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Cinco semanas após o furacão Dorian atingir as Bahamas, agentes da ONG Big Dog Ranch Rescue conseguiram localizar um cão vivo sob escombros. O vira-latas estava muito magro e debilitado. No entanto, abanou o rabinho quando avistou os agentes de resgate no local.

Os integrantes da ONG o batizaram de Miracle (Milagre, na tradução para o português). O cãozinho morava em Marsh Harbour, uma das regiões atingidas pelo furacão Dorian, em setembro.

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Chase Scott, porta-voz da instituição responsável pelo resgate, disse para a rede de TV americana CNN que o animal quase foi esmagado por destroços de um prédio que desabou. Ele foi localizado através de um drone que usa tecnologia infravermelha.

O cão, de aproximadamente um ano de idade, sobreviveu bebendo água da chuva. "Ele está muito fraco e anêmico após semanas de sobrevivência com água da chuva. Ele definitivamente tem um longo caminho para a recuperação pela frente. Precisará de fisioterapia, muita ajuda e força para poder voltar a andar completamente. Nossa equipe médica está monitorando e dando o maior conforto possível. Nós te amamos, Miracle!", diz a legenda da foto em que o cãozinho está sendo acolhido pela ONG

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Uma nova tempestade ameaça atingir as Bahamas nesta sexta-feira, onde há ao menos 1.300 desaparecidos devido a passagem do furacão Dorian, há dez dias.

O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC) informou que há uma alta probabilidade de que uma tempestade tropical traga ventos fortes e chuvas torrenciais ao centro e noroeste das Bahamas, assim como a Flórida na sexta-feira e sábado.

O fenômeno estava à 00H00 GMT (21H00 Brasília) 380 km a sudeste das Ilhas Ábacos, com 80% de probabilidade de se converter em tempestade tropical nas próximas 48 horas, segundo o NHC.

No noroeste do arquipélago caribenho, devastado pela passagem do furacão de categoria 5 Dorian, as autoridades procuravam 1.300 pessoas que continuam desaparecidas, de acordo com os serviços de emergência. Um dia antes, o número alcançava 2.500.

A redução drástica se deve a uma comparação entre a lista de pessoas reportadas como desaparecidas por suas famílias e a das vítimas alojadas em centros de emergência disse o porta-voz da agência de emergência das Bahamas.

O número oficial de mortos continua em 50 mortos, afirmou o chefe de polícia do arquipélago, Anthony Ferguson.

Mas o balanço deve aumentar, advertiu Ferguson, que pediu paciência à população com a lentidão dos trabalhos de busca.

"Segundo a informação que recebi e a minha experiência, há centenas de pessoas mortas", declarou na quarta-feira o ex-premier Hubert Ingraham, citado pelo jornal Nassau Guardian.

Quase 2.000 pessoas seguiam alojadas em centros de abrigo na Ilha Nova Providência e outras 150 na Grande Bahama.

O porta-voz também informou que as autoridades suspenderam a deportação de imigrantes ilegais que foram afetados pela tempestade. As Bahamas têm uma vasta comunidade de haitianos, e alguns dos que se encontram irregularmente no arquipélago expressaram o temor de serem expulsos.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, deve visitar as Bahamas nos próximos dias para expressar solidariedade às vítimas do furacão.

"A comunidade internacional deve aumentar o apoio para o povo das Bahamas e seu governo", disse Guterres.

Durante sua visita a Bahamas, o secretário-geral se reunirá com o primeiro-ministro Hubert Minnis e outros funcionários do governo em Nassau. Também visitará as vítimas do furacão e as equipes humanitárias que ajudam o governo, informou a ONU em um comunicado.

O consulado das Bahamas em Washington e várias organizações humanitárias iniciaram campanhas de ajuda às vítimas.

O legendário Michael Jordan doará 1 milhão de dólares para ajudar as Bahamas, atingidas pelo furacão Dorian, anunciou seu porta-voz nesta terça-feira.

Em um comunicado no Twitter, Jordan, dono da equipe da NBA Charlotte Hornets, disse que está "devastado" pela destruição causada pelo furacão Dorian no arquipélago caribenho.

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Pelo menos 50 pessoas morreram e milhares precisaram ser evacuadas das Bahamas.

"Estou devastado ao ver a destruição que o furacão Dorian trouxe às Bahamas, onde tenho uma propriedade e visito com frequência", declarou Jordan ao anunciar sua doação.

"Meu coração está com todos os que sofrem e com os que perderam seus entes queridos", acrescentou o melhor jogador de basquete da história.

Jordan disse que seu objetivo era distribuir recursos a agências sem fins lucrativos na região onde o dinheiro "terá o maior impacto".

"O povo das Bahamas é forte e resistente, e espero que minha doação ajude enquanto trabalham para se recuperar dessa tempestade catastrófica", acrescentou.

O furacão Dorian provocou a morte de pelo menos 50 pessoas nas Bahamas e muitos moradores continuam desaparecidos, de acordo com um balanço provisório atualizado divulgado pela polícia do arquipélago.

O saldo anterior de vítimas fatais era de 45. No total, 42 pessoas morreram na ilha Grande Ábaco e oito na ilha Grande Bahama. O número deve aumentar, indicaram as autoridades locais.

"Esperamos encontrar mais pessoas mortas com o avanço das operações de busca", afirma um comunicado da polícia.

Mais de uma semana depois de ser atingida pelo furacão Dorian, a região norte das Bahamas permanece um caos e a fase de emergência não foi concluída. A prioridade é retirar as vítimas das ilhas mais devastadas.

O furacão Dorian deixou pelo menos 45 mortos nas Bahamas, de acordo com novo balanço provisório anunciado na noite de domingo, diz 9, pela polícia local. No total, 37 corpos foram encontrados na Ilha de Abaco e oito em Grand Bahama. Autoridades, porém, dizem que muitas pessoas ainda estão desaparecidas e que o total de mortos deve aumentar

Mais de uma semana após ser devastado, o norte das Bahamas ainda vive o caos, com milhares de pessoas esperando resgate nas ilhas mais afetadas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Quase uma semana depois de devastar as Bahamas, onde deixou pelo menos 43 mortos, o agora ciclone Dorian causou "estragos" no Canadá, com ventos violentos e inundações nas zonas costeiras.

Não há informações de vítimas fatais, ou de feridos em estado grave, de acordo com a rede canadense CTV.

Dorian entrou no sábado (7) no Canadá, na altura de Halifax, depois de ter sido degradado pelo Centro Canadense de Furacões para "ciclone pós-tropical muito intenso", com ventos de 140 km/h.

Neste domingo, por volta das 9h GMT (6h em Brasília), os ventos chegavam a até 130 km/h, e o Dorian seguia na direção do mar.

De acordo com as autoridades, mais de 500.000 casas estavam sem luz ao longo da costa nas províncias de Nova Escócia, Nova Brunswick e Ilha do Príncipe Eduardo.

Milhares de quilômetros ao norte, Dorian "causava estragos" na costa canadense, afirmou o Centro Nacional de Furacões americano (NHC, na sigla em inglês).

Uma grua de construção foi derrubada em Halifax, e o Centro Canadense de Furacões relatou "inúmeros informes" de árvores derrubadas, fortes chuvas e inundações ao longo do litoral.

O premiê canadense, Justin Trudeau, disse que seu governo está "pronto para ajudar o Canadá atlântico frente a essa tormenta".

O ministro da Segurança Pública, Ralph Goodale, anunciou o envio de 700 soldados para a região para colaborarem na recuperação do serviço de energia elétrica e na retirada de moradores em áreas inundadas.

- Destruição do Dorian nas Bahamas

Enquanto o Canadá enfrentava a tempestade, nas Bahamas, a população tentava deixar as ilhas mais afetadas pela intensidade do furacão na categoria máxima (5). As autoridades locais acreditam que o número de óbitos possa aumentar "significativamente", já que há "muitos desaparecidos".

Aviões, helicópteros e barcos - privados e do governo - se mobilizaram para as ilhas Ábaco, terrivelmente atingidas, para ajudar na evacuações dos moradores. Eles serão levados para a capital, Nassau, ou para os Estados Unidos.

As instalações do pequeno aeroporto de Marsh Harbour, em Ábaco, sofreram a ira dos ventos de até 250 km/h do Dorian. Vários hangares foram derrubados. A pista de pouso continua utilizável, e centenas de pessoas conseguiram embarcar rumo a Nassau.

"Faz quase uma semana que aconteceu, e a gente não tem comida, nem água. Continua cheio de cadáveres por aqui. Não é seguro para a saúde ficar", disse a jovem mãe de família Chamika Durosier. Ela ainda apresenta os ferimentos causados pela queda do telhado de sua casa sobre ela e a filha.

No porto comercial de Marsh Harbour, centenas de pessoas também esperam para conseguir ir embora.

"Não temos água, nem energia elétrica. Estamos morrendo, é uma catástrofe", desabafou Miralda Smith, uma haitiana que vai se reunir com o marido bahamense em Nassau.

Um dos cruzeiros que participavam das operações de evacuação, o da companhia Bahamas Paradise Cruise Line, chegou no sábado de manhã à costa na altura de Palm Beach, na Flórida, com mais de 1.500 moradores da ilha de Gran Bahama.

Segundo a ONU, pelo menos 70.000 pessoas precisam de "ajuda imediata" nas Bahamas. As ilhas mais castigadas pelo Dorian foram Ábaco e Gran Bahama.

A França anunciou o envio de dezenas de soldados para participarem dos trabalhos de ajuda, no âmbito de uma missão europeia. O presidente americano, Donald Trump, também prometeu ajuda dos EUA, cuja Guarda Costeira já está trabalhando nas Bahamas.

Subiu para 43 o número de mortos pelo furacão Dorian nas Bahamas, de acordo com balanço divulgado neste sábado (7) pelo ministro da Saúde do país, Duane Sands.

Ele alertou que a cifra deve aumentar, já que as equipes de socorro ainda tentam acessar algumas das zonas atingidas. O furacão afetou sobretudo a ilha Grande Bahama e o arquipélago de Ábaco.

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Na última sexta (6), Sands avisara que a população deveria se preparar para um número de mortos "desconcertante". Dorian atingiu o país caribenho com ventos superiores a 280 quilômetros por hora, na categoria cinco, o topo da escala, e agora passa sobre os Estados Unidos em nível um.

Da Ansa

 

A passagem do furacão Dorian pelas Bahamas, no Caribe, deixou pelo menos 20 pessoas mortas, de acordo com novo balanço divulgado nesta quinta-feira (5).

O número, no entanto, ainda deve subir, já que há dezenas de desaparecidos e muitas áreas que permanecem submersas ou tomadas por escombros.

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O furacão, que atingiu as Bahamas com ventos de mais de 280 quilômetros por hora, na categoria cinco (o topo da escala), é o mais forte já registrado pelo país em sua história moderna.

Rebaixado para o nível dois na última quarta (4), Dorian voltou a ganhar força nesta quinta e subiu para a categoria três, enquanto se encaminha para a costa sudeste dos Estados Unidos. O fenômeno deve provocar inundações e tempestades em estados como Geórgia, Virgínia e Carolina do Sul.

Nos condados de Charleston e Beaufort, na Carolina do Sul, cerca de 100 mil pessoas estão sem energia. O furacão viaja atualmente com ventos de até 185 quilômetros por hora. O governo da Carolina do Sul já ordenou a evacuação de 830 mil pessoas de áreas litorâneas.

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Da Ansa

Uma mulher que vive em New Providence, nas Bahamas, decidiu abrigar quase cem cães na casa dela por causa da ameaça do furacão Dorian. O tornado atingiu o norte da região no domingo, dia 1º, com chuvas torrenciais e ventos de cerca de 300 km/h - um furacão de potência sem precedentes na história deste arquipélago, localizado entre a Flórida, Cuba e o Haiti.

Nas redes sociais, Chella Phillips publicou imagens dos animais e lamentou por aqueles que não conseguiu proteger. "Podemos não ser atingidos com tanta força como outras ilhas e a parte mais triste é que depois do furacão sair das Bahamas, algumas ilhas vão demorar muito para se recuperar. Cada ilha tem uma abundância de cães abandonados. Meu coração está partido por aqueles sem um lugar para se esconder. Só Deus pode protegê-los agora", desabafou.

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Chella também relatou como está sendo dividir a casa dela com quase cem cachorros. "São 97 cães que estão dentro da minha casa e 79 deles estão no meu quarto principal. Tem sido uma loucura desde à noite passada, com cocô e xixi sem parar, mas pelo menos eles estão respeitando a minha cama e ninguém se atreveu a saltar nela", comentou no Facebook.

Em algumas imagens, é possível observar que os cães ficam embaixo da cama de Chella e tentam dividir o espaço para descansar um pouco. Não é de hoje que Chella Phillips resgata animais. Ela faz parte da equipe do grupo The Voiceless Dogs of Nassau, nas Bahamas. O abrigo foi fundado há quatro anos e mais de mil cachorros e gatos foram salvos.

Ela não hesitou em contar a história completa no perfil dela no Facebook e também pediu ajuda para os seguidores.

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O furacão Dorian atingiu o norte das Bahamas neste domingo, com chuvas torrenciais e ventos de cerca de 300 km/h, um furacão de potência sem precedentes na história deste arquipélago, localizado entre a Flórida, Cuba e o Haiti.

O furacão de categoria 5, classificado como "catastrófico" pelo americano Centro Nacional de Furacões (NHC), tocou a terra ao meio-dia no horário local na ilha Elbow, que faz parte das Ilhas Ábaco, no noroeste das Bahamas, um arquipélago formado por 700 ilhotas.

"Estamos enfrentando um furacão (...) como nunca vimos antes na história das Bahamas", disse Hubert Minnis, primeiro-ministro do arquipélago, que começou a chorar durante a entrevista coletiva, "Provavelmente, é o dia mais triste da minha vida", acrescentou.

O NHC, com sede em Miami, informou que ao tocar a terra o Dorian igualou o recorde de furacão mais potente do Atlântico, datado de 1935. Seu diretor, Jen Graham, garantiu que se trata de "uma situação extremamente perigosa".

"As pessoas ainda estão traumatizadas pelo furacão Matthew (de 2016), mas este é ainda pior", disse à AFP Yasmin Rigby, moradora de Freeport, principal cidade da Grande Bahama.

Da Casa Branca, o presidente dos Estados unidos, Donald Trump, pediu vigilância máxima contra este furacão "muito, muito poderoso".

- Difícil de prever -

Depois das Bahamas, o furacão deve se aproximar da costa leste da Flórida na segunda-feira à noite e na terça-feira, mas é difícil prever com que intensidade atingirá o estado americano após a mudança de trajetória.

"Ele está se deslocando e é muito difícil de prever", resumiu o presidente Donald Trump no sábado, ao indicar que Geórgia, Carolina do Sul e Carolina do Norte poderiam estar na linha de frente.

"Inicialmente, iria atingir diretamente a Flória", mas agora parece se dirigir para a Geórgia e a Carolina do Sul, disse, acrescentando que o trajeto do Dorian pode mudar novamente. Trump cancelou a viagem à Polônia no fim de semana para monitorar a situação.

O governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, declarou emergência no estado. "A força e a imprevisibilidade da tempestade nos obriga a estar preparados para todos os cenários", disse.

O estado de emergência já havia sido declarado na Flórida e em vários condados do estado da Geórgia. A medida permite uma mobilização maior dos serviços públicos estaduais e recorrer, em caso de necessidade, à ajuda federal.

Uma evacuação obrigatória foi ordenada nas regiões costeiras de Palm Beach e no condado de Martin, na Flórida.

Embora Miami pareça ter escapado da tempestade, os moradores continuavam cautelosos, e as autoridades ainda distribuem sacos de areia para controlar as inundações na cidade.

O governador da Flórida, o republicano, Ron DeSantis, pediu aos moradores que "permaneçam alertas".

"Estou de guarda porque ainda pode evoluir, nas 12 ou 24 horas antes de o furacão chegar à costa, tudo pode mudar", disse David Duque, de 30 anos.

Uma americana morreu após ser atacada por três tubarões enquanto mergulhava nas Bahamas com sua família, segundo a polícia local.

Jordan Lindsey, 21 anos, oriunda da Califórnia, estava perto de Rose Island, a leste da capital Nassau, quando o acidente ocorreu na quarta-feira, informou Paul Rolle, delegado adjunto falando à WLPG, uma rede associada à CNN.

Um porta-voz do Departamento de Estado confirmou a morte à ABC News.

A jovem foi levada para um hospital, mas morreu ao chegar. Não ficou claro quais espécies de tubarões atacaram a turista.

"Jordan tinha a alma mais bonita e gentil que existe, ela fará muita falta", declarou sua família em uma página do GoFundMe criada para arrecadar dinheiro para levar seu corpo para a Califórnia e pagar as despesas do funeral.

O ministério do Turismo das Bahamas expressou suas "mais sinceras condolências à família e aos entes queridos da vítima", em um comunicado divulgado pela WLPG.

Uma modelo de 19 anos foi atacada por um tubarão enquanto fazia fotos boiando nas ilhas Exuma, nas Bahamas. Katarina Zarutskie posava cercada por vários predadores quando um da espécie enfermeiro mordeu seu braço.

Ao ver diversas pessoas fazendo mergulho com snorkel e interagindo com o grupo de tubarões que estava na água na região de Staniel Cay, Katarina resolveu fazer o mesmo. Apesar dos alertas da família do namorado, ela entrou na água e foi encorajada por um morador da região a boiar em meio aos tubarões.

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Foi neste momento que ela foi puxada para baixo. Tudo foi registrado e as fotos viralizaram após Katarina compartilhar no instagram. "Do meu conhecimento anterior de surfe e mergulho, sei que os tubarões enfermeiros são normalmente muito seguros. Já vi inúmeras fotos de pessoas com eles no Instagram. As pessoas começaram a tirar fotos e assim que eu deitei para boiar, após alguns segundos fui puxada para baixo", contou Katarina em entrevista à BBC.

 

Na manhã desta terça-feira (17), cerca de 300 integrantes do MST ocuparam a fazenda Santa Cecília, localizada em Araçatuba, São Paulo, de propriedade de Oscar Maroni, um dos maiores empresários de prostituição do país, do da casa noturna Bahamas, em São Paulo.

Esta é quarta ocupação do movimento na área do empresário, famoso por agenciar casas de prostituição de luxo como o Bahamas Club, onde Maroni foi filmado expondo o corpo de muitas profissionais do sexo perante centenas de homens em uma festa na última sexta-feira (6). Na ocasião, haviam fotos do juiz Sérgio Moro e da presidente do STF Carmém Lúcia penduradas na parede.

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A fazenda possui aproximadamente 1.700 hectares e já esteve envolvida em processos trabalhistas que a puseram leilão em 2016. O MST quer que a área seja destinada para a Reforma Agrária e, posteriormente, para a construção de um assentamento onde as famílias possam morar e produzir alimentos.

Segundo MST, a ação faz parte da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária que além de rememorar os 22 anos de impunidade do Massacre de Eldorado dos Carajás, também denuncia a paralisação da Reforma Agrária, "a arbitrariedade da prisão de Lula e a agilidade nas investigações do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes".

Com informações do MST.org.br

Um avião de pequeno porte caiu na tarde desta quarta-feira (17) na ilha de Andros, nas Bahamas, deixando seis mortos, entre eles uma criança.

De acordo com o governo bahamense, a aeronave partiu de Andros com destino à capital Nassau, na ilha de Nueva Providencia, que fica a 76 quilômetros de distância do ponto de partida.

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O avião teria partido as 8 horas (11h em Brasília), e deve ter caído três horas depois.

O caso está sendo apurado pelo Departamento de Investigação de Acidentes da Autoridade de Aviação Civil das Bahamas que não confirmou mais mortes e nem as causas do acidente. 

A Disney divulgou a seleção de vagas de emprego na Disney Cruise Line, que realiza linhas de viagens marítimas por vários países da Europa, no Alasca, Caribe e nas Bahamas. Há salários de até US$ 3,3 mil por mês, que equivale ao valor aproximado de R$ R$ 10,4 mil. Na Disney Brasil, no entanto, não há vagas abertas no momento.

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Entre as vagas disponíveis, existem oportunidades para os cargos de chefe de cozinha, chefe de cassino, guarda-vidas, gerente de recursos humanos, assistente de eletricidade, pessoal de recreação, conselheiro de atividades juvenis, diretor de engenharia em operações técnicas e marítimas, entre outros.  Os interessados devem ter mais de 21 anos, fluência em inglês e documentação para viagens atualizada, sendo um diferencial ter experiência prévia trabalhando em cruzeiros. Para se candidatar, acesse o site de carreiras da Disney

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Na tarde do último domingo (7) a seleção brasileira de Beach Soccer goleou o Taiti, vice-campeão Mundial, por 6 a 0 (com gols de Daniel (2), Mauricinho (2), Catarino e Datinha) em Nassau (Bahamas) e é pentacampeã invicta do Mundial 2017. Este é o 100º título dos brasileiros. A vitória marcou a incrível trajetória de 35 jogos de invencibilidade e 100% de aproveitamento nesta campanha; sua última derrota foi nas quartas de final da Copa do Mundo, em julho de 2015.

Esta foi a sexta final da seleção brasileira em nove edições na história da Copa do Mundo FIFA (campeã invicto em 2006/2007/2008/2009/2017 e vice-campeã em 2011). Nas areias do Caribe, o Brasil marcou 38 gols (média de 6,4 por partida) e sofreu apenas 15 (média de 2,5 por partida). Até hoje, foram 330 gols marcados e 154 sofridos em 51 jogos (47 vitórias e apenas quatro derrotas).

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A seleção é a primeira na história a passar a marca de 50 jogos oficiais e dos 300 gols em Copa do Mundo FIFA. Além disso, é a única do mundo a disputar seis finais; o goleiro Mão é recordista em participações com a camisa verde e amarela, com seis finais na carreira e único cinco vezes campeão. O Brasil e o Japão são as únicas seleções que nunca ficaram de fora de uma edição do Mundial.

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O FyreFestival, organizado pelo rapper Ja Rule e programado para acontecer na ilha de Exuma, nas Bahamas, estava ganhando muita notoriedade desde que super modelos como Bella Hadid, Emily Ratajkowski e Hailey Baldwin começaram a promovê-lo em suas redes sociais. A expectativa era alta, pois a promessa era de um evento luxuoso, com atrações e estrutura de alto nível, além de ingressos caros, com valores entre 400 e 14 mil dólares, e mimos como jatinhos exclusivos para os convidados.

Ao chegar o grande dia, no entanto, tudo que se viu foi um desastre de organização. A estrutura não estava pronta, o atendimento era péssimo, a segurança era fraca e todos os serviços prometidos eram muito precários, segundo os relatos de quem esteve no evento, que repercutiram na internet.

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Todos os famosos que promeram ir o evento faltaram no grande dia, e até mesmo uma das principais atração do festival se recusou a fazer o show. O público do evento, é claro, não perdoou a desorganização e correu para as redes sociais para reclamar da desorganização. Alguns reclamaram de abusos dos seguranças, assaltos, falta de informações e de alimentação decente. A reação logo viralizou e o festival chegou a ser um dos assuntos mais comentados do Twitter. Os organizadores publicaram uma nota no Twitter garantindo que todos seriam reembolsados pelo ingresso e pediram desculpa pela estrutura entregue, muito abaixo das expectativas e nada condizente com o valor dos ingressos. 

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Quatro meses depois do desaparecimento de 12 brasileiros que tentavam entrar ilegalmente nos Estados Unidos pelas Bahamas, as famílias continuam sem novidades sobre o paradeiro de seus parentes. Nesta terça-feira (7), uma audiência pública na Câmara vai ouvir representantes do Itamaraty sobre as ações empreendidas pelo governo na busca dos imigrantes. A reunião foi convocada por uma comissão externa de deputados, instalada no mês passado para acompanhar as investigações.

Marta Gonçalves, mãe de Diego Gonçalves Araújo, um dos brasileiros que integram a lista de desaparecidos, afirmou à Agência Brasil que até o momento não surgiu nenhuma novidade. O último contato que ela teve com o filho foi em 5 de novembro, um dia antes da data prevista para o embarque do grupo nas Bahamas em direção à costa da Flórida, nos Estados Unidos. “Ninguém tem notícia nenhuma. Para dizer a verdade, acho que a gente não pode esperar muita coisa, está tudo muito lento”, disse Marta.

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Esta será a primeira audiência pública sobre o caso. A comissão fez a mesma solicitação à Polícia Federal, responsável pela investigação. Os parlamentares pretendem visitar ainda as embaixadas dos dois países envolvidos no caso. A comissão é composta pelos deputados Reginaldo Loes (PT-MG), Aluízio Azevedo (PTN-MA), Bacelar (PTN-BA), Bruna Furlan (PSDB-SP) e Zé Geraldo (PT-PA).

Em viagem a Minas Gerais, representantes da comissão ouviram relatos de alguns familiares dos desparecidos, e um documento elaborado por parentes será entregue à comissão. Segundo o documento, desde 15 de novembro, quando o Itamaraty recebeu a primeira consulta dos parentes, o órgão enviou um e-mail para o irmão de um dos desaparecidos e telefonou para mais duas famílias.

A assessoria de comunicação do Itamaraty informou que o órgão continua participando da investigação do caso por meio da embaixada brasileira em Nassau (Bahamas) e do consulado-geral de Miami, nos Estados Unidos, além da Polícia Federal. A assessoria afirmou que há dificuldade nas investigações porque as ações dependem da colaboração das autoridades do outro país.

Mistério

Desde 6 de novembro do ano passado, um grupo de 19 imigrantes (entre brasileiros, dominicanos e cubanos) é considerado desaparecido depois de tentativa de travessia ilegal das Bahamas para os Estados Unidos. Segundo o Itamaraty, desde o momento em que foi feita a primeira solicitação de familiares, em 15 de novembro, autoridades policiais, migratórias e marítimas dos três países investigam o que pode ter ocorrido com eles.

Contudo, até o momento não há informação oficial de registro nas Bahamas ou nos Estados Unidos de detenção de nenhum dos integrantes do grupo. Em janeiro, a Polícia Federal fez uma operação em três estados onde residiam alguns dos desaparecidos. A operação resultou na detenção de pelo menos três suspeitos de integrar a quadrilha de traficantes de pessoas que intermediou a viagem. Os desdobramentos das ações não foram divulgados pois a investigação corre sob sigilo.

A Polícia Federal prendeu três pessoas relacionadas à quadrilha de traficantes de pessoas que intermediou a viagem de 12 brasileiros desaparecidos nas Bahamas desde novembro do ano passado. As prisões ocorreram no âmbito da Operação Piratas do Caribe em Rondônia, deflagrada na madrugada de hoje (13) em Rondônia, Minas Gerais e Santa Catarina. Além das prisões, os agentes cumpriram sete mandados de busca e apreensão de documentos e outras provas.

Os policiais seguem em campo na busca de mais dois suspeitos. Segundo o delegado da Polícia Federal de Ji Paraná (RO), Raphael Baggio de Luca, a maior dificuldade da investigação do caso é o medo dos parentes dos desaparecidos em revelar a identidade dos chamados coiotes, responsáveis por intermediar a imigração legal. “Os familiares estão muito receosos em falar e quando falam pedem para ficar no anonimato.”

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Essa conduta, segundo o delegado, dificulta o trabalho da polícia em conseguir com o Judiciário autorização para entrar em endereços suspeitos e efetuar prisões. “Há uma grande diferença entre uma notícia anônima e um elemento testemunhal. Somente com o relato anônimo, fica mais difícil para a polícia sustentar diante do juiz a necessidade de uma medida que nos permita adentrar na esfera de liberdade das pessoas, como violação de domicílio dos suspeitos, por exemplo.”

Segundo Baggio, que coordena a operação, os suspeitos continuaram atuando na prática de aliciamento e intermediação de imigrantes ilegais, mesmo depois do desaparecimento do grupo nas Bahamas e da repercussão caso.

A Polícia Federal disse que os coiotes poderão ser responsabilizados pelo que tiver ocorrido com os migrantes que desapareceram durante a suposta travessia entre as Bahamas e os Estados Unidos. “A partir do momento que você cria o risco de desobedecer um ordenamento jurídico, se esse risco vier a ocorrer e gerar resultados como acidentes, sequestro ou cárcere privado, que possam atingir um bem que a gente estime, por exemplo a vida, essas pessoas serão responsabilizadas de acordo com a norma jurídica. Então, se houver um atentado contra a vida, eles responderão por homicídio, se for contra liberdade, responderão por cárcere privado”, explica Baggio.

Informações internacionais

A PF recebeu informações das autoridades de Cuba, das Bahamas, da República Dominicana e dos Estados Unidos e em nenhum desses países foi registrada a prisão dos brasileiros desaparecidos. Segundo o delegado federal, há fortes indícios de corrupção de agentes de imigração das Bahamas, o que facilita a ação dos coiotes naquele país em parceria com os traficantes do Brasil.

Os nomes dos brasileiros desaparecidos ainda serão incluídos na lista de difusão amarela, um alerta internacional de pessoas desaparecidos. A demora para inclusão dos dados no mecanismo internacional também se deve à resistência dos familiares em autorizar a divulgação da identidade das vítimas, segundo a PF.

Baggio diz que as informações podem contribuir para o esclarecimento do caso. “Desde que recebemos a notícia desse caso estamos trabalhando e só vamos parar quando elucidar. Se alguém souber do paradeiro dessas pessoas, pode ir à delegacia da PF. Estamos com apoio do Itamaraty e da coordenação nacional de Direitos Humanos da PF para ir atrás desse grupo em qualquer lugar do mundo, se for preciso”, declarou.

Por telefone, a mãe de um dos brasileiros desaparecidos, Marta Gonçalves, disse à Agência Brasil que ficou sabendo da operação da polícia por meio do grupo criado em uma rede social por familiares dos outros integrantes que desapareceram. Ela afirmou que todos continuam na mesma situação, sem informação e com esperanças de que o caso seja esclarecido.

As autoridades americanas trabalham com a hipótese de que os brasileiros desaparecidos na tentativa de entrar por mar nos Estados Unidos estejam vivos, provavelmente mantidos incomunicáveis em algum ponto, aguardando o melhor momento para tentar ingressar no país. Essa linha é reforçada pelo fato de a guarda costeira americana não ter encontrado vestígios de naufrágio. Outra hipótese em investigação pelos norte-americanos é de que a embarcação esteja à deriva.

Os brasileiros que pretendiam ingressar ilegalmente nos Estados Unidos estão desaparecidos desde o dia 6 de novembro. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que acompanha o caso desde o dia 15 de novembro. "Nessa data, familiares de brasileiros que viajaram para as Bahamas informaram à Embaixada do Brasil em Nassau que haviam perdido contato com eles."

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Segundo a pasta, a informação do desaparecimento foi imediatamente repassada à Polícia Federal e às autoridades migratórias, policiais e guardas costeiras de Bahamas e dos Estados Unidos. O Itamaraty vem trabalhando em conjunto com essas instituições.

Até o momento, porém, não há informações sobre o paradeiro das pessoas ou do barco em que elas estavam. "Por meio da Embaixada do Brasil em Nassau e do Consulado-Geral do Brasil em Miami, o Itamaraty continua engajado na busca de informações, em contato permanente com as autoridades dos EUA e das Bahamas, bem como com as famílias dos brasileiros desaparecidos que procuraram auxílio", diz a nota. Ela acrescenta que, por respeito à privacidade das pessoas desaparecidas, não divulga detalhes sobre a identidade delas.

Essa não é a primeira vez que a rota marítima entre Bahamas e a Flórida é utilizada. Já houve caso de interceptação de uma embarcação com brasileiros.

Ação conjunta

Em ano de crise, a busca de brasileiros pela entrada ilegal nos EUA vem preocupando autoridades brasileiras e americanas. Enquanto os Estados Unidos mantêm fiscalização rígida, prisões, deportações e avançam até em convênio com Governador Valadares, a Polícia Federal combate os coiotes, intermediários irregulares no processo de viagem.

Para evitar que a ação de coiotes continue levando brasileiros para o exterior, a Polícia Federal realiza a Operação Espectro. Desencadeada há três meses em Governador Valadares e na região do Vale do Aço, também em Minas, ela culminou com dez mandados de busca e apreensão e nove de conduções coercitivas de pessoas envolvidas no envio de brasileiro para os Estados Unidos.

A quadrilha, segundo a PF, cobrava entre US$ 18 mil e US$ 24 mil pelo serviço. Os envolvidos respondem por falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa.

A grande quantidade de mineiros que tentam entrar ilegalmente nos Estados Unidos e a ação dos coiotes fizeram com que o próprio governo americano buscasse uma saída para o problema. Nesse sentido, as autoridades americanas vêm tentando estreitar o relacionamento com a comunidade de Governador Valadares e região.

O vice-cônsul dos EUA no Brasil, Mark Neighbors, e a assistente consular, Cynthia Hutchinson, estiveram há um ano em Governador Valadares, firmando parceria com a prefeitura. A intenção foi divulgar informações sobre o processo legal para os moradores obterem o visto de viagem aos EUA.

Segundo Cynthia, "é preciso acabar com o mito de que os solicitantes de Governador Valadares e região têm mais dificuldades em conseguir o visto". A representante garantiu ainda que todos são tratados iguais e pedidos costumam ser negados quando as pessoas não usam "dados verdadeiros". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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