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Uma mulher de 76 anos que foi declarada morta e surpreendeu seus parentes ao acordar e bater em seu caixão durante seu velório morreu após sete dias em terapia intensiva, informou sua família no sábado (17).

Gilberto Barbera Montoya, filho da mulher, contou à Associated Press que os médicos do hospital estadual para onde ela foi levada às pressas após o incidente disseram que ela morreu na noite de sexta-feira.

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O Ministério da Saúde do Equador confirmou em comunicado que Bella Montoya morreu de um derrame isquêmico depois de passar uma semana em terapia intensiva. O órgão acrescentou que Bella permaneceu sob "vigilância permanente", mas não forneceu mais informações sobre a investigação médica em torno do caso.

Barbera Montoya disse que ainda não recebeu nenhum relatório das autoridades sobre a explicação médica do ocorrido e alertou que as coisas "não vão ficar assim". Ele afirmou que uma irmã da falecida denunciou formalmente o incidente, procurando identificar o médico que a declarou morta.

Bella Montoya acordou durante seu velório em 9 de junho, depois de passar cinco horas dentro de seu caixão em uma funerária em Babahoyo, cerca de 208 quilômetros a sudoeste de Quito, capital do Equador.

Os restos mortais de Bella, que era enfermeira aposentada, estão na mesma funerária onde ela acordou. Seu filho disse à AP que ela será enterrada em um cemitério público.

Um comitê técnico foi formado para revisar como o hospital emite atestados de óbito, disse o Ministério da Saúde do país na semana passada.

(Com informações da AP)

O velório de Bella Montoya já se estendia por quase cinco horas quando os familiares se surpreenderam como o caixão se mexendo. Dada como morta por um hospital no Equador, a idosa de 76 anos despertou momentos antes de ser enterrada, nesse sábado (10). 

Levada ao Hospital Martín Icaza, em Babahoyo, após sofrer uma parada cardiorrespiratória causada por uma doença cerebrovascular não específica, Bella foi declarada morta pela equipe médica. 

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A notícia fez o filho Gilbert Balberán buscar um caixão doado, já que a família não tinha dinheiro para arcar com todas as custas do enterro. Antes do corpo ser levado ao cemitério, quem velava a idosa se assustou com sons de batidas vindo do caixão. 

Após a tampa ser aberta, Bella mostrou que não havia morrido. Com dificuldade de respirar por conta das horas que passou confinada, ela foi atendida e retirada por dois homens. 

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A idosa foi levada de volta à UTI do mesmo hospital que declarou sua morte e segue em observação. Os médicos suspeitam que ela tenha "ressuscitado" de uma catalepsia, quando o corpo fica totalmente paralisado e rígido. 

“Minha mãe está no oxigênio. O coração dela está estável. O médico apertou a mão dela e ela reagiu; eles me dizem que isso é bom, porque significa que ela está reagindo aos poucos”, disse Gilbert ao jornal El Universo. Um inquérito vai apurar o caso. 

Um caixão foi deixado no meio de uma avenida em Boa Vista, capital de Roraima, após cair de um carro de funerária. O caso aconteceu no bairro de Pricumã, Zona Oeste da cidade, na noite da segunda-feira (5), e foi registrado em vídeo. Recentemente, viralizou nas redes sociais e se tornou notícia. De acordo com o g1 Roraima, uma testemunha afirmou que o veículo era conduzido por um jovem e trafegava em alta velocidade. 

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A fonte também disse que as portas de trás do carro da funerária abriram quando o motorista passou por uma lombada. O condutor não percebeu que o caixão havia caído e seguiu viagem, deixando o objeto no local. 

"Graças a Deus [o caixão] não arrebentou todo e o defunto não saiu de dentro porque o impacto foi grande. Ele [o motorista] estava com os vidros do carro fechados, nem se deu conta do barulho que fez", disse. Os moradores removeram o caixão da rua. Uma vizinha, que pilotava uma motocicleta, chegou a tentar avisar o condutor, mas o perdeu de vista. 

No vídeo é possível ver o momento em que uma pessoa empurra a tampa do caixão com o pé, mas não deixa o corpo exposto. Segundo a mulher, as travas quebraram com o impacto e a pessoa empurrou para ver se tinha alguém dentro do caixão. O corpo dentro era de um homem. O motorista do carro funerário voltou pouco mais de 10 minutos depois, para buscar a urna. 

 

 

 

Pouco mais de uma semana após seis pessoas morrerem no desabamento do Edifício Leme, em Olinda, a prefeitura informou que monitora 110 edificações desocupadas no município. Com maioria de “prédios-caixão”, todas as construções foram oficialmente condenadas por risco de desabamento. 

A gestão pontuou que, desde 2017, mantém um grupo de trabalho responsável por entrar com ações judiciais para pedir a demolição dos prédios irrecuperáveis, conforme vistoria da Defesa Civil. 

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A maior parte das construções com alto risco de queda são as do tipo caixão, assim como era o Edifício Leme. De acordo com a prefeitura, há casos de necessidade imediata de demolição. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) também foi procurado para indicar como acompanha a situação da moradia em Olinda, mas não se pronunciou até a publicação.

Culpa das seguradoras

O município culpa as seguradoras por permitir que famílias voltem a morar em prédios condenados. O entendimento é de que a única solução para evitar novos desabamentos é as seguradoras, como Caixa e Sulamerica, facilitarem a demolição dos prédios inservíveis. Após a saída dos proprietários, as empresas também devem pagar as indenizações pelos imóveis adquiridos. 

A prefeitura  informou que paga o auxílio-moradia de R$ 260 para 1.027 famílias e reforçou presta assistência social e jurídica aos moradores em condições de ocupação irregular. O município conta com três locais de acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade.

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Demolição

Nessa quinta-feira (4), foi dado início ao processo de demolição do Edifício Marquês de Felipe, localizado na Rua Professor Olímpio Magalhães, em Jardim Atlântico. 

A destruição do prédio ficou a cargo da Caixa Seguradora, responsável pelo imóvel, em cumprimento a uma ordem judicial para que assuma a responsabilidade sobre a construção.

Fotos: Júlio Gomes/LeiaJá Imagens

O velório de Pelé acontece nesta segunda-feira (2), a partir das 10h na Vila Belmiro, em Santos, e será aberto para o público poder se despedir do Camisa 10. E as preparações para a despedida já estão rolando desde o início da manhã.

Nas redes sociais, Edinho, filho do ex-jogador de futebol que morreu aos 82 anos de idade, mostrou alguns momentos do transporte do corpo de Pelé desde o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, até o estádio na Baixada Santista.

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"Levando o nosso rei para casa".

Algumas horas mais tarde, Edinho compartilhou um vídeo do caixão preto com detalhes em prata em que Pelé será enterrado.

"Chegamos em casa".

Um homem de 27 anos foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite de terça-feira (8) após ser flagrado conduzindo um veículo funerário com um caixão que estava carregado de crack. O suspeito foi abordado pela polícia na rodovia Fernão Dias, em Vargem, São Paulo.

A PRF explicou que, durante a abordagem, foi perguntado ao condutor se havia urna funerária no carro e ele disse que sim. A partir daí, foi solicitada a documentação da pessoa morta que estaria sendo transportada. No entanto, o motorista disse aos policiais que levava apenas o caixão vazio.

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Segundo a PRF, o suspeito ficou nervoso e não soube explicar por que estava levando um caixão vazio de São Paulo até Belo Horizonte. Durante a vistoria, os policiais perceberam que o caixão estava pesado demais para uma urna vazia. 

Ao abrir o caixaão, foram encontrados 50 tabletes de crack, que totalizaram 50 kg da droga. Após a descoberta, o motorista confessou o crime e disse que receberia R$ 10 mil pelo transporte. O suspeito foi preso em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado para a delegacia de Bragança Paulista.

Um macaco surpreendeu amigos e familiares presentes em um velório no distrito de Batticaloa, no Sri Lanka. O animal da espécie langur costumava ser alimentado pelo homem e parece ter ido se despedir do amigo. 

O animal subiu no caixão e se sentou ao lado do corpo de Peetambaram Rajan, de 56 anos. O momento em que esteve no velório foi registrado pelas pessoas presentes.

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O langur não causou problemas. Ele chegou a acariciar e beijar o falecido, e puxou algumas correntes de flores sob o corpo como se tentasse despertar o homem. 

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O caixão de Elizabeth II saiu nesta quarta-feira (14) do Palácio de Buckingham, sua residência oficial em Londres durante sete décadas, e chegou ao Parlamento para uma grande homenagem popular, na última etapa do longo adeus antes do funeral de Estado e sepultamento em 19 de setembro.

Com pontualidade britânica, a comitiva que acompanha o caixão, coberto com o estandarte real, flores e a coroa imperial, saiu às 14H22 (10H22 de Brasília) de Buckingham com destino ao Palácio de Westminster.

O caixão, colocado em uma montaria puxada por cavalos, percorreu as ruas lotadas de Londres, seguido a pé por Charles III e seus irmãos Anne, Edward e Andrews, assim como pelos filhos do novo monarca, William e Harry, juntos logo atrás de seu pai.

O cortejo foi acompanhado por uma banda da Guarda Escocesa e a banda da Guarda de Granadeiros, que interpretaram as marchas fúnebres de Beethoven, Mendelssohn e Chopin, além do terceiro movimento de sua Sonata para piano nº 2, também interpretada nos funerais dos primeiros-ministros britânicos Winston Churchill e Margareth Thatcher.

O trajeto de 38 minutos e quase 15 quilômetros foi acompanhado a cada 60 segundos por uma salva de canhão do Hyde Park e pelo som dos sinos do Big Ben, uma homenagem à monarca mais longeva do Reino Unido.

A câmara-ardente de Elizabeth II, que faleceu na quinta-feira (8) aos 96 anos, abrirá as portas às 17H00 (13H00 de Brasília) no Westminster Hall, onde os cidadãos poderão prestar a última homenagem antes do funeral de Estado e do sepultamento.

- 750.000 pessoas -

A imprensa britânica especula que quase 750.000 pessoas devem passar pelo local para a despedida da rainha, o que significará filas de quase 10 quilômetros às margens do rio Tâmisa dia e noite até 19 de setembro.

Na manhã desta quarta-feira, os primeiros da fila estavam com cobertores, cadeiras de camping, barracas e capas de chuva, sinais de que passaram a noite no local. Outras pessoas começaram a chegar ao local, diante do olhar atento dos policiais.

"A noite foi bastante úmida, fria e molhada, mas eu tenho uma pequena cadeira e um guarda-chuva grande, então fiquei bem seco. Melhor que os outros!", brincou Dan Ford, policial aposentado de 52 anos, que chegou na terça-feira à tarde com luvas e gorro.

Na terça-feira, milhares de pessoas desafiaram a chuva para acompanhar, com aplausos e as lanternas dos celulares, a chegada do caixão a Buckingham. Quase 33.000 pessoas passaram pela câmara-ardente instalada em Edimburgo, capital da Escócia.

As autoridades pediram às pessoas em Londres que usem roupas "adequadas" e alertaram que a espera pode demorar muitas horas, inclusive a noite inteira. O público só poderá entrar no local com uma pequena mochila, mas sem água ou comida.

- "Funeral do século" -

Hotéis lotados, sistema de transporte perturbado, pubs repletos: a capital britânica se prepara para a grande homenagem popular, que terminará na segunda-feira às 6H30 (02h30 de Brasília), antes do "funeral do século" na Abadia de Westminster.

Mais de 100 chefes de Estado e Governo devem comparecer ao funeral, incluindo o presidente americano, Joe Biden, o rei da Espanha, Felipe VI, o imperador do Japão, Naruhito I, e o presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

Os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e Nicarágua, Daniel Ortega, não foram convidados ao funeral, afirmou uma fonte governamental à agência de noticias britânica Press Association, somando-se a outros governantes como o presidente russo Vladimir Putin e seu colega bielorrusso.

Embora um documento do governo que vazou para a imprensa tenha dado a entender que as autoridades teriam que pegar um ônibus para seguir até a abadia, os organizadores explicaram que os aliados mais próximos do Reino Unido poderão usar seus próprios meios de transporte.

O enterro da soberana que conheceu 15 primeiros-ministros - o primeiro, Winston Churchill, nascido em 1874 e a atual, Liz Truss, nascida em 1975 - acontecerá no mesmo dia no Castelo de Windsor em uma cerimônia privada, confirmando o fim de uma era.

Ao mesmo tempo, Charles III assume o poder, mas seus primeiros passos também provocam polêmica, como durante a visita de terça-feira à Irlanda do Norte, parte de uma viagem pelas nações do Reino Unido que terminará na sexta-feira em Gales.

Imagens divulgadas mostraram o novo rei irritado com uma caneta utilizada para assinar o livro de honra que parece perder a tinta. "Oh, Deus, eu odeio isso! (...) Eu não aguento essa maldita coisa"", disse o monarca.

O caixão de Elizabeth II deixou neste domingo (11) o castelo escocês de Balmoral, onde morreu na quinta-feira aos 96 anos, com destino a Edimburgo, no início de uma viagem que permitirá aos britânicos despedir-se da sua rainha.

O carro funerário preto passou pelo portal do castelo depois das 10h (09h GMT), com o caixão de carvalho coberto com a bandeira real escocesa e uma coroa de flores brancas no interior, para uma viagem de seis horas à capital da Escócia.

"Sua Majestade nos deu sua vida e tempo sem exigir nada em troca. Prestar homenagem a ela de uma maneira tradicional foi uma forma de agradecê-la por tudo o que ela fez", disse Mark Lindley-Highfield, de 47 anos.

Milhares de pessoas assistiram ao cortejo fúnebre passar pelo verde campo escocês. Em Ballater, a primeira cidade atravessada e onde a rainha era bem conhecida, as pessoas estavam estacionadas na rua principal e algumas atiravam flores.

Embora o protagonismo tenha sido da falecida soberana após a proclamação do novo rei Charles III, a aparição dos príncipes William e Harry, juntos, com suas esposas Catherine e Meghan, estamparam as primeiras página dos jornais deste domingo.

"Reunidos pelo luto", foi a manchete do Sunday Telegraph, com uma foto dos dois casais caminhando juntos em Windsor. O Sunday Times informou que "longas negociações" foram necessárias entre os casais para administrar o momento midiático.

- "Momento histórico" -

Desde a morte de Elizabeth II na quinta-feira, em sua residência particular de verão, os preparativos para receber seu caixão não pararam na Escócia.

"É emocionante. É ótimo que passe por aqui (...) para que os escoceses possam se despedir de sua rainha", disse Paloma à AFP na capital escocesa.

Depois de uma longa viagem que passará por Dundee e Aberdeen, o caixão chegará por volta das 16h locais (12h em Brasília) à capital escocesa, onde permanecerá até terça-feira, quando um avião o transportará para Londres. O funeral será no dia 19 de setembro.

Ao protocolo oficial para o momento de sua morte, cuidadosamente elaborado durante anos sob o codinome "London Bridge", foram acrescentadas disposições especiais desde que ela morreu na Escócia, conhecida como "Operação Unicórnio".

Em Edimburgo, as calçadas ao longo da rota foram protegidas com barreiras para que escoceses e visitantes pudessem ver a procissão passar. "É tão louco poder viver este momento histórico", disse Jake, 22.

O caixão descansará na sala do trono do palácio, antes de ser transferido na segunda-feira em procissão para a catedral de Saint Giles, onde será realizado um serviço religioso na presença do rei Charles III e onde as pessoas poderão se despedir de sua "amada mãe".

Em Londres, o caixão será transportado em procissão do Palácio de Buckingham ao Palácio de Westminster na quarta-feira para despedidas dos britânicos até o dia do funeral de Estado.

O primeiro funeral de Estado desde o do ex-primeiro-ministro Winston Churchill em 1965 receberá dezenas de líderes mundiais, incluindo o presidente dos EUA Joe Biden, e atrairá milhões de pessoas.

Policiais rodoviários de São Paulo apreenderam 119 tabletes de maconha dentro de um caixão neste domingo (12). O flagrante ocorreu durante operação na Rodovia Raposo Tavares, em Assis-SP.

 Segundo a Polícia Militar (PM), a equipe abordou um guincho que transportava um veículo funerário. Antes de fazer a averiguação, os policiais já sentiram um forte odor de maconha.

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Questionado, o condutor do guincho informou que foi contratado para levar o veículo de Londrina-PR até Limeira-SP. Ele foi encaminhado ao Distrito Policial de Assis.

Como você viu, o funeral do marido da Rainha Elizabeth II, príncipe Philip, aconteceu na manhã do último sábado, dia 17. O Duque de Edimburgo morreu no dia 9 de abril, aos 99 anos de idade, e foi sepultado na Capela de São Jorge, em um local destinado aos membros da realeza britânica. É lá que Philip descansará nos próximos anos; seu corpo ainda será desenterrado após a morte da rainha.

Na cerimônia de despedida do duque, a Rainha Elizabeth II manteve-se distante, isolada e com um semblante triste. Mesmo abalada com o luto, a monarca fez questão de honrar o marido pela última vez. Segundo informações do site norte-americano People, Elizabeth deixou uma carta em cima do caixão de Philip, assinada com o apelido que recebeu do amado: Lilibet.

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Na verdade, a rainha teria ganhado o apelido quando criança, mas o único que ainda a chamava desta forma era Philip. O Palácio de Buckingham, entretanto, optou por não comentar sobre o gesto de Elizabeth, tampouco sobre o conteúdo da carta, afirmando que se tratava de um assunto particular. Super compreensível, não é?

Bandeira branca?

Os príncipes William e Harry, que enfrentaram uma polêmica intensa recentemente, mostraram uma certa proximidade durante o funeral do avô. De acordo com informações da People, os irmãos foram embora da cerimônia de príncipe Philip juntos, acompanhados da esposa do Duque de Cambridge, Kate Middleton. O jornalista Tom Bradby, da emissora britânica ITV, é amigo próximo dos dois e chegou a opinar sobre o momento - mas seu comentário decepcionou as pessoas que torcem pela relação harmoniosa entre os irmãos.

- Sempre dizem que funerais são momentos de reconciliação e isso foi um sinal, para ser honesto, do que as pessoas realmente queriam ver.

Anteriormente, o Palácio de Buckingham afastou qualquer questão que envolvesse os filhos da princesa Diana.

Este é um funeral e não seremos atraídos por percepções dramáticas. Os arranjos foram acordados e representam os desejos de Sua Majestade.

A comentarista Victoria Arbiter, da CNN, também falou sobre a interação entre os irmãos no evento.

Tendo sido separados na Capela, eles agora podem se reunir, o que será um conforto para a rainha, tweetou.

Infelizmente, o funeral parece não ter ajudado no relacionamento de William e Harry. Uma pena, não é?

Homenagem

Kate Middleton decidiu compartilhar uma curta mensagem após o funeral de príncipe Philip. Nas redes sociais, a duquesa e esposa de príncipe William enalteceu o relacionamento de 73 anos do Duque e Edimburgo com a Rainha Elizabeth II.

O Duque de Edimburgo foi um consorte devotado de Sua Majestade, a Rainha, por quase 70 anos, desde a ascensão de Sua Majestade em 1952 até sua morte., dizia o texto.

Já o perfil oficial da família real britânica compartilhou uma foto bastante significativa de Philip, com uma legenda ainda mais emocionante.

Em amorosa memória de Sua Alteza Real, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo. 1921-2021.

"Tu pode me ajudar a colocar o corpo no caixão?", foi indagado o arquiteto Frederico Mendonça diante do saco preto que acomodava a sua tia Maria dos Prazeres, no necrotério do Hospital Tricentenário de Olinda.

Vítima da Covid-19 no último dia 21, a idosa de 67 anos ficou apenas seis dias internada antes de ser enterrada pelo próprio sobrinho em um município vizinho. Frente ao iminente colapso da rede funerária de Pernambuco, a falta de vagas no cemitério de Guadalupe fez com que ela aguardasse dois dias até ser sepultada.

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Com o enterro transferido para o Cemitério Paroquial do Barro, na Zona Oeste do Recife, a cerca de 17 km de distância de onde morava, no Bairro Novo, por falta de vagas, Maria dos Prazeres foi colocada no caixão por Frederico, que não teve outra opção a não ser ajudar o único profissional enviado pela funerária à unidade de saúde.

Já no cemitério do Recife, assimilou os reflexos do alto índice de ocupação no sistema quando precisou esperar quase uma hora até que os coveiros estivessem disponíveis. Após um percurso insalubre entre lápides e o último adeus de outras famílias, finalmente o carrinho que carregava sua tia parou, no entanto, todos os sepulcros estavam preenchidos ali.

Foto: Arquivo pessoal

Um buraco começou a ser cavado no estreito entre duas sepulturas. Foi quando Frederico percebeu que a tia seria posta em uma cova rasa, em um caminho para transeuntes, como o trajeto que percorreu. Dos quatro coveiros que o acompanhavam até a descida do caixão à cova, de repente se viu amparado por apenas um. Os demais se ocuparam em atender a alta demanda de óbitos diários da Covid-19.

A pá velha e apenas duas mãos não davam conta, e Frederico se prontificou a ajudar o coveiro que, segundo ele, tem só seis meses de profissão. Nem o sol forte das 11h, nem o medo de ser infectado pelo novo coronavírus, ou até mesmo outras doenças, apagavam as orações da cabeça do arquiteto que, reforçava os votos em memória da tia enquanto despejava areia sobre seu local de repouso.

Do dia 15 de março, quando a tia foi internada, até a data do enterro, no dia 23, Frederico foi confrontado pela trágica realidade da Covid-19 em Pernambuco, que já tirou a vida de 12.623 pessoas até o dia 8 de abril de 2021.

Fora a fragilidade do sistema funerário, a condição desordenada recai sobre o resultado dos testes, que no caso de Dona Maria dos Prazeres, só foi confirmado pela Prefeitura de Olinda nessa segunda (5), 15 dias após sua morte.

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O resultado positivo do teste RT-PCR analisado pelo Lacen-PE foi liberado pelo laboratório no dia 26, cinco dias após o falecimento. Entretanto, Frederico questiona a demora para ser informado pela Secretaria Municipal de Saúde, que só o comunicou na tarde desta segunda (5).

Procurada para uma posição sobre a falta de vagas em seus dois cemitérios - de Guadalupe e Águas Compridas - e a situação imposta à população que não consegue enterrar seus familiares no município, a Prefeitura de Olinda reafirmou que os cemitérios possuem vagas e estão abertos para as vítimas da pandemia.

Em nota, a gestão aponta que "vem trabalhando na ampliação dos espaços para sepultamento das vítimas das Covid-19" e, sem apresentar o quantitativo, diz chegou a abrir novas vagas em Águas Compridas com a desapropriação de um terreno vizinho.

Sobre Guadalupe, a Secretaria Executiva de Manutenção Urbana (SEMU) explica que não pôde adotar o mesmo procedimento pois o cemitério fica alocado no Sítio Histórico, o que impede a ampliação dos limites da estrutura.

"A SEMU acrescenta que está tentando contratar junto à iniciativa privada sepulturas para absorver a demanda decorrente da Covid-19", acrescenta o comunicado, que garante "todos os esforços necessários para que os olindenses sejam assistidos de forma digna".

Funerários expõem a falta de vagas

O presidente da Associação Pernambucana de Dirigentes Funerários (APEDIF) indica que não houve oficialização sobre o fechamento dos cemitérios. Entretanto, questiona as supostas vagas indicadas pela Prefeitura.

"Realmente eles estão com dificuldade de ofertar espaço. A última vez que a gente precisou para um morador de Olinda, na semana passada, eles só iriam ter vaga para terça-feira dessa semana", ressalta Herton Viana.

"É difícil porque não tem como ficar nos hospitais e as funerárias não tem como manusear esse corpo, nem tampouco guardar nas instalações da gente. Automaticamente tá ficando nos hospitais, causando acúmulo e, pode vir a acontecer, de ter que ficar lá porque a família não tem para onde levar”, descreve o representante dos dirigentes funerários, que acrescenta, “se você precisar para hoje ou amanhã eles não têm vaga. É sempre uma programação dias para frente".

Prefeituras negam risco de colapso funerário

Diante da alta nacional de casos de Covid-19, a reportagem do LeiaJá questionou as prefeituras de algumas das cidades de Pernambuco que registraram o maior número de casos da doença a respeito da possibilidade de ocorrer um colapso funerário nos próximos meses. As gestões de Olinda, Recife, Petrolina e Caruaru garantem que seus sistemas estão sob controle e preparados para atender ao aumento da demanda. Algumas delas pontuaram que, passado um ano de pandemia, continuam ampliando a capacidade dos cemitérios.

De acordo com a Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), os dois cemitérios públicos da capital pernambucana preparados para receber as vítimas da Covid-19 - Parque das Flores e Santo Amaro- possuem plena capacidade para atender à demanda e funcionam dentro do previsto para o cenário de pandemia. “No total, a Emlurb providenciou a abertura e/ ou construção de 5.671 covas e gavetas para receber este tipo de sepultamentos e, deste montante, há ainda 25% de covas/ gavetas sem uso (1.421 vagas) nos cemitérios de Santo Amaro e Parque das Flores”, pontua a instituição, em nota oficial.

Em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, a Secretaria Executiva de Manutenção Urbana (SEMU) informou que desapropriou um terreno vizinho para ampliar o Cemitério de Águas Compridas, onde também foram abertas novas covas. “Com relação ao Cemitério de Guadalupe o mesmo procedimento não pode ser adotado uma vez que o local se encontra dentro do Sítio Histórico, o que impede a ampliação dos limites da estrutura física. A SEMU acrescenta que está tentando contratar junto à iniciativa privada sepulturas para absorver a demanda decorrente da Covid-19”, coloca a SEMU. A informação oficial é a de que não há fila de espera para sepultamentos.

A Prefeitura de Petrolina, no sertão do estado, também firmou contrato, desde o início da pandemia, para que os sepultamentos de vítimas do novo coronavírus fossem feitos em um cemitério particular, com funcionamento 24 horas. A administração da cidade frisa que, em caso de óbitos ocorridos durante o dia, os corpos podem ser recebidos em qualquer cemitério público da cidade, caso seja da vontade da família.

Segundo a administração petrolinense, todos os coveiros da cidade já foram vacinados contra a Covid-19. “O município conta com o efetivo de 9 sepultadores municipais, a cidade está com processo seletivo de outras 10 vagas, para preenchimento do quadro normativo. Sobre o questionamento da quantidade de sepulturas, no cemitério particular, no qual existe contrato, há mais de 60 vagas. Já nos municipais, mais de 400. Petrolina segue todas as orientações do Comitê de Crise Estadual de Enfrentamento ao Coronavírus”, explica o posicionamento oficial.

Já a Secretaria de Serviços Públicos de Caruaru, no agreste pernambucano, não abriu novas covas em decorrência da crise sanitária. O órgão se resumiu a dizer que “tem trabalhado para garantir todos os serviços funerários no município, cumprindo todos os protocolos sanitários estabelecidos. Dessa forma, diante de todo trabalho realizado até o momento, todos os serviços seguem funcionando sem intercorrências”.

Na última terça-feira (4), um vídeo postado por Rogério Lopes deu o que falar. O rapaz publicou na sua conta do Facebook imagens do enterro do seu pai, mas de uma forma totalmente inusitada. No conteúdo divulgado, Milton Dias Martins, de 69 anos, é sepultado em um cemitério do Rio de Janeiro ao som do meme do caixão. O momento foi inspirado na cerimônia fúnebre realizada em Gana, no continente africano.

"Então tá aí. Meu pai não queria ninguém chorando, então vamos lá. Descansa em paz. Sempre te amaremos até após a morte. Amor da família é pra sempre. Fica na paz de Cristo", escreveu Rogério, um dos filhos de Milton. O idoso foi enterrado pela família no Cemitério de Maruí, em Niterói, no final de julho.

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Veja:

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Cinco pessoas de uma mesma família foram infectadas com o novo coronavírus, após abrirem um caixão, durante um velório, na cidade de Cairu, sul da Bahia. Mesmo tendo recebido recomendações contrárias à abertura do caixão, visto que a vítima estaria entre os casos suspeitos da doença, os familiares enlutados optaram por realizar a cerimônia com o tampo aberto.

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A morte da vítima foi registrada, na última quinta-feira (7), como síndrome respiratória grave. O óbito foi declarado na Santa Casa de Valência, hospital da cidade vizinha e, por haver suspeita da doença, o caixão teria deixado a unidade lacrado. Até o momento da cerimônia, não havia a comprovação laboratorial da doença, porém o resultado saiu na segunda-feira (12) seguinte, confirmando a contaminação da vítima. 

Diante do resultado, a prefeitura do município procurou os familiares para realizar testes em todas as 12 pessoas que participam do velório. Apesar da resistência inicial, uma vez que a família não aceitava o diagnóstico de Covid-19, os parentes da vítima acabaram sendo persuadidos e realizaram a testagem.

Das 12 pessoas, cinco testaram positivo para a doença. Eles são os primeiro casos de Covid-19 na cidade. Em nota, a Prefeitura de Cairu informou que todos receberam informações de como realizar um sepultamento, assim como orientações a respeito das normas sanitárias indicadas pelos órgãos responsáveis.

 

Um vídeo que mostra profissionais da saúde carregando um corpo que tem escrito nos pés Covid-19 dentro de um hospital está reverberando na internet. Isso, que parece ser uma "brincadeira", está gerando polêmica na internet.

Não se sabe se o corpo que está sendo carregado é real e se a pessoa realmente está morta. O vídeo, que parece uma referência ao 'meme do caixão', que por conta dessa pandemia se tornou viral em todo o mundo, foi postado na rede social Tik Tok.

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Os integrantes dessa 'brincadeira' e o local onde a situação foi gravada não foram identificados - o que se sabe é que o vídeo não foi feito no Brasil.

"Todo mundo que participou disso deve ter suas licenças médicas revogadas permanentemente. Isso é repugnante", comentou um seguidor no Twitter. Confira o vídeo:

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Uma empresa funerária resolveu inovar e oferece opções extravagantes para a chegada do descanso eterno. Os clientes que desejam dar o último adeus com estilo e luxo podem recorrer aos caixões e urnas da Glitter Coffin Company. Coloridos e brilhantes, as opções confeccionadas com glitter se estendem aos pets.

Com cerca de 16 opções de cores, as versões purpurinadas atendem aos futuros enterrados e aos que passarão pelo processo de cremação. Os animais de estimação não ficaram de foram e também poderão 'carnavalizar' em um sepultamento estiloso.

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A empresa britânica recomenda que os caixões metalizados sejam usados para enterros em dias ensolarados e convida os interessados a experimentar o produto ainda em vida. O valor dos caixões não foi informado, mas as urnas para armazenar as cinzas custam o equivalente a R$ 807.

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Sete funerárias fiscalizadas pelo Procon-Recife foram notificadas pelo órgão de defesa do consumidor por apresentarem irregularidades. Vários pontos de descumprimento ao Código de Defesa do Consumidor, como falta de preços visíveis nos tipos de serviços oferecidos aos clientes, motivaram os autos de constatação nos estabelecimentos. 

Ana Paula Jardim, presidente do Procon-Recife, informa que as empresas notificadas receberam um prazo de 48h para fazer a adequação. “Caso não ocorra, a notificação se converterá para auto de infração e pagamento de multa”, explica Ana Paula.

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A fiscalização aconteceu devido à proximidade do Dia de Finados, celebrado no próximo sábado (2). Com a chegada da data, o órgão diz que tem objetivo combater os preços “abusivos” e avaliar as condições dos produtos e serviços prestados pelos estabelecimentos. Para se ter noção, nos preços das coroas de flores constatou-se uma variação de 257%, dependendo do estabelecimento. 

O consumidor que quiser fazer denúncias e pedidos de informações pode ligar para o telefone 3355-3290 e pelas redes sociais. O Procon Recife fica na rua Carlos Porto Carreiro, 156, Derby, e funciona das 8h às 13h. 

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As autoridades colombianas apreenderam cerca de 300 quilos de maconha que estavam sendo transportados dentro de caixões. O veículo funerário foi inspecionado em um posto de controle de tráfego, entre Pamplona e Cúcuta, no Norte de Santander.

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O veículo carregava 514 invólucros com fita adesiva. Dentro deles estavam distribuídos o entorpecente. Com a ação policial, o condutor foi preso e ficou à disposição da Justiça, apontou o El Tiempo.

Um coveiro que participava de um sepultamento em Pampas, capital da província de Tayacaja, no Peru, escorregou ao tentar baixar o caixão de madeira, e acabou caindo no túmulo. O caso ocorreu nesta segunda-feira (28) e foi divulgado pelo Extra Online.

A chuva fina durante a cerimônia, pode ter sido um dos motivos da gafe do coveiro. Para piorar, o ataúde ficou danificado e a tampa teve que ser removida. Com isso, foi necessário subir o caixão na tentativa de consertá-lo para que, enfim, o sepultamento fosse concluído.

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Confira:

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Uma nova moda chegou aos cemitérios ingleses. A empresa The Glitter Cofin Company está produzindo caixões e urnas funerárias coloridas e brilhantes para aqueles que não querem perder o brilho mesmo depois de mortos. Eles são feitos com muito glitter e detalhes prateados.

Segundo o site da empresa, o objetivo dos produtos é ter "uma bela maneira de refletir e celebrar a vida de uma pessoa". Os caixões podem ter cores como azul, vermelho, rosa, dourado, prateado e até mesmo preto, todos muito brilhantes e com muito glitter. As urnas funerárias também são oferecidas em todas as cores, com detalhes prateados.

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No Instagram da Cofin Company, os seguidores aprovaram a nova moda. "É assim que eu quero morrer". Uma outra postagem demonstra a gratidão de uma cliente que enterrou os restos mortais da mãe em uma urna roxa e purpurinada: "Ela amava qualquer coisa roxa então, quando eu vi isso (a urna) eu soube que seria perfeito. Muito obrigada por esse adorável lugar de descanso para a minha mãe".

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