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Ex-candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad (SP) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) deveria aproveitar o momento para também pedir desculpas ao povo argentino e outros setores da sociedade. Em publicação no Twitter, nesta terça-feira (29), Haddad ironizou o pedido que o presidente fez ao Supremo Tribunal Federal (STF) depois que um vídeo publicado em suas redes sociais repercutiu de maneira negativa.  

“Bolsonaro pediu desculpas ao STF. Podia pedir desculpas ao povo argentino; ao povo brasileiro; a toda humanidade; aos seres vivos de uma maneira geral; a Deus por invocar seu nome em vão”, escreveu o petista. 

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O presidente se desculpou com o STF ao conceder entrevista ao Estadão, nesta terça, pela publicação, nas redes sociais, de um vídeo que o compara a um leão e a Corte com uma das hienas que estão prontas para atacá-lo. Imagens e a comparação gerou um imbróglio com alguns ministros. 

Em entrevista ao Estadão, durante a visita que faz a Arábia Saudita, o presidente disse que o vídeo foi ‘injusto’. “Me desculpo publicamente ao STF, a quem por ventura ficou ofendido. Foi uma injustiça, sim, corrigimos e vamos publicar uma matéria que leva para esse lado das desculpas. Erramos e haverá retratação”, disse. 

Além do STF, também aparecem como predadores do presidente o PT, PSDB, a Organização das Nações Unidas (ONU), entre outros.

O nome do apresentador Luciano Huck vez ou outra aparece entre os eventuais candidatos à Presidência da República. Nesta sexta-feira (18), a revista Veja publicou uma pesquisa da FSB onde os cenários apontam que em uma hipotética disputa de segundo turno, Huck venceria o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e empataria, na margem de erro, com o presidente Jair Bolsonaro (PSL). 

O global só aparece em desvantagem quando o embate direto é contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. 

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De acordo com os dados, com Bolsonaro, o apresentador aparece com 39%  e o presidente 43%. O que configura empate técnico, uma vez que a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Já contra Haddad, Huck venceria com 40% enquanto o petista é preferido por 29% dos entrevistados. Ele perderia contra Moro, por 49% a 32%.

Huck não é filiado a nenhum partido, mas integra movimentos de renovação política e já afirmou que gostaria de ingressar na atividade política. 

Desempenho de Sergio Moro

Ainda segundo os cenários avaliados pela FSB, Sergio Moro seria, caso a eleição presidencial fosse hoje, uma aposta do eleitorado brasileiro. Entre os entrevistados pela pesquisa, na maioria dos cenários que o nome dele aparece como opção para o segundo turno ele vence.  

Contra Haddad, Moro teria 52%  e o petista 31% Haddad; já na enfrentando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-juiz receberia 50% e o líder político 37%. O menor percentual de votos para Moro aparece quanto ele disputa contra Bolsonaro. O presidente receberia 38% e o seu ministro da Justiça, 34%. 

Primeiro turno

No principal cenário para o primeiro turno, Jair Bolsonaro aparece em vantagem, com 34% das intenções de voto; Fernando Haddad (PT) tem 17%; Luciano Huck 11%; e o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), 9%.

Ainda completam a lista João Amoêdo (Novo) que contabiliza 5% das intenções e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), preferido por 3% dos entrevistados.

A pesquisa foi feita por telefone com 2.000 eleitores de 11 a 14 de outubro de 2019 em todos os Estados.

Coordenador do Movimento Brasil Livre e vereador de São Paulo, Fernando Holiday (DEM) afirmou que por mais que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) cometa erros, tê-lo no comando do país é “uma opção melhor” e menos arriscada do que um governo do PT. Em entrevista ao LeiaJá, durante passagem por Pernambuco no fim de semana, Holiday pontuou que a tendência, agora, é Bolsonaro melhorar sua atuação.

Em 2018, o MBL foi às ruas pedir voto para a eleição de Jair Bolsonaro, mas desde que ele iniciou o mandato não tem poupado críticas ao presidente e decidiu, no fim de maio, não apoiar manifestações pró-Bolsonaro que ocorreram pelo país

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Questionado sobre qual avaliação faria dos quase nove meses completos de governo, Holiday não colocou panos quentes diante dos deslizes do presidente, mas disse preferir uma gestão assim do que um país sendo gerido pelo ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, adversário de Bolsonaro nas eleições do ano passado. 

“Bolsonaro está demorando para entender a liturgia do cargo e a importância que é ocupar o cargo de presidente do Brasil. Ele tem cometido diversos equívocos, por exemplo, alguns acordos no Congresso Nacional são diferentes do que ele pregava nas eleições”, ponderou.

“São diversos erros, principalmente vindo dos filhos dele, o Eduardo e o Carlos Bolsonaro. Mas mesmo com todos esses erros, acredito que ainda assim é uma opção melhor do que a outra possível em 2018, que era Fernando Haddad. Qualquer risco que o governo Bolsonaro possa representar não chega perto do risco que representava um possível governo petista”, emendou o vereador da capital paulista. 

Ao justificar o argumento, Fernando Holiday salientou que “o petismo desenvolveu um sistema de governo com base na corrupção”. “O Mensalão e o Petrolão foram isso. Foi a compra do poder legislativo, por meio da corrupção você domina outros poderes e vai expandindo seu poder, semelhante ao que aconteceu na Venezuela. Considero a opção petista muito pior porque é sistematizado e de longo prazo. O governo Bolsonaro é uma coisa improvisada, é ruim também, mas não tanto quanto o projeto detalhado do petismo”, alegou o líder do MBL. 

Ainda para Holiday, os principais erros de Jair Bolsonaro foram os constantes ataques à imprensa, as declarações dúbias que deixam em dúvida o apreço dele pela democracia e a tentativa de indicar o filho, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), para a embaixada no Brasil nos Estados Unidos. 

“Em determinado momento, espero que o mais breve possível, figuras dentro do governo comecem a perceber e fazer uma autocrítica, que ainda não acontece. Daqui até o final do mandato a tendência é melhorar. Os principais erros que teriam que ser cometidos, já foram agora no começo. Dessa segunda metade do ano até o final, a ala dos militares juntamente com os ministros Sergio Moro e Paulo Guedes, que formam a ala sensata do governo está ganhando mais influencia e acredito isso é positivo para o país”, considerou o vereador. 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), tem uma espécie de preconceito com o Partido dos Trabalhadores (PT). Nos últimos tempos, Ciro não tem poupado críticas à legenda. Em entrevista à Revista Fórum, publicada nesta sexta-feira (20), Lula disse que o PT convidou o emedebista para compor sua chapa e, em caso de impedimento, ser o candidato tendo o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, como vice.

“Fernando Haddad que teve com o Ciro e falou para o Ciro que poderia ser meu vice, que no meu impedimento o Ciro seria candidato a presidente e Haddad seria vice dele. E o Ciro não aceitou. Eu acho difícil uma pessoa que se acha tão inteligente, como o Ciro, querer ser vice de um torneiro mecânico”, alfinetou Lula. 

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Indagado se isso era reflexo de algum preconceito de classe, Lula respondeu: “Eu acho que o Ciro é preconceituoso com o PT. Ele tem um quê… é só perguntar para o PT do Ceará. Ele odeia o PT do Ceará”.

Na avaliação do ex-presidente, “Ciro não nasceu para militar em um partido político”. “O Ciro nasceu para ser dono de alguma coisa dele. Ele manda, ele desmanda, ele faz, ele desfaz. Ou seja, isso não cabe dentro do PT. Então, se o Ciro quiser ser presidente com voto dos setores progressistas, ele terá que se aliar à esquerda, e na esquerda ele não tem muita opção. Ele tem só o PT e o PCdoB. Mas a impressão que eu tenho é que ele está fazendo um discurso muito mais para agradar setores de direita que ele acha que abandonaram os tucanos, do que para a esquerda. De qualquer forma, é uma pena… Eu gostaria que o Ciro fosse diferente”, ressaltou o líder-mor petista.

Questionado também se ficava magoado com as declarações de Ciro, Lula disse que sim. “Eu fico, fico chateado. Como se uma pessoa amiga estivesse falando mal de mim. Agora, também não posso pedir para ele falar bem”, observou.

Na sua mais recente crítica, Ciro disse que o "campo progressista" perderá as próximas três ou quatro eleições se a "burocracia do PT" se mantenha diante da estratégia em nome do que classificou como “direção imperial" de Lula.

Ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta terça-feira (3) que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) “não gosta dos professores”. A avaliação do petista se deu após o anúncio de cortes na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). 

Baseado na informação de que o maior corte da Capes atingiria as bolsas destinadas para a reciclagem de docentes da educação básica. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, de R$ 806 milhões neste ano, o orçamento deve cair para R$ 375 milhões em 2020 —um corte de 53,42%.

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“Bolsonaro não gosta de professores: bolsas para formação continuada de professores da educação básica terão corte de 53,42%. Quanta ignorância!!”, disparou Haddad, que também é professor, mas acadêmico. 

Segundo um anúncio feito pelo Ministério da Educação nessa segunda (2), a Capas terá um corte de 5.613 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no Brasil a partir deste mês. Desde janeiro, esta é a terceira vez comunicam medidas deste tipo. No total, já se somam 11 mil bolsas cortadas.

Parlamentares do PT repercutiram, nesta segunda-feira (2), o resultado da pesquisa Datafolha que aponta reprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e indica que se o segundo turno das eleições presidenciais de 2018 fosse hoje quem venceria a disputa seria o então candidato petista, Fernando Haddad. 

Presidente nacional do partido e deputada federal, Gleisi Hoffmann (RS) usou o Twitter para salientar que o “povo brasileiro está percebendo o desastre que é o desgoverno Jair Bolsonaro, cerca 25% já se dizem arrependidos do voto. Fernando Haddad era a melhor opção para o país”. 

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Corroborando o pensamento, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), observou que não há nada mais que sustente o governo. “Em somente oito meses, ele já desmoronou. O Brasil acordou para as mentiras contadas e para a imensa incompetência dessa turma de toscos, comandado por um bravateiro alienado”, argumentou.

A deputada federal Marília Arraes (PE) também expôs sua avaliação na rede social e ponderou que “as máscaras caíram”. “O número de brasileiros que avalia como ruim ou péssimo o Governo Bolsonaro cresceu de 33% para 38%. Os dados da mais recente pesquisa Datafolha deixam claro: todas as máscaras caíram! É hora de unir forças e retomar o Brasil para os brasileiros”, frisou. 

Crítica ferrenha de Bolsonaro, a deputada federal Maria do Rosário (RS) também alfinetou o presidente e disse que o Brasil paga por uma campanha baseada em mentiras.

“Os números são reflexo da realidade. O Brasil paga o preço de uma campanha baseada em ataques, mentiras e na falta de projeto de desenvolvimento nacional. Do lado de cá, seguimos mobilizados, tentando barrar retrocessos e apresentando propostas ao Brasil”, ponderou.

O Datafolha divulgou um levantamento, nesta segunda-feira (2), indicando que se o segundo turno das eleições presidenciais fosse hoje quem venceria era Fernando Haddad (PT) com 42% dos votos, contra 36% de Jair Bolsonaro (PSL). De acordo com informações da pesquisa publicada pelo jornal Folha de São Paulo, 18% votariam branco ou nulo e 4% não souberam responder.

O segundo turno das eleições presidenciais de 2018 aconteceu em 28 de outubro e quem foi eleito foi Bolsonaro com 55,13% dos votos válidos. Haddad conquistou 44,87%. 

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A pesquisa foi realizada nos dias 29 e 30 de agosto e ouviu 2.878 pessoas de 175 cidades brasileiras. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Segundo os dados, entre os entrevistados que declararam ter optado por Bolsonaro em 2018, 74% disseram que manteriam o voto se a eleição fosse hoje. Já 10% mudariam para Haddad e 13% votariam branco ou nulo. Por outro lado, a amostra cita que 88% dos que disseram ser eleitores do petista manteriam o voto e 4% transfeririam sua escolha para Bolsonaro. 

Hoje, aponta o Datafolha, a maioria dos que afirmaram estar desempregados (52%) optariam por Haddad diante de Bolsonaro (26%). Já entre os empresários, o quadro se inverte: 61% votariam em Bolsonaro e 26% no petista. 

Ainda se a eleição fosse hoje, Haddad venceria entre pardos (por 43% a 36%), pretos (53% a 26%), amarelos (44% a 30%) e indígenas (40% a 34%), mas perderia entre os brancos (36% a 43%).

Para um público que compareceu ao mercado de Casa Amarela, Zona Norte do Recife, neste sábado (31), o líder do PT no Senado, Humberto Costa, defendeu, ao lado do ex-ministro Fernando Haddad, a ampliação do diálogo para barrar "medidas impopulares" do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). 

Segundo o senador, é preciso unir forças contra o projeto bolsonarista e "antipovo". Humberto disse que o Brasil deve olhar para o que aconteceu na Argentina, onde o presidente Mauricio Macri adotou um modelo parecido com o que vem sendo defendido por Bolsonaro e levou o país a uma crise. 

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"Nós continuamos na trincheira, na resistência contra esse governo. Temos que estar juntos, nos organizar para que a gente possa impedir os desmontes e barrar essa política econômica, que amplia o desemprego, a desigualdade e gera sofrimento para o nosso povo. O caminho é de uma unidade nacional. Pernambuco, assim como todo Nordeste e o Brasil, precisa estar unido na luta para enfrentar o governo Bolsonaro", afirmou o senador. 

O ato foi realizado no contexto da Caravana Lula Livre, encabeçada por Haddad e que contou com a presença de deputados federais, estaduais e diversas lideranças políticas como João Paulo, Teresa Leitão e Luciana Santos. Na mesma linha, Haddad criticou a postura de Bolsonaro, que, desde que assumiu a presidência, tem dado declarações que vêm gerando reação no Brasil e no mundo.

"O presidente da República é um sujeito que dia sim e outro também só faz besteira. Ele sempre tem uma palavra para ofender alguém, seja mulher, indígena, negro ou nordestino. Bolsonaro só faz dividir o país e se você não for miliciano, você não tem respeito dele. Ele só respeita miliciano", disparou Haddad.

Ex-candidato do PT a presidente em 2018, Fernando Haddad (PT) projetou, neste sábado (31), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá ser solto até o fim do mês de setembro. 

A afirmativa do petista aconteceu em conversa com a imprensa antes de discursar durante um ato da Caravana Lula Livre que aconteceu no bairro de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife, onde se reuniram, de acordo com a organização, cerca de 5 militantes. Haddad observou que “há injustiças” na sentença do ex-presidente. 

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“O Lula deve sair até o final de setembro”, disse o ex-prefeito de São Paulo. “E aí devemos rodar o país com ele explicando o que aconteceu e está acontecendo com o Brasil no governo Bolsonaro e apresentando um projeto de país e retome o desenvolvimento de todas as regiões, especialmente o nordeste que a gente sabe que começou uma mudança de vida com o presidente Lula e precisa continuar”, emendou. 

Preso desde abril de 2018, Lula tem duas condenações na Lava Jato pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, nos casos do Sítio Atibaia e do Triplex do Guarujá - este já tramitado em segunda instância. Para Haddad, há “injustiças” nas sentenças contra o líder-mor petista. 

“Está cada vez mais claro que foram cometidas algumas injustiças contra o presidente Lula, tem muitas decisões sendo revertidas e a gente espera que a decisão condenando Lula também seja revista porque não teve amplo direito de defesa e o juiz o condenou absolutamente sem provas, se quer com um crime cometido”, argumentou. 

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Já durante o ato, Haddad voltou a tratar do assunto e observou que “Lula Livre é a palavra de ordem mais importante” para eles hoje. “Não podemos conviver com injustiça. Uma coisa é política, você ganha, você perde, outra coisa é inventar uma história para tirar o maior líder político do país da disputa eleitoral. Enquanto Lula não estiver entre nós não vamos sair das ruas”, declarou o ex-prefeito. 

A caravana em defesa de Lula com Haddad já esteve em cidades do Sul, Sudeste e Norte. Antes vir ao Recife, ele cumpriu agenda em Fortaleza nessa sexta-feira e neste domingo (1º) vai participar de um ato em Monteiro, na Paraíba.

Além dele, participaram do evento no Recife, a vice-governadora e presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos; o senador Humberto Costa (PT); os deputados federais Marília Arraes e Carlos Veras, ambos do PT; os estaduais Doriel Barros (PT), Teresa Leitão (PT), João Paulo (PCdoB) e as Juntas (PSOL).

De passagem pelo Recife neste sábado (31), o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) é um "destrambelhado" e não respeita os brasileiros que não são milicianos. O petista participou de um ato da Caravana Lula Livre no bairro de Casa Amarela, na Zona Norte da capital pernambucana. 

Ao falar para os militantes que participavam do evento em defesa da liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Haddad também culpou o procurador chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, pela ascensão de Bolsonaro. 

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"Dallagnol impediu o Lula de estar no lugar desse destrambelhado. O outro só faz besteira na presidência da República", disparou o petista. "Como é que a gente consegue se habituar com um sujeito que dia sim e o outro também faz besteira na Presidência da República, ele sempre tá ofendendo alguém, mulheres, negros, índios. Bolsonaro só faz dividir o país e se você não for miliciano não tem respeito dele", acrescentou, lembrando pouco antes da fala do presidente chamando os governadores da região Nordeste de "paraíbas", termo pejorativo usado para denominar nordestinos no Sul do país. 

Ex-candidato a presidente pelo PT em 2018, Haddad também questionou o discurso de campanha de Jair Bolsonaro contra a corrupção. "Agora acharam o Queiroz e quem achou não foi a polícia, foi um jornalista da Veja. Essa turma que dizia que queria passar o Brasil a limpo não quer não. Estão protegendo o Flavio [Bolsonaro] e querendo mandar o fritador de hambúrguer para os EUA só porque é amigo de [Donald] Trump", alfinetou.

Considerado um dos líderes da esquerda nacional, o petista aproveitou ainda para convocar os nordestinos a alertarem seus parentes que residem no Sul do país sobre o que chamou de "retrocessos" no país e ponderou que é "hora de resgatar o país".

Antes de subir ao mini-trio elétrico que serviu de palanque no Recife, Haddad conversou com jornalistas e argumentou que há uma “política de desmonte das estruturas do Estado”. 

“Se pegarem o orçamento que o Bolsonaro mandou para o Congresso o país não vai sobreviver em 2020. O próprio Exército vai ter que ser paralisado, não tem condição. Imagina alguém que queria declarar guerra na América do Sul não tem condições de alimentar seus próprios soldados”, frisou.

A caravana em defesa de Lula com Haddad já esteve em cidades do Sul, Sudeste e Norte. Antes vir ao Recife, ele esteve em Fortaleza nessa sexta-feira. Já no domingo (1º), um ato está marcado para acontecer em Monteiro, na Paraíba.

Além dele, participaram do evento no Recife, a vice-governadora e presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos; o senador Humberto Costa (PT); os deputados federais Marília Arraes e Carlos Veras, ambos do PT; os estaduais Doriel Barros (PT), Teresa Leitão (PT), João Paulo (PCdoB) e as Juntas (PSOL).

Os ex-candidatos à Presidência da República nas eleições de 2018, Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT), se encontraram nesta sexta-feira (30) na abertura do 29º Cine - Festival Ibero-americano de Cinema em Fortaleza, no Ceará.

Haddad foi recebido no evento sob gritos de “Lula Livre” e Gomes, que já estava no local, recebeu o petista com um abraço. Apesar de se declarar não favorável à campanha de liberdade a Lula, o pedetista realizou uma presença de anfitrião para Haddad.

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Desde a época das eleições Ciro vem fazendo críticas à postura do PT frente à política nacional, assim como já chegou a criticar, durante um discurso em um evento da União Nacional dos Estudantes (UNE), o posicionamento de alguns jovens em defesa de políticos envolvidos em corrupção.

Nesta sexta, entretanto, Ciro foi cordial e esteve ao lado de Haddad, que vestia uma camisa com os dizeres “Lula Livre”. O atual governador cearense, Camilo Santana (PT), também esteve na ocasião.

Apesar de anunciada a vinda da deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, ao recife junto ao petista Fernando Haddad para este sábado (31), a viagem da parlamentar precisou ser cancelada e o motivo não foi divulgado.

Entretanto, a agenda do candidato à Presidência da República pelo PT nas eleições de 2018 mantém a mesma no Recife. Haddad deve chegar por volta das 10h no mercado de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife.

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Entre as atividades realizadas pelo Comitê Lula Livre, junto com Haddad, estão bandeiraços, adesivaços, conversas com população e coleta de assinaturas pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Haddad vem de Fortaleza e, depois do Recife, segue para a cidade de Monteiro, na Paraíba, no domingo (1), pela Caravana Nordeste Lula Livre “em defesa da Amazônia, da Educação e por Lula Livre”. A caravana deve percorrer diversas cidades da região.

Em entrevista concedida à BBC nesta semana, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teceu uma série de elogios à deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann. 

Lula afirmou que prefeito Gleisi a Fernando Haddad no comando nacional da legenda “porque ela é corajosa, porque ela defende o PT em qualquer situação, e porque ela provou que foi uma extraordinária presidente”. 

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Sobre a “negativa” dada a Haddad, Lula explicou que o motivo é porque ele deve galgar outros objetivos, como a presidência da República. “Eu disse a ele: você não deve ser candidato a presidente do PT. Você virou uma personalidade pública nesse país. Se você entrar na presidência do PT, você vai ficar com um carimbo na testa de PT e você não vai ter a amplitude que você pensa que vai ter", disse Lula.

Para endossar sua explicação quanto a sua preferência por Hoffmann à frente do PT, Lula comparou a sua trajetória política com a de Fernando Haddad e pontuou que ele já tem uma representação maior que o partido.

“Quando eu, nas eleições de 1989 virei muito grande, sabe o que eu fiz? Criei um instituto, saí da presidência do PT, para poder ter relações com outras pessoas. Por isso que eu acho que o Haddad não pode ser presidente do PT, porque o Haddad teve uma representação maior do que o partido. Ele precisa conversar com essa sociedade além do PT que votou nele e ele não pode estar com um carimbo do PT. Ele tem que ser uma personalidade”, declarou.

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), desembarca em Pernambuco no próximo sábado (31) para um ato da Caravana Lula Livre, movimento criado pelo PT para lutar contra a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mobilização faz um giro pelo Nordeste a partir desta sexta-feira (30). No Recife, o evento está marcado para às 10h em frente ao Mercado de Casa Amarela, no bairro homônimo, na Zona Norte da capital pernambucana. 

Ex-candidato do PT a presidente em 2018, Haddad defenderá a soltura de Lula e também deverá se posicionar contra as medidas adotadas pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) para a área de educação e a postura dele diante das queimadas e do desmatamento na Amazônia. 

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De acordo com informações da agência de notícias do PT, a caravana com Haddad já esteve em cidades do Sul, Sudeste e Norte. A presidente nacional do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann (RS), também deve participar do ato. 

Antes do Recife, o movimento aportará em Fortaleza na sexta-feira. Já no domingo (1º), um ato está marcado para acontecer em Monteiro, na Paraíba. 

 

Ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) afirmou, nesta terça-feira (27), que faltou isenção e sobraram “preconceito e ódio” entre os procuradores que compõem a força-tarefa da Lava Jato diante das perdas familiares do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

De acordo com reportagem do UOL desta terça, a partir de mensagens recebidas pelo site The Intercept Brasil, os procuradores ironizaram a morte da esposa do ex-presidente, Marisa Letícia, o luto do petista e divergiram quanto aos pedidos de Lula, quando já estava preso, para ir ao enterro do irmão, Genival Inácio da Silva, e do neto, Arthur Araújo Lula da Silva.  

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Na avaliação de Haddad, a troca de mensagens relatada na matéria é “triste”. “Realmente faltavam sobriedade e isenção e sobravam preconceito e ódio. As mortes da esposa, do irmão e do neto não foram minimamente respeitadas”, ponderou o candidato do PT à Presidência da República em 2018.

Haddad não foi o único a refutar o comportamento exposto nas conversas. O deputado federal Paulo Teixeira (PT) disse que os procuradores “prestaram concurso para procuradores de justiça sem serem justos”.

E a presidente nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (RS) questionou a quem responderão os procuradores. “Não bastasse o sofrimento causado a toda família de Lula pela forma como foram investigados, expostos, humilhados, o q sem dúvida levou a morte de d Marisa, essa turma ainda se dava ao direito de chamar de mimimi a dor de luto do Lula. A quem responderão?”, questionou. 

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) defendeu, nesta quarta-feira (21), o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Para Dilma, o correligionário foi vítima de uma “sandice jurídica” ao ser condenado pela Justiça Eleitoral por crime de caixa 2 nas eleições de 2012, quando foi eleito para comandar a capital paulista.

A ex-presidente ponderou também que Haddad vem sendo alvo de perseguição por ter conquistado 47 milhões de votos nas eleições presidenciais de 2018, contra o atual presidente Jair Bolsonaro (PSL).

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“Desde o golpe o Brasil assiste a condenações sem provas por crimes que não foram cometidos. Agora, Haddad foi condenado por um crime que não cometeu e do qual sequer foi acusado. Uma sandice jurídica. Haddad é alvo de perseguição por ter feito 47 milhões de votos no ano passado”, escreveu em publicação no Twitter.

A pena imposta a Haddad pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral, Francisco Shintate, foi de 4 anos e 6 meses em regime semiaberto, por falsidade ideológica eleitoral. A sentença ainda cabe recurso.

O ex-prefeito foi denunciado por suposto caixa dois de R$ 2,6 milhões da UTC Engenharia. Pelo mesmo caso, o petista foi inocentado na esfera criminal pela 12.ª Câmara do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Por unanimidade, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu pela improcedência de uma ação que apontava favorecimento de um jornal estatal da Paraíba à campanha de Fernando Haddad e Manuela d’Ávila, que concorreram, respectivamente, aos cargos de presidente e vice-presidente da República em 2018. Consequentemente o caso será arquivado.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foi proposta pela coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos, que teve Jair Bolsonaro como candidato eleito. Os autores pediam a inelegibilidade dos envolvidos por abuso de poder político e conduta vedada, inclusive do governador da Paraíba, por permitir o suposto uso do jornal A União – ligado à universidade do estado – em favor da campanha contrária a Bolsonaro.

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Voto do relator - O ministro Jorge Mussi, relator do caso, ressaltou em seu voto que a caracterização do abuso de poder sempre deve levar em conta o aspecto qualitativo da conduta a evidenciar o comprometimento da legitimidade da eleição, e que as provas devem ser irrefutáveis no sentido de demonstrar a inequívoca gravidade para macular o equilíbrio das eleições.

Em seu entendimento, tais requisitos não foram atendidos na ação. Mussi avaliou todas as cinco edições do jornal publicadas em outubro de 2018 e concluiu que não há referência favorável à candidatura de Fernando Haddad, mas apenas relato de fatos e opiniões contra críticas do então candidato Bolsonaro por não ter vencido o primeiro turno naquela região.

Para o relator, não há prova de que o governador valeu-se de meio de comunicação para convocar a militância política a trabalhar pela eleição de Haddad. O que se vê, segundo ele, é a mera reprodução de manifestação de ato político convocando seus apoiadores a participar do processo eleitoral, “o que é lícito e válido”.

Por fim, o relator destacou que o conteúdo do periódico demonstra a defesa apaixonada do povo nordestino, bem como a exibição de nota da universidade em repúdio a ações violentas e em defesa da educação e dos valores democráticos, sem agressão à honra ou à imagem de candidato ou qualquer propaganda eleitoral explícita.

“O conteúdo das reportagens não revelam a nítida intenção de denegrir a imagem de Jair Bolsonaro e também não podem ser consideradas difamatórias, tampouco inverídicas, estando nos estritos limites da liberdade de imprensa”, afirmou Jorge Mussi, ao destacar também que as edições do jornal regional, de baixa tiragem e circulação restrita, não tiveram força suficiente para desequilibrar a disputa em âmbito nacional.

Da assessoria do TSE

Presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), a deputada federal Gleisi Hoffmann (RS) afirmou, nesta segunda-feira (29), que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, foi um “grande cabo eleitoral” do presidente Jair Bolsonaro (PSL). 

“Grave, muito grave! Moro divulgou uma delação de Palocci que tinha questionamento do Ministério Público, não tinha conteúdo de prova, mas fez para causar confusão política às vésperas das eleições. Isso prova que Moro foi um grande cabo eleitoral de Bolsonaro”, argumentou, em publicação no Twitter.

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A exposição da parlamentar petista diz respeito a uma reportagem desta segunda do jornal Folha de São Paulo, baseada no conteúdo de mensagens trocadas no Telegram por procuradores da Lava Jato e o ex-juiz recebido pelo site The Intercept Brasil. 

A matéria aponta que o agora ministro considerava frágeis as provas da delação premiada de Antonio Palocci.  No acordo, o ex-ministro acusou os ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT, de cometerem crimes de corrupção. Mesmo considerando “difícil de provar”, segundo conversas trocadas por procuradores, o conteúdo da delação foi divulgado por Moro no dia 1º de outubro de 2018, às vésperas das eleições. 

Lula foi o principal fiador da campanha de Fernando Haddad, que o substituiu na disputa depois que o ex-presidente foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Haddad terminou a disputa em segundo lugar e foi para o segundo turno contra Bolsonaro, mas perdeu o pleito.

Candidato do PT nas eleições presidenciais de 2018, Fernando Haddad comentou, na manhã desta segunda-feira (29), as novas revelações da chamada “Vaza Jato” - como vem sendo denominada a divulgação de troca de mensagens entre procuradores da força-tarefa da Lava Jato e do ex-juiz Sérgio Moro obtidas pelo site The Intercept Brasil. 

Na avaliação de Haddad, que é ex-prefeito de São Paulo, Moro agiu politicamente ao divulgar o conteúdo da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci sete dias antes do pleito, em outubro do ano passado. 

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“Enquanto negociava cargo no governo, Moro agia politicamente nas eleições. Como pode permanecer na função?”, indagou o petista em publicação no Twitter. “Moro achava fraca delação de Palocci que divulgou às vésperas de eleição, sugerem mensagens”, acrescentou, ao compartilhar reportagem desta segunda do jornal Folha de São Paulo, baseada no conteúdo recebido pelo The Intercept. 

A matéria aponta que o agora ministro da Justiça e Segurança Pública considerava frágeis as provas da delação premiada de Antonio Palocci.  No acordo, o ex-ministro acusou os ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT, de cometerem crimes de corrupção. Lula foi o principal fiador da campanha de Haddad que, inclusive, o substituiu na disputa depois que o ex-presidente foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa. 

O petista Fernando Haddad utilizou seu perfil oficial no Twitter neste sábado (27) para expressar apoio à Manuela d’Ávila (PCdoB), que vem sido alvo de ataques nas redes sociais desde esta sexta-feira (26).

Os ataques a d’Ávila começaram após Walter Delgatti Neto, o hacker preso nesta terça-feira (23) sob suspeita de invadir os celulares de membros do governo, ter prestado depoimento e dito que quem intermediou o seu contato com o jornalista Glenn Greenwald foi d’Ávila.

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“Manuela tem sido vítima dos golpes mais baixos desde a campanha. Não se curvou. Tenho muito orgulho de ter enfrentado as práticas eleitorais mais repugnantes lado a lado com ela. Seguiremos firmes até derrotar o fascismo”, pontuou Haddad. 

Nas eleições de 2018, Manuela d’Ávila era vice na chapa do petista. Ambos enfrentaram o atual presidente Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno do pleito, mas perderam com 44,87% dos votos.

Por meio de uma nota nesta sexta-feira, Manuela confessou ter repassado o contato do hacker Walter Delgatti Neto, o "Vermelho", ao jornalista Glenn Greenwald. Ela também, inclusive, ofereceu o seu aparelho celular para que a Polícia Federal faça as devidas investigações cabíveis.

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