construtora europeia, que sofreu uma dezena de acidentes, entre eles no voo da TAM 3054 em 2007, desde a sua entrada em serviço.

Atualmente, 6.194 aeronaves desta família (A318, A319, A320, A321) estão em operação em todo os mundo, incluindo 3.663 A320, segundo informações fornecidas pela construtora.

Em serviço desde 1988, o A320, utilizado para voos curtos ou de média distância, é um concorrente direto do Boeing 737. Sua tecnologia vem sendo aprimorada desde o início de suas atividades.

Há agora uma versão remotorizada, da "família A320neo" (new engine option), que consome muito menos combustível.

A aeronave revolucionária A320 foi lançada com controles de voo elétricos controlados por computador, o que gerou polêmica. Essa tecnologia dividiu os pilotos da época, principalmente na França, onde a equipe de pilotos diminuiu de três para dois.

No início de sua carreira, sofreu quatro acidentes fatais em cinco anos, o primeiro em junho de 1988, em Habsheim Mulhouse, no leste da França, onde o avião estava voando muito baixo durante uma apresentação (três mortos). O segundo acidente se deu durante um pouso mal executado no aeroporto de Bangalore, na Índia (92 mortos em fevereiro de 1990).

O terceiro ocorreu em janeiro de 1992, pouco antes da aterrissagem em Mont Saint-Odile, perto de Estrasburgo, no leste da (87 mortes), enquanto que em 14 de setembro de 1993, uma unidade da companhia alemã Lufthansa pegou fogo ao aterrissar em Varsóvia, deixando dois mortos e 54 feridos.

Em agosto de 2000, no Bahrein, um A320 da Gulf Air errou sua aproximação do solo, matando 143 pessoas. Em maio de 2006, em Sochi (Rússia), uma aeronave da Armavia caiu durante um pouso sem visibilidade (113 mortos), e em São Paulo, em julho de 2007, um avião da TAM ultrapassou o fim da pista durante o pouso antes de atingir um depósito da própria companhia, matando as 187 pessoas a bordo e mais 12 que estavam no edifício).

Em novembro de 2008, foi a vez de um A320 da Air New Zealand, que caiu no Mediterrâneo durante um voo de verificação, matando todas as sete pessoas a bordo. As investigações concluíram que um erro do piloto e uma falha de manutenção da aeronave provocou a queda do aparelho ao longo da costa dos Pirineus.

Em julho de 2010, um A321 da companhia paquistanesa Blue Air caiu nas colinas perto de Islamabad devido a baixa visibilidade, matando todas as 152 pessoas a bordo.

Mais recentemente, em 28 de dezembro, um A320 da companhia AirAsia caiu no Mar de Java, causando 162 mortes. A investigação está em andamento para determinar as causas do acidente.

Os Airbus A350 e A380 serão equipados em um futuro próximo com caixas pretas ejetáveis e flutuantes, o que facilitará sua localização em caso de acidente no mar, informaram várias fontes nesta segunda-feira.

"A Airbus recebeu, no final do ano passado, o sinal verde da AESA (Agência Europeia de Segurança Aérea) para efetuar as modificações necessárias em seus aviões para instalar estas novas caixas pretas na parte traseira", disse à AFP uma das fontes.

##RECOMENDA##

Um porta-voz da AESA confirmou que a agência trabalha "na atualização do regulamento de certificação denominado CS 25 (CS por Certification Specifications, 25 pelos aviões de transporte comercial) para que haja essa possibilidade de equipar as aeronaves com essas caixas pretas".

"A modificação geralmente é rápida", disse.

Esta tecnologia, já testada no âmbito militar, não é usada na aviação civil, já que há alguns anos, os acidentes aconteciam na decolagem ou no pouso, fazendo com que as caixas pretas fossem facilmente encontradas.

Mas a catástrofe do voo Rio-Paris da Air France, em 2009, cujas buscas levaram dois meses até que se encontrassem as caixas pretas no fundo do Oceano Atlântico; o desaparecimento no dia 8 de março de 2014 de um avião da Malaysia Airlines no Oceano Índico, cujos destroços continuam desaparecidos; e, mais recentemente, o acidente da AirAsia no mar de Java tornaram imprescindíveis buscar soluções concretas para encontrar as caixas pretas.

"A ideia é modificar as caixas pretas para que cada uma registre tanto as informações do voo, como as conversas. Uma seria ejetável e a outra, não", explicou à AFP uma fonte próxima ao fabricante europeu.

A caixa preta ejetável seria equipada com um sistema de airbag para mantê-la na superfície em caso de acidente no mar, o que permitiria a recuperação dos dados e das conversas, além de se apontar o lugar exato da queda, para a localização dos destroços e das vítimas.

"A utilização de uma caixa preta ejetável precisa modificar a escotilha situada no estabilizador vertical do avião", acrescentou a fonte próxima ao fabricante.

A Airbus pretende modificar prioritariamente os aviões de última geração, como o A350 e o A380, utilizados em voos transatlânticos.

A Airbus prevê que as companhias da região da Ásia e do Pacífico gastem até US$ 1,8 trilhão na compra de aviões nos próximos 20 anos. Segundo a companhia, as empresas vão precisar de 10.940 novos aviões, acrescentando 4,1 mil aeronaves de fuselagem larga, que normalmente comportam entre 300 e 500 passageiros.

Em comparação às projeções da concorrente Boeing, as previsões da Airbus são consideradas conservadoras. A Boeing prevê para o mercado asiático a venda de 12.820 unidades, no valor de 1,9 trilhão nas próximas duas décadas. Fonte: Dow Jones Newswires.

##RECOMENDA##

O mercado brasileiro de viagens aéreas precisará de 1.324 aviões até 2032 para atender às exigências crescentes do transporte aéreo internacional e doméstico do País. A estimativa está na mais recente Previsão de Mercado Global (GMF) da Airbus, apresentada nesta terça-feira (26), em São Paulo. Pelas projeções, 896 aviões de corredor único, 353 de dois corredores e 75 muito grandes (VLA) devem ajudar a atender a crescente demanda de operadores domésticos e estrangeiros no Brasil quase triplicando a frota em serviço atual, de 480 aeronaves.

As estimativas contam com previsão de crescimento de 4% ao ano do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, acima da média mundial de 3,1%. O tráfego aéreo brasileiro acompanharia esse ritmo, crescendo a uma taxa anual de 6,8% até 2032, também superior à média mundial, de 4,7%.

##RECOMENDA##

"As entregas do A350 e do A320neo, a partir de 2014 e 2015, respectivamente, não poderiam vir em melhor hora, com aviões de um e dois corredores formando a maioria da demanda no Brasil", disse o vice-presidente executivo da Airbus para América Latina e Caribe, Rafael Alonso, em comunicado. "Essas aeronaves ultraeficientes são ideais para lidar com os crescentes desafios apresentados às companhias aéreas pelos altos custos do combustível e pelo competitivo mercado de passageiros que buscam conforto e tarifas baixas", completa. A Airbus salienta que as companhias aéreas no Brasil operam alguns dos aviões mais novos e eficientes do mundo, com uma frota com idade média de sete anos, 34% inferior à média mundial.

A380 - A companhia defende que as aeronaves muito grandes (VLA), como o A380, seriam ideais para cidades com tráfego de alta densidade, como Rio de Janeiro e São Paulo, porque poderiam transportar mais passageiros com menos voos. "Com quase metade do tráfego de longa distância da região passando pelo Brasil, o A380 poderia aliviar o congestionamento em aeroportos movimentados como Guarulhos, que representa 25% do tráfego internacional total na América Latina", disse Alonso. "O A380 também apoiaria os enormes fluxos de turismo esperados com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos".

Por ora, esse modelo de aeronave não tem permissão para aterrissar no Brasil porque os aeroportos nacionais não possuem a certificação necessária. A expectativa da Airbus é de que o A380 possa chegar ao Brasil em 2014. Segundo Alonso, quatro companhias já manifestaram o interesse em voar para São Paulo usando a aeronave - Lufthansa, Emirates, British Airways e Air France.

O executivo apresentou dados que mostram que São Paulo é a única das 20 megacidades, que concentram 93% dos voos de longa distância no mundo, que ainda não recebe voos do A380. "Enxergamos muitas oportunidades. O avião maior é uma solução para aproveitar melhor a infraestrutura aeroportuária", disse Alonso.

América Latina - Para a América Latina, a previsão da Airbus para os próximos 20 anos é de uma demanda de mais de 2.307 novas aeronaves, incluindo 1.794 unidades de corredor único, 475 de dois corredores e 38 muito grandes (VLA), estimada em aproximadamente US$ 292 bilhões. Globalmente, até 2032, cerca de 29.230 novos aviões de passageiros e de carga, estimados em quase US$ 4,4 trilhões, serão necessários para atender à futura forte demanda de mercado.

Com mais de 800 aeronaves vendidas e quase 400 pedidos, mais de 500 aviões da Airbus estão em operação na América Latina e Caribe. Nos últimos 10 anos, a companhia triplicou sua frota em serviço e entregou mais de 60% de todos os aviões que operam na região. Atualmente, a idade média da frota em serviço na América Latina é de 9,5 anos, 42% menor desde 2000. (Colaborou Marina Gazzoni)

A Boeing liderou as encomendas por aeronaves durante a Dubai Air Show 2013, mas sua principal adversária, a Airbus, também emplacou pedidos importantes. Os negócios fechados no evento mostram a mudança de poder para o Oriente Médio na indústria da aviação.

A EADS, fabricante dos aviões Airbus, fechou negócios para entregar 50 modelos A380 - o maior avião de passageiros do mundo - para a Emirates e 50 aviões A350 XWB e outros 36 A320neo para a Etihad Airways. A Emirates, companhia aérea que mais cresce no mundo, encomendou, no total, 200 novos aviões no valor de US$ 99 bilhões da Boeing e da Airbus no evento.

##RECOMENDA##

A Emirates juntou forças com a Qatar Airways para fechar um negócio de cerca de US$ 100 bilhões por aviões 777X da Boeing. No domingo, 17, a Emirates encomendou 150 modelos da nova aeronave, por US$ 76 bilhões, enquanto a Qatar pediu 50 aviões 777X, por US$ 19 bilhões.

O 777X foi lançado no domingo, mas a Boeing ainda não sabe se vai iniciar a montagem dos aviões em 2017 para fazer as primeiras entregas em 2020. Segundo o executivo-chefe da companhia, Jim McNerney, a empresa vai divulgar "planos bastante específicos" sobre a fabricação do novo avião "dentro de dois ou três meses".

A Airbus, unidade da European Aeronautic Defense & Space (EADS), informou que recebeu uma encomenda de 52 aviões A320 da VivaAerobus, do México, com valor superior a 5 bilhões de euros. Segundo a Airbus, é a maior encomenda já feita por uma única companhia aérea latino-americana.

A encomenda é para 40 jatos A320neo e 12 aeronaves A320ceo; o preço médio de tabela é de 5,2 bilhões de euros, ou US$ 7,1 bilhões.

##RECOMENDA##

A VivaAerobus, parcialmente controlada pela mexicana Iamsa e pela Irelandia Aviation, pretende substituir todos os seus aviões Boeing 737-300 por aeronaves da Airbus até 2016. Segundo a Airbus, a companhia mexicana anunciará posteriormente sua escolha de motor para os aviões. Fonte: Dow Jones Newswires.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando