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O setor de games foi o que obteve maior desconto médio nos produtos durante a semana da Black Friday, com 14% de redução nos valores. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O levantamento monitorou 2 mil preços, divididos em nove categorias.

Depois do grupo dos games, vieram os smartphones e celulares empatados no segundo lugar com a categoria de moda e acessórios (10% de desconto médio), além dos eletrodomésticos e eletroportáteis e informática, também em empate na terceira colocação com 9% de desconto. Ao destrinchar os números em subgrupos, os maiores descontos nominais foram para smartbands (relógio que monitora os sinais vitais do usuário), com redução de 26%; cafeteiras elétricas, 20%; e videogames, 17%.

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O levantamento inédito da CNC calculou ainda os descontos reais, aqueles que superaram o menor preço médio praticado nos últimos 40 dias. Nesse caso, os produtos vencedores foram as smartbands, com 20% de desconto real; óculos de sol e calças masculinas, com 10%. O economista da instituição, Fabio Bentes, explica que a diferença das reduções de preço de cada produto para a redução média da categoria acontece porque os lojistas compensam ofertas mais agressivas em determinados artigos com descontos menores em outros da mesma categoria. "Em uma loja em que se apresentam descontos a partir de 60%, ninguém espera que todas as peças tenham essa redução. Algumas terão porcentagens menores e outras estarão no preço normal."

Todas as categorias monitoradas tiveram descontos na semana da Black Friday, no entanto, na média, os setores de TV e eletrodomésticos; esporte e lazer; e móveis não atingiram porcentagem de desconto real. Outra curiosidade é que um dos 5 itens mais buscados para compras nesta semana, foi a camisa do Flamengo. A pesquisa considerou preços praticados em pelo menos cinco lojas de varejo e usou como base de dados os três principais portais de busca de preços do Brasil.

Reclamações

McDonald's e Burger King figuravam na primeira e segunda posição de empresas com mais reclamações na plataforma Reclame Aqui. Foram 323 e 293 queixas respectivamente até as 18h da sexta, 29. As rivais do segmento fast food foram notificadas pelo Procon-SP pela suspensão das respectivas promoções por uma falha no sistema de pagamento.

Os clientes das lanchonetes só teriam direito às ofertas caso fizessem o pagamento por meio do aplicativo Mercado Pago. Mas as equipes de fiscalização do órgão verificaram que várias lojas estavam com o sistema inoperante. Por isso, as empresas devem responder a um processo administrativo e podem ser multadas. Ambas as empresas disseram que o não funcionamento do aplicativo foi consequência da grande procura por parte dos clientes.

Em nota, o McDonald's lamentou o ocorrido e reforçou que está "colocando todos os esforços com o parceiro para mitigar o impacto na experiência do consumidor". Já o Burger King reforçou o compromisso em oferecer serviços de qualidade aos seus consumidores. "Por isso, vamos manter as ofertas para todos os meios de pagamento, nos restaurantes participantes."

Produtos inusitados

O Magazine Luiza vendeu o equivalente a 13 mil quilômetros de papel higiênico no evento que ocorreu na véspera da Black Friday, batizado de Black Das Blacks. Cada pacote com 16 rolos foi comercializado por R$ 9,90 e o total vendido é suficiente para cobrir uma distância entre São Paulo e Sydney, na Austrália.

Comprar papel higiênico é um hábito que vem se consolidando nessa data do varejo. Segundo a startup Promobit, que reúne diversos produtos à venda na sua plataforma, um pacote de papel higiênico com 24 rolos contabilizou mais de 5 mil redirecionamentos a páginas de e-commerce que oferecem o produto. Ainda de acordo com a Promobit, outros produtos "inusitados" procurados foram o kit de limpeza MOP, preservativos, máquina de solda inversora, aparelhos de pressão e monitores cardíacos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Noverde, empresa especializada em crédito online, identificou um aumento 198%, em golpes que prometem empréstimos via WhatsApp. A companhia apontou que, se antes os criminosos virtuais usavam nomes de bancos conhecidos para aplicar as fraudes, dessa vez o disfarce leva o nome das fintechs - ou seja, startups que trabalham como alternativa de serviços do sistema financeiro.

De acordo com a companhia, os números dão ideia da dimensão do problema. De janeiro até setembro dos últimos três anos, foram 232 casos em 2017, 519 em 2018 e 683 em 2019, um aumento de 198% em dois anos. Já nos nove primeiros meses de 2019 foram registrados 683 registros deste golpe, quase o mesmo número do ano anterior. A modalidade do golpe ainda não possui uma divisão específica no Sistema Digital de Ocorrências da Polícia Civil de São Paulo para relatar este tipo de crime. 

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O aumento é visto como uma consequência do relaxamento das pessoas em relação às fintechs, que antes eram tratadas com mais desconfiança, e hoje, fazem parte do cotidiano de mais brasileiros. 

Confira dicas para evitar cair nesse tipo de golpe: 

Ignore mensagens enviadas de pessoas desconhecidas que peçam para clicar em links para conseguir um empréstimo. 

Marque esse tipo de mensagem como SPAM. 

Tenha controle sobre quais formulários com pedidos de crédito você preencheu. Empresas com boa reputação costumam oferecer uma experiência simplificada.

Desconfie de mensagens que indiquem que seu crédito foi aprovado junto a empresas que você não tenha um relacionamento, por exemplo. 

Ao receber uma oferta de crédito, pesquise sobre a reputação da empresa, especialmente por meio de recomendações de outros clientes. Golpistas usam a desinformação do usuário e se aproveitam da necessidade das pessoas que precisam daquele dinheiro.  

Se persistir a dúvida, entre em contato pelos telefones disponíveis nas páginas oficiais da empresa para esclarecer sobre a veracidade da oferta.  

Redobre a atenção com ofertas de empréstimos que peçam um depósito antecipado como “taxa de conveniência” ou algum serviço de análise de crédito, para liberar um valor pré-aprovado.

Se a mensagem vier com muitos erros gramaticais ou o atendimento for muito informal, como por exemplo, audios de WhatsApp, há probabilidade grande de ser golpe.

Não caia em pressões psicológicas que dão um prazo de poucas horas para a concretização do “empréstimo”. Há casos em que os golpistas prometem abono de parcelas caso o comprovante de depósito seja feito em poucos minutos.

O programa Vem Ser S/A desta quarta-feira (8), apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevista a sócia e diretora comercial do Reclame Aqui, Gisele Paula. O Vem Ser S/A é transmitido a partir das 20h, no Facebook e YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

Gisele Paula conversa sobre como o relacionamento com o cliente funciona após o avanço das redes sociais e também sobre a importância da reputação para uma marca. Mais de 700 mil pessoas visitam a página do Reclame Aqui diariamente.

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A diretora comercial conversou um pouco sobre sobre como o hub de reputação conseguiu se tornar monetizado, ajudando as empresas a melhorar a reputação com o B2B e gerando um faturamento que já chama atenção de investidores de fora. Por meio desses investimentos, hoje, cerca de 180 colaboradores trabalham no local.

Quem já passou pela experiência de se sentir lesado após uma compra ou serviço sabe da dificuldade de realizar uma reclamação formal. Para agilizar ainda mais o processo de queixas e resoluções por parte das empresas, o Reclame AQUI começou a atender os usuários também via WhatsApp.

Para usar o serviço é preciso adicionar o número da empresa (11) 97062-2753 e informar que deseja fazer uma reclamação. Após o primeiro contato o usuário será respondido por meio de inteligência artificial, passando por um passo a passo até postar o texto pelo Reclame AQUI. Para concluir a ação o sistema envia um link para o usuário validar a queixa no site. É importante ser cadastro ou preencher os dados para fazer parte da plataforma.

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Confira o passo a passo (via Reclame AQUI):

1. Inicie a conversa

2. Diga qual será a empresa que receberá a queixa

3. Escreva o título e o texto da reclamação que pretende fazer

4. Edite, confirme ou cancele sua reclamação

5. Faça o login para sua queixa ser validada

Com dois dias de acompanhamento das promoções de Black Friday, o site Reclame Aqui já somava 2.794 reclamações na atualização feita às 11h desta sexta-feira (23). Na lista de produtos com mais reclamações, as passagens aéreas apareceram pela primeira vez no ranking, ocupando a terceira posição, com 5,1% de representatividade.

Smartphones e celulares seguem na liderança, com 10,5%, acompanhados por TV, 6,5%, e tênis, 4,3%. Na quinta colocação, com 2,8%, aparece o cartão de crédito.

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Propaganda enganosa é mais uma vez o maior motivo de queixa, com 12,6% dos registros. Divergências de valores e problemas na finalização da compra são os outros dois motivos mais reclamados, com 8,4% e 6,7%, respectivamente.

Entre os Estados com maior número de reclamações, São Paulo é o primeiro, com 41%, seguido por Rio de Janeiro e Minas Gerais, empatados com 11%.

O total de reclamações no site em 2017 foi de 3.500, no entanto, o acompanhamento havia começado mais tarde, às 18 horas de quinta-feira - este ano, a análise foi iniciada às 11 horas da última quarta-feira. Em 2016, que teve o mesmo tempo de análise de 2017, o total de reclamações foi de 2.900.

Comércio digital lidera

Já preparado para esse cenário e com plantão especial para a data, o Procon-SP divulgou no fim da manhã a primeira parcial das empresas mais reclamadas da sexta-feira de descontos desse ano. Novamente, o comércio digital lidera a insatisfação dos clientes.

A Cnova Comércio Eletrônico, responsável pelos sites casasbahia.com, extra.com e pontofrio.com, é a primeira colocada em reclamações, somando 30 desde a madrugada.

Em seguida vem a B2W Companhia Digital, responsável por americanas.com, submarino, shoptime e soubarato, com 15 reclamações.

As primeiras colocadas trabalham exclusivamente com e-commerce e são seguidas por Dell Computadores do Brasil LTDA (9 reclamações), Magazine Luiza S/A (5) e Carrefour Comércio e Indústria LTDA (4).

O problema mais registrado, com 34,23% das insatisfações, foi o de maquiagem de desconto, quando o consumidor considerou que a oferta não foi verdadeira.

O segundo motivo mais citado foi o de pedido de cancelamento pela empresa depois da compra (29%) e, em seguida, a mudança de preço ao finalizar a compra foi a terceira reclamação mais ouvida (27%).

No total o Procon-SP já registrou 149 reclamações, além de 151 consultas e orientações referentes à Black Friday.

De acordo com o site Reclame Aqui, a Uber, aplicativo de transporte privado urbano, ficou em nono lugar na lista de empresas que mais receberam reclamações de usuários paulistanos, na primeira quinzena deste ano, com 388 queixas.

Durante o ano de 2016, São Paulo foi a cidade que mais reclamou da corporação, no total foram 8.431 queixas. Em segundo lugar, aparece o Rio de Janeiro com 5.359, e em terceiro, Belo Horizonte, com 2.037.

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A Uber informou que o aplicativo tinha 1 milhão de brasileiros cadastrados no final de 2015 e que hoje esse número chega a 9 milhões.

A companhia também ressaltou que para atender o crescimento da demanda, inaugurou uma Central de Atendimento em São Paulo, na semana passada. 

 

O Instituto Reclame Aqui está lançando um projeto contra a corrupção que tem o objetivo de informar e alertar a população sobre seus governantes. Uma vez instalada, a extensão Vigie Aqui marca na cor roxa o nome dos políticos ficha-suja, ou seja, com pendências na justiça.

Basta passar o mouse em cima do nome do político, para ter acesso ao seu histórico judicial. Segundo a entidade, as pendências com a lei podem incluir parlamentares condenados, citados ou investigados. Em todos esses casos, o leitor será alertado com o destaque na cor roxa.

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"São milhares de políticos. Mais de 500 deputados federais, mais de 5.500 prefeitos e 60 mil vereadores. É impossível o eleitor conhecer todos, por isso criamos essa ferramenta", afirma o CEO do Reclame Aqui, Maurício Vargas.

Inicialmente, a extensão vai monitorar a conduta de 81 senadores e 513 deputados federais. Mas a vigia se estenderá para os demais cargos do poder legislativo e executivo, incluindo governadores, prefeitos, vereadores e deputados estaduais – meta estabelecida para 2017. Os interessados podem baixar o plugin aqui.

A Black Friday, que acontece nesta sexta-feira (25), pode ser uma ótima oportunidade para comprar produtos com preços mais baixos. Mas o evento também esconde grandes ciladas, desde pedidos que nunca serão entregues até mercadorias com defeitos. Para proteger os consumidores, o Reclame Aqui criou um site especial que rastreia os valores de mais de mil itens nos últimos três meses e fornece a classificação das empresas.

O site especial apresenta a evolução dos preços de 1,2 mil produtos entre os mais procurados na Black Friday - smartphones, videogames, televisores, tênis e até passagens aéreas. Os itens são rastreados em 140 empresas com boa avaliação dos consumidores. 

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No dia do evento, o site vai trazer um ranking das empresas mais reclamadas em tempo real, além de um ranking das companhias que oferecem os melhores descontos. A plataforma também dará espaço aos cupons promocionais.

Em parceria com o programa Mooba, o site dá oportunidade ao consumidor de conseguir um desconto extra de até 7% além das ofertas anunciadas pelas lojas. Para conseguir o cupom, basta se cadastrar no endereço eletrônico www.mooba.com.br.

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Consumidores com queixas sobre produtos e serviços têm usado a internet para registrar as reclamações. O site do Instituto Reclame Aqui é um dos que concentram as considerações dos brasileiros insatisfeitos, A partir de agora, as manifestações que a página receber sobre políticas e serviços públicos prestado pelo Governo Federal serão encaminhadas ao Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle.

O atendimento às reclamações, denúncias, sugestões e solicitações de informação será feito por meio de integração das plataformas do portal Reclame Aqui e do Sistema de Ouvidorias do Poder Executivo Federal (e-OUV). A Ouvidoria-Geral da União (OGU) ficará responsável por fazer a triagem e o correto direcionamento aos gestores responsáveis pela adoção de providências.

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Atualmente, o site recebe mais de duas mil manifestações diárias sobre o serviço público. A expectativa é de que em até 30 dias o cidadão receba a resposta.

O site de reclamações Reclame Aqui começou uma nova campanha nas redes sociais. Segundo as informações divulgadas pelo serviço, os diretores das empresas com mais queixas feitas por meio do site foram convidados pra abertura de um restaurante. Intitulada de “O Jantar da Vingança”, a campanha mostra uma série de erros cometidos pelos garçons do estabelecimento. 

Sem especificar os nomes das corporações, foram convidados o diretor de marketing de uma empresa de telecomunicações, diretor de operações de uma empresa de logística e o diretor de vendas de uma empresa de e-commerce. 

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O vídeo, publicado na página do Facebook do Reclame Aqui, mostra os diretores fazendo seus pedidos e diversos erros sendo cometidos, como a troca de bebidas e comidas queimadas sendo servidas. “Você pede uma água sem gás, gelada. O cara me traz um suco e uma Coca”, reclama um dos diretores. 

Após uma hora dentro do estabelecimento, os diretores ficam irritados e pedem a conta para ir embora. No lugar no valor a ser pago, os responsáveis pelas corporações recebem uma mensagem do número de quantas pessoas se sentiram desrespeitadas ao contratar algum serviço de suas empresas. Visivelmente chateado, um dos diretores reclama “ReclameAqui é o c***lho”.

A campanha já tem mais de 2 milhões de visualizações, quase 120 mil curtidas no Facebook e mais de 133 mil compartilhamentos. Confira o texto de explicação da ação do Reclame Aqui e, abaixo, o vídeo:

"Em comemoração ao aniversário do Reclame AQUI, nós nos vingamos de algumas empresas que desrespeitam o consumidor. 

Assista a nossa nova campanha, chamada "O Jantar da Vingança", onde chamamos os diretores de algumas empresas com péssimas reputações no nosso site e fizemos eles provarem do seu próprio veneno! O resultado ficou fantástico! Você se sentiu representado? Compartilhe com os seus amigos!"

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Faltam poucas horas para o dia 27 de novembro, data oficial da Black Friday de 2015. Algumas lojas já começaram as promoções, mas qual o melhor horário para fazer sua compra? Uma pesquisa respondida pelos consumidores do site Reclame Aqui mostrou o momento do dia que eles planejam fazer as aquisições. O resultado, no entanto, mostra que os internautas não fizeram uma boa escolha.

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Os dados apontam que 41% das pessoas vão comprar após as 18h. Porém, para o diretor de marketing do Reclame Aqui, Felipe Paniago, esta não é a melhor opção. “O conselho é que as compras sejam feitas logo nas primeiras horas. Mesmo que os sites possam apresentar lentidão, por estarem com os servidores cheios, o começo das promoções é mais garantido, já que os estoques das marcas ainda estão cheios”, explica.

Apenas 17% dos consumidores responderam que pretendem comprar durante os primeiros minutos da Black Friday, e 24% entre 6h e 14h. Segundo a previsão do Reclame Aqui, os estoques para a Black Friday 2015 estão maiores do que o ano passado, muito por conta dos resultados ruins do varejo em 2015 – estima-se que são R$ 2 bilhões em produtos. 

Na edição de 2014, o Reclame Aqui recebeu 1.345.870 visitas no site, com 12 mil queixas no total. Neste ano, o presidente do site, Maurício Vargas, confia na melhoria do atendimento das empresas, mas não descarta o aumento das denúncias, que acredita que possa chegar à casa dos 15 mil. 

O Reclame Aqui, site que avalia o serviço oferecido por sites de e-commerce, divulgou um levantamento realizado em outubro deste ano que lista as 30 melhores e 30 piores empresas para se comprar pela internet. A pesquisa levou em conta dados dos últimos 12 meses.

Segundo o Reclame Aqui, só nos seis primeiros meses deste ano, foram registradas 5,5 milhões de reclamações, mais do que as 5,1 milhões queixas de todo ano de 2013.

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Das empresas que causam mais dor de cabeça aos consumidores, lideram o ranking a Goji Actives – Herbalist, Best Mania, Mente Urbana, Clickaê, OrangeMix e Eletro MM. De acordo com o Reclame Aqui, os 30 piores sites de e-commerce registram 48 mil queixas e uma média de solucionar 34% dos problemas.

Sete das piores empresas entre as 30 não solucionaram absolutamente nenhum dos problemas dos seus consumidores. São elas a OrangeMix, Eletro MM, Shopping do Gugu, Mundo DIX, Xingui Lingui, Isto é ofertas e Makro Eletro.

Das mais recomendadas, aparece a Netshoes em primeiro lugar, que recebeu mais de 13 mil reclamações no período, mas solucionou 97,2% dos problemas de seus clientes. A seguir, aparece a Americanas.com - Loja virtual, que teve 12,8 mil reclamações e 92% de índice de solução. Na terceira colocação está a Submarino, com mais de 11 mil queixas e 91,1% dos casos solucionados.

Outras empresas que aparecem da 4ª a 10ª posição são, respectivamente, a Shoptime, Bebê Store, Sou Barato, Schutz Online, Época Cosméticos, Shopfato.com e Loja Marisa. Juntos, os melhores sites para se comprar somam mais de 140 mil queixas e uma média de solucionar 85% dos casos.

As 30 piores:

Goji Actives - Herbalist

Best Mania

Mente Urbana

Clickaê

OrangeMix

Eletro MM

Pelicano Compras

Shopping do Gugu

Gabriela Moda e Presentes

LuCunha Store

Liquida Bay

Wikee Imports

Mundo DIX

Xingui Lingui

Forasteiro.com

TotalClique.com

TMania

Dona Dona

Importafácil.net

Flor de Menina Makeup

3D Import

MundialBooks

Isto é ofertas

GUGUILU

Global Shop

Abracadabra Móveis e Dec. Infantis

Makro Eletro

Cia da Pechincha

Karoll Doll Makeup

Zazzle.com.br

As 30 melhores:

Netshoes

Americanas.com

Subamrino

Shoptime

Bebê Store

Sou Barato

Schutz Online

Época Cosméticos

Shopfato.com

Lojas Marisa

Beleza na Web

Nespresso

Extra.com.br

Ponto Frio

Magazine Luíza

Casa Bahia

Dinda.com.br

Kanui

Fast Shop

Tricae

Sephora

baby.com.br 

Posthaus.com, 

Polishop/Polishop.com.vc

Estante Virtual 

Clube do Ricardo

Casa & Video

Compras nos Sites Brastemp/Consul - Loja Virtual

Loja Melissa (Loja Virtual) 

Livraria Siciliano

O site Reclame Aqui aderiu a um novo canal para registrar queixas dos consumidores insatisfeitos. A partir de setembro, os internautas poderão enviar denúncias também a partir do aplicativo de mensagens WhatsApp. A estimativa da empresa é aumentar o número de interações com os usuários em 25%.

O WhatsApp do Reclame Aqui já está disponível, porém em fase de testes. O número para contato é o (11) 95438-3333. Por enquanto, só é possível se informar a respeito das avaliações das companhias cadastradas no sistema.

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Para utilizar o novo canal de comunicação, basta adicionar o número no WhatsApp e enviar uma mensagem através do aplicativo. De acordo com o presidente do Reclame Aqui, Maurício Vargas, cerca de 45 mil pessoas já entraram em contato por meio do aplicativo, informou o executivo à Folha de S.P.

Atualmente, os usuários do Reclame Aqui podem enviar suas queixas através do Facebook, site e de um aplicativo próprio. Quem utilizar o WhatsApp não terá seus dados pessoais revelados publicamente, garante a empresa. O telefone do consumidor será disponibilizado apenas para a companhia citada na reclamação. 

O Ministério da Justiça, em parceria com os Procons, lança uma plataforma direcionada aos cidadãos brasileiros. Batizado de Consumidor.gov.br, o site servirá como o Reclame Aqui, permitindo a interlocução direta entre os clientes e empresas para solução alternativa de conflitos de consumo. O serviço já pode ser utilizado pelos residentes de 12 estados, incluindo Pernambuco. A expectativa é que até o dia 1º de setembro deste ano a plataforma esteja disponível em todo País.

Para usar, basta se cadastrar no site, pesquisar a empresa e realizar a reclamação. A empresa, por sua vez, terá dez dias para responder o questionamento do consumidor. A proposta do Ministério da Justiça é gerar uma base de dados para criação de políticas públicas que beneficiem os clientes brasileiros.

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A gestão e articulação com demais órgãos e entidades do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor do portal fica por conta da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça.

Em quinze dias desde seu lançamento, o aplicativo do site de queixas de consumidores ReclameAqui já é sucesso de público. Nesse período, foram feitos 70 mil downloads da ferramenta, com 18 mil reclamações cadastradas. O aplicativo é gratuito e tem versões para os sistemas operacionais iOS e Android. "O número nos surpreendeu, quase não fizemos propaganda fora do nosso próprio site", diz Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui.

Um dos destaques do aplicativo é a possibilidade de se registrar a reclamação em qualquer lugar, não sendo mais necessário ir até um local com computador para fazê-lo. Quando a empresa responde à reclamação, o usuário recebe um aviso no celular ou tablet. As reclamações feitas no aparelho móvel podem ser acompanhadas no site.

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Outra funcionalidade do aplicativo é a possibilidade de se enviar uma foto junto com a queixa. Vargas informa que 17% das reclamações já vêm com fotos, que podem ser de produtos com defeito ou de documentos comprovantes.

Até agora, a área de alimentação tem sido a campeã das queixas no novo app, com consumidores enviando fotos de pratos em restaurantes ou exemplos de produtos com problemas. Em segundo lugar, vêm reclamações de móveis planejados. O site do Reclame Aqui tem 11,5 milhões de pessoas cadastradas atualmente e que recebe cerca de 20 mil reclamações por dia.

Cidades

A empresa diz que o aplicativo em breve também contará com a opção para reclamações sobre serviços públicos, como buracos na rua, problemas com ônibus ou falta de iluminação pública. Para esse fim, acredita que os usuários deverão se valer bastante do recurso de envio de fotos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O site líder de reclamações, o Reclame Aqui, agora ganhou uma versão mobile, para facilitar ainda mais a vida do consumidor brasileiro. O app é completamente gratuito e foi lançado para versões dos sistemas operacionais iOS e Android. Em comunicado, o presidente do site, Maurício Vargas, afirmou que agora "o consumidor poderá reclamar de forma mais prática e em qualquer lugar". O aplicativo ainda disponibiliza a função de anexar uma foto junto a reclamação. 

O Reclame Aqui conta com perfil de mais de 70 mil empresas. Por meio do aplicativo, o consumidor poderá pesquisar por elas, avaliar os atendimentos e ainda compartilhar as experiências com outros usuários. O app, que foi lançado neste último final de semana, já recebeu aproximadamente 4 mil reclamações, equivalente a 8% das queixas realizadas no site, que conta com algo em torno de 20 mil diárias. 

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A Black Friday Brasil mal começou e já soma mais de mil queixas no site Reclame Aqui, que possui uma parceria com a empresa idealizadora da ação. Só nas primeiras horas de evento, as participantes que estão no topo do ranking atingiram seus recordes de denúncias. O “pódio das piores”, que é atualizado ao vivo, é liderado, das 0h até as 10h30 desta sexta-feira (29), pelo Extra.com.br, com 270 reclamações. A medalha de prata fica com a loja virtual do Ponto Frio e a de bronze com a das Casas Bahia. Já entre os que têm uma ótima reputação estão a Americanas.com e Submarino. Ambos têm um índice de solução de casos de 91% e 89,1%, respectivamente.

Outro dado relevante é que a cada 25 segundos é registrada uma nova reclamação no site regulador. Se forem contados os atendimentos pelo chat, houve uma reclamação a cada 10 segundos ao longo das primeiras horas, durante a madrugada da Black Friday. Entre as queixas mais comuns, estão as sobre as diferenças de preços no momento de fechar a compra, o desaparecimento dos descontos e problemas na geração de boletos. Ainda nos primeiros minutos de evento, diversas lojas saíram do ar ou travaram, o que justifica o acesso aos sites ser um dos pontos que recebem mais queixas.

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Os consumidores que desejam se prevenir contra compras que podem causar dores de cabeça, devem acessar o hotsite do Reclame Aqui criado para a ação. Nele, os internautas podem encontrar dicas e atualização constante do ranking de empresas mais denunciadas. Além disso, a página ainda reúne a cotação de reputação das empresas, que é dividia entre Ra1000, ótima, boa, regular, ruim, não recomendada e em análise. 

Para evitar as fraudes praticadas durante a edição do ano passado do Black Friday, o site Busca Descontos, responsável pela ação no Brasil, irá implementar, em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, um código de ética para regulamentar as atividades das páginas participantes. Só em 2012, o site Reclame Aqui acumulou oito mil queixas sobre o evento. Em sua última edição, a ação movimentou R$ 217 milhões, segundo a ClearSale, um crescimento de 117% em relação ao ano anterior. Em 2013, o “feriado da web” será realizado durante as 24h do dia 29 de novembro.

Dentro dos artigos do código de ética, as lojas participantes se comprometem a anunciar apenas ofertas reais. Caso a empresa não cumpra o acordo, poderá sofrer suspensão temporária ou até mesmo a cassação do direito de utilização do Selo Black Friday Seguro, que garante a certificação da página. Além disso, o site Reclame Aqui irá ceder um canal para que o internauta denuncie ou reclame sobre ofertas da ação. 

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