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Na quinta-feira, Jacqueline Castro ficou brava com o filho. "Você não me dá notícia. Está tão ocupado assim que não pode nem dar 'oi' para mim? O que está acontecendo?", reclamou a auxiliar administrativa no celular. A resposta do filho veio em seguida. "Mãe, estou treinando muito. Até apareci na tevê", respondeu Rayan Victor. O diálogo corriqueiro retrata parte da vida dos atletas adolescentes do Pan. Jovens de 15 a 17 anos misturam os desafios do esporte de alto rendimento e os "dramas" da adolescência, como a mãe querendo saber onde é que está o celular.

O Brasil tem sete atletas menores. Eles moram com os pais e estão no Ensino Médio. Pelo jeito de falar e pela trajetória esportiva, todos parecem mais velhos. Marco La Porta, vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e chefe de missão em Lima, afirma que o COB e a delegação brasileira seguem vários procedimentos de segurança para os jovens. "Os chefes das equipes devem acompanhar sempre o menor, para a competição, treino, policlínica ou atividade de lazer", explica.

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Rayan Victor Dutra tem 17 anos e está no 3º ano do Ensino Médio no colégio Isabela Hendrix, em Belo Horizonte. Ele estuda de manhã e treina ginástica de trampolim no Minas Tênis Clube. Para ir ao Pan, Rayan precisou da autorização da mãe para viajar, o que acontece com todos eles.

Para a arqueira Ana Luiza Caetano, ser um atleta precoce tem dois lados. "A gente chega sem uma pressão muito grande. Por outro lado, temos de mostrar evolução", diz a menina de 16 anos de Maricá (RJ).

Afirmar que Ana Luiza é arqueira é apenas meia verdade. Velejadora desde criança, ela teve de abrir mão de muita festinha e passeio no shopping com os amigos - quase todos os atletas adolescentes lamentam isso. Para compensar, Ana criou um diário de bordo. Os editores amigos do seu avô gostaram e publicaram o título "Bons Ventos: Diário de Aventuras Iradas". Logo veio "Eureka", volume paradidático que aborda os valores olímpicos, folclore brasileiro e a conscientização ambiental.

Marcelo Roriz, chefe da delegação do Tiro com Arco, que integra Ana Luiza, valoriza a presença dos jovens. "É preciso entender que os jovens têm ansiedade e vontade grandes. Isso não pode extrapolar para não prejudicar o desempenho. Fazemos uma mescla com os mais experientes e transmitimos calma e tranquilidade, sem que eles percam essa vontade, que é muito boa", avalia.

Ana Beatriz Mantellato leva adiante a paixão familiar pelo polo aquático. Os pais, Nilson e Ana Cristina, jogaram na seleção; a irmã, Gabriela, disputou os Jogos no Rio-216. A adolescente de 16 anos não leva uma vida de adolescente de 16 anos. Ela estuda em um colégio bilíngue em período integral e treina no Clube Paineiras do Morumby. "Ela não tem tempo de ser adolescente. Isso preocupa um pouco a gente. Mas a vida do atleta de ponta é assim", diz a mãe.

Durante um evento no Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o governador do estado João Doria (PSDB) protagonizaram uma cena inusitada.

A dupla resolveu mostrar que tem força corporal e fez uma série de flexão de braço durante a ocasião, que aconteceu na manhã desta quarta-feira (19). Bolsonaro e Doria fizeram 10 flexões em 20 segundos acompanhados por jovens da Polícia Militar.

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Em seguida, a dupla assinou o um termo de compromisso com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que prevê investimento de R$ 10 milhões em quatro anos para atividades de inclusão de pessoas com deficiência, com recursos do Fundo Socioambiental Caixa.

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A França é a sede da 8ª Copa do Mundo de Futebol Feminino. A competição começa nesta sexta-feira (7) com o jogo de abertura entre França e Coreia do Sul, marcado para as 16h, no Parc des Princes. A final ocorrerá no dia 7 de julho, às 17h, no Estádio de Lyon. 

Ao todo 24 equipes estão divididas em seis grupos:

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Grupo A – França, Coréia do Sul, Noruega e Nigéria

Grupo B – Alemanha, China, Espanha e África do Sul

Grupo C – Austrália, Itália, Brasil e Jamaica

Grupo D – Inglaterra, Escócia, Argentina e Japão

Grupo E – Canadá, Camarões, Nova Zelândia e Holanda

Grupo F – Estados Unidos, Tailândia, Chile e Suécia

Grupo A

França

Ocupa o 4º lugar no ranking da Fifa. Já participou de três Copas do Mundo. A melhor colocação foi em 2003, quando chegou a fase semifinal. A seleção não participou das eliminatórias por ser o país anfitrião. Se preparou para competição com uma série de amistosos. A técnica é a ex-jogadora Corinne Diacre, a primeira mulher a assumir o comando de uma equipe masculina profissional na França. A capitã da equipe é Amandine Henry, que atua no Olympique Lyonnais.

Coreia do Sul

Ocupa a 14ª posição no ranking da Fifa. Participou de duas Copas do Mundo. O melhor resultado alcançado foi em 2003 - as oitavas de final. O técnico e ex-jogador Yoon Deokyeo comanda a equipe desde 2012. O ponto forte da equipe é a defesa. A Coreia passou pela Copa Asiática sem levar gols e garantiu vaga na Copa da França. A estrela do time é Ji Soyun. A meiocampista atua pelo Chelsea e faz sucesso na liga inglesa.

Noruega

Ocupa a 12ª posição no ranking da Fifa. Participou de todas as edições da Copa do Mundo. Garantiu vaga na Copa da França ao liderar o grupo 3 nas eliminatórias europeia. O treinador sueco Martin Sjogren sucede Even Pellerud, o homem que levou a Noruega ao título mundial em 1995. A estrela do time é Maren Mjelde, jogadora do Chelsea.

Nigéria

Ocupa a 38ª posição do rancking da Fifa. Participou de todas as Copas do Mundo. O melhor resultado foi a classificação para as quartas de final em 1991.O título de campeã da Copa da África 2018 alcançado nos penaltis. A recompensa valeu vaga na Copa da França. O treinador da seleção nigeriana é o sueco Thomas Dennerby. O destaque da equipe é a atacante Asisat Oshoala, que joga no Barcelona e eleita melhor jogadora africana três vezes (2014, 2016 e 2017).

Grupo B

Alemanha 

Ocupa o 2º lugar no ranking da Fifa. Participou de todas as Copas do Mundo. É Bicampeã. Na campanha de classificação para Copa na França, sofreu apenas uma derrota contra a Islândia e venceu as outras sete partidas sem levar gols. A técnica é Martina Voss-Tecklenburg. A estrela do time é Dzsenifer Marozsan. A jogadora concorreu ao prêmio de melhor jogadora do mundo em 2018 e ficou na terceira colocação. Atualmente joga no Olympique Lyonnais.

China

Ocupa o 16º lugar no ranking da Fifa. Já participou seis vezes da Copa do Mundo de Futebol Feminino. O primeiro título quase foi alcançado em 1999, quando ficou com o vice-campeonato ao perder para Noruega. A equipe é comandada pelo ex-jogador Jia Xiuquan. A estrela do time é a atacante Li Ying.

Espanha

Ocupa a 13ª posição no ranking da Fifa. Participa do Mundial pela segunda vez. Foi a primeira equipe a confirmar participação na Copa da França de forma invicta nos oito jogos disputados. O técnico Jorge Vilda comanda a seleção espanhola desde 2015, quando iniciou uma renovação na equipe e mudanças táticas. A jogadora Irene Paredes é líder nata e considerada uma das melhores zagueiras do mundo. Apesar de jogar na defesa, a jogadora do Paris Saint-Germain foi a segunda artilheira nas eliminatórias para Copa da França 2019.

África do Sul

Ocupa a 49ª posição no ranking da Fifa. Depois de várias tentativas, conseguiu a oportunidade de participar pela primeira vez da Copa do Mundo. A técnica é Desiree Ellis, pioneira no futebol feminino na África do Sul. A zagueira Janine Van Wyk, que atua no time americano Houston Dash, soma 160 convocações para defender a seleção sul-africana.

Grupo C

Austrália

Ocupa a 6ª posição no ranking da Fifa. Disputou seis Copas do Mundo. O melhor resultado foi a classificação para as quartas de final em 1995. As Matildas são vice-campeãs da Copa da Ásia de Futebol Feminino. O técnico da equipe é o croata Ante Milicic e a estrela do time é atacante Sam Kerr.

Itália

Ocupa a 15ª posição do ranking da Fifa. Disputou duas Copas do Mundo. O melhor desempenho foi em 1991 quando foi eliminada nas quartas de final. A seleção italiana carimbou o passaporte para a França com uma atuação impecável. Registrou apenas uma derrota contra a seleção belga quando a classificação já estava garantida. As italianas são comandadas pela técnica Milena Bertolini há 15 anos. A estrela do time é Barbara Bonansea, que atua no meio de campo e ataque.

Brasil

Ocupa a 10ª posição no ranking da Fifa. Participou de todas as edições da Copa do Mundo. O melhor resultado foi o vice-campeonato em 2007. A seleção canarinho é campeã da Copa América 2018. A conquista levou a equipe à Copa da França. O treinador é Vadão. Ele já comandou a seleção feminina na Copa do Canadá (2015), venceu o Pan-Americano (2015), ficou em 4º lugar nas Olimpíadas 2016 e venceu a última Copa América. Dentro de campo, além de Marta (eleita a melhor jogadora do mundo seis vezes e a maior artilheira da história do Mundial), a seleção brasileira também conta com Formiga (a única jogadora que participou de todas as Copas do Mundo).

Jamaica

Ocupa o 53º lugar no ranking da Fifa. É o primeiro país caribenho a participar de uma Copa do Mundo de Futebol Feminino. Garantiu a vaga no Mundial da França ao eliminar o Panamá nos pênaltis. As estreantes são comandadas pelo experiente técnico Hue Menzies desde 2014. A estrela do time é a atacante Jody Brown.

Grupo D

Inglaterra

Ocupa o 3º lugar do ranking da Fifa. Já participou quatro vezes da Copa do Mundo. A melhor posição foi o 3º lugar em 2015. Confirmou participação na Copa da França ao terminar em primeiro lugar no Grupo 1 da Eurocopa. O técnico é Phil Neville, ex-jogador do Manchester United. A atacante Fran Kirby, que atua no Chelsea, é a principal aposta da equipe inglesa.

Escócia

Ocupa a 20ª posição no ranking da Fifa. Participa pela primeira vez da Copa do Mundo. A ex-capitã escocesa Shelley Kerr foi a primeira mulher a ser técnica de um time masculino sênior no Reino Unido. Assumiu o comando da seleção em 2017. Uma das principais jogadora da equipe é Kim Little. A atacante já representou a Grã-Bretanha nas Olimpíadas de 2012 e agora, pela primeira vez, participará de uma competição representando a Escócia.

Argentina

Ocupa a 37ª posição no ranking da Fifa. Participou de dois Mundiais. Nunca passou da fase de grupos. Garantiu vaga na Copa da França pela repescagem ao eliminar o Panamá. O treinador é Carlos Borrello. A capitã é a meio-campista Estefania Banini, que atua no time espanhol Levante.

Japão

Ocupa a 7ª posição do ranking da Fifa. Participou de todas as edições da Copa do Mundo. Disputou duas finais e conquistou o primeiro título em 2011. É a atual campeã asiática de futebol feminino. A técnica da seleção japonesa é a ex-jogadora Asako Takakura-Takemoto. A estrela do time é Mana Iwabuchi. Esta será a terceira participação em Copa do Mundo da atacante que despontou para o futebol mundial aos 15 anos.

Grupo E

Canadá 

Ocupa a 5ª posição do ranking da Fifa. Soma seis participações em Copas do Mundo. O melhor resultado conquistado foi o 4º lugar em 1995. As canadenses não encontraram dificuldades para chegar até a disputa na França. Sofreram apenas uma derrota contra as americanas na fase de classificação. O técnico da equipe é o dinamarquês Kenneth Heiner-Moller. A atacante e artilheira Christine Sinclair participa pela quinta vez do Mundial, joga no time americano Portland Thorns FC.

Camarões

Ocupa a 46ª posição do ranking da Fifa. Participa pela segunda vez Copa do Mundo de Futebol Feminino. O melhor resultado foi em 2015 quando avançou para as oitavas de final. A equipe é comandada pelo técnico Alain Djeumfa. A estrela do time é a atacante Gabrielle Onguene, que joga no PFC CSKA Moscow.

Nova Zelândia

Ocupa a 19ª posição no ranking da Fifa. Participou quatro vezes da Copa do Mundo, mas nunca passou da primeira fase. É a atual campeã da Copa da Oceania.Conquistou vaga no Mundial ao vencer o Peru na repescagem intercontinental. O técnico da Nova Zelândia é escocês o Tom Sermanni, que já disputou três copas. A equipe conta com a também veterana Ali Riley, que atua no Chelsea.

Holanda

Ocupa o 8º lugar do ranking da Fifa. Na única vez que participou da Copa do Mundo (2015), foi eliminada nas oitavas de final. Desta vez, garantiu vaga na Copa da França pela repescagem. A técnica da seleção holandesa é Sarina Wiegman, eleita a melhor treinadora da Europa em 2017. A atacante Lieke Martens, que joga no Barcelona, foi eleita a melhor jogadora da Europa em 2017.

Grupo F

Estados Unidos 

A líder do ranking da Fifa participou de todas as edições da Copa do Mundo. As americanas são campeãs da América do Norte, Central e Caribe de 2018. O título garantiu vaga na Copa da França 2018. A técnica é Jill Ellis. Em 2015, ela recebeu o título de melhor treinadora mundial feminina, mesmo ano em que conquistou o tricampeonato mundial. Julie Ertz é uma das principais jogadoras da equipe. Apesar de jogar na defesa já provou que é marcadora de gol também. Ela chega à Copa da França de 2019 no auge da sua carreira. Atualmente joga no Chicago Red Stars.

Tailândia

Ocupa a 34ª posição no ranking da Fifa. Participa pela segunda vez da Copa do Mundo. Confirmou vaga no mundial da França ao terminar em quarto lugar na Copa da Ásia, em uma disputa nos pênaltis contra a Austrália nas quartas de final. A equipe é comandada pela treinadora Nuengruethai Sathongwien. A seleção tailandesa conta com a atacante veterana Kanjana Sungngoen, jogadora veloz e forte do time.

Chile

Ocupa a 39ª posição no ranking da Fifa. A estreante na Copa da França 2019 é vice-campeã da Copa América de Futebol Feminina 2018. O técnico da equipe é o ex-goleiro Jose Letelier. Ele também soma títulos no futebol feminino desde 2010 e está a frente da seleção chilena desde 2015. A capitã do time é a goleira Christiane Endler, que atua no Paris Saint-Germain.

Suécia

Ocupa a 9ª posição no ranking da Fifa. Participou de todas as edições da Copa do Mundo. Confirmou a vaga no mundial ao terminar em primeiro lugar do grupo 4 na fase eliminatórias para França 2019. O experiente técnico Peter Gerhardsson já treinou também a seleção masculina e outras categorias. Uma das principais jogadoras é Stima Blackstenius, uma atacante rápida, ágil e com chute forte. Joga no time sueco Linköpings FC.

*Com informações da FIFA

A 8ª Copa do Mundo de Futebol Feminino da FIFA será realizada na França entre os dias 7 de junho a 7 de julho. Neste ano, 24 equipes disputam o título. Desde 1991, a copa feminina ocorre de quatro em quatro anos. Os Estados Unidos são tricampeões (1991, 1999 e 2015) ; a Alemanha (2003, 2007), bicampeão; Noruega (1995) e Japão (2011) têm um título cada.

Cidades-sede

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Paris – Parc de Princes. Estádio com capacidade para 47.600 torcedores.

Montpellier – Stade de la Mosson. Estádio com capacidade para 19.300 torcedores.

Nice – Stade de Nice. Estádio com capacidade para 35.100 torcedores.

Valenciennes – Stade du Hainaut. Estádio com capacidade para 22.600 torcedores.

Lyon -  Stade de Lyon. Estádio com capacidade para 57.900 torcedores.

Reims – Stade Auguste-Delaune. Estádio com capacidade para 21.608 torcedores.

Le Havre – Stade Océane. Estádio com capacidade para 24.000 torcedores.

Grenoble – Stade des Alpes. Estádio com capacidade para 18.000 torcedores.

Rennes – Roazhon Park. Estádio com capacidade para 28.600 torcedores.

As seleções

9 representantes da Europa (UEFA - União das Associações Europeias de Futebol): 



Inglaterra, França, Alemanha, Itália, Holanda, Noruega, Escócia, Espanha e Suécia.

3 representantes da América do Norte, Central e Caribe (CONCACAF - Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe):



Canadá, Jamaica e Estados Unidos.

3 representantes da América do Sul (CONMEBOL- Confederação Sul-Americana de Futebol):



Argentina, Brasil e Chile.

3 representantes da África (CAF - Confederação Africana de Futebol):



Camarões, Nigéria e África do Sul.

5 representantes da Ásia (AFC - Confederação Asiática de Futebol) :



China, Japão, Coréia do Sul, Tailândia e Austrália*.

1 representante da Oceania (OFC - Confederação de Futebol da Oceania):



Nova Zelândia

* Desde de 2006, a Austrália é filiada à AFC. Por isso disputa com países da Ásia e não do seu continente, a Oceania. 

São estreantes na Copa da França 2019: África do Sul, Jamaica, Chile, e Escócia.

Disputaram todas as edições: Nigéria, Estados Unidos, Brasil, Japão, Noruega e Suécia.

Grupos

A – França, Coréia do Sul, Noruega e Nigéria

B – Alemanha, China, Espanha e África do Sul

C – Austrália, Itália, Brasil e Jamaica

D – Inglaterra, Escócia, Argentina e Japão

E – Canadá, Camarões, Nova Zelândia e Holanda

F – Estados Unidos, Tailândia, Chile e Suécia

Como é a disputa

As quatro equipes de cada grupo jogam entre si dentro do próprio grupo, classificam-se as duas primeiras de cada grupo, e as quatro melhores terceiro-colocadas.

Na fase seguinte, as 16 seleções iniciam então o mata-mata com oitavas de final, quartas de final, semifinais, disputa do terceiro lugar e final.

Critério de desempate

Maior número de pontos em todos os jogos do grupo;

Maior saldo de gols em todos os jogos do grupo;

Ataque mais positivo em todos os jogos do grupo;

Maior número de pontos dentre os ainda empatados;

Maior saldo de gols dentre os ainda empatados;

Ataque mais positivo dentre os ainda empatados;

Menor número de pontos em cartões:

Para classificação em cada grupo:

1 amarelo = - 1 ponto

2 amarelos = - 3 pontos

1 vermelho direto = - 4 pontos

1 amarelo + 1 vermelho = - 5 pontos

Para definir as posições dos terceiros colocados:

Maior número de pontos ganhos;

Maior saldo de gols;

Ataque mais positivo;

Critério dos cartões;

Sorteio

Das oitavas até a final

Em caso de empate no tempo regulamentar:

Prorrogação de 30 minutos

Disputa de pênaltis

Você lembra?

Países que sediaram a Copa do Mundo de Futebol Feminino

1991 – China

1995 – Suécia

1999 – Estados Unidos

2003 – Estados Unidos

2007 – China

2011 – Alemanha

2015 – Canadá

Países que disputaram a final

1991 – Estados Unidos 2 x 1 Noruega

1995 – Noruega 2 x 0 Alemanha

1999 – Estados Unidos 0 x 0 China  (5 x 4 pênaltis)

2003 – Alemanha 2 x 1 Suécia

2007 – Alemanha 2 x 0 Brasil

2011 – Japão 2 x 2 Estados Unidos (3 x 1 pênaltis)

2015 – Estados Unidos 5 x 2 Japão

Desempenho da seleção brasileira

O Brasil esteve em todas as edições da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Disputou 30 jogos sendo 18 vitórias, 4 empates e 8 derrotas. Marcou 59 gols e sofreu 35.

1991 – Foi eliminado na fase de grupos

1995 – Foi eliminado fase de grupos

1999 – Terceiro lugar

2003 – Quartas de final

2007 – Vice-campeão

2011 – Quartas de final

2015 – Oitavas de final

Destaques individuais

Marta (Brasil) é a artilheira com 15 gols. A jogadora tem 33 anos, ainda está em atividade e vai disputar a Copa da França 2019.

Birgit Prinz (Alemanha) e Abby Wambach (Estados Unidos), vice-artilheiras com 14 gols. Ambas já se aposentaram.

Carli Lloyd (Estados Unidos) conquistou a bola de ouro em 2015. A atleta tem 36 anos, ainda em atividade e vai disputar a Copa da França 2019.

Hope Solo (Estados Unidos) foi eleita a melhor goleira das copas de 2011 e 2015. A atleta se aposentou em 2016.

Marta (Brasil) , Birgit Prinz (Alemanha) e Homare Sawa (Japão)  ganharam a Bola de Ouro (craque da Copa) e a Chuteira de Ouro (artilheira da Copa).

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Atletas do Pará, Amapá e da Guiana Francesa participaram em Belém, no sábado (27), do Intercâmbio Internacional de Judô. O evento, disputado em um shopping, contou com a parceria da UNAMA - Universidade da Amazônia. 

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A Federação Paraense de Judô do Estado do Pará informou que a competição tem como objetivo desenvolver e garantir o crescimento do esporte em toda área da região amazônica. O Intercâmbio teve uma importância fundamental e estratégica para intensificar a prática do judô na região Norte.

Segundo o vice-presidente da Federação Paraense de Judô, Adelson Santos, o evento foi importante também para estabelecer laços diplomáticos entre o Brasil e a Guiana Francesa e contou com a participação de 100 jovens. “A realização deste evento não seria possível sem os parceiros da Federação de Judô e um desses parceiros sem sombra de dúvidas é a Universidade da Amazônia - UNAMA, que é um grande parceiro da Federação, tanto na realização dos nossos eventos competitivos, como também dos treinamentos”, destacou Adelson Santos.

O atleta Marcos Vinicius, ganhador do Troféu Romulo Maiorana, participou da competição.

Os atletas do Brasil abriram nesta semana um período de treinamentos em solo japonês, visando a preparação e a ambientação no país de olho na disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. Os trabalhos tiveram início com o atletismo, que será seguido por outras oito modalidades em atividades no Japão até novembro.

Na quarta, um grupo de velocistas brasileiros começaram os treinos na cidade de Saitama, de olho também no Mundial de Revezamento, que será disputado em Yokohama nos dias 11 e 12 de maio. Ao todo, serão dez dias de trabalho na principal base de apoio do Time Brasil no Japão, na Universidade de Rikkyo.

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De acordo com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), a expectativa é de que 120 atletas de dez modalidades utilizem a instalação no próximo ano. A entidade contará ainda com mais sete estruturas para dar suporte aos atletas antes e durante os Jogos Olímpicos: Chiba, Enoshima, Hamamatsu, Sagamihara, Ota, Koto e Chuo.

O atletismo do Brasil permanecerá em Saitama até 8 de maio. Em julho, os atletas da maratona aquática e da natação vão treinar na mesma cidade. Os primeiros ficarão na cidade entre os dias 3 e 9. Dois dias depois, os esportistas da natação terão como período de treinamento os dias 11 a 18.

O triatlo treinará em Sagamihara entre 2 e 12 de agosto. No mesmo mês, os judocas brasileiros ficarão em Hamamatsu entre 14 e 24. Na sequência, os atletas do karatê vão treinar em Saitama entre 26 de agosto e 4 de setembro. A cidade de Ota vai receber o vôlei masculino e o handebol feminino, entre 25 e 29 de setembro e entre 18 e 29 de novembro, respectivamente.

A vela será a modalidade que mais tempo permanecerá em solo japonês pelo calendário já divulgado pelo COB. Os atletas vão ficar na cidade de Enoshima entre 1º de julho e 3 de setembro.

"Chegamos a um ano-chave em nosso planejamento para os Jogos Olímpicos de Tóquio e por isso é fundamental levarmos nossos atletas com o máximo de antecedência para testar as bases de apoio do COB no Japão", afirma o diretor de Esportes do COB, Jorge Bichara.

"Ofereceremos ao Time Brasil a melhor estrutura possível e acreditamos que a adaptação será muito boa. Competir do outro lado do mundo tem inúmeros desafios, mas estamos nos antecipando para que durante os Jogos nossos atletas tenham condições de apresentarem suas melhores performances da vida", comenta o dirigente.

A maior preocupação do COB é a adaptação ao clima e ao fuso horário do Japão. Além disso, a entidade se prepara para fornecer alimentação brasileira aos atletas. Em razão dos desafios de logística, o COB avalia que terá pela frente a operação mais complexa da história olímpica do País.

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Quebrando preconceitos ainda presentes no universo das artes marciais, as mulheres paraenses têm ampliado sua participação e conquistado títulos importantes no caratê. Bruna Magalhães, 19 anos, é instrutora na Academia Machida e membro da Seleção Brasileira da Japan Karate Association (JKA Brasil). Em sete anos de prática do esporte, Bruna já alcançou pódio em competições nacionais e continentais.

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Campeã pan-americana em setembro do ano passado, no Peru, Bruna também foi campeã brasileira de kata em 2018. "Já participei de campeonatos mundiais no Japão e na Irlanda, neste eu fiquei em 7º lugar no kata”, relembra a atleta.

Bruna Magalhães se tornou instrutora de caratê em agosto de 2018. Para ela, ter modelos femininos no ensino do esporte é fundamental para incentivar novas gerações a conquistarem a igualdade de gênero nos tatames. “Às vezes, com professores homens, muitas meninas não se sentem confortáveis, então é muito legal a gente se fazer como exemplo também, sinto que é uma forma de inspiração para outras garotas. Eu acho que a modalidade ainda é muito masculinizada, mas eu fico feliz em ver que cada vez mais mulheres entram no caratê”, relata.

A estudante de Direito Lívia Vale, de 18 anos, também é uma das representantes do Pará na Seleção Brasileira de Karatê da JKA. Com 10 anos de prática, a atleta faixa preta é pentacampeã brasileira pela JKA, além de ter subido aos pódios do campeonato sul-americano e pan-americano da modalidade.

Apesar das importantes conquistas, ela afirma que o fato de uma mulher praticar artes marciais ainda causa espanto em algumas pessoas. “Acho que ainda é um espaço em que a predominância de homens é muito maior, apesar do número de mulheres estar crescendo. Até a reação das pessoas é de surpresa quando eu digo que faço caratê. Muita gente ainda enxerga como um esporte masculino e acham que a mulher deveria fazer atividade delicada, que não tenha luta”, conta.

            Para ela, espaços de treinamento que tratem com igualdade homens e mulheres são importantes para quebrar estereótipos e formar uma nova consciência entre os praticantes do caratê. “Na Academia Machida, onde treino, sempre me incentivaram e me colocaram como equivalente aos demais. Não há diferença e nós lutamos com os homens em pé de igualdade”.

Para este ano, Lívia está treinando para o Campeonato Pan-Americano de Karatê-Do Tradicional, que ocorrerá em agosto, na Colômbia. No futuro, a meta da atleta é chegar ao pódio em campeonatos mundiais. “Eu pretendo continuar no caratê até ficar bem velhinha, até quando der”, afirma.

Por Jobson Marinho, especialmente para o LeiaJá.

O presidente americano, Donald Trump, repetiu o cardápio nesta segunda-feira (4) ao receber um grupo de atletas universitários na Casa Branca pela segunda vez este ano, e voltou a oferecê-los uma mesa repleta de fast-food.

Trump cumprimentou os jogadores do time de futebol americano North Dakota State Bison na Sala de Jantar de Estado para homenageá-los pela conquista do último campeonato na primeira divisão da liga universitária.

"Poderíamos ter chefs", disse o presidente aos jogadores e à equipe técnica, mas "eu os conheço muito bem", manifestou. O presidente e os convidados se reuniram diante de uma mesa coberta por hambúrgueres e sanduíches de frango, enquanto em outra colocaram pacotes de batatas fritas.

Em janeiro, Trump havia recebido outro time de futebol americano, o Clemson Tigers, com um banquete de hambúrgueres e pizzas que chamou então de "totalmente americano". Na ocasião, o argumento foi que o menu escolhido era o resultado de uma paralisação parcial do governo devido a um conflito com o Congresso, e que Trump teria pago do próprio bolso.

O presidente é um conhecido fã de fast-food, apesar do conselho de seus médicos de perder peso, e muitas vezes se vangloria do pouco exercício que pratica. Apesar desse estilo de vida, Trump, de 72 anos, teve bons resultados em seu check-up anual em fevereiro e seu médico disse que goza de uma "saúde muito boa".

A 5ª Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude, do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), instaurou nessa sexta-feira (8) procedimento administrativo para apurar responsabilidades do Flamengo no tratamento aos adolescentes das categorias de base no centro de treinamento do clube, conhecido como Ninho do Urubu, na Vargem Grande, zona oeste do Rio. Ontem (8), um incêndio no final da madrugada provocou a morte de 10 jovens atletas do clube, que dormiam nos alojamentos.

Além disso, o MP oficiou o presidente do clube,  Rodolfo Landin, para que informe, em um prazo máximo de 48 horas, os nomes dos atletas que estavam alojados no Centro de Treinamento, se as famílias dos atletas estão recebendo assistência material e psicológica e se o clube está viabilizando a vinda dos familiares dos atletas que residem fora do estado.

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Na área criminal, a investigação está a cargo da 42ª Delegacia de Polícia (Recreio dos Bandeirantes) e conta com o apoio do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor.

Ação Civil Pública

A 5ª Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude já havia ajuizado, em 23 de março de 2015, ação civil pública com pedido de tutela antecipada contra o Clube de Regatas do Flamengo, em que solicitou a adoção de medidas para correção de diversas irregularidades constatadas no tratamento dado aos atletas adolescentes residentes no Ninho do Urubu bem como melhorias na respectiva instalação da entidade, sob pena de fechamento do local.

Na ação, o MP pediu que fossem observadas pelo clube todas as peculiaridades inerentes ao serviço de acolhimento de crianças e adolescentes, desde o acompanhamento pedagógico, social, psicológico e médico, passando pela adequação das instalações do alojamento.

Nesta sexta-feira (4), o Sport Club do Recife divulgou através de suas mídias sociais uma nova ferramenta, trata-se da “Transparência Rubro-Negra”, que ficará disponível em seu site oficial, para o fácil acesso às informações de negociação dos atletas do clube.

A partir da próxima semana, o Sport irá divulgar as negociações dos atletas profissionais de futebol por meio desses relatórios. Os relatórios estarão na seção “Transparência”, dentro da aba “O Clube”, no site oficial do Sport. Porém, o clube pernambucano frisou que os relatórios só serão divulgados após assinatura final dos contratos.

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A delegação pernambucana que vai disputar as Paralimpíadas Escolares embarcou na manhã desta segunda-feira (19) para São Paulo, onde será realizada a edição 2018 da competição. Entre atletas, técnicos, oficiais, acompanhantes e membros da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco a delegação conta com 49 integrantes, maior número já enviado por Pernambuco para as Paralimpíadas e um aumento de 65% em relação ao grupo enviado em 2017. 

Os paratletas pernambucanos se classificaram através dos Jogos Paralímpicos de Pernambuco, realizados entre maio e julho deste ano. Os jogos contaram com três fases regionais - Petrolina, Pesqueira e Recife - além da fase final, realizada no Recife. Somando todas as fases, cerca de 600 atletas participaram dos Jogos Paralímpicos em nosso estado. Os campeões da fase final em idade escolar foram os classificados para as Paralimpíadas. 

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Para o Secretario Executivo de Esportes de Pernambuco, Diego Pérez, o crescimento da delegação é resultado da evolução do esporte paralímpico no estado. "Em 2018 tivemos um grande crescimento nos Jogos Paralímpicos de Pernambuco, com aumento no número de participantes, mais modalidades e melhoria no nível técnico da competição. Isso criou mais oportunidades para nossos atletas participarem das paralimpíadas e por isso chegamos muito confiantes nessa competição. É um reconhecimento ao esforço desses paratletas" explicou. 

As Paralimpíadas Escolares começam hoje e vão até o dia 24 de novembro, sempre na capital paulista, e são organizados pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Pernambuco entra na disputa nas modalidades de goalball, bocha, natação, atletismo e tênis de mesa.

Da assessoria.

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O Campeonato Estadual de Ginástica Rítmica, realizado em Belém, mostrou a beleza e encanto desse esporte. As competições ocorreram na quadra de esportes do colégio Moderno, no último sábado (3).

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As escolas e clubes têm um papel fundamental na preparação da competição. A ginástica exige concentração, disciplina, equilíbrio e condicionamento físico. “O treinamento das meninas deveria ser realizado todos os dias, mas infelizmente não há um suporte de investimento no Estado. Então trabalhamos na escola três vezes na semana e quando está perto do campeonato, acrescentamos mais alguns dias”, afirmou a treinadora Alline Gatti.

Gatti destacou a admiração e o esforço das crianças para a prática de um esporte que exige bastante preparo e equilíbrio. “Já fui atleta e hoje vejo o fruto do meu trabalho. O coração fica na mão, porque são meninas pequenas e elas começam com 4 anos. Temos que passar essa experiência e calma para que elas consigam se estimular mais e praticar a modalidade”, disse Alline.

As etapas da competição são definidas com os presidentes de clubes filiados. O presidente da Federação de Ginástica Rítmica de Belém, Agenor Paes, destacou a importância do evento para o Estado. “É uma grande oportunidade para crianças da capital, bem como do interior, pois o evento tem duas vertentes: é a oportunidade para que novas crianças surjam nos centros de treinamento de clubes e proporciona a participação de jovens com atletas profissionais”, explicou.

Segundo Agenor, as atletas participam de campeonatos estaduais, nacionais e internacionais. “A primeira etapa de ginastica rítmica foi em maio”, explicou Agenor.

Entre o intervalo de uma apresentação e outra, o apoio da família e amigos é fundamental. Isabel Borges Maia, de 13 anos, começou na dança aos 5 anos e fez uma passagem pelo judô, o que a motiva na ginástica rítmica. “Na escola, duas técnicas me ajudaram e apoiaram. Ano passado viajei e comecei a competir de verdade. Fui me inspirando cada vez mais, e com toda a certeza me imagino participando de campeonatos fora do país. O meu objetivo é entrar na Seleção Brasileira de ginástica rítmica e representar o país”, disse Isabel.

Sobre a importância do evento, muitos responsáveis comentaram o benefício na vida das crianças, ao longo do tempo. A mãe de uma das atletas do campeonato relatou como é a realidade no dia a dia de suas filhas. “Esse evento é muito significativo, principalmente pelas minhas duas filhas. Elas têm compromissos, dedicação e isso ajuda muito para elas se desenvolverem e se interessarem no esporte. Também ajuda na escola e na vida pessoal ”, disse Lucélia Almeida.

Por Natália Lavoura.

 

A disputa das modalidades individuais dos Jogos Escolares de Pernambuco (JEPs) acontecerá nos dias 20, 21 e 24 deste mês, em Recife. Ao todo, cerca de 1.200 alunos-atletas, de mais de 500 escolas, participarão da última fase do evento esportivo.

Além das medalhas, os jovens atletas vão disputar as vagas para representar Pernambuco na fase nacional dos Jogos Escolares da Juventude. Os principais destaques dos JEPs também terão a oportunidade de concorrer às vagas do Programa Ganhe o Mundo Esportivo 2019.

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Segundo o secretário executivo de Esportes de Pernambuco, Diego Perez, a competição tem elevado o seu nível e isso contribui para o desenvolvimento dos atletas. “Sem dúvida, Pernambuco estará bem representado nos Jogos da Juventude”, comentou.

Confira a programação da última fase dos Jogos Escolares de Pernambuco:

Judô: Pesagem: 19/10 – Tarde - Parque Santos Dumont / Competição: 20/10 – Manhã e Tarde - Parque Santos Dumont (Ginásio de esportes);

Atletismo: 20/10 – Manhã e Tarde; 21/10 – Manhã - Parque Santos Dumont;

Badminton: 20/10 – Manhã e Tarde - GGE/Boa Viagem (Quadra de esportes);

Ciclismo: 20/10 – Tarde - Marco Zero;

Luta Olímpica: Parque Santos Dumont (Dojô): 20/10 – Manhã e Tarde;

Natação: 20/10 – Manhã e Tarde - Clube Português;

Tênis de Mesa: 20/10 – Tarde e Noite - Clube das Águias – Boa Viagem;

Vôlei de Praia: 20/10 – Manhã e Tarde - Parque Santos Dumont;

Xadrez: 20/10 - Manhã (12 a 14 anos) Tarde (15 a 17 anos) - Parque Santos Dumont;

Ginástica: 24/10 – Manhã e Tarde - Clube das Águias.

Por Thiago Herminio

No próximo sábado (13), começa o segundo turno dos Jogos Universitários de Pernambuco 2018 (JUPs). O evento, realizado pela Federação Acadêmica Pernambucana de Esportes (Fape), reúne mais de dez instituições de ensino superior e segue até dezembro.

Mais de mil atletas inscritos nos 66° JUPs disputam medalhas dentre as dez modalidades coletivas e nove individuais que compõem a competição. De acordo com o presidente da Fape, Roberto Gomes, a visibilidade que o esporte pode proporcionar a nível nacional para as instituições e atletas é um ponto forte do evento.

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“Os JUPs são a porta de entrada para os Jogos Universitários Brasileiros. Destacar-se aqui e vencer a etapa regional é levar seus atletas e o nome da instituição para fora do Estado. Isso é um ponto extremamente positivo para as faculdades"

Além dos esportes tradicionais, os JUPs contam com modalidades eletrônicas, os e-sports. As modalidades Fifa 2018 e League of Legends também atraem os universitários. Vale lembrar que Pernambuco foi campeão brasileiro em 2017 no League of Legends com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

O segundo turno dos Jogos Universitários de Pernambuco segue até o dia 15 de dezembro quando já estarão definidos todos os campeões gerais do ano. Os horários e resultados das partidas serão divulgados no Facebook e Instagram oficiais da competição.

Por Thiago Herminio

Os jovens atletas de 13 a 17 anos que pretendem participar da peneira do Santa Cruz devem ficar atentos com o prazo do processo seletivo. As inscrições acabam nesta quinta-feira (11), às 17h.

Visando descobrir novos talentos do futebol, o clube irá lançar a seletiva no valor de R$ 20 por atleta. As inscrições serão feitas na sede do clube, no setor da base, das 9h às 17h. No ato do teste, o atleta precisa mostrar o parecer cardiológico, além de documento de identidade e comprovante de inscrição.

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A peneira acontecerá no dia 15 de outubro, no CT de Dois Unidos, às 9h. Os atletas selecionados na peneira serão submetidos a uma fase de testes de 15 dias treinando com o elenco das categorias de base do clube.

Serviço

"Peneira" do Santa Cruz para atletas de 13 a 17 anos

Local: Centro de Treinamento de Dois Unidos ( Rua Canavial, s/n)

Quando: 15/10, às 9h

Inscrições: Até o dia 11/10 (quinta-feira), na sede do Santa Cruz

Preço: R$ 20, por atleta

Por Thiago Herminio

Depois de perder um jogador com grande importância para o clube, o volante Anselmo, o Sport está prestes a ficar sem o meia Everton Felipe, que segue em negociação com o Flamengo. Em entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira (25), o técnico Claudinei Oliveira falou da necessidade de reforços depois da possível saída do atleta. Contudo, o treinador alertou que não pode errar nas contratações.

"Temos que repor e estamos buscando essas peças. A dificuldade maior é que não se pode errar. Não dá para contratar dez e acertar em dois. Temos que contratar quatro e acertar nas quatro. Tem muito clube contratando e reformulando elenco, mas nós não temos condições de fazer isso", declarou.

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"Não vou ficar aqui pedindo jogador o tempo todo e desqualificando o elenco. Eu tento ser parceiro do clube. Se o clube não pode fazer loucuras, estamos tentando errar o mínimo possível. É muito custo para o Sport uma contratação errada hoje", complementou Claudinei.

Mesmo sem nomes sendo especulados para vir ao Leão, o técnico Claudinei Oliveira destacou que espera reforços sejam anunciados em breve. "Esperamos trazer esses jogadores nos próximos dias, mas sem desespero. Eu tenho confiança nos atletas que estão aqui".

Na última terça-feira (24), participantes que se destacaram durante a edição 2017 do Recife Bom de Bola foram apresentados como novos reforços na categoria de base do Náutico e do Santa Cruz. A cerimônia de apresentação aconteceu no auditório do Centro de Treinamento do clube alvirrubro. O Recife Bom de Bola é o maior campeonato de várzea do mundo, feito pela Prefeitura do Recife e executado pela Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer.

Robson da Silva, de 16 anos, Ythalo da Silva, 14, Walysson de Lima, 16, Wellington Santos, 16, e Genival Marciano, 16, passam a treinar na categoria de base do Náutico. E, na categoria feminina alvirubra, Amanda de Melo, 17, e Izabella da Conceição, 15. Já para o Santa Cruz, segue João Guilherme Andrade, 16.

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Presentes na solenidade, a secretária executiva de Esportes do Recife, Yane Marques, e o Vice-Diretor Executivo do Náutico, Diógenes Braga, comentaram sobre a importância do projeto. "Eles são diamantes que, agora, serão lapidados em dois tradicionais clubes pernambucanos. Esse resultado mostra o bom potencial do projeto Recife Bom de Bola e é também um sinal de resultados cada vez melhores", disse Yane.

"O futebol é uma ferramenta fantástica para auxiliar as famílias a guiar seus filhos para caminhos melhores. O Recife Bom de Bola vem para alimentar sonhos, sendo assim um incentivo para os atletas. A criança que sonha vai sempre procurar algo bom", destacou Diógenes Braga.

Amanda de Melo, de 17 anos, falou sobre essa nova fase de sua vida. "A entrada na categoria de base do Náutico é um grande passo em busca do meu sonho. Isso só reafirma a força do futebol de várzea".

Na edição anterior, o Recife Bom de Bola realizou 580 jogos, envolvendo quase 400 equipes e 10 mil atletas. Este ano, o primeiro jogo do campeonato está marcado para o dia 11 de agosto, no campo do Quartel do Derby, na área central do Recife.

Na vitória do Sport contra o Atlético-MG por 3x2, o atacante Rogério foi um dos destaques do confronto. Ele marcou o primeiro gol leonino na Ilha do Retiro, além de participar, em várias ocasiões, das investidas no ataque. Ao comentar o resultado, Rogério tocou em um ponto também mencionado pelo goleiro Magrão: o coletivo do time. 

De acordo com Rogério, o atual elenco do Sport demonstra um desempenho coletivo e solidário, em que um atleta ajuda o outro. “O Sport precisava de um elenco que corresse um pelo outro, não um que queira aparecer mais que o outro. É isso que está acontecendo, um erra e em vez do outro reclamar, ele corre pela pessoa que errou. Se manter essa pegada, a gente vai sair feliz do Campeonato Brasileiro”, comentou o ofensivo rubro-negro.

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O atleta demonstrou empolgação ao descrever o gol marcado contra o Atlético-MG, mas fez questão de salientar novamente o empenho coletivo do time pernambucano. “A gente vem mantendo o que o professor fala. É bom de se ver a união do grupo, por isso as coisas estão fluindo. Vencemos porque merecemos, a gente correu atrás e buscou o resultado. Temos que manter a pegada para que a gente saia com resultado positivo em todos os jogos”, disse Rogério.

Novamente pelo Campeonato Brasileiro da Série A, o Sport volta a campo no próximo sábado (2). Às 16h, o Leão tem outra missão difícil: o Internacional, em pleno Beira Rio. O time pernambucano ocupa a quinta colocação, enquanto que a equipe gaúcha está na quarta posição.

Os Jogos Sul-Americanos de Cochabamba, na Bolívia, terão a participação de 315 atletas brasileiros, a sétima maior delegação entre os 14 países participantes. O Comitê Organizador oficializou a programação e os detalhes do campeonato, que será disputado entre 26 de maio e 8 de junho. Ao todo, serão 4.031 atletas em 35 esportes.

O Brasil participou de todas as edições da disputa e é líder no quadro de medalhas. Entre atletas, oficiais, médicos e comissão técnica, serão 440 brasileiros envolvidos na disputa por 1.222 medalhas.

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De todas as modalidades, 15 valem vaga para os Jogos Pan-Americanos de 2019, que serão disputados em Lima, no Peru. São eles: atletismo, boliche, ciclismo BMX, ciclismo estrada, ciclismo MTB, ciclismo de pista, handebol, hóquei sobre grama, karatê, natação, pentatlo moderno, rugby, tiro esportivo, triatlo e wrestling.

O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, localizado na zona sul da capital paulista, tem capacidade para atender 15 modalidades esportivas e alojar 280 atletas. A estrutura é fruto de uma parceria entre Governo Estadual e Federal, por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Ministério do Esporte. O investimento foi de R$ 305 milhões.

O espaço conta com instalações preparadas para receber as seguintes modalidades: atletismo, basquete, esgrima, rúgbi e tênis em cadeira de rodas, bocha, natação, futebol de 5 (para cegos), futebol de 7 (para pessoas com paralisia cerebral), goalball, halterofilismo, judô, tênis de mesa, triatlo e vôlei sentado. Além disso, o empreendimento possui centro de convenções, laboratórios de condicionamento físico e fisioterapia. O centro está localizado na rodovia dos Imigrantes, Vila Guarani, São Paulo.  

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Para visitação, entre em contato pelo número (11) 3270-4501.

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