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O primeiro-ministro britânico Boris Johnson parabenizou Joe Biden "por sua eleição" como presidente dos Estados Unidos e Kamala Harris, eleita vice-presidente, "por sua conquista histórica".

“A América é nosso aliado mais importante e estou ansioso para trabalhar estreitamente em nossas prioridades compartilhadas, desde a mudança climática até o comércio e a segurança”, tuitou Johnson.

Johnson manteve relações tensas com Biden e o ex-presidente democrata Barack Obama, mas o executivo britânico está empenhado em manter o relacionamento próximo entre Londres e Washington.

"A amizade entre o Reino Unido e os Estados Unidos sempre foi uma força para o bem no mundo", disse o ministro das Relações Exteriores britânico, Dominic Raab, em um comunicado, observando que "o presidente Trump lutou muito em um disputado "duelo eleitoral".

Raab disse que trabalhará com o governo Biden para enfrentar a crise do coronavírus enquanto o Reino Unido se prepara para assumir a presidência rotativa do G7 neste ano e para sediar a próxima cúpula da ONU sobre mudança climática.

O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama entrará na campanha nesta quarta-feira na Pensilvânia ao participar de um comício em apoio a Joe Biden, acusado de permanecer em casa a menos de duas semanas das eleições, enquanto Donald Trump prossegue em sua corrida frenética pelo país.

O republicano viaja a ritmo acelerado, enquanto o democrata apenas se movimenta: as estratégias dos candidatos são, mais do que nunca, radicalmente opostas.

Pelo segundo dia consecutivo, Joe Biden, de 77 anos e favorito nas pesquisas, não teve nenhum evento público na agenda na terça-feira, provavelmente para prosseguir com a preparação para o debate final desta semana.

O apoio de Barack Obama no estado chave da Pensilvânia gera expectativa, mas poucos detalhes foram divulgados. A única pista: acontecerá na forma de "comício de carros" na Filadélfia.

Considerado como potencialmente crucial para uma vitória em 3 de novembro, Trump venceu na Pensilvânia por pequena margem em 2016 e retornou ao estado na terça-feira à noite, após dois eventos de campanha na segunda-feira no Arizona.

"A única coisa que [Biden] faz é permanecer em casa", disse o republicano, 74 anos, na cidade de Erie. Ele tirou "cinco dias" de folga, exagerou para as risadas de seus seguidores, antes de chamar o rival mais uma vez de "político corrupto".

Em um revés para a campanha republicana, a primeira-dama Melania Trump, que iria acompanhar o marido na Pensilvânia, cancelou a viagem no último minuto devido a uma "tosse persistente". Seria sua primeira aparição na arena eleitoral em mais de um ano.

Diagnosticada com covid-19 em 1º de outubro, junto com seu marido, que afirma estar recuperado, a primeira-dama disse na semana passada que seu teste havia dado negativo. Segundo sua porta-voz, Stephanie Grisham, a visita à Pensilvânia foi cancelada "por excesso de cautela".

Debate tenso

Antes do último e decisivo debate na quinta-feira, Donald Trump voltou a enfatizar os ataques pessoais à integridade do adversário.

O tom do republicano, que teme ser um presidente de um mandato só, é mais agressivo do que nunca contra seu oponente.

O presidente insiste há várias semanas semanas, sem elementos concretos de apoio, que a família Biden é uma "empresa criminosa". Seu ângulo de ataque? Os negócios do filho de Biden, Hunter Biden, na Ucrânia e na China, quando seu pai era vice-presidente de Barack Obama (2009-2017).

Nesse contexto, o último debate entre os dois candidatos, que acontece nesta quinta em Nashville, Tennessee, promete ser ainda mais tenso. O primeiro foi particularmente caótico, cheio de interrupções e golpes baixos.

"Não há nada justo neste debate", disse Trump, reiterando suas virulentas críticas à moderadora, a jornalista da NBC Kristen Welker, assim como à Comissão de Debates Presidenciais, a entidade independente responsável por sua organização.

Para evitar a cacofonia do primeiro duelo televisionado, a Comissão decidiu silenciar os microfones dos dois candidatos, quando não estiverem com a palavra.

"Eu vou participar, independente do que aconteça, mas é injusto", afirmou Trump.

O conservador mudará a tática do primeiro debate, durante o qual interrompeu constantemente seu rival democrata?

"Tem gente que diz que é preciso deixá-lo falar porque sempre termina perdendo o fio condutor", respondeu Trump, em alusão a Biden, após passar meses tentando mostrar seu adversário como um idoso senil.

 Voto antecipado

Assim como fez em 2016, Trump se apresenta mais uma vez como um candidato que não pertence à classe política e que luta pelos americanos, longe das intrigas de Washington.

"Estou lutando contra o Partido Democrata, contra os veículos de notícias falsas (...) e agora contra os gigantes da tecnologia", afirmou.

Logo depois, o Departamento de Justiça e 11 estados americanos, a maioria republicanos, entraram com uma ação no tribunal federal de Washington acusando o Google de violações das leis de concorrência e pedindo mudanças "estruturais" na companhia.

Ao ser questionado sobre o acúmulo de pesquisas desfavoráveis, Trump se mostrou confiante, destacando sua capacidade de mobilizar grandes multidões em suas viagens pelo país.

"Nunca viram comícios de campanha com um amor igual e multidões assim", disse o presidente, que pretende viajar à Flórida, onde na segunda-feira teve início a votação antecipada.

Esta modalidade será acompanhada com especial atenção este ano, enquanto continua batendo recordes, o que provoca longas filas de espera em vários estados.

Quase 30 milhões de americanos já votaram em todo o país por correio ou pessoalmente, o que poderia representar quase 20% da participação total, segundo a organização independente Elections Project.

O presidente Donald Trump é um "racista", cuja estratégia para assustar, dividir e promover teorias da conspiração poderia "destruir" os Estados Unidos caso seja reeleito, afirmou a ex-primeira-dama, Michelle Obama, nesta terça-feira (6).

Em um vídeo de 24 minutos em nome do candidato democrata à Presidência, Joe Biden, divulgado a quatro semanas da eleição, a ex-primeira-dama acusa Trump de injustamente incentivar "medos" em relação aos afro-americanos.

Trump está "moralmente errado" ao intimidar os eleitores e ao "mentir" dizendo que as minorias vão arruinar os subúrbios da América, afirma.

"Novamente, o que o presidente está fazendo é claramente falso. Ele está moralmente errado e, sim: ele é racista", ressaltou a advogada, que é esposa do primeiro presidente negro dos Estados Unidos, Barack Obama.

No entanto, Michelle alertou que essas táticas podem funcionar, principalmente porque os americanos não têm tempo ou energia para determinar se tudo o que é noticiado na mídia é verdade.

"E uma coisa que o presidente realmente faz bem é usar o medo, a confusão e espalhar mentiras para vencer", acrescentou.

Trump se define como o candidato da "lei e ordem" e repetidamente tem chamado os manifestantes contra a brutalidade policial e o racismo de extremistas violentos.

O ex-presidente americano Barack Obama anunciou, nesta quinta-feira (17), que seu livro de memórias será lançado em 17 de novembro, duas semanas depois da eleição presidencial em que o republicano Donald Trump e o democrata Joe Biden se enfrentarão.

"Promised Land" ("Terra prometida", em tradução livre), que tem 768 páginas, será publicado simultaneamente em 25 idiomas no mundo todo. Este é o primeiro de uma obra de dois volumes.

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"É uma sensação muito especial ter terminado um livro, e estou orgulhoso dele", tuitou o democrata, que esteve à frente da Casa Branca de 2009 a 2017.

O antecessor de Donald Trump disse que a obra é "um relato honesto" de sua Presidência e uma reflexão sobre "como aliviar as divisões e fazer a democracia funcionar para todos". O projeto já era conhecido havia muito tempo, mas a data de lançamento permanecia um mistério.

Pouco depois de deixar a Casa Branca, Barack Obama e sua esposa Michelle fecharam um contrato com a Penguin Random House, comprometendo-se a escrever um livro cada um. Segundo o New York Times, a editora teria desembolsado 65 milhões de dólares para manter os direitos das duas obras.

O livro de Michelle Obama, publicado em novembro de 2018, foi um enorme sucesso com mais de 11,5 milhões de cópias vendidas no mundo.

Barack Obama já publicou dois livros de grande sucesso: "A origem dos meus sonhos" em 1995 e "A audácia da esperança" em 2006. Muito envolvido na redação de seus discursos quando estava na Casa Branca, o ex-presidente é também um grande leitor.

“Há algo de único em ficar em silêncio e dedicar um momento longo a algo diferente de música, televisão ou mesmo o melhor filme que existe", explicou ele ao The New York Times no início de 2017, dias antes de deixar o cargo.

Durante seus dois mandatos, ele costumava fazer suas compras de Natal com suas duas filhas, Malia e Sasha, na Politics and Prose, uma livraria independente em Washington.

A advogada e ex-primeira-dama dos Estados Unidos Michelle Obama revelou que sofre com uma "leve depressão" devido à quarentena da pandemia do novo coronavírus, da luta antirracismo e da "hipocrisia" do governo de Donald Trump.

Michelle falou sobre o tema durante seu podcast no Spotify nesta quarta-feira (5) e abriu sua intimidade para os ouvintes.

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"Eu acordo no meio da noite porque algo me preocupa ou porque sinto um peso. Tento combater esse estado com a rotina, mas tenho problemas, por exemplo, em seguir meu programa de exercícios físicos. [...] Em períodos dessa quarentena, eu tenho me sentido muito para baixo", disse a advogada.

A ex-primeira-dama afirmou que sabe que "todo mundo sente" esses "altos e baixos" durante esse período e que tem essa sensação de que "você não é você mesmo".

"Sei que estou lidando com uma forma leve de depressão. Mas isso não é só pela quarentena, mas também pelas lutas raciais, e só o fato de ver um governo como esse, ver a hipocrisia dia após dia, isso é desanimador", refletiu.

Assim como seu marido, o ex-presidente Barack Obama, Michelle vem usando sua voz e seu alcance para tentar conscientizar os norte-americanos sobre as graves questões envolvendo o racismo e também sobre a importância do voto nas eleições presidenciais deste ano.

Da Ansa

O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama ajudou nesta terça-feira (23) na arrecadação de 7,6 milhões dólares para a campanha do candidato democrata à Casa Branca Joe Biden, em um evento transmitido pela internet.

Obama, para quem Biden foi vice-presidente, disse que um "grande despertar" entre os americanos poderia ajudar a derrotar Donald Trump nas eleições de novembro.

O ex-presidente democrata, que ocupou a Casa Branca por dois mandatos consecutivos, atraiu uma grande audiência em seu primeiro evento virtual, que contou com 175.000 participantes on-line, cujas doações estabeleceram um recorde de arrecadação de fundos para Biden.

"Estou aqui para dizer que a ajuda está a caminho se fizermos o trabalho, porque não há ninguém em quem confie mais para reparar este país e recuperá-lo do que meu querido amigo Joe Biden", disse Obama, que apareceu em um tela dividida com o candidato democrata.

"O que me deixa otimista é o fato de que um grande despertar está ocorrendo em todo o país, particularmente entre os jovens" que estão "fartos da abordagem caótica, desorganizada e mesquinha de governança que vimos nos últimos dois anos", acrescentou.

Biden não realiza comícios pessoalmente desde meados de março devido à pandemia de coronavírus.

Em vez disso, ele permaneceu grande parte do tempo em sua casa em Delaware, usando mídias sociais, entrevistas na televisão ou comerciais para criticar Trump.

Enquanto isso, Trump voltou aos eventos de campanha, como o fim de semana em Tulsa, onde a maioria dos 6.000 participantes não usava máscara.

O evento online de Biden voltou a explicar a popularidade do primeiro presidente negro do país, e a equipe de campanha disse que ele demonstrou entusiasmo por lançar um espírito de conflito mais intenso.

"Mais de 175.000 apoiadores contribuíram para o evento desta noite, tornando-o o maior evento de arrecadação de fundos que tivemos na campanha e realmente destaca o poder do movimento" por trás de Biden, disse o gerente de campanha, Jen O' Malley Dillon.

Obama falou da urgência de defender mudanças sistêmicas, em um contexto de tensão por injustiça racial e brutalidade policial.

"O que você fez até agora não é suficiente", disse Obama aos espectadores, pedindo a eles que usassem o ímpeto dos protestos como catalisador de mudanças políticas.

"Temos uma oportunidade única de traduzir uma crescente consciência da injustiça na sociedade em legislação real e mudança institucional", afirmou Obama.

O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama aplaudiu nesta quarta-feira (3) os "profundos" protestos de americanos exigindo justiça racial e disse que as manifestações após o assassinato, na semana passada, de um homem negro sob a custódia de um policial branco pode produzir reformas nacionais.

Em seus primeiros comentários em vídeo desde que a morte de George Floyd, em 25 de maio, em Minneapolis, deu origem a protestos em todo o pais, o antecessor do presidente Donald Trump também urgiu as autoridades estaduais e locais a revisarem suas políticas sobre o uso da força.

Obama dirigiu seus comentários aos jovens negros e negras que, segundo ele, sempre testemunharam ou experimentaram violência demais.

"Com muita frequência parte desta violência vem de gente que devia servir e proteger vocês", disse Obama em um 'webcast' com ativistas.

"Eu quero que vocês saibam que vocês importam. Eu quero que vocês saibam que suas vidas importam, que seus sonhos importam", acrescentou.

Obama também disse ao final de sua declaração que os americanos têm testemunhado "mudanças e eventos épicos em nosso país que são dos mais profundos que eu vi na vida".

Aos 58 anos, Obama, que se mantém popular entre os eleitores democratas, lembrou a ascensão mortal do movimento pelos direitos civis, nos anos 1960, e disse que "uma diversidade muito mais representativa da América" está protestando agora comparada à de meio século atrás.

"Está ocorrendo uma mudança de mentalidade, um reconhecimento maior de que nós podemos fazer melhor", disse Obama.

Os protestos têm atraído em particular jovens manifestantes, afirmou, e sua motivação pode servir de inspiração para uma mudança mais ampla.

"É muito importante que nós aproveitemos o impulso que foi criado como sociedade, como país, e dizer, 'Vamos usar isto' para finalmente termos um impacto", disse Obama.

Ele também se dirigiu aos líderes locais do país, afirmando: "eu encorajo todo prefeito deste país a revisar suas políticas de uso da força com membros da sua comunidade e se comprometer a reportar as reformas planejadas".

Obama não se dirigiu diretamente à gestão de Trump da crise, incluindo o pedido controverso do presidente de que as autoridades "dominassem" os manifestantes.

Mas o ex-presidente teria ficado indignado com o uso de produtos químicos para dispersar os manifestantes do lado de fora da Casa Branca na segunda-feira, antes de Trump caminhar até uma igreja vizinha, onde posou para fotos com uma Bíblia na mão.

O ex-presidente americano, Barack Obama, criticou indiretamente neste sábado (16) seu sucessor, Donald Trump, pela gestão da pandemia do novo coronavírus e o aprofundamento das desigualdades no país.

Durante cerimônia virtual de entrega de diplomas a estudantes da rede de universidades historicamente negras (HBCU), o ex-presidente democrata disse que "a pandemia acabou com a ideia de os encarregados políticos sabem o que fazem".

"Muitos deles nem mesmo fingem que são os encarregados", acrescentou o ex-presidente em uma de suas poucas intervenções públicas desde que teve início a pandemia nos Estados Unidos.

Obama reforçou que a crise sanitária revela as desigualdades que a população negra do país sofre, e pareceu demonstrar indignação, sem mencioná-lo expressamente, pelo assassinato de Ahmaud Arbery, um jovem afro-americano de 25 anos, morto enquanto corria em um parque do bairro residencial de Brunswick, no estado da Geórgia (sul).

"Uma doença com esta joga luz nas desigualdades subjacentes e o fardo que as comunidades negras suportam historicamente neste país", acrescentou.

"Vemos isto quando um homem negro faz 'jogging' e tem gente que decide detê-lo, interrogá-lo e matá-lo se não se submete às suas perguntas".

O ex-presidente se expressará em um segundo encontro virtual na noite deste sábado, desta vez no horário nobre, às 20H00 locais (21H00 de Brasília), durante evento transmitido por vários canais de TV, chamado "Graduate Together", destinado aos jovens que ficaram sem cerimônia de formatura do ensino médio.

Privadamente, Obama qualificou a gestão da pandemia da COVID-19 por Donald Trump como "um desastre caótico absoluto", durante uma conversa telefônica com ex-colaboradores em 8 de maio, segundo veículos de imprensa americanos.

Ali, destacou que dedicará "todo o tempo que for necessário a fazer campanha para Joe Biden da forma mais intensa possível", com vistas às eleições de novembro. Obama declarou seu apoio a seu ex-vice em 14 de abril.

"Votem", tuitou Obama na semana passada, em resposta a Trump, que havia denunciado uma campanha contra ele, a qual chamou de "Obamagate".

Barack e Michelle Obama vão participar de uma terceira cerimônia em 6 de julho, denominada "Dear Class of 2020", na qual também vão participar a cantora pop Lady Gaga e a militante paquistanesa e Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai.

O ex-presidente americano Barack Obama anunciou, nesta terça-feira (14), seu apoio a Joe Biden, seu ex-vice, que disputará a presidência dos EUA em novembro próximo.

O apoio do primeiro presidente negro dos Estados Unidos, ainda muito popular entre os democratas, é um impulso para o candidato, de 77 anos, que buscará derrotar o republicano Donald Trump.

O posicionamento de Obama chega depois que Sanders deu seu apoio a Biden nesta segunda-feira.

O ex-vice-presidente disse que havia "pedido ao presidente Obama" para não apoiá-lo na disputa pela indicação democrata quando lançou sua candidatura, em abril de 2019.

Ao que tudo indica, Obama não tinha a intenção de interferir nas primárias democratas até que houvesse um vencedor.

Em um raro posicionamento, Obama disse aos eleitores democratas em novembro de 2019 que as eleiçoes presidenciais seriam disputadas no centro.

Biden deve ser indicado oficialmente como candidato na convenção democrata prevista para 17 de agosto.

A morte de Kobe Bryant, no último domingo (26), em um acidente de helicóptero, provocou manifestações de pesar e de solidariedade aos seus familiares que foram muito além do mundo do basquete. Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos, e Thomas Bach, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), foram algumas das personalidades a lamentar a morte da lenda do esporte.

"Kobe era uma lenda na quadra e estava apenas começando o que teria sido um tão significativo segundo ato", escreveu Obama em seu perfil no Twitter. "Perder Gianna é ainda mais doloroso para nós, como pais. Michelle e eu enviamos amor e orações a Vanessa (esposa de Kobe) e toda a família Bryant em um dia impensável."

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Bach classificou Bryant como "um excelente e verdadeiro campeão olímpico". Ele conquistou medalhas de ouro nos Jogos de Pequim-2008 e de Londres-2012 pela seleção dos Estados Unidos. O astro também trabalhou pela candidatura olímpica de Los Angeles, onde defendeu os Lakers, sendo cinco vezes campeão da NBA. Quando Los Angeles sediar a Olimpíada de 2028, o basquete masculino será jogado no Staples Center, onde Bryant brilhou pelos Lakers.

Bryant narrou o vídeo final da apresentação da candidatura de Los Angeles em julho de 2017, sendo membro do seu conselho de administração. "Ele abraçou o poder do esporte para mudar a vida das pessoas", disse Bach em um comunicado publicado pelo COI. "Depois de se aposentar do jogo que ele tanto amava, ele continuou a apoiar o movimento olímpico e foi uma inspiração para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028."

Bryant, de 41 anos, morreu em um acidente de helicóptero, ocorrido nas proximidades de Los Angeles, em Calabasas. Ele e sua filha Gianna, de 13 anos, estavam entre as nove vítimas fatais da queda. "Todos sentiremos falta de sua energia e sua natureza humilde", disse Bach. "Nossos pensamentos estão com sua família, amigos e todas as outras vítimas", acrescentou Bach.

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Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos, foi a grande atração do evento VTex Day, em São Paulo, nesta quinta-feira (30). Iniciando o seu discurso com um sonoro "boa tarde" em português, Obama recebeu o carinho de dez mil pessoas que compareceram a palestra sobre negócios voltados para a inovação digital. Entre os presentes, Gilberto Gil fez questão de registrar o momento.

No seu perfil do Instagram, o cantor publicou uma foto com o democrata ao centro e sua esposa ao lado, a empresária Flora Gil. "Obrigado", legendou Gil. Além de ser tietado pelo baiano, Obama contou no evento que logo pela manhã havia se encontrado com Pelé. 

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Interagindo com simpatia, e sempre ovacionado pelo público, Barack Obama revelou que arrisca tocar músicas do cantor e compositor Tom Jobim para a esposa Michelle. Apesar de ter atrasado uma hora e meia, a palestra com o ex-presidente americano chegou a vender ingressos por até R$ 2.500.

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O ex-presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Barack Obama, participará de um evento sobre economia e inovação digital em São Paulo, marcado para os dias 30 e 31 de maio. A participação de Obama foi confirmada pelos organizadores do VTEX DAY.

A palestra do ex-presidente será a de abertura e está prevista para o dia 30 de maio, às 11h, no São Paulo Expo. Os ingressos para o evento custam R$ 890 e R$ 2.500. De acordo com a organização, o objetivo do encontro é abordar como as empresas brasileiras podem ser as verdadeiras protagonistas da revolução digital que está acontecendo ao redor do mundo.

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Esta será a segunda visita de Obama ao Brasil após deixar a Casa Branca. Em outubro de 2017, ele também palestrou durante um evento fechado em São Paulo. Ainda como presidente, o democrata esteve no país em março de 2011, passando pelo Rio de Janeiro e Brasília.

A revista americana ELLE convidou Michelle Obama, ex-primeira dama dos Estados Unidos, para estampar a edição de dezembro. A esposa de Barack Obama contou para Oprah Winfrey que tinha tudo, mas que na verdade faltava tempo. "O que eu percebi é que não havia tempo para refletir na Casa Branca", declarou.

Em um determinado ponto da entrevista, Michelle disse que ao lado do marido tinha a consciência de realizar os compromissos. "Nos movemos em um ritmo tão rápido que desde o momento em que entramos nessas portas [Casa Branca], até o momento em que saímos, Barack e eu sentíamos a obrigação de fazer muito", contou Michelle, que morou na Casa Branca por oito anos.

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Michelle Obama na edição de dezembro da revista ELLE

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--> Michelle escreve livro e revela que teve aborto espontâneo

Os Estados Unidos receberam 33 mil refugiados em 2017, o equivalente a uma redução de quase dois terços em relação ao ano anterior, quando foram acolhidos 97 mil. Os números foram divulgados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) em um estudo do centro Pew Research.

A queda na admissão de pessoas deslocadas coincidiu com a chegada de Donald Trump à Casa Branca em janeiro de 2017, pois desde que o país norte-americano adotou a Lei dos Refugiados, em 1980, o ano passado foi o primeiro em que os EUA aceitaram menos pedidos de refúgio. Os demais países, juntos, acolheram 69 mil pessoas refugiadas.

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Em 2016, último ano de Barack Obama na presidência dos Estados Unidos, o país recebeu 97 mil refugiados contra 92 mil nos outros países. Ao todo, desde 1980, os EUA admitiram 3 milhões das 4 milhões de pessoas refugiadas em todo o mundo.

Os refugiados representam aproximadamente 30% da população mundial deslocada e em 2017, 56% chegaram do Oriente Médio e Norte da África, 23% de países subsaarianos e 15% da Ásia.

Para o ano fiscal de 2018 – que se encerrará em setembro – Trump reduziu a cota de refugiados para 45 mil dos 110 mil, estabelecidos por Obama para 2017 e que não foram alcançados. Desde janeiro deste ano, os EUA acolheram 16 mil refugiados, um número que indica que a meta de 45 mil não será atingida em três meses.

Um dos casais mais poderosos do mundo, Michelle e Barack Obama, continua em evidência. Celebrando as memórias do Throwback Thursday (TBT), no Instagram, Michelle abriu o álbum de fotografias da família e compartilhou com os seus seguidores uma declaração ao ex-presidente dos Estados Unidos.

Prestes a completar 26 anos de união em outubro deste ano, Michelle disse na legenda da foto que não vê outra pessoa ao lado dela. "Acabamos dançando a noite toda. Vinte e cinco anos depois, ainda estamos nos divertindo. Ao mesmo tempo em que realizamos duros trabalhos para construir a nossa parceria e apoiar uns aos outros como indivíduo, eu não posso imaginar de ir a esse passeio selvagem com mais ninguém".

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O registro, que traz os dois na festa de casamento, em 1992, atingiu mais de 3 milhões de curtidas. 

 

 

 

O ex-presidente Barack Obama e sua esposa Michelle fizeram uma homenagem para a ex-primeira-dama dos Estados Unidos Barbara Bush, morta nesta terça-feira (17). "A ex-primeira-dama era a rocha de sua família", lembrou seus sucessores à Casa Branca.

"Somos gratos a Bárbara pela generosidade que sempre nos concedeu quando estávamos na Casa Branca, mas mais ainda por sua vida, um testemunho de que o serviço público é uma importante vocação", acrescentaram.

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Obama ainda lembrou a campanha dos "mil pontos de luz" que tornaram o trabalho voluntário um dos principais pontos da presidência de George H. Bush.

Da Ansa

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está em negociações avançadas com a Netflix para produzir uma série exclusiva para a plataforma de streaming, informou nesta quinta-feira (8) o jornal "The New York Times". Os detalhes do contrato não foram revelados, mas a ideia é que o conteúdo seja produzido junto com sua esposa, Michelle.

De acordo com a publicação norte-americana, Obama tem o objetivo de realizar um programa com histórias inspiradoras e comentários sobre diversos temas que foram presentes em seu mandato. No entanto, o democrata não quer utilizar a série para dar uma resposta ao atual presidente norte-americano, Donald Trump, ou a seus críticos conservadores.

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"O Presidente e a Michelle sempre acreditaram no poder de contar histórias para inspirar. Eles sempre valorizaram as histórias das pessoas cujos esforços fizeram a diferença e estão silenciosamente a mudar o mundo para melhor", disse Schultz.

A Netflix possui mais de 120 milhões de assinantes em todo o mundo, sendo pouco mais da metade deles dos Estados Unidos. Nos últimos anos, a plataforma streaming está apostando cada vez mais em produções originais.

A primeira aparição de Obama na Netflix foi em janeiro, quando participou do programa "Meu Convidado Dispensa Apresentações", do apresentador David Letterman.

Da Ansa

Como de costume, Barack Obama compartilhou as suas músicas e livros preferidos do ano de 2017 com seus seguidores nas redes sociais. A playlist do ex-presidente dos Estados Unidos chamou atenção pela variedade de estilos, indo desde o pop, rap e se rendendo até mesmo ao reggaeton, que tem dominado as paradas do mundo todo.

Entre os artistas que aparecem na lista estão nomes como o colombiano J Balvin, graças ao hit em espanhol ‘Mi Gente’, além da cubana Camila Cabello com a canção ‘Havana’. Além deles, apareceram também nomes como Rihanna, com ‘Wild Thoughts’, Jay-Z e Beyoncé juntos em ‘Family Feud’, do polêmico álbum '4:44' e o rapper Kendrick Lamar, que vem conquistando várias indicações pelo seu mais novo álbum, incluindo o sucesso ‘Humble’, que aparece na lista de Obama. 

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O político citou que teve mais tempo livre em 2017 do que antes, já que estava aposentado do cargo mais importante do país. Com isso, teve tempo para se dedicar aos livros e indicou 12 obras lidas por ele no último ano. Entre elas estão os best-sellers ‘Janesville: An American Story’, de Amy Goldstein; ‘Grant’, de Ron Chernow e ‘Anything Is Possible’, de Elizabeth Strout. Todos esses citados foram lançados no ano passado e ainda não possuem tradução para o português. 

Confira a lista completa:

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Os dois ex-presidentes mais recentes dos Estados Unidos começaram uma campanha contra Donald Trump, atual chefe do Executivo. O republicano George W. Bush e o democrata Barack Obama criticaram o atual governo sem mencionar diretamente o nome de Trump. Ambos falaram contra a divisão na política americana e pediram a unificação do país.

Barack Obama rompeu o silêncio nessa quinta-feira (19) na Virginia, em um evento de campanha eleitoral democrata para Ralph Northam, que concorre pelo partido ao governo do estado. Sem mencionar diretamente o nome de Trump, Obama falou que o país está retrocedendo ao século passado e que, neste momento em que a política está tão dividida no país, é preciso recuperar o espírito de união.

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Ele chamou os eleitores ao engajamento e trouxe de volta seu slogan da campanha presidencial em 2008: Yes, We Can Do, (sim, nós podemos). “Nós podemos fazer isso, podemos lutar pela democracia americana em seu melhor.”

Em uma crítica direta à campanha eleitoral de Trump, ao discurso anti-imigração, Obama disse: “Aqui está uma coisa eu sei: se você tem que ganhar uma campanha dividindo as pessoas, você não será capaz de governá-los, você não será capaz de uni-los mais tarde."

Sem mencionar o presidente republicano Donald Trump pelo nome, Obama disse: "Em vez de nossa política refletir nossos valores, temos a política infectando nossas comunidades."

No mesmo dia, em Nova York, em um evento em seu instituto, o ex-presidente George W. Bush também falou da preocupação com o momento da política americana.

Primeiro, fez uma autocrítica. Ele disse que a confiança nas instituições diminuiu nas últimas décadas, e que um descontentamento profundo da população com a economia acirrou conflitos partidários e tornou a política mais vulnerável a teorias conspiratórias.

Em seguida, também sem mencionar Trump, Bush falou da suposta interferência da Rússia nas eleições presidenciais.

"A América experimentou uma tentativa sustentada por uma potência hostil para alimentar e explorar as divisões do nosso país. De acordo com os nossos serviços de inteligência, o governo russo tem feito um projeto de transformar os americanos uns contra os outros. Esse esforço é amplo, sistêmico e furtivo. É realizado em toda a uma gama de plataformas de mídia social”, afirmou.

Para finalizar o discurso, Bush defendeu a pluralidade e falou contra o racismo. “Todas as raças, religiões e etnias podem ser plena e igualmente americanos. Isso significa que a intolerância ou a supremacia branca, de qualquer forma, é blasfêmia contra o credo americano.”

O presidente Donald Trump não comentou diretamente as afirmações dos dois ex-presidentes. Mas fez afirmações no Twitter de que notícias sobre a interferência russa eram falsas e que o FBI precisa investigar o suposto apoio recebido pelo instituto Bill Clinton da Rússia. “Rússia mandou milhões para o Instituto Clinton”, afirmou.

No último dia de sua visita a Buenos Aires, o ex-presidente americano Barack Obama jogou neste sábado uma partida de golfe com o presidente da Argentina, Mauricio Macri, após uma reunião privada entre ambos.

Macri e Obama se mostraram sorridentes diante dos poucos espectadores no Club de Golf Bella Vista, propriedade da família de Macri. Não foi informado o que foi tratado por causa do caráter privado da visita, segundo a Casa Rosada.

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O ex-presidente dos Estados Unidos chegou na sexta-feira à Argentina, convidado por entidades privadas para participar de um encontro sobre Economia Verde em Córdoba, 698 quilômetros a noroeste da capital do país. Na noite de sexta-feira ele jantou com empresários, aos quais falou sobre mudanças climáticas, transparência e boas práticas na política.

Em seu encontro com empresários, Obama elogiou Macri por "seus esforços para reconectar o país com a comunidade internacional e fazer que funcione o crescimento econômico". Além disso, pediu que a Argentina "mantenha e melhore sua liderança regional para enfrentar os problemas do continente".

A visita de Obama ocorre no momento em que a Argentina busca conseguir novamente autorização para exportar carne e também deseja manter as vendas de biodiesel aos EUA. Fonte: Associated Press.

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