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Um grupo de cearenses criou um aplicativo para tentar facilitar a vida de servidores públicos. O Comunicação Pública ajuda a despachar demandas durante o período de distanciamento social diminuindo a distância entre os cidadãos e diversas entidades brasileiras.

O app atua nas regiões do Ceará, Rio Grande do Norte, Distrito Federal e em Pernambuco. Ele reúne advogados, defensores públicos, magistrados, servidores públicos e população em geral em um mesmo ambiente, promovendo o andamento mais ágil das demandas. De acordo com a empresa, nos últimos trinta dias, foram registradas 1.032 ocorrências nos canais das unidades judiciárias pernambucanas e desse total, 495 foram mensagens de administradores de perfis na ferramenta, além de 537 outros usuários solicitantes. 

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Órgãos públicos podem criar um perfil oficial na rede e as pessoas interessadas nos seus serviços passam a ter um diálogo direto com os administradores da conta. É possível acessar a ferramenta tanto pelo celular quanto pelo site oficial. O app está disponível gratuitamente para celulares Android e iOS.

Alunos de licenciatura poderão se inscrever, sem precisar sair de casa, em cursos com fundamentos destinados a português, matemática e tecnologia da informação e comunicação. No total, são 50 mil vagas gratuitas.

O projeto é uma parceria entre o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade Federal de Goiás (UFG). Os interessados podem se inscrever até o dia 20 de abril pela plataforma online do MEC, AVAMEC. O interessado precisa apenas se cadastrar na plataforma e inserir seus dados (e-mail,endereço e telefone). Depois, selecionar o curso que quer fazer e clicar no botão “inscrever”.

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Segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, embora os cursos possam ser feitos por qualquer pessoa que tenha interesse, o intuito é de ajudar na formação continuada de docentes e discentes dos cursos de licenciatura de matemática, português e pedagogia. “Com os constantes avanços tecnológicos, a educação a distância é favorecida e se torna cada dia mais abrangente e ao alcance das pessoas nas diferentes regiões do país. Em função da pandemia de coronavírus e do isolamento social, a medida se torna ainda mais importante”, disse Macedo.

O professor Gilson Oliveira Barreto, coordenador do Laboratório de Tecnologia da Informação e Mídias Educacionais (LabTIME) da UFG, diz que os inscritos podem começar as aulas na hora da inscrição. Cada curso tem uma carga horária de 60 horas.

No conteúdo para alunos de português, os assuntos vão de conceitos básicos de texto até graus mais evoluídos de interpretação e escrita no campo universitário. Entre os assuntos incluídos no conteúdo de matemática, estão conjuntos numéricos e as operações fundamentais. No curso de tecnologias da informação e comunicação os conteúdos mostram a realidade atual e os meios tecnológicos, alem das oportunidades geradas por esses meios para utilizar os potenciais de seus dispositivos para fazer leituras e estudos e elaborar obras intelectuais.

No final do curso, se o candidato obedecer a todas as exigências, pode receber uma declaração de que realizou a carga horária da formação. A declaração poderá ser usada na rede de ensino para o avanço profissional e auxiliar o estudante na vida profissional ou na vida acadêmica para atestar que fez curso e cumpriu as horas estabelecidas.

A Escola de Economia Criativa (Expolab) conta com cursos voltados para profissionalização. Neste semestre está sendo ofertado o curso de marketing digital, com dois meses de duração. O conteúdo programático será composto com assuntos como produção de conteúdo, ferramentas digitais, publicidade, funil de vendas e entre outros. 

As aulas estão prevista para iniciar dia 28 de fevereiro, na sede da Expolab, localizada na Rua Carlos Porto Carreiro, 190, Boa Vista, área central do Recife. Os encontros serão ministrados pelo professor, jornalista e publicitário Bruno Diniz.

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O público que a empresa pretende atingir para as aulas são estudantes e profissionais de marketing digital e comunicação, como também de outras áreas que necessitam de profissionais com esses conhecimentos. Para mais informações sobre inscrições e investimento, os interessado devem acessar o site da Expolab ou entrar em contato pelo telefone (81) 99931-3683.

A Polícia Federal informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que é relator do processo que investiga ataques ao Supremo, que a corte pode ser alvo de ataque terrorista. Informado da situação, o presidente do STF, Dias Toffoli, encaminhou para os outros magistrados do tribunal de justiça que eles reforcem a segurança individual.

Segundo a Folha de São Paulo, os supostos terroristas dizem em suas comunicações que os ministros mantêm uma rotina que "facilita o contato físico e visual" e, por conta disso, seriam autoridades de acesso fácil para os indivíduos que pretendem fazer algum ataque.

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A Polícia Federal teria interceptado a comunicação do grupo terrorista na deep web, que é uma camada mais profunda da internet e só é possível acessar via convite ou tendo acesso a endereços específicos. 

O centro de inovação Overdrives, está com vagas abertas para estágios na área de comunicação. O selecionado irá atuar no gerenciamento de redes sociais do produto, executar planos de comunicação, fabricar peças audiovisuais, criar identidades visuais para stories, peças marketing e conteúdo.

Ao total, são duas vagas, sendo uma para área de design e uma para publicidade ou áreas relacionadas. Os interessados podem encaminhar o currículo para o e-mail queroinovar@overdrives.com.br.

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Overdrives é um Centro de Inovação da que atua como aceleradora de startups na capital e para aproximá-las do mercado. O Centro combina estratégias “entre o mercado consumidor, ecossistemas de inovação, startups e grande abertura com universidades é a base que forma o espírito do Overdrives".

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo deu 48 horas para que a Secretaria de Governo de João Doria (PSDB) esclareça edital de comunicação digital estimado em R$ 15,8 milhões.

Em resposta, o governo afirma que 'vai prestar todos os esclarecimentos ao TCE sobre a absoluta legalidade, transparência e lisura da respectiva licitação, cujo modelo é exatamente o mesmo já utilizado em diversas outras administrações públicas e esferas de poder'.

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O pedido de esclarecimentos assinado pelo relator conselheiro Renato Martins Costa foi publicado nesta terça, 4, no Caderno Legislativo do Diário Oficial do Estado.

Ele foi motivado por representação do senador Major Olímpio (PSL) que pede liminar para suspender o certame, marcado para 16 de março.

Olímpio acredita que o edital não respeita os preceitos da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência.

Segundo ele, é irregular 'a destinação de substanciosos recursos públicos a empresa privada para monitoramento e atuação em redes sociais, mais ainda por se tratar de hipótese associada ao desvio de finalidade pública'.

Costa, então, solicitou à Unidade de Comunicação da Secretaria de Governo que apresente argumentação em sua defesa e justifique a realização da contratação.

COM A PALAVRA, O GOVERNO DE SÃO PAULO

RESPOSTA GOVERNO DE SP

- O Governo de SP vai prestar todos os esclarecimentos ao TCE sobre a absoluta legalidade, transparência e lisura da respectiva licitação, cujo modelo é exatamente o mesmo já utilizado em diversas outras administrações públicas e esferas de poder.

- O edital 01/2020 foi aberto no dia 25 de janeiro para contratação, por meio de concorrência pública, de empresa responsável pelo gerenciamento do portal e das redes sociais do Governo de São Paulo. A estimativa é que o novo contrato gere a redução de custos de, no mínimo, 54,5%, com possibilidade da economia chegar a 69,7% em relação ao contrato atual, assinado em 2017.

- O primeiro edital no país a utilizar os mesmos termos - "análise dos principais influenciadores em fichas individualizadas" - que o edital de São Paulo usa agora foi o Governo Federal, em 2014, e desde então é modelo para licitações do gênero em todo o país: http://www.secom.gov.br/acesso-a-informacao/licitacoes-e-contratos/edita....

- Esse contrato federal está vigente até hoje e a sua última modificação foi em 5 de julho do ano passado, conforme consta neste link: http://www.secom.gov.br/acesso-a-informacao/licitacoes-e-contratos/editais/.

- O Governo Federal sugere aos estados e municípios o uso desses termos no modelo de edital de comunicação digital disponível na Secretaria de Comunicação federal: http://secom.gov.br/acesso-a-informacao/licitacoes-e-contratos/arquivos-....

- A Associação Brasileira dos Agentes Digitais também recomenda que o edital seja utilizado como modelo pelo Poder Público: https://abradi.com.br/wp-content/uploads/2015/05/edital.pdf.

- O Banco Central seguiu a recomendação federal e publicou em 2015 um edital de licitação com os termos: https://www.bcb.gov.br/adm/edital/concorrencia/demap0862015/ecdemap08620....

- Os mesmos termos são utilizados na licitação realizada pela cidade do Rio de Janeiro em 2015: http://ecomprasrio.rio.rj.gov.br/editais/editais_aviso.asp?processo=0100...

- No mesmo ano que a capital fluminense, a Prefeitura de Juiz de Fora divulgou um edital no mesmo modelo: https://www.pjf.mg.gov.br/secretarias/cpl/editais/pregao_presencial/2015...

- No ano passado, o Governo do Distrito Federal lançou um edital de licitação nos mesmos termos: http://www.comunicacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2019/07/SEI_GDF-249...

- O atual edital da concorrência do Governo de São Paulo está disponível em: https://www.imprensaoficial.com.br/ENegocios/MostraDetalhesLicitacao_14_....

- Não haverá fichamento individual de perfis ou pessoas. O edital prevê relatórios com separação entre críticas e apoio, para que sejam identificadas demandas da população e adotadas políticas públicas de comunicação e gestão pública.

- A análise de redes sociais prevê uma listagem das publicações relacionadas aos serviços do Governo de São Paulo, com a respectiva classificação de interação necessária dentro da própria rede social.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional acusou o secretário adjunto da Comunicação Social da Presidência da República, Samy Liberman, de estar envolvido em um esquema empresarial de fraudes e crimes tributários. O “número 2” da Secom já está com os bens bloqueados pela Justiça, aponta o jornal Folha de São Paulo.

Ele seria uma das peças fundamentais relacionada a irregularidades encontradas pela Receita Federal que incluem criação de empresas fantasmas, emissão de notas fiscais falsas, simulação de contratos e sonegação de impostos de 2014 e 2015. As multas aplicadas pelo fisco somam R$ 55 milhões.

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O atual secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten, está envolvido em outro escândalo. Na semana passada, foi revelado que Wajngarten - responsável pela distribuição de verbas publicitárias do Governo Federal - ganhava dinheiro de emissoras de televisão, com a Band e a Record. Ele é sócio da FW Comunicação e Marketing, com 95% das cotas da empresa. Dentre os serviços, a empresa realiza estudos de mídia.

O documentário "Comunicação Comunitária em São Paulo - Quatro iniciativas que capacitam jovens de forma gratuita" (2019) aborda três projetos de São Paulo e um de Guarulhos que realizam cursos de Comunicação nas periferias. O objetivo é fazer com que os estudantes consigam entrar no mercado de trabalho, melhorando assim a qualidade de vida, e que eles sejam capacitados para fazer com que a comunidade tenha acesso a informações de qualidade, com rigor na apuração e com menos fake news.

O Com Com Pimentas, um dos projetos abordados, atua no bairro Pimentas, em Guarulhos. A Escola de Notícias recebe os jovens da região do Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo. Já a Rádio Conectados e a Agência Mural ensinam comunicação aos moradores de São Paulo e da região metropolitana.

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Todos esses projetos oferecem aulas gratuitas, entre cinema, jornalismo impresso, fotografia, televisão e rádio, e se sustentam em sua maioria por meio de editais públicos. Juntos, são responsáveis por capacitar moradores de periferia e levar conhecimento para além dos meios formais de ensino.

O documentário foi produzido por Mayara Nascimento para a conclusão do curso de Jornalismo da Universidade Guarulhos (UNG). Assista na íntegra:

por Mayara Nascimento

Os militares buscam dinheiro privado para manter as atividades da TV pública do governo federal. Condenada pelos bolsonaristas na campanha eleitoral de 2018 e no começo da atual gestão, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) ainda provoca disputa no Palácio do Planalto. A equipe do secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, e o grupo do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) não desistiram de extinguir o sistema de emissoras de rádio e TV. O presidente Jair Bolsonaro chancelou, no entanto, a proposta dos ministros generais de alavancar a EBC por meio do Programa de Parceria de Investimentos (PPI). A estratégia facilita a entrada de recursos externos e dá uma sobrevida à companhia.

No último dia 12, o Diário Oficial publicou a resolução que permite a integração da EBC ao PPI. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será o responsável por um estudo, com prazo de até um ano, para avaliar a proposta. Um comitê interministerial, integrado pela Secretaria de Governo da Presidência, Casa Civil e Ministério da Economia, será criado para acompanhar e opinar sobre o negócio.

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Em maio, a ala civil do governo pôs em prática o plano de acabar com a EBC. O próprio Bolsonaro chegou a dizer, em entrevista, que a empresa "não serve para nada". "Tem que extinguir aquilo lá", afirmou. Os militares, porém, entraram em ação com palavras que soaram como música para quem foi formado na caserna. O argumento usado por eles foi o de que a empresa, embora pesada, é "estratégica" e ajuda na "segurança nacional". Mesmo assim, a tesourada no orçamento da emissora chegou a 18%: passou de R$ 614 milhões neste ano para R$ 504 milhões em 2020.

A extinção da EBC une divergentes. Carlos Bolsonaro, por exemplo, é um crítico mordaz do trabalho de Fábio Wajngarten. Na quinta-feira passada, o vereador usou o Twitter para dizer que a comunicação do governo é "uma bela porcaria". O secretário não respondeu.

Os militares convenceram Bolsonaro a levar um novo plano de gestão da empresa. A ideia é que ela vire uma espécie de "BBC brasileira", que receberia capital privado, mas seria controlada pelo governo. Por ironia, quando Luiz Inácio Lula da Silva era presidente, os petistas também disseram que transformariam a EBC na British Broadcasting Corporation, o complexo britânico de rádios, TVs e agências, fundado em 1922, em Londres, custeado por recursos públicos, privados e uma taxa de licença a todas as residências com televisores na Inglaterra.

‘Joia rara’. Em novembro, o general Luiz Carlos Pereira Gomes, presidente da EBC, lançou uma nova identidade visual da empresa para, segundo ele, alcançar modernidade, eficiência, sustentação econômica e financeira. Mudou a logomarca azul, herdada de governos do PT, para uma verde e amarela. Há uma alusão ao mapa do Brasil, com a união de seus pontos extremos.

O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, também indicou que a EBC - subordinada à pasta comandada por ele - não é mais um patinho feio para o Planalto. "Sei dessa joia rara que é a Empresa Brasil de Comunicação, que nós todos amamos."

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, então ministro da Secretaria de Governo, foi o primeiro integrante da equipe de Bolsonaro a fazer uma radiografia da EBC. Embora tenha prosseguido com o enxugamento iniciado na gestão de Michel Temer, ele se posicionou contra a extinção do grupo de comunicação. Observou que, naquele momento - com a maioria dos funcionários concursados -, a empresa tinha gasto R$ 70 milhões em equipamentos e tomava medidas de melhoria de gestão. Santos Cruz foi demitido em junho.

A EBC começou a ser chamada de "TV do Lula" em 2007, quando sofreu uma reformulação. Aposentou o nome de Radiobrás e passou a funcionar no subsolo de um shopping, até então decadente, de Brasília. O valor anual do aluguel de 2019 é de R$ 7,8 milhões. O contrato vai até o fim do próximo ano.

De 1.600 funcionários, a EBC pulou para 2.600 no fim do governo Dilma Rousseff. A empresa tinha despesa de R$ 200 milhões por ano e passou a gastar mais de R$ 500 milhões. Temer reduziu o número de funcionários para 1980. Hoje, 1.882 trabalham na EBC, de acordo com a empresa.

O plano audacioso não garantiu nem mesmo que o canal da TV Brasil chegasse a meio ponto de audiência e um ponto de share (porcentual de aparelhos ligados no horário de exibição do programa). A EBC está em sétimo lugar entre as emissoras abertas, atrás da TV Cultura, do governo paulista.

Ditadura expandiu rádios na Amazônia

Embora tenha adotado o sistema de microondas e torres da Embratel, nos anos 1970 - medida que possibilitou a expansão do sinal da TV no País -, a ditadura militar optou por investir em rádio na Amazônia. Era época de guerrilhas rurais, que ouviam nos rincões da floresta a frequência de rádios comunistas de Havana e do Leste Europeu. Foi nesse período que a então Radiobrás ganhou importância, sendo considerada uma empresa estratégica.

Foram inauguradas 12 emissoras de rádios, além de algumas TVs, em cidades da fronteira e nas capitais da Amazônia Legal. A principal emissora do grupo era a Rádio Nacional da Amazônia, que transmitia por ondas curtas e passou a entrar em cidades remotas.

A TV do "Brasil Grande" - como ficou conhecida a política desenvolvimentista instalada pelo governo militar - não passa, atualmente, de "TV Traço", segundo os críticos, que apontam a baixa audiência dos programas. Para um grupo político que ganhou a eleição presidencial de 2018 erguendo uma rede na internet de propagação de mensagens e vídeos de Jair Bolsonaro, a estrutura da EBC é um mastodonte. Os militares, por sua vez, dizem que não é possível manter um governo, pelo menos em boa parte do território nacional, só com um celular na mão e um sinal de internet.

Os generais observam que a audiência dos produtos da EBC não é nominal, mas multiplicada pelas emissoras, portais, jornais e todos os segmentos da mídia, que replicam o seu conteúdo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) voltou a atacar a equipe nomeada por seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, e afirmou nesta quinta-feira (19) que a comunicação do governo "sempre foi uma bela de uma porcaria".

A comunicação do Palácio do Planalto é comandada pelo secretário Fabio Wajngarten. O ministro da Secretaria Geral do Governo, general Luiz Eduardo Ramos, é responsável pela secretaria. O Planalto disse que "não irá se manifestar" sobre as declarações de Carlos.

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O "filho 02" de Jair Bolsonaro" compartilhou no Twitter vídeo em que o presidente insinua relação do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ), com ação do Ministério Público em endereços do senador Flávio Bolsonaro (Sem partido-RJ) e de seus assessores.

"Se eu fosse comunicação do governo, o que sempre foi uma bela de uma porcaria, só neste vídeo trabalharia umas 5 mensagens facilmente. Se não fosse o voluntarismo de quem quer o bem deste país não sei o que aconteceria. De resto, qualquer ilação é lixo", escreveu Carlos.

O vídeo traz declarações de Bolsonaro a jornalistas feitas nesta quinta em frente ao Palácio da Alvorada. Não é a primeira vez que Carlos escancara sua oposição a membros do governo Bolsonaro. A queda do ex-ministro general Alberto Santos Cruz, que coordenava a comunicação do Planalto, foi atribuída a pressões do vereador.

Carlos também fritou neste ano o ex-ministro Gustavo Bebianno, demitido em fevereiro. A lista de alvos no governo do "filho 02" ainda é composta pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, e pelo vice-presidente Hamilton Mourão.

Em abril, Carlos fez uma ofensiva nas redes sociais com quase 20 publicações em menos de dois dias contra Mourão. Ele negava que estivesse apenas "reclamando do vice" no Twitter e dizia que não eram ataques: "são apenas fatos que já aconteceram e gostaria de continuar compartilhando", escreveu.

O vereador é apontado como membro do "gabinete do ódio", grupo de assessores e aliados de Bolsonaro, seguidores do escritor Olavo de Carvalho, que pensam a estratégia de comunicação da militância do governo.

Carlos Bolsonaro chegou a passar 26 dias sem publicar em suas redes sociais. O parlamentar reapareceu na rede social em 8 de dezembro. Como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, Carlos havia sumido das redes em uma tentativa de se preservar após ter o nome envolvido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Mista das Fake News e ver assessores voltarem a prestar depoimento na investigação sobre a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL/RIO). O "sabático" forçado incomoda o segundo filho do presidente, mas era recebido com alívio por ministros e aliados de Bolsonaro.

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, afirmou hoje (5) que o Poder Judiciário como um todo se comunica muito mal, perdendo para outras instituições o prestígio gerado na opinião pública pelo combate à corrupção observado nos últimos anos no Brasil.

"Nós nos comunicamos mal. O que se divulga cotidianamente: a Polícia Federal prendeu, e o que se divulga depois: a Justiça soltou. Quem mandou prender foi a Justiça. Vejam a nossa dificuldade de comunicação”, exemplificou Toffoli. “A imagem que ficou nesses últimos anos é que a Justiça só serve para soltar”, afirmou.

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Para o ministro, o Judiciário deveria ser mais reconhecido pelo combate ao crime, pois delegados da PF, por exemplo, seriam apenas “instrumentos” que cumprem decisões judiciais.

“A Polícia Federal se comunica bem com a imprensa, o Ministério Público se comunica bem com a imprensa. Nós, do Poder Judiciário, não estamos nos comunicando bem. O capital do ponto de vista de apoiamento de ações como de combate à corrupção, que são decisão do Judiciário, esse capital é, na comunicação, perdido para outras instituições”, avaliou.

As declarações foram feitas durante encontro organizado pelo CNJ em Brasília que reúne assessores de tribunais de todo o país para debater a comunicação no âmbito do Poder Judiciário. O evento marcou a criação de uma plataforma unificada para a troca e promoção de boas práticas de comunicação entre as cortes brasileiras.

Em seu discurso, Toffoli provocou servidores e magistrados que, para ele, introjetam sensos comuns equivocados sobre o Judiciário brasileiro, entre os quais a ideia de que a Justiça é morosa ou inoperante. Ele citou, como exemplo, dados sobre a produtividade da Justiça do Trabalho, cuja existência defendeu. “Nós não temos o direito de criticar que a imprensa está divulgando erroneamente, porque nós mesmos temos esse senso comum. Nós, servidores, nós, julgadores, nós, assessores de comunicação. Nós estamos alimentando um senso comum que nos prejudica”, disse o ministro.

Gerência da imagem de atletas e profissionais da área esportiva, promoção de eventos e realização de palestras. Essas são algumas das atividades que norteiam o trabalho da ‘Comunica Sports’, agência de marketing esportivo focada, inicialmente, no Nordeste.

De acordo com Jaderson Santos, diretor da agência – sediada no Recife -, esportistas, a exemplo de jogadores de futebol, podem contar com assessoria de comunicação. Gestão de redes sociais dos atletas é um dos serviços disponíveis, assim como o estreitamento de trabalhos envolvendo os assessorados e a imprensa esportiva. “A partir do momento em que os atletas têm uma rede social bem organizada, bem visualizada, eles se tornam alvos mais rapidamente de empresários e do público como um todo”, comenta Santos.

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Para oficializar o lançamento da empresa, Jaderson Santos promete um evento – ainda sem data e local definidos -, no primeiro semestre de 2020, com as presenças do técnico Muricy Ramalho e do ex-jogador Denilson, pentacampeão mundial com a seleção brasileira. Mais detalhes sobre o trabalho e eventos da ‘Comunica Sports’ podem ser encontrados no Instagram do empreendimento.

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O Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará (TCM-PA) realizou na manhã da última sexta-feira (18) um encontro com estudantes de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da UNAMA - Universidade da Amazônia. O evento faz parte do projeto "TCM de Portas Abertas", que tem o objetivo de apresentar o TCM-PA para alunos de instituições públicas e privadas através de palestras e atividades educativas.

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O evento contou com a participação de cerca de 50 alunos da UNAMA e proporcionou aos estudantes uma manhã de aprendizado, em que foram apresentados o trabalho da assessoria de comunicação do Tribunal, o ambiente e as tarefas da equipe.

Os estudantes foram recebidos pelo assessor de comunicação do Tribunal, Marcelo Oliveira, e pelo presidente da Corte, conselheiro Sergio Leão, que explicou aos estudantes as funções do Tribunal de Contas, as principais atividades de gestão, fiscalização e capacitação executadas pelo órgão.

O conselheiro destacou o trabalho de interação com a sociedade e o fortalecimento do controle social através do programa “TCM nas Escolas”. Sérgio Leão também destacou a importância do trabalho de comunicação em órgãos públicos e nas ações estratégicas do Tribunal.

Marcelo Oliveira falou sobre o trabalho de planejamento estratégico do setor de comunicação, nos cenários regional e nacional. O assessor também explicou como funcionam os produtos desenvolvidos pela assessoria do TCM-PA, como mídias sociais, portal e web rádio.

Para Marcelo Oliveira, a reformulação das mídias sociais do TCM gera um maior contato com a sociedade. “O ‘TCM de Portas Abertas’ surgiu na Assessoria de Comunicação há alguns anos e agora o setor de comunicação sugeriu a ampliação desse projeto. Quem executa o projeto é a Escola de Contas Públicas do Tribunal, que é responsável pela parte pedagógica, e sugeriu a entrada dos estudantes de comunicação”, contou.

Os estudantes também conheceram o gabinete dos conselheiros, a sala da presidência e as controladorias. Rita Libório, responsável pela 5ª controladoria do tribunal, explicou que a comunicação é importante para contribuir com a transparência das contas públicas. “É um instrumento essencial para divulgar boas práticas e a participação de excelência dos Tribunais de Contas para otimização dos resultados que envolvem as políticas de Controle Externo”, acrescentou.

O “TCM de Portas Abertas” é um projeto criado pela Assessoria de Comunicação e coordenado pela Escola de Contas Públicas, da Corte de Contas, sob a direção geral do vice-presidente do TCM-PA, José Carlos Araújo. O objetivo do projeto é difundir, para diversos setores da sociedade, os trabalhos realizados pelo Tribunal. O “TCM de Portas Abertas” já recebeu alunos das áreas de Direito, Ciências Contábeis e Administração.

Reportagem de Ana Vitória Gama, Isadora Simas, João Pedro Fernandes e Roberto Miranda.

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A ascensão das redes sociais como ferramentas de comunicação e sua presença constante na vida de boa parte da população fez delas um importante meio também de contato de empresas com seus clientes/consumidores. Hoje, os canais de comunicação deixaram de ser vias de mão única, tornando-se mais abertos à interação. Isso traz, além de oportunidades, grandes desafios às empresas que querem – e precisam – acompanhar essas mudanças para se manterem competitivas.

Parece “bobo” falar na necessidade de manter uma boa comunicação nas redes sociais, estando em um mundo hiperconectado, mas a verdade é que ainda há muitas marcas que não conseguem fazê-lo, seja por falta de profissionais aptos a tal, seja por falta de visão da gestão, ainda presa a conceitos tradicionais. Estas correm riscos de ficarem para trás na disputa pela clientela e eventualmente irem à falência.

Olhando pelo lado bom, a internet traz ótimas oportunidades para empresas e profissionais que sabem fazer uso de seus recursos. O ambiente online permite encontrar mais facilmente, traçar estratégias mais assertivas e cativar o consumidor de mil e uma maneiras. Ademais, é um meio mais barato que mídias tradicionais como a televisão e mais direcionado. Enquanto, na TV, paga-se um preço alto para exibir uma propaganda para todo o público daquele canal, na internet, essa divulgação pode mirar diretamente no público-alvo, o que torna a comunicação mais adequada – além de ter custos menores.

Saindo do campo financeiro, talvez o grande desafio da comunicação online seja falar a língua do cliente. Principalmente na época atual, em que os nativos digitais deixaram de ser futuros consumidores e já estão aí, no mercado de trabalho e de fato consumindo. Essa geração, que cresceu em meio à tecnologia, tem um pensamento multitarefa e multitela, é imediatista e busca experiências cada vez mais personalizadas. Como atender a essas expectativas de forma cativante? Primeiramente, estudando o seu público. Depois, planejando estratégias que possam aproximar a marca, humanizá-la, torná-la “amiga” do consumidor. Não faltam exemplos de empresas que realizam um ótimo trabalho online. A Netflix, por exemplo, é sempre elogiada por sua presença digital, com tom informal e descomplicado. O Ifood é outra empresa que se comunica bem com o cliente.

O ambiente digital traz muitos desafios, mas também diversos caminhos possíveis de serem seguidos e, se bem trilhados, que levam ao sucesso dos negócios. Cabe às empresas investirem em pesquisa sobre seu público e em estratégias de aproximação. Tudo o que o internauta quer, hoje, é se sentir próximo da sua marca preferida, pertencente a um grupo, enfim, sentir-se valorizado. Não é pedir muito.

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A cultura existe, é parte da identidade nacional, faz com que costumes e tradições permaneçam vivos na mente e no cotidiano das pessoas. Pensando nisso, a UNAMA – Universidade da Amazônia e a Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult) realizaram na segunda-feira (12), em Belém, uma Aula Magna como o tema "Cultura, arte e comunicação no âmbito governamental: perspectivas e possibilidades". O objetivo é promover políticas de acesso e incentivo aos jovens.

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O evento consolida a parceria entre governo e academia. No início do semestre, os programas de mestrado e doutorado da UNAMA convidam representantes da sociedade e agentes públicos para uma aproximação maior na formação acadêmica. 

A jornalista, cineasta e secretária de Cultura do Estado Pará, Úrsula Vidal, participou do encontro. Para ela, o governo precisa estar por dentro de todas as dinâmicas que ativam essas interações com a população. "A academia é o lugar de valorização do conhecimento. É aqui que medimos como a sociedade recebe as políticas públicas, para engrenarmos um serviço melhor”, afirmou.

“Ter a presença de uma das maiores influenciadoras de Belém sobre assunto que é a Úrsula Vidal foi o que me motivou a estar presente. Discutir mudanças através dessa conversa para que possamos realmente compreender as leis e valorizar ainda mais de forma social a cultura”, disse Saulo Tomkewitz, aluno de Geografia da Universidade da Amazônia, que participou da Aula Magna.

Para Ana Maria Vasconcelos, pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da UNAMA, é importante fazer com que a juventude se aprofunde sobre o papel social da cultura. "Ela é um elemento fundamental para que as novas gerações mantenham viva a memória histórica, assumindo sua identidade amazônica de forma global”, afirmou.

A cultura está na pele, no coração, é parte constituinte do indivídou. A juventude está muito presente no meio cultural que, com ao passar do tempo, vem se transformando. “Os jovens merecem ser ouvidos. Eles são a cultura viva da cidade e que precisam ser parte desse processo”, finalizou Úrsula.

Por Thalía Araújo.

 

A Polícia Civil do Pará disponibilizou um novo serviço para orientar e tirar dúvidas dos cidadãos de Belém e Região Metropolitana. O "Alô, Cidadão" é uma forma de interação rápida entre a população e a Polícia Civil através de mensagens pelo aplicativo WhatsApp, por meio do número (91) 9 9991-0009.

A ideia é facilitar o acesso de informações entre os cidadãos e o órgão. Quem tiver dúvidas sobre os serviços prestados pela Polícia Civil, quiser fazer denúncias ou dar sugestões terá facilidade para fazer isso através das mensagens. O "Alô, Cidadão" não substitui os atendimentos pelo 190, Disque Denúncia ou Ciop, mas é uma ferramenta de apoio a esses serviços.

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Os moradores de Belém gostaram da iniciativa. “Acho que vai ser muito boa essa ferramenta. É uma facilidade para o cidadão chegar à polícia de forma rápida e fazer uma denúncia ou pedir socorro”, disse Mikelynne Gonçalves, estudante de Pedagogia.

Marco Antonio, delegado e Diretor de Polícia Metropolitana da Polícia Civil, explica que o serviço acompanha as tendências tecnológicas. “O serviço vem agilizar, ainda mais, a comunicação da comunidade com a Polícia Civil. É um canal de aproximação, onde a pessoa, através de mensagens de texto, pode tirar suas dúvidas, dar sugestões e buscar orientações, para que possa facilitar a vida do usuário”, disse o diretor.

Foi criada uma central de atendimento na Delegacia Geral, na diretoria de Policia Metropolitana, para atender à demanda do serviço. “O cidadão pode tirar suas dúvidas quando estiver em sua casa, em seu local de trabalho, no colégio ou em seu meio de transporte. A hora que precisar de orientação é só mandar uma mensagem que a gente vai ter o maior prazer de responder com respostas rápidas, dinâmicas, que possam orientar o cidadão”, disse Marco Antonio.

A Central de atendimento do "Alô, Cidadão" é coordenada por um delegado de Polícia Civil e por equipe treinada e habilitada para atender à população, afirma o diretor. “Nesse serviço a gente atende aos anseios da sociedade que procura se comunicar cada vez mais com a Polícia Civil e vem atender também à demanda do programa do Governo chamado Territórios Pela Paz, que está sendo implementado em vários bairros da Região Metropolitana, que visa aproximar, humanizar e dar um atendimento mais rápido para a população”, concluiu.

O atendimento do "Alô, Cidadão" é feito de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas.

Com informações da Agência Pará.

 

O jornalista Diego Pérez comandará, no dia 27 de julho, o curso ‘Um Novo Jeito de se comunicar’. A formação reúne técnicas, oratória, comunicação jornalística, teatro, música e storytelling.

Os convidados para a capacitação são o apresentador esportivo Tiago Medeiros e o palestrante Rodrigo Solano, vice-campeão do programa “Aprendiz Universitário”.

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Ao todo, a qualificação conta com cinco horas de atividades e, ao final da formação, os participantes receberão certificados. O investimento no curso é de R$ 75; as inscrições devem ser feitas pela internet.

O curso será realizado no Bugan Hotel, localizado na Avenida Engenheiro Domingos Ferreira, 4661, bairro da Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Outros detalhes informativos podem ser obtidos pelo telefone (81) 99926-7704.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) extinguiu nesta sexta-feira (5) a Rádio MEC AM do Rio de Janeiro. A emissora, que estava no ar desde 1923 e era a rádio mais antiga do Brasil, ficará no ar até o próximo dia 31, quando será desligada.

A motivação seria porque a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) precisa ser enxugada. Pelo Twitter, a jornalista Hildegard Angel lamentou o fato. “Em sua cruzada contra a Cultura no país, o Governo Bolsonaro extingue a Rádio MEC, a mais antiga do país, a rádio da música clássica, dos relatos sobre a História, das entrevistas com personalidades eruditas. O Brasil se empobrece e decai a galope”, escreveu.

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A Rádio MEC AM foi criada pelo antropólogo Edgard Roquette-Pinto, pai da radiodifusão no país. A emissora carrega em sua trajetória cerca de 50 mil registros e produções.

A emissora possui, inclusive, um patrimônio de gravações de depoimentos que vão de Getúlio Vargas a Monteiro Lobato, passando por crônicas de Cecília Meireles e Manuel Bandeira.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL), em entrevista ao apresentador Danilo Gentili na noite da quinta-feira (31), confirmou que extinguirá a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e disse que o secretário de Privatizações, Salim Mattar, está cuidado do processo que poderá colocar fim ao conglomerado estatal de TV, rádio e agência de notícias.

 "Está decidida essa questão. Salim Mattar está tratando do assunto. Agora você pode ver mais de 80% dos funcionários são concursados, o que fazer com este pessoal? É um número enorme de concursados, que partiu para essa linha no passado por interesses dos governos anteriores", disse Bolsonaro.

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 A extinção da EBC é uma promessa de campanha do presidente, enquanto ainda era candidato. De acordo com Bolsonaro, a extinção “interessa pra gente. Tem que extinguir aquilo lá. E você vai ter que realocar aqueles funcionários".

 O chefe do Executivo defendeu que exista apenas um "pequeno núcleo" da Secretaria de Comunicação com "dezenas de funcionários" para atender demandas como  "convocação em rede nacional, uma viagem, umas imagens e isso daí."

 Ainda de acordo com Bolsonaro, a EBC, “como um todo, é um grande peso para todos nós, que mesmo sendo privatizada ou sendo extinta vai continuar pesado para nós, tendo visto a quantidade enorme, mais de mais de 2 mil funcionários concursados".

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O “Projete-se”, evento realizado pelos jornalistas João Jadson e Priscilla Castro, na sexta-feira (10), na UNAMA - Universidade da Amazônia, no campus Alcindo Cacela, em Belém, teve como objetivo preparar alunos de graduação e pós-graduação para que possam se tornar bons comunicadores na vida pessoal e porta-vozes. O curso é dirigido à preparação dos acadêmicos para o mercado de trabalho e, também, a profissionais que buscam qualificação.

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A jornalista Priscilla Castro percebeu, ao longo da carreira, que as dificuldades de comunicação podem travar o crescimento profisisonal. “Essa comunicação não está só para a imprensa. Está no dia a dia, na entrevista de emprego, para reuniões de negócios. Se comunicar bem pode te fazer alavancar uma carreira de sucesso e você precisa encontrar esse potencial. Fazendo um curso como esse, você pode ter essa ferramenta na sua vida profissional”, disse.

Segundo o jornalista João Jadson, se comunicar bem é um passo para que as pessoas tenham êxito profissional. “Projetar as pessoas para que sejam preparadas quando forem procuradas, para que saibam como agir, como dar uma entrevista, como se comunicar é ampliar um leque”, afirmou.

A procura pelo curso não se limita aos alunos de graduação e pós-graduação. Pessoas que não sabem como funcionam os veículos de comunicação também se interessam. “São aquelas pessoas que vão representar uma empresa, uma instituição, vão ser um contato com a mídia”, explicou João.

“Se você fala bem, se coloca bem no mercado. Você pode ser uma referência, e pode ter sucesso a partir disso”, observa Priscilla.

Para os interessados, as informações do projeto dos jornalistas chamado “Projeção Media Training” estão no perfil instagram.com/projecaomtbelem.

Por Felipe Martins.

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