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A Uber oferecerá a partir de dezembro a seus usuários no Brasil e no México a oportunidade de gravar o áudio de sua viagem, a fim de melhorar a segurança do motorista e do passageiro, anunciou a companhia nesta quarta-feira (20).

Esse projeto piloto pode eventualmente se estender a outros países, embora a Uber enfatize que ainda não pode fornecer um cronograma detalhado.

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Com essa nova funcionalidade, o motorista e o passageiro podem ativar a gravação da conversa entre ambos pressionando um botão do aplicativo.

Quando a viagem chega ao fim, é perguntado aos usuários se tudo ocorreu bem. Caso necessário, pode-se informar sobre um incidente e transmitir o arquivo de áudio à Uber, bastando poucos cliques.

A gravação será encriptada e armazenada no telefone do motorista ou do passageiro. No entanto, ela não poderá ser ouvida porque somente a Uber terá a chave para decifrá-la.

Essa operação permite, segundo a companhia, fazer que os motoristas e os passageiros sejam mais responsáveis.

A opção proposta no Brasil e no México respeita a legislação desses países, disse a companhia.

A Uber também quer recolher comentários dos usuários sobre seu projeto piloto para eventualmente modificar a opção antes de oferecê-la em outros países.

Passageiros e motoristas parceiros da Uber vão contar com novas ferramentas de segurança dentro de alguns meses. Entre as novidades, estão as possibilidades de gravar áudio durante a viagem e checagem de documentos de passageiros, no caso de pagamento em dinheiro.

Em alguns locais, como o Chile, já há projeto-piloto em andamento. Recentes casos de roubos e sequestros de motoristas de aplicativos e passageiros em várias cidades do Brasil têm pressionado as empresas do setor a reduzirem os riscos relacionados ao serviço.

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"A habilidade de gravar áudio é uma das coisas mais importantes anunciadas. A gravação pode ajudar a nos dar mais clareza sobre o que aconteceu de errado durante uma viagem", disse Sachin Kansal, diretor global de produtos de segurança da Uber. A gravação poderá ser feita por meio de um botão na central de segurança do aplicativo, antes e durante a viagem, em algumas regiões.

O arquivo poderá ser enviado para a Uber. O conteúdo criptografado ficará armazenado no aparelho de quem efetuar a gravação, mas só a empresa terá acesso, caso seja enviado o áudio. O material poderá, posteriormente, auxiliar autoridades em investigações. "A Uber tem a chave da criptografia e só tem acesso ao conteúdo se o usuário ou o motorista enviar o áudio", afirmou Kansal.

Para prevenir que pessoas mal intencionadas usem o aplicativo, o usuário que não tem adicionados meios de pagamentos digitais no app deverá submeter um documento de identificação, que terá as informações conferidas, antes da realização da viagem. O projeto-piloto do Doc Scan já está funcionando no Chile. Ele deve chegar ao Brasil no primeiro trimestre do ano que vem.

Senha

Outro recurso de segurança é a solicitação de senha (PIN), que ajudará o usuário a verificar sua viagem. Para ter certeza de que está entrando no carro certo, o usuário poderá optar por receber uma senha de quatro dígitos, que deverá ser dita ao motorista para que ele consiga iniciar a viagem. Futuramente, o número recebido passará automaticamente pelo aparelho do motorista e o passageiro receberá uma confirmação por celular. Nesse caso, é necessário que os dois aparelhos estejam próximos.

Rota

Também haverá mudanças no recurso de selfie do motorista. Já existe essa ferramenta, mas a verificação em tempo real será mais ampla. Alguns movimentos como piscar os olhos, sorrir e movimentar a cabeça para os lados serão solicitados. O objetivo é verificar se o motorista é aquele cadastrado no aplicativo.

Além disso, o usuário poderá denunciar um problema ainda durante o trajeto. Após o término da viagem, receberá contato da Uber. A empresa também afirma que haverá a integração do botão 'Ligar para a Polícia' com forças policiais com compartilhamento automático da localização, segundo Lourdes McLoughlin, diretora responsável pela área de Relacionamento com as Autoridades Policiais na América Latina. O serviço de aplicativo promete ainda investir R$ 5 milhões nos próximos três anos em ações antiviolência contra a mulher.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma gravação em áudio, enviada ao pastor e presidente do PSL do Amapá Guaracy Junior, mostra o deputado Marcos Feliciano (PODE) pedindo ajuda para "espancar" o senador Randolfe Rodrigues (Rede). O atrito entre o deputado e o senador ganhou força nesta última semana, depois que Randolfe disse que representará contra o presidente Jair Bolsonaro pelo crime de obstrução de justiça no caso Marielle.

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O áudio divulgado pela Época registra a seguinte fala:

"Meu querido líder Guaracy, tudo bom? Por favor, amigo, dá um abraço no pastor Jeziel. Agradece a ele por atenção, por ter saído em minha defesa. Não sou juriz igual ele (sic) , mas eu leio um pouco, né? E esse senadorzinho aí precisa de um trato, né? Se ele puder me ajudar mais... Se ele puder levantar um grupo de pessoas pra ir lá no Twitter dele ou no Facebook e espancar ele (sic) , ele começa a baixar a bola".

Através do Twitter, Randolfe Rodrigues disse que "a covardia é a principal marca dessa 'corja'. Mas não irão nos intimidar. Acabo de apresentar pedido de convocação do deputado Marco Feliciano para falar na CPMI das Fake News sobre os grupos que promovem ataques nas redes sociais que ele mencionou no áudio", pontua.

Além disso, o senador salientou que o pastor Feliciano "não tem pudor em agitar suas milícias digitais destruidoras de reputação". O deputado - também através de sua conta no Twitter - disse que não foi covarde e que Randolfe foi quem o atacou. "Sobre a CPMI, sou membro titular e falarei a hora q quiser. Pedir apoio em rede social é crime agora? Isso só mostra a sua sanha em frear a voz que as redes sociais dão a quem é opositor", escreveu.

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-> Marielle: Ninguém quer adulterar nada não , diz Bolsonaro

Ao comentar o vazamento de áudios atribuídos à Fabrício Queiroz, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira (28), que até 2018 "tinha liberdade" para conversar com o ex-assessor de seu filho, o agora senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) sobre diferentes assuntos. Segundo ele, tratar da demissão de funcionários dos gabinetes de seus parentes é "normal". Bolsonaro falou sobre o assunto com jornalistas ao deixar os Emirados Árabes rumo ao Catar.

Em gravações divulgadas pelos jornais Folha de S.Paulo e O Globo, Queiroz diz que Bolsonaro o comunicou sobre a intenção de demitir uma funcionária do gabinete de seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), porque haviam suspeitas de que ela não trabalhava efetivamente no gabinete.

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Segundo Bolsonaro, Cileide Barbosa Mendes não era uma funcionária fantasma e a sua demissão "não tem nada para espantar". "Até estourar o problema eu tinha liberdade com o Queiroz, conversava com ele algumas coisas. No ano passado, se for ver, no meu gabinete eu mandei embora cinco, seis pessoas. Eu passava praticamente de segunda a sábado fora de casa, comecei a não ter o controle de quem estava no Rio. Exatamente para evitar problema essas pessoas foram demitidas", disse Bolsonaro nesta segunda.

Sobre a situação de Cileide, o presidente disse que ela sabia que não poderia continuar contratada caso ele fosse eleito presidente da República e Flávio Bolsonaro fosse para Brasília. Em seguida, no entanto, ele lembrou que Cileide era funcionária no gabinete de Carlos Bolsonaro, que continua no Rio. Jair Bolsonaro destacou mais de uma vez que a ex-funcionária mora em uma propriedade registrada em seu nome, embaixo do local onde funcionava o seu escritório de apoio.

"Essa específica, a Cileide, ela se formou em enfermagem tem dois anos aproximadamente, fez uma especialização, e ela sabia que não ia continuar conosco porque eu não sendo eleito, o Flávio não eleito (no Rio), (ela) não viria para Brasília. Se bem que ela estava no gabinete do Carlos. Mas é uma mudança normal isso aí, não tem nada para espantar", disse.

"O pessoal quer pegar fantasma e rachadinha. Ela (Cileide) sempre morou ali, a casa é minha, está em meu nome, ela mora ali embaixo", afirmou Bolsonaro.

O relatório do Coaf que indicou movimentações bancárias atípicas nas contas de Queiroz no período em que ele trabalhava no gabinete de Flávio foi divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo em 2018. Bolsonaro voltou a dizer nesta segunda que não fala com o ex-assessor desde então. "O Queiroz cuida da vida dele e eu da minha", reafirmou.

Apesar do presidente Jair Bolsonaro (PSL) dizer que quer distância do ex-policial Fabrício Queiroz, o também ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL) alimenta o desejo de ser reintegrado ao grupo político do presidente. A informação é do jornal Folha de São Paulo.

Em um áudio obtido pela reportagem, Queiroz ressalta planos de ajudar Bolsonaro a resolver a "bagunça" no diretório do PSL do Rio de Janeiro. "Resolvendo essa p... que está vindo na minha direção, se Deus quiser vou resolver, vamos ver se a gente assume esse partido aí. Eu e você de frente aí. Lapidar essa  porra", diz Queiroz a um interlocutor não identificado, mas que segundo o jornal foi quem encaminhou a conversa. 

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Queiroz ainda diz, na gravação, que está "agoniado" para voltar a trabalhar. "Torcendo para essa p... passar. Vamos ver no que vai dar isso í para voltar a trabalhar, que já estou agoniado. Estou agoniado de estar com esse problema todo aí, atrasando a minha vida e da minha família, a porra toda”, frisa. 

"Politicamente, eu só posso ir para partido. Trabalha isso aí com o chefe aí. Passando essa ventania aí, ficamos eu e você de frente. A gente nunca vai trair o cara. Ele sabe disso. E a gente blinda, a gente blinda legal essa possa aí. Espertalhão não vai se criar com a gente”, completou. 

Em outros áudios, Queiroz ainda se mostra preocupado com as notícias sobre a gestão de Bolsonaro. "Estão fazendo chacota do governo dele. Rodrigo Maia está esculachando. Rodrigo Maia... As declarações dele humilham o Jair. Jair tinha que dar um porrada nesse filho da puta. Botar o Sergio Moro para ir no calço dele. Tem p... na bunda dele aí, antiga", afirmou, no trecho gravado em março. 

Fabrício Queiroz tenta se esconder dos holofotes da imprensa desde janeiro, mas nos últimos dias apareceu novamente entre os assuntos políticos. Na semana passada, um áudio atribuído a Queiroz foi divulgado pelo jornal O Globo. Na gravação, o ex-assessor de Flávio demonstra ainda ter influência sobre indicações políticas no Congresso Nacional, não apenas em gabinetes dos filhos do presidente.

Em agosto, a revista Veja divulgou que ele estava se tratando de um câncer de intestino no Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. 

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro aparece em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) por ter feito movimentações atípicas de R$ 1,2 milhão em sua conta entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Ele é um dos assessores de gabinetes de então deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que passou a ser investigado por conta das transações.

Diante das acusações, e apesar de não ter nenhum mandado policial contra si, o sumiço de Queiroz gerou especulações envolvendo o clã liderado pelo presidente que, inclusive, chegou a ser questionado recentemente sobre o paradeiro do então amigo pelo deputado federal Paulo Pimenta. Em ofício, ele respondeu que não possuía informações sobre o paradeiro de Queiroz.

O deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) admitiu ter gravado a reunião da bancada do PSL em que o líder do partido, Delegado Waldir (GO), chama Jair Bolsonaro de "vagabundo" e fala que vai "implodir o presidente". De acordo com o parlamentar, o objetivo foi "blindar" Bolsonaro na guerra declarada contra o presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE).

"Era uma estratégia pensada. Eu, Carlos Jordy (PSL-RJ), Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Carla Zambelli (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF). Todo o grupo do Jair para gente poder blindar o presidente", afirmou Silveira.

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De acordo com o parlamentar, a estratégia foi pensada em reunião de Bolsonaro com 20 deputados da qual participou ontem, por volta das 16h, no Palácio do Planalto. Lá, eles iniciaram o plano de se infiltrar no grupo de parlamentares ligados a Bivar. Naquele momento, "bolsonaristas" e "bivaristas" travavam uma disputa na Câmara para recolher assinaturas. De um lado, os aliados de Bivar tentavam manter Waldir no posto, enquanto a ala ligada ao presidente tentava emplacar Eduardo Bolsonaro como líder.

Silveira e outros dois deputados foram para a reunião no gabinete da liderança do PSL. Para convencer que estava do lado de Waldir, ele assinou uma lista de apoio ao líder do PSL. Após gravar a conversa, Silveira voltou ao Planalto e mostrou a Bolsonaro a gravação. "Ele ficou p... da vida", afirmou à reportagem.

O deputado tem experiência em trabalhar disfarçado. Quando era membro da Polícia Militar do Rio, ele atuou na área do Serviço de Inteligência, a chamada P2. A unidade é especializada em atuar disfarçado, muitas das vezes infiltradas, em organizações criminosas para buscar provas de crimes.

"Vou implodir o presidente"

Na reunião gravada por Silveira, ocorrida no fim da tarde de ontem no gabinete da liderança do PSL na Câmara, deputados relataram que estavam sendo pressionados por Bolsonaro a assinar a lista para destituir Waldir e apoiar o nome de Eduardo Bolsonaro como líder da bancada. O áudio do encontro, gravado por um dos presentes, foi obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo.

"Eu vou implodir o presidente. Aí eu mostro a gravação dele. Não tem conversa. Eu implodo ele. Eu sou o cara mais fiel. Acabou, cara. Eu sou o cara mais fiel a esse vagabundo. Eu andei no sol em 246 cidades para defender o nome desse vagabundo", afirma Waldir. Logo em seguida, alguém não identificado o alerta: "Cuidado com isso, Waldir."

Embora o grupo ligado a Bolsonaro tenha apresentado uma lista com 27 nomes para destituir Waldir, a Câmara não aceitou todas as assinaturas e o manteve na liderança. No áudio, Waldir diz que pretende expulsar "um por um" dos que assinaram o documento contra ele.

Após vazamento de áudio sobre suposta articulação para troca do líder do PSL na Câmara, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (17) que, se alguém o "grampeou", foi um ato de desonestidade. "Eu não trato publicamente deste assunto. Converso individualmente. Se alguém grampeou telefone, primeiro é uma desonestidade", afirmou o presidente.

Na noite de quarta-feira (16), um grupo de 27 deputados do PSL decidiu destituir o líder da bancada na Câmara, Delegado Waldir (GO), substituindo-o por Eduardo Bolsonaro (SP). Deputados do PSL ligados ao presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), apresentaram nova lista, para manter Delegado Waldir no cargo, e abriram uma "guerra de listas".

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O pedido para a troca de líder do PSL na Câmara foi feito pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, que conversou com parlamentares do PSL e cobrou apoio para seu filho "zero três". Na terça-feira (15), Delegado Waldir havia orientado a bancada do PSL a votar contra uma Medida Provisória que tratava da reestruturação administrativa da Casa Civil e da Secretaria de Governo.

A conversa gravada, atribuída ao presidente, na qual solicitava apoio para derrubada do Delegado Waldir, foi divulgada na noite de quarta pela imprensa. "Eu falei com alguns parlamentares. Me gravaram? Deram uma de jornalista? Eu converso com os deputados", disse Bolsonaro. Questionado se pedirá investigação sobre o vazamento, Bolsonaro deixou a conversa com a imprensa em frente ao Palácio da Alvorada, onde o presidente costuma fazer selfies com fãs e conversar e responder a perguntas de jornalistas.

Crise

Bolsonaro externou a crise no partido na última semana, ao pedir a um militante que "esquecesse o PSL" e dizer que Bivar estava "queimado para caramba". Desde então, a sigla está rachada entre os pró-Bivar e os pró-Bolsonaro. Na última terça-feira, 15, uma operação de busca e apreensão deflagrada pela Polícia Federal em endereços ligados a Bivar, no Recife, agravou a crise no partido e ameaça prejudicar o andamento de projetos de interesse do Palácio do Planalto no Congresso.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) aparece em um áudio, revelado pelas revistas Época e Crusoé, fazendo articulações para a retirada do deputado Delegado Waldir (GO) do posto de líder do PSL na Câmara. Waldir tem se colocado a favor do presidente nacional do partido, deputado Luciano Bivar (PE), e vem criticando atitudes de Bolsonaro. 

"Olha só, nós estamos com 26, falta só uma assinatura pra gente tirar o líder, tá certo, e botar o outro. E gente acerta, e entrando o outro agora, em dezembro tem eleições para o futuro líder a partir do ano que vem", diz o presidente na gravação.

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"A maneira como tá, que poder tem na mão atualmente o presidente, o líder aí? É o poder de indicar pessoas, de arranjas cargo no partido, é promessa pra fundo eleitoral pro caso das eleições... é isso que os caras têm. Mas você sabe que o humor desses caras muda, de uma hora pra outra, muda", acrescenta Bolsonaro. 

Ouça a gravação completa:

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De acordo com as regras da Câmara dos Deputados, o líder partidário é escolhido através de um documento assinado pela maioria absoluta dos membros da bancada e encaminhado ao presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

Na noite dessa quarta, o líder do governo da Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), anunciou que 27 deputados assinaram um requerimento para que o novo líder do PSL fosse o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente. Logo depois, o Delegado Waldir apresentou um documento com 31 assinaturas asseverando seu nome e solicitando a retomada da liderança

No próximo sábado (14), a cantora e compositora Pitty se apresenta em São Paulo para o show de lançamento do álbum "Matriz 2.0". A apresentação promete revisitar toda a carreira da artista neste que é o primeiro show da cantora na capital paulista este ano.

A turnê "Matriz" começou antes do álbum ser finalizado. Após o lançamento do disco passou, o projeto passou e ser chamado de "Matriz 2.0". Com isso, os repertórios dos shows tiveram mudanças com a inclusão de mais faixas do novo disco.

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A banda Violet Soda abrirá a noite como parte do projeto Palco Aberto, que busca promover a diversidade musical, fomentar a cena e projetos autorais e, dar espaço para novos artistas e bandas brasileiras. Formado em 2018, o quarteto reúne influências do grunge, punk e garage rock dos anos 90.

 

Serviço

Pitty - "Matriz 2.0"

Quando: 14 de setembro, às 22h

Onde: Audio Eventos - Av. Francisco Matarazzo, 694, Barra Funda, São Paulo - SP

Ingressos: a partir de R$ 120

Vendas pelo site ou na bilheteria da Audio, de segunda a sábado, das 13h às 20h

Informações: (11) 3862-8279

O ano é 2019 e todo mundo tem um podcast favorito. Parece brincadeira, mas o formato de programa de áudio online, que existe há mais de 10 anos, começou a ficar mais em evidência após a popularização das plataformas de streaming. Porém, com tanta gente gravando e ouvindo podcasts, por onde começar? Se você não tem ideia dos programas mais ouvidos ou quer apenas conhecer outras opções, além daquelas que você já acompanha, confira a lista dos podcasts mais escutados no Brasil e escolha o seu próximo canal. 

1 - Nerdcast

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Em primeiro lugar temos o Nerdcast que, como o próprio nome já diz, é um podcast para falar de história, ciência, cinema, quadrinhos, literatura, tecnologia, games, RPG e outros assuntos considerados nerd. Comandado por Alexandre “Jovem Nerd” Ottoni e Deive “Azaghal” Pazos a conversa é informal, divertida e sai toda sexta-feira. Os programas têm uma duração média de 90 minutos. 

2 - Café da manhã

O programa é uma parceria da Folha de São Paulo com o Spotify e é comandado pela dupla de jornalistas Rodrigo Vizeu e Magê Flores. Vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 6h, e trata de diversos assuntos como política brasileira e internacional, cotidiano, economia, ciência, cultura, saúde, entre outros assuntos. Os programas têm duração média de 30 minutos.

3 - Filhos da Grávida de Taubaté

YouTubers do Diva da Depressão se juntam com Maíra Medeiros para falar sobre famosos, polêmicas, rotina e entretenimento de forma geral. Vai ao ar toda sexta-feira e tem conteúdos com duração média de 70 minutos.

4- PrimoCast

Um dos maiores canais sobre investimentos e finanças e empreendedorismo da podsfera. O “primo rico” Thiago Nigro, começou no começo de 2019 e lança conteúdo toda segunda-feira. Os programas têm duração média de 60 minutos.

5 - Não Ouvo Podcasts

O Não Salvo já é um site famoso por conta de suas postagens humorísticas. Como não podia ser diferente, desde 2015 Maurício Cid comanda o Não Ouvo Podcasts, que conta com um programa diferente de segunda a sexta-feira com temas relacionados a humor e entretenimento. Os programas têm duração média de 30 minutos.

6 - Mamilos

Discussões saudáveis e aprofundadas sobre temas que estão em evidência. Podcast opinativo, com viés jornalístico, comandado por Juliana Wallauer e Cris Bartis. O programa faz parte do site de conteúdo Brainstorm 9 (B9) e sempre tenta trazer convidados para deixar o conteúdo mais rico. Não tem data certa para sair, mas - geralmente - é publicado uma vez por semana. Os programas têm duração média de 90 minutos.

7 - Stock Pickers

Outro podcast para quem gosta de dicas sobre o mercado financeiro. Thiago Salomão, analista da Rico, recebe gestores, analistas, traders e investidores para falar sobre o mercado e seus movimentos. O programa faz parte da InfoMoney e é publicado todas as quintas-feiras, com conteúdos com duração média de 70 minutos.

8 - Um Milkshake Chamado Wanda

Notícias, fofocas, opiniões e bom-humor sobre o mundo do entretenimento e a da cultura pop, discutidos e conversados de forma. Este é Um Milkshake Chamado Wanda. Toda quinta-feira, Phelipe Cruz do Papelpop.com, Samir Duarte e Marina Santa Helena comentam os acontecimentos mais legais do showbiz, muitas vezes recebendo convidados. Os programas têm duração média de 150 minutos.

9 - Pretinho Básico

Podcast humorístico que tem também informação. Apresentado por Alexandre Fetter e Luciano Potter, Duda Garbi, Iglenho Bernardes (Porã) e Dilson Netto (Nego Di). Além dos integrantes fixos, há a participação de convidados durante a semana. Com programas de segunda à sexta às 13hs e às 18hs. Os programas têm cerca de 50 minutos de duração.

10 - Durma com essa

Podcast de notícias do jornal digital Nexo, com principais fatos do Brasil e do mundo. De segunda a quinta, o programa traz pequenos drops com a principal notícia do dia. Os programas têm cerca de 10 minutos de duração.

Confira outros nomes do podcasts brasileiros:

11 - Dr. Morte

12 - Foro de Teresina

13 - Xadrez Verbal

14 - Pânico

15 - Poucas 

16- Vida de Solteiro

17 - É nóia minha?

18 - Respondendo em Voz Alta

19 - Matando Robôs Gigantes

20 - Bola nas Costas

Um motoboy, de 41 anos, enviou um áudio para a ex-esposa horas antes de invadir sua casa e assassiná-la a facadas. O homicídio ocorreu na tarde dessa segunda-feira (6), na Quadra Central 01, de Santa Maria, localizada na região administrativa do Distrito Federal. Após o crime, ele fugiu do local e cometeu suicídio.

"O amor que eu sinto por você é um amor doentio mesmo. Na minha cabeça todo mundo que se aproxima de você é que te quer. Esse seu jeito de ser, era tudo que precisava numa mulher eu tinha medo de te perder", dizia a mensagem de voz enviada pelo suspeito antes de pular o muro da casa de Jacqueline dos Santos Pereira, de 39 anos.

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"Tudo que eu fiz você passar foi por amor. Esse amor que nem eu gosto de sentir. Nunca gostei, nunca quis sentir esse amor por você dessa forma", continuou o áudio divulgado pelo G1. Eles viveram juntos durante 25 anos e tiveram três filhos, porém, se separaram há cerca de dois meses.

No dia 5 de março, o Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Santa Maria concedeu a medida protetiva para Jacqueline. Com isso, o ex-marido foi proibido de manter contato e deveria ficar, pelo menos, 300 metros da distância dela. Entretanto, no dia 13 do mesmo mês, a medida protetiva foi suspensa a pedido da vítima. Mas no dia 26 de abril, ela voltou a delegacia e pediu uma nova medida protetiva, que foi novamente concedida, apontou o G1.

De acordo com as autoridades, a motivação para o crime foi "ciúme". O suspeito não aceitava o término do casamento e o novo relacionamento da vítima, que já havia denunciado o ex-marido por agressão. Amigos de Jacqueline revelaram à polícia que o motoboy havia ameaçado a ex-esposa, antes de invadir a casa dela e esfaqueá-la, pelo menos, nove vezes. Testemunhas relataram que ela ainda gritou por socorro, antes dele fugir em uma moto.

Em áudio que circula pelos grupos de WhatsApp nesta sexta-feira, 19, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, diz que os caminhoneiros podem ficar sossegados que o governo tem trabalhado para resolver o problema deles e melhorar as condições da categoria. Em um trecho, ele afirma que o governo já deu uma "trava na Petrobras". "Qualquer modificação de preço no mínimo dentro de 15 e 30 dias de variação. Não pode ser menos que isso", diz o ministro em resposta a áudio de um caminhoneiro.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro decidiu intervir na decisão da Petrobras de elevar o preço do diesel, anunciado no dia 11. Mas, nesta semana, a estatal conseguiu colocar em prática seu reajuste, que representou alta de R$ 0,10 por litro de diesel. A notícia causou indignação entre os caminhoneiros que decidiram iniciar uma greve no dia 29 de abril.

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No áudio, Onyx afirma que o governo está trabalhando para dar melhores condições aos motoristas autônomos. "Estamos trabalhando, o presidente está focado e temos várias coisas bacanas que estamos trabalhando para dar condições ao caminhoneiro autônomo."

O ministro afirma ainda que o governo está resolvendo a questão dos postos - local para os motoristas pararem e descansarem."E vamos para cima da fiscalização. Venho insistido nisso e o presidente também entrou nisso. Estamos trabalhando sério."

Ele termina o áudio dizendo: "Vamos confiar que o patrão de cima está conosco e o capitão aqui não vai jamais abrir mão de proteger e defender os caminhoneiros".

Muitos caminhoneiros ainda tentam digerir a alta de R$ 0,10 no preço do diesel, anunciada na quarta-feira pela Petrobras. Endividados e em situação financeira precária, eles tentam encontrar uma alternativa para não decretarem greve nas próximas semanas, o que poderia piorar ainda mais o quadro econômico. Mas a ala mais radical da categoria já marcou paralisação para 29 de abril, o que tem provocado mal-estar nos grupos de WhatsApp dos caminhoneiros. Nem todas as lideranças concordam com uma paralisação neste momento.

O representante dos caminhoneiros Wanderlei Alves, conhecido como Dedeco, é o mais ativo na organização da greve no fim do mês. Ele afirma que já está montando a logística da paralisação, mas não quis dar detalhes de como será. "Isso não foi uma decisão só minha, foi decidido em grupo por várias lideranças de caminhoneiros", ressaltou. Ele acredita que, a exemplo do que ocorreu no ano passado, o movimento deve atingir o Brasil inteiro, crescendo à medida que os dias passam.

Quem nunca pensou duas vez antes de reproduzir um áudio com mais de três minutos no WhatsApp? Se você é do time que detesta qualquer mensagem de voz que pareça uma versão de Faroeste Caboclo (clássico da banda Legião Urbana, com quase 10 minutos de duração), seus problemas acabaram. Um aplicativo chamado TalkFaster! promete acelerar todos os áudios do mensageiro em até duas vezes a velocidade normal.

Disponível apenas para Android a ferramenta é gratuita para download e permite, além da aceleração, salvar as mensagens de áudio e também desacelera-las. O TalkFaster! também garante deixar mais rápido gravações de outros aplicativos que permitem compartilhamento de arquivos.

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Modo de usar

Ao receber um áudio longo é preciso selecioná-lo, clicar em compartilhar e selecionar a opção do app. Porém, como nem tudo são flores, não é possível utilizá-lo em segundo plano e anúncios podem aparecer durante o funcionamento. 

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Como se tivesse se envolvido em pouca polêmica devido a um áudio vazado na época das prévias carnavalescas, o prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira, tem mais um áudio para carregar na sua conta. Desta vez, vazado nesta semana.

Esse novo material, que provavelmente contém a voz do prefeito, revela um pagamento em dinheiro em troca da eleição para presidente da Câmara de Vereadores da cidade. O áudio já repercute e virou alvo de investigação.

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A primeira polêmica de Meira foi porque ele enviou um áudio aos seus funcionários de cargos comissionados pedindo que todos estejam presente em uma prévia de carnaval em que sua noiva, a cantora Taty Dantas, se apresentaria.

Agora, o novo áudio traz uma possível conversa do prefeito com outra pessoa em que ele oferece dinheiro para pedir a anulação de duas eleições para presidente da Câmara de Vereadores de Camaragibe.

Uma das anulações seria do vereador “Toninho”, que é seu ex-aliado. Neste áudio, dá para ouvir os homens marcando um encontro na Prefeitura de Camaragibe e um deles aconselha que o prefeito não leve o pagamento para o local.

"Só tem uma pessoa que eu não quero presidente da Câmara. Se chama Antonio de Oliveira Borba. Esse cara aí eu não quero presidente nunca. Eu quero Toninho sozinho. Segunda-feira, às 11h, eu dou dinheiro para devolver a Roberto. Eu entrego a você e a Paulo. Tá fechado, o que vocês decidirem, é o meu presidente. Agora, Toninho vá para puta que pariu", disse a voz que possivelmente é do prefeito.

A Promotoria de Justiça de Camaragibe afirmou que esse novo áudio foi anexado ao procedimento instaurado para apurar supostas irregularidades na eleição da presidência da Câmara Municipal. Meira ainda não sofreu nenhuma penalidade pois a investigação segue em curso.

Acreditava-se que ela estava enterrada junto com os aparelhos de vídeo VHS ou as cabines telefônicas, mas a fita cassete de áudio (K7) voltou a ser fabricada na França por uma empresa que já exporta este produto para cerca de trinta países.

Desde 2017, vários profissionais correram para a porta desta pequena empresa situada próxima ao turístico Monte San Michel (noroeste), especializada na fabricação de fitas magnéticas. O motivo: em meio ao domínio do CD e do streaming, as K7 ganharam uma nova vida por conta do crescimento da base de fãs do formato.

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"Nos demos conta que já estava acontecendo algo que não acompanhamos inicialmente", admite Jean-Luc Renou, presidente da Mulann, empresa que movimenta cerca de 5 milhões de euros.

- 89 metros para 60 minutos -

Especializada em vender fitas magnéticas para os bilhetes do metrô e pedágios, esta empresa com cerca de 40 empregados decidiu aproveitar a oportunidade: dedicou cinco pessoas para o desenvolvimento de fitas cassetes, que começaram a ser comercializadas em novembro, duas décadas depois da produção do formato ser encerrada na França.

"Partimos de uma fórmula química que já tínhamos para a fita de áudio de gama alta. Tivemos que resolver alguns problemas técnicos e de corte", diz Renou, destacando que o grau de precisão é medido em micro.

Entre máquinas e o forte cheiro de solvente, Laurent, "operador de corte" segundo o termo funcional exato, verifica minuciosamente a qualidade da produção. "Em formatos de 60 minutos, usamos 89 metros de fita!", explica.

As cassetes, com um design vintage laranja e preto, são vendidas a 3,49 euros a unidade. São produzidas milhares ao mês que são exportadas para profissionais da indústria fonográfica que gravam nelas os álbuns lançados pelas gravadoras.

A empresa vende 95% de sua produção para países como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Malta, Suécia, Israel e Uzbequistão, explica Théo Gardin, diretor comercial, de 27 anos, que revela que nunca conheceu os inconvenientes do 'walkman', quando a fita embolava e a saída era usar uma caneta esferográfica para rebobiná-la.

- Aquecedor elétrico ou lareira? -

Para explicar este renascimento, Ronan Gallou, diretor-geral da Mulann, acredita na necessidade de "possuir objetos" numa época onde "todo se desmaterializa".

"Quando alguém ouve música no Spotify ou Deezer, o comum é não ouvir uma canção inteira, passa-se facilmente para outra. Com um cassete, ouve-se o álbum inteiro", defende Gallou, destacando que foi lançada recentemente neste formato a trilha sonora do filme de "Bohemian Rhapsody", baseado na biografia de Freddie Mercury, vocalista do grupo Queen.

Para Jean-Luc Renou, ainda existe um pequeno lugar para o som analógico no universo da música. "Vamos usar como exemplo o aquecimento: temos os aparelhos aquecedores em casa, é cômodo, isso é o digital. Mas também podemos nos esquentar em frente ao fogo de uma lareira, que é algo que nos remete ao passado, isso é a cassete e o disco de vinil", garante.

Em uma grande loja de música na cidade de Rennes (noroeste), a paixão pela cassete não emplacou. "Temos algumas vendas, mas é algo raríssimo, não tem nada a ver com o fenômeno do vinil", reconhece um vendedor que prefere não se identificar.

O ex-ministro da Secretaria Geral, Gustavo Bebianno, avisou que iria comprovar que não mentiu com relação a ter dito que tinha conversado com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) "durante três vezes" um dia antes da crise envolvendo o seu nome ganhar as redes sociais. Na ocasião, um dos filhos de Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro, chegou a dizer que era “mentira absoluta” que Bebianno tivesse falado com o pai.

Nesta terça-feira (19), um dia após ele ser exonerado, a revista Veja divulgou uma sequência de mensagens escritas e ao menos treze gravações de áudios entre Bebianno e Jair Bolsonaro.

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Em uma delas, Bolsonaro questiona uma das agendas do então ministro com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo. “Gustavo, o que eu acho desse cara da Globo dentro do Palácio do Planalto: eu não quero ele aí dentro. Qual a mensagem que vai dar para as outras emissoras?”, questionou o presidente.

Em outro, Bolsonaro diz a Bebianno que não está “incitando a saída” dele do governo. “Você conhece muito bem a imprensa, melhor do que eu. Agora: você não falou comigo nenhuma vez no dia de ontem. Ele [Carlos Bolsonaro] esteve comigo 24 horas por dia. Então não está mentindo, nada, nem está perseguindo ninguém”, o que abriu uma conversa sobre o que significa falar com alguém.

Com os ânimos mais acirrados, Bebianno afirma que só prega a paz o tempo inteiro. “Ontem eu falei com o senhor três vezes, sim. Falamos pelo WhatsApp. O que é que tem demais? Não falamos nada demais. A relevância disso… Tanto assunto grave para a gente tratar. Tantos problemas. Eu tento proteger o senhor o tempo inteiro. Por esse tipo de ataque? Por que esse ódio? O que é que eu fiz de errado, meu Deus?”, rebate o então auxiliar.

Bebianno também chega a dizer, em um dos últimos áudios revelados, que o militar “estava envenenado”. “Depois a gente conversa pessoalmente, capitão, tá? Eu tô vendo que o senhor está bem envenenado. Mas tudo bem, a minha consciência está tranquila, o meu papel foi limpo, continua sendo”, disparou.

O ex-ministro ainda se defende das acusações de que teria financiado candidaturas laranjas enquanto presidiu o PSL. “Se o Bivar escolheu candidata laranja, é um problema dele, político. E é um problema legal dela explicar o que ela fez com o dinheiro. Da minha parte, eu só repassei o dinheiro que me foi solicitado por escrito. Eu tenho tudo registrado por escrito. Então é ótimo que a Polícia Federal esteja, é ótimo que investigue, é ótimo que apure, é ótimo que puna os responsáveis. Eu não tenho nada a ver com isso”, defendeu-se.

A polêmica envolvendo Anitta e Pabllo Vittar durante as gravações do clipe de "Sua Cara", em parceria com Major Lazer, rende até hoje. Após um áudio ter vazado com Anitta falando que tinha desembolsado 70 mil dólares para custear a produção do vídeo, muitas pessoas especularam que o conteúdo tinha sido direcionado à Pabllo. 

Para amenizar um pouco a situação do hit de 2017, que atualmente soma mais de 400 milhões de views no Youtube, Pabllo Vittar compartilhou com os fãs nessa quarta-feira (26) um mimo que fez parte do videoclipe com Anitta. No Instagram, Pabllo mostrou que guarda um dos looks usado na gravação de "Sua Cara". 

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"Tenho até hoje. Mesmo com todos esses rolês de fofoca e intriga, saiba que você me proporcionou um dos melhores momentos da minha vida 'ever'!", declarou Pabllo, mandando um recado que seria para Anitta. 

Confira a publicação de Pabllo Vittar:

O Instagram adicionou um recurso de mensagem de voz ao direct. A novidade permite que os usuários enviem áudios de até um minuto em bate-papos particulares ou em grupo. A atualização foi lançada nesta segunda-feira (10), para smartphones com Android e iPhones.

Para usar o recurso, basta ir até a área de mensagens diretas, abrir um bate-papo e pressionar o botão de microfone. Ao soltar o ícone, o áudio será enviado automaticamente para o chat. Caso se arrependa do que gravou, basta deslizar o dedo na tela para o símbolo de lixeira e excluir o conteúdo. Recentemente, a empresa também lançou um mecanismo de chamadas em vídeo.

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A professora de redação Fernanda Pessoa, responsável por um famoso cursinho localizado no Centro do Recife, virou alvo, nesta terça-feira (9), de publicações e comentários nas redes sociais após um trecho de cerca três minutos de uma das aulas dela ser gravado e repassado em grupos do WhatsApp. No áudio, a docente fala com alunos eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) sobre a ausência do candidato em um dos últimos debates antes das eleições e questiona algumas das propostas apontadas por ele em campanha.

“Quem é que aqui na sala vota em Bolsonaro?” questionou a professora. “Vocês acham certo ele não participar de um debate à véspera de uma eleição? Eu queria ouvir vocês. Por que ele não vai participar? Se ele está bem e recebeu alta? (...) Se é democracia tem que ter debate, eu preciso saber quais são as respostas dele”, diz.

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Em um momento, uma pessoa lembra que no mesmo dia do debate o presidenciável concedeu entrevista a outra emissora de TV (após permissão do Tribunal Superior Eleitoral). Ao longo do áudio, a docente cita alguns possíveis impedimentos aos quais o presidenciável seria submetido se ganhasse e fala do perigo de se ter um general como vice.

“Meu sonho é que Haddad chegue no debate e diga ‘a gente está numa fase de muita rejeição no poder e quero pedir a todos os meus eleitores que votem em Ciro”, completa. Pouco tempo após a viralização do áudio, a professora passou a receber uma enxurrada de comentários positivos e negativos nas redes sociais. “#bolsonaro2018 Se está achando ruim, vai pra Venezuela”, diz um dos internautas. “FORÇA FERNANDA!!! você está muitoooo certa em estimular o pensamento crítico com seus alunos. NÃO A CENSURA. Tem meu apoio total!!!”, conta outra.

Além dos comentários no perfil da docente, a página de instagram do Movimento Brasil Livre Pernambuco (MBL-PE) compartilhou uma foto da professora com os dizeres “Doutrinação” e “Vergonha! Fernanda Pessoa usa sala de aula para constranger alunos que votam em Bolsonaro”.

Em nota divulgada no Instagram, a professora explicou o caso. Confira:

O Curso de Português Fernanda Pessoa, por meio de sua representante legal, vem a público esclarecer o conteúdo do áudio gravado em uma das aulas e recentemente veiculado nas mídias sociais. De uma aula de 3 horas e meia sobre educação a partir dos mais variados contextos (histórico, sociológico, filosófico, artístico e atual), foi retirado um áudio descontextualizado de cerca de 3 minutos, em que se falava somente sobre a importância de um debate para o processo democrático. Somos um Curso Livre, preparatório para o Enem e Vestibulares, com foco em Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação. Como é do conhecimento de todos, os temas sociais e políticos sempre fizeram parte desses tipos de exames, aos quais nossos alunos se submetem todos os anos, razão pela qual faz parte das nossas atribuições prepará-los como cidadãos críticos e seres pensantes. Trabalhamos com os mais diversos temas, sempre primando em ofertar aos nossos alunos discussões saudáveis, que desenvolvam o pensamento crítico e o conhecimento sobre todas as questões sociais que poderão ser cobradas em seus exames anuais.

Sabemos que a Liberdade de Expressão é direito fundamental de todos e garante a manifestação de opiniões, ideias e pensamentos sem que haja retaliação ou censura por parte de governos, órgãos privados ou públicos. No Brasil, a liberdade de expressão é garantida pelo artigo quinto da Constituição Federal; bem como, pelo artigo 220, § 2º, o qual dispõe ser vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. Dessa forma, diante do mal-entendido, vimos a público esclarecer aos nossos alunos, pais e responsáveis que não houve intenção de causar qualquer tipo de incômodo. Estamos à disposição dos alunos, pais e responsáveis para ouvir, esclarecer e abrir o diálogo, com todo respeito que sempre tivemos nesses 20 anos. Nossos sinceros e respeitosos cumprimentos,  Fernanda Pessoa

Por meio de uma transmissão ao vivo no Facebook, o padre Marcelo Rossi negou que a voz do áudio que viralizou no WhatsApp no qual um homem fala sobre política e declara apoio ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) seja dele. O religioso afirmou que a notícia é mentirosa e que jamais se mete em política. “Eu amados, não me meto em política. A minha função é orar pelo Brasil”, disse. 

Marcelo Rossi pediu que o ajudassem a descobrir quem é a pessoa que imitou a sua voz para orar por ela. “Não pode fazer o que ela fez. Isso é muito chato. Me ajude a colocar a verdade”. Ele ainda falou que se fizeram essa “maldade” é porque incomoda. “Não me cabe julgar, mas hai daquele que brinca com um servo de Deus", avisou.

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No falso áudio atribuído ao padre, um homem diz que o país vive um momento preocupante e mergulhado em uma crise moral, financeira e política. Também diz que só existe um candidato de direita preparado. “Que pode não ser o mais preparado, pode não ser o mais inteligente, o mais sensível, o que tem a melhor oratória, mas é o único que tem a chance de interromper esse plano de governo eterno que os partidos de esquerda sonham em construir”, diz em referência a Bolsonaro. 

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