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Na 8ª verdade apresentada por Robbins (2005), é ressaltada a importância da socialização do recém-contratado para promover sua adaptação à cultura da empresa. Quantos novos colaboradores já chegaram para iniciar seu trabalho na empresa e se sentiram completamente perdidos? Para Robbins (2005, p.36) “a socialização torna os recém-chegados em pessoas da casa, e afina os comportamentos dos colaboradores com o alinhamento pretendido pela direção da empresa”. Algumas organizações se destacam por realizar programas com este objetivo, como é o caso da Starbucks que criou um programa de imersão em 24 horas para os novos colaboradores, visando acolhê-los e ensiná-los sobre a cultura da empresa e sobre o negócio do café.

Como, então, deve ser a Socialização de um novo colaborador?

Ao contratar um novo colaborador, é preciso refletir sobre algumas questões fundamentais para a sua integração, e que certamente afetará em seu comportamento futuro na empresa. Para tomar a decisão sobre a socialização do recém-chegado, portanto, deve-se pensar sobre as quatro questões abaixo:

Questão 1: A socialização do novo colaborador será formal ou informal? Quando se tem processos formais de socialização, o colaborador é diferenciado de maneira explícita e de forma direcionada como um novo membro recém-chegado. Enquanto que, a socialização informal limita-se a colocar o novo colaborador em seu posto de trabalho, sem nenhuma atenção específica.

Questão 2: A socialização do novo colaborador será feita de forma individual ou coletiva? Geralmente tem se optado por fazer a socialização individual, mas é possível realizar um conjunto semelhante de experiências para um grupo de pessoas, o que parece ser mais enriquecedor.

Questão 3: A socialização do novo colaborador será feita de forma sistemática ou ao acaso? Na socialização feita de maneira sistemática, em série, caracteriza-se pela utilização de métodos que dão enconrajameno ao recém-contratado, como um bom exemplo, a realização de programas de aprendizagem e mentoring para orientação dos novatos na empresa. Já na socialização ao acaso, o novo colaborador é deixado por sua conta e risco, a fim de que possa por si só perceber as coisas.

Questão 4: A socialização procura empossar ou desempossar o novo colaborador? No caso de “empossar”, as qualificações do recém-chegado são reafirmadas e apoiadas, pois entende-se que elas são importantes para  que seja bem-sucedido na função. E o contrário, quando se pretende “desempossar” o novo colaborador, significa que se tenta “limpar”as características indesejáveis para moldá-lo ao papel apropriado.

Que decisões devo tomar para a Socialização do novo colaborador?

Considerando as questões apresentadas acima, de um modo geral, a empresa deve se apoiar em programas que contemplem a socialização formal, coletiva, sistemática e que reforcem o desapossamento. Com isto, poderão contribuir para que as diferenças e perspectivas dos recém-contratados sejam supridas e substituídas por comportamentos mais previsíveis e padronizados. No entanto, se tomarem a decisão de promover uma socialização informal, individual, ao acaso e de empossamento, poderá estar contribuindo para criar uma força de trabalho mais individualista. Sendo assim, os gestores poderão utilizar a socialização como um instrumento de gestão. Pense nisso: você tem feito a gestão da socialização do seu novo colaborador? 

* Robbins, Stephen P. “O Segredo na Gestão de Pessoas – Cuidado com as Soluções Milagrosas”, 1ª ed., Lisboa: Centro Atlântico, 2008.

Como já abordado em “verdades” anteriores, os gestores normalmente contratam os novos colaboradores com base nas suas capacidades técnicas. Mas será que é o suficiente?

Na 7ª verdade que Robbins (2005) defende em seu livro “O Segredo em Gestão de Pessoas”, quando trata sobre a contratação de pessoas, a competência técnica é um ingrediente importante, mas não é fundamental para se ter um “bom colaborador”. 

Avaliar o desempenho dos colaboradores é algo muito subjetivo e de muitas e próprias interpretações de cada gestor, no entanto, a forma como se percebe a adequação deles à cultura da empresa determinará a visão positiva ou negativa destas interpretações, e consequentemente a sua imagem em relação ao seu desempenho. Assim, a adaptação do colaborador à cultura da empresa refletirá diretamente em sua performance.

Devo, então, avaliar os potenciais candidatos, considerando a percepção de como eles se encaixarão na cultura da empresa?

Sim, é preciso considerar a cultura da empresa no processo de contratação. A cultura representa um sistema de significados partilhados e expressa os valores fundamentais aceites pela maioria dos membros da organização. Cada organização tem sua própria cultura, há culturas que valorizam a competição e agressividade, como a da empresa de aviação Ryanair, já outras enfatizam a empresa como uma “família”, como é o caso da Jonhson & Jonhson, que possui uma cultura coletiva com valores de lealdade e confiança. Então, os considerados “bons” colaboradores para Ryanair e para Jonhson & Jonhson são diferentes em termos de personalidade e comportamento.

Portanto, no processo de contratação, é importante que cada gestor saiba conduzir os potenciais colaboradores a perceberem como poderão se adaptar à cultura da empresa. Na seleção, busque candidatos cujos valores sejam similiares aos da empresa (leia mais sobre “seleção por valores” em http://rprh.blogspot.pt/2014/01/selecao-por-valores.html).

Como identificar se os valores dos candidatos são concordantes com os da empresa?

De forma muito simples e objetiva, faça perguntas e observações que possam identificar os elementos principais da cultura da organização, como por exemplo, perguntas que possam verificar se o candidato tem propensão para inovação ou não, se geralmente foca no quadro geral ou nos pormenores, se costuma dar importância aos fins ou aos meios, se consegue trabalhar em equipe ou é mais individualista, se é agressivo e competitivo ou se é mais tolerante, se prefere estabilidade à mudança, dentre outras.

Se ainda assim, contratar candidatos que estão desalinhados com a cultura da empresa, lembre-se que correrá o risco de ter colaboradores desmotivados, insatisfeitos e descomprometidos com seu trabalho e empresa. E provavelmente, estes colaboradores “desadequados” terão níveis de rotatividade mais elevados dos aqueles que se encaixam na cultura da empresa. Fique atento antes de contratar!

 

 

* Robbins, Stephen P. “O Segredo na Gestão de Pessoas – Cuidado com as Soluções Milagrosas”, 1ª ed., Lisboa: Centro Atlântico, 2008.

Algumas das profissões que estão no imaginário e sonhos da maioria dos jovens e crianças são as de jogadores profissionais, artistas e atores famosos. De uma forma geral, essas profissões transmitem glamour, e até a ideia de realizar um sonho de fazer aquilo que se gosta de fazer em tempos livres.

O que não se vê nessas profissões é a pressão a que são sujeitos para que saia tudo bem, estejam perfeitos e mais que tudo, justifiquem o dinheiro que fazem bem como, dar lucro a quem investe neles. Isso mais a falta de vida pessoal privada em alguns casos, uma vez que, são explorados e reconhecidos em qualquer local, o que não os deixa ter a privacidade necessária para a vida privada deles.

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Para os jogadores profissionais de qualquer esporte ou jogo a pressão é mesmo enorme e não apenas quando estão jogando mas em todas as fases da carreira para chegar a profissional. Uma falha pode significar o fim de uma carreira ou uma distração ou falta de cuidado também ou até que a carreira não levante como se esperava e assim se entende que a pressão em todas as fases da vida seja enorme para jogadores profissionais. Assim, eles têm planos de exercício, treinos, planos alimentares, regras que têm que obedecer, dedicação para melhorar indicadores físicos e mentais e tudo isso pode não chegar. Mas é importante demais que fisicamente e mentalmente estejam no seu melhor para que possam ser o melhor possível e lidar da melhor forma com esta pressão associada.

Da mesma forma, os jogadores profissionais online, que estão em crescente, são sujeitos a uma pressão não visível e, muitas vezes, não considerada quando se pensa nessa situação. Mas eles jogam por equipas e a representar patrocinadores que querem ver o seu dinheiro investido com retorno e, com isso, não se preocupam muito se alguns desses jogadores se alimentam mal ou não têm uma boa qualidade de vida, desde que cumpram o que é esperado deles.

Devido a esta pressão é também importante que esses profissionais se cuidem a um nível também profissional com horas de descanso e lazer suficientes, bem como, uma alimentação que lhes permita estar no seu melhor quando tiverem que jogar. Claro que a prática de exercício também é fundamental, não por uma questão de necessidade mas porque é comprovado que também melhora o desempenho mental e permite também uma maior resistência a alguns horários que esses profissionais possam ter.

Portanto é muito importante que os profissionais online e, neste caso, os profissionais de jogos online como pôquer, por exemplo, sejam muito organizados quando definirem um plano de trabalho, especialmente, porque sendo algo que possa ser feito a partir de qualquer local convém ter regras e cuidados para lidar da melhor forma possível com tudo o que a profissão exige e sejam o melhor que consigo tendo em conta que o cuidado com a saúde e nutrição são os mais importantes que poderão vir a ter.

Será que pedir Referências de empregos anteriores tem valor?

Ainda tratando do tema sobre Recrutamento e Seleção de novos candidatos ao emprego, Robbins* apresenta na 5ª verdade sobre Gestão de Pessoas o seguinte tema: “Não confie demasiado na verificação de referências”.

Na verdade 1 proposta por Robbins, foi dito que o importante no processo de seleção não são os traços de personalidade, mas o comportamento do candidato, e que o melhor indicador para o comportamento no fututo é o seu comportamento no passado. Portanto, a informação fiável sobre as experiências e desempenhos anteriores do profissional são valiosas para a decisão de contratação, no entanto, além de cada vez mais se ter o acesso limitado destas informações, os empregadores também não fornecem detalhes sobre os seus antigos colaboradores. Segundo Robbins, as referências dos empregos anteriores são difíceis de obter e as referências pessoais são fáceis de conseguir, mas não valem muito no processo de contratação.

As Referências fornecidas são favoráveis ou desfavoráveis?

Não é comum, ao solicitarmos aos empregos anteriores referências do candidato, recebermos informações desfavoráveis. Geralmente, o que vemos são avaliações dos antigos empregadores favoráveis ao candidato. Então, se a informação recebida for positiva, de nada servirá para diferenciar os candidatos. Mas, caso se consiga que estas referências tenham informações tanto positivas como negativas, poderá contribuir e muito para a decisão na seleção.

Outra questão importante é que, mesmo que se consiga referências válidas sobre o desempenho do candidato na empresa anterior, não significa dizer que o desempenho será o mesmo para a função a qual ele está sendo contratado, pois existem diferenças nas empresas e funções, ou seja, existem fatores externos que não são comuns e que influenciam no seu desempenho, como por exemplo: recursos fornecidos que não são semelhantes nas empresas; colegas de trabalho que possuem capacidades distintas; avaliação e recompensas com critérios diferentes. Tudo isso e muito mais, influenciará no comportamento e desempenho do colaborador, o que nos leva a concluir que o desempenho do passado não poderá prever com exatidão o comportamento do futuro.

Então, devo ou não pedir Referências?

É certo que todo candidato poderá conseguir amigos que o referencie de forma positiva, portanto, não será este o meio que dará mais credibilidade ao processo seletivo. No entendimento de Robbins, pedir referências é um procedimento que não conduz a empresa a identificar um potencial colaborador de alto desempenho. Mas isto não quer dizer que, não devemos fazer uma pesquisa completa sobre os antecedentes do candidato (inclusive criminais) e buscar a confirmação de suas credenciais acadêmicas, além de obter informações dos seus antigos empregos.

E como dar Referências de ex-colaboradores?

Para aqueles que dão referências, indico um vídeo para nossa reflexão sobre o assunto. Trata-se de uma entrevista na CBN - Negócios & Carreira com Marcello Pepe que fala sobre as saias justas que acontecem quando um novo empregador pede referências de ex-patrões sobre candidatos a vagas de emprego. O que pensa sobre o assunto? Avalie: 


 

 

* Robbins, Stephen P. “O Segredo na Gestão de Pessoas – Cuidado com as Soluções Milagrosas”, 1ª ed., Lisboa: Centro Atlântico, 2008.

Olhos voltados para os celulares, mãos digitando com agilidade, troca instantânea de conteúdo. O Whatsapp virou uma das ferramentas de comunicação mais utilizadas do mundo, alcançando grupos sociais dos mais variados estilos. Uma pesquisa realizada pelo Ibope mostra que o app é o mais usado entre os brasileiros, chegando a 93% dos usuários nacionais e reafirmando o sucesso da rede social. De tão rápido e prático no processo de troca de mensagens, o “zap” passou a ser visto não só como um instrumento de comunicação para divertimento, e começou a ser utilizado pelas corporações como uma ferramenta de trabalho, principalmente para o compartilhamento de informações. Os “grupos de trabalho” já não são nenhuma novidade entre os funcionários das empresas, mas assim como o ambiente real profissional, ele instiga o relacionamento entre os trabalhadores e seus gestores. É uma reprodução do espaço físico da companhia e isso deve sim influir no comportamento dos usuários. Mas nem todo mundo se comporta da melhor forma.

Extremamente estressado, um trabalhador da área de gastronomia, cujo nome não será revelado nesta reportagem, contou ao LeiaJá que começou a atuar em um novo emprego no Recife. Experiente na área, com pelo menos 20 anos de trabalho sério, o funcionário sempre procurou se relacionar bem com seus companheiros de firma e nunca abdicou do respeito ao próximo. Porém, no novo emprego, se deparou com uma gerente descrita por ele como autoritária e desrespeitosa. Características que, de acordo com nossa fonte, se refletiram no mundo virtual. A gerente criou um grupo no Whatsapp, adicionou praticamente todos os trabalhadores da empresa – inclusive nosso entrevistado – e não poupou reclamações, até mesmo individuais, nas mensagens compartilhadas no grupo de trabalho.

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“Em toda minha vida profissional, eu nunca passei uma humilhação tão grande. Ela já reclamava de várias coisas na frente dos clientes e dos outros funcionários, algo que nunca vi alguém passar em todo este meu tempo na área de restaurantes. Quando cheguei em casa, descobri que ela criou um grupo no Whatsapp e no meu celular não paravam de chegar várias mensagens. Quando finalmente parei para ler, só visualizei reclamações, até direcionadas para mim e outros funcionários. Não tive dúvida! Saí do grupo e não dei satisfações para a gerente”, conta o trabalhador.

A gerente acusada pelo funcionário pode até não conhecer as leis trabalhistas, mas, conforme as orientações dos advogados, ela cometeu assédio moral. As pessoas não podem esquecer que o ambiente virtual é uma reprodução do seu comportamento real e, quando o trabalho e a relação profissional estão presentes na rede social, aumenta a responsabilidade por parte de funcionários e patrões no que diz respeito à forma de se comportar e principalmente tratar os colegas de trabalho. Em entrevista ao LeiaJá, o advogado especialista na área trabalhista, Giovanne Alves, explica que as redes sociais estão “totalmente replicadas nas nossas relações, inclusive as de trabalho”. De acordo com o advogado, o ambiente virtual é uma replicação das ações físicas. “Tudo que se faz, inclusive nos ambientes virtuais, pode ser fisgado pela Justiça caso aquilo cause prejuízo a alguém”, esclarece Alves.

Grupos de trabalho podem virar casos de Justiça

Segundo Giovanne Alves, se um funcionário desrespeita outro no grupo do Whatsapp, como por exemplo, comete assédio moral, ele está totalmente passível de ser acionado na Justiça. E existe um aspecto importante no contexto das redes sociais: de acordo com o advogado, como a troca de informações e conteúdos em geral pode ser arquivada e printada, ela pode servir como prova para embasar os casos que vão parar na Justiça. “Fica ainda mais fácil de provar sendo feito em ambiente virtual, como no Whatsapp, pois a tela printada pode servir como prova. Mas existem alguns detalhes: todas as condutas corporativas exigíveis no convívio pessoal são exigíveis no convívio virtual, tanto por parte do patrão, quanto pelo lado do funcionário. As obrigações de respeito e obediência devem ser mantidas nos grupos e diálogos corporativos”, orienta o advogado.

Para o advogado, a prova de assédio moral, por exemplo, é ainda mais fácil de ser reproduzida se o assédio acontecer através de alguma rede social ou comunicador instantâneo. “Um chefe pode sim assediar um empregado via Whatsapp, tanto nos grupos corporativos quanto nas mensagens diretas. A escolha da advertência em particular ou não é opção da empresa, mas isso deve ser feito de forma a não expor o empregado em situação vexatória, o que caracteriza o assédio moral”, explica Alves. O especialista também dá uma dica para as vítimas assediadas: é importante não salvar os contatos dos participantes do grupo por nome, uma vez que é interessante registrar o número que enviou o conteúdo, como forma de facilitar a identificação do agressor, evitando assim que a acusação seja taxada de mentirosa. Ouça mais detalhes na explicação do advogado no áudio a seguir:

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Funcionário não é obrigado a participar do grupo – Ainda de acordo com o advogado, o trabalhador não pode ser obrigado pela empresa a participar de um grupo no Whatsapp, sem que essa condição tenha sido acertada no contrato entre as duas partes. “Caso isso não tenha sido uma exigência para a contratação, não se pode demitir por justa causa havendo a negativa do funcionário  em participar do grupo no Whatsapp”, explana o advogado. Ele também complementa: “Se o funcionário continuar trabalhando, fazendo reuniões ou despachando com chefes pelo Whatsapp depois do horário de trabalho, isso pode ser considerado trabalho extraordinário e gerar horas extras”. Por outro lado, se usado da melhor forma pelo gestor e subordinado, pode haver um acordo entre as partes para o uso dos grupos. Porém, é importante manter a ordem profissional e pessoal. “Não adianta resistir ás tecnologias. Elas vêm e modernizam as relações. O judiciário deve estar atento a tudo isso”, finaliza Giovanne Alves.

Funcionários podem ser demitidos por justa causa

Não é apenas o patrão que é passível de punição. Os subordinados podem sim perder seus empregos por desrespeito aos gestores e os casos de indisciplina podem ir parar na Justiça. De acordo com Alves, um dos casos recorrentes que resultam na demissão do trabalhador é quando o funcionário faz ‘memes’ para ridicularizar o patrão ou chefe.  Segundo o especialista, existem várias atitudes cometidas por funcionários que alimentam a chance da empresa demitir por justa causa.

“Condutas inconvenientes, atos de insubordinação ou indisciplina ensejam demissão por justa causa. Se algum funcionário cometê-las, seja em ambientes virtuais ou não, ele pode ser demitido”, explica o advogado. “Ofender diretamente um superior hierárquico, não cumprir ordem dada expressamente nos meios virtuais, sabotar ações da empresa, difamar a companhia, são outros exemplos de situações que levam um trabalhador a ser desligado”, finaliza o especialista, lembrando também que o consumo de conteúdos pornográficos através da rede de internet da empresa ou dos celulares corporativos pode causar desligamento.

Respeito prevalece em todos os ambientes

Com cerca de 30 anos de experiência na área de Recursos Humanos, o diretor de RH do Grupo Ser Educacional, Wellington Maciel, já viveu inúmeras experiências sobre relacionamento profissional dentro das empresas. Para ele, independente do ambiente que se estabeleça a relação entre funcionário e gestor, seja ele virtual ou real, o respeito deve prevalecer sempre. Sobre o uso do Whatsapp, ele defende a utilização da ferramenta como troca de informações e principalmente meio de comunicação, mas discorda quando o app é usado pelo gestor para avaliação das equipes.

“O mundo inteiro usa o Whatsapp. É uma ferramenta ágil de comunicação, mas que deve ser utilizada com muito respeito entre as pessoas. Uma dica importante é não confundir grupos sociais com os grupos de trabalho. Evite brincadeiras fora de hora, correntes, posicionamentos políticos”, orienta o diretor de RH.

Wellington Maciel reforça que o Whatsapp não é uma ferramenta adequada para avaliar os funcionários. Por isso, ele orienta os líderes e gestores a realizarem o procedimento das formas mais tradicionais, como em reuniões e feedbacks. “O Whatsapp não é uma ferramenta de resultados, e sim é um meio de comunicação. A melhor forma de avaliar é utilizar indicadores de metas”, explana o diretor de RH. No vídeo a seguir, Wellington Maciel traz mais dicas de comportamento. Vale muito assistir:

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Será que as pessoas mais inteligentes têm melhores desempenhos e são mais bem sucedidas do que os menos inteligentes? É  com esta indagação que Robbins* inicia a “4ª verdade sobre Gestão de Pessoas”.

Obviamente existem diversas e divergentes opiniões sobre o assunto, mas há também provas, confirmadas por dados de investigação, que se pode chegar a esta conclusão, eis algumas delas:

1)     Existe uma aproximação entre os valores do QI e o significado comum do uso da palavra inteligência.

2)     Os valores do QI são estáveis, mesmo que não sejam constante na vida da pessoa.

3)     Quando bem aplicados, os valores dos testes de QI não são influenciados por questões econômicas, étnicas e outras.

4)     Os colaboradores mais espertos são, geralmente, os mais capazes.

Será que todas as funções requerem o uso da Inteligência?

Sim, pois o trabalho exige a nossa capacidades cognitiva, o uso do raciocínio e a tomada de decisões.

Altos índices de QI mostram uma forte correlação do desempenho, especialmente em trabalhos novos e ambíguos, nos processos de mudanças ou nas profissões que são multifacetadas como engenharia, contabilidade, arquitetura, física, investigação científica.  Mas também o QI é um bom indicador em funções menos complexas como artesanato, o trabalho de uma secretária ou de um policial. Mas, o QI não é tão exigido para trabalhos não qualificados ou que requeiram tomada de decisões rotineiras ou resoluções de problemas simples.

Certamente que a Inteligência não é o único fator que influencia o desempenho na função, mas pode ser o mais importante. Numa entrevista de emprego, por exemplo, é o melhor indicador do que os certificados de habilitações e a verificação de referências, por isto se investem nos testes para aferição do QI.

Mas, a Inteligência é aprendida ou nasce-se com ela?

Há uma forte componente genética do QI, ou seja, 70% ou mais da nossa inteligência é herdada. Podemos observar, por exemplo, que os QI médios mostram diferenças de acordo com questões étnicas e econômicas, o que leva alguns críticos a ficarem incomodados, devido as medições de QI serem discriminatórias e por esta razão não deviam ser aplicados. No entanto, Robbins não concorda com isto, afirma que existem provas que demonstram que os testes não estão enviesados em direção a um grupo em particular, são credíveis.

Conclui-se, então, que esta é a melhor aposta na hora da contratação: “se quiser contratar a melhor força de trabalho possível, quando tudo o resto é igual, contrate as pessoas mais inteligentes que encontrar” (Robbins, 2008 p.21).

Nosso Convite:

Convido você a (re)ver “O Estagiário”, um filme interessante com Robert De Niro e Anne Hathaway, em que podemos analisar esta questão da contratação de pessoas inteligentes, que independe da idade. Aproveite para refletir!

 

  

 

*Stephen P. Robbins aborda este assunto no livro: “O Segredo na Gestão de Pessoas – Cuidado com as Soluções Milagrosas”, 1ª ed., Lisboa: Centro Atlântico, 2008.

Atuante na área de recursos humanos, a Randstad está selecionando candidatos para 100 vagas temporárias. Os aprovados atuarão em Camaçari, na Bahia, na função de auxiliar de operações.

Segundo a empresa, os selecionados trabalharão com montagem de produtos, bem como com o auxílio do processo de produção. Os candidatos devem ter o ensino médio completo e experiência em indústria.

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Os interessados em participar do processo seletivo devem se cadastrar através do site da empresa. Pelo mesmo endereço virtual é possível obter mais informações sobre as vagas.

Nas entrevistas de emprego, após a fase das perguntas ao candidato, como você (gestor ou RH) tem descrito a função e a empresa? Tem focado apenas nos aspectos positivos, projetos interessantes, oportunidades de carreira, bom clima organizacional, excelentes benefícios e outros afins?

Na segunda “verdade” sobre contratações de pessoal, o autor do livro “O Segredo na Gestão de Pessoas”, Stephen P. Robbins, destaca um grande erro cometido pelos gestores: o de enfatizarem apenas o lado positivo da empresa e das funções, mesmo tendo consciência das desvantagens do trabalho e dos pontos fracos da empresa.  Evitam falar dessas questões para não desencorajar o bom candidato, mas o que na verdade faz é abrir espaço para possiveis desapontamentos e repentinas saídas de bons talentos recém-adquiridos pela empresa. Ou seja, todo investimento de tempo e de recursos em entrevistas e testes são literalmente perdidos quando o novo colaborador pede para sair, por ter se deparado com uma realidade que desconhecia por completo.

O que fazer para evitar esta experiência?

Fazer “antevisões realistas sobre a função” é a orientação de Robbins para evitar criar falsas expectativas nos candidatos. O gestor, no momento da entrevista, deve fornecer ao candidato todas as informações importantes sobre a função e a empresa, quer sejam favoráveis ou desfavoráveis.  Sabemos que não existe função ou empresa perfeita, sendo assim, a franqueza, sobre os aspectos negativos das mesmas, são fundamentais para preparar o candidato para toda e qualquer situação, desde o princípio da seleção.

O candidato, por exemplo, que se sentir insatisfeito com as informações “negativas” (ou “realistas”) recebidas, poderá desistir desde cedo do processo seletivo e não terá expectativas irreais sobre o trabalho e a empresa. Além disso, se o recém-contratado não for preparado para essa realidade, ao se depararem com os aspectos negativos da sua função, se sentirão enganados, iludidos e até mesmo manipulados, e consequentemente desmotivados e descomprometidos com a organização. “Uma antevisão realista da função equilibra os aspectos positivos com os negativos” (Robbins, 2008:13).

Alguns Exemplos

Quando o gestor ou o profissional de RH entrevista o candidato pode, por exemplo, revelar que existe uma limitação de oportunidade para conversar com seus colegas durante as horas de trabalho ou ainda, que sua carga de trabalho em horas de maior fluxo criam situações de stress. Segundo Robbins, uma diretora executiva da Telecom Technologies defende esta ideia de fazer antevisões realistas. Afirma que, propositadamente,  ela apresenta um cenário não tão bonito para assustar os candidatos no momento da entrevista, como por exemplo, informar que será preciso que o funcionário trabalhe muitas vezes entre 10 a 12 horas por dia. Alguns, de fato, não querem enfrentar esta realidade, mas os que decidem ficar estarão dispostos a fazer o que for preciso para realizar bem o seu trabalho.

Assim, os candidatos que recebem antevisões realistas da empresa e das funções possuem expectativas mais realistas e poderão desempenhar suas tarefas bem mais preparados para lidar com as situações adversas, pressões, dentre outros componentes frustantes que envolve o trabalho. Portanto, ao entrevistar um candidato, se apresentar apenas os aspectos positivos de uma função, certamente poderá conquistá-lo para sua empresa, mas por outro lado, não conseguirá mantê-lo por muito tempo, quando ele começar a perceber que “nem tudo são flores”… Pense nisso!

“A melhor pessoa que você entrevista não é necessariamente a melhor pessoa para o emprego.”

Robert Half

 

 

*Este artigo é baseado na obra de Stephen P. Robbins: O Segredo na Gestão de Pessoas – Cuidado com as Soluções Milagrosas, 1ª ed., Lisboa: Centro Atlântico, 2008.

O que você procura nos candidatos que buscam vagas na sua empresa? Será que as características pessoais são suficientes para prever se o candidato terá bom desempenho e resultados?

A primeira “verdade” sobre o que funciona e o que não funciona na gestão de pessoas defendida por Robbins* relaciona-se com a contratação de pessoal. Segundo ele, a tendência do gestor, quando toma a decisão de contratar ou avaliar alguém, é confiar demasiadamente nos traços de personalidade e nas características pessoais para prever os comportamentos. Este é um verdadeiro engano. Não podemos classificar uma pessoa e fazer juízos de valor a partir dos seus traços de personalidade, ou seja, se o colaborador é persistente, autoconfiante… ele é bom, mas se é submisso, inseguro… não é nada bom. Essa é uma realidade presente nas organizações: os processos de seleção, geralmente, estão voltados para avaliar as características pessoais do candidato, que são analisados a partir de testes e entrevistas. Procura-se perceber se o candidato tem as “qualidades” necessárias para ser um bom colaborador!

Mas, qual é o problema?

É importante saber que as pessoas se comportam de forma distintas em contextos e situações diferentes. Sendo assim, Robbins aponta dois problemas para o uso dos traços de personalidade e das características pessoais nos processos de seleção: 1) Precisamos entender que os contextos empresariais produzem grande impacto no comportamento dos colaboradores. 2) As pessoas possuem um alto grau de adaptação à realidade e situações nas empresas, ou seja, os traços de personalidade mudam conforme a situação.

Em primeiro lugar, é preciso considerar que, no cenário emprearial existem situações de maior impacto que exigem comportamentos mais apropriados e aceitáveis, o que leva ao colaborador a minimizar os efeitos dos traços de sua personalidade. Já em outras situações, consideradas mais leves, como por exemplo, numa festa da empresa, o colaborador revela mais suas características pessoais. Ou seja, o comportamento do colaborador em situações mais leves, acentua mais os seus traços de personalidade ou de características pessoais, enquanto que, em situações de maior impacto, seus traços são mais atenuados, não se revelam tanto assim.

O segundo ponto, é que, as características pessoais mudam consoante a organização que o colaborador faz parte. Como as pessoas participam, muitas vezes ao mesmo tempo, de várias organizações (comunitárias, religiosas, sociais, desportivas etc), elas se ajustam a essas diferentes situações. Não somos prisioneiros de um sistema estático e rígido de estrutura de personalidade, mas fazemos e podemos fazer ajustamento do nosso comportamento às necessidades das diversas circunstâncias vivenciadas.

Portanto, os traços de personalidade e as características pessoais não são indicadores fiáveis para determinar um processo seletivo e prever os comportamentos futuros dos colaboradores.

Então, o que fazer?

Se para avaliar um candidato, o gestor não se deve basear nas características pessoais, qual seria, então, um bom indicador a ser usado? Robbins defende que são os Comportamentos Passados dos candidatos, ou seja, “o melhor preditor do comportamento futuro de uma pessoa é o seu comportamento no passado” (Robbins, 2008:10) .

A sugestão que fica é, ao entrevistar um candidato, concentre-se em fazer perguntas sobre suas experiências anteriores e os resultados alcançados que são relevantes para a vaga que se candidata.

Alguns exemplos de perguntas que poderão ser feitas:

- O que fez em empregos anteriores que demontrou a sua criatividade?

- Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos? Cite alguns exemplos.

- Ajudou a aumentar lucros e reduzir custos nas empresas anteriores? Como?

- No seu último emprego, o que mais quis realizar, mas não conseguiu? Porque?

E muitas outras perguntas que poderão avaliar o comportamento do candidato no passado para prever seu desempenho no futuro. Experimente fazê-las!

Nosso Convite

Além das perguntas, situações vivenciadas na prática, também poderão ajudar…

Assista o vídeo sobre um Processo de Seleção realizado na Heineken, empresa de cervejas na Holanda,  que mostra como os candidatos agem em determinadas situações. “ E se você estivesse numa entrevista de emprego e de repente….”:

*Stephen P. Robbins, Doutorado pela Universidade do Arizona, Estados Unidos, é Professor Emérito de Gestão na Universidade de San Diego, Califórnia, e é o autor mais vendido do mundo na área de manuais sobre gestão e comportamento organizacional. Os seus livros foram adoptados em mais de 1000 universidades norte-americanas e traduzidos para 19 idiomas.

Mais de 80% dos profissionais de RH apontam o cumprimento da Lei de Cotas como o principal fator para a contratação de pessoas com algum tipo de deficiência. Somente 2% dos contratantes indicam a valorização da diversidade como causa das contratações. Além disso, potencial do profissional e o perfil adequado para ocupar a vaga foram indicados como principal fator para contratação em somente 3% e 9% das repostas, respectivamente. Essas foram as conclusões de uma pesquisa realizada pela Catho e consultoria iSocial, divulgadas nesta segunda-feira (28).

Para o sócio diretor da iSocial, Jaques Heber, a Lei de Cotas “é de fundamental importância para a inclusão do profissional com deficiência no mercado de trabalho, mas é preocupante que ela ainda seja vista como principal razão para a contratação”. Quem também compactua da ideia de que as empresas precisam olhar mais o potencial dos candidatos deficientes e não a deficiência propriamente dita é o diretor de gente e gestão da Catho, Murilo Cevellucci. “O profissional tem de ser avaliado primeiramente pelas qualidades que o credenciam a ocupar o cargo, independentemente da deficiência”, diz Cavellucci, conforme informações da assessoria de imprensa.

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O estudo também apontou que 68% dos profissionais de RH acreditam que a acessibilidade é o principal fator que torna uma vaga de emprego atrativa para uma pessoa com deficiência. Já entre as pessoas deficientes, plano de carreira e salário surgem entre os itens mais valorizados: quase 60% dessas pessoas concordam com essa ideia.

“Fica evidente que, ao contrário do que a área de RH avalia, os principais anseios do profissional com deficiência são muito parecidos com os de qualquer pessoa no mercado de trabalho. Ser bem remunerado e ter boas perspectivas profissionais também é fundamental para o PcD, mais até mesmo do que a questão da acessibilidade”, complementa Haber, da iSocial, de acordo com a assessoria.

Dados mais preocupantes

A pesquisa também mostrou que 60% dos contratantes acreditam que os deficientes sofrem preconceito oriundo de colegas, clientes ou gestores. Além disso, mais da metade dos gestores assumem que chegam a entrevistar pessoas com deficiência, porém apresentam resistência para contratá-las.

O estudo – Realizada de 9 a 27 de maio deste ano, a pesquisa entrevistou mais de 1,5 mil profissionais. Confira a análise na íntegra. 

Iniciaremos a partir deste tema uma série de breves artigos baseados nas ideias de Robbins, importante autor sobre assuntos voltados para gestão de pessoas e comportamento organizacional, doutor na área pela Universidade do Arizona nos EUA, e executivo que atuou em diversos cargos de gestão, como na Shell e na Reynolds Metals.

Robbins entende que a maioria dos gestores recebem diariamente inúmeros conselhos de consultores, professores e dos mais diversos “gurus” da gestão, mas que, por muitas vezes, tais conselhos são ambíguos, contraditórios, superficiais e incoerentes. Assim, ele organizou um livro em que pretende dizer a “verdade” sobre o que funciona e o que não funciona na gestão de pessoas no contexto de trabalho, deixando de fora todo o jargão e fórmulas mágicas que ouvimos constantemente.

Foi um estudo resumido e conciso sobre o comportamento humano nas organizações, em que apresenta 53 princípios, segundo ele comprovados, para lidar com os desafios de gestão. Princípios sobre contratações de pessoal, motivação dos colaboradores, liderança, comunicação, formação de equipes, gestão de conflitos, definição de funções, avaliação do desempenho, adaptação à mudança e gestão do comportamento humano.

A partir da leitura, pesquisa e reflexão de cada tópico citado, apresentaremos o entendimento de Robbins sobre as problemáticas do comportamento e da gestão das pessoas nas organizações, incluindo suas sugestões para aplicação dos conceitos e, consequentemente, melhoria na eficácia da gestão.

Convido, portanto, cada gestor a fazer esta viagem pela descoberta do “Segredo na Gestão de Pessoas”, através das “53 verdades” que qualquer gestor deve saber e aplicar na vida organizacional. Acompanhe-nos, então, nos próximos artigos. Até breve! 

“A alma não tem segredo que o comportamento não revele.”

Lao-Tsé

 

Leitura sobre o assunto:

 

Se desejar conhecer mais sobre os temas apresentados nos artigos, sugerimos a leitura completa do livro de Stephen P. Robbins de tradução de Carla Mendonça e Pedro Cotrim chamado “O Segredo na Gestão de Pessoas – Cuidado com as Soluções Milagrosas”, 1ª ed., Lisboa: Centro Atlântico, 2008.

Pessoas e empresas que atuam no setor de recursos humanos ou são empreendedores podem contar com uma nova ferramenta para obter dicas sobre conteúdo próprio para a área. Um canal no YouTube foi lançado pela Catho Empresas -  unidade de negócios focada no atendimento ao segmento corporativo da Catho -  com explicações de especialistas sobre temas como otimização das seleções, a contratação de profissionais e a retensão de talentos. 

Dentro do canal de vídeos na internet, o internauta pode conferir a três séries com temas específicos. Na ‘Recrutar é um Talento’, é possível ver histórias e obter dicas de pessoas envolvidas com a profissão de recrutador. Já na ‘Empreender é um talento’, empreendedores compartilham experiências de seus negócios com histórias que buscam inspirar empresários ou futuros. Já na ‘Minuto Catho Empresas’, os especialistas da Catho procuram prestar uma rápida consultoria para auxiliar empresas a melhorar processos com as principais ferramentas e informações do setor.

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Também no auxílio aos profissionais de RH e empreendedores, serão lançados oito livros no formato eBook, com temas como passo a passo do processo seletivo e como publicar um anúncio de vagas atraente

O que você entende por Comunicação? De que Comunicação estamos falando? Antes de entrar no tema da Comunicação Interna, é importante compreender quais os níveis de análise da Comunicação, suas dimensões e expressões no contexto organizacional. A Comunicação pode ser analisada de forma Intrapessoal, ou seja, tudo que temos dentro de nós comunica algo; Interpessoal, nada mais é do que a comunicação entre as pessoas; a Organizacional, que liga os membros da organização com todo sistema de comunicação, quer seja no ambiente interno ou externo; e Tecnológico, que são os instrumentos tecnológicos para distribuir as informações. Ainda podemos analisar a Comunicação na empresa através das suas dimensões Estratégica, Humana e Instrumental. E sua forma de expressão na empresa pode ocorrer por meio das áreas Mercadológica, Institucional e Interna. Portanto, posto este entendimento, falaremos apenas sobre a Comunicação Interna no ambiente das organizações.

Mas, o que é Comunicação Interna?

Primeiro vamos dizer o que NÃO É…

Não se resume a Comunicação Administrativa, ou seja, aos instrumentos informativos trabalhados na administração. Também não é sinônimo de Endomarketing. Este último, é toda e qualquer ação de marketing voltada para a aliança e o compromentimento do público interno no intuito de melhor atender aos clientes externos e alcançar os objetivos organizacionais. Ou seja, são programas específicos de marketing que visam promover as ações internas.

A Comunicação Interna, também chamada de endocomunicação, abrange a comunicação entre departamentos, órgãos, unidades, entre funcionários e chefias, é responsável pelas interações e os processos de trocas, por fazer circular as informações, o conhecimento, de forma vertical, ou seja, da direção para os níveis subordinados; e horizontal, entre os empregados de mesmo nível de subordinação. Contribui efetivamente para os resultados do negócio, atua como fator humanizador das relações de trabalho, consolida a identidade da organização com seus públicos e amplia iniciativas de orgulho e integração dos empregados.

Trabalhar e Gerir a Comunicação Interna

Trabalhar a Comunicação Interna traz inúmeros benefícios para equipe, pois pode traduzir a estratégia da empresa em todos os níveis; faz com que informações de domínio público sejam antecipadas e acompanhadas pelos colaboradores; reforça a identidade e estimula o senso de equipe. E para os líderes, pode apoiar o diálogo com seus colaboradores por meio de veículos oficiais e ampliar as iniciativas de orgulho e pertencimento. A Comunicação Interna deve ser voltada [e pensada] para os colaboradores, visando desenvolver o sentimento de pertencimento, estimular a interação, o diálogo e a satisfação no ambiente de trabalho. Mas para isso, é preciso agir com clareza na comunicação, especialmente a sua liderança, deixar claro o que se espera do colaborador, o que será feito e o que não será feito, para buscar o comprometimento de todos, além de elaborar estratégias que promovam a interação.

Como fazer isso? Deixo a dica dada pelo escritor e professor de Comunicação Corporativa Paul Argenti. Em seu livro sobre Comunicação Empresarial (2011) ele cita sete etapas essenciais para implementar um Programa de Comunicação Interna eficaz, são elas:

1. Comunique-se com todos os níveis.

2. Crie tempo para reuniões presenciais.

3. Comunique-se on line

4. Crie publicações orientadas aos funcionários

5. Comunique-se visualmente

6. Concentre-se no desenvolvimento interno na marca.

7. Pense nos canais informais de comunicação

Leitura sobre o assunto:

Indico a leitura o livro de Paul A. Argenti, “Comunicação Empresarial – a construção da identidade, imagem e reputação”, 5ª ed., SP: Editora Elsevier, 2011.

Inicialmente, é preciso ter um melhor entendimento sobre o que significa “Público”. Em seu sentido amplo é a humanidade. Pode ser toda pessoa dentro da esfera de um negócio ou inúmeros grupos com interesses comuns.

No contexto organizacional “público” é qualquer grupo que tem interesse ou impacto real ou potencial sobre as condições da empresa para atingir os seus objetivos. Os públicos podem ser de âmbito interno da organização (funcionários, acionistas, família) e externo (clientes, parceiros, fornecedores, concorrentes, governo, comunidade, imprensa, ONG´s, sindicatos etc).

Pode-se também classificar os públicos de uma organização como: Primários, Secundários e Marginais (neste caso é importante hierarquizar); Apoiantes (é preciso reforçar as crenças e valores neste tipo de público); Opositores (deve-se utilizar uma comunicação persuasiva para este público) e Indiferentes (para estes, é fundamental conquistar a sua atenção).

 

Quem são os Stakeholders?

Também chamados de “Públicos de Interesse”  significa “parte interessada ou interveniente”, ou seja, são pessoas ou grupos que têm interesse pela organização, podendo ser funcionários, fornecedores, governo, comunidade, grupos de proteção ambiental etc.

É fundamental conhecer bem claramente quem são os seus stakeholders para saber quais são os que mais afetam a organização (e de que forma afetam) e como cada um avalia a  performance da sua organização.

Portanto, faz-se necessário fazer um “Mapeamento dos Públicos de Interesse”, através das seguintes etapas: 1) identifique os stakeholders da sua organização – todos os envolvidos com a organização, públicos com os quais se relaciona ou deseja relacionar-se; 2) Depois ordene-os pela sua importância – classificar quem são os públicos mais importantes para empresa, ou seja, quais os públicos que podem influenciar mais e causar um impacto maior e em um prazo mais curto. 3) E por fim, analise o nível de interação e relacionamento com cada um – se são acessados regularmente, se há meios sistematizados das relações com esses públicos, se tem como aferir feedback.

Gestão dos Stakeholders

Uma vez identificados os stakeholders, deve-se elaborar uma estratégia para gerenciá-los. Ter uma estratégia de interação e buscar os benefícios dessa interação. Esta relação deve ser fundamentada na clareza na comunicação – é preciso deixar claro o que será feito e o que não será feito para buscar o comprometimento dos envolvidos. Portanto, o objetivo da comunicação é estabelecer um bom relacionamento com estes públicos, esclarecendo sobre as políticas e ações da organização e especialmente, estabelecendo o diálogo permanente.

Algumas questões precisam também ser respondidas, como por exemplo: quais informações são relevantes para cada um dos envolvidos? Quando estas informações devem ser encaminhadas? Qual o feedback necessário para identificar a compreensão do receptor quanto à mensagem? Como as informações devem ser apresentadas? Quem são os responsáveis por gerar a informação e por que ela é importante?

Uma vez respondidos estes questionamentos, pode-se mais facilmente elaborar um Plano de Comunicação (assunto este que poderá ser tratado num próximo artigo).

Convido então, gestores de empresas, a desenvolver um Plano de Comunicação para melhor atendimento e relacionamento com seus stakeholders. Este é o nosso desafio. Preparado?

Mais um ano se passou e com eles os dias vividos, trabalhados, aprendidos, corrigidos…

Iniciamos a chamada contagem “regressiva” , e com isto alguns tentam ainda cumprir suas metas estabelecidas no final do ano anterior, ou por vezes, lamentam por não ter “utilizado” bem os 365 dias do ano. Quando penso em contagem “regressiva”, logo vem a ideia de algo retrógrado, que anda para trás, que é retroativo e não pró-ativo.O que passou, passou! Agora precisamos olhar para frente, para o alto...

Para outras pessoas, a visão e prática sobre contar os dias é bem diferente. Nada mais é do que uma contagem “progressiva”, ou seja, sob a perspectiva da progressão, crescimento, amadurecimento, aprendizado… ainda temos muito o que ser e fazer! Para isso, é preciso aprender a contar e viver os nossos dias de maneira sábia.

“Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios.”

Salmos 90:12

Mais Sabedoria!

Este é um bom momento para pensar sobre como agir no futuro, com base na experiência e aprendizado dos anos que se passaram. Os seus planos e objetivos, sua agenda, seu trabalho, seus relacionamentos, tem pensado sobre isso? Antes mesmo de falar e escrever sobre o que fará em 2015, é  importante refletir: o que poderia ser e fazer de melhor no ano vindouro?

“O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz”.Aristóteles

Para que haja mais acertos do que erros em 2015, precisamos agir com muita sabedoria (não apenas com o intelecto/conhecimento).  Lembre-se: a sabedoria consiste em saber o que fazer com o conhecimento.  A sabedoria, segundo define o dicionário, é um dom que nos permite discernir qual o melhor caminho a seguir, a melhor atitude a adotar nos diferentes contextos que a vida nos apresenta. Um bom exemplo disso é o de Salomão, homem sábio, que refletiu e agiu corretamente quando as duas mulheres reivindicaram a maternidade de uma criança.

Precisamos aprender a agir com discernimento, serenidade, sensatez, prudência, ponderação, tudo isso e muito mais nos leva aos acertos nos planos e decisões tomadas para o próximo ano.

Quer sabedoria? Confúcio disse: “Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo”.

Então, comece já a agir de forma sábia... Aproveite estes últimos dias do ano para colocar tudo em ordem. Reflita: Como tem sido o seu relacionamento com familiares, amigos e colegas de trabalho? Como está sua vida financeira (com ou sem dívidas)? O que tem feito pela sua carreira? Que projetos são relevantes para o futuro?...

Ao contar o primeiro dia de 2015 o meu convite é: Busque agir como um homem de reflexão e refletir como um homem de ação.

Desejo um 2015 de muita Sabedoria!

A partir desta terça-feira (2), a Rede Paex Fundação Dom Cabral promove debate sobre a importância dos Recursos Humanos no mundo empresarial. A programação contará com a participação do professor e especialistas na área de psicologia organizacional, João Roberto de Paula.

A iniciativa tem como objetivo propiciar a reavaliação das atitudes para planejar decisões que levem ao sucesso empresarial. O encontro segue até a próxima quarta-feira (3) e será realizado na sede ABA Global Education, situada na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, 1510, Aflitos, no Recife. Para obter mais informações, os interessados podem ligar para o telefone (81) 3427-8800.

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Rede Paex Fundação Dom Cabral

Auditório ABA Aflitos (Avenida Conselheiro Rosa e Silva, 1510, Aflitos)

2 e 3 de dezembro | 8h às 17h

 (81) 3427-8800

Passamos por inúmeras mudanças, e por que não dizer, transformações nas organizações. Algumas tendências são destacadas na vida organizacional, questões como: sustentabilidade, liderança do talento, mundo digital, cliente em primeiro lugar, melhores empresas para trabalhar, mudanças de paradigmas, enfim novos conceitos e práticas são considerados, dentre eles, cada vez mais, a valorização e reconhecimento da importância das pessoas.

Certamente, o “capital intelectual” é a nova fronteira para se obter vantagens competitivas. No passado, na era industrial, para as empresas competirem no mercado bastava ter a qualidade do produto. Outros conceitos e formas de gestão eram enfatizadas, como a produtividade, eficiência, marketing de massa, dentre outros. Posteriormente passamos para a era da informação em que a ênfase é no capital humano, no conhecimento e aprendizado, fomento de autonomia, crescimento das pessoas, satisfação dos clientes. E atualmente migramos para uma era da consciência, em que o capital intelectual, os valores, a missão e objetivos da empresa, a compreensão do significado/sentido do trabalho, são fatores fundamentais para se obter vantagens no mercado. Como se percebe, não vivemos apenas numa “mudança de era” e sim uma “era de mudanças”. Assim ressalta Robert Waterman: “Nestes próximos anos a única constante nas empresas será o fator mudança.”

Mudança ou Transformação?

Mudar significa a passagem de um estado para outro diferente, a transição de uma situação para outra situação diferente, se este estado ou situação será permanente e sustentável, apenas  o tempo poderá confirmar. Portanto, o fundamental é que toda mudança traga de fato uma transformação. Transformar nada mais é do que elevar a consciência, ou seja, ao sair de um estágio para outro, ao fazer esta transição, conscientemente há a escolha pela nova situação.

Toda transformação gera uma mudança, mas nem toda mudança gera uma transformação. Por exemplo, uma mudança na política de atendimento ao cliente pode levar a comportamentos transformadores dos funcionários, mas, caso esta política não seja bem aceita pelos funcionários, haja resistências, será simplesmente uma mudança externa, sem haver a transformação no comportamento.

Gerenciar a Mudança

Gerir a Mudança nada mais é do que o desafio de conduzir pessoas ao longo de um projeto/processo de mudança,  ao aprendizado e  transformação para a nova forma de ver e agir. O objetivo do Gerenciamento da Mudança é minimizar as possíveis resistências e obter uma transformação mais eficaz, completa, em menor tempo.

Para fazer com que as mudanças nas organizações aconteçam é preciso antes preparar as pessoas. Primeiro, mudar a cabeça das pessoas, dar-lhes uma nova visão e uma visão para o novo, em seguida prepará-las, quer seja, psicologicamente, estruturalmente, ou em termos de competências a adquirir, é necessário fazer com que as pessoas aprendam a aprender.

Toda mudança implica em novos caminhos, novas abordagens, novas soluções. Pense sobre isso!

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Nosso Convite

Para refletir mais sobre o assunto, convidamos você a ler (ou reler) um reconhecido livro sobre o tema da mudança “Quem mexeu no meu queijo?” do autor Spenser Johnson. Se preferir, assista ao filme juntamente com sua equipe.

Segue link do filme: https://www.youtube.com/watch?v=IMf_p87hx8o 

Na próxima quarta-feira (29), será realizado o VII Grande Encontro dos Grupos Informais de RH em Pernambuco. O evento, que terá atividades no Hotel Manibu, no bairro de Boa Viagem, traz como tema “Espiritualidade e Produtividade”. O encontro é gratuito e os interessados podem obter mais informações através do telefone (81) 3084-2811.

Promovida pela Faculdade Santa Helena, a instituição de ensino traz o doutor em Direito e bacharel em Teologia, Martorelli Dantas, que irá abordar os limites e contribuições que podem ser cultivadas nas organizações.  

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VII Grande Encontro dos Grupos Informais de RH em PE

Quando: 29 de outubro

Local: Hotel Manibu (Av. Conselheiro Aguiar, 919 – Boa Viagem)

Horário: 8h30 às 11h30

Informações: (81) 3084-2811

Evento gratuito

Primeiro é importante esclarecer o que se entende por “evento”.

Evento é um acontecimento que tem como característica principal propiciar uma ocasião extraordinária no encontro de pessoas. O que distingue cada evento é a sua organização e a criação de oportunidades para que as pessoas tenham e mantenham contato durante e depois do evento. Este é um importante instrumento de comunicação que poderá contribuir com a construção de relacionamentos entre as pessoas e entre pessoas e organizações. É uma excelente oportunidade de geração e manutenção da imagem junto aos mais diversos públicos. Como diz Simões (autor de livro sobre a função política das relações públicas), o evento “é um acontecimento criado com a finalidade específica de alterar a história da relação organização-público, em face das necessidades observadas”.

Eventos Organizacionais

Do ponto de vista das organizações os eventos podem ser classificados em institucionais e promocionais e são caracterizados de acordo com o porte, participantes e objetivos. Podemos realizar eventos abertos, dirigidos ou específicos, vai depender de qual é  o seu objetivo ao realizar o evento, se é científico, cultural ou comercial.

São vários os tipos de eventos, desde encontros como conferências, palestras, simpósios, convenções, congressos, seminários, fóruns, jornadas, colóquios, workshops, dentre inúmeros outros. Mas é preciso avaliar qual a tipologia mais adequada, de acordo com as características de cada evento. Muitos organizam eventos, mas não avaliam que tipo seria mais indicado para atingir o objetivo, ou ainda, fazem o evento sem obedecer os critérios definidos para o tipo de evento escolhido.

Planejamento e Organização

Outro aspecto importante que deve ser observado é sobre o planejamento do evento, pois se alguma coisa puder dar errado na organização de um evento ou se tiver que surgir algum imprevisto durante o evento, isto certamente ocorrerá. Assim, é preciso planejar minuciosamente todas as suas etapas: pré-evento (preparação), transevento (execução) e pós-evento (avaliação). Ações estas que, quando realizadas por um profissional habilitado ou empresa especializada, contribui e muito com o fortalecimento da imagem institucional. 

Portanto, este é um importante meio pelo qual a empresa pode se apresentar e até mesmo dialogar com seus clientes. Pode transmitir num único momento os valores da organização, seus projetos atuais e futuro, pode gerar uma boa imagem no mercado, depende, é claro, de como vai tratar o evento. 

Os eventos propiciam inúmeras oportunidades de negócios e possibilidades imensuráveis para a combinação de marcas, a união de empresas e a promoção da imagem e reputação das organizações(Fortes e Silva, 2011).

Nosso Convite

Já pensou sobre qual a imagem tem transmitido nos seus eventos? Saiba que os eventos exercem um papel decisivo para geração de imagem, relacionamentos e negócios.

Para quem ainda não assistiu o filme Marie Antoinette , considero interessante analisar nele a questão dos eventos, protocolos e etiquetas. O filme conta a história da jovem rainha da França do século XVIII, Maria Antonieta, que foi enviada ainda adolescente à França para se casar com o príncipe Luis XVI, como parte de um acordo entre os países. Na corte de Versalles ela é envolvida em rígidas regras de etiqueta. Vale a pena (re)assistir!

Ser líder no contexto atual é um grande desafio, principalmente quando se trata de lidar e liderar uma nova geração, as chamadas gerações Y e Z, que são aqueles que estão prontos para questionar, desejam saber o significado do seu trabalho, buscam o real sentido nas suas atividades e se comprometem quando as metas e os resultados são de fato compartilhados. 

A busca pelos resultados tem sido uma constante na vida organizacional, mas a questão fundamental é: Esses resultados são alcançados a preço de quê? Qual é o preço que o funcionário tem que pagar para que a empresa obtenha seus resultados?

Resultados Sustentáveis

Uma liderança dita responsável constrói os seus resultados tendo como base uma relação justa e honesta com seus colaboradores. Sendo assim, tais resultados são considerados sustentáveis.

Para John Wells, a liderança responsável é o equilíbrio entre obter os resultados certos e obter os resultados certos da forma certa. Então, para que possa realmente dar certo é preciso fazer as coisas certas da maneira certa.

O líder, portanto, que busca um desempenho superior e sustentável, além de ter que ser estratégico, ágil e excelente na execução e na gestão, deve conduzir seus liderados a tomarem as melhores decisões, incentivando-os a adotarem comportamentos corretos, como por exemplo o da justiça e honestidade. Pois, um líder responsável é também justo e honesto, é um exemplo e referência para suas equipes, é coerente no seu discurso e prática.

É assim que se começa a construir uma relação de confiança entre líderes e liderados, e consequentemente na própria organização. Você tem sido um líder responsável e confiável?

Design por Confiança

Para o Oscar Montomura, consultor renomado no Brasil, alguns aspectos são relevantes para uma liderança responsável, por exemplo: o foco no bem comum, a integração 360o, a excelência no durável e o design por confiança (capacidade da organização criar condições e sistema apropriado para se estabelecer a confiança no ambiente de trabalho – ler mais sobre isso no trabalho realizado pela Amana Key).

Para que o líder, então, possa obter resultados com e através de suas equipes, é preciso construir os resultados de maneira sustentável, de que forma? Fazendo as coisas certas do jeito certo! Pense nisso!

Nosso Convite

Convido você a (re)assistir ao filme “Fomos Heróis” com Mel Gibson, o comandante Hal Moorde.

O filme traz uma lição de liderança, de como um verdadeiro líder age nos momentos das batalhas, uma liderança responsável é aquela que age com base em seus princípios e valores.

 

 

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